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Maior berçário de tartarugas do mundo tem eclosão de 60 mil filhotes Maior berçário de tartarugas do mundo tem eclosão de 60 mil filhotes

Publicada em: 06/01/2026

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 Sustentabilidade

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Rondônia

Maior berçário de tartarugas do mundo registra eclosão inicial com números mais positivos: 60 mil filhotes

Após um ano marcado por uma redução de 70% no número de nascimentos de filhotes de tartarugas-da-amazônia, tracajás e outros quelônios no Vale do Guaporé (RO), a temporada de eclosão de 2025 começou com um cenário mais promissor. Na primeira fase de contabilização, entre 11 e 15 de dezembro, foram registrados 60 mil filhotes, segundo dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Ainda segundo o Ibama, a expectativa é que o pico da eclosão ocorra nas próximas semanas. O órgão informou que o processo deve se estender até o fim de dezembro e o início de janeiro e, ao  final do período de monitoramento, os dados coletados serão analisados estatisticamente, permitindo uma estimativa mais próxima da quantidade real de filhotes nascidos na área monitorada e um balanço desse resultado.

No último domingo (14), o Ibama, a Associação Quilombola e Ecológica do Vale do Guaporé (Ecovale) e o Grupo Energisa participaram de um evento que marcou a abertura do período de nascimento, com a soltura dos animais resgatados nos berçários do Vale do Guaporé.

Mudanças climáticas

Os impactos das mudanças climáticas continuam a afetar de forma significativa o ciclo reprodutivo das espécies. Em 2025, de acordo com as instituições que monitoram e acompanham o Programa Quelônios do Guaporé, voltado à proteção e conservação das espécies, a desova ocorreu de forma tardia.

Neste ano, também foi identificado que o Rio Guaporé não baixou no tempo considerado correto e, por isso, não houve muitas faixas de areia disponíveis para que as tartarugas depositassem seus ovos. O processo deveria ter sido iniciado entre o final de setembro e o início de outubro, mas acabou acontecendo apenas por volta de 21 e 22 de outubro em razão do alto volume de chuvas e das baixas temperaturas registradas no chamado tabuleiro do Guaporé.

Segundo o biólogo do Grupo Energisa, José Carrate, houve um atraso de aproximadamente 15 dias no início da eclosão. 

As eclosões eram esperadas para o início de dezembro, mas só começaram na segunda quinzena. Por isso, o número de filhotes nascendo está abaixo do previsto para este período”, explica.

O coordenador da Ecovale, José Soares, destaca que, apesar dos impactos climáticos, a expectativa para este ano é de aumento no número de filhotes em relação aos nascimentos registrados em 2024. Segundo ele, observa-se uma maior concentração nos berçários monitorados pelos programas ambientais. Soares explica que as condições climáticas ainda interferem no processo, provocando atrasos e, em alguns casos, perdas. Ainda assim, o cenário é otimista. “Nossa expectativa é não registrar muitas perdas neste ano”, afirma.

A consolidação dos resultados será divulgada entre o final de dezembro e o início de janeiro, quando todas as contagens são planilhadas e enviadas ao Programa Quelônios da Amazônia (PQA), em Brasília.

Ações de acompanhamento

A Energisa acompanha, desde 2021, os impactos ambientais provocados pelas mudanças climáticas na região, por meio do monitoramento em tempo real das variações de chuvas e de períodos de seca, realizado com o apoio de plataformas digitais. Esse acompanhamento permite correlacionar as informações ao ciclo hidrológico local e verificar se a subida e a descida dos rios estão de acordo com os parâmetros definidos pelos órgãos ambientais, no âmbito da parceria firmada com o programa.

O apoio da Energisa ao programa ocorre por meio de suporte logístico e do fornecimento de energia elétrica à base da Ecovale, com o uso de painéis fotovoltaicos, garantindo infraestrutura adequada para a permanência dos fiscais comunitários e dos órgãos ambientais. De forma indireta, a empresa também viabiliza o acesso à internet, que depende da energia para funcionar, possibilitando a comunicação em tempo real entre os comunitários, a Ecovale e os órgãos ambientais em caso de qualquer distúrbio nos locais de postura das tartarugas.

Trabalho contínuo

O superintendente estadual do Ibama, César Luiz da Silva, explica que a iniciativa teve início como projeto e passou a ser um programa em função da relevância do manejo de quelônios na Amazônia, iniciado em 2011. O objetivo é ampliar o índice de sobrevivência das espécies e garantir a manutenção de uma população estável.

O programa é fundamental diante do histórico de consumo e predação humana desses animais, que em anos anteriores os levou à beira da extinção. A partir dos esforços realizados em parceria com a Ecovale, foi possível reverter esse cenário, e hoje a população se mantém estável graças ao programa”, afirma.

Com 39 anos de atuação, o Projeto Quelônios do Guaporé é uma das principais iniciativas voltadas à preservação e à manutenção dessas espécies na região. A ação é realizada pelo Ibama, em parceria com a Associação Quilombola e Ecológica do Vale do Guaporé (Ecovale) e apoio do Grupo Energisa.

O Vale do Rio Guaporé é considerado o maior berçário de quelônios do mundo. Em um raio de aproximadamente 30 quilômetros, estão distribuídas sete praias desse importante nascedouro — cinco em território brasileiro e duas no lado boliviano — onde tartarugas-da-amazônia, tracajás e outras espécies da região realizam a desova.

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‘Caça Tempestades’: Grupo Energisa debate mudança climática com Ernest ‘Caça Tempestades’: Grupo Energisa debate mudança climática com Ernest

Publicada em: 17/12/2025

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 Sustentabilidade

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Amazonas

‘Caça Tempestades’: Grupo Energisa debate mudança climática com Ernesto Paglia

A força dos temporais na Amazônia impõe desafios únicos à transmissão e à distribuição de energia elétrica. Esse é o ponto de partida da série documental Caça Tempestades – Amazônia, produção do Grupo Storm, com roteiro e direção de Iara Cardoso, que ganhou destaque em uma sessão especial realizada em Cataguases, cidade onde nasceu a Energisa, patrocinadora do projeto.

A série, que teve uma versão reduzida exibida no Fantástico e está disponível na íntegra no History Channel e no History 2, investiga fenômenos extremos em uma das regiões mais sensíveis do planeta às mudanças climáticas. Durante o encontro, o público também conheceu um spin-off exclusivo produzido para a Energisa, desenvolvido a partir da série original e voltado especialmente para os desafios enfrentados pela companhia na Amazônia.

Apresentada por Ernesto Paglia e pelo cientista Osmar Pinto Júnior, Caça Tempestades – Amazônia acompanha, ao longo de quatro episódios, uma expedição de 30 dias em busca de tempestades em tempo real. O objetivo é investigar a ocorrência de super-raios e compreender como as mudanças climáticas impactam comunidades locais, ecossistemas e infraestruturas essenciais.

A exibição foi seguida de uma conversa entre Ernesto Paglia e a diretora da obra, Iara Cardoso, com o diretor-presidente da Energisa Minas Rio, Eduardo Mantovani, mediada pelo diretor técnico e comercial da distribuidora, Rodolfo Pinheiro. O diálogo aprofundou os aprendizados da expedição e os desafios de garantir energia segura em uma região marcada por eventos climáticos extremos.

Um olhar exclusivo sobre a atuação da Energisa na Amazônia

Produzido especialmente para a Energisa, o spin-off é composto por 3 episódios que aprofundam a relação entre os fenômenos climáticos extremos e a operação do sistema elétrico na Amazônia. A série derivada mostra como a rede de distribuição e transmissão está inserida em meio à floresta, evidenciando os riscos, as estratégias de prevenção e os investimentos necessários para manter o fornecimento de energia mesmo diante de tempestades intensas.

Os episódios do spin-off destacam situações reais vivenciadas pela companhia, como a incidência de raios sobre linhas e torres de transmissão, os impactos de ventos fortes e chuvas intensas e o uso de tecnologia e inteligência operacional para reduzir falhas e restabelecer o serviço com segurança. O conteúdo também reforça a importância do planejamento, da inovação e do investimento contínuo para lidar com os efeitos das mudanças climáticas em uma região estratégica para o país e para o equilíbrio ambiental global.

Reconhecimento internacional e debate climático

O documentário Caça Tempestades – Amazônia tem conquistado reconhecimento no circuito internacional de cinema. A produção foi indicada na categoria Melhor Documentário de Longa-Metragem no London International Film Festival, com cerimônia prevista para março de 2026, além de receber Menção Honrosa no Awareness Film Festival, em Los Angeles, e indicação no 37º Girona Film Festival, na Espanha.

A Amazônia reúne uma combinação singular de fatores geográficos, climáticos e atmosféricos que favorecem a ocorrência de tempestades intensas, raios e ventos fortes. Com as mudanças climáticas, a tendência é de aumento na frequência e na intensidade desses eventos, ampliando os desafios para levar energia de forma segura e contínua à população. A série aborda esses impactos e explora, ainda, a relação entre o desmatamento e a intensificação dos temporais.

O patrocínio ao projeto Caça Tempestades reflete o compromisso do Grupo Energisa com o desenvolvimento e a valorização da Amazônia, uma região essencial para o equilíbrio climático global e onde a companhia está presente”, afirma Eduardo Mantovani. “Debater esse tema com quem acompanhou de perto essa expedição amplia a troca de experiências e a compreensão dos desafios enfrentados na nossa área de concessão.”

Nas áreas de atuação da Energisa na Região Amazônica, são registradas cerca de 15 milhões de descargas atmosféricas por ano, segundo o Grupo Storm. Inserida em meio à floresta, a operação do sistema elétrico exige soluções robustas, tecnologia e investimentos contínuos para mitigar os impactos dos temporais. Em 2025, o Grupo Energisa investiu R$ 6,2 bilhões para garantir energia segura e confiável à população, incluindo ações voltadas à adaptação aos eventos climáticos extremos.

Quatro grandes caçadas pela Amazônia

Ao longo da expedição, a equipe utilizou drones, estações meteorológicas e outras tecnologias avançadas para registrar os fenômenos naturais que moldam a Amazônia e influenciam a vida e a cultura das populações locais.

No episódio Caçada pelo ar, o foco é o registro de um super-raio, fenômeno raro com mil vezes mais energia que um raio comum. Em Caçada pelo rio, a expedição investiga a formação de fulguritos e passa pelo Arquipélago de Anavilhanas, região com a maior densidade de raios do Brasil. Já Caçada pela cidade analisa os impactos das descargas elétricas em áreas urbanas como Manaus. O último episódio, Caçada pela floresta, aprofunda o olhar sobre como tempestades extremas influenciam o equilíbrio climático global e a cultura dos povos da floresta.

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2ª Mostra de Cinema de Betim celebra Energisa como referência nacional 2ª Mostra de Cinema de Betim celebra Energisa como referência nacional

Publicada em: 27/11/2025

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Minas Gerais

2ª Mostra de Cinema de Betim celebra o Grupo Energisa como referência nacional em investimentos culturais e sociais

Em novembro, Betim recebe a 2ª Mostra de Cinema, um evento que celebra a força da indústria criativa e promove reflexões sobre os caminhos do audiovisual brasileiro. Nesse contexto, o Grupo Energisa será homenageado durante o seminário “Betim Indústria Criativa – Desafios e Caminhos Possíveis” como empresa “case” de sucesso em investimentos sociais e em projetos artístico-culturais. O Instituto Energisa e a Fundação Ormeo Junqueira Botelho serão apresentados como exemplos de atuação consolidada no cenário nacional, reforçando o papel da cultura como vetor de desenvolvimento.

Além da homenagem, a agenda inclui uma ação de intercâmbio socioeconômico e cultural, realizada a partir do Instituto Energisa e a Instituição Ramacrisna. A iniciativa promoverá um encontro e troca de experiências entre colaboradores das duas entidades, seguido da exibição de curtas produzidos no Polo Audiovisual da Zona da Mata Mineira, projetos também incentivados pelo Grupo. Essa conexão entre Betim e Cataguases fortalece redes criativas e amplia oportunidades para novos talentos.

A Mostra apresenta uma programação plural, com sessões especiais em homenagem a Lô Borges e Milton Nascimento, exibindo os longas Nada Será Como Antes, de Ana Rieper, e Milton Bituca Nascimento, de Flávia Moraes. Outro destaque é Otelo, o Grande, de Lucas H. Rossi, na “Sessão Especial: Igualdade Racial”, realizada em parceria com o projeto Novembro Negro, promovido pela Superintendência de Igualdade Racial da Prefeitura.

Entre os títulos inéditos, estão Morte e Vida Madalena, de Guto Parente, e Um Dia Antes de Todos os Outros, de Valentina Homem e Fernanda Bond. A programação inclui ainda obras premiadas e celebradas, como o cotado ao Oscar O Agente Secreto, de Kleber Mendonça, vencedor do Urso de Prata em Berlim, e O Último Azul, de Gabriel Mascaro. Também estarão em cartaz Kasa Branca, de Luciano Vidigal, Manas, de Marianna Brennand, além de sucessos infantis como Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa, inspirado na obra de Maurício de Sousa, e O Menino e o Mundo, de Alê Abreu.

Toda essa diversidade reforça a importância da cultura como ferramenta de transformação social. O incentivo à cultura é visto pela Energisa como uma forma de gerar impacto e desenvolvimento econômico, criando oportunidades para pessoas e comunidades. Essa visão, que faz parte da estratégia de sustentabilidade da empresa, norteia a participação do Grupo na Mostra, que se torna um espaço de compartilhamento de experiências e fortalecimento de parcerias estratégicas.

Acreditamos que a cultura é um direito fundamental do cidadão — e, no campo econômico, é uma força capaz de gerar riquezas, movimentar territórios e transformar realidades. Nosso compromisso vai muito além do entretenimento: apoiamos iniciativas que formam profissionais, fortalecem a economia criativa e promovem inclusão social. Por meio do Instituto Energisa e da Fundação Ormeo Junqueira Botelho, impulsionamos festivais, produções audiovisuais, oficinas e ações educativas que conectam talentos locais a oportunidades reais. Essa atuação consolidou a Energisa como referência nacional em investimentos culturais, mostrando que a arte é um vetor poderoso de desenvolvimento e transformação”, destaca Delania Cavalcante, coordenadora de Investimento Social do Grupo Energisa.

Confira a programação completa: Encontro de gigantes institutos Ramacrisna e Energisa | 2ª Mostra de Cinema de Betim

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Girarte, apoiado pela Energisa, é reconhecido como Ponto de Cultura Girarte, apoiado pela Energisa, é reconhecido como Ponto de Cultura

Publicada em: 27/11/2025

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Minas Gerais

Girarte, projeto apoiado pela Energisa desde a criação, é reconhecido como Ponto de Cultura

O Girarte, projeto cultural apoiado pela Energisa desde sua criação, inicia uma nova fase ao ser reconhecido oficialmente como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura. A certificação reforça a importância da iniciativa, que em 2025 completa 10 anos de atuação e lança uma programação especial no início de dezembro para celebrar sua trajetória.

Dedicado à formação e difusão das artes cênicas, especialmente da dança e do teatro, o Girarte inicia uma agenda renovada que inclui ações formativas, apresentações e intercâmbios culturais em cinco municípios da Zona da Mata mineira. Cataguases, Tocantins, Argirita, Piraúba e Leopoldina receberão oficinas e espetáculos voltados para diferentes faixas etárias, principalmente crianças e jovens, com foco em inteligência emocional e consciência ambiental. Algumas atividades exigirão inscrição prévia e outras serão abertas ao público por ordem de chegada. Informações detalhadas podem ser acompanhadas no perfil do Instagram @projetogirarte.

Ao longo de uma década, o Girarte tornou-se uma das iniciativas mais relevantes de democratização da dança no país. O projeto já realizou mais de 600 ações culturais, impactou 256 mil pessoas e passou por 70 localidades no Brasil e no exterior, incluindo França, Portugal e Chile. Também esteve presente em 135 escolas públicas distribuídas por Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Bahia.

O reconhecimento como Ponto de Cultura reforça o papel social do Girarte e sua contribuição para a transformação de comunidades por meio da arte e da educação. A certificação integra a iniciativa à Rede Cultura Viva, que reúne projetos comprometidos com o fortalecimento cultural em todo o país. O Girarte também se destaca por promover encontros com nomes importantes da dança nacional e internacional, como Alba Vieira, Mário Nascimento, Danielle Pavan, Dadyer Aguilera e Vanilton Lakka.

A Energisa é parceira do Girarte desde 2014 e tem contribuído diretamente para sua consolidação e expansão por meio das Leis de Incentivo à Cultura. Ao longo desses dez anos, mais de R$ 4,4 milhões já foram investidos na iniciativa, sendo R$ 2 milhões aportados pela empresa.

Com o novo reconhecimento e a parceria contínua da Energisa, o Girarte segue fortalecendo o acesso à arte, ampliando oportunidades e valorizando a cultura local. A iniciativa reforça sua missão de aproximar dança, teatro e educação das escolas e do cotidiano das comunidades onde atua.

Conheça mais sobre o projeto aqui

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 Energisa inaugura a maior obra do artista Tintiliano  Energisa inaugura a maior obra do artista Tintiliano

Publicada em: 24/10/2025

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 Sustentabilidade

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Sergipe

Sergipanidade: Energisa inaugura a maior obra do artista Tintiliano no Espaço Energisa

A Energisa Sergipe inaugurou a maior obra do artista plástico sergipano Tintiliano na última quinta-feira, 23, no Espaço Energia. O painel artístico, o maior já produzido pelo artista, retrata a história de Sergipe e a interface com a sustentabilidade. O evento também trouxe, pela primeira vez, o encontro da Filarmônica Nossa Senhora da Conceição, a mais antiga em atividade do país, com a Orquestra Jovem de Sergipe, em um concerto especial.

Com cores vibrantes e utilizando a técnica de aquarela, Tintiliano retrata elementos como pontos turísticos de Aracaju, a fauna e a flora, arquitetura histórica de São Cristóvão e as fontes de energia. A obra foi instalada no piso superior do Espaço Energia, ambiente dedicado à conscientização da população em relação ao consumo consciente de energia elétrica, compromisso com a sustentabilidade e segurança.

A obra de Tintiliano se integra ao conceito do espaço, que busca promover a conscientização a importância da Sustentabilidade. É um painel que traz vários elementos da cultura de Sergipe e que também mostra como a energia é algo essencial e contribui para o desenvolvimento local. O nosso papel vai muito além de distribuição de energia, o nosso compromisso também é valorizar e promover a cultura sergipana”, afirma o diretor-presidente da Energisa Sergipe, Roberto Currais.

O artista Tintiliano conta que o painel traz temas que retratam Sergipe e ele pintou ao longo da sua trajetória: 

É o maior painel que já pintei. Foi o trabalho mais marcante que fiz em toda minha vida. É como se eu tivesse me preparado a vida toda para fazer esse painel. Eu aprendi muito fazendo esse trabalho. Foi uma dedicação profunda e uma experiência fantástica”, afirma.

Durante evento, a Filarmônica Nossa Senhora da Conceição de Itabaiana e da Orquestra Jovem de Sergipe realizaram uma apresentação em conjunto, trazendo um reportório em celebração à Sergipanidade sob a regência do maestro Clodoaldo Nunes.

O Grupo Energisa apoia os dois projetos, por meio por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura. As crianças e jovens participam de aulas de iniciação musical, prática de conjunto em orquestras, bandas, grupo de violão, flauta doce e percussão, entre outros. O objetivo é promover a inclusão por meio da música.

Visita ao Espaço Energia

A obra é aberta ao público para visitação no horário de funcionamento do Espaço Energia, que está localizado na Praça Theodorico Prado Montes, no bairro Farolândia. Durante a semana, o horário de visitação é das 7h30 às 17h30 com intervalo para almoço das 11h30 às 13h30. No sábado e domingo, o horário de funcionamento é das 7h30 às 11h30. A visita guiada no espaço tem duração média de uma hora e precisa ser agendada com antecedência pelo telefone 3085-9668.

Sobre Tintiliano

Cléber Tintiliano descobriu sua paixão pela arte ainda na infância, influenciado pela avó artesã enquanto vivia em Propriá. Aos cinco anos, já pintava seus primeiros quadros e ajudava na produção artesanal. Após o falecimento da avó, mudou-se para Aracaju, onde se encantou com a arquitetura e paisagens urbanas. Apesar da falta de apoio familiar, enfrentou dificuldades no início da carreira, mas seguiu determinado a desenvolver seu talento artístico.

Utilizando principalmente aquarela e tinta a óleo, Tintiliano não se prende a estilos específicos, explorando diferentes técnicas em suas obras. Suas principais influências vêm do impressionismo de Joaquín Sorolla e de artistas sergipanos como Florival Santos, Eurico Luiz e Jordão de Oliveira, refletindo uma mistura de sensibilidade e diversidade estética em sua produção.

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Rio Pomba Valley recebe primeiro patrocínio financeiro Rio Pomba Valley recebe primeiro patrocínio financeiro

Publicada em: 25/09/2025

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Minas Gerais

Rio Pomba Valley recebe primeiro patrocínio financeiro

O Rio Pomba Valley (RPV), hub de inovação, tecnologia e empreendedorismo, do Instituto Energisa, deu um passo inédito no início de setembro ao receber seu primeiro patrocínio financeiro. O apoio veio do Sicredi, que destinou R$170 mil para viabilizar a quarta turma do curso técnico em Desenvolvimento de Sistemas. Desde 2022, o RPV já matriculou mais de 3 mil alunos, com 117 já formados no técnico e mais de 750 certificações em cursos de curta e média duração foram emitidas.  

Esse patrocínio tem um peso simbólico muito grande. É o primeiro aporte financeiro direto que recebemos e representa não só recursos, mas um voto de confiança em um projeto tão importante para nós, como o Rio Pomba Valley”, avalia Eduardo Alves Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio. 

O aporte será destinado à formação de 40 alunos ao longo de um ano e meio e permitirá que o RPV amplie suas atividades, incluindo hackathons e cursos complementares. A iniciativa está alinhada à agenda ASG do Grupo Energisa, com foco em mobilidade social, igualdade de oportunidades e valorização regional. 

Entre as metas da companhia até 2026 está a promoção de uma cultura inclusiva e o fortalecimento da empregabilidade nos programas comunitários. O Rio Pomba Valley já materializa esse compromisso. A taxa média de inserção no mercado ultrapassa 70%, com parte dos alunos sendo absorvidos pelo próprio Grupo Energisa, um dos grandes empregadores da região. Além de gerar impacto social direto, o hub fomenta o desenvolvimento tecnológico e criativo na Zona da Mata, aproximando a comunidade por meio de iniciativas de qualificação e incentivo à economia criativa. 

Nossa presença em cada território que estamos deve ser catalisadora de desenvolvimento social, cultural e econômico. Muitos alunos encontram no Rio Pomba Valley a chance de transformar sua trajetória, ampliando perspectivas de futuro para suas famílias. Esse movimento de mobilidade social é um dos pilares do projeto e um compromisso para nós da Energisa”, completa o executivo.  

Novas turmas 

Com o apoio da Sicredi, teve início, nesta quarta-feira (03/09), o planejamento da próxima turma do curso técnico em Desenvolvimento de Sistemas e de novas ações de promoção do projeto na região. A iniciativa é realizada em parceria com a Populos University, instituição que já colabora com o hub do Rio Pomba Valley em formações de Cibersegurança e outras áreas. 

Ao conhecer o objetivo do projeto, sua magnitude e o impacto que ele gera na sociedade, especialmente nas oportunidades criadas para os jovens, percebemos, o quanto ele transforma vidas. Por isso, quando fomos convidados a participar, aceitamos prontamente, com a certeza de que estaríamos ao lado de uma iniciativa que realmente faz diferença”, explicou Carlos Rogério Matuella, presidente da cooperativa Sicredi Botucaraí RS/MG. 

O Rio Pomba Valley busca transformar a Zona da Mata Mineira em um polo de inovação digital, criatividade e empreendedorismo. O programa conta ainda com parcerias estratégicas de instituições como FIEMG, SENAI, Amazon (AWS), RustCom, Populos, Microsoft e Sensedia. O Instituto Energisa possui sede em Cataguases (MG), Nova Friburgo (RJ) e João Pessoa (PB). 

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Energisa sobe 42 posições e está entre as 25 mais sustentáveis do BR Energisa sobe 42 posições e está entre as 25 mais sustentáveis do BR

Publicada em: 16/09/2025

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Brasil

Energisa sobe 42 posições no ranking ESG e figura entre as 25 empresas mais sustentáveis do Brasil

O Grupo Energisa conquistou um salto importante no Anuário Integridade ESG 2025, publicação de referência nacional que avalia as práticas ambientais, sociais e de governança das companhias brasileiras. A empresa subiu 42 posições em apenas um ano, passando do 65º para o 23º lugar no ranking geral das 100 companhias que mais se destacam na agenda ESG. 

O resultado reflete o avanço da estratégia Energisa 5D: Descarbonização, Descentralização, Digitalização, Democratização e Diversificação, que guia a atuação do Grupo em todas as frentes de negócio. Entre os destaques está o desligamento de 20 usinas térmicas movidas a óleo diesel e combustível fóssil na Amazônia Legal, que somavam 195 MW de potência. A iniciativa evita a emissão de 539 mil toneladas de CO₂ ao ano, o equivalente ao plantio de 3,6 milhões de árvores, e beneficia cerca de 460 mil consumidores com energia mais limpa por meio da interligação ao Sistema Interligado Nacional (SIN). 

Além do compromisso climático, a companhia fortalece sua agenda social. Em 2024, foram investidos R$ 77,2 milhões em educação, cultura, empreendedorismo e inclusão produtiva, beneficiando 1,3 milhão de pessoas, um crescimento de 30% em relação a 2023. Do total, R$ 8,5 milhões vieram de recursos próprios, R$ 32,9 milhões de recursos incentivados e R$ 35,7 milhões de fundo setorial. Com um índice de 70% de empregabilidade, o Programa Rio Pomba Valley - formação em desenvolvimento de softwares na Zona da Mata mineira - evidencia o impacto concreto dessas iniciativas em um ecossistema de inovação onde a Energisa fomenta empreendedorismo, tecnologia e geração de oportunidades. 

Para Tatiana Feliciano, diretora de Sustentabilidade do Grupo Energisa, a conquista reforça o papel da empresa no contexto global de transição energética e nas discussões da COP: 

Subir 42 posições em apenas um ano demonstra a consistência da nossa estratégia ESG e a força do nosso compromisso com a sociedade. Queremos ser protagonistas de uma transformação energética justa, que una inovação, responsabilidade ambiental e impacto social positivo. Estar entre as 25 empresas mais sustentáveis do Brasil nos dá ainda mais energia para seguir avançando. 

O reconhecimento chega em um momento em que investidores, clientes e reguladores estão cada vez mais atentos às práticas ESG. Para o Grupo Energisa, é a confirmação de que o caminho trilhado - fundamentado em inovação, sustentabilidade e cuidado com as pessoas - está alinhado às necessidades do presente e às urgências do futuro. 

Confira aqui o anuário completo. 

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Busão das Artes chega a Palmas com Lixúria, uma experiência imersiva Busão das Artes chega a Palmas com Lixúria, uma experiência imersiva

Publicada em: 08/09/2025

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Tocantins

Busão das Artes chega a Palmas com exposição Lixúria, uma experiência imersiva sobre lixo, meio ambiente e futuro

Um museu sobre rodas que reflete a sociedade e se camufla no espaço urbano. Assim é a nova temporada do Busão das Artes, um caminhão-baú de 15 metros que, desde 2021, se transforma em espaço expositivo e percorre o Brasil. Com curadoria e direção artística de Marcello Dantas, o projeto apresenta agora a exposição “Lixúria” — uma jornada sensorial que une arte e educação ambiental.

Depois de passar por Porto Velho (RO) em agosto, o Busão chega a Palmas (TO) e ficará estacionado na Praça dos Girassóis, até o próximo dia 16 de setembro, com entrada gratuita. O público em geral poderá visitar a mostra, que também oferecerá uma programação especial para escolas públicas e privadas do estado.

Patrocinado, na região Norte do país, pelo Grupo Energisa, por meio do programa Energisa Cultural, e com apoio cultural do Instituto Energisa, por meio da Lei Rouanet, o projeto reúne obras de artistas visuais como Vik Muniz, Sueli Isaka, Guto Lacaz, Sandra Lapage, Pirilampos do Planeta, Tomazicabral, Jessica Mein, Karola Braga, Coopa Roca, Janaina Mello Landini, Adrianna Eu e Alexandre Farto aka Vhils. Ao longo do semestre, o Busão das Artes também passará por Fortaleza (CE), São Paulo (SP) e diversas cidades do Rio de Janeiro (Paraty, Resende, Cabo Frio, Macaé, Areal, Petrópolis, São Gonçalo, Niterói e Rio de Janeiro). A expectativa é receber mais de 130 mil visitantes nesta temporada.

Propondo uma reflexão sobre o lixo e o papel de cada indivíduo na construção de um futuro mais sustentável, a experiência começa pelo próprio caminhão, revestido com película espelhada que reflete o entorno, quase desaparecendo no espaço urbano e tornando-se um espelho crítico da sociedade. O espaço expositivo é dividido em áreas internas e externas, concebidas para provocar e surpreender o público — especialmente crianças e adolescentes — com experiências lúdicas e sensoriais.

Lixo é um espelho da sociedade

O lixo é um espelho do nosso comportamento. Quando olhamos para o que descartamos, enxergamos quem somos como sociedade. A proposta da exposição “Lixúria” é justamente tornar esse espelho visível e provocar reflexão sobre nossos hábitos de consumo e descarte. Cada pessoa gera, em média, até 28 toneladas de resíduos ao longo da vida. É um dado brutal, mas que precisa ser encarado. Se até um bebê, nas primeiras semanas de vida, já produz uma quantidade considerável de resíduos, precisamos repensar coletivamente o destino de tudo o que descartamos”, explica o curador Marcello Dantas.

Segundo ele, "o lixo não desaparece. Ele se acumula, se transforma e também pode ser ferramenta de educação e cidadania. Queremos tirar o lixo “debaixo do tapete” e colocá-lo no centro do debate, da arte e da curiosidade. O que parece rejeito, na verdade, carrega histórias, potencial criativo e até beleza”.

Dentro do Busão, o visitante se depara com uma cenografia marcante: um patchwork de embalagens que reveste paredes e teto, construído a partir de lixo limpo como tampinhas, embalagens Tetra Pak, pacotes e plásticos diversos. A exposição também apresenta a obra Marat (Sebastião), da série Pictures of Garbage, de Vik Muniz, criada a partir de seu projeto com catadores do aterro sanitário de Jardim Gramacho (RJ). No mesmo espaço, o clássico curta-metragem “Ilha das Flores” (1989), de Jorge Furtado, é exibido em looping, convidando o público a repensar consumo, desigualdade e o destino do lixo.

Balança mede produção individual de lixo

O visitante também encontra duas estações interativas: uma balança que calcula, em quilos, a quantidade de lixo que cada pessoa produzirá ao longo da vida — dando uma dimensão concreta do impacto individual — e um mapa digital, via Google Earth, com informações sobre lixões, aterros sanitários e pontos de coleta das cidades visitadas.

Do lado de fora, a experiência continua. Espalhadas ao redor do caminhão, latas de lixo galvanizado com tampas guardam surpresas que se revelam quando abertas. Dentro delas, o público descobre obras dos artistas Sueli Isaka, Guto Lacaz, Sandra Lapage, Pirilampos do Planeta (Lula Duffrayer e Flávio Carvalho), Tomazicabral, Nazareno, Jessica Mein, Karola Braga, Coopa Roca, Janaina Mello Landini e Adrianna Eu — criações feitas a partir de resíduos ou inspiradas em personagens simbólicos, como o “Bicho de Lixo”. Algumas dessas obras ainda acionam efeitos sonoros, visuais ou mecânicos, ampliando a experiência sensorial.

No mesmo ambiente, a obra “Marca Temporária, Memória Coletiva”, do artista Alexandre Farto aka Vhils, propõe uma intervenção colaborativa. Em cada cidade, uma grande tela negra perfurada é colocada sobre o chão claro, revelando, por contraste, uma imagem previamente desenhada. Essa superfície urbana se transforma em suporte vivo para a arte, construída com materiais naturais coletados localmente (areia, pedras, ervas secas) em parceria com a comunidade. O processo ativa o entorno, valoriza os recursos do lugar e estimula o engajamento coletivo. Ao final, a tela é retirada, deixando no chão uma marca efêmera que desaparece com o tempo, mas permanece na memória de quem participou.

Esta exposição convida o público a reconfigurar seu olhar sobre o lixo. Temos de reaprender a ver no que é descartado uma potência criativa, simbólica e transformadora. Reutilização criativa, circularidade, responsabilidade social e imaginação são caminhos para uma relação mais saudável com a matéria que mais geramos em vida. Abrir cada lata de lixo como quem abre uma possibilidade de mundo, é isso que queremos passar aos visitantes”, resume o curador.

Apoio ao desenvolvimento sustentável

A aproximação da sociedade, por meio de ações culturais, é um dos compromissos da Energisa. E apoiar iniciativas como o Busão das Artes, que une educação ambiental e arte, em áreas onde o grupo atua de forma direta, como Rondônia e Tocantins, contribui para o desenvolvimento sustentável dos biomas mais frágeis do país. Em 2024, o Grupo Energisa investiu R$ 77,2 milhões em projetos socioculturais, beneficiando mais de 1,3 milhão de pessoas.

Ao patrocinar projetos como a exposição ‘Lixúria’, reafirmamos nosso compromisso com a transformação da sociedade, promovendo acesso à educação e ao desenvolvimento sustentável. Nossa energia vai muito além da rede elétrica, impulsionando o desenvolvimento social, econômico e cultural onde atuamos”, afirma Delânia Cavalcante, coordenadora de investimento social do Grupo Energisa.

A experiência conta com práticas coordenadas pela Percebe, consultoria especializada em educativos de museus e exposições. As ações buscam promover encontros significativos entre o público e as obras por meio de visitas mediadas, oficinas e propostas interativas. O atendimento é direcionado tanto a grupos escolares agendados quanto ao público espontâneo, com abordagens adaptadas a diferentes idades e perfis de interesse.

Para estender a vivência além do espaço expositivo, a mostra oferece materiais de apoio educacional para professores, disponíveis para download no site e também enviados às escolas. Os estudantes que visitarem o Busão das Artes receberão ainda um material impresso com propostas de atividades que incentivam reflexão e criação, permitindo que a experiência continue em sala de aula e em casa, fortalecendo os vínculos entre arte, educação e meio ambiente no cotidiano.

A exposição Lixúria dá continuidade à trajetória já consolidada de mostras itinerantes do Busão das Artes. O projeto sucede iniciativas como “A Casa que Anda – que mistérios tem Clarice?”, experiência sensorial inspirada na obra infantojuvenil de Clarice Lispector, e “O Mundo Invisível”, criada no contexto pós-pandêmico, que abordava de forma lúdica e educativa o universo de fungos, vírus e bactérias. Trata-se de um projeto gratuito, inclusivo e democrático de educação, idealizado por Renata Lima, da Das Lima Produções, em parceria com Lilian Pieroni e Luciana Levacov, da Carioca DNA.

SERVIÇO

Busão das Artes: Exposição Lixúria em Palmas (TO)

Local: Praça dos Girassóis (Av. Joaquim Teotônio Segurado, s/n - Plano Diretor Sul, Palmas - TO)

Data: 07 a 16 de setembro

Horário: Segunda a sexta: 10h às 17h / Sábados e domingos: 13h às 19h

*Entrada gratuita

Visitas agendadas para grupos pelo e- mail lixuria@busaodasartes.com.br

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Floresta Viva: Energisa reforça compromisso ambiental Floresta Viva: Energisa reforça compromisso ambiental

Publicada em: 05/09/2025

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

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Mato Grosso

No Dia da Amazônia, Grupo Energisa reforça compromisso com a preservação com o lançamento da segunda fase do programa Floresta Viva

No Dia da Amazônia, o Grupo Energisa celebra mais um passo importante em direção à preservação do maior bioma tropical do planeta. Junto ao BNDES, Norte Energia e Fundo Vale, a companhia participa do lançamento de um novo edital do Floresta Viva, que vai destinar até R$ 6,3 milhões para apoiar até seis projetos de restauração na bacia do Rio Xingu. 

O Floresta Viva visa a formação de parcerias para apoiar projetos de restauração ecológica nos diversos biomas brasileiros, com espécies nativas e sistemas agroflorestais (SAFs). Desde 2023, foram destinados R$ 26,7 milhões em recursos não reembolsáveis para projetos de restauração de áreas degradadas e fortalecimento de cadeias produtivas na Bacia Hidrográfica do Xingu, na região amazônica. 

O novo edital prioriza a participação de comunidades locais e povos tradicionais em áreas protegidas, territórios indígenas, unidades de conservação e assentamentos de reforma agrária. Este é o segundo edital voltado especificamente à Bacia do Xingu. Em 2023, quatro projetos foram selecionados, totalizando R$ 20,3 milhões em investimentos. (Saiba mais sobre os projetos já selecionados na Bacia do Xingu). 

Com a parceria, a Energisa reafirma seu compromisso com a sustentabilidade e a preservação ambiental na Amazônia, alinhando suas ações à estratégia ASG da empresa.  Além de apoiar a restauração de áreas na Bacia do Rio Xingu, em 2024, o Grupo Energisa concluiu o desligamento de 20 usinas termelétricas na Amazônia Legal, antecipando em dois anos o cumprimento de seu compromisso ASG. A iniciativa evitou a emissão de 539 mil toneladas de CO₂ por ano, o equivalente ao plantio de 3,6 milhões de árvores, e desmobilizou 195 MW de potência instalada, beneficiando 460 mil pessoas em 17 municípios. Essas comunidades passaram a contar com um fornecimento mais seguro, graças à interligação ao Sistema Interligado Nacional. 

“O Grupo Energisa tem forte presença na Amazônia, com ativos de distribuição, transmissão e soluções de energia. Reconhecemos nosso papel e responsabilidade para reduzir os impactos do negócio nesse bioma tão importante, não só no Brasil, como também para o mundo. Por meio do Floresta Viva, contribuímos para a preservação da floresta e, consequentemente, para a qualidade de vida das comunidades e povos tradicionais que nela vivem. Este programa se conecta diretamente à nossa agenda ASG, ao possibilitar a recuperação de áreas degradadas e, ao mesmo tempo, gerar empregos e renda por meio do fortalecimento das cadeias produtivas na região da Bacia do Xingu”, afirma Tatiana Feliciano, diretora de Gestão e Sustentabilidade do Grupo Energisa. 

Com a participação no Floresta Viva, a Energisa reafirma seu papel como agente de transformação, promovendo a recuperação ecológica e a geração de renda, alinhada à sua agenda de sustentabilidade. 

 

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Notícias

Energisa e Sergipe avançam na criação de nova Unidade de Conservação Energisa e Sergipe avançam na criação de nova Unidade de Conservação

Publicada em: 05/09/2025

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

Região: 

Sergipe

Energisa e Estado de Sergipe avançam na criação de Unidade de Conservação inédita

O primeiro passo para a criação de uma nova Unidade de Conservação na região do Alto Sertão sergipano foi dado: a Energisa Sergipe e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac) assinaram termo de compromisso para criação da unidade de conservação (UC) Serra da Melancia, no município de Gararu. A iniciativa, inédita em Sergipe, prevê a criação da área de conservação como medida de compensação ambiental no bioma da Caatinga.

Pela primeira vez em Sergipe, estamos unindo a necessidade da criação de unidades de conservação estaduais, com a obrigação da iniciativa privada de cumprir compensações ambientais. Assim, levamos proteção permanente a uma área importante de Caatinga, às margens do rio São Francisco, local de ecoturismo e peregrinação religiosa no Estado”, celebrou a secretária do meio ambiente, Deborah Menezes Dias.

Para o presidente da Energisa Sergipe, Roberto Carlos Currais, participar da criação de uma nova unidade de conservação é motivo de alegria. “É um ganho para todos: para nós, para o Governo do Estado e para a população em geral. Ficamos satisfeitos com essa parceria e vamos fazer o melhor investimento possível”.

A unidade terá 36 hectares e será implantada às margens do rio São Francisco, no sertão sergipano. Segundo a Semac, o formato de compensação ambiental adotado com a Energisa é mais efetivo do que o reflorestamento tradicional, já que o bioma da Caatinga apresenta alta perda de mudas e risco de novos desmatamentos. Uma unidade de conservação, por sua vez, garante proteção permanente da área. 

A empresa será responsável pela aquisição da área e pela construção da sede administrativa da unidade, além de conduzir a consulta pública com a comunidade, elaborar o diagnóstico ambiental e desenvolver o plano de manejo, em parceria com a equipe técnica da Semac. 

Unidade de Conservação 

A Serra da Melancia fica localizada no município de Gararu, no alto sertão sergipano a 150 km da capital, Aracaju. É uma área de Caatinga preservada às margens do Rio São Francisco, que atualmente recebe visitantes para trilhas de ecoturismo e turismo religioso. Desde 2018, a Semac já havia identificado a potencialidade da área para unidade de conservação, atuando em parceria com a Prefeitura do Município de Gararu, por meio da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente.

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