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Distribuidoras do Grupo Energisa se destacam no Prêmio Abradee Distribuidoras do Grupo Energisa se destacam no Prêmio Abradee

Publicada em: 21/08/2025

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 Energisa 5D

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Brasil

Prêmio Abradee 2025: as três melhores distribuidoras de energia do Brasil, na avaliação do cliente, são do Grupo Energisa

O Grupo Energisa, que está completando 120 anos, destacou-se no Prêmio Abradee 2025 — promovido anualmente pela Associação das Distribuidoras de Energia Elétrica — ao conquistar o primeiro, o segundo e o terceiro lugares no quesito “Avaliação pelo Cliente” entre as distribuidoras com mais de 500 mil consumidores. A Energisa Paraíba foi a grande vencedora da categoria, seguida por Energisa Sul-Sudeste e Energisa Tocantins, que também conquistou o prêmio da região Norte/Centro-Oeste.

“Os reconhecimentos conquistados no Prêmio Abradee reforçam o compromisso da companhia com o cliente, que é tudo para a gente. Somos mais de 19 mil colaboradores trabalhando diariamente para levar a melhor energia a mais de 20 milhões de pessoas em todo o Brasil”, afirma Fernando Maia, vice-presidente de Regulação e Relações Institucionais do Grupo Energisa. 

Dos 17 prêmios concedidos pela Abradee neste ano, a Energisa foi finalista em 13 deles com sete de suas nove distribuidoras de energia elétrica. Desde 2011, as distribuidoras do grupo já venceram 112 vezes diferentes categorias da premiação.

A cerimônia de premiação ocorreu nesta quarta-feira (20), em Brasília, em uma edição especial que celebrou os 50 anos da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee). Em sua 27ª edição, o prêmio adota uma metodologia que combina pesquisa de satisfação com milhares de consumidores e análise de indicadores técnicos e de gestão das distribuidoras.

Investimentos

Os números ratificam o compromisso constante do Grupo Energisa com a excelência e qualidade dos serviços. Desde 2019, os investimentos nas mais diferentes áreas totalizam mais de R$ 29,3 bilhões. Para 2025, o investimento previsto é de R$ 6,2 bilhões, sendo a maior parte destinada à distribuição de energia elétrica, que é o coração do negócio da companhia, atendendo 11 estados brasileiros. Esse segmento deve receber cerca de R$ 5,5 bilhões, equivalente a 88% do total previsto, com destaque para as distribuidoras de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia, regiões com forte crescimento na demanda energética. Aproximadamente 42% dos recursos destinados à distribuição neste ano possibilitarão a ligação de novos consumidores e robustecimento da rede distribuição.

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Ao jornal O Globo, Ricardo Botelho detalha diversificação da companhia Ao jornal O Globo, Ricardo Botelho detalha diversificação da companhia

Publicada em: 24/02/2025

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 120 Anos

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Brasil

Em entrevista ao jornal O Globo, Ricardo Botelho detalha movimento de diversificação da companhia

Elétrons, moléculas e bytes. É assim que Ricardo Botelho, CEO do Grupo Energisa, resume a estratégia da empresa de geração e distribuição de energia que atua em 11 estados, com destaque para as regiões Norte e Centro-Oeste. A companhia vem diversificando sua atuação e absorvendo novas tecnologias, como a inteligência artificial (IA). Interessado em dados e inovações, Botelho aposta no gás natural como um degrau da transição energética no Brasil, podendo substituir a lenha que ainda é usada em indústrias. 

Em entrevista ao repórter Bruno Rosa, d’O GLOBO, publicada no domingo (09), ele admite que as distribuidoras têm um desafio grande para manter o fornecimento de energia em meio às mudanças climáticas. 

Para o executivo, a busca por redes de distribuição mais resilientes a tempestades impulsionará um superciclo de investimentos no setor, mas faltam um plano nacional e mudanças na regulação. Botelho, da quarta geração da família fundadora do negócio, comanda a Energisa em um momento emblemático: a companhia completou 120 anos no mês passado. 

O Brasil tem enfrentado ondas de calor. As empresas de energia estão conseguindo se adaptar a esses efeitos das mudanças climáticas? 

O grande problema da onda de calor é o choque com uma frente fria, que provoca muitos ventos, raios e tempestades. Isso não é bom para o sistema de distribuição. O mundo inteiro tem estabelecido diretrizes para aumentar a resiliência das redes, uma vez que já vivemos extremos climáticos. 

Precisamos avaliar se está sendo feito investimento suficiente para modernizar e criar mais resiliência nas redes (no Brasil). A discussão passa por políticas públicas e por uma orientação para a modernização das redes. Depende de sinais que são dados pelo regulador e pelo governo. Esse tema tem avançado um pouco, mas ainda precisa evoluir mais. 

Avançar de que forma? 

Precisamos analisar o modelo atual do setor e verificar se as empresas têm sustentabilidade econômica suficiente para realizar investimentos em resiliência. No setor elétrico, os investimentos feitos ao longo de um ciclo de cinco anos só são reconhecidos no quinto (os valores aportados são usados para calcular a tarifa). 

Defendemos que haja reconhecimento dentro do próprio ciclo tarifário. Se as empresas não tiverem capacidade financeira, fica difícil alocar recursos, já que esses investimentos não trazem receita adicional. Alguns países criaram fundos especiais para esse fim e estabeleceram diretrizes para que esses investimentos sejam reconhecidos com antecedência. 

Que tipo de investimento aumentaria a resistência de redes, evitando blecautes? 

Trata-se de reforçar o sistema para emergências. Um exemplo é a medição eletrônica, que permite acompanhar o consumo e gerar sinais econômicos para um uso mais eficiente da energia. Quando há uma enchente, uma subestação essencial pode ficar submersa, desligando praticamente uma cidade inteira. 

Esses investimentos são ainda mais complexos de serem considerados, como a realocação de uma subestação para um local mais seguro. Também inclui o alteamento da subestação, elevando os componentes a uma altura que os proteja de enchentes. São medidas que antes não eram adotadas. Há uma necessidade de reconhecer investimentos voltados exclusivamente para a qualidade do serviço. 

Como isso pode ser feito? 

É fundamental a criação de um plano nacional em que o regulador e as empresas identifiquem os pontos que precisam ser reforçados para garantir maior resiliência ao sistema elétrico. Esse seria um plano específico, seguindo uma tendência global, já adotada por diversos países. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) precisa tornar essa questão explícita nos contratos de concessão e regulamentar essa matéria. 

Ainda há um caminho a ser percorrido, mas esse debate já está em curso. Estamos entrando em um superciclo de investimentos no setor de energia em todo o mundo, buscando maior robustez para as redes elétricas. O sistema está sob estresse não apenas pelo crescimento acelerado da demanda, mas também pelos desafios impostos pelas mudanças climáticas. 

Outro ponto crítico é a crescente complexidade na gestão das redes. A expansão da geração distribuída (placas solares nos telhados) tem alterado os fluxos dentro das redes, e parte da modernização do setor será essencial para acomodar essa nova realidade. Por isso, as distribuidoras precisam ter um mandato claro para ordenar melhor esses fluxos. Por fim, a administração da intermitência das fontes renováveis, como eólica e solar, é outro desafio que precisa ser tratado. 

A Energisa vai investir R$ 6,2 bilhões neste ano. As questões climáticas impactaram esse plano? 

Desse total, R$ 5,5 bilhões serão destinados à distribuição, sendo que 42% serão para a expansão da rede. Estamos atuando na região do Brasil que mais cresce em demanda e em extensão de rede, atendendo áreas no Centro-Oeste e no Norte, especialmente na Amazônia, onde ainda há um grande território a ser conectado. 

Essas regiões representam nossa nova fronteira de crescimento. Atualmente, conectamos cerca de 300 mil novos clientes por ano e já contamos com 8,8 milhões na distribuição. Há demanda crescente por mais redes. A quantidade de ar-condicionado vendida neste país em 2024 é surpreendente. É um crescimento de demanda futura. 

A empresa pretende manter esse ritmo de investimento nos próximos anos? 

Quando falo de superciclo de investimentos, estamos tentando capturar as oportunidades que aparecem. Olhamos a energia em um contexto entre elétrons, moléculas e bytes. Nosso negócio é energia em toda sua cadeia de valor. Por isso, abrimos uma frente de gás natural, que é um combustível de transição energética. 

Enquanto a eletrificação não se expande mais, as indústrias pesadas vão depender de fontes fósseis. Não existe alternativa viável hoje. E a transição energética pode ser feita com o gás. Além disso, o gás pode ajudar a combater o desmatamento da caatinga, porque se usa muita lenha no Brasil. 

Mas há muitas empresas que ainda usam lenha? 

Ainda é um combustível muito usado no Brasil. Estamos em fase de implementação de um projeto para substituir a lenha de um polo gesseiro de Araripina, no oeste de Pernambuco. Haverá uma economia e ainda deixará de se desmatar a caatinga. As indústrias utilizam muita lenha no Brasil. E nem sempre essa lenha vem de fonte certificada, gerando crimes ambientais. Compete às empresas de distribuição de gás estudar a viabilidade, se há demanda suficiente para puxar uma rede ou criar sistemas isolados. 

Como a Energisa ampliará sua presença no mercado de gás? 

O gás compete com outras fontes, como eletricidade, lenha e óleo combustível. Há um grande espaço para o gás em diversas indústrias, como a siderúrgica. E o país tem grandes reservas de gás, como nas bacias de Santos e Campos, além de descobertas no Nordeste. Há ainda um grande potencial para ampliar o uso do gás na frota de caminhões, que hoje é movida a diesel. Eletrificação não faz muito sentido para frotas pesadas por conta da extensão dos trajetos e do tempo de carregamento de baterias.  

Por isso, usar gás natural ou biometano é uma saída. Estamos trabalhando para criar e aumentar essa demanda. 

Além do gás, a companhia mira em outros segmentos? 

Lançamos uma iniciativa em Santa Catarina para produzir biofertilizantes. A unidade recebe os resíduos (de atividades rurais), produz uma compostagem e devolve ao campo, substituindo o fertilizante sintético nitrogenado por um natural, orgânico. 

E parte desses resíduos é transformada em biogás, depois tratada e transformada em biometano (similar ao GNV). Nós vendemos para a indústria, por exemplo, que precisa abater suas emissões também. Vamos produzir 30 mil metros cúbicos por dia de biometano em Santa Catarina. E temos interesse em replicar esse modelo. Há espaço em todo o país para uma base de negócios que seja significativa para o grupo. 

Como avalia as mudanças que ocorrerão com o mercado livre de energia? 

Temos trabalhado para entender os modelos comerciais e a forma de atuar no mercado livre. Hoje, metade da atuação da geração distribuída ocorre fora das nossas áreas de concessão. E, quando os 95 milhões de consumidores do Brasil forem livres (para escolher sua distribuidora de energia), a Energisa certamente tem que estar presente, participando não só como provedora de redes, mas também de energia.  

Queremos estar sempre com o cliente no nosso centro. Não vamos abdicar dessa relação que construímos durante 120 anos. 

Com a empresa chegando aos 120 anos, como olhar para o futuro e investir em tecnologia? 

Não tem como operar uma rede sem digitalização, IA e automação. A tecnologia permite usar dados e extrair mais informações para atender melhor o cliente e aumentar a eficiência. Temos uma orientação estratégica para aplicações de IA e para o uso de dados de forma massificada. 

Ainda nem arranhamos a superfície das possibilidades de uso de dados. A tecnologia pode ajudar na previsão de compra de materiais, da própria demanda por energia, levando em consideração as variações climáticas e até o perfil de crédito do cliente. Estamos fazendo bastante experimentação em IA generativa no call center. 

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Energisa 120 anos: Cataguases celebrará com música, luzes e novidades Energisa 120 anos: Cataguases celebrará com música, luzes e novidades

Publicada em: 20/02/2025

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 120 Anos

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Brasil

Energisa 120 anos: Cataguases celebrará com música, luzes e novidades

A Energisa, referência em energia e desenvolvimento na Zona da Mata Mineira, está prestes a celebrar um marco histórico: seus 120 anos de trajetória. Para comemorar essa jornada de inovação e transformação, a empresa preparou um evento imperdível em Cataguases, que promete iluminar a cidade de maneira única e inesquecível.

No dia 26 de fevereiro, a partir das 18h30, a Praça Santa Rita, em Cataguases-MG, será palco de uma grande programação para comemorar os 120 anos da companhia. A noite será recheada de emoção, novidades, luzes e música, celebrando o impacto da empresa na região e o rico desenvolvimento cultural.

O grande destaque do evento será o show de drones, um espetáculo tecnológico e artístico que vai iluminar o céu de Cataguases com cores e formas. Esse show promete surpreender e encantar o público, transformando o céu em um palco de luzes nunca visto antes na cidade.

Outro momento importante da noite será a assinatura do termo de intenção da Rota Turístico-Cultural, um projeto que visa promover o turismo e a valorização da cultura local. Com a assinatura deste termo, as cidades de Cataguases e Leopoldina terão a oportunidade de fortalecer sua presença no cenário turístico e cultural, destacando as tradições e belezas da região para o mundo.

E, claro, não poderia faltar música boa! A noite será animada com os shows da sambista Thaylis Carneiro, que promete contagiar a todos com seu samba raiz, e da banda Serafins, que traz a música de viola, com artistas de Cataguases e Leopoldina. Um mix de ritmos e emoções que agradará a todos os gostos.

Esta programação vai muito além de uma simples comemoração. Ele é uma celebração da história, da cultura e de um futuro promissor para a região. Se você está em Cataguases, Leopoldina ou região, não perca a chance de participar desse evento inesquecível. Traga sua família e amigos para celebrar essa data histórica!

Anote os detalhes:

  • Data: 26 de fevereiro

  • Horário: A partir das 18h30

  • Local: Praça Santa Rita, Cataguases, MG

Não perca a chance de vivenciar essa festa de 120 anos da Energisa. Vai ser um espetáculo cheio de energia! 

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Energia para cada um: até onde o consumidor pode decidir? Energia para cada um: até onde o consumidor pode decidir?

Publicada em: 18/03/2026

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 Energisa 5D

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Brasil

Energia para cada um: até onde o consumidor pode decidir?

Durante décadas, a energia elétrica ocupou um lugar curioso na vida dos consumidores: essencial, mas praticamente invisível nas decisões do dia a dia. Presente nas tomadas e sustentando rotinas domésticas e atividades produtivas, ela era consumida sem exigir escolha, negociação ou reflexão sobre sua origem. Esse cenário começa a mudar à medida que o setor elétrico brasileiro avança na abertura do mercado de energia. 

Nesse novo artigo publicado na MIT Technology Review Brasil, produzido em parceria com a Energisa, especialistas analisam como a expansão do mercado livre vem transformando a relação entre consumidores, empresas e o sistema elétrico. O tema revela uma mudança estrutural no setor, em que a energia passa a deixar de ser apenas um serviço regulado para se tornar também uma escolha. 

No chamado mercado livre, empresas podem negociar diretamente a contratação de energia com geradores ou comercializadoras, definindo condições mais alinhadas ao seu perfil de consumo e planejamento operacional. Esse modelo reorganiza a forma como a eletricidade é contratada no país e redistribui decisões e responsabilidades entre os diferentes agentes do setor. 

A expansão desse ambiente de contratação tem ganhado força nos últimos anos, especialmente após a ampliação do acesso para consumidores conectados em média e alta tensão. Com isso, um número crescente de empresas passa a avaliar estratégias mais estruturadas de gestão energética, buscando maior previsibilidade de custos e maior eficiência no uso da energia. 

Além do aspecto econômico, o modelo também abre espaço para novas decisões relacionadas à sustentabilidade. No mercado livre, consumidores podem escolher contratos vinculados a fontes renováveis, alinhando a gestão de energia às metas de descarbonização e às estratégias ambientais que vêm ganhando espaço no ambiente corporativo. 

Ao mesmo tempo, a expansão desse modelo exige coordenação entre mercado e regulação para garantir segurança e equilíbrio ao sistema elétrico. A abertura envolve novas regras, mecanismos de proteção ao consumidor e maior transparência nas informações, fatores essenciais para que o modelo avance de forma sustentável e equilibrada. 

Nesse contexto, a energia deixa de ser apenas um insumo e passa a integrar decisões estratégicas de empresas e consumidores. Com o avanço da digitalização e a ampliação do acesso ao mercado livre, o papel do consumidor tende a se tornar cada vez mais ativo na dinâmica do setor elétrico.

Clique aqui e leia o artigo completo e aprofunde a análise sobre o futuro do mercado livre de energia no país.

Para ficar por dentro dos demais temas, clique aqui. 

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Grupo Energisa revisita sua trajetória de 120 anos em livro Grupo Energisa revisita sua trajetória de 120 anos em livro

Publicada em: 17/03/2026

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 120 Anos

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Brasil

Da luz no interior de Minas ao futuro da energia no Brasil: Grupo Energisa revisita sua trajetória de 120 anos em livro

No início do século XX, enquanto o Brasil ainda buscava se reorganizar após o fim do Império e enfrentava o declínio da economia cafeeira, a eletricidade surgia como uma promessa de modernidade. Em 1908, quando as primeiras lâmpadas se acenderam em Cataguases e cidades vizinhas da Zona da Mata mineira, a companhia pioneira de Minas Gerais registrou o feito com entusiasmo. “Ave Luz!”. A expressão, estampada nos jornais da imprensa local da época, sintetizava a chegada do progresso a uma região até então distante dos grandes centros urbanos. 

Esse episódio histórico abre o livro “Ave Luz! A jornada da Energisa para o futuro (1905–2025)”, escrito pelo jornalista Plínio Fraga. A obra reconstrói os 120 anos do Grupo Energisa conectando a trajetória da empresa aos principais ciclos econômicos, políticos e sociais do Brasil. 

A publicação será lançada hoje, dia 17 de março, às 19h, na Livraria da Travessa, em Ipanema, no Rio de Janeiro. A edição física estará disponível nas lojas da rede no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. A obra também poderá ser adquirida online, em versão física e digital (Kindle), na Amazon. 

A narrativa começa em 1905, com a fundação da Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina, em um período em que o país ainda dava seus primeiros passos rumo à industrialização e a eletricidade era vista com desconfiança por parte da população. Para estimular a adesão ao novo serviço, a empresa chegou a oferecer instalação gratuita de lâmpadas e energia por um período experimental, uma estratégia ousada para a época. 

Além da reconstrução histórica, o livro também reúne episódios pouco conhecidos e bastidores do setor elétrico, narrados por personagens que participaram diretamente de momentos decisivos dessa jornada. Entre memórias empresariais, relatos de campo e passagens marcadas pelo espírito mineiro, a obra apresenta pequenos relatos que revelam o cotidiano da expansão da energia pelo interior do país e ajudam a humanizar a formação de uma das companhias mais tradicionais da área elétrica no Brasil. 

Para Plínio Fraga, a história da companhia ajuda a compreender também a própria transformação do país ao longo de mais de um século. “A história da Energisa se entrelaça com a história do Brasil. Ao acompanhar a eletrificação do interior, percebemos como a chegada da energia ajudou a transformar economias locais, hábitos cotidianos e as possibilidades de desenvolvimento de várias regiões”, afirma. 

Ao longo do livro, o autor percorre diferentes momentos da história brasileira, como a expansão da eletrificação pelo interior mineiro, as mudanças estruturais do setor elétrico ao longo do século XX e episódios marcantes mais recentes, como o racionamento de energia de 2001 e os desafios enfrentados durante a pandemia de covid-19. 

A obra também destaca o processo de transformação tecnológica do setor elétrico, desde a informatização pioneira nas operações até os desafios atuais da digitalização, da integração entre energia e tecnologia e das novas soluções energéticas. 

Outro aspecto abordado é a continuidade da empresa ao longo de cinco gerações de liderança familiar. A Energisa possui o registro número três entre as companhias de capital aberto no Brasil e é considerada a empresa de energia mais antiga em operação no país sob o controle do mesmo grupo acionista. 

A trajetória da Energisa mostra como visão de longo prazo, capacidade de adaptação e investimento constante em inovação foram fundamentais para atravessar diferentes ciclos econômicos e tecnológicos ao longo de mais de um século”, destaca Plínio Fraga. 

Além da dimensão empresarial, o livro também aborda a relação histórica da companhia com a cultura, especialmente em Cataguases, cidade que se destacou como um importante polo do modernismo brasileiro. 

“A Energisa sempre teve uma relação muito próxima com o desenvolvimento cultural das comunidades onde atua. Resgatar essa história é também valorizar a memória e a identidade de uma região que teve papel importante na cultura brasileira”, afirma Delânia Cavalcante, gerente de investimento social do Grupo Energisa. 

Com prefácio do engenheiro José Luiz Alquéres, ex-secretário nacional de Energia e ex-presidente da Eletrobras, Light e CERJ, o livro também reúne uma cronologia que conecta a trajetória da Energisa aos acontecimentos do Brasil e do mundo, oferecendo ao leitor um panorama histórico que atravessa mais de um século de transformações. 

Serviço

Ave Luz! A jornada da Energisa para o futuro (1905–2025)  
Lançamento em 17 de março de 2026, às 19h  
Livraria da Travessa - Rua Visconde de Pirajá, 572, Ipanema, Rio de Janeiro.

Livro físico: R$ 69,90

Versão digital (Kindle): R$ 29,90 

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Energisa anuncia resultados do quarto trimestre de 2025 Energisa anuncia resultados do quarto trimestre de 2025

Publicada em: 13/03/2026

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 Investidores

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Brasil

Grupo Energisa encerra 4T25 com crescimento de 21,7% do EBITDA ajustado recorrente

O Grupo Energisa encerrou o quarto trimestre de 2025, com crescimento de 21,7% do EBITDA ajustado recorrente, na comparação com o mesmo período de 2024. No acumulado do ano, o indicador apresentou alta de 9,5%, chegando a R$ 8,2 bilhões. O bom desempenho do trimestre foi, em parte, justificado pela boa administração de custos operacionais consolidados (PMSO) que reduziram 6,1% no quarto trimestre de 2025 em relação ao igual período do ano anterior. 

Entre 2021 e 2025, o EBITDA Ajustado recorrente do Grupo Energisa cresceu em média aproximadamente 14% ao ano.   

Apesar do ambiente econômico desafiador, com taxa básica de juros em dois dígitos, o Lucro Líquido Ajustado Recorrente refletiu consistência no desempenho da Companhia, com crescimento expressivo de 151% no trimestre na comparação com o mesmo período de 2024, alcançando R$ 806 milhões. No acumulado de doze meses de 2025, a Energisa registrou lucro líquido ajustado recorrente de R$ 2 bilhões, alta de 9,5% se comparado com 2024. 

Os investimentos chegaram a R$ 6,6 bilhões, acima dos R$ 6,1 bilhões anunciados no início de 2025. Do total, mais de 88% foram alocados no segmento de distribuição de energia elétrica.

Distribuição de energia elétrica

O EBITDA Ajustado Recorrente de distribuição de energia elétrica, principal negócio do Grupo Energisa, registrou alta de 20% no quarto trimestre de 2025, em comparação com o mesmo período de 2024, e avanço de 9% no acumulado do ano, refletindo ganhos de eficiência, evolução de margens e melhor captura das receitas.

A receita líquida ajustada do segmento de distribuição cresceu 4%, a R$ 6,7 bilhões no quarto trimestre de 2025, devido ao aumento da receita de disponibilidade do sistema elétrico (TUSD) (+R$ 305,7 milhões), à receita de subvenções tarifárias (+R$ 318,5 milhões) e aos ativos/passivos setoriais (+R$ 444,9 milhões), que compensaram a redução da linha de suprimentos (-R$ 14,7 milhões) e a maior carga de encargos e impostos no trimestre.

Nos últimos três meses de 2025, o consumo de energia elétrica nas nove distribuidoras da Energisa cresceu 2,2% na comparação anual, somando 11.334 GWh. Na comparação entre os acumulados de 2024 e 2025, o crescimento foi de 1,4 %. O resultado refletiu, principalmente, o avanço das classes residenciais, industriais e rurais, impulsionado por novas cargas, ampliações relevantes e bom desempenho de segmentos industriais como alimentos e minerais, além da expansão de clientes nas regiões Norte e Nordeste. 

Seis das nove concessões apresentaram crescimento no consumo, sobretudo Mato Grosso (6,2%), Paraíba (5%) e Tocantins (+3,8%). No ano, o consumo total de energia atingiu 43.035 GWh, 1,4% a mais que no ano anterior, sustentado principalmente pela atividade industrial, aumento da renda e expansão imobiliária, com maior dinamismo nas concessões do Norte e do Nordeste. O número de consumidores cativos aumentou 2,4%, enquanto os consumidores livres tiveram uma expansão de 47,8%.

As perdas totais encerraram 2025 em 12,25%, redução de 0,07 p.p. em relação ao ano anterior e o menor patamar histórico em um fechamento anual do Grupo Energisa, situando-se abaixo do limite regulatório de 12,71%. O desempenho reforça a consistência da estratégia de combate às perdas, com execução disciplinada e foco em alocação eficiente de capital. 

Transmissão

A Energisa Transmissão de Energia apresentou, no quarto trimestre de 2025, EBITDA regulatório de R$ 151 milhões, alta de R$ 23,7 milhões na comparação com igual período de 2024, impulsionado principalmente pela receita operacional líquida, que atingiu R$ 194,3 milhões, reflexo do reajuste tarifário da RAP do ciclo 2025/2026 e da entrada em operação de novos ativos. No ano, o EBITDA regulatório foi de R$ 629,2 milhões (+17,1%). Além disso, a empresa permanece demonstrando eficiência na gestão de custos, com redução de 27% no PMSO no ano na comparação com 2024, beneficiada pela internalização de atividades de operação e manutenção.

Negócios de Gás

O negócio de distribuição de gás natural do Grupo Energisa encerrou 2025 com uma rede de distribuição ampliada em mais de 7%, alcançando 358 mil clientes em cinco estados, o que representa crescimento superior a 11% em relação a 2024. 

·       ES Gás

Com uma evolução consistente tanto nos indicadores econômico-financeiros quanto nos operacionais, o EBITDA da ES Gás atingiu R$ 219 milhões no ano, representando crescimento de 17% em relação a 2024. A margem bruta, desconsiderando os efeitos do preço de gás de ultrapassagem (PGU), também apresentou efeito positivo, com um aumento de 95,6% no quarto trimestre, totalizando R$ 94,9 milhões. No ano, a margem bruta foi de R$ 284,3 milhões, alta de 13,9% em relação ao ano anterior.

O segundo semestre foi marcado por forte aceleração dos investimentos na construção de rede e ligação de novos clientes. No ano, a ES Gás registrou o maior volume de CAPEX de sua história, somando R$ 120 milhões investidos, crescimento de 29% na comparação com 2024. Desde a privatização em 2023, o Grupo Energisa já implantou equivalente a 50% da rede total da concessão construída nos últimos 20 anos, chegando aos atuais 658km.

A empresa encerrou o quarto trimestre de 2025 com um total de 91.222 unidades consumidoras (+7,6%) e volume total de gás natural distribuído de 261.380 mil m³, crescimento de 30,8% em relação a igual período do ano anterior. A evolução no segmento termoelétrico foi de 131,5%; de 13,3% no comercial; residencial 12,6% e de 9,2% no industrial. 

·       Norgás

O desempenho das distribuidoras de gás natural da Norgás (Cegás, Algás, Potigás e Copergás) no quarto trimestre de 2025 foi marcado pelo aumento da margem bruta (+2,7%), impulsionado pela redução nos custos de aquisição do gás. No ano, a margem bruta cresceu 7,2%. A receita líquida apresentou retração de 7,6% no período, refletindo a queda de volumes, especialmente nos segmentos industrial e automotivo (GNV). 

A Norgás realizou pagamentos líquidos de R$ 218 milhões a título de dividendos e juros sobre capital próprio (JSCP), sendo R$ 48 milhões no exercício de 2024 e R$ 170 milhões no de 2025, alta expressiva de 256% ano contra ano, já como reflexo da atuação ativa da Energisa junto aos sócios e gestão das distribuidoras com intuito de apoiar na transformação destas empresas. 

·       Biossoluções

Como forma de acelerar a nossa estratégia de reforço de presença no segmento de biometano, adquirimos o que se tornará, em 2028, a nossa segunda planta de tratamento de resíduos e produção do biogás e biofertilizante. Com investimento previsto de R$ 100 milhões, a unidade localizada no Paraná terá capacidade para produzir cerca de 28 mil m³ de biometano por dia. 

Ainda no primeiro trimestre de 2026, a unidade de produção de biometano da Agric entrará em produção comercial, nosso primeiro empreendimento  e a maior usina de produção do combustível do estado de Santa Catarina. Em fevereiro, foi lançado o E-bio Solum, o biofertilizante de base orgânica. Produzido nas duas unidades do grupo, o produto materializa a integração entre energia e agronegócio, reforçando a atuação da Energisa em soluções sustentáveis para o setor, especialmente importante neste momento em que segurança no abastecimento de fertilizantes se torna muito relevante para o país.  

(re)energisa

Como resultado do plano de recuperação de resultado e de reposicionamento estratégico da (re)energisa, com foco em rentabilidade e disciplina, a plataforma encerrou o último trimestre de 2025 com aumento de 13,4% na receita, impulsionado principalmente pela comercializadora de energia (+R$ 97,2 milhões). No ano, o crescimento foi de 29,2% na comparação com 2024, também com destaque para a comercializadora, que respondeu por R$ 616 milhões.

O EBITDA ficou em R$ 60,7 milhões no último trimestre de 2025, crescimento de 9,2% em relação a igual período do ano anterior, e em R$ 109,6 milhões no ano, alta de 217,6%.

A unidade de negócio de geração distribuída apresentou receita líquida de R$ 114,4 milhões no quarto trimestre, redução de 1,6% na comparação anual, impactada por receita não recorrente no ano anterior. Frente ao trimestre anterior, o negócio apresentou crescimento de 36,8%, desempenho que reflete o plano de expansão de vendas e a eficácia da estratégia comercial.

Ainda no negócio de geração distribuída, a (re)energisa chegou a 125 usinas solares com 469 MWp de potência instalada e com uma consistente sequência de 11 meses de adição liquida na base de clientes. . O churn médio mensal recuou 1,3 p.p. e a inadimplência 0,95 p.p., equivalente a 30% e 25% respectivamente em relação ao ano anterior. As vendas cresceram 128% no quarto trimestre de 2025 frente a igual período de 2024. 

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Energisa apoia campanha da Abradee sobre direitos na conta de luz Energisa apoia campanha da Abradee sobre direitos na conta de luz

Publicada em: 11/03/2026

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 Dicas e dúvidas

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Energisa é parceira da Abradee em campanha para ampliar informação sobre direitos na conta de luz

A Energisa é parceira da nova campanha nacional de comunicação, lançada pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), voltada a ampliar o acesso à informação sobre os direitos dos consumidores, especialmente em relação à Tarifa Social de Energia Elétrica.

Com o conceito criativo “Tá ligado?”, a campanha busca aproximar o setor de distribuição da sociedade e destacar a importância da energia elétrica no dia a dia das pessoas, além de orientar a população sobre benefícios que podem reduzir o valor da conta de luz.

A iniciativa ganha relevância em um momento em que o número de famílias que podem ter acesso ao benefício cresce. Muitas delas, no entanto, ainda não sabem que têm direito a descontos na tarifa de energia.

Informação para quem tem direito ao benefício

Um dos principais focos da campanha é a Tarifa Social de Energia Elétrica, programa que concede descontos na conta de luz a famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.

A proposta é esclarecer quem pode acessar o benefício e incentivar os consumidores a verificarem sua elegibilidade, contribuindo para que mais famílias tenham acesso ao desconto.

Nesse movimento, a Energisa se soma às demais distribuidoras do país para ampliar o acesso à informação e orientar os consumidores sobre os benefícios disponíveis nas contas de energia.

Energia que conecta o Brasil

A campanha também destaca o papel estratégico das distribuidoras no desenvolvimento do país. O segmento opera uma infraestrutura de mais de 4 milhões de quilômetros de redes, responsável por levar energia elétrica a praticamente todos os lares brasileiros.

Nesse contexto, empresas como a Energisa têm um papel fundamental para garantir que essa energia chegue à população com qualidade e segurança. Com atuação em diversas regiões do país, o Grupo leva energia e soluções energéticas a mais de 20 milhões de pessoas em centenas de municípios, contribuindo para o funcionamento de serviços essenciais, para o desenvolvimento econômico e para a melhoria da qualidade de vida da população. 
 
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Zona da Mata ganha Casa da Memória que une história e cultura Zona da Mata ganha Casa da Memória que une história e cultura

Publicada em: 10/03/2026

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Brasil

Zona da Mata mineira ganha Casa da Memória que conecta história, cultura, lazer e tecnologia

O antigo casarão da década de 1950 que abrigou a família Junqueira Botelho, em Leopoldina (MG), reabre suas portas totalmente revitalizado e passa a se chamar Casa da Memória de Leopoldina, um novo espaço cultural e turístico aberto ao público. Com fachada inspirada na estética da residência retratada no filme …E o Vento Levou (1939), o local estabelece um diálogo entre arquitetura, imaginário cinematográfico e patrimônio histórico.

Inaugurada como parte das celebrações pelos 120 anos do Grupo Energisa, a Casa da Memória nasce com o propósito de preservar a história regional, valorizar a memória da Zona da Mata mineira e ampliar o acesso da população e de visitantes ao patrimônio cultural da região. Mantida pela Fundação Ormeo Junqueira Botelho, com patrocínio do Grupo Energisa, a iniciativa foi viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), principal mecanismo de fomento cultural do país.

A Fundação Ormeo Junqueira Botelho assume a responsabilidade de preservar e manter vivos espaços que fazem parte da história da eletrificação na região. A Casa da Memória de Leopoldina é mais do que um equipamento cultural: é uma estrutura permanente de memória, educação, lazer e pertencimento, concebida para conectar patrimônio, inovação e desenvolvimento. Ao cuidar desse patrimônio histórico e cultural, reforçamos a energia como vetor de transformação social, fortalecemos o território e asseguramos que essa memória continue acessível às próximas gerações”, afirma Eduardo Mantovani, presidente da Fundação Ormeo Junqueira Botelho do Grupo Energisa.

O novo equipamento oferece experiências imersivas com áudios e imagens que permitem ao público revisitar diferentes momentos da história do Brasil e da região. O percurso interno reúne salas expositivas permanentes e temporárias com projeções mapeadas, instalações audiovisuais e narrativas sonoras, concebidas como ambientes ativos de fruição e produção de conhecimento. Destaque para a Sala da Memória, que utiliza imagens e sons para reconstruir cenas da vida social e familiar da região, e para o Gabinete do Dr. Ormeo, uma instalação interativa com uso de inteligência artificial que apresenta ideias, projetos e o legado do personagem em diálogo com o presente. 

O Espaço Lya amplia o recorte curatorial ao valorizar a produção literária feminina e a escrita memorialística, enquanto o Observatório Cultural da Mata e o Lab Memória funcionam como núcleos permanentes de pesquisa, experimentação tecnológica, produção audiovisual e formação, conectando memória, inovação e diferentes gerações.

Além de conectar tecnologia e inovação ao patrimônio cultural por meio de recursos como impressão 3D, o Lab Memória pode se articular diretamente com o ecossistema do Rio Pomba Valley, iniciativa do Instituto Energisa que transforma a Zona da Mata mineira em um hub de tecnologia, criatividade, empreendedorismo e inovação, com foco na economia 4.0. O programa já estrutura parcerias com universidades, instituições de ensino técnico e empresas como AWS, IBM, Microsoft, SENAI, SESI, Populos e outras, criando pontes e viabilizando projetos de pesquisa aplicada, formações em inteligência artificial, computação em nuvem, cibersegurança e desenvolvimento de software. 

De forma complementar, o Lab Memória também se articula com o Animaparque, polo audiovisual patrocinado pelo Grupo Energisa desde sua criação, voltado ao fortalecimento da cadeia do audiovisual e da animação na Zona da Mata mineira. A iniciativa funciona como ambiente de desenvolvimento criativo, com foco na formação técnica, no fortalecimento de talentos da região, no estímulo à produção autoral, no apoio a projetos independentes e na conexão com o mercado. Essa integração amplia as possibilidades de projetos colaborativos que unem memória cultural, produção audiovisual e soluções tecnológicas aplicadas à educação, à preservação do patrimônio e à criação de experiências imersivas para diferentes públicos. 

A intervenção na Casa da Memória incluiu ainda a restauração do Jardim dos Sentidos, um dos primeiros projetos paisagísticos de Roberto Burle Marx, realizada com base no projeto original cedido pelo Instituto Burle Marx, reforçando o compromisso com a preservação qualificada do patrimônio moderno brasileiro. Com cerca de 4 mil metros quadrados, o imóvel recebe espaços como o Jardim da Infância Lúdico-Musical, com brinquedos sonoros que estimulam a exploração criativa, e o Jardim Aromático – Horta Medicinal, que promove experiências sensoriais ligadas ao tato, olfato e paladar. O projeto de readequação foi promovido pela Fundação Ormeo Junqueira Botelho, patrocinado pelo Grupo Energisa, com execução da Santa Rosa Bureau Cultural.

Segundo Delânia Cavalcante, gerente de Investimento Social do Grupo Energisa, a iniciativa reforça o compromisso da companhia com o desenvolvimento cultural e territorial. 

Investir em equipamentos culturais estruturantes fora dos grandes centros amplia o acesso à cultura, fortalece o território e assegura a continuidade das políticas de memória e educação. A Casa da Memória de Leopoldina conecta história, tecnologia e participação social, estimulando o vínculo das comunidades com sua própria história.

Visitação

A Casa da Memória de Leopoldina abre suas portas ao público com visitas guiadas gratuitas, realizadas mediante agendamento prévio pelo site da Fundação Ormeo Junqueira Botelho. As visitas podem ser realizadas individualmente, em grupo ou por escolas e instituições.

Serviço

Funcionamento: quarta a sábado, das 9h às 17h30; domingos, das 9h às 14h

Informações: casadamemoria@fojb.org.br | (32) 98454-2049 

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Grupo Energisa anuncia investimentos de R$ 7 bilhões em 2026 Grupo Energisa anuncia investimentos de R$ 7 bilhões em 2026

Publicada em: 19/02/2026

 Categoria:

 Investidores

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Brasil

Grupo Energisa anuncia investimentos de R$ 7 bilhões em 2026, reforçando compromisso com modernização da rede elétrica e inovação em soluções energéticas

O Grupo Energisa anunciou nesta quarta-feira, (19/02), investimento de R$ 7 bilhões para 2026, reforçando sua estratégia de crescimento sustentável, modernização da infraestrutura e ampliação do acesso à energia de qualidade no Brasil. A perspectiva de assinatura antecipada dos contratos de renovação de concessão de quatro distribuidoras de energia elétrica do Grupo – nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Sergipe e Paraíba – contribuiu positivamente para a expansão do aporte em 2026, em comparação com 2025.  

Do total previsto no planejamento de aportes, cerca de R$ 6,5 bilhões, equivalentes a 92% do CAPEX, serão direcionados às distribuidoras de energia elétrica do Grupo. Os investimentos, conforme estipulado pelas novas diretrizes que regem as concessões, terão como foco a modernização da rede elétrica, resultando em maior qualidade e segurança no fornecimento ao cliente.  

Uma parcela expressiva dos investimentos da distribuição (37%) será destinada à realização de novas ligações, ampliando o acesso à energia e gerando impacto direto no desenvolvimento regional e na inclusão social das comunidades em que o Grupo atua. 

O plano de investimentos contempla, ainda, aportes estratégicos em transmissão de energia, com previsão de R$ 180,3 milhões destinados ao fortalecimento da confiabilidade do suprimento na região metropolitana de Manaus, no Amazonas, além da implantação de nova linha de transmissão no Maranhão, empreendimento arrematado no leilão de 2024. 

No segmento de soluções energéticas, a (re)energisa seguirá em expansão, com investimentos previstos de R$ 109 milhões, o que impulsionará o crescimento do negócio de geração distribuída. Atualmente, a marca conta com 125 usinas fotovoltaicas e 467 MWp de capacidade instalada, e mantém atuação em geração, comercialização de energia no mercado livre e serviços de valor agregado. 

Negócios de gás 

A previsão de investimentos para os negócios de gás, vetores de crescimento e de diversificação do portfólio do Grupo Energisa é de R$ 373,3 milhões em 2026. A ES Gás, distribuidora de gás natural do Espírito Santo, adquirida em 2023, deverá receber um aporte de R$ 132,2 milhões, conforme o plano quinquenal divulgado em 2025. Já as quatro distribuidoras de gás do Nordeste (Algás, Copergás, Potigás e Cegás), nas quais o Grupo Energisa detém participação minoritária, receberão investimentos de R$ 197 milhões. 

No segmento de biossoluções, a Lurean, adquirida em 2025, receberá investimento de R$ 42 milhões no projeto que permitirá a produção de 28 mil m³/dia de biometano e biofertilizantes. Ainda no primeiro trimestre de 2026, será inaugurada a primeira usina de biometano do Grupo, por meio da Agric, localizada em Campos Novos (SC), com previsão de produção de 25 mil m³/dia.  

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FlexLab: Energisa lança chamada de inovação em webinar nacional FlexLab: Energisa lança chamada de inovação em webinar nacional

Publicada em: 23/01/2026

 Categoria:

 Inovação

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Brasil

FlexLab: Energisa conecta inovação, regulação e mercado em webinar de lançamento da chamada pública

A Energisa realizou, na última quarta-feira (28), o webinar de lançamento do FlexLab, sua plataforma de inovação aberta voltada ao desenvolvimento de soluções de flexibilidade energética. O evento reuniu cerca de 400 participantes entre startups, universidades, empresas, agentes do setor elétrico, reguladores e colaboradores do Grupo, marcando um passo importante na consolidação de um novo modelo de operação do sistema elétrico brasileiro.

Durante o encontro, executivos da Energisa apresentaram o conceito do FlexLab, os desafios tecnológicos e regulatórios associados à flexibilidade e os detalhes da chamada pública de inovação, que está com inscrições abertas até 25 de fevereiro.

A gente vive um momento histórico para o setor elétrico brasileiro. O FlexLab nasce como a primeira plataforma de inovação aberta dedicada exclusivamente à flexibilidade, um tema central para garantir eficiência, confiabilidade e sustentabilidade ao sistema energético”, afirmou Letícia Dantas, diretora de Inovação do Grupo Energisa.

Flexibilidade como resposta à complexidade do sistema elétrico

Ao abrir o webinar, Letícia destacou que o avanço acelerado da geração distribuída, a eletrificação da economia, a digitalização das redes e a abertura do mercado de energia tornam o sistema elétrico mais dinâmico e, ao mesmo tempo, mais complexo. Nesse cenário, a flexibilidade passa a ser um recurso estratégico.

O FlexLab é um ambiente operacional real. Não é simulação. Estamos colocando nossos ativos físicos, nossas usinas, redes e sistemas à disposição do ecossistema para testar e desenvolver soluções em condições reais de operação”, explicou a diretora.

A plataforma se apoia em dois ambientes principais de experimentação: um laboratório em Palmas (TO), com usinas, baterias e sistemas fotovoltaicos integrados, e outro em Uberlândia (MG), com microgrid on-grid e infraestrutura para testes de carregamento inteligente de veículos elétricos.

Regulação e modernização setorial no centro do debate

O contexto regulatório da flexibilidade no Brasil foi apresentado por Rodrigo Santana, diretor de Assuntos Regulatórios da Energisa. Em sua fala, ele ressaltou que a evolução do mercado de flexibilidade caminha lado a lado com a modernização do setor elétrico.

A modernização setorial recente, enviada pelo Ministério de Minas e Energia por meio da MP 1304 e convertida na Lei 15.269, representa um avanço relevante. Ela melhora a alocação de custos e riscos e cria bases mais isonômicas entre os ambientes regulado e livre”, afirmou Santana.

Segundo o executivo, o crescimento das fontes renováveis, aliado a eventos climáticos extremos, reforça a necessidade de serviços de flexibilidade para garantir confiabilidade ao sistema. “Flexibilidade deixa de ser uma opção e passa a ser uma necessidade estrutural”, completou.

Rodrigo também destacou que o FlexLab pode contribuir diretamente para o aprimoramento regulatório, ao gerar dados, evidências técnicas e aprendizados que apoiem decisões da Aneel, do MME e de outros agentes do setor.

Do conceito ao mercado: soluções já em operação

Ao longo do webinar, foram apresentados exemplos práticos de como a flexibilidade já vem sendo aplicada na companhia, tanto pelo lado da rede quanto pelo lado dos clientes.

Entre os cases citados estão projetos de usinas virtuais (VPPs), sistemas solares com baterias em comunidades isoladas, sandboxes tarifários em diferentes distribuidoras do Grupo e soluções de armazenamento como serviço para clientes comerciais e industriais.

A flexibilidade gera valor para todos. Para o cliente, reduz custo, aumenta previsibilidade e contribui para metas ESG. Para o sistema elétrico, reduz picos de consumo, evita congestionamentos e posterga investimentos em infraestrutura”, explicou Letícia.

Chamada pública busca soluções para seis grandes desafios

Durante o encontro, a Energisa detalhou os seis eixos que orientam a chamada pública do FlexLab:

  • Agregação de recursos energéticos distribuídos e usinas virtuais

  • Plataformas de dados e open energy

  • Carregamento inteligente de veículos elétricos

  • Resposta da demanda

  • Tarifas do futuro

  • Previsão de carga e geração

As propostas selecionadas poderão ser desenvolvidas em parceria com a Energisa, com possibilidade de coinvestimento, testes em ambiente real e geração de novos modelos de negócio.

O FlexLab foi desenhado para conectar mercado e resultado. Queremos acelerar soluções, desenvolver novos produtos e fortalecer um ecossistema colaborativo que ajude o setor elétrico brasileiro a evoluir de forma sustentável”, reforçou Letícia.

As inscrições para a chamada pública do FlexLab seguem abertas até 25 de fevereiro, pelo site oficial da plataforma. Os projetos selecionados serão anunciados a partir de maio, com início das atividades previsto para o segundo semestre.

Acesse https://www.flexlab.energy/, conheça o edital e inscreva sua proposta. 

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