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FlexLab: Energisa lança chamada de inovação em webinar nacional FlexLab: Energisa lança chamada de inovação em webinar nacional

Publicada em: 23/01/2026

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 Inovação

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Brasil

FlexLab: Energisa conecta inovação, regulação e mercado em webinar de lançamento da chamada pública

A Energisa realizou, na última quarta-feira (28), o webinar de lançamento do FlexLab, sua plataforma de inovação aberta voltada ao desenvolvimento de soluções de flexibilidade energética. O evento reuniu cerca de 400 participantes entre startups, universidades, empresas, agentes do setor elétrico, reguladores e colaboradores do Grupo, marcando um passo importante na consolidação de um novo modelo de operação do sistema elétrico brasileiro.

Durante o encontro, executivos da Energisa apresentaram o conceito do FlexLab, os desafios tecnológicos e regulatórios associados à flexibilidade e os detalhes da chamada pública de inovação, que está com inscrições abertas até 25 de fevereiro.

A gente vive um momento histórico para o setor elétrico brasileiro. O FlexLab nasce como a primeira plataforma de inovação aberta dedicada exclusivamente à flexibilidade, um tema central para garantir eficiência, confiabilidade e sustentabilidade ao sistema energético”, afirmou Letícia Dantas, diretora de Inovação do Grupo Energisa.

Flexibilidade como resposta à complexidade do sistema elétrico

Ao abrir o webinar, Letícia destacou que o avanço acelerado da geração distribuída, a eletrificação da economia, a digitalização das redes e a abertura do mercado de energia tornam o sistema elétrico mais dinâmico e, ao mesmo tempo, mais complexo. Nesse cenário, a flexibilidade passa a ser um recurso estratégico.

O FlexLab é um ambiente operacional real. Não é simulação. Estamos colocando nossos ativos físicos, nossas usinas, redes e sistemas à disposição do ecossistema para testar e desenvolver soluções em condições reais de operação”, explicou a diretora.

A plataforma se apoia em dois ambientes principais de experimentação: um laboratório em Palmas (TO), com usinas, baterias e sistemas fotovoltaicos integrados, e outro em Uberlândia (MG), com microgrid on-grid e infraestrutura para testes de carregamento inteligente de veículos elétricos.

Regulação e modernização setorial no centro do debate

O contexto regulatório da flexibilidade no Brasil foi apresentado por Rodrigo Santana, diretor de Assuntos Regulatórios da Energisa. Em sua fala, ele ressaltou que a evolução do mercado de flexibilidade caminha lado a lado com a modernização do setor elétrico.

A modernização setorial recente, enviada pelo Ministério de Minas e Energia por meio da MP 1304 e convertida na Lei 15.269, representa um avanço relevante. Ela melhora a alocação de custos e riscos e cria bases mais isonômicas entre os ambientes regulado e livre”, afirmou Santana.

Segundo o executivo, o crescimento das fontes renováveis, aliado a eventos climáticos extremos, reforça a necessidade de serviços de flexibilidade para garantir confiabilidade ao sistema. “Flexibilidade deixa de ser uma opção e passa a ser uma necessidade estrutural”, completou.

Rodrigo também destacou que o FlexLab pode contribuir diretamente para o aprimoramento regulatório, ao gerar dados, evidências técnicas e aprendizados que apoiem decisões da Aneel, do MME e de outros agentes do setor.

Do conceito ao mercado: soluções já em operação

Ao longo do webinar, foram apresentados exemplos práticos de como a flexibilidade já vem sendo aplicada na companhia, tanto pelo lado da rede quanto pelo lado dos clientes.

Entre os cases citados estão projetos de usinas virtuais (VPPs), sistemas solares com baterias em comunidades isoladas, sandboxes tarifários em diferentes distribuidoras do Grupo e soluções de armazenamento como serviço para clientes comerciais e industriais.

A flexibilidade gera valor para todos. Para o cliente, reduz custo, aumenta previsibilidade e contribui para metas ESG. Para o sistema elétrico, reduz picos de consumo, evita congestionamentos e posterga investimentos em infraestrutura”, explicou Letícia.

Chamada pública busca soluções para seis grandes desafios

Durante o encontro, a Energisa detalhou os seis eixos que orientam a chamada pública do FlexLab:

  • Agregação de recursos energéticos distribuídos e usinas virtuais

  • Plataformas de dados e open energy

  • Carregamento inteligente de veículos elétricos

  • Resposta da demanda

  • Tarifas do futuro

  • Previsão de carga e geração

As propostas selecionadas poderão ser desenvolvidas em parceria com a Energisa, com possibilidade de coinvestimento, testes em ambiente real e geração de novos modelos de negócio.

O FlexLab foi desenhado para conectar mercado e resultado. Queremos acelerar soluções, desenvolver novos produtos e fortalecer um ecossistema colaborativo que ajude o setor elétrico brasileiro a evoluir de forma sustentável”, reforçou Letícia.

As inscrições para a chamada pública do FlexLab seguem abertas até 25 de fevereiro, pelo site oficial da plataforma. Os projetos selecionados serão anunciados a partir de maio, com início das atividades previsto para o segundo semestre.

Acesse https://www.flexlab.energy/, conheça o edital e inscreva sua proposta. 

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Energisa lança edital de inovação aberta Energisa lança edital de inovação aberta

Publicada em: 21/01/2026

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 Inovação

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Brasil

Energisa lança edital de inovação aberta para desenvolver mercado de flexibilidade energética

Entre os dias 21 de janeiro e 25 de fevereiro, startups, universidades, instituições científicas, tecnológicas e de inovação, além da indústria, podem se inscrever na chamada de inovação aberta do FlexLab, plataforma criada pela Energisa para acelerar soluções de flexibilidade energética, a capacidade de responder rapidamente às variações de oferta e demanda. O objetivo é explorar novos modelos de controle, previsão, agregação, resposta da demanda e coordenação inteligente de cargas, geração distribuída e armazenamento, criando evidências técnicas, regulatórias e econômicas que apoiem a evolução do setor elétrico rumo a uma rede mais flexível, digital, descentralizada e participativa.

O edital da chamada de inovação aberta está disponível no site do Energisa FlexLab (https://www.flexlab.energy/). No dia 21 de janeiro, às 16h30, será realizado um webinar de lançamento para apresentação do programa e esclarecimento de dúvidas. As propostas podem resultar em produtos, serviços, novos modelos tarifários ou até mesmo em inovação na forma de modelos de negócios. A expectativa é aprovar de cinco a dez projetos.

Com o FlexLab, queremos acelerar produtos tecnológicos, modelos de negócio e regulatórios rumo a modernização do setor elétrico. Para isso, precisamos identificar, selecionar e testar soluções inovadoras que contribuam para o desenvolvimento da flexibilidade elétrica”, explica Letícia Dantas, diretora de Inovação da Energisa. “A flexibilidade é fundamental para o futuro da distribuição de energia, e a inovação aberta é a melhor alternativa para encontrar novas ideias e soluções, ampliando as chances de responder a desafios específicos.”

Em geral, as empresas realizam chamadas voltadas a projetos específicos, com entregas previamente definidas. No FlexLab, o foco é o tema da flexibilidade, estruturado em seis frentes: gerenciamento inteligente de cargas com redução automática em picos de consumo; coordenação de múltiplos recursos energéticos distribuídos; usinas virtuais que combinam geração, armazenamento e cargas flexíveis; modelos tarifários dinâmicos e incentivos à flexibilidade energética; previsão de geração e demanda para otimização operacional; e plataforma aberta de dados e APIs para fomentar a inovação no setor energético.

Tecnologias, modelos de negócio, arquiteturas digitais, métodos de previsão e sistemas de gestão de flexibilidade são alguns dos caminhos possíveis para responder de forma inteligente às variações de geração, consumo e condições de operação, de maneira eficiente, confiável e sustentável”, afirma Letícia. Segundo a executiva, as propostas devem considerar princípios como interoperabilidade, segurança operacional, proteção de dados, viabilidade econômica e potencial de escalabilidade no contexto da Energisa e do setor elétrico nacional.

As soluções serão desenvolvidas ou testadas em ambiente real, utilizando o ambiente de experimentação da plataforma, e poderão servir de base para novos modelos de negócio. A Energisa mantém dois laboratórios para testes, um em Uberlândia, Minas Gerais, e outro em Palmas, Tocantins. Os parceiros não precisam estar presencialmente nos locais em tempo integral, mas terão acesso à infraestrutura para desenvolver e validar suas soluções. O financiamento poderá ser composto por recursos próprios da empresa e por verbas de pesquisa e desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Após a inscrição do projeto no site do FlexLab e a verificação de preenchimento de requisitos, os proponentes participarão de sessões presenciais ou remotas de apresentação técnica para o comitê de seleção, no estilo de pitch. Em seguida, acontece a etapa de discussão e refinamento das propostas, com a construção do plano de trabalho. Os selecionados serão anunciados em junho de 2026.

Os critérios de seleção consideram a aderência aos temas, desafios e aplicabilidade no contexto da Energisa, o mérito técnico e o grau de inovação, incluindo a maturidade tecnológica, o potencial de impacto nos indicadores da empresa, sejam eles operacionais, econômicos ou socioambientais, a capacidade da equipe e a viabilidade de execução, além da escalabilidade, modelo de negócio, monetização da solução, prontidão regulatória e dos aspectos de sustentabilidade, segurança e compliance.

Não se trata de um processo competitivo tradicional. Por isso, podemos selecionar mais de uma proposta para desenvolvimento simultâneo, inclusive dentro de um mesmo eixo temático, desde que atendam aos requisitos e estejam alinhadas aos interesses estratégicos da Energisa. É uma oportunidade inovadora para acelerar uma área essencial para a rede energética brasileira, que passa por um processo de transformação e tem na flexibilidade um de seus maiores desafios”, conclui a executiva.

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Data centers estão mudando a geografia da infraestrutura no Brasil Data centers estão mudando a geografia da infraestrutura no Brasil

Publicada em: 21/01/2026

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 120 Anos

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Data centers estão mudando a geografia da infraestrutura no Brasil

A expansão dos data centers no Brasil evidencia uma mudança na geografia da infraestrutura digital. Antes concentrados nos grandes centros urbanos, esses empreendimentos passam a avançar para novas regiões, impulsionados pelo crescimento da computação em nuvem, da inteligência artificial e da demanda por processamento de dados em larga escala.

Esse movimento encontra no Brasil um diferencial estratégico. A matriz elétrica majoritariamente limpa e a capacidade de integrar diferentes fontes de energia criam condições favoráveis para a interiorização dessa infraestrutura, conectando tecnologia, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

Segundo Gustavo Valfre, vice presidente de tecnologia do Grupo Energisa, o desafio central não está apenas na oferta de energia, mas na garantia de estabilidade, redundância e capacidade de escalar o fornecimento de forma contínua. Essa confiabilidade é essencial para viabilizar operações digitais que funcionam de forma ininterrupta.

Ao avançar para além dos polos tradicionais, os data centers passam a atuar também como vetores de desenvolvimento, estimulando investimentos em infraestrutura, conectividade e qualificação profissional em diferentes regiões do país.

Leia o artigo completo publicado pela MIT Technology Review Brasil e entenda como a nova geografia da infraestrutura digital pode reposicionar o Brasil na economia de dados.

 

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Grupo Energisa lança o FlexLab, uma plataforma de inovação aberta Grupo Energisa lança o FlexLab, uma plataforma de inovação aberta

Publicada em: 27/11/2025

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 Inovação

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Grupo Energisa lança plataforma de inovação aberta para acelerar soluções de flexibilidade da rede elétrica

O sistema elétrico brasileiro passa por uma transformação e a flexibilidade da rede — a capacidade de responder rapidamente às variações de oferta e demanda — tornou-se um dos principais desafios dessa transição. Em busca de soluções para o tema, o Grupo Energisa está lançando uma plataforma de inovação aberta, o Energisa FlexLab. O edital para selecionar parceiros para o desenvolvimento de projetos de flexibilidade, como indústrias, startups e universidades, será lançado em janeiro.

Com o FlexLab, a Energisa pretende acelerar o mercado de flexibilidade e fomentar soluções como o virtual power plant (VPP), o uso de inteligência artificial para resposta à demanda, gestão inteligente de cargas, controle e armazenamento de energia. A cada chamada pública, a empresa espera aprovar de cinco a dez projetos. Os produtos serão desenvolvidos ou testados em ambiente real e poderão servir de base para novos modelos de negócio. O financiamento poderá ser composto por recursos próprios da empresa e por verbas de pesquisa e desenvolvimento da Aneel.

Flexibilidade é um elemento central para o futuro da distribuição de energia. O FlexLab nos dá condições de desenvolver e validar soluções que aumentam a capacidade da rede, reduzem custos sistêmicos e apoiam a transição para um sistema mais digital e distribuído. Para criar esse mercado e encontrar novas ideias e soluções, a inovação aberta é a melhor opção. Em vez de fazer essa busca apenas com o nosso time interno, ao abrir a chamada e facilitar a colaboração, aumentamos as chances de encontrar caminhos para desafios específicos”, explica Letícia Dantas, diretora de inovação do Grupo Energisa.

A seleção dos parceiros do FlexLab seguirá as regras do edital que será publicado em janeiro. O modelo do FlexLab é temático, não prescritivo. Não há definição prévia sobre qual solução deve ser criada.

Geralmente, as empresas fazem chamadas para projetos específicos, com entregas pré-determinadas. No FlexLab, trabalhamos com o tema flexibilidade. A entrega pode ser um produto, um serviço, uma nova forma de tarifação ou até um modelo de negócios. Os resultados podem ir de uma patente a um novo modelo de negócio”, diz Letícia.

Os projetos selecionados poderão usar a infraestrutura da Energisa. A empresa mantém dois laboratórios para testes, um em Uberlândia, Minas Gerais, e outro em Palmas, Tocantins. Os parceiros não precisam estar presencialmente nos locais em tempo integral, mas terão acesso à infraestrutura para desenvolver e validar suas soluções, afirma a executiva.

As iniciativas serão executadas em ciclos anuais, com início e fim definidos. Os critérios finais de seleção ainda estão em elaboração, mas dois pontos serão fundamentais: impacto para o negócio e capacidade de gerar regulação. O orçamento dependerá da demanda apresentada pelos proponentes e, como frente de inovação, a seleção seguirá o modelo de pitch usado por startups.

O FlexLab deve gerar benefício para a rede elétrica, para o setor e para o que chamamos de prosumidor, já que o consumidor também pode ser produtor. Nosso objetivo é acelerar o mercado de flexibilidade, fomentar soluções e contribuir para uma regulação que permita regras claras e maior segurança jurídica”, finaliza a diretora.

Saiba mais através do site: https://www.flexlab.energy/  

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Inovação não depende apenas de tecnologia Inovação não depende apenas de tecnologia

Publicada em: 30/10/2025

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 COP30

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Inovação não depende apenas de tecnologia, ressalta artigo assinado em parceria entre o Grupo Energisa e a MIT Technology Review

O futuro do setor elétrico não se constrói apenas com tecnologia. Esse é o argumento central do terceiro artigo da parceria entre a Energisa e o MIT Technology Review Brasil, que apresenta uma análise profunda sobre a transformação energética e mostra que a adoção de novas tecnologias é apenas o primeiro passo. 

Embora haja soluções tecnológicas em abundância, o artigo indica que o verdadeiro obstáculo para a transformação energética é conseguir alinhar fatores técnicos, humanos, culturais e regulatórios. Sem esse ecossistema coeso, as mudanças não se sustentam no longo prazo. 

A regulação é apresentada como o elemento central que define o sucesso da modernização, podendo ser o motor que acelera o setor ou a barreira que o impede de inovar de forma prática, segura e integrada. Para que o ambiente regulatório não trave o progresso, é indispensável uma maior articulação entre empresas, governo e sociedade. 

A abertura à colaboração, o engajamento das equipes e a disposição para assumir riscos calculados dentro das organizações também são condições primárias para que novas ideias se tornem resultados concretos e gerem valor. 

Combinando a visão de especialistas do MIT e a experiência de executivos da Energisa, o artigo aponta caminhos para superar esses entraves e acelerar a modernização do setor elétrico brasileiro, conciliando eficiência, segurança e sustentabilidade. 

Clique aqui e confira o artigo na íntegra. 

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Energisa Tech Summit último dia Energisa Tech Summit último dia

Publicada em: 17/10/2025

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 Inovação

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Energisa Tech Summit – Dia 5: tecnologia, pessoas e propósito impulsionando o futuro

O encerramento do evento destacou como a inteligência artificial, aliada à infraestrutura robusta e à cultura organizacional, fortalece a resiliência, a inovação e o protagonismo das pessoas no Grupo Energisa.
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Rio Pomba Valley recebe primeiro patrocínio financeiro Rio Pomba Valley recebe primeiro patrocínio financeiro

Publicada em: 25/09/2025

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Rio Pomba Valley recebe primeiro patrocínio financeiro

O Rio Pomba Valley (RPV), hub de inovação, tecnologia e empreendedorismo, do Instituto Energisa, deu um passo inédito no início de setembro ao receber seu primeiro patrocínio financeiro. O apoio veio do Sicredi, que destinou R$170 mil para viabilizar a quarta turma do curso técnico em Desenvolvimento de Sistemas. Desde 2022, o RPV já matriculou mais de 3 mil alunos, com 117 já formados no técnico e mais de 750 certificações em cursos de curta e média duração foram emitidas.  

Esse patrocínio tem um peso simbólico muito grande. É o primeiro aporte financeiro direto que recebemos e representa não só recursos, mas um voto de confiança em um projeto tão importante para nós, como o Rio Pomba Valley”, avalia Eduardo Alves Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio. 

O aporte será destinado à formação de 40 alunos ao longo de um ano e meio e permitirá que o RPV amplie suas atividades, incluindo hackathons e cursos complementares. A iniciativa está alinhada à agenda ASG do Grupo Energisa, com foco em mobilidade social, igualdade de oportunidades e valorização regional. 

Entre as metas da companhia até 2026 está a promoção de uma cultura inclusiva e o fortalecimento da empregabilidade nos programas comunitários. O Rio Pomba Valley já materializa esse compromisso. A taxa média de inserção no mercado ultrapassa 70%, com parte dos alunos sendo absorvidos pelo próprio Grupo Energisa, um dos grandes empregadores da região. Além de gerar impacto social direto, o hub fomenta o desenvolvimento tecnológico e criativo na Zona da Mata, aproximando a comunidade por meio de iniciativas de qualificação e incentivo à economia criativa. 

Nossa presença em cada território que estamos deve ser catalisadora de desenvolvimento social, cultural e econômico. Muitos alunos encontram no Rio Pomba Valley a chance de transformar sua trajetória, ampliando perspectivas de futuro para suas famílias. Esse movimento de mobilidade social é um dos pilares do projeto e um compromisso para nós da Energisa”, completa o executivo.  

Novas turmas 

Com o apoio da Sicredi, teve início, nesta quarta-feira (03/09), o planejamento da próxima turma do curso técnico em Desenvolvimento de Sistemas e de novas ações de promoção do projeto na região. A iniciativa é realizada em parceria com a Populos University, instituição que já colabora com o hub do Rio Pomba Valley em formações de Cibersegurança e outras áreas. 

Ao conhecer o objetivo do projeto, sua magnitude e o impacto que ele gera na sociedade, especialmente nas oportunidades criadas para os jovens, percebemos, o quanto ele transforma vidas. Por isso, quando fomos convidados a participar, aceitamos prontamente, com a certeza de que estaríamos ao lado de uma iniciativa que realmente faz diferença”, explicou Carlos Rogério Matuella, presidente da cooperativa Sicredi Botucaraí RS/MG. 

O Rio Pomba Valley busca transformar a Zona da Mata Mineira em um polo de inovação digital, criatividade e empreendedorismo. O programa conta ainda com parcerias estratégicas de instituições como FIEMG, SENAI, Amazon (AWS), RustCom, Populos, Microsoft e Sensedia. O Instituto Energisa possui sede em Cataguases (MG), Nova Friburgo (RJ) e João Pessoa (PB). 

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Dispositivo Antifurto de Reguladores e Transformadores (DAF-RT) Dispositivo Antifurto de Reguladores e Transformadores (DAF-RT)

Publicada em: 29/08/2025

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Dispositivo Antifurto de Reguladores e Transformadores (DAF-RT)

O DAF-RT é um equipamento de proteção para reguladores de tensão e transformadores que aumenta a segurança, reduz custos com furtos e melhora a disponibilidade de energia.
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Projeto Vera Projeto Vera

Publicada em: 29/08/2025

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Projeto Vera

O Vegetation Recognition Action é uma plataforma inovadora de reconhecimento e gestão da vegetação que otimiza planos de poda, reduz emergências e fortalece a continuidade do fornecimento de energia.
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Projeto Vera Energisa Projeto Vera Energisa

Publicada em: 29/08/2025

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Projeto Vera Energisa

Plataforma de reconhecimento e gestão da vegetação que otimiza planos de poda, reduz interrupções e apoia o monitoramento em tempo real
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