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Jalapão, onde o ouro nasce do capim Jalapão, onde o ouro nasce do capim

Publicada em: 08/07/2022

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Tocantins

Jalapão, onde o ouro nasce do capim

[Atualização: 27/09/2023] Diante do triste cenário de incêndio que assola o Parque Estadual do Jalapão, lar do precioso capim dourado, a Energisa se solidariza profundamente com os talentosos artesãos desta região. A força e a resiliência dos artesãos são verdadeiros tesouros, e juntos, trabalharemos para preservar essa rica tradição. Nossa parceria com o Sebrae no projeto Energia para Crescer continua mais importante do que nunca, visando não apenas o desenvolvimento econômico, mas também a proteção ambiental e o bem-estar das comunidades quilombolas. Unidos, somos capazes de superar qualquer adversidade e promover um futuro brilhante para o Jalapão. 

Nas veredas do Tocantins, o ouro vem do meio do cerrado. Na região leste do estado, onde os buritizais e as sempre-vivas encantam os olhos de quem passa, existe um tipo único de grama que, literalmente, reluz ao sol: o capim dourado. As finas hastes "de ouro" são colhidas e costuradas com as fibras do buriti e, das mãos prendadas das artesãs locais surgem chapéus, cestas, bolsas, vasos, utensílios de cozinha, objetos de decoração, bijuterias e até semijoias.

A arte de transformar o capim dourado em artesanato é uma herança do povo indígena Xerente que está presente, também, nos quilombos da região. Os utensílios trançados por eles eram utilizados em casa ou trocados por outros produtos. Hoje, o “ouro do Jalapão”, como ficou conhecido mundialmente, garante a geração de renda para parte da população jalapoeira.

Desde 2021, porém, esse comércio ganhou uma nova estrutura: agora, as lojas têm logomarca, as mercadorias estão etiquetadas com tags que identificam a região em que foram feitas, os sacos plásticos simples trocados por sacolas personalizadas, entre outras ações de valorização. Um bom exemplo foi a consultoria prestada às artesãs para otimizar o uso do capim dourado, que periga acabar: no lugar de muitas bijuterias pequenas e de uso individual – o que fazia com que uma grande quantidade de matéria-prima tivesse que ser extraída – a orientação foi para produzir objetos de decoração, com custo mais elevado e, consequentemente, mais rentável para a comunidade.


A transformação faz parte de uma das inúmeras ações que o projeto Energia para Crescer está implementando no Jalapão. Parceria entre o Sebrae e a Energisa, a iniciativa tem como objetivo melhorar a qualidade de vida das comunidades quilombolas do Mumbuca, Rio Novo e Prata através do empreendedorismo, do fortalecimento dos produtos turísticos e do destino de base comunitária, fomentando o acesso a serviços financeiros e atração de investimentos, considerando a inclusão social, a geração de renda e a proteção ambiental.

O compromisso da Energisa com o desenvolvimento da região do Jalapão ultrapassa o nosso negócio principal de levar energia. Nosso compromisso é também social e é essa a energia que promove a transformação – ressalta o diretor-presidente da Energisa Tocantins, Alessandro Brum. 

Segundo Railane Ribeiro da Silva, presidente da Associação do Povoado Mumbuca, o Energia para Crescer é o projeto mais completo que região já recebeu até hoje:

Justamente porque ele não veio pronto. O projeto vem sendo construído junto com a comunidade, entendendo a necessidade de cada um. Quando acabar, vai deixar uma comunidade nova, com transformações na paisagem, na imagem da comunidade, fortalecendo a sua identidade – reflete. – Não estamos nem na metade do investimento de tudo o que foi planejado para nós, mas já dá para notar a diferença que o projeto está trazendo para as comunidades. Por exemplo, nossa loja já existe há um bom tempo, mas a gente nunca tinha tido uma etiqueta. Agora, nossa marca, nome e nossa história vão para o mundo todo.

Ao todo, o aporte total da parceria será de R$ 1,3 milhão, sendo R$ 675 mil investidos apenas pela Energisa. Além disso, a empresa realizou também a entrega de computadores para as comunidades quilombolas, que estão sendo usados para estudos e profissionalização dos moradores.

Parte da verba irá também para a piscicultura e criação de hortas em todas as três comunidades quilombolas, com a instalação de tanques de piscicultura em um sistema integrado de produção agrícola (peixes e hortaliças). Em cada comunidade, foram montados tanques de peixes para criação de espécies nativas. A água, enriquecida com os dejetos dos animais e ração, será utilizada na irrigação das hortas. Essa troca de água é feita por um sistema elétrico e a água é reaproveitada integralmente. As hortas já foram demarcadas e os tanques devem começar a funcionar ainda este ano, e devem ajudar não apenas na alimentação dos moradores, como no abastecimento dos restaurantes locais.

Hoje, a gente precisa trazer alguns produtos, como tomate, cenoura e beterraba, de cidades vizinhas. A horta vai ser muito boa, diminuir nosso custo de transporte, tempo, e facilitar a vida”, comemora Dona Zoé Alves de Souza, que serve refeições na comunidade do Prata. 

Outro apoio importante do projeto no quilombo do Prata é para a Festa da Rapadura, festejo anual que aconteceu no último fim de semana, entre os dias 1 e 3 de julho, no povoado. A programação do evento contou com apresentações culturais, jogos, feira gastronômica e artesanal, demonstração de plantas medicinais e da moagem da cana de açúcar e palestras.

Depois de dois anos sem a festa, ficamos surpresos com o movimento. Tivemos um grande público e vendemos bem até o último dia. Foi a primeira vez que conseguimos resultados assim e estamos muito felizes”, afirma Luzia Passos, presidente da Associação de Artesãos da comunidade.

Iniciado em 2021, o Energia para Crescer deve seguir até 2023. Até o final do projeto, a previsão é que sejam realizadas mais entregas como, por exemplo, o Programa Força Mulher, curso de Elaboração de Projetos e apoio a outras festas culturais, como a Festa da Colheita do Capim Dourado que deve acontecer em setembro.

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Crédito pela Voltz é nova opção para colocar faturas de energia em dia Crédito pela Voltz é nova opção para colocar faturas de energia em dia

Publicada em: 08/07/2022

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Brasil

Crédito pela Voltz é nova opção para colocar faturas de energia em dia

A Energisa lança em Sergipe, Tocantins, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Nova Friburgo, Minas Gerais e Acre mais uma opção para seus clientes colocarem as faturas de energia em dia. Por meio da parceria com a Voltz, fintech do grupo, clientes têm acesso facilitado a crédito para quitar pendências junto à concessionária. A solução é mais uma inovação do Grupo Energisa, por meio da conta digital Voltz, para que pessoas de qualquer lugar do país ou perfil econômico pudessem ter acesso a serviços financeiros sem nenhum custo. 

Daniel Orlean, co-Ceo da Voltz, explica que uma Fintech é uma empresa que usa tecnologia para desenvolver serviços financeiros. É isso que a Voltz está fazendo no ecossistema de mais de 8 milhões de clientes da Energisa. O novo produto complementa portfólio de condições oferecidas pelas distribuidoras, que já trabalham com parcelamento na fatura de energia e cartão de crédito.  

Uma das grandes vantagens é acessibilidade e a flexibilidade, com parcelamentos que cabem no bolso dos clientes. O crédito da Voltz oferece taxas competitivas e negociação digital, tudo pelo WhatsApp Gisa ou outros canais já conhecidos do grupo”, afirma. 

A opção está disponível pelo WhatsApp Gisa (www.gisa.energisa.com.br) para clientes residenciais com débitos de até R$ 5 mil. As parcelas são sem entrada e podem ser pagas em até 18 vezes. “O cliente pode fazer a simulação e encontrar a melhor parcela sem sair de casa, somente utilizando os canais digitais da Energisa”, frisou.  

Conheça em quais agências de atendimento da Energisa a opção de crédito pela Voltz está disponível: Corumbá (MS), Campo Grande (MS), Ponta Porã (MS), Campina Grande (PB), Patos (PB), Sousa (PB), Mangabeira (PB), Presidente Prudente (SP), Bragança Paulista (SP), Assis (SP), Araguaína (TO), Taquaralto (TO), Palmas (TO), Aracaju (SE).

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Velocistas de Mato Grosso são TOP 5 do ranking brasileiro de atletismo Velocistas de Mato Grosso são TOP 5 do ranking brasileiro de atletismo

Publicada em: 06/07/2022

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Mato Grosso

Velocistas de Mato Grosso são TOP 5 do ranking brasileiro de atletismo

Quatro atletas mato-grossenses estão no TOP 5 do ranking feminino do atletismo brasileiro e são promessas para os próximos campeonatos brasileiros.  As velocistas fazem parte do Instituto Vicente Lenilson. O projeto foi criado pelo medalhista olímpico e atende atualmente a mais de 150 crianças.  

Assim como Vicente ganhou destaque nas grandes competições de atletismo, as crianças que fazem parte da iniciativa têm conquistado espaços para seguir os passos do professor. Entre os nomes está Adrienny Vitória, de 15 anos, que conquistou a quarta posição do Ranking Brasileiro Sub-16 do Salto em Distância e Salto Triplo.  “Quando eu entrei, eu não imaginava que ia chegar até aqui. Achei que ia ser só mais um hobby, nunca imaginei que alcançaria um lugar desse”, afirma a atleta.

Outra promessa do Instituto é a Analyce Andreola, de 15 anos, que ocupa a 4ª posição do Ranking Brasileiro Sub-16 da prova de 300 metros com barreiras. E a colecionadora de 31 medalhas, uma das suas maiores inspirações é o próprio Vicente. “Ele foi um homem extremamente importante no atletismo e, com certeza, ele me inspira”, comenta a menina. 

Aulas de cidadania com o esporte

Lenilson participou de três olímpiadas e conquistou duas medalhas na competição na categoria revezamento 4 x 100. A primeira foi de prata, em 2000, nos Jogos de Sydney. A segunda em 2008, nos Jogos de Pequim. Para ele, criar e continuar desenvolvendo o instituto, é uma forma de devolver pra sociedade tudo aquilo que ele recebeu. “Eu vim de uma família simples, mas me tornei um atleta olímpico porque alguém criou um projeto assim na minha infância. E hoje eu tenho que retribuir tudo isso.”, explica o medalhista olímpico.

A Energisa patrocina o projeto desde 2018. “Quando a gente apoia projetos que desenvolvem jovens, a gente tá pensando lá na frente. E poder oferecer uma oportunidade de uma criança ou um adolescente mudar de vida é um ganho enorme para toda a sociedade. E a empresa e nós colaboradores dela, ficamos muito felizes em fazer parte dessa história”, comenta Ana Carolina Ribas, gerente de gestão e projetos da Energisa em Mato Grosso.

De irmã mais velha para a caçulinha  

A foto mostra duas meninas, uma menor na esquerda, chamada Livia, e uma maior na direita, chamada Vitória.
Da esquerda para direita, Livia e Vitória Solano, irmãs e alunas do Instituto Vicente Lenilson.
 

Vitória Solano, aos 16 anos, se destaca na categoria sub-18 das provas de 100 e 200 metros. Ela faz parte do projeto há três anos e tem colecionado medalhas pelos campeonatos que passa. “O que mais me ajudou foi na convivência social. Eu sempre fui muito quieta, na minha. E aqui eu consegui fazer muitos amigos”, destaca. A jovem também teve outra conquista - a admiração da irmã Livia, de 6 anos, que acompanha a Vitória nos treinos. “Eu gosto de ver minha irmã nos treinos e um dia quero correr igual a ela”, afirma.

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Chegada do verão Amazônico acende alerta para o perigo das queimadas e Chegada do verão Amazônico acende alerta para o perigo das queimadas e

Publicada em: 20/06/2022

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Rondônia

Chegada do verão Amazônico acende alerta para o perigo das queimadas em Rondônia

O começo do verão amazônico em Rondônia traz de volta altas temperaturas e um velho problema, as queimadas. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE, 287 focos de calor foram captados pelo sistema de monitoramento de satélites de janeiro a maio de 2022, o que significou um aumento de 41% em comparação com o mesmo período do ano passado. 

Entre as consequências estão a poluição do ar, degradação e diminuição da fertilidade do solo, redução da fauna e flora. As queimadas também afetam o fornecimento de energia. Dados levantados pela Energisa mostram que as queimadas provocaram no ano passado 20 ocorrências, afetando 19 mil pessoas que ficaram sem energia por cerca de 90 horas nesse período.  

Carlos Alexandre de Oliveira, gerente de Operações da Energisa no estado, conta que a situação é preocupante e, por isso, a empresa possui um plano especial de atuação para esse cenário. “Mantemos diálogo constante com o corpo de bombeiros para agirmos rapidamente caso as chamas estejam próximas à rede. Nossas equipes também são orientadas a observarem a existência de focos de fogo durante os deslocamentos de atendimento e reforçamos a quantidade de colaboradores para imediata atuação de acordo com a criticidade da ocorrência”, explica.  

De janeiro a maio de 2022, a empresa já registrou seis ocorrências de falta de energia provocadas pelas queimadas em Porto Velho, Cacoal, Guajará-Mirim e Vista Alegre do Abunã. Desta vez, 38 clientes foram afetados com a interrupção total de 20 horas no fornecimento. Oliveira conta que a redução de clientes impactados foi devido ao investimento em tecnologia que permite manobrar o sistema e utilizar outros circuitos para manter o fornecimento. Porém, os imóveis mais próximos ao foco tendem a ter maior tempo de interrupção. “O conserto costuma ser complexo, pois é preciso substituir os cabos e outros componentes danificados pelo fogo. Dependendo da extensão, pode levar até cinco horas para completar o serviço”, disse, ao reforçar a importância da prevenção para evitar as queimadas.  “Como empresa comprometida com a sustentabilidade, é papel social da Energisa também orientar sobre os perigos e consequências das queimadas para o meio ambiente”, concluiu. 

A população deve informar casos de queimadas e incêndios ao Corpo de Bombeiros pelo número 193. Se as chamas estiverem próximas à rede elétrica, deve também acionar a Energisa pelo 0800 647 0120, aplicativo Energisa On ou atendente virtual Gisa (www.gisa.energisa.com.br). 

  • Não faça queimadas para limpar pastagem ou plantio agrícola; 
  • Evite acender fogueiras, principalmente em locais perto da rede elétrica;  
  • Quando acender uma fogueira, posteriormente apague as cinzas com água, para que o vento não leve as brasas para matas, terrenos baldios ou lixões;  
  • Nunca jogue pontas de cigarro ou fósforos acesos em lixeiras, às margens de rodovias ou próximo a qualquer tipo de vegetação;  
  • Não queime o lixo doméstico. 
  • Queimadas próximas às linhas de transmissão constituem crime federal previsto no Decreto 2.661, de julho de 1998, que proíbe atear fogo numa faixa de 15 metros dos limites de segurança das linhas de transmissão de energia e de 100 metros ao redor das subestações. 

 

Orientações sobre segurança e de como evitar queimadas estão nas redes sociais e no canal da Energisa no You Tube. 

Confira reportagem sobre o tema:

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