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Compromisso social: Energisa atua no combate à fome Compromisso social: Energisa atua no combate à fome

Publicada em: 24/08/2021

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Rondônia

Compromisso social: Energisa atua no combate à fome

As demandas surgidas durante a pandemia têm provocado a mobilização de vários agentes – sociedade e empresas – no sentido de minimizar alguns problemas, entre eles a fome. Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), feito entre 2017 e 2018 (antes da crise na saúde), divulgado em agosto, mostra que o tema já era de grande gravidade. Cerca de 41% da população brasileira (84,9 milhões de pessoas) convivem com a fome ou sofrem algum grau de insegurança alimentar, mostra a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF). 

O Grupo Energisa tem atuado de forma ativa desde o início da pandemia por meio do movimento Energia do Bem, criado pela própria empresa para viabilizar ações emergenciais que ajudem a superar a crise humanitária provocada pela Covid-19

Ao todo, o grupo vai doar em torno de 14 mil cestas básicas nos 11 estados onde atua, num total de 329 toneladas de alimentos. Recentemente, a companhia destinou 29 toneladas de kits para famílias de Rondônia.

Colaboradores

Parte dos alimentos veio da contribuição feita pelos seus colaboradores. Os mantimentos foram entregues pela concessionária à Secretaria de Assistência Social de Porto Velho (300 unidades), Núcleo e Apoio a Criança com Câncer (50), para a comunidade indígena Uru-Eu-Wau-Wau em Tarilândia (92) e Associação Luz do Alvorecer (50). As entregas seguirão conforme calendário definido previamente.

A Central Única das Favelas (CUFA) fez um diagnóstico socioeconômico e selecionou 100 famílias do bairro Orgulho do Madeira, em Porto Velho, para receber as cestas básicas por três meses.

A ação fez parte da segunda etapa da ação humanitária de combate à fome realizada pela Energisa A participação dos colaboradores é feita de forma inovadora, por meio de financiamento coletivo (matchfunding). A cada real doado pelo funcionário a empresa contribui com mais um real. Com isso, as arrecadações totais ultrapassaram R$ 1 milhão.

Com uma adesão expressiva entre os profissionais que atuam na empresa, André Theobald, diretor-presidente da Energisa em Rondônia, analisa “Temos orgulho em ver como nossos colaboradores são engajados e querem ajudar a nossa comunidade. Com a união dos recursos estamos alcançando o dobro de famílias do que na primeira etapa”. 

Mãe solo de três crianças, Daniele Cristina Sales Leal, desempregada, pede que as adesões a movimentos como esse cresçam. “Se você puder ajudar, de coração, Deus vai abençoar e vai multiplicar muito mais na mesa de vocês”.

Planejamento

Um dos diferenciais da iniciativa, segundo Theobald, é o período em que as famílias receberão o apoio. Serão três meses de doações. “Ter a certeza de que nos próximos meses a família vai ter algo fundamental como a alimentação dá energia para buscar formas de suprir a renda, mas sobretudo, dá esperança de que esse momento difícil vai passar”, diz o diretor-presidente.

O movimento Energia do Bem, da Energisa, tem colocado em prática uma série de ações desde o início da pandemia. Em um dos projetos, em Rondônia, a distribuidora executou obras que colaboraram para viabilizar a abertura de 79 leitos no Hospital de Base e Assistência Médica Intensiva (AMI). Com isso, houve um incremento de cerca de 30% os leitos de UTI no sistema de saúde do estado.

A distribuidora fez a doação de insumos para Cemetron e Hospital de Base e contribuiu com o reparo de seis respiradores pulmonares, em parceria com o Senai, entregues às duas instituições de saúde. Além disso a Energisa contribuiu com a compra emergencial de cerca de 52 mil luvas e 2 mil máscaras, em ação coordenada pela Federação das Indústrias de Rondônia (Fiero).

Rondônia é o estado que lidera o plano de investimentos da Energisa em 2021.

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Ações de conscientização buscam engajar população para evitar risco el Ações de conscientização buscam engajar população para evitar risco el

Publicada em: 23/08/2021

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Brasil

Ações de conscientização buscam engajar população para evitar risco elétrico

Vandalismo, pipas e manipulação indevida da rede estão entre os fatores de maior risco com a rede elétrica e que podem ser evitados. Provocam falta de energia, trazem risco para os envolvidos e até para terceiros, que muitas vezes não tem relação nenhuma com o ocorrido. Pensando nisso, a Energisa vem realizando uma série de ações de conscientização para promover a segurança com a rede elétrica e produziu um material para envolver a população nesse desafio. 

Apenas no mês de julho de 2021, engenheiros e técnicos de segurança da empresa realizaram quatro reuniões com públicos que estão atuam mais próximos da rede, como profissionais da construção civil e produtores rurais. Cerca de 160 pessoas participaram desses encontros. A empresa também desenvolveu uma série de conteúdos para rádio sobre segurança em obras, no trânsito e até para as crianças que soltam pipas. Folhetos orientativos também serão entregues junto com as faturas de energia. 

“Queremos mostrar para a população que mexer na rede elétrica exige treinamento e não é para qualquer um. Em alguns casos, como nas tentativas de fraudar o consumo, é até crime. Nossos eletricistas passam por mais de 230 horas de treinamento antes de entrar em contato com a rede elétrica”, afirma o coordenador de segurança do trabalho da Energisa, Lenildson Silva. 

O material orientativo desenvolvido pela Energisa mostra a importância do compromisso da população com a segurança e traz dicas e orientações para atuação durante obras, em momentos de lazer e até dentro de casa. A ideia é que a população se habitue a consultar os canais de atendimento da empresa para buscar orientações e até apoio da empresa. 

“Nos últimos dois anos, a Energisa fez muitos investimentos em equipamentos que auxiliam na segurança. Um poste atingido em um acidente de trânsito, por exemplo, pode ser desenergizado à distância para não oferecer risco para a população, mas precisamos ser avisados rapidamente”, afirma o coordenador. Clique aqui para baixar o material completo

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Projeto difunde tradição cultural de Mato Grosso Projeto difunde tradição cultural de Mato Grosso

Publicada em: 20/08/2021

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Mato Grosso

Projeto difunde tradição cultural de Mato Grosso

Dedicada à preservação e à difusão da cultura popular, a Associação Cultural Flor Ribeirinha se destaca em Mato Grosso pelo trabalho de valorização de algumas das manifestações mais tradicionais do estado, como as danças do siriri e do cururu. Fundada há 28 anos, a entidade conta com o apoio da Energisa para manter suas atividades mesmo em tempos de pandemia. Neste ano, por meio da Lei Rouanet, a distribuidora destinou um repasse total de R$ 200 mil.

Desde que começou a apoiar a associação, já foram destinados pela Energisa recursos da ordem de R$ 1 milhão. Além de divulgar as tradições culturais, o Flor Ribeirinha desenvolve atividades com o objetivo de formar novas gerações de artistas populares e está à frente de projetos que levam cultura, educação e esporte para crianças e adolescente de Mato Grosso.

Entre as áreas de atuação do Flor Ribeirinha estão as oficinas artísticas de artesanato, dança e música, o Cultura nas Escolas, o Flor da Idade (focado na valorização do trabalho em cerâmica das mulheres ribeirinhas) e o Semente Ribeirinha (dedicada a passar as tradições artísticas da comunidade aos pequenos entre 6 e 12 anos).

“A Associação Cultural Flor Ribeirinha é um projeto social que busca o resgate, a manutenção e a divulgação da cultura popular cuiabana. Muito mais do que distribuir energia elétrica, é nosso propósito promover o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida da sociedade, bem como a igualdade social e a preservação do meio ambiente”, diz Riberto José Barbanera, diretor-presidente da Energisa Mato Grosso.

Como lembra Barbanera, a ação junto à Flor Ribeirinha “é mais uma de nossas iniciativas nesse sentido e que nos proporciona muita alegria.” 

Dona Domingas, nascida na comunidade de São Gonçalo Beira Rio, região onde surgiu a cidade de Cuiabá, inicialmente criou o grupo Boa Esperança, ainda na década de 70. Em 1993, surgiu o grupo Flor Ribeirinha, que ganhou novas adesões com o passar dos anos. Hoje são cerca de 70 participantes, entre dançarinos e músicos.

Conheça a história de Dona Domingas uma personagem ilustre do Estado de Mato Grosso


 

Muitos que atuam nessas diferentes atividades dançam o siriri desde criança, como Mariana Laura, de 22 anos, que começou aos 7 no Semente Ribeirinha. Hoje, a jovem tem no currículo algumas apresentações internacionais e a rotina como voluntária no projeto. “Eu estive no lugar deles e hoje sou instrutora. É muito gratificante compartilhar a nossa cultura com as crianças e fazer parte da história deles com a arte”, comenta. 

A história de Mariana Laura é a prova de que o empenho de Dona Domingas até os dias de hoje continua dando bons frutos. A paixão de Mariana pelo siriri nasceu quando dava os primeiros passos da dança ainda na plateia vendo as apresentações. “Um povo sem cultura é um povo sem identidade. As futuras gerações também precisam ver e sentir a energia do Siriri”, completa Mariana.

Neto de Dona Domingas e coreógrafo do Flor Ribeirinha, Avinner Augusto destaca a relevância cultural da iniciativa: “Durante muitos anos, o siriri era discriminado e motivo de vergonha para a população ribeirinha. Hoje, temos a nossa arte valorizada não apenas em Mato Grosso, mas também em outras regiões do Brasil, além de países da Europa, Ásia e América do Sul.”

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Olimpíadas: medalhistas da vela têm apoio da Energisa Olimpíadas: medalhistas da vela têm apoio da Energisa

Publicada em: 03/08/2021

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Brasil

Olimpíadas: medalhistas da vela têm apoio da Energisa

Com representantes em 33 modalidades, o Brasil emplacou algumas conquistas nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Um dos destaques foi o bicampeonato das velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze, da classe 49er. A dupla, que repetiu o desempenho no Rio de Janeiro, há cinco anos, e ficou com a medalha de ouro, é patrocinada pelo Grupo Energisa por meio da Lei de Incentivo ao Esporte.

A dupla Gabriel Borges e Marco Grael, que competiu na mesma classe, também conta com o patrocínio do Grupo Energisa e terminou a disputa olímpica na 16º posição. Os velejadores acumulam conquistas com o ouro do Pan de Lima e, mais recentemente, o Campeonato Sul-Americano da categoria, realizado em abril.

Em vídeo, as duas duplas deram um depoimento para a Energisa em que contam quais são os desafios na vida de um atleta olímpico. 

Kahena e Martine lembraram da paixão pelo esporte e compararam à rotina de uma empresa, que exige de seus profissionais uma dedicação constante para acompanhar as transformações do mercado. 

A seguir, o vídeo da dupla feminina da classe 49er:

Gabriel e Marco apontam o autoconhecimento como uma das estratégias para os atletas que querem ter sucesso no esporte. Isso permite entender melhor quais são as deficiências a serem superadas.

Confira abaixo o depoimento da dupla masculina da classe 49er:

O Grupo Energisa apoia uma série de iniciativas esportivas e sociais nas regiões onde atua, em especial junto a crianças e adolescentes. Em Mato Grosso, por exemplo, um dos projetos é encabeçado por um ex-atleta olímpico. Vicente Lenílson oferece por meio do seu instituto treinos de modalidades olímpicas para alunos carentes de Cuiabá.

Crianças, adolescentes, jovens e adultos

A Lei de Incentivo ao Esporte foi sancionada em dezembro de 2006 e viabiliza que recursos gerados pela renúncia fiscal sejam destinados a projetos desportivos e paradesportivos. O objetivo é ampliar o acesso da população a atividades esportivas, com o atendimento a crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. 

Atletas de alto rendimento, como as duplas de vela apoiadas pelo Grupo Energisa, também recebem suporte por meio dessa lei. Assim, podem participar de competições nacionais e internacionais. No atual ciclo olímpico - entre 2016 e 2021 - a lei permitiu a captação de recursos de 699 projetos voltados ao alto rendimento aprovados para captação de recursos, num total de R$ 640 milhões.

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