energy summit

Inovação

27/06/25 - 5 minutos de leitura

Energisa no Energy Summit 2025: inovação, dados e diversidade para transformar o setor de energia

Empresa foi patrocinadora do principal evento de inovação em energia e sustentabilidade do país, com presença marcante de suas lideranças em painéis sobre inteligência artificial, digitalização, diversidade e propriedade intelectual

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Energisa no Energy Summit 2025: inovação, dados e diversidade para transformar o setor de energia

Empresa foi patrocinadora do principal evento de inovação em energia e sustentabilidade do país, com presença marcante de suas lideranças em painéis sobre inteligência artificial, digitalização, diversidade e propriedade intelectual

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O Grupo Energisa marcou presença no Energy Summit 2025, realizado entre os dias 24 e 26 de junho, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. Considerado o principal evento de inovação e empreendedorismo voltado aos setores de energia e sustentabilidade no Brasil, o encontro é organizado em parceria com o MIT Technology Review e reuniu milhares de especialistas, líderes e inovadores de todo o mundo. 

Passaram pelo palco do Energy Summit algumas das principais lideranças do Grupo Energisa, convidadas pela organização do evento para compartilhar experiências e práticas sobre temas como transformação digital, inteligência artificial, inovação, protagonismo feminino e a relação entre propriedade intelectual e cultura de inovação. As participações reforçaram o papel da companhia como protagonista no processo de evolução do setor energético brasileiro. 

IA e cliente no centro da estratégia 

O vice-presidente de Tecnologia, Gustavo Valfre, participou de dois painéis no evento. No primeiro dia, esteve ao lado de líderes da Neoenergia e Genesys no painel “Inteligência Artificial no centro da experiência do cliente”, mediado por Rafael Coimbra, da MIT Technology Review Brasil. Em sua fala, Valfre destacou o impacto das transformações do setor no relacionamento com os consumidores. 

Com a abertura do mercado, precisamos conquistar o cliente em várias frentes. Por meio da Voltz, por exemplo, conseguimos bancarizar e financiar os consumidores, enquanto a Clarke nos permite transformar a venda de energia em um marketplace. Tudo que estamos trabalhando atualmente vem nos preparando para que o consumidor tenha o poder da escolha no futuro, afirmou. 

No segundo dia de evento, Valfre participou do painel “IT and Tech Driven Energy Solutions”, ao lado de Cláudia Marquesani, da Copa Energia, e Rafael de Albuquerque, da Zoox. O painel discutiu o papel dos dados e da tecnologia como motores da transição energética. 

“Para responder a essa realidade dinâmica e cada vez mais autônoma, estamos investindo fortemente na digitalização da rede, em novos sistemas operacionais e em infraestrutura de dados. Isso inclui a implementação do ADMS, que nos dá maior capacidade para gerenciar a rede em tempo real”, explicou. 

Valfre também citou projetos como o Vera, que une tecnologia e inteligência artificial para otimizar a operação e a manutenção da rede, e ressaltou a importância de “pensar em novas formas de comercialização, marketing digital, autoatendimento e uso avançado de dados para operar a rede em múltiplas dimensões”. 

Inovação como cultura e valor 

O diretor de Inovação da Energisa, Flávio Loução, integrou o painel “Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação no Setor Energético”, ao lado de representantes da ANPEI (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras) e CEPEL (Centro de Pesquisas de Energia Elétrica). Durante o debate, Loução reforçou que a inovação na Energisa vai além da obrigação regulatória e é um valor enraizado na cultura da empresa. 

“Inovação, muitas vezes, é vista como uma obrigação regulatória, e não como um investimento. Isso causa problemas como aportes baixos e falta de domínio, tudo isso derivado da aversão ao risco, que é uma questão cultural que nos diferencia de outros países”, afirmou. 

Flávio complementa, “Inovação tem que ser algo cultural e, aqui, já é um valor. Nosso papel é fazer essa conexão entre empresas, áreas de negócio e o ecossistema de inovação. É fundamental tratar as áreas de negócio como clientes, escutá-las e entender que o sucesso delas também é o nosso sucesso coletivo”. 

Loução destacou o programa E-Nova e a importância da relação com universidades, startups e integradores tecnológicos. 

Esse relacionamento transforma o P&D em uma verdadeira ferramenta para o desenvolvimento de novos produtos. Precisamos ter um plano claro, que inclua marketing de produto, para que essas iniciativas tenham impacto no setor, concluiu. 

Diversidade e liderança feminina 

A diretora de Marketing, Growth e Comercial da (re)energisa, Camila Schoti, participou do painel “Mulheres moldando a indústria energética”, ao lado de líderes como Cristina Pinho, Karla Maciel e Heloisa Borges. Ela falou sobre sua trajetória, desafios e aprendizados no setor. 

“Minha trajetória na energia começou em 2011, e desde então percebo que o pessoal e o profissional nunca estiveram separados. Realizar grandes transformações passa por engajar stakeholders que também são pessoas, cada um com suas perspectivas e expectativas individuais”, afirmou. 

Camila destacou atitudes que considera essenciais para as mulheres que desejam atuar em áreas técnicas e comerciais. 

É preciso ter curiosidade para conhecer coisas novas, coragem para desafiar o status quo e foco para entregar valor real. Resultado consistente gera confiança, que abre portas e oportunidades — tanto para a empresa quanto para as pessoas, disse. 

Ela também reforçou a importância da escuta ativa, da flexibilidade e do conhecimento técnico. “O setor elétrico pode se tornar mais humano e colaborativo quando mulheres ocupam cada vez mais espaços e trazem sua energia própria para mudar o jogo”, finalizou. 

De ideias a impacto: cultura e propriedade intelectual 

Fechando a participação da Energisa no evento, o vice-presidente de Regulação e Relações Institucionais Fernando Maia representou a companhia no painel “Da ideia ao impacto: navegando pela inovação e propriedade intelectual no setor energético”, ao lado de Augusto Venerando, da EDP. Durante o painel, Fernando destacou a história da Energisa como exemplo de empresa que nasceu com espírito empreendedor. 

“A declaração ‘A Energisa pensa no futuro desde 1905’ sintetiza muito bem nossa trajetória. Inovação e empreendedorismo não são apenas parte da nossa história — eles definem quem somos”, afirmou. Maia ressaltou que a inovação está no centro da cultura corporativa e citou o programa Vera como uma das iniciativas da companhia. 

“O Vera é uma plataforma que une inteligência artificial e imagens de satélite para reconhecer e gerir a vegetação próxima à rede elétrica, garantindo mais eficiência, segurança e confiabilidade no fornecimento. É um exemplo de como transformamos tecnologia em solução concreta para desafios operacionais complexos”, explicou. Ele destacou ainda a importância de um ambiente seguro para experimentar, com apoio de inteligência artificial, parcerias estratégicas e forte atuação em propriedade intelectual. 

O Rio Pomba Valley é um bom exemplo de como a inovação também é transformação social. Já formamos vários profissionais em tecnologia e temos uma taxa de empregabilidade de mais de 70%, concluiu. 

Ao falar sobre o futuro, Fernando reafirmou o compromisso da Energisa com a inovação contínua: “Seguimos firmes com a missão de entregar uma energia 5D — diversificada, descarbonizada, descentralizada, digitalizada e democrática”. 

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