Energisa 5D

Notícias

Distribuidoras do Grupo Energisa se destacam no Prêmio Abradee Distribuidoras do Grupo Energisa se destacam no Prêmio Abradee

Publicada em: 21/08/2025

 Categoria:

 Energisa 5D

 Região: 

Região: 

Brasil

Prêmio Abradee 2025: as três melhores distribuidoras de energia do Brasil, na avaliação do cliente, são do Grupo Energisa

O Grupo Energisa, que está completando 120 anos, destacou-se no Prêmio Abradee 2025 — promovido anualmente pela Associação das Distribuidoras de Energia Elétrica — ao conquistar o primeiro, o segundo e o terceiro lugares no quesito “Avaliação pelo Cliente” entre as distribuidoras com mais de 500 mil consumidores. A Energisa Paraíba foi a grande vencedora da categoria, seguida por Energisa Sul-Sudeste e Energisa Tocantins, que também conquistou o prêmio da região Norte/Centro-Oeste.

“Os reconhecimentos conquistados no Prêmio Abradee reforçam o compromisso da companhia com o cliente, que é tudo para a gente. Somos mais de 19 mil colaboradores trabalhando diariamente para levar a melhor energia a mais de 20 milhões de pessoas em todo o Brasil”, afirma Fernando Maia, vice-presidente de Regulação e Relações Institucionais do Grupo Energisa. 

Dos 17 prêmios concedidos pela Abradee neste ano, a Energisa foi finalista em 13 deles com sete de suas nove distribuidoras de energia elétrica. Desde 2011, as distribuidoras do grupo já venceram 112 vezes diferentes categorias da premiação.

A cerimônia de premiação ocorreu nesta quarta-feira (20), em Brasília, em uma edição especial que celebrou os 50 anos da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee). Em sua 27ª edição, o prêmio adota uma metodologia que combina pesquisa de satisfação com milhares de consumidores e análise de indicadores técnicos e de gestão das distribuidoras.

Investimentos

Os números ratificam o compromisso constante do Grupo Energisa com a excelência e qualidade dos serviços. Desde 2019, os investimentos nas mais diferentes áreas totalizam mais de R$ 29,3 bilhões. Para 2025, o investimento previsto é de R$ 6,2 bilhões, sendo a maior parte destinada à distribuição de energia elétrica, que é o coração do negócio da companhia, atendendo 11 estados brasileiros. Esse segmento deve receber cerca de R$ 5,5 bilhões, equivalente a 88% do total previsto, com destaque para as distribuidoras de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia, regiões com forte crescimento na demanda energética. Aproximadamente 42% dos recursos destinados à distribuição neste ano possibilitarão a ligação de novos consumidores e robustecimento da rede distribuição.

Ver matéria completa

Notícias

Projeto pioneiro usa gás natural na secagem de café no ES Projeto pioneiro usa gás natural na secagem de café no ES

Publicada em: 21/05/2026

 Categoria:

 Energisa 5D

 Região: 

Região: 

Brasil

Projeto pioneiro usa gás natural na secagem de café e impulsiona inovação no Espírito Santo

Com o início da colheita do café conilon em maio, o Espírito Santo dá largada a um projeto inédito que pode transformar uma das etapas mais decisivas da produção cafeeira: a secagem dos grãos, agora testada com o uso de gás natural. A iniciativa faz parte de um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da ES Gás, aprovado pela Agência de Regulação de Serviços Públicos do Espírito Santo (ARSP).

Os testes serão realizados na Fazenda Chapadão, em Linhares, propriedade do produtor Eduardo Bortolini, em condições reais de safra. A operação permitirá avaliar, na prática, o desempenho do gás natural como alternativa às fontes tradicionais utilizadas no processo de secagem.

A iniciativa é conduzida em parceria com o Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV), principal articulador do projeto junto ao setor produtivo capixaba. A proposta acompanha o movimento de modernização da cafeicultura, em que qualidade, padronização e sustentabilidade ganham cada vez mais peso na competitividade do produto.

“A cafeicultura capixaba, especialmente a produção de conilon, é hoje reconhecida entre as mais modernas e tecnificadas do mundo, destacando-se pela rápida adoção de inovação, elevada produtividade e crescente foco em qualidade. Esse cenário nos coloca em posição estratégica para ampliar, nos próximos anos, a oferta de cafés brasileiros ao mercado internacional. A etapa da secagem ainda representava um dos principais desafios para ganhos mais expressivos de qualidade na exportação, mas, com este projeto, damos um passo decisivo para superar essa barreira. A utilização do gás natural no processo de secagem tem potencial para elevar significativamente o padrão do café capixaba, agregando valor ao produto, ampliando as oportunidades de exportação para os produtores e fortalecendo a liquidez e a competitividade do nosso mercado. Estamos diante de uma inovação com capacidade de promover uma transformação profunda na cafeicultura do Espírito Santo”, destaca Fabrício Tristão, presidente do CCCV.

Entre as etapas críticas para o resultado do café, a secagem tradicionalmente utiliza lenha e outras biomassas. O gás natural será avaliado como uma alternativa que permite maior controle térmico, ganho de uniformidade e redução de emissões.

A ES Gás já desempenha um papel relevante na cadeia do café capixaba, atendendo processos da indústria cafeeira, como torrefação e descafeinação. Agora o gás natural passa a ter também um papel estratégico como viabilizador de inovação no processo de secagem do café. Esse projeto mostra como a energia pode impulsionar ganhos de qualidade e eficiência na produção de café, ao mesmo tempo em que abre caminho para atrair novos investimentos e ampliar o acesso de produtos capixabas a mercados ainda mais exigentes”, afirma Raphael Pereira, diretor-presidente da ES Gás.

Os testes ocorrerão durante a safra de conilon, com monitoramento técnico e coleta de dados em campo. O objetivo é avaliar a viabilidade da solução sob os aspectos técnico-operacional, econômico-financeiro, socioambiental e regulatório, além da qualidade do café de maneira a gerar subsídios para eventual expansão do modelo nos próximos ciclos produtivos.

Além do CCCV, a iniciativa reúne parceiros técnicos como o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), a Base 27 e empresas responsáveis pelo fornecimento e adaptação de equipamentos.

"Os resultados contribuirão para elevar o leque de sustentabilidade da cafeicultura e para a melhoria da produtividade científica, culminando com a ampliação da disponibilidade de cafés de qualidade superior, pois nos últimos anos, a busca por Conilons especiais vem impulsionando avanços importantes nas técnicas de secagem do conilon", afirma o professor do IFES e coordenador do Coffee Design, Aldemar Polonini Moreli.

Por seu caráter inovador e aplicação em um novo segmento, com o uso de gás canalizado no meio rural, o projeto será desenvolvido em ambiente de sandbox regulatório, sob acompanhamento da ARSP.

Esse projeto representa um avanço importante para o setor de gás canalizado no Espírito Santo e demonstra como a regulação pode contribuir para o desenvolvimento econômico e tecnológico do Estado. A iniciativa busca avaliar o uso do gás natural na secagem de café, unindo eficiência energética, inovação e apoio ao agronegócio capixaba, um dos setores mais relevantes da nossa economia, além de oportunizar a ampliação do uso do energético e favorecer sua interiorização. Para a ARSP, trata-se de uma convergência entre inovação, desenvolvimento regional e evolução regulatória, em sintonia com os objetivos do Plano de Descarbonização do Estado", destaca Débora Niero, diretora de Gás Canalizado da ARSP.

Com cerca de R$ 1,1 milhão em recursos de P&D, a iniciativa busca não apenas testar uma nova fonte energética, mas abrir caminho para um modelo mais eficiente e sustentável na cafeicultura capixaba. A expectativa é que os resultados contribuam para elevar o padrão de qualidade do café e reforçar o protagonismo do Espírito Santo no mercado nacional e internacional.

Sobre a ES Gás 

A ES Gás é a concessionária responsável pela distribuição do gás natural canalizado no Espírito Santo, regulada pela ARSP. Atua nos segmentos residencial, comercial, industrial, automotivo, climatização, cogeração e termoelétrico, atendendo mais de 96 mil clientes. Em 2023, a empresa passou por um processo de privatização e, atualmente, integra o portfólio do Grupo Energisa. 

Sobre o CCCV

O Centro do Comércio de Café de Vitória (CCCV) é uma associação privada, sem fins lucrativos, fundada em 1947. Reúne e representa exportadores, comerciantes, cooperativas e indústrias de café solúvel. Atua como órgão consultivo do Governo do Estado do Espírito Santo em temas relacionados ao café, é reconhecido como entidade de utilidade pública pelo Município de Vitória e exerce a função de agência certificadora da Organização Internacional do Café no Estado.

O CCCV posiciona-se como interlocutor estratégico do agronegócio café, com atuação dedicada às áreas de qualidade, sustentabilidade, logística, regulamentação, tributação, análise de mercado e promoção de debates técnicos de alto nível.

Ver matéria completa

Notícias

Artigo: O que o Brasil precisa fazer para aliviar a conta de luz Artigo: O que o Brasil precisa fazer para aliviar a conta de luz

Publicada em: 15/05/2026

 Categoria:

 Energisa 5D

 Região: 

Região: 

Brasil

Eficiência energética e deslocamento do consumo: o que o Brasil precisa fazer para aliviar a conta de luz

Eficiência energética, modernização das redes e uso mais inteligente da eletricidade estão no centro do debate sobre o futuro do setor elétrico brasileiro.

Em artigo publicado na MIT Technology Review Brasil, produzido em parceria com a Energisa, a discussão mostra por que reduzir desperdícios e deslocar parte do consumo para horários de menor pressão no sistema pode ser uma das formas mais rápidas e eficientes de aliviar custos, aumentar a segurança energética e preparar o país para uma economia mais digital, eletrificada e descarbonizada.

O texto destaca que a expansão da infraestrutura continuará sendo necessária, mas que eficiência energética e gestão da demanda precisam ganhar papel estratégico no planejamento do setor. Programas como o Procel e iniciativas regulatórias da ANEEL já demonstram impactos relevantes na redução do consumo e da demanda de ponta, ajudando a evitar investimentos mais caros no sistema.

O artigo também aborda os desafios do comportamento do consumidor diante de tarifas horárias e mostra que, para a flexibilidade ganhar escala no Brasil, será preciso combinar sinal econômico, tecnologia, automação, informação acessível e políticas públicas mais aderentes à realidade das pessoas.

Ao longo da análise, especialistas defendem que eficiência energética não deve ser vista apenas como uma escolha individual, mas como uma infraestrutura invisível capaz de aumentar a competitividade do país, reduzir emissões e fortalecer a resiliência do sistema elétrico.

Leia o artigo completo e entenda por que a energia mais competitiva pode ser justamente aquela que o sistema consegue evitar desperdiçar.

Para ficar por dentro dos demais temas, clique aqui. 

Ver matéria completa

Notícias

Ricardo Botelho destaca papel das distribuidoras na flexibilidade Ricardo Botelho destaca papel das distribuidoras na flexibilidade

Publicada em: 15/05/2026

 Categoria:

 Energisa 5D

 Região: 

Região: 

Brasil

"Distribuidoras ganham papel estratégico na flexibilidade do sistema elétrico", destaca Ricardo Botelho

O avanço da geração solar distribuída, a eletrificação da economia e o crescimento da demanda por energia estão transformando o papel das distribuidoras no Brasil. Em entrevista recente à Agência iNFRA, o CEO do Grupo Energisa Ricardo Botelho destacou que as distribuidoras serão cada vez mais responsáveis por coordenar a flexibilidade do sistema elétrico, tema que deve estar no centro das discussões regulatórias nos próximos anos.

Segundo Ricardo, o desafio é garantir que a rede elétrica acompanhe o crescimento de novas tecnologias, como painéis solares, baterias e carregadores de veículos elétricos, sem gerar custos excessivos para o sistema e para os consumidores. A solução passa por investimentos mais inteligentes, combinando tecnologia, tarifas dinâmicas, resposta da demanda e armazenamento de energia.

Nesse contexto, as distribuidoras assumem um papel ainda mais estratégico: atuar como articuladoras do sistema elétrico, coordenando fluxos bidirecionais de energia e garantindo estabilidade, qualidade e segurança no fornecimento. O conceito de flexibilidade energética surge justamente para permitir uma operação mais eficiente da rede diante de um cenário cada vez mais descentralizado e digitalizado.

A entrevista também destaca as renovações de concessão, os investimentos dos próximos anos e iniciativas como o FlexLab Energisa.

Para ler, acesse aqui.

Ver matéria completa

Precisa de ajuda?

Não consegue encontrar a resposta que procura? Não se preocupe, estamos aqui para ajudar!
 

CANAIS DE ATENDIMENTO