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Energia limpa, renovável e com economia Energia limpa, renovável e com economia

Publicada em: 15/09/2022

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Energia limpa, renovável e com economia

Imagine reduzir consideravelmente o valor da sua conta de luz, utilizar energia limpa e renovável e não precisar instalar nenhuma placa solar ou fazer qualquer manutenção? Pois isso já é possível em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, graças à chegada da (re)energisa nos dois estados que, junto com ela, traz a oferta inovadora da Assinatura Solar: uma maneira descomplicada e rápida de fazer parte de um mundo cada vez mais sustentável.

Para poder oferecer e viabilizar essa solução energética, a (re)energisa vem construindo no Centro-Oeste as chamadas fazendas solares – gigantescas áreas de painéis fotovoltaicos –, num investimento total de R$ 284 milhões nos dois estados, e uma capacidade 56,92 MWp de potência. Em 2022, já foram construídas duas fazendas solares em Mato Grosso e, agora em agosto, serão inauguradas mais algumas. 

Com foco no pequeno e médio empreendedor, a Assinatura Solar da (re)energisa contribui para que esses clientes obtenham valor significativo aumentando a competitividade, otimizando custos e criando novos fluxos de receita. O produto funciona da seguinte forma: o empresário faz a assinatura de uma fazenda solar, que disponibiliza parte da energia gerada para a concessionária deste cliente, fornecendo energia limpa para o estabelecimento. 

Desse modo, não é necessário comprar painéis solares, preocupar-se com instalação (como ter telhado para colocar as placas, por exemplo), armazenar a energia e esperar um tempo para o retorno financeiro. A economia é imediata, assim como a energia gerada. Além disso, o dono do estabelecimento ainda pode comunicar aos seus clientes que utiliza energia limpa em seu negócio. 

– Estudamos constantemente para ver quais as melhores regiões para entrarmos com o serviço de energia renovável, e Mato Grosso e Mato Grosso do Sul têm um enorme potencial – explica Gustavo Moreira, gerente de Inteligência Competitiva da (re)energisa, responsável pelos estudos de mercado e das arenas competitivas. – É importante que quando a gente entre num mercado, entre forte, com um parque de plantas solares considerável para termos ganhos de escala, ganho comercial, força de vendas e volume.

De acordo com Gustavo, o foco da (re)energisa no Mato Grosso está concentrado, basicamente, nas regiões centro-sul (onde fica Cuiabá e a região metropolitana da capital) e norte (área das cidades de Sinope e Lucas do Rio Verde, por exemplo). Juntas, as regiões representam 67% do mercado potencial. Já em Mato Grosso do Sul, onde o Pantanal ocupa ⅓ do estado, a (re)energisa mira nas regiões sudoeste (onde fica Dourados) e centro-norte (local de Campo Grande), que correspondem a 78% do mercado potencial.

– Mas a (re)energisa não está limitada aos estados em que a Energisa tem concessão. Temos um portfólio completo de soluções de energia para oferecer ao mercado e possuímos contratos em vários formatos em praticamente todo o território nacional. Com a assinatura solar, vamos entrar de forma mais ativa em vários estados, até cobrir todo o país – conta Gustavo.

Com mais de 100 anos de atuação no setor elétrico, o Grupo Energisa vem trabalhando para se consolidar pioneiro na transição energética do país. E a (re)energisa é a força-motriz na estratégia de diversificação dos negócios concorrenciais de energia elétrica do Grupo. É um ecossistema, no conceito one-stop-shop, de soluções energéticas. Ou seja, tudo que o cliente precisa em um só lugar, de um jeito único, integrado, conveniente e confiável.

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Da usina à tomada: os desafios da área de transmissão da Energisa Da usina à tomada: os desafios da área de transmissão da Energisa

Publicada em: 19/08/2022

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Da usina à tomada: os desafios da área de transmissão da Energisa

Os investimentos em transmissão são parte importante da estratégia de diversificação dos negócios da Energisa. A atividade começou apostando nas sinergias com as operações de distribuição em estados como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e convergiu com a expansão para a região Norte, onde o negócio passou a vislumbrar a segurança energética da Amazônia, com aspectos de inclusão social e alinhamento com as iniciativas de descarbonização da matriz elétrica do bioma.

Fomos conversar com Gabriel Mussi, diretor-presidente de geração e transmissão, para saber como se deu esta evolução tão rápida para levar energia limpa a todo o país. Ele também conta um pouco sobre o papel da área de transmissão e os desafios futuros no Brasil em um cenário de transição energética. 

Como explicaria para um leigo, de modo simples, o processo de transmissão?

A maior parte da energia consumida pelo cliente residencial é gerada por grandes usinas hidrelétricas. Ainda que tenha um crescimento relevante de eólica e solar, é preciso fazer este grande volume de energia chegar até o pulverizado, ao varejo. Neste processo, o papel da transmissão é o transporte de energia de um ponto distante até um centro de consumo. Somos como a estrada dessa energia que transporta do atacado até um centro de distribuição no varejo. O centro de distribuição no varejo é a distribuidora, que vai receber essa massa de energia através da rede de transmissão e então pulverizar e distribuir para os clientes. Esse é o nosso papel enquanto transmissora: ligar a oferta à demanda.

Quando e como a Energisa iniciou a atividade de transmissão?

A Energisa começou a se movimentar neste sentido no início de 2017. Começamos analisando áreas que tinham interface com os estados do Brasil em que já estávamos na distribuição. Os dois primeiros empreendimentos foram então em Goiás, importante para o escoamento para MT e MS, e no Pará, escoando para MT e TO. Começamos com este olhar, mas ao longo do tempo percebemos que, como o sistema era todo interligado, alguns empreendimentos estruturantes de transmissão eram fundamentais para regiões do país, o que justifica a nossa forte presença hoje no Pará, Amapá e Amazonas. Apesar de não termos atuação na distribuição nestes estados, eles fazem parte de uma rede de escoamento importante para Rondônia e Acre, por exemplo, onde temos distribuição. Em junho deste ano, vencemos um leilão para a construção de uma linha de transmissão para suprir a região metropolitana de Manaus. Hoje, já somos um ator importante para a transmissão na Amazônia.

Quais são os maiores desafios da área de transmissão? 

Estamos voltando a investir em geração renovável, e a transmissão é quem faz o elo entre o negócio de distribuição e a geração. O ano de 2022 já iniciou com um leilão de tamanho relevante. Prevemos, nos próximos 4 anos, um volume substancial de investimentos neste setor, então, o primeiro desafio é se estruturar para conseguir participar desse processo de concorrência de empreendimentos. Isso exige capital e capacidade de execução, e, nesse sentido, nosso retorno é bem positivo. De 2017 até hoje, saímos de zero para um portfólio de 12 concessões e uma carteira da ordem de R$ 750 milhões de receita anual, um crescimento expressivo em 5 anos. Temos atuado com sucesso, mas precisamos manter essa constância. Outro desafio é conviver em um ambiente extremamente competitivo, principalmente no cenário inflacionário atual. A transmissão é uma atividade que tem uma dúzia de agentes, em constância de atuação e de sucesso nos leilões.

A quais características você atribui os bons resultados no negócio da transmissão de energia do Grupo?

Acho que temos um histórico bastante positivo de antecipação de prazo para a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) entre 12 e 18 meses. Nosso histórico de implantação é de muita eficiência. A Energisa é um grupo centenário que tem uma larga experiência de gestão de projetos. Trouxemos obviamente profissionais do setor, mas trouxemos, sobretudo, essa cultura da Energisa na implantação de grandes redes.

E de onde a Energisa controla toda essa operação de transmissão?

Temos o nosso Centro de Operação Integrado (COI) em Cataguases/MG do nosso braço de serviços  (re)energisa, que presta o serviço de operação e manutenção para todos os nossos veículos de transmissão e geração.

Colaboradores da (re)energisa sentam em estações de trabalho e analisam dados que estão no telão, à frente deles.

Como a área de transmissão se integra às estratégias do Grupo Energisa e auxilia na descarbonização?

Na transição energética, vamos ter que descontinuar muitas usinas térmicas de óleo diesel e inserir novas usinas de fontes renováveis, como solar e eólica. Para fazer essa mudança, é preciso ligar essas usinas aos centros de consumo. Só que o melhor recurso eólico e solar no Brasil está concentrado na região Nordeste, enquanto o maior volume de consumidores está nas regiões Sul e Sudeste. Então para transportar é preciso ter a estrada, que é a transmissão. Esse é um primeiro papel da transmissora neste cenário de transição energética. Além disso, uma característica das indústrias renováveis é que não há armazenamento do sol e do vento, diferente do armazenamento de água das usinas hidrelétricas. A energia solar só é gerada durante o dia, enquanto o vento é mais incidente à noite em muitas regiões no Brasil. Então as redes de transmissão se fazem necessárias para dar maleabilidade ao sistema: se há muito sol, despacha-se o máximo de energia da usina solar; quando começa a anoitecer, com o sol caindo, despacha-se o máximo da eólica com o vento soprando.

Pode nos contar algum caso de sucesso nessa trajetória da transmissão?

Temos um empreendimento no sul do Pará, uma região que era alimentada por usina térmica – um sistema isolado do ponto de vista da transmissão. Criamos um ponto de conexão de lá para a nossa distribuição do norte do Mato Grosso e do norte do Tocantins. Ou seja, no Pará, onde não temos distribuição, conseguimos criar uma interligação que fornece energia com qualidade e estabilidade para aqueles consumidores que são atendidos pela Equatorial Pará (ex-Celpa), a distribuidora local. Ficamos muito felizes pelo êxito do negócio, mas principalmente, por transformar a vida das pessoas, que é um dos propósitos da Energisa.

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À frente da Voltz, Daniel Orlean e Tiago Compagnoni contam como agrega À frente da Voltz, Daniel Orlean e Tiago Compagnoni contam como agrega

Publicada em: 12/08/2022

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À frente da Voltz, Daniel Orlean e Tiago Compagnoni contam como agregam serviços financeiros ao portfólio de uma empresa de energia

A Voltz, primeira startup do Grupo Energisa, surgiu com o propósito de promover a inclusão financeira e digital de clientes das distribuidoras do grupo que estavam fora do sistema bancário. Hoje, a fintech evoluiu para uma plataforma de serviços financeiros, que oferece desde crédito para pagamento de contas a antecipação de recebíveis, ou até mesmo soluções de crédito para empresas. Na conversa a seguir, os principais executivos da Voltz contam um pouco desta trajetória e apontam os próximos passos da empresa.

Como é o desafio de criar uma fintech no setor elétrico? 

(D.O.) Tem sido uma experiência muito gratificante, porque é exatamente nesta diferença que estamos encontrando várias oportunidades de sinergia, de exploração do ecossistema. Não só capturar, mas trazer novidades e benefícios para os clientes. O foco é sempre o de oferecer a melhor solução para o cliente, independente de canal, região ou meio de pagamento utilizado. Essa estratégia de aprendizado – com bastante ciência de dados por trás – permite oferecer soluções diferenciadas de acordo com o perfil dos clientes. Temos aprendido, dia após dia, como fazer esta alavancagem.

(T.C.) O setor elétrico é um item de primeira necessidade – energia elétrica –, tem uma recorrência, todo mundo envolvido. A Voltz, como fintech do Grupo Energisa, está dentro de um ecossistema que tem R$ 30 bilhões de receita por ano, 8 milhões de contas para 20 milhões de pessoas. Para PJs, são R$ 6 milhões pagos a 20 mil fornecedores todo ano. Então, tem a oportunidade para conta digital para pessoas física e jurídica, crédito para o cliente e os fornecedores, parcelamento de conta. Temos dados de fornecedores para fazer análises de crédito de muita qualidade. É um ecossistema muito rico.

Em geral, as startup nascem do zero, e vocês construíram a Voltz dentro da Energisa. Como foi isso? O que diferencia a Voltz de outras fintechs

(T.C.) A Voltz adota um modelo chamado de venture building. Por experiências passadas, grande parte do trabalho dos fundadores de startup é garantir o os recursos financeiros para desenvolver a empresa, gerar receita e crescer muito rápido. Uma vez estando na Energisa, conseguimos trilhar um caminho, desenhar o um plano de trabalho. São as metas que, ao serem alcançadas, nos garantem os aportes financeiros. O principal valor que vemos nesse modelo é o não-financeiro, as sinergias que estamos aproveitando. Há uma massa de clientes e fornecedores com demandas que não conheceríamos se não estivéssemos dentro da empresa. Estamos entendendo as necessidades e desenhando produtos. Há então essa parte do investimento não-financeiro e também o investimento financeiro, que de certa forma está acompanhando, e assegura o olhar no longo prazo. 

(D.O.) Quando se está dentro de um ecossistema, é possível escolher os frutos maduros para gerar receita de forma sustentável. É possível trabalhar em linhas que não são tão rápidas, mas exponenciais. Temos uma curva que cresce rápido, mas depois fica num platô um certo tempo e então é possível utilizar esta receita para gerar produtos, como por exemplo a conta digital, ou produtos que não têm custo, mas depois vão trazer outros tipos de serviços correlatos, como crédito aos nossos clientes. Isso é bem relevante nesta linha de investimentos não-financeiros. A princípio não é financeiro, mas se transforma numa economia, tanto para a Voltz como para o Grupo Energisa. Dessa forma, é possível trilhar um caminho com calma, sem ser aquele empreendedor UFC, que tem que sobreviver até o próximo round, caso contrário terá que tomar decisões que não são as melhores no longo prazo.

Como a Voltz contribui para o crescimento sustentável, diversidade e inclusão, valores tão caros à Energisa?

(D.O.) Estivemos nas semanas que antecederam a inauguração do projeto da Vila Restauração (localizada na Reserva Extrativista do alto Juruá, no Acre), apresentando a Voltz para os moradores. Esse é um dos nossos muitos papéis. Somos a fintech de um grande grupo de infraestrutura, temos soluções de cidadania, como a conta digital e o cartão pré-pago para os clientes dessas localidades, como o crédito para clientes que precisam parcelar suas contas e os produtos de antecipação para fornecedores.

E o que a Voltz tem de novo para mostrar para essa população?

(D.O.) A Voltz nasceu dedicada a incluir financeiramente clientes do ecossistema de distribuição de energia através da abertura de contas digitais para pessoas físicas e jurídicas. Evoluímos para uma plataforma de serviços financeiros que oferece cartão de crédito (virtual e físico), crédito para pagamento de contas, antecipação de recebíveis e até soluções de crédito em operações estruturadas de fusões e aquisições, algumas trazidas por instituições parceiras, fazendo do aplicativo um marketplace financeiro, como a Magalu, a Amazon são no varejo. É uma posição privilegiada, em sinergia completa com um grupo forte como a Energisa, que atua em 11 estados brasileiros e detém 8,2 milhões de clientes cativos, em mais de 800 municípios, metade deles sem agências bancárias. Qual fintech pode dizer que tem mais de 800 agências no país? Em seu curto tempo de operação, a Voltz já operou, por suas plataformas, mais de R$ 500 milhões em crédito para fornecedores, originando desde a antecipação de recebíveis já performados até a concessão de crédito para cadeia de suprimentos com garantia de contratos futuros.

E como a Voltz se relaciona com os clientes da Energisa?

(T.C.) A Voltz atua no combate à inadimplência no Grupo Energisa, oferecendo crédito a clientes que têm contas de energia atrasadas. Por ser uma concessionária, a Energisa não pode oferecer parcelamento em prazos além do previsto pelas regras do setor, mas na Voltz, nós podemos parcelar a conta em até 24 vezes, fazendo caber no bolso do cliente. Desde que lançou seu produto de crédito para pagamento de contas em atraso, a Voltz, tem fechado uma média de 100 operações de crédito por dia, com tíquete médio de cerca de R$ 1.100,00. A parceria tem benefícios para os dois lados: a Voltz passa a ter acesso à carteira de clientes da distribuidora e o Grupo pode oferecer a seus clientes alternativas de crédito.

Como a Voltz pretende oferecer os seus serviços para outras companhias?

(T.C.) O que começou como um projeto de cunho mais interno acabou tomando um tamanho maior diante das oportunidades que se abriram. Nossa meta agora é ser a fintech de escolha de outras empresas do setor de utilities (como são conhecidas as fornecedoras de serviços básicos, como energia, água e gás). Por ser independente da Energisa, o nosso modelo de negócios permite a comercialização da plataforma com outras companhias. Já estamos em conversas preliminares com outras utilities, sobretudo dentro das áreas de concessão da Energisa. E a recepção da ideia tem sido positiva, porque estamos na frente e podemos desenvolver ofertas escaláveis.

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Energisa reafirma seu compromisso com a re-evolução energética Energisa reafirma seu compromisso com a re-evolução energética

Publicada em: 04/08/2022

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Energisa reafirma seu compromisso com a re-evolução energética

A transformação energética global está em curso e a Energisa quer ser protagonista nesta fundamental mudança para o planeta. Em entrevista ao jornal O Globo, Ricardo Botelho, CEO do Grupo, defende que o Brasil aproveite seu potencial no aproveitamento de fontes limpas de energia para ser protagonista da transição energética. Para ele, o país tem potencial de atrair indústrias dispostas a produzir produtos sustentáveis para consumo interno e exportação.

Ele considera o lançamento da marca (re)energisa uma importante iniciativa do Grupo para se alinhar ao movimento de transição energética do país. Com o objetivo de renovar ideias e conceitos no setor, a (re)energisa pretende reafirmar o compromisso do Grupo com o futuro e a parceria com os clientes, ajudando-os no que chama de “re-evolução” energética dos seus negócios.

Confira abaixo as principais falas de Botelho ao jornal O Globo:

 

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