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Entrevista: inovar é a chave para resolver os problemas dos clientes Entrevista: inovar é a chave para resolver os problemas dos clientes

Publicada em: 27/10/2021

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Entrevista: inovar é a chave para resolver os problemas dos clientes

A tecnologia é a base para uma atuação responsável, que respeite o meio ambiente e tenha o cliente como ponto central das estratégias. Na Energisa, esse pensamento está enraizado em uma cultura de inovação, que vem desde a fundação da companhia, há 116 anos. 

Para Lucas Pinz, diretor de Inovação e Planejamento Estratégico da Energisa, somente o investimento contínuo em novas tecnologias pode garantir um atendimento pleno ao cliente. Para isso, é fundamental que a empresa foque seus esforços de inovação na resolução dos problemas dos consumidores. 

Em entrevista ao Portal Juntos, Pinz falou sobre a tradição inovadora da Energisa, meio ambiente e digitalização e transição elétrica. Confira os principais trechos da conversa: 

Qual é a importância da inovação para a Energisa? 

A Energisa é uma empresa de 116 anos que se reinventou muitas vezes, que está sempre na frente e que tem o desafio de fazer esse movimento de forma sustentável. A inovação é um dos nossos valores, reforçado pela renovação e a transformação do setor elétrico. Atualmente, inovar é ainda mais importante, pois a sociedade vivencia um momento de transição tecnológica. Temos visto mudanças com a introdução de novas tecnologias de geração, transmissão e distribuição, além de mudanças no comportamento do consumidor proporcionadas pela digitalização.

Qual é o perfil desse novo consumidor?

Ele é cada vez mais digital, mais conectado. Num ambiente que passará por mudanças regulatórias no futuro e será mais competitivo, o cliente terá mais opções, por isso sabemos da importância de nos posicionarmos primeiro.

Como atender esse novo cliente mais conectado e informado? 

A maior parte das inovações desenvolvidas pela Energisa é focada na experiência dele, para aumentar o seu engajamento. Buscamos inovações que resolvam os problemas dos nossos clientes. A Voltz, primeira fintech do setor elétrico, é um exemplo disso. A startup surgiu dentro da Energisa a partir de um projeto para reduzir a inadimplência. A ideia foi tão boa que acabou virando um negócio, que tem o potencial de ajudar milhares de pessoas a planejar melhor sua vida financeira.  

Em campo, como o incentivo à inovação se reflete em melhorias para o cliente? 

Além da relevância que damos às novas demandas dos nossos clientes, também sabemos da importância de acompanhar de perto as mudanças climáticas. Nesse contexto, estão temas como a alteração do regime de chuvas e o seu efeito na vida do consumidor de energia. A tecnologia pode, por exemplo, ajudar a antever determinados eventos climáticos. Hoje, já contamos com recursos de inteligência artificial (IA) que otimizam processos de manutenção na rede e permitem que os trabalhos das equipes de campo sejam planejados de acordo com os eventos climáticos. Em Tocantins, por exemplo, fazemos o controle de raios para ver o impacto nos transformadores, que são ativos críticos na distribuição.

A tecnologia também ajuda na área social, outro grande foco da Energisa? 

Sim, isso já tem acontecido. Por exemplo, com inovações que possibilitaram a implantação de projetos como o Ilumina Pantanal (instalação de um sistema de geração solar fotovoltaica e armazenamento em baterias que beneficiou 2.090 famílias) e a Vila Restauração (parceria entre Energisa Acre e a Alsol que levou energia limpa e contínua à comunidade ribeirinha por meio de um sistema que inclui geração solar fotovoltaica e armazenamento de energia). Ambos valorizam os aspectos ambientais e sociais e foram viabilizados graças a investimentos em inovação.

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Colaboradores da Energisa participam de curso ministrado por Harvard Colaboradores da Energisa participam de curso ministrado por Harvard

Publicada em: 19/10/2021

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Colaboradores da Energisa participam de curso ministrado por Harvard

Vinte colaboradores da Energisa foram selecionados para participar de uma turma online exclusiva do curso Disruptive Strategy da Harvard Business School. O projeto surgiu após o CEO da Energisa, Ricardo Botelho, participar do curso e perceber a importância de seu conteúdo para profissionais de diversas áreas. 

A expectativa dos selecionados está alta: “Estou ávida para consumir todo esse conteúdo de estratégia, de inovação, e de como a gente poderá aplicar no nosso dia a dia para aplicar ainda mais valor para os nossos clientes, além de compartilhar o aprendizado com o time”, disse Juliana Veneziani, Coordenadora de Experiência da Marca.

Ana Cristina Faria, analista de desenvolvimento, está ansiosa para aprender técnicas e habilidades sobre inovação em uma das melhores universidades do mundo. “Vai agregar e muito na experiência dos nossos clientes dos canais digitais”.

Para o analista de sistemas Carlos Eduardo Campello o curso ajudará a compreender as necessidades dos clientes: “Entendo ser a chave para uma solução inovadora, ao mudar a forma de trabalhar e oferecer sistemas com funcionalidade mais simplificada e eficiente”.

Já Pollyana Moura, analista de suprimentos, está ansiosa para agregar a bagagem que a Energisa oferece com o que aprenderá no curso: “Tenho certeza que iremos despontar no quesito inovação”.

O especialista em inovação Wendell Teixeira acredita que o curso ajudará a alavancar seu desenvolvimento profissional e pessoal. “E eu espero profundamente retribuir somando forças para continuar o desenvolvimento do setor elétrico brasileiro”.

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Brasil já tem meia Itaipu em sistemas de geração solar instalados Brasil já tem meia Itaipu em sistemas de geração solar instalados

Publicada em: 19/10/2021

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Brasil já tem meia Itaipu em sistemas de geração solar instalados

As placas de energia solar fotovoltaicas instaladas em telhados, fachadas de residências, comércios, indústrias, produtores rurais e prédios públicos brasileiros já geram 7 GW de potência, segundo mapeamento da Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica). Essa potência equivale à metade da geração de energia da usina hidrelétrica da Itaipu, localizada em Foz do Iguaçu (PR).

Segundo o levantamento da Absolar existem mais de 611 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede elétrica brasileira, em mais de 765 mil unidades consumidoras. Somente neste ano os brasileiros investiram R$ 35,6 bilhões.

Atualmente a tecnologia está presente em 5.369 municípios, com destaque para Minas Gerais, que gera 1.304 MW, São Paulo, com 888 MW, e Rio Grande do Sul, 849 MW.

O presidente da associação, Ronaldo Koloszuk, projeta que este ano a geração de energia solar crescerá 100% no Brasil e destaca a existência de linhas de financiamento que ajudam a investir na tecnologia que ainda é cara, mas tem retorno rápido e é uma das mais sustentáveis a disposição.

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Vendas de veículos elétricos crescem 83% no Brasil Vendas de veículos elétricos crescem 83% no Brasil

Publicada em: 19/10/2021

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Vendas de veículos elétricos crescem 83% no Brasil

De janeiro a setembro foram comercializados no Brasil 1.544 veículos elétricos, segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), que apontam crescimento de 83% sobre as 842 unidades vendidas no mesmo período de 2020. Deste volume 1.423 foram automóveis e 121 foram caminhões elétricos.

Ainda foram vendidos 22.730 modelos híbridos, aqueles que são movimentados por um motor elétrico com auxílio dos tradicionais propulsores a combustão, alimentados por gasolina ou etanol. As vendas de híbridos cresceram 20% de janeiro a setembro com relação aos nove primeiros meses do ano passado.

Mas quais são as diferenças entre os chamados veículos eletrificados, que contam com auxílio de motor e bateria?

HEV – Veículo Híbrido Elétrico

Os veículos híbridos reduzem a emissão de CO2 na atmosfera por combinar a propulsão com motores elétricos e a combustão. Até determinada velocidade rodam apenas com o elétrico; passado este limite, o motor a combustão começa a funcionar.

Além dos dois motores conta com uma bateria, que é recarregada tanto pelo motor elétrico quanto na frenagem, graças ao KERS, sistema de recuperação de energia cinética.

Por se tratar de uma tecnologia mais antiga, é o tipo de veículo a bateria mais popular nas ruas. No Brasil existem veículos híbridos flex, que podem ser abastecidos também com etanol.

BEV – Veículo Elétrico a Bateria

Estes são considerados os veículos 100% elétricos: funcionam somente com um, ou mais, motores elétricos que são alimentados pela bateria. Esta é recarregada na rede elétrica, por meio de recarregadores rápidos, ultrarrápidos e até em tomadas comuns, dependendo do modelo. Também fazem uso do KERS, que ajuda a aumentar a autonomia em grandes cidades, por exemplo, onde o tráfego tem mais paradas.

Não emitem nenhum gás poluente, não possuem escapamento e são, atualmente, os veículos mais baratos no uso, pois o custo da energia elétrica é bem menor do que o dos combustíveis líquidos, como etanol, gasolina ou diesel. Os preços mais elevados destes modelos, porém, ainda impedem sua maior adoção no Brasil.

Costumam dizer por aí que a autonomia é um impeditivo para os carros elétricos, pois não há estrutura de recarga adequada nas estradas. Atualmente, porém, eles são capazes de rodar mais de 300 quilômetros com a mesma carga – mais quilômetros do que a média percorrida por um usuário brasileiro durante uma semana.

PHEV – Veículo Híbrido Plug-in

Os veículos híbridos plug-in são uma mistura dos HEV com os BEV: possuem motor a combustão, motor elétrico e baterias que podem ser recarregadas na tomada.

A diferença deles para os híbridos comuns, além do recarregamento por cabo, é que o motor a combustão é uma espécie de extensor de autonomia: quando acaba a bateria ele é acionado e o veículo passa a consumir o combustível líquido, gasolina ou etanol.

Uma solução para quem precisa de mais autonomia, ou por morar em uma cidade ou trabalhar em outra, ou por pretender fazer longas viagens e não encontrar estrutura de recarga no percurso.

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