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O que é Tarifa Social

de Energia Elétrica?

Também chamada de Baixa Renda, é um benefício do Governo Federal que concede desconto na conta de luz para famílias com menor renda.

Essa iniciativa garante acesso à energia elétrica com mais justiça e dignidade para milhões de brasileiros.

A novidade é que agora os descontos podem chegar até 100%, dependendo do consumo mensal.

Para entender melhor, confira as informações abaixo e descubra se você também tem esse direito.

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Plano de Comunicação

Acompanhe abaixo nosso compromisso com uma comunicação transparente e ágil

Plano de Contingência

Clique para acessar o documento com procedimentos, responsabilidades e fluxos de ação emergenciais

Plano de Manejo

Clique para acessar nosso documento detalhado para prevenção segura da rede elétrica

Plano de Comunicação

Nos últimos anos, o Brasil tem enfrentado cada vez mais tempestades fortes, ventos intensos, calor extremo e outros eventos climáticos severos. Esses fenômenos podem derrubar árvores, danificar redes elétricas e causar longos períodos sem energia. 

Para reduzir esses impactos e melhorar a resposta das distribuidoras em situações de crise, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) criou a Resolução Normativa 1.137/2025. O objetivo é tornar o sistema elétrico mais resistente, mais rápido na recuperação e mais transparente com a população. 

Ou seja, a resolução foi criada para proteger os consumidores, reduzir o tempo sem energia e garantir que todos sejam informados com clareza durante situações críticas. É um passo importante para enfrentar os novos desafios climáticos, manter a rede elétrica funcionando com mais segurança e eficiência e deixar os consumidores cientes do que está acontecendo 

Como isso já faz parte da Energisa? 


Há mais de uma década, a empresa vive essa realidade e se prepara continuamente para atuar em cenários extremos. 

Em 2011, quando Nova Friburgo (RJ) sofreu uma das maiores tragédias climáticas da história, a Energisa enfrentou, na prática, um evento para o qual o mundo ainda não estava pronto. A partir dali, a empresa entendeu que a mudança do clima seria permanente e acelerou sua evolução. Desde então, passou a adotar:

  • Planos de contingência sofisticados envolvendo todas as áreas da empresa;

  • Centros de monitoramento climático e tecnológico funcionando 24h com a criação de uma plataforma de monitoramento pioneira entre as distribuidoras de energia do país;

  • Ações antecipatórias baseadas em análises meteorológicas e geográficas;

  • Equipes altamente treinadas para operar em todos os biomas do Brasil;

  • Comunicação ativa com consumidores, poder público, imprensa e Defesa Civil;

  • Testes regulares e constantes melhorias operacionais e de comunicação;

  • Transparência total em informações ao cliente, inclusive durante crises. 

Essas práticas fizeram com que a Energisa se tornasse referência nacional na resposta a eventos climáticos severos. Mesmo durante períodos de contingências intensas, pesquisas mostraram que a satisfação dos clientes se mantém estável, demonstrando confiança e reconhecimento. 

Como fazemos?

    • A Energisa adota uma estratégia de comunicação baseada na transparência, na agilidade e na clareza. Nosso objetivo é garantir que todas as pessoas – consumidores, poder público e mídia – recebam informações confiáveis sobre possíveis riscos, falta de energia, previsão do retorno do fornecimento e ações que estão sendo tomadas pela distribuidora sempre de forma simples e de fácil entendimento. 

      Como comunicamos riscos e situações críticas?

      Quando existe possibilidade de chuva forte, ventos intensos, raios, calor extremo ou qualquer fator que possa afetar a rede elétrica, avisamos a população com antecedência, sempre que possível.  
      Esses avisos incluem orientações de segurança, áreas que podem ser afetadas e onde buscar mais informações. 

      Em caso de falta de energia, informamos:

      • o que aconteceu;

      • localidades afetadas;

      • quais equipes estão atuando;

      • quais áreas estão sendo atendidas primeiro;

      • quando o serviço deverá ser normalizado, caso já tenhamos previsão. 

      Nosso compromisso é atualizar essas informações conforme a evolução do processo de restabelecimento de energia, especialmente durante situações mais severas. 

      Como comunicamos ações e medidas de contingência?

      Quando há risco de incidente, ou evento climático extremo, ativamos nossos planos de contingência, onde constam todas as ações que devem ser colocadas em prática, de acordo com o nível da ocorrência climática. Isso inclui reforço de equipes, cuidados extras com a rede e integração com órgãos públicos.  
      Todas essas medidas são comunicadas ao público de forma direta e objetiva, mostrando o que está sendo feito para reduzir impactos e garantir a segurança de todos. 

      Estrutura do Plano 

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      Nessa nova versão do Plano, iniciada no ano passado, toda a estrutura de contingência passou a ter um olhar de comunicação proativa e utilidade pública

      Nossa linha editorial

      Usamos uma linguagem clara, simples e acessível, evitando termos técnicos sempre que possível.  
      Nossa comunicação é de forma:

      • responsável, trazendo apenas informações confirmadas;

      • educativa, orientando sobre segurança e prevenção;

      • proativa, informando antes de ser perguntado, especialmente em riscos climáticos. 

      Direcionamento para diferentes públicos

      Adaptamos a forma de comunicação conforme o público:

      • Consumidores em geral: atualizações, orientações e informações de segurança.

      • Consumidores essenciais (como hospitais): comunicação antecipada e direta em caso de risco.

      • Poder Público e Defesa Civil: informações técnicas e alinhamento de ações.

      • Imprensa: dados oficiais, notas e detalhes operacionais.

      • Colaboradores: mensagens internas para garantir alinhamento e consistência. 

      Por que fazemos isso

      Nosso propósito é manter a população informada, segura e tranquila mesmo em momentos de maior instabilidade climática ou operacional. Uma comunicação clara e responsável reduz riscos, orienta melhores decisões e fortalece a confiança entre a distribuidora e a sociedade. 

    A estratégia de comunicação contempla todos os públicos que precisam de informação rápida, segura e alinhada durante eventos climáticos, operacionais ou emergenciais. 

    Consumidores em geral

    Representam a maior parte dos usuários e precisam de informações objetivas sobre:

    • falta de energia;

    • riscos climáticos;

    • previsão de restabelecimento;

    • canais de atendimento;

    • orientações de segurança em situações adversas. 

    Consumidores críticos e essenciais

    Incluem hospitais, unidades de saúde, sistemas de água, telecomunicações, órgãos de segurança e clientes dependentes de energia para sobrevivência.  
    Para esse grupo, a comunicação é:

    • antecipada;

    • personalizada;

    • com prioridade e detalhamento técnico;

    • acompanhada de contatos diretos em caso de risco. 

    Poder público (prefeituras, governos e órgãos federais)

    Fornecemos informações técnicas essenciais para decisões de mobilização:

    • atualização sobre áreas afetadas;

    • impactos em serviços essenciais;

    • reforço de equipes em campo;

    • riscos estruturais na região. 

    Órgãos de Defesa Civil e Corpo de Bombeiros

    A comunicação com esses órgãos é contínua e integrada:

    • troca de dados em tempo real;

    • alinhamento sobre áreas de risco, quedas de árvores, alagamentos e deslizamentos;

    • definição de ações combinadas para proteger a população. 

    Imprensa

    Garantimos que veículos de comunicação recebam:

    • notas oficiais atualizadas;

    • posicionamento institucional;

    • dados operacionais;

    • entrevistas com porta-vozes treinados e autorizados. 

    Forças de segurança

    São informadas sobre:

    • locais interditados;

    • riscos de cabos rompidos;

    • áreas onde há equipes trabalhando;

    • ações combinadas de segurança viária e patrimonial. 

    Colaboradores

    O público interno precisa estar alinhado e atualizado, pois representa a Energisa no atendimento ao cliente.  
    Recebem:

    • boletins diários durante eventos críticos;

    • orientação sobre condutas;

    • alinhamento de mensagens;

    • informações sobre prioridades operacionais. 

    A comunicação segue um fluxo estruturado, que garante precisão, agilidade e uniformidade de informações.

    Fluxo simplificado

    1. Monitoramento detecta risco ou falta de energia (sensores, sistemas climáticos, centro de operações).
    2. Ocorrência é validada tecnicamente.
    3. Comunicação recebe dados oficiais.
    4. Mensagem é formatada e aprovada conforme o nível de criticidade de cada situação.
    5. Canais oficiais são acionados.
    6. Informações são atualizadas até a normalização.

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    Critérios de ativação

    Os protocolos são acionados quando há:

    • eventos climáticos severos;
    • riscos à população;
    • falhas na rede com grande impacto;
    • ocorrências que podem gerar desinformação;
    • necessidade de reforço de equipes ou acionamento de contingências.

     

    Prazos

    Primeira comunicação: até 15 minutos após validação técnica, limitando-se a uma hora, onde será disponibilizada e melhor informação que se dispuser no momento.

    Atualizações: variam conforme a gravidade (mínimo de 30 a 60 minutos em eventos severos).

     

    Escalonamento interno

    Nível 1: eventos locais – gestão regional coordena.

    Nível 2: eventos regionais – envolvem gerências e comunicação corporativa.

    Nível 3: eventos críticos – acionam diretoria e comitês estratégicos.

    Nível 4: eventos severos – acionam diretoria e comitês estratégicos. 

    A distribuidora utiliza múltiplos canais, oferecendo informações rápidas e acessíveis para todos os públicos. 

    Canais externos de atendimento ao cliente

    • Site institucional (www.energisa.com.br): mapas de interrupção, alertas climáticos e notícias.

    • Aplicativo – Energisa On: acompanhamento do fornecimento por endereço, notificações e registro de ocorrências.

    • SMS e WhatsApp Gisa: alertas emergenciais, previsões e orientações.

    • Redes sociais @energisa: atualizações frequentes, vídeos e orientações de segurança.

    • E-mail: usado para conteúdos detalhados, comunicados a grupos específicos e consumidores essenciais.

    • Imprensa: notas, entrevistas e boletins de situação.

    • Postos de atendimento físico: orientações presenciais, materiais informativos e mensagens padronizadas. 

       

    Canais internos

    • Intranet corporativa

    • Comunicados internos

    • Briefings para equipes de campo

    • Rádio corporativa

    • Canais de voz/Teams para alinhamentos rápidos 

    Mensagens críticas precisam ser seguras, claras e completas. 

    Tipos de mensagens

    • Aviso preventivo: quando há possibilidade de eventos climáticos agressivos.

    • Alerta de risco: quando o evento se torna iminente.

    • Informação sobre interrupção: motivo, área afetada e previsões.

    • Emergência: riscos à população, orientações de segurança.

    • Atualização: status, ações em curso, evolução dos reparos.

    • Normalização: confirmação do restabelecimento. 

     

    Conteúdo obrigatório

    Toda mensagem deve incluir:

    • o que aconteceu;

    • local/área afetada;

    • medidas adotadas pela distribuidora;

    • previsões de normalização (se houver);

    • orientações de segurança;

    • canais oficiais para acompanhamento. 

    Periodicidade

    • Eventos severos: 30 - 60 minutos entre atualizações.

    • Eventos moderados: conforme evolução, sem ultrapassar 2 horas. 

     

    Modelos pré-formatados

    Existem templates prontos para:

    • Previsões meteorológicas;

    • tempestades;

    • ventos fortes;

    • raios e descargas atmosféricas;

    • calor extremo;

    • quedas de árvores;

    • falhas sistêmicas. 

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    Pré-crise

    • Alertas meteorológicos preventivos.

    • Recomendações de segurança.

    • Avisos especiais a consumidores essenciais.

    • Alinhamento com prefeituras e Defesa Civil.

    • Reforço de equipes anunciado quando necessário.

       

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    Durante a crise

    • Atualizações contínuas e em tempo real.

    • Avisos de risco de acidentes, quedas de árvores, alagamentos.

    • Informações sobre equipes mobilizadas.

    • Notas oficiais para imprensa.

    • Comunicação integrada com órgãos públicos.

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    Pós-crise

    • Informações sobre normalização gradativa.

    • Explicações sobre danos encontrados.

    • Ações tomadas para recuperação da rede.

    • Recomendações de segurança pós-evento.

    • Balanço geral após conclusão dos serviços. 

     

    A comunicação é totalmente integrada ao plano operacional da distribuidora.Isso significa que:

    • segue os mesmos níveis de ativação e critérios de risco;

    • acompanha as ações de reforço de equipes e manobras operativas;

    • reflete as prioridades definidas para clientes essenciais;

    • está conectada aos planos de poda preventiva e manejo da vegetação;

    • participa dos simulados anuais de contingência.

    Essa integração garante que as informações divulgadas ao público estejam sempre alinhadas com as ações reais em campo. 

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    A distribuidora monitora diversos indicadores para avaliar a qualidade e a eficiência da comunicação. 

    Principais métricas

    • Tempo da primeira comunicação após o evento.

    • Alcance e entrega das mensagens em todos os canais.

    • Engajamento e interação em redes sociais.

    • Redução de dúvidas e reclamações nos canais de atendimento.

    • Nível de satisfação dos consumidores após o evento.

    • Consistência e atualização das informações divulgadas. 

    Relatórios pós-evento

    Após cada evento crítico, é produzido um relatório com:

    • análise do atendimento;

    • eficácia dos canais;

    • sugestões de melhoria;

    • consolidação das informações para envio à ANEEL, quando necessário. 

    A comunicação em contingências segue uma governança clara e articulada. 

    Responsáveis

    • Gerência de Comunicação: coordena todo o processo.

    • Centro de Operações: fornece dados técnicos atualizados.

    • Diretoria Executiva: valida materiais críticos e estratégicos.

    • Relações Institucionais: interlocução com prefeituras e governos.

    • Assessoria de Imprensa: interface com a mídia.

    • Equipe digital: atualiza site e redes sociais.

    • Porta-vozes oficiais: realizam pronunciamentos públicos. 

     

    Fluxos de aprovação

    • Mensagens rotineiras: Comunicação + Operações.

    • Mensagens sensíveis: Comunicação + Operações + Jurídico.

    • Materiais críticos: Diretoria Executiva. 

     

    Princípio central

    A governança existe para garantir que a população receba informações seguras, consistentes e confiáveis, especialmente em momentos de risco. 

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