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‘Caça Tempestades’: Grupo Energisa debate mudança climática com Ernest ‘Caça Tempestades’: Grupo Energisa debate mudança climática com Ernest

Publicada em: 17/12/2025

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 Sustentabilidade

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Amazonas

‘Caça Tempestades’: Grupo Energisa debate mudança climática com Ernesto Paglia

A força dos temporais na Amazônia impõe desafios únicos à transmissão e à distribuição de energia elétrica. Esse é o ponto de partida da série documental Caça Tempestades – Amazônia, produção do Grupo Storm, com roteiro e direção de Iara Cardoso, que ganhou destaque em uma sessão especial realizada em Cataguases, cidade onde nasceu a Energisa, patrocinadora do projeto.

A série, que teve uma versão reduzida exibida no Fantástico e está disponível na íntegra no History Channel e no History 2, investiga fenômenos extremos em uma das regiões mais sensíveis do planeta às mudanças climáticas. Durante o encontro, o público também conheceu um spin-off exclusivo produzido para a Energisa, desenvolvido a partir da série original e voltado especialmente para os desafios enfrentados pela companhia na Amazônia.

Apresentada por Ernesto Paglia e pelo cientista Osmar Pinto Júnior, Caça Tempestades – Amazônia acompanha, ao longo de quatro episódios, uma expedição de 30 dias em busca de tempestades em tempo real. O objetivo é investigar a ocorrência de super-raios e compreender como as mudanças climáticas impactam comunidades locais, ecossistemas e infraestruturas essenciais.

A exibição foi seguida de uma conversa entre Ernesto Paglia e a diretora da obra, Iara Cardoso, com o diretor-presidente da Energisa Minas Rio, Eduardo Mantovani, mediada pelo diretor técnico e comercial da distribuidora, Rodolfo Pinheiro. O diálogo aprofundou os aprendizados da expedição e os desafios de garantir energia segura em uma região marcada por eventos climáticos extremos.

Um olhar exclusivo sobre a atuação da Energisa na Amazônia

Produzido especialmente para a Energisa, o spin-off é composto por 3 episódios que aprofundam a relação entre os fenômenos climáticos extremos e a operação do sistema elétrico na Amazônia. A série derivada mostra como a rede de distribuição e transmissão está inserida em meio à floresta, evidenciando os riscos, as estratégias de prevenção e os investimentos necessários para manter o fornecimento de energia mesmo diante de tempestades intensas.

Os episódios do spin-off destacam situações reais vivenciadas pela companhia, como a incidência de raios sobre linhas e torres de transmissão, os impactos de ventos fortes e chuvas intensas e o uso de tecnologia e inteligência operacional para reduzir falhas e restabelecer o serviço com segurança. O conteúdo também reforça a importância do planejamento, da inovação e do investimento contínuo para lidar com os efeitos das mudanças climáticas em uma região estratégica para o país e para o equilíbrio ambiental global.

Reconhecimento internacional e debate climático

O documentário Caça Tempestades – Amazônia tem conquistado reconhecimento no circuito internacional de cinema. A produção foi indicada na categoria Melhor Documentário de Longa-Metragem no London International Film Festival, com cerimônia prevista para março de 2026, além de receber Menção Honrosa no Awareness Film Festival, em Los Angeles, e indicação no 37º Girona Film Festival, na Espanha.

A Amazônia reúne uma combinação singular de fatores geográficos, climáticos e atmosféricos que favorecem a ocorrência de tempestades intensas, raios e ventos fortes. Com as mudanças climáticas, a tendência é de aumento na frequência e na intensidade desses eventos, ampliando os desafios para levar energia de forma segura e contínua à população. A série aborda esses impactos e explora, ainda, a relação entre o desmatamento e a intensificação dos temporais.

O patrocínio ao projeto Caça Tempestades reflete o compromisso do Grupo Energisa com o desenvolvimento e a valorização da Amazônia, uma região essencial para o equilíbrio climático global e onde a companhia está presente”, afirma Eduardo Mantovani. “Debater esse tema com quem acompanhou de perto essa expedição amplia a troca de experiências e a compreensão dos desafios enfrentados na nossa área de concessão.”

Nas áreas de atuação da Energisa na Região Amazônica, são registradas cerca de 15 milhões de descargas atmosféricas por ano, segundo o Grupo Storm. Inserida em meio à floresta, a operação do sistema elétrico exige soluções robustas, tecnologia e investimentos contínuos para mitigar os impactos dos temporais. Em 2025, o Grupo Energisa investiu R$ 6,2 bilhões para garantir energia segura e confiável à população, incluindo ações voltadas à adaptação aos eventos climáticos extremos.

Quatro grandes caçadas pela Amazônia

Ao longo da expedição, a equipe utilizou drones, estações meteorológicas e outras tecnologias avançadas para registrar os fenômenos naturais que moldam a Amazônia e influenciam a vida e a cultura das populações locais.

No episódio Caçada pelo ar, o foco é o registro de um super-raio, fenômeno raro com mil vezes mais energia que um raio comum. Em Caçada pelo rio, a expedição investiga a formação de fulguritos e passa pelo Arquipélago de Anavilhanas, região com a maior densidade de raios do Brasil. Já Caçada pela cidade analisa os impactos das descargas elétricas em áreas urbanas como Manaus. O último episódio, Caçada pela floresta, aprofunda o olhar sobre como tempestades extremas influenciam o equilíbrio climático global e a cultura dos povos da floresta.

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Energisa arremata lote 12 no leilão de transmissão da ANEEL Energisa arremata lote 12 no leilão de transmissão da ANEEL

Publicada em: 04/07/2022

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 Energisa 5D

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Amazonas

Energisa arremata lote 12 no leilão de transmissão da ANEEL

A Energisa arrematou o lote 12 durante o Leilão de Transmissão 01/2022 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), realizado nesta quinta-feira, 30 de junho. O empreendimento localizado no Amazonas tem investimento previsto pela ANEEL de R$ 209,7 milhões na construção de uma linha de transmissão de 13 quilômetros, em 48 meses, para atendimento na região metropolitana de Manaus.

“O Grupo mantém seu compromisso na diversificação dos negócios no segmento de transmissão, com vistas a ser um ecossistema de serviços de energia preparada para a transição energética. Vamos melhorar a infraestrutura entregando mais capacidade e segurança na transmissão do Sistema Interligado Nacional (SIN) e mais retorno para nossos acionistas”, ressalta Gabriel Mussi, diretor-presidente de Geração e Transmissão de Energia.

Atualmente a empresa tem em seu portfólio 3.212 quilômetros de linhas de transmissão, o que equivale à distância entre as capitais do Brasil e do Equador, além de projetos em construção nos estados de Tocantins, Amazonas e Amapá.

Este é o nono lote de transmissão da Energisa adquirido desde 2017. No mês passado, a empresa concluiu o processo de aquisição da Gemini Energy por R$ 803 milhões, abrangendo três concessões de transmissão nos estados do Pará, Amapá, Rio de Janeiro e São Paulo, totalizando quase 1.500 quilômetros de linhas de transmissão e oito subestações, com capacidade instalada de 6.700 MVA.

“Somos reconhecidos pela excelência na operação e manutenção de linhas de transmissão e subestações. Estamos levando essas características para todos os projetos, independentemente da fase ou da região em que estejam”, complementa Mussi.

A compra faz parte da estratégia da Energisa em diversificar seus negócios investindo em transmissão de energia, geração distribuída e centralizada, soluções energéticas e comercialização de energia no mercado livre.

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