Grupo Energisa oferece curso gratuito de inteligência artificial para jovens a partir de 13 anos
O Grupo Energisa, por meio do programa Rio Pomba Valley, está com inscrições abertas para o curso gratuito “Fundamentos da Inteligência Artificial” da SkillUp, voltado para jovens a partir de 13 anos. A formação acontece entre 18 de agosto e 14 de setembro, é 100% online e tem carga horária de 16 horas, com 4h30 dedicadas a aulas ao vivo. Quem não puder acompanhar em tempo real poderá acessar as gravações posteriormente. As inscrições vão até 15 de agosto, pelo link: https://ibm.biz/energisa_agosto .
Durante o curso, os participantes vão aprender os conceitos fundamentais da inteligência artificial: como a tecnologia faz previsões, interpreta imagens e linguagem, aprende por meio de estruturas inspiradas no cérebro humano e como desenvolver um modelo de machine learning (aprendizado de máquina) em um ambiente simulado. Ao final, todos recebem certificado de conclusão. A iniciativa responde ao crescente interesse da Geração Z por tecnologias inteligentes. Pesquisa da EY com a Microsoft mostra que 76% dos jovens de 16 a 20 anos já utilizam IA no dia a dia, e mais da metade pretende ampliar esse uso no futuro.
Nosso objetivo é democratizar o conhecimento e ampliar oportunidades. Ao levar conceitos de inteligência artificial para jovens a partir de 13 anos, oferecemos ferramentas para que possam inovar e empreender. Esse curso vai além da técnica, é um passo para construir um futuro com propósito”, afirma Delania Cavalcanti, coordenadora de Investimento Social do Grupo Energisa.
O Rio Pomba Valley, iniciativa do Instituto Energisa, busca transformar a Zona da Mata Mineira em um polo de inovação digital, criatividade e empreendedorismo. O programa conta com parcerias estratégicas de empresas e instituições como FIEMG, SENAI, Amazon (AWS), RustCom, Populos, Microsoft e Sensedia.
Rio Pomba Valley forma mais uma turma e celebra 80% de empregabilidade
A Zona da Mata Mineira está se transformando em um polo de tecnologia e inovação no Brasil, e uma das principais iniciativas desse movimento é o programa Rio Pomba Valley. Criado pelo Instituto Energisa e com o apoio financeiro do Grupo Energisa, o projeto visa formar profissionais qualificados e fortalecer o ecossistema tecnológico da região.
Na quinta-feira do dia 30 de janeiro, o programa celebrou uma conquista importante: a formatura da primeira turma do curso de Infraestrutura de TI, em parceria com a Populos. Foram 30 jovens que concluíram mais de 200 horas de formação, explorando soluções tecnológicas como Citrix, Akamai e Nutanix, além de tópicos sobre carreira e marketing pessoal.
Transformando vidas e construindo futuro
O foco do Rio Pomba Valley vai além da capacitação técnica. Como explicou Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio:
A formação desses jovens vai muito além do aprendizado técnico. Queremos que eles coloquem o conhecimento em prática, contribuindo para o crescimento da nossa região.”
Matheus Aguiar, Sales Engineer da Populos, também destacou o impacto da parceria: “Estamos olhando para o futuro. A ideia é criar uma geração de especialistas em tecnologia, oferecendo oportunidades para jovens de baixa renda e ajudando-os a transformar suas vidas.”
Resultados que impressionam
O impacto do Rio Pomba Valley é evidente. Desde o seu lançamento, o programa já recebeu cerca de 2.500 inscrições e alcançou uma taxa de empregabilidade de 80% nos formados das duas primeiras turmas. E o sucesso não para por aí, o terceiro ciclo de formação, com previsão de término para março de 2026, promete manter esse alto índice de inserção no mercado de trabalho.
Além dos cursos de TI, o Rio Pomba Valley também tem investido na educação básica. Atualmente, 40 alunos estão matriculados no curso técnico de desenvolvimento de sistemas, e 48 crianças recebem bolsas de estudo no SESI, onde a robótica e as disciplinas STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática) são protagonistas. Para o futuro, o programa vai ampliar ainda mais suas opções de formação, com novos cursos em Cibersegurança e Cloud e Inteligência Artificial, em parceria com a AWS.
Investindo no desenvolvimento sustentável da região
Até 2024, o Rio Pomba Valley e seus parceiros já investiram R$ 1,3 milhão na formação de talentos e no desenvolvimento de novas oportunidades na Zona da Mata Mineira. Esse investimento solidifica o programa como um verdadeiro polo de inovação e desenvolvimento, contribuindo para o crescimento econômico sustentável da região.
Populos: transformando o mercado de TI e capacitando gerações
A Populos, especializada em soluções de End User Computing, Infraestrutura, Segurança e Cloud, tem sido uma parceira fundamental nesse processo. Com atuação em todo o Brasil, a empresa aposta no desenvolvimento de novos talentos e na transformação do mercado de TI. O Populos University, iniciado em 2021, já capacitou dezenas de jovens de escolas públicas e segue expandindo suas ações, oferecendo treinamento especializado para quem busca ingressar no mercado de tecnologia.
A parceria com o Rio Pomba Valley é uma das várias iniciativas da Populos para criar oportunidades reais de desenvolvimento na Zona da Mata Mineira. Juntas, as duas iniciativas estão moldando um futuro mais próspero e tecnológico para a região e para o Brasil.
Meu Primeiro Site: jovens de Cataguases participam da segunda formatura do programa da Energisa em parceria com a Junior Achievement
O Anfiteatro Ivan Muller Botelho, em Cataguases, foi palco de um momento emocionante de mais um feito do Rio Pomba Valley: no dia 5 de dezembro, foi realizada a formatura da segunda turma do programa Meu Primeiro Site em 2024. A iniciativa, fruto da parceria de longa data entre a Energisa, Instituto Energisa e a Junior Achievement, reforçou o compromisso das instituições em abrir portas para o mercado de trabalho e impulsionar a inovação tecnológica na Zona da Mata mineira.
A turma de 2024 foi composta por 118 alunos de cinco escolas públicas de ensino médio de Cataguases: Escola Estadual Francisco Inácio Peixoto, Escola Estadual Manoel Inácio Peixoto, Escola Estadual Marieta Soares Teixeira, Escola Estadual Professor Clóvis Salgado e Escola Estadual Professor Quaresma. Com 20 horas de formação focadas em hard skills (habilidades técnicas) e soft skills (habilidades interpessoais), os alunos mergulharam no universo da programação e do design digital.
A missão principal? Desenvolver um site do zero, relacionado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Para isso, os jovens contaram com o apoio de 20 voluntários da Energisa, como Kennedy Silva, colaborador da empresa que se dedicou a guiar os participantes durante o programa.
O que eu mais gostei foi o poder de transformação que esse programa trouxe. Esses jovens tiveram a chance de aprender a desenvolver um site do zero, algo que parecia impossível no início, mas que, no final, era completamente possível de se conquistar”, comentou Kennedy.
Time de funcionários da Energisa que são voluntários do programa Meu Primeiro Site
Ao final do curso, os alunos apresentaram seus sites para uma banca composta por jurados voluntários de diversas empresas e instituições da região como o Sicoob Coopemata e a rede de ensino Doctum. Como incentivo pela dedicação e talento, os primeiros colocados de cada escola receberam notebooks como prêmio, incentivando a darem o próximo passo em suas jornadas digitais.
Entre os vencedores, Maria Julia Pina, do Colégio Francisco Inácio Peixoto, e Kaio Oliveira, da Escola Manoel Inácio Peixoto, brilharam com suas criações e apresentações.
Eu nunca imaginei que conseguiria criar um site do zero. Esse programa me deu confiança e abriu minha mente para as possibilidades na área de TI. Com certeza, pretendo seguir nessa área!”, disse Maria Julia, com brilho nos olhos.
Kaio também compartilhou sua experiência:
No começo foi difícil, mas com a ajuda dos instrutores e muita dedicação, consegui. Ganhar o primeiro lugar foi uma grande surpresa. Agora, eu quero continuar nessa área, quem sabe até cursar uma faculdade de TI.”
Maria Júlia, aluna da Escola Estadual Francisco Inácio Peixoto, recebendo o prêmio de primeiro lugar entre os alunos de sua escola pelas mãos de Eduardo Mantovani, diretor presidente da Energisa Minas Rio
Parceria que transforma vidas
Além de habilidades técnicas a parceria entre a Energisa e a Junior Achievement tem como objetivo proporcionar o desenvolvimento de habilidades pessoais essenciais para o futuro. Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio, destacou a importância dessa iniciativa:
Para a Energisa, é uma honra contribuir com a formação desses jovens. Eles são o futuro da tecnologia e do empreendedorismo, e ver o brilho no olhar deles após o curso é a maior recompensa. A nossa missão vai além da distribuição de energia; queremos também iluminar o caminho para um futuro profissional de sucesso.”
A presença constante de voluntários como Kennedy também é um pilar fundamental para o sucesso do programa, permitindo que os alunos recebam não apenas conhecimento técnico, mas também exemplos de vida e carreira. Para Kennedy, a chance de ser instrutor voluntário tem um valor pessoal significativo.
Eu fui ajudado no meu começo, e hoje é gratificante poder ajudar esses jovens. É uma troca de saberes, e o que vejo é uma nova geração de profissionais que tem tudo para brilhar na área de tecnologia.”
Um futuro digital no Rio Pomba Valley
Jonatan Filipe, diretor executivo da Junior Achievement, ressaltou que o impacto do programa vai além da sala de aula:
Este curso não é apenas uma introdução à tecnologia, mas uma forma de impulsionar o Rio Pomba Valley, um polo que está crescendo na área de TI. Muitos desses jovens poderão ter uma carreira profissional sem precisar sair da região.”
O exemplo de Maria Julia e Kaio, que já pensam em seguir na área de tecnologia e até mesmo entrar para o Rio Pomba Valley, reflete o potencial transformador do programa Meu Primeiro Site.
Eduardo Mantovani recebendo homenagem pelas mãos de Jonatan Filipe, diretor executivo da Junior Achievement
Rio Pomba Valley celebra formatura e anuncia novas parcerias
A Zona da Mata mineira é um ecossistema que sempre viveu sob o espírito da inovação e da tecnologia. Além de ser o berço da Energisa, foi também a casa do cineasta Humberto Mauro, pioneiro do cinema nacional e criador de técnicas cinematográficas inéditas no início do século XX. Em uma de suas invenções, adaptou esquis às pesadas câmeras de filmagem, permitindo que elas registrassem lindos planos deslizando suavemente nas areias das praias.
É com esse mesmo espírito inovador que a região tem se destacado como um novo polo de tecnologia no Brasil. Um avanço que se deve, em grande parte, ao Rio Pomba Valley, programa criado pelo Instituto Energisa com o apoio financeiro do Grupo Energisa. A iniciativa visa transformar a região em um hub de criatividade e desenvolvimento tecnológico, oferecendo cursos e qualificações voltados para a nova economia 4.0, buscando atrair empresas de tecnologia para se instalarem na área.
Em setembro de 2024, o programa celebrou a formatura da sua segunda turma de alunos e anunciou o início do terceiro ciclo de formaçãocom uma importante novidade: a transformação do curso de qualificação profissional em um Curso Técnico em Desenvolvimento de Sistemas, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). Com uma carga horária de 1.200 horas, o curso foi desenvolvido pelo Senai em colaboração com especialistas da Energisa, para atender às demandas do mercado de trabalho atual.
Além de uma sólida formação nas chamadas hard skills, com técnicas de programação e desenvolvimento de aplicações web, o curso também é voltado para a formação de profissionais que saibam lidar com o público e com ambientes corporativos de grandes empresas. Para esse desafio, os alunos recebem ensinamentos nas chamadas soft skills, com dicas e caminhos para o desenvolvimento emocional e das relações interpessoais. Outro ponto importante do curso é o programa de mentoria, que envolve trocas com profissionais experientes do mercado de tecnologia.
Uma das formandas da turma do ano passado, Emily Ramos Teixeira, já está estagiando na Energisa e acaba de receber um convite para ser efetivada como desenvolvedora. Nascida em Cataguases, ela ressaltou a importância das habilidades sociais adquiridas durante a formação, além de todo o conhecimento sobre tecnologia.
No início eu era bem tímida, mas com as oficinas de soft skills, consegui trabalhar isso. Hoje, consigo falar melhor em público, não fico mais paralisada. Além é claro das tecnologias, né? Já entrei no curso conhecendo as linguagens de front end, mas nada de back end. Então foi uma oportunidade única para também desenvolver esses conhecimentos”, contou Emily.
Emily Ramos Teixeira, ex-aluna do Rio Pomba Valley
Parcerias estratégicas ampliam horizontes
O desenvolvimento desse novo modelo de curso foi possível graças ao financiamento oferecido pelo projeto Funding Recriar, fruto da parceria entre o Instituto Energisa e a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG).
O fortalecimento do programa Rio Pomba Valley também está sendo impulsionado por outras parcerias estratégicas com grandes empresas do setor de tecnologia. Durante a cerimônia de formatura da segunda turma, o Instituto Energisa firmou acordos de colaboração importantes com a Amazon Web Services (AWS) e a empresa de tecnologia Populos, ampliando as oportunidades de capacitação para os alunos.
Sarah Barcaro de Freitas, de apenas 18 anos, foi outra aluna formada na última turma. Estudante de escola pública, Sarah conheceu o curso através de uma visita de divulgação em seu colégio. Como uma das mais novas da turma, encarou o desafio, passou pelo processo seletivo e entrou em uma turma com gente de todas as idades. Agora, já formada, ela foi convidada para o curso em colaboração com a Populus University, que foca em infraestrutura de gestão com soluções como Akamai, Citrix e Nutanix, além de conteúdos sobre carreira e marketing pessoal.
O curso deste ano foi uma experiência incrível. No início, me assustei com a quantidade de pessoas de idades diferentes e experiências diversas. Mas ao longo do ano, fomos vendo como cada um tinha algo diferente e único para trazer e colaborar com o grupo. Depois, me ofereceram o curso da Energisa em parceria com a Populos. Fiz apenas duas aulas, estamos no início, mas serão três meses focados em infraestrutura, em hardware mesmo, o que está sendo uma oportunidade maravilhosa para mim”, contou Sarah.
Sarah Barcaro de Freitas, ex-aluna do Rio Pomba Valley
Em outra parceria, a AWS oferecerá aos alunos do Rio Pomba Valley a formação em Cloud Foundation por meio da AWS Academy, apontando para a certificação Cloud Practitioner, uma credencial altamente valorizada no mercado de trabalho.
Ter ao nosso lado empresas renomadas, como a Amazon Web Services e a Populos, dá ainda mais força a esse programa e agrega muito ao currículo desses jovens, potencializando a empregabilidade de cada um deles e reforçando o potencial de transformar a região em um celeiro de talentos tech em âmbito nacional”, declarou Gustavo Valfre, vice-presidente de Tecnologia do Grupo Energisa.
Impacto e resultados
Desde seu início, o Rio Pomba Valley tem gerado resultados impressionantes. Foram recebidas 2.482 inscrições para os processos seletivos do programa, e 63 pessoas foram qualificadas nas duas primeiras turmas, com uma taxa de 82% de empregabilidade para os formados no primeiro ciclo. O segundo ciclo de formação, finalizado em setembro de 2024, deve manter essa alta taxa de sucesso no mercado de trabalho.
Carlos Roberto Souza Garcia Filho, mais um dos alunos formados no curso, está empregado em uma empresa do ramo em Leopoldina. Vindo de Vitória da Conquista (BA) para estudar e trabalhar na Zona da Mata mineira, Carlos comentou sobre a diversidade da turma e o impacto do curso para a região.
É um curso de extrema importância, tanto pessoalmente como para a região. Olhando para a turma, a gente via mulheres, homens, pessoas de lugares diferentes, idades diferentes, outras histórias de vida, gente da área e profissionais em transição de carreira. Uma turma muito diversa em um curso de excelência, que vai permitir que as pessoas da região se capacitem para o mercado de trabalho”, contou Carlos.
Carlos Roberto Souza Garcia Filho, ex-aluno do Rio Pomba Valley
Ao longo dos dois primeiros ciclos, os alunos do Rio Pomba Valley desenvolveram 52 sites e aplicativos e trabalharam em 6 soluções de TI solicitadas por profissionais de mercado, o que demonstra na prática os conhecimentos adquiridos. O programa também conta com a rede alumni, que já reúne 62 ex-alunos, fortalecendo o networking e o intercâmbio de experiências entre os participantes.
Para a diretora administrativa da Populos, Cléa Lima, a colaboração com o Instituto Energisa e a AWS é uma oportunidade de estar presente em um projeto com grande impacto social e econômico. Para ela, “o Rio Pomba Valley tem um enorme impacto, não só para os jovens, mas para toda a região, que está se tornando um polo de tecnologia no Brasil”.
Transformação regional
A demanda por profissionais qualificados em TI é crescente no Brasil, e a formação oferecida pelo Rio Pomba Valley, em parceria com instituições como o Senai e empresas como a Amazon e a Populos, posiciona a Zona da Mata como uma região estratégica para o futuro do mercado tecnológico nacional.
Uma força de trabalho qualificada para o uso das novas tecnologias é fundamental para o crescimento econômico dos países. A maneira mais efetiva de garantir o sucesso para as atuais e futuras gerações é unindo setor público, privado e academia”, disse Paulo Cunha, diretor para o setor público da AWS Brasil.
Com o sucesso das primeiras turmas e a contínua expansão do programa, o Rio Pomba Valley se consolida como uma iniciativa essencial não apenas para o desenvolvimento econômico da Zona da Mata mineira, mas também para a criação de um verdadeiro celeiro de talentos que poderão contribuir para o crescimento do setor de tecnologia no Brasil e no mundo.
Rio Pomba Valley e a oportunidade de formação técnica gratuita em TI
Formar profissionais da tecnologia na Zona da Mata mineira com o objetivo transformar a região num hub tecnológico, fomentando a inovação e o empreendedorismo: essa é a missão do Rio Pomba Valley, projeto idealizado pelo Instituto Energisa que chega agora ao seu terceiro ano.
O curso de formação de programadores está cada vez mais robusto. No primeiro ano, foram oferecidos cursos separados nas áreas de back end e front end, cada um com 360 horas-aula, formando 35 programadores. No segundo ano, o formato foi expandido para full stack, englobando ambas as áreas em um curso de 760 horas, focado em desafios práticos e aplicações reais. Neste próximo ciclo do projeto, será oferecido pela primeira vez um curso técnico completo em desenvolvimento de sistemas, certificado pelo MEC, com 1.200 horas de aulas presenciais ao longo de 1 ano e meio no Senai de Cataguases. Após o final do curso, os alunos saem formados e prontos para o mercado de trabalho – e alguns deles são contratados pela própria Energisa.
As inscrições começam em 01/07 e vão até 21/07, por meio do site https://trabalheconosco.vagas.com.br/rpv-energisa, com o início das aulas previsto para 16/09, em período noturno. Os candidatos deverão ter a partir de 16 anos e precisam ser residentes na região da Zona da Mata mineira. Os cursos serão 100% custeados pela Energisa.
Um dos alunos que já passaram pelo curso é Wellington Luiz Santos Murito, que fez parte da turma de front end no primeiro ciclo do projeto. Ele conta como curso faz a diferença na sua vida profissional:
Ter participado do Rio Pomba Valley, marcou um momento crucial em minha trajetória profissional, adquiri conhecimentos técnicos valiosos e abriu portas para o mercado de trabalho. Minha profissão hoje, fruto direto desse aprendizado, solidifica a importância de iniciativas para o desenvolvimento de talentos na área de tecnologia. Além do conhecimento técnico, levo comigo amizades, mentores inspiradores e a certeza de que sou capaz de alcançar qualquer objetivo. Agradeço a todos que fizeram parte dessa jornada e espero retribuir ajudando outros jovens a trilharem o mesmo caminho de sucesso.”
Além de oferecer formação profissional, o Rio Pomba Valley busca fomentar espaços de conexões, networking e desenvolvimento profissional, proporcionando interação para a criação de negócios, empregos e oportunidades na Zona da Mata. Saiba mais sobre o Rio Pomba Valley:
Serviço:
Programa Rio Pomba Valley
Período de inscrições: entre 1º e 21 de julho de 2024
Início das aulas: 16 de setembro
Local: Senai Cataguases (MG)
Requisitos: ter mais de 16 anos e ser residente na Zona da Mata
Rio Pomba Valley: projeto investe na criação de um hub tecnológico com novas parcerias
Alavancar a região da Zona da Mata mineira como um hub tecnológico e economia criativa, duas das maiores cadeias produtivas da nova economia em todo o mundo, e criar um ecossistema de empreendedorismo e inovação, que tem como base a formação e geração de oportunidades, são os objetivos do Rio Pomba Valley.
Diante de um ecossistema com polo industrial, universidades e instituições de ensino profissionalizantes, além de um grande histórico de empreendedorismo e criação, queremos promover um futuro ainda melhor para as nossas pessoas por meio da educação digital, apostando assim no desenvolvimento econômico da nossa região.
O Estado de Minas Gerais já é conhecido como um dos principais centros de inovação do Brasil, mas existe ainda uma grande lacuna de profissionais qualificados, escassos no mercado de trabalho nacional.
O Rio Pomba Valley nasceu para suprir essa demanda que tem na tecnologia a sua essência. Este é um projeto inovador, estruturante de uma nova economia que pretende ampliar parcerias, atrair novos empreendedores e promover qualificação profissional para que o ambiente de criatividade, conhecimento e inovação da nossa Zona da Mata possa crescer de forma sustentável.
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A fonte de mídia referenciada está faltando e precisa ser informada novamente.
Energisa conclui formação de 35 novos programadores no Rio Pomba Valley
É em Cataguases, cidade cheia de histórias para contar, que o futuro brota com um hub de educação digital e empreendedorismo chamado Rio Pomba Valley, projeto do grupo Energisa em parceria com SESI, SENAI, CNI e FIEMG, que oferece cursos na área da tecnologia da informação. O nome, que nos lembra o Silicon Valley norte-americano, região onde cresceram as grandes empresas de tecnologia do nosso tempo, não veio por acaso, e também está conectado à tradição da cidade de Cataguases de estar à frente do seu tempo.
Nas primeiras décadas do século XX, Cataguases ficou conhecida como uma das capitais culturais do modernismo brasileiro. Podemos andar por suas ruas e praças nos encantando com painéis da pintora Djanira, como o da icônica Igreja de Santa Rita de Cássia, ou as construções de Oscar Niemeyer. Além disso, as inovações tecnológicas também estiveram presentes nesse passado da cidade. Nos anos de 1920, Cataguases foi berço do cinema nacional, com a presença marcante do cineasta Humberto Mauro, que transformou a região em um polo cinematográfico de sua época.
Nessa rica história da cidade Mineira também está a sua relação com a Energisa. O maior grupo privado do setor elétrico no Brasil cresceu junto com a cidade, que revive seus tempos áureos com o polo audiovisual da Zona da Mata, contando com patrocínios importantes da empresa com mais de R$ 6 milhões investidos em coproduções de longas, curtas metragem e filmes de animação nos últimos 4 anos.
É nesse cenário de criatividade e invenção que o Rio Pomba Valley encontrou espaço e pessoas cheias de novas ideias para usar a tecnologia em prol do meio ambiente, da cultura e da inovação.
A primeira turma do projeto realizou seus trabalhos entre julho e dezembro de 2022. Muitas ideias, experiências e trocas de saberes fervilharam tanto nos cursos de formação de desenvolvedores de front end (estrutura, design, conteúdo e desempenho) quanto nos de back end (servidor, banco de dados e aplicação).
Um dos projetos que contempla a área de educação é o Educa RPG, uma plataforma que une jogo e estímulos educacionais. Os administradores do site alimentam um quadro de tarefas que as crianças ou adolescentes devem executar.
– A ideia partiu dos jogos de RPG. São missões que a criança deve concluir para avançar de fase e ganhar pontos. Os responsáveis podem inventar as tarefas, como estudar para a prova de matemática ou colocar exercícios e perguntas sobre um tema. A cada missão concluída, o usuário ganha uma moeda virtual que pode ser trocada por itens dentro do jogo ou até mesmo por dinheiro real ou outros prêmios definidos pelos responsáveis – conta Gabriel Pavão, um dos desenvolvedores da plataforma.
Nascido em Cataguases, Gabriel trabalha na Energisa na área de TI e já conhecia algumas linguagens de programação, mas foi durante o curso que pode desenvolver outras habilidades.
– Foi um processo muito colaborativo, com professores e alunos sempre trocando informações. Toda a turma acabava ajudando em todos os projetos. As aulas de inglês ajudaram muito, mas para mim o principal foi estudar mais a fundo a parte de front end dos projetos – conta o desenvolvedor, que saiu do Rio Pomba Valley com o sonho de colocar o projeto para funcionar a todo vapor. – A versão de testes já apresentou funcionalidade, mas ainda pretendemos desenvolver mais. Há uma parte importante ligada à saúde mental. Queremos abrir espaço para um diário onde os usuários possam escrever seu cotidiano na escola. Esse diário é confidencial, mas a partir da identificação de palavras-chave, um relatório pode ser gerado indicando como esse jovem tem vivido seu cotidiano escolar.
Além da educação, questões socioambientais também foram abordadas. Tema central e tratado com atenção pela Energisa, a pauta ambiental deve ser vista com mais cuidado no Brasil. Essa é a impressão de Jéssica Campos, uma das desenvolvedoras do projeto Casa das ONGs.
– O projeto cria uma plataforma que conecta doadores aos projetos de impacto ambiental. Assim, quem quer doar pode pesquisar ONGs por região ou temática e encontrar ali a causa adequada para se tornar um apoiador – diz Jéssica.
Quando entrou no curso, Jéssica estava se formando em administração, mas hoje trabalha como estagiária na área de tecnologia da Energisa.
– O curso foi fundamental para a minha transição para a área de tecnologia. A troca de conhecimentos, o aprendizado de um verdadeiro trabalho em equipe e as noções de diferentes linguagens de programação foram experiências únicas que me deram a oportunidade de conhecer e ingressar em uma nova área de trabalho.
A plataforma desenvolvida por Jéssica e seu grupo ainda não está disponível online, mas ela nos contou um pouco de suas ideias para o futuro.
– É um desejo colocar Casa das ONGs para funcionar de verdade, conectando as duas pontas, quem pode investir e quem sabe como agir em questões ambientais. A ideia é que a plataforma seja alimentada pelas próprias ONGs, criando um banco de dados que possa ser acessado por qualquer pessoa. Entendemos que para isso é necessário ter uma equipe de checagem dessas informações, que possa verificar de onde elas vêm e ajudar as ONGs a encontrarem seus financiadores.
Tanto Jéssica quanto Gabriel saíram do curso capacitados, com novos aprendizados e com a esperança de que o projeto continue e que possa espalhar esse conhecimento em tecnologia pela região da Zona da Mata mineira.
– Muita gente por aqui é interessada em programação, mas nem todos têm acesso a esse conhecimento. O Rio Pomba Valley proporciona isso. Cataguases já foi um polo cinematográfico, e pode virar no futuro um polo tecnológico do país – diz Gabriel Pavão.
– A iniciativa da Energisa tem muito potencial. A turma pôde se desenvolver no plano pessoal e profissional. A área de tecnologia possui linguagens em constante evolução, por isso é muito importante trazer pessoas para a capacitação dos profissionais e de quem quer ingressar na área. Espero que o projeto continue – conta Jéssica.
Dentre as 35 pessoas formadas, 10 já foram contratados pela própria Energisa e começam a trabalhar na empresa neste mês de fevereiro. O Rio Pomba Valley já tem novas turmas previstas e pretende capacitar um total de 550 pessoas até 2026. Com isso, vai se formando em Cataguases um ambiente perfeito para o desenvolvimento tecnológico, retomando as tradições inventivas da região.
E se a Pixar, maior estúdio de animação do mundo, viesse frequentemente buscar talentos no Brasil? Ou ainda: imagine contratar um projeto de arquitetura para a sua casa e poder, de fato, entrar nele através de óculos de realidade aumentada para conferir a marcenaria, por exemplo, antes mesmo de qualquer obra começar? A possibilidade de fazer com que esses cenários ganhem vida gira em torno de palavras-chaves mágicas que abrem e expandem as mentes mais criativas e inovadoras: investimento em tecnologia.
Robôs, segurança cibernética, realidade aumentada, metaverso, compartilhamento na nuvem, sistemas interligados, big data, 3D. O léxico que antes parecia pertencer a um futuro à la Jetsons entrou definitivamente no presente. E é com essa revolução tecnológica em curso na cabeça que o Grupo Energisa se lança mais uma vez ao desafio da inovação tão presente em seu DNA e aposta no potencial nacional através de seu mais novo projeto: o Rio Pomba Valley.
Lançado em abril, o projeto é um movimento. Movimento para transformar a Zona da Mata mineira, conhecida pela contribuição expressiva a cultura nacional no século XX a partir do modernismo brasileiro e tão rica em recursos humanos e infraestrutura, em um hub de tecnologia e inovação na região, no país e, por que não, reverberando para o mundo. A ideia é alavancar a região para a nova economia que surge e criar um ambiente propício ao desenvolvimento de negócios inovadores, integrado à realidade local, como um celeiro de talentos.
Nos últimos 12 anos, o polo audiovisual da Zona da Mata viabilizou 24 grandes coproduções estaduais e nacionais de longa-metragem e 46 produções locais de curta-metragem, gerando quase 3 mil postos de trabalho na região neste período. Desde a sua formação, o polo é patrocinado pela Energisa através das Leis de Incentivo à Cultura. Com a flexibilização da pandemia e a volta das ações de cultura, estão em fase de produção 16 projetos audiovisuais (entres longas, games e animações). O protagonismo da Energisa está presente também no mecenato com o patrocínio de produções no valor de R$ 6 milhões entre 2018 e 2022.
Além disso, em setembro deste ano, a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) instalará nas dependências do Polo, na cidade de Cataguases, o curso de cinema e animação. Com essa formação, os estudantes estarão preparados para ingressar no mercado audiovisual, que cada vez mais demanda profissionais que dominem a tecnologia da informação.
Nesse sentido, o primeiro pilar do Rio Pomba Valley é a educação. O projeto começa oferecendo qualificação profissional com habilidades de mercado para a criação de um ecossistema de empreendedorismo e inovação, base para fomentar o surgimento hub tecnológico. O primeiro curso é o de Tecnologia da Informação para desenvolvedores - fullstack.
“Este é apenas o primeiro passo, que tem como base a educação e geração de oportunidades para então impulsionar um ecossistema de criatividade e inovação na região da Zona da Mata. Aproveitando-se de um ecossistema com universidades, instituições de ensino profissionalizantes e de um grande histórico de empreendedorismo e criação, o Rio Pomba Valley nasce para suprir uma demanda que tem na tecnologia sua essência”, destaca Ricardo Botelho, CEO do Grupo Energisa.
O primeiro curso de TI começa em junho, com duas turmas de 20 alunos: 20 para back end e 20 para front end. Por enquanto, as primeiras turmas estão sendo 90% custeado pela Energisa. Mas Tatiana Feliciano, diretora de Gestão e Sustentabilidade do Grupo Energisa, pondera que a ideia é que o projeto funcione organicamente.
- O impacto social é gigantesco, pois gera renda e aumento significativo da empregabilidade – defende.
Na lista de cursos do projeto, estão os de formação de desenvolvedores de Front End (estrutura, design, conteúdo e desempenho) e Back End (servidor, banco de dados e aplicação) nos próximos seis meses, para moradores a partir de 18 anos, residentes na região da Zona da Mata. Após o final do curso, a pessoa sai formada e disponível para o mercado de trabalho.
Mas tal qual o sonho de um computador sem limites de armazenamento, a ideia é que o projeto gere ilimitados bytes de ideias, recursos, talentos e, é claro, orgulho nacional.