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Consumo de energia no Brasil recua pelo segundo mês seguido Consumo de energia no Brasil recua pelo segundo mês seguido

Publicada em: 17/12/2021

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Consumo de energia no Brasil recua pelo segundo mês seguido

Pelo segundo mês consecutivo o Brasil apresentou recuo no consumo de energia elétrica, segundo os dados preliminares divulgados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Foram consumidos 64.242 megawatts médios em novembro, 1,3% abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado.

A CCEE credita essa redução à queda de 5,5% no consumo do mercado regulado, onde estão as pequenas empresas e residências. Ele consumiu 41.366 MW médios e o mercado livre, onde estão as indústrias e shopping centers, demandou 22.876 médios, crescimento de 7,2%.

Este crescimento, porém, é influenciado por movimentos de migração entre os dois mercados. Se desconsiderar esse deslocamento dos últimos doze meses, segundo a CCEE, o consumo no regulado teria caído 3,4% e o no livre crescido 3%.

Outro fator que colabora são os painéis fotovoltaicos instalados em empreendimentos comerciais e residenciais: não fosse eles o ambiente no mercado regulado teria apresentado redução de 4,3%.

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Energisa diversifica para ser um ‘one-stop shop’ de energia Energisa diversifica para ser um ‘one-stop shop’ de energia

Publicada em: 09/12/2021

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Energisa diversifica para ser um "one-stop shop" de energia

O Grupo Energisa irá investir R$ 29,5 bilhões de reais nos próximos cinco anos. O anúncio foi feito pelo CEO Ricardo Botelho, durante o Energisa Digital Day, evento público realizado para o mercado financeiro com o objetivo de divulgar informações sobre a situação econômico-financeira e projetos da companhia.

A área de distribuição ficará com a maior parte dos recursos, 53%, porém, essa fatia é menor do que a registrada no último ciclo de investimentos, quando a distribuição ficou com 84% dos aportes. O restante dos investimentos será aplicado no setor de geração e em novos negócios relacionados à transição energética.

No segmento de geração distribuída, que abrange a energia solar, a meta é aumentar de 77 MW para 460 MW a capacidade de geração da Alsol, empresa de energia limpa que faz parte do grupo. Os planos são de construir 150 parques solares até 2024, sendo que 40 serão entregues em 2022. Para isso, os investimentos devem ultrapassar a marca de R$ 2,2 bilhões.

A Energisa também entrará no mercado de biogás. Os planos são de fazer parcerias com produtores rurais e aproveitar os resí­duos orgânicos da produção para produzir energia e biometano. Com esse movimento em direção a outros negócios, a expectativa é de que a participação da distribuição no EBITDA (lucro antes de juros, impostos depreciação e amortização) passe de 92% para até 75%.

Num futuro próximo, o Grupo pretende se tornar um fornecedor de soluções integradas de energia para seus clientes, sejam eles comerciais ou residenciais, ou seja, uma espécie de ‘one-stop shop’ do setor elétrico. E sempre alinhando a estratégia com a sustentabilidade e com o compromisso de liderar a agenda da transição energética. 

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Geração de energia solar supera os 4 GW no Brasil Geração de energia solar supera os 4 GW no Brasil

Publicada em: 25/11/2021

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Geração de energia solar supera os 4 GW no Brasil

A geração de energia solar por usinas fotovoltaicas de grande porte superaram os 4 GW de potência operacional, segundo levantamento da ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica). Estes empreendimentos equivalem a 2,2% da matriz elétrica do País, geram mais de 120 mil empregos e somam mais de R$ 21,3 bilhões em investimentos desde 2012.

As usinas solares são a sexta maior forte de geração de energia no Brasil, com presença em nova estados brasileiros: Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins.

Para o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauia, o avanço deste tipo de geração de energia é fundamental para o desenvolvimento econômico, social e ambiental do Brasil, além de reduzir a pressão sobre os recursos hídricos e sobre o valor na conta de luz da população.

“As usinas solares de grande porte geram eletricidade a preços até dez vezes menores do que as termelétricas fósseis emergenciais ou a energia elétrica importada de países vizinhos atualmente, duas das principais responsáveis pelo aumento tarifário sobre os consumidores”, afirmou.

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Energisa chega à metade do plano de substituição de usinas a óleo dies Energisa chega à metade do plano de substituição de usinas a óleo dies

Publicada em: 19/11/2021

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Rondônia

Energisa chega à metade do plano de substituição de usinas a óleo diesel em Rondônia

No mês que líderes mundiais debatiam ações para redução da poluição no mundo durante a Conferência das Nações Unidas para o Clima, a Energisa cumpriu mais uma etapa do seu projeto de descarbonização. Apenas em novembro, a empresa colocou em operação mais duas subestações de energia, permitindo a desativação de duas usinas a óleo diesel em Rondônia, um dos quatro estados da Amazônia Legal onde o Grupo Energisa atua. 

Cujubim e Vale do Anari são pequenos municípios do estado, com população estimada total de 37 mil pessoas, mas que juntas eram responsáveis pela emissão de 36 mil toneladas de CO₂ por ano. Filipe Lima, gerente de obras de Alta Tensão da Energisa em Rondônia, afirma que esse é um importe passo no desenvolvimento da região e com sustentabilidade. “Estamos nos preparando para em dezembro desligar a térmica de Buritis, a maior termoelétrica do estado e que consume 24 milhões de litros de óleo por ano. Equivale a encher o tanque de uma caminhonete mais de 300 mil vezes. Esses municípios não serão mais dependente do combustível para as usinas funcionarem. Agora a energia que chega a suas casas tem a mesma qualidade e a mesma origem dos grandes centros”, disse.

Lima explica que a olho nu, uma subestação de energia aparenta ser apenas uma edificação repleta de equipamentos elétricos de alta voltagem responsável por adequar a energia ao nível adequado para consumo na cidade. Porém, para o meio ambiente é a possibilidade de fornecer energia elétrica milhares de famílias, mas com menos impactos ambientais. O investimento nos três pequenos municípios são de R$ 73 milhões investidos na construção das subestações e do linhão de cerca de 200 km que integra os municípios ao Sistema Interligado Nacional também traz mais segurança energética para as comunidades. “Apesar de ter apenas cerca de 21 mil clientes, as novas subestações tem capacidade instalada para distribuir energia para 75 mil casas populares. Segundo Lima, o projeto foi planejado para atender a necessidade atual e o crescimento futuro da região. 

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020, Cujubim é o segundo município de Rondônia com maior produção de peixe, especialmente o Tambaqui. Além de plantações de soja, milho, café, mandioca e pecuária de gado. “A energia gera desenvolvimento na cidade e no campo. Estamos vendo a economia e a vida das pessoas se transformarem nos municípios que já foram integrados ao SIN. Com Cujubim também será assim”, destacou Oliveira.

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