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Distribuidoras do Grupo Energisa se destacam no Prêmio Abradee Distribuidoras do Grupo Energisa se destacam no Prêmio Abradee

Publicada em: 21/08/2025

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 Energisa 5D

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Brasil

Prêmio Abradee 2025: as três melhores distribuidoras de energia do Brasil, na avaliação do cliente, são do Grupo Energisa

O Grupo Energisa, que está completando 120 anos, destacou-se no Prêmio Abradee 2025 — promovido anualmente pela Associação das Distribuidoras de Energia Elétrica — ao conquistar o primeiro, o segundo e o terceiro lugares no quesito “Avaliação pelo Cliente” entre as distribuidoras com mais de 500 mil consumidores. A Energisa Paraíba foi a grande vencedora da categoria, seguida por Energisa Sul-Sudeste e Energisa Tocantins, que também conquistou o prêmio da região Norte/Centro-Oeste.

“Os reconhecimentos conquistados no Prêmio Abradee reforçam o compromisso da companhia com o cliente, que é tudo para a gente. Somos mais de 19 mil colaboradores trabalhando diariamente para levar a melhor energia a mais de 20 milhões de pessoas em todo o Brasil”, afirma Fernando Maia, vice-presidente de Regulação e Relações Institucionais do Grupo Energisa. 

Dos 17 prêmios concedidos pela Abradee neste ano, a Energisa foi finalista em 13 deles com sete de suas nove distribuidoras de energia elétrica. Desde 2011, as distribuidoras do grupo já venceram 112 vezes diferentes categorias da premiação.

A cerimônia de premiação ocorreu nesta quarta-feira (20), em Brasília, em uma edição especial que celebrou os 50 anos da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee). Em sua 27ª edição, o prêmio adota uma metodologia que combina pesquisa de satisfação com milhares de consumidores e análise de indicadores técnicos e de gestão das distribuidoras.

Investimentos

Os números ratificam o compromisso constante do Grupo Energisa com a excelência e qualidade dos serviços. Desde 2019, os investimentos nas mais diferentes áreas totalizam mais de R$ 29,3 bilhões. Para 2025, o investimento previsto é de R$ 6,2 bilhões, sendo a maior parte destinada à distribuição de energia elétrica, que é o coração do negócio da companhia, atendendo 11 estados brasileiros. Esse segmento deve receber cerca de R$ 5,5 bilhões, equivalente a 88% do total previsto, com destaque para as distribuidoras de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia, regiões com forte crescimento na demanda energética. Aproximadamente 42% dos recursos destinados à distribuição neste ano possibilitarão a ligação de novos consumidores e robustecimento da rede distribuição.

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Ao jornal O Globo, Ricardo Botelho detalha diversificação da companhia Ao jornal O Globo, Ricardo Botelho detalha diversificação da companhia

Publicada em: 24/02/2025

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 120 Anos

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Brasil

Em entrevista ao jornal O Globo, Ricardo Botelho detalha movimento de diversificação da companhia

Elétrons, moléculas e bytes. É assim que Ricardo Botelho, CEO do Grupo Energisa, resume a estratégia da empresa de geração e distribuição de energia que atua em 11 estados, com destaque para as regiões Norte e Centro-Oeste. A companhia vem diversificando sua atuação e absorvendo novas tecnologias, como a inteligência artificial (IA). Interessado em dados e inovações, Botelho aposta no gás natural como um degrau da transição energética no Brasil, podendo substituir a lenha que ainda é usada em indústrias. 

Em entrevista ao repórter Bruno Rosa, d’O GLOBO, publicada no domingo (09), ele admite que as distribuidoras têm um desafio grande para manter o fornecimento de energia em meio às mudanças climáticas. 

Para o executivo, a busca por redes de distribuição mais resilientes a tempestades impulsionará um superciclo de investimentos no setor, mas faltam um plano nacional e mudanças na regulação. Botelho, da quarta geração da família fundadora do negócio, comanda a Energisa em um momento emblemático: a companhia completou 120 anos no mês passado. 

O Brasil tem enfrentado ondas de calor. As empresas de energia estão conseguindo se adaptar a esses efeitos das mudanças climáticas? 

O grande problema da onda de calor é o choque com uma frente fria, que provoca muitos ventos, raios e tempestades. Isso não é bom para o sistema de distribuição. O mundo inteiro tem estabelecido diretrizes para aumentar a resiliência das redes, uma vez que já vivemos extremos climáticos. 

Precisamos avaliar se está sendo feito investimento suficiente para modernizar e criar mais resiliência nas redes (no Brasil). A discussão passa por políticas públicas e por uma orientação para a modernização das redes. Depende de sinais que são dados pelo regulador e pelo governo. Esse tema tem avançado um pouco, mas ainda precisa evoluir mais. 

Avançar de que forma? 

Precisamos analisar o modelo atual do setor e verificar se as empresas têm sustentabilidade econômica suficiente para realizar investimentos em resiliência. No setor elétrico, os investimentos feitos ao longo de um ciclo de cinco anos só são reconhecidos no quinto (os valores aportados são usados para calcular a tarifa). 

Defendemos que haja reconhecimento dentro do próprio ciclo tarifário. Se as empresas não tiverem capacidade financeira, fica difícil alocar recursos, já que esses investimentos não trazem receita adicional. Alguns países criaram fundos especiais para esse fim e estabeleceram diretrizes para que esses investimentos sejam reconhecidos com antecedência. 

Que tipo de investimento aumentaria a resistência de redes, evitando blecautes? 

Trata-se de reforçar o sistema para emergências. Um exemplo é a medição eletrônica, que permite acompanhar o consumo e gerar sinais econômicos para um uso mais eficiente da energia. Quando há uma enchente, uma subestação essencial pode ficar submersa, desligando praticamente uma cidade inteira. 

Esses investimentos são ainda mais complexos de serem considerados, como a realocação de uma subestação para um local mais seguro. Também inclui o alteamento da subestação, elevando os componentes a uma altura que os proteja de enchentes. São medidas que antes não eram adotadas. Há uma necessidade de reconhecer investimentos voltados exclusivamente para a qualidade do serviço. 

Como isso pode ser feito? 

É fundamental a criação de um plano nacional em que o regulador e as empresas identifiquem os pontos que precisam ser reforçados para garantir maior resiliência ao sistema elétrico. Esse seria um plano específico, seguindo uma tendência global, já adotada por diversos países. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) precisa tornar essa questão explícita nos contratos de concessão e regulamentar essa matéria. 

Ainda há um caminho a ser percorrido, mas esse debate já está em curso. Estamos entrando em um superciclo de investimentos no setor de energia em todo o mundo, buscando maior robustez para as redes elétricas. O sistema está sob estresse não apenas pelo crescimento acelerado da demanda, mas também pelos desafios impostos pelas mudanças climáticas. 

Outro ponto crítico é a crescente complexidade na gestão das redes. A expansão da geração distribuída (placas solares nos telhados) tem alterado os fluxos dentro das redes, e parte da modernização do setor será essencial para acomodar essa nova realidade. Por isso, as distribuidoras precisam ter um mandato claro para ordenar melhor esses fluxos. Por fim, a administração da intermitência das fontes renováveis, como eólica e solar, é outro desafio que precisa ser tratado. 

A Energisa vai investir R$ 6,2 bilhões neste ano. As questões climáticas impactaram esse plano? 

Desse total, R$ 5,5 bilhões serão destinados à distribuição, sendo que 42% serão para a expansão da rede. Estamos atuando na região do Brasil que mais cresce em demanda e em extensão de rede, atendendo áreas no Centro-Oeste e no Norte, especialmente na Amazônia, onde ainda há um grande território a ser conectado. 

Essas regiões representam nossa nova fronteira de crescimento. Atualmente, conectamos cerca de 300 mil novos clientes por ano e já contamos com 8,8 milhões na distribuição. Há demanda crescente por mais redes. A quantidade de ar-condicionado vendida neste país em 2024 é surpreendente. É um crescimento de demanda futura. 

A empresa pretende manter esse ritmo de investimento nos próximos anos? 

Quando falo de superciclo de investimentos, estamos tentando capturar as oportunidades que aparecem. Olhamos a energia em um contexto entre elétrons, moléculas e bytes. Nosso negócio é energia em toda sua cadeia de valor. Por isso, abrimos uma frente de gás natural, que é um combustível de transição energética. 

Enquanto a eletrificação não se expande mais, as indústrias pesadas vão depender de fontes fósseis. Não existe alternativa viável hoje. E a transição energética pode ser feita com o gás. Além disso, o gás pode ajudar a combater o desmatamento da caatinga, porque se usa muita lenha no Brasil. 

Mas há muitas empresas que ainda usam lenha? 

Ainda é um combustível muito usado no Brasil. Estamos em fase de implementação de um projeto para substituir a lenha de um polo gesseiro de Araripina, no oeste de Pernambuco. Haverá uma economia e ainda deixará de se desmatar a caatinga. As indústrias utilizam muita lenha no Brasil. E nem sempre essa lenha vem de fonte certificada, gerando crimes ambientais. Compete às empresas de distribuição de gás estudar a viabilidade, se há demanda suficiente para puxar uma rede ou criar sistemas isolados. 

Como a Energisa ampliará sua presença no mercado de gás? 

O gás compete com outras fontes, como eletricidade, lenha e óleo combustível. Há um grande espaço para o gás em diversas indústrias, como a siderúrgica. E o país tem grandes reservas de gás, como nas bacias de Santos e Campos, além de descobertas no Nordeste. Há ainda um grande potencial para ampliar o uso do gás na frota de caminhões, que hoje é movida a diesel. Eletrificação não faz muito sentido para frotas pesadas por conta da extensão dos trajetos e do tempo de carregamento de baterias.  

Por isso, usar gás natural ou biometano é uma saída. Estamos trabalhando para criar e aumentar essa demanda. 

Além do gás, a companhia mira em outros segmentos? 

Lançamos uma iniciativa em Santa Catarina para produzir biofertilizantes. A unidade recebe os resíduos (de atividades rurais), produz uma compostagem e devolve ao campo, substituindo o fertilizante sintético nitrogenado por um natural, orgânico. 

E parte desses resíduos é transformada em biogás, depois tratada e transformada em biometano (similar ao GNV). Nós vendemos para a indústria, por exemplo, que precisa abater suas emissões também. Vamos produzir 30 mil metros cúbicos por dia de biometano em Santa Catarina. E temos interesse em replicar esse modelo. Há espaço em todo o país para uma base de negócios que seja significativa para o grupo. 

Como avalia as mudanças que ocorrerão com o mercado livre de energia? 

Temos trabalhado para entender os modelos comerciais e a forma de atuar no mercado livre. Hoje, metade da atuação da geração distribuída ocorre fora das nossas áreas de concessão. E, quando os 95 milhões de consumidores do Brasil forem livres (para escolher sua distribuidora de energia), a Energisa certamente tem que estar presente, participando não só como provedora de redes, mas também de energia.  

Queremos estar sempre com o cliente no nosso centro. Não vamos abdicar dessa relação que construímos durante 120 anos. 

Com a empresa chegando aos 120 anos, como olhar para o futuro e investir em tecnologia? 

Não tem como operar uma rede sem digitalização, IA e automação. A tecnologia permite usar dados e extrair mais informações para atender melhor o cliente e aumentar a eficiência. Temos uma orientação estratégica para aplicações de IA e para o uso de dados de forma massificada. 

Ainda nem arranhamos a superfície das possibilidades de uso de dados. A tecnologia pode ajudar na previsão de compra de materiais, da própria demanda por energia, levando em consideração as variações climáticas e até o perfil de crédito do cliente. Estamos fazendo bastante experimentação em IA generativa no call center. 

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Energisa 120 anos: Cataguases celebrará com música, luzes e novidades Energisa 120 anos: Cataguases celebrará com música, luzes e novidades

Publicada em: 20/02/2025

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 120 Anos

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Brasil

Energisa 120 anos: Cataguases celebrará com música, luzes e novidades

A Energisa, referência em energia e desenvolvimento na Zona da Mata Mineira, está prestes a celebrar um marco histórico: seus 120 anos de trajetória. Para comemorar essa jornada de inovação e transformação, a empresa preparou um evento imperdível em Cataguases, que promete iluminar a cidade de maneira única e inesquecível.

No dia 26 de fevereiro, a partir das 18h30, a Praça Santa Rita, em Cataguases-MG, será palco de uma grande programação para comemorar os 120 anos da companhia. A noite será recheada de emoção, novidades, luzes e música, celebrando o impacto da empresa na região e o rico desenvolvimento cultural.

O grande destaque do evento será o show de drones, um espetáculo tecnológico e artístico que vai iluminar o céu de Cataguases com cores e formas. Esse show promete surpreender e encantar o público, transformando o céu em um palco de luzes nunca visto antes na cidade.

Outro momento importante da noite será a assinatura do termo de intenção da Rota Turístico-Cultural, um projeto que visa promover o turismo e a valorização da cultura local. Com a assinatura deste termo, as cidades de Cataguases e Leopoldina terão a oportunidade de fortalecer sua presença no cenário turístico e cultural, destacando as tradições e belezas da região para o mundo.

E, claro, não poderia faltar música boa! A noite será animada com os shows da sambista Thaylis Carneiro, que promete contagiar a todos com seu samba raiz, e da banda Serafins, que traz a música de viola, com artistas de Cataguases e Leopoldina. Um mix de ritmos e emoções que agradará a todos os gostos.

Esta programação vai muito além de uma simples comemoração. Ele é uma celebração da história, da cultura e de um futuro promissor para a região. Se você está em Cataguases, Leopoldina ou região, não perca a chance de participar desse evento inesquecível. Traga sua família e amigos para celebrar essa data histórica!

Anote os detalhes:

  • Data: 26 de fevereiro

  • Horário: A partir das 18h30

  • Local: Praça Santa Rita, Cataguases, MG

Não perca a chance de vivenciar essa festa de 120 anos da Energisa. Vai ser um espetáculo cheio de energia! 

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FlexLab: Energisa lança chamada de inovação em webinar nacional FlexLab: Energisa lança chamada de inovação em webinar nacional

Publicada em: 23/01/2026

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 Inovação

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Brasil

FlexLab: Energisa conecta inovação, regulação e mercado em webinar de lançamento da chamada pública

A Energisa realizou, na última quarta-feira (21), o webinar de lançamento do FlexLab, sua plataforma de inovação aberta voltada ao desenvolvimento de soluções de flexibilidade energética. O evento reuniu cerca de 400 participantes entre startups, universidades, empresas, agentes do setor elétrico, reguladores e colaboradores do Grupo, marcando um passo importante na consolidação de um novo modelo de operação do sistema elétrico brasileiro.

Durante o encontro, executivos da Energisa apresentaram o conceito do FlexLab, os desafios tecnológicos e regulatórios associados à flexibilidade e os detalhes da chamada pública de inovação, que está com inscrições abertas até 25 de fevereiro.

A gente vive um momento histórico para o setor elétrico brasileiro. O FlexLab nasce como a primeira plataforma de inovação aberta dedicada exclusivamente à flexibilidade, um tema central para garantir eficiência, confiabilidade e sustentabilidade ao sistema energético”, afirmou Letícia Dantas, diretora de Inovação do Grupo Energisa.

Flexibilidade como resposta à complexidade do sistema elétrico

Ao abrir o webinar, Letícia destacou que o avanço acelerado da geração distribuída, a eletrificação da economia, a digitalização das redes e a abertura do mercado de energia tornam o sistema elétrico mais dinâmico e, ao mesmo tempo, mais complexo. Nesse cenário, a flexibilidade passa a ser um recurso estratégico.

O FlexLab é um ambiente operacional real. Não é simulação. Estamos colocando nossos ativos físicos, nossas usinas, redes e sistemas à disposição do ecossistema para testar e desenvolver soluções em condições reais de operação”, explicou a diretora.

A plataforma se apoia em dois ambientes principais de experimentação: um laboratório em Palmas (TO), com usinas, baterias e sistemas fotovoltaicos integrados, e outro em Uberlândia (MG), com microgrid on-grid e infraestrutura para testes de carregamento inteligente de veículos elétricos.

Regulação e modernização setorial no centro do debate

O contexto regulatório da flexibilidade no Brasil foi apresentado por Rodrigo Santana, diretor de Assuntos Regulatórios da Energisa. Em sua fala, ele ressaltou que a evolução do mercado de flexibilidade caminha lado a lado com a modernização do setor elétrico.

A modernização setorial recente, enviada pelo Ministério de Minas e Energia por meio da MP 1304 e convertida na Lei 15.269, representa um avanço relevante. Ela melhora a alocação de custos e riscos e cria bases mais isonômicas entre os ambientes regulado e livre”, afirmou Santana.

Segundo o executivo, o crescimento das fontes renováveis, aliado a eventos climáticos extremos, reforça a necessidade de serviços de flexibilidade para garantir confiabilidade ao sistema. “Flexibilidade deixa de ser uma opção e passa a ser uma necessidade estrutural”, completou.

Rodrigo também destacou que o FlexLab pode contribuir diretamente para o aprimoramento regulatório, ao gerar dados, evidências técnicas e aprendizados que apoiem decisões da Aneel, do MME e de outros agentes do setor.

Do conceito ao mercado: soluções já em operação

Ao longo do webinar, foram apresentados exemplos práticos de como a flexibilidade já vem sendo aplicada na companhia, tanto pelo lado da rede quanto pelo lado dos clientes.

Entre os cases citados estão projetos de usinas virtuais (VPPs), sistemas solares com baterias em comunidades isoladas, sandboxes tarifários em diferentes distribuidoras do Grupo e soluções de armazenamento como serviço para clientes comerciais e industriais.

A flexibilidade gera valor para todos. Para o cliente, reduz custo, aumenta previsibilidade e contribui para metas ESG. Para o sistema elétrico, reduz picos de consumo, evita congestionamentos e posterga investimentos em infraestrutura”, explicou Letícia.

Chamada pública busca soluções para seis grandes desafios

Durante o encontro, a Energisa detalhou os seis eixos que orientam a chamada pública do FlexLab:

  • Agregação de recursos energéticos distribuídos e usinas virtuais

  • Plataformas de dados e open energy

  • Carregamento inteligente de veículos elétricos

  • Resposta da demanda

  • Tarifas do futuro

  • Previsão de carga e geração

As propostas selecionadas poderão ser desenvolvidas em parceria com a Energisa, com possibilidade de coinvestimento, testes em ambiente real e geração de novos modelos de negócio.

O FlexLab foi desenhado para conectar mercado e resultado. Queremos acelerar soluções, desenvolver novos produtos e fortalecer um ecossistema colaborativo que ajude o setor elétrico brasileiro a evoluir de forma sustentável”, reforçou Letícia.

As inscrições para a chamada pública do FlexLab seguem abertas até 25 de fevereiro, pelo site oficial da plataforma. Os projetos selecionados serão anunciados a partir de maio, com início das atividades previsto para o segundo semestre.

Acesse https://www.flexlab.energy/, conheça o edital e inscreva sua proposta. 

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Energisa lança edital de inovação aberta Energisa lança edital de inovação aberta

Publicada em: 21/01/2026

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 Inovação

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Brasil

Energisa lança edital de inovação aberta para desenvolver mercado de flexibilidade energética

Entre os dias 21 de janeiro e 25 de fevereiro, startups, universidades, instituições científicas, tecnológicas e de inovação, além da indústria, podem se inscrever na chamada de inovação aberta do FlexLab, plataforma criada pela Energisa para acelerar soluções de flexibilidade energética, a capacidade de responder rapidamente às variações de oferta e demanda. O objetivo é explorar novos modelos de controle, previsão, agregação, resposta da demanda e coordenação inteligente de cargas, geração distribuída e armazenamento, criando evidências técnicas, regulatórias e econômicas que apoiem a evolução do setor elétrico rumo a uma rede mais flexível, digital, descentralizada e participativa.

O edital da chamada de inovação aberta está disponível no site do Energisa FlexLab (https://www.flexlab.energy/). No dia 21 de janeiro, às 16h30, será realizado um webinar de lançamento para apresentação do programa e esclarecimento de dúvidas. As propostas podem resultar em produtos, serviços, novos modelos tarifários ou até mesmo em inovação na forma de modelos de negócios. A expectativa é aprovar de cinco a dez projetos.

Com o FlexLab, queremos acelerar produtos tecnológicos, modelos de negócio e regulatórios rumo a modernização do setor elétrico. Para isso, precisamos identificar, selecionar e testar soluções inovadoras que contribuam para o desenvolvimento da flexibilidade elétrica”, explica Letícia Dantas, diretora de Inovação da Energisa. “A flexibilidade é fundamental para o futuro da distribuição de energia, e a inovação aberta é a melhor alternativa para encontrar novas ideias e soluções, ampliando as chances de responder a desafios específicos.”

Em geral, as empresas realizam chamadas voltadas a projetos específicos, com entregas previamente definidas. No FlexLab, o foco é o tema da flexibilidade, estruturado em seis frentes: gerenciamento inteligente de cargas com redução automática em picos de consumo; coordenação de múltiplos recursos energéticos distribuídos; usinas virtuais que combinam geração, armazenamento e cargas flexíveis; modelos tarifários dinâmicos e incentivos à flexibilidade energética; previsão de geração e demanda para otimização operacional; e plataforma aberta de dados e APIs para fomentar a inovação no setor energético.

Tecnologias, modelos de negócio, arquiteturas digitais, métodos de previsão e sistemas de gestão de flexibilidade são alguns dos caminhos possíveis para responder de forma inteligente às variações de geração, consumo e condições de operação, de maneira eficiente, confiável e sustentável”, afirma Letícia. Segundo a executiva, as propostas devem considerar princípios como interoperabilidade, segurança operacional, proteção de dados, viabilidade econômica e potencial de escalabilidade no contexto da Energisa e do setor elétrico nacional.

As soluções serão desenvolvidas ou testadas em ambiente real, utilizando o ambiente de experimentação da plataforma, e poderão servir de base para novos modelos de negócio. A Energisa mantém dois laboratórios para testes, um em Uberlândia, Minas Gerais, e outro em Palmas, Tocantins. Os parceiros não precisam estar presencialmente nos locais em tempo integral, mas terão acesso à infraestrutura para desenvolver e validar suas soluções. O financiamento poderá ser composto por recursos próprios da empresa e por verbas de pesquisa e desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Após a inscrição do projeto no site do FlexLab e a verificação de preenchimento de requisitos, os proponentes participarão de sessões presenciais ou remotas de apresentação técnica para o comitê de seleção, no estilo de pitch. Em seguida, acontece a etapa de discussão e refinamento das propostas, com a construção do plano de trabalho. Os selecionados serão anunciados em junho de 2026.

Os critérios de seleção consideram a aderência aos temas, desafios e aplicabilidade no contexto da Energisa, o mérito técnico e o grau de inovação, incluindo a maturidade tecnológica, o potencial de impacto nos indicadores da empresa, sejam eles operacionais, econômicos ou socioambientais, a capacidade da equipe e a viabilidade de execução, além da escalabilidade, modelo de negócio, monetização da solução, prontidão regulatória e dos aspectos de sustentabilidade, segurança e compliance.

Não se trata de um processo competitivo tradicional. Por isso, podemos selecionar mais de uma proposta para desenvolvimento simultâneo, inclusive dentro de um mesmo eixo temático, desde que atendam aos requisitos e estejam alinhadas aos interesses estratégicos da Energisa. É uma oportunidade inovadora para acelerar uma área essencial para a rede energética brasileira, que passa por um processo de transformação e tem na flexibilidade um de seus maiores desafios”, conclui a executiva.

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Data centers estão mudando a geografia da infraestrutura no Brasil Data centers estão mudando a geografia da infraestrutura no Brasil

Publicada em: 21/01/2026

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 120 Anos

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Brasil

Data centers estão mudando a geografia da infraestrutura no Brasil

A expansão dos data centers no Brasil evidencia uma mudança na geografia da infraestrutura digital. Antes concentrados nos grandes centros urbanos, esses empreendimentos passam a avançar para novas regiões, impulsionados pelo crescimento da computação em nuvem, da inteligência artificial e da demanda por processamento de dados em larga escala.

Esse movimento encontra no Brasil um diferencial estratégico. A matriz elétrica majoritariamente limpa e a capacidade de integrar diferentes fontes de energia criam condições favoráveis para a interiorização dessa infraestrutura, conectando tecnologia, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

Segundo Gustavo Valfre, vice presidente de tecnologia do Grupo Energisa, o desafio central não está apenas na oferta de energia, mas na garantia de estabilidade, redundância e capacidade de escalar o fornecimento de forma contínua. Essa confiabilidade é essencial para viabilizar operações digitais que funcionam de forma ininterrupta.

Ao avançar para além dos polos tradicionais, os data centers passam a atuar também como vetores de desenvolvimento, estimulando investimentos em infraestrutura, conectividade e qualificação profissional em diferentes regiões do país.

Leia o artigo completo publicado pela MIT Technology Review Brasil e entenda como a nova geografia da infraestrutura digital pode reposicionar o Brasil na economia de dados.

 

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Quando a energia vira memória: uma história que atravessa 120 anos Quando a energia vira memória: uma história que atravessa 120 anos

Publicada em: 21/01/2026

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 120 Anos

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Brasil

Quando a energia vira memória: uma história que atravessa 120 anos

Existem histórias que não cabem apenas em datas ou marcos cronológicos. Elas vivem nas cidades, nas pessoas e nas transformações silenciosas do cotidiano. A trajetória da Energisa é uma dessas histórias.

Ao completar 120 anos, o Grupo revisita suas origens em Cataguases e Leopoldina e percorre um caminho que se confunde com o próprio desenvolvimento do país. Um percurso feito de pioneirismo, desafios técnicos e inovação, mas, sobretudo, de gente. Gente que construiu usinas, levou energia a novos territórios, atravessou mudanças tecnológicas e ajudou a transformar realidades no interior do Brasil.

Esse olhar ganha forma no documentário comemorativo dos 120 anos da companhia, dirigido pelo documentarista mineiro Marcos Pimentel. Com 47 minutos de duração, o filme propõe um olhar cinematográfico sobre a chegada da energia elétrica à Zona da Mata mineira no início do século XX, em um período em que a luz ainda não havia alcançado outros grandes centros urbanos do país.

O documentário é um exercício de memória. Imagens, depoimentos e relatos ajudam a reconstruir episódios que marcaram a fundação da empresa, como a construção da Usina Maurício, a primeira do grupo, e a chegada da luz elétrica a Cataguases, em 1908.

Para dar vida a momentos que não contam com registros audiovisuais, o filme recorre à animação, recurso que ocupa cerca de seis minutos da narrativa. Segundo o diretor, a escolha foi uma solução estética e histórica.

A animação foi a forma que encontramos para dar materialidade a esse período da história, marcado por poucos registros e muitos relatos. Ela ajuda a traduzir para o público o esforço técnico, financeiro e humano envolvido na criação de uma empresa de eletricidade no interior de Minas há mais de um século”, afirma Pimentel.

As sequências animadas foram desenvolvidas por alunos e ex-alunos do curso de Cinema e Animação da Universidade do Estado de Minas Gerais, em Cataguases. A decisão de trabalhar com profissionais formados na própria Zona da Mata dialoga diretamente com a proposta do filme, que parte do território para contar essa história.

Fazer esse filme com pessoas formadas aqui é uma escolha narrativa e política. A história nasce neste território, então fazia sentido que ela fosse contada por quem também constrói o audiovisual da região”, destaca o documentarista.

A participação dos estudantes é reflexo da infraestrutura audiovisual existente na Zona da Mata, estruturada a partir do Polo Audiovisual da região. Esse ecossistema inclui iniciativas como o Animaparque, estúdio-escola inaugurado em 2023 para a formação e produção de filmes nacionais e internacionais, criado com investimento do Grupo Energisa por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

Ao longo do filme, passado e presente se encontram. As primeiras iniciativas no interior mineiro dialogam com os desafios atuais de inovação, sustentabilidade e futuro do setor elétrico. Uma narrativa que respeita as raízes, mas aponta para os próximos passos de uma empresa que segue em transformação.

O documentário convida o espectador a refletir sobre o papel da energia na construção do Brasil e sobre como memória, território e visão de longo prazo seguem conectados.

️Assista ao documentário completo

O documentário dos 120 anos da Energisa está disponível no YouTube e reúne imagens inéditas, depoimentos e registros históricos que ajudam a contar essa trajetória centenária.

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Energisa 120 Anos | Documentário Completo Energisa 120 Anos | Documentário Completo

Publicada em: 21/01/2026

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 120 Anos

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Energisa 120 Anos | Documentário Completo

O documentário ENERGISA 120 ANOS apresenta uma narrativa que conecta a trajetória do Grupo Energisa aos grandes acontecimentos do Brasil e do mundo, reunindo imagens inéditas de arquivo, animações desenvolvidas por alunos do curso técnico de Animação e Cinema da UEMG, realizado no Polo Audiovisual da Zona da Mata, e depoimentos de colaboradores que viveram e vivem a essência da empresa; ao assumir o papel de narradores da própria história, esses colaboradores evidenciam a sinergia entre a trajetória institucional e as experiências individuais, costurando passado, presente e futuro e destacando os valores e pilares que consolidaram a Energisa como referência nacional no setor elétrico.
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Entenda sua Conta de Energia Entenda sua Conta de Energia

Publicada em: 12/12/2025

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 Comunidade

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Brasil

Entenda sua Conta de Energia

A conta de energia reúne diversas informações que podem parecer complexas à primeira vista. Para facilitar o entendimento, reunimos tudo o que você precisa saber sobre a sua fatura e sobre as mudanças trazidas pela Reforma Tributária estabelecida pela Lei Complementar nº 214/2025. 

A lei determina que impostos, encargos e valores de negociação sejam apresentados de forma mais clara e organizada. O objetivo é tornar a leitura da fatura mais simples e transparente, permitindo que você entenda facilmente o que está pagando. 

O que vem na sua conta hoje 

A fatura de energia é composta por diferentes partes que, juntas, formam o valor total mensal.    

  • Consumo de energia 

É o valor referente ao que você utilizou no mês. Inclui os custos de geração, transmissão e distribuição. Sendo a distribuição a única parte destinada à Energisa. 

  • Encargos e tarifas setoriais 

São valores definidos por normas federais para garantir a estrutura e o funcionamento do setor elétrico. Esses valores não ficam com a distribuidora. 

  • Tributos 

Incluem impostos como ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercado e Serviços), PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), que compõem parte significativa da tarifa. 

  • Serviços e parcelamentos, quando existirem 

Incluem valores relacionados a serviços solicitados pelo cliente ou negociações de débitos. 

Como a conta de energia é distribuída 

Para ajudar você a visualizar de forma simples como os valores da fatura são divididos, veja abaixo um exemplo da composição tarifária média no Brasil em 2025, segundo a Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica). 

 

Os percentuais mostram a média nacional para cada componente da tarifa: 

  • Geração 30,41% 

  • Distribuição 26,12% 

  • Encargos 15,23% 

  • Transmissão 10,1% 

  • Tributos 18,14% 

É importante reforçar que esses valores podem mudar de acordo com cada localidade, já que cada região possui características próprias de operação, infraestrutura e custos regulatórios. 

Uma parte importante da sua conta é destinada a geradoras, transmissoras, encargos setoriais e tributos definidos por legislações federais e estaduais. 

A distribuidora fica apenas com a parcela destinada ao serviço de distribuição, que envolve a operação, manutenção e expansão da rede que leva energia até sua casa. 

Considerando essa composição feita através da média geral da composição da tarifária do Brasil, a parcela destinada ao serviço de distribuição corresponde a cerca de 26,12% da conta. Isso significa que, em uma fatura de R$100,00, aproximadamente R$26,12 ficam com a distribuidora. 

O que muda com a Reforma Tributária? 

Com a Lei Complementar nº 214/2025, a forma de apresentar informações na fatura passa a ser reorganizada e padronizada em todo o país, trazendo mais clareza para o consumidor. 

  • Novo layout da fatura 

A estrutura será reorganizada para facilitar a leitura de cada item cobrado na fatura, separando de forma clara consumo, tributos, encargos e serviços adicionais. 

  • Mais transparência nos parcelamentos 

Quando houver negociações de débitos, a fatura passará a mostrar de forma separada o valor principal da dívida e o valor dos juros. 

  • Tributos e encargos destacados 

Os itens relacionados a impostos e encargos legais serão apresentados de forma mais clara, permitindo que o cliente saiba exatamente o que está pagando. 


Os dados do cliente são fictícios. 

Quando as mudanças começam a aparecer 

As alterações previstas na lei serão implementadas gradualmente. A partir de dezembro de 2025, o novo formato da fatura será enviado para clientes que possuem parcelamentos ativos. E em janeiro de 2027, todas as contas de energia do país passam a adotar o novo modelo. 

A reforma aumenta o valor da conta? 

Não! 

A Reforma Tributária não altera o valor total da sua conta de energia. O que muda é apenas a forma de exibir as informações. Os valores permanecem os mesmos, mas agora aparecem detalhados de forma mais transparente, facilitando o entendimento sobre o que é consumo, o que são tributos, o que são encargos e o que corresponde a juros. 

É mais clareza, não mais custo. 

Por que essa mudança é positiva para você 

A nova estrutura da fatura facilita a compreensão de todos os valores cobrados, tornando a conta de energia mais clara, intuitiva e transparente. Com essa mudança, você terá mais controle sobre seu consumo e poderá acompanhar cada item da sua conta com mais facilidade, o que contribui para uma gestão financeira mais precisa. 

Para mais informações acesse: Reforma Tributária | Energisa  

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Notícias

MIT e Energisa explicam como ampliar o acesso à energia no Brasil MIT e Energisa explicam como ampliar o acesso à energia no Brasil

Publicada em: 11/12/2025

 Categoria:

 120 Anos

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Região: 

Brasil

Quinto artigo da parceria MIT com Grupo Energisa explica como gás e renováveis podem tornar a energia mais acessível no Brasil

O Brasil tem uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo, mas ainda convive com tarifas elevadas e um sistema cada vez mais pressionado por eventos climáticos extremos. Como transformar essa vantagem ambiental em energia acessível para as famílias? E qual é o papel do gás natural nessa equação, sobretudo em um cenário de expansão acelerada das renováveis? 

Combinando análises de especialistas do MIT e de executivos do Grupo Energisa, o artigo analisa como a convergência entre gás e eletricidade pode fortalecer a segurança energética, reduzir custos estruturais e apoiar a transição para um sistema mais confiável e competitivo. 

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