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Geração de empregos diretos, cumprimento de metas e qualidade: a recei Geração de empregos diretos, cumprimento de metas e qualidade: a recei

Publicada em: 26/10/2022

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Rondônia

Geração de empregos diretos, cumprimento de metas e qualidade: a receita da Energisa para dar orgulho a rondonienses

A Energisa Rondônia conquistou este mês o 61º lugar no seleto grupo das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil (GPTW 2022). Trata-se de uma nova concessão que precisou correr para cumprir prazos de um programa de investimentos ambicioso: R$ 2,5 bilhões em quatro anos para transformar a infraestrutura elétrica do estado, levar energia limpa e melhorar a qualidade do serviço para a população. Conversamos com André Theobald, presidente da Energisa Rondônia, e Albert Barreto, coordenador de equipes de campo da empresa, para entender como foi possível manter o clima entre os colaboradores em meio a esse desafio.

Energisa Juntos (EJ): A que vocês atribuem essa premiação da Energisa Rondônia?

André Theobald (AT): Sem dúvida, essa premiação é resultado da  valorização do rondoniense. 

Desde que a empresa chegou em Rondônia, há apenas quatro anos, proporcionou uma verdadeira transformação energética no estado. Investimos R$ 2,5 bilhões com a modernização e construção de 74 subestações de energia e o aumento da capacidade energética do estado equivalente ao consumo de 260 mil casas populares. Foram inúmeros investimentos e todas as ações foram feitas por rondonienses para os rondonienses. Valorizamos os colaboradores do estado. Isso foi crucial porque formamos um time engajado e comprometido. Criamos juntos um ambiente de trabalho inclusivo, focado nas relações de confiança e respeito. Despertamos o sentimento de orgulho.

EJ: Por onde começaram essas transformações?

AT: O primeiro eixo foi a qualificação, ou seja, o treinamento. Proporcionamos  mais de 400 mil horas de treinamentos para os colaboradores  e investimos na formação de lideranças. O segundo ponto foi a transformação energética da infraestrutura do estado. Fizemos obras nos quatro cantos de Rondônia. 

Albert Barreto (AB): Um diferencial é o trabalho com os multiplicadores. O multiplicador é aquele cara que manda muito bem em determinado assunto, pega aquela habilidade que ele possui e multiplica para outros colaboradores no Grupo. A inovação também faz a diferença da Energisa. Quando se investe em inovação, quando se permite que os colaboradores sejam eles mesmos, abre-se um leque de oportunidades. Na Energisa não há muros. O gestor que sou hoje reúne um pouquinho de cada gestor que tive.

EJ: O que fizeram para os colaboradores não se abaterem com o desafio das entregas que precisavam ser feitas em apenas quatro anos? 

AT:. Desde o início, o que fez a diferença foi o respeito que a gente teve com as pessoas. O ambiente é de confiança, pregamos a meritocracia e damos autonomia para que os colaboradores executem seus trabalhos. Na primeira reunião de resultados que tivemos ficou explícito que teríamos uma cultura da Energisa, mas com respeito às peculiaridades e aos sotaques de cada região. 

EJ: Com a pandemia, face à necessidade de permanecer em casa, os profissionais das empresas experimentaram outras formas de trabalho usufruindo da tecnologia, e construíram novas relações de trabalho. Como isto se deu na Energisa e, até que ponto, a empresa atendeu às novas expectativas dos colaboradores?

AT: Quem podia, trabalhou de casa, mas somos um serviço essencial e não podemos parar. Com as equipes de campo, fizemos um treinamento muito intenso da parte sanitária, investimos em equipamentos de proteção e higienização porque nosso compromisso sempre foi com a saúde das pessoas. 

Fomos cautelosos mas nenhuma obra nossa parou e boa parte desses R$2,5 bilhões de investimento foi feita em plena pandemia, e ainda assim dobramos o sistema elétrico de Rondônia com os diferenciais do Grupo Energisa que  são a agilidade e a simplicidade. Trabalhamos com simplicidade e parceria.

AB: A Energisa soube usar, de maneira inteligente e, na medida do possível, a tecnologia remota. A empresa criou o programa  “Lá e cá” com disponibilidade para o colaborador reservar um período de trabalho em casa e outro dentro da companhia. Ficou muito mais light, sem perder o senso do compromisso. Para os colaboradores eletricistas ou operadores, que não estão em cargos de gestão, de liderança, há o banco de horas para fazerem valer um equilíbrio. A Energisa não perdeu o timing. Na verdade, já era uma transição que vinha ocorrendo na empresa com a forma híbrida de trabalho. Sempre tivemos a plataforma EAD (Ensino a Distância), com cursos em que parte fazemos em casa, outra parte na empresa. A Covid só veio para acelerar o que  já fazíamos.

EJ: Quais características vocês destacariam como contributivas para tornar atrativo o clima de trabalho?  

AT: A garra de Rondônia é diferenciada. Eu sempre disse isto para os colaboradores: não vai vir ninguém de fora “virar” esta empresa, somos nós que vamos fazer a mudança para sermos uma companhia saudável para o cliente, para o acionista e para o colaborador. Com isso, sempre valorizamos as “pratas da casa”. Foi graças à dedicação e à energia do nosso time que conseguimos contornar as adversidades e trilhar um caminho que tem sido vitorioso.

EJ: Quais os desafios para a Energisa manter esta trajetória de êxito em Rondônia? 

AT: Nosso sonho é universalizar o estado de Rondônia, ou seja, garantir que todos tenham acesso à energia elétrica. Os R$ 2,5 bilhões investidos colocaram o estado nos trilhos. Levamos energia para 900 famílias, incluindo indígenas e comunidades isoladas, mas ainda temos que levar energia elétrica para mais pessoas do campo, que é onde se concentra o maior PIB de Rondônia. Garantir energia elétrica significa proporcionar dignidade para as pessoas. 

AB: Fico muito orgulhoso porque faço parte desse processo de transformação. A Energisa tem um papel social para o povo rondoniense. Quero manifestar aqui a minha alegria de estar fazendo parte desse momento. É fácil falar sobre o que se vive.

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Energisa apresenta crescimento no lucro líquido e expansão de investim Energisa apresenta crescimento no lucro líquido e expansão de investim

Publicada em: 16/09/2022

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Brasil

Energisa apresenta crescimento no lucro líquido e expansão de investimentos

A Energisa apresentou os resultados do segundo trimestre de 2022, reportando um lucro líquido de R$ 989,7 milhões – um crescimento de 32,1% na comparação com ao mesmo período em 2021. No semestre, o EBITDA ajustado totalizou R$ 3, 6 bilhões, com incremento de 26% (R$ 758,9 milhões) em relação ao primeiro semestre do ano anterior.  

– O lucro e o crescimento da geração de caixa operacional, refletem a capacidade do Grupo Energisa de manter taxas de crescimento consistentes ano a ano, com retorno para os acionistas e foco na diversificação dos negócios, sem perder de vista a qualidade para os clientes – enfatiza Maurício Botelho, CFO do Grupo Energisa. 

Pelo 5º semestre consecutivo, as perdas totais de energia elétrica consolidadas mantiveram-se abaixo do patamar regulatório. Graças às medidas de combate a fraudes e furtos, 9 das 11 empresas do Grupo apresentaram reduções de perda no fornecimento em relação ao mesmo período do ano passado, com destaque para a Energisa Rondônia e Energisa Acre, que reduziram 1,71 ponto percentual e 1,33 ponto percentual, respectivamente. 

– A Energisa Rondônia e a Energisa Acre, que assumimos em 2018, confirmam uma trajetória de redução consistente, iniciada no segundo trimestre de 2019. É fruto de ações estruturadas, como uso de ferramentas computacionais de última geração para seleção de alvos, monitoramento e gestão das ações de combate, ampliação da telemetria nos grandes consumidores, treinamento e aprimoramento das equipes de campo, além do investimento em medidas de blindagem que objetivam evitar a reincidência da fraude – completa Botelho.

Qualidade 

Dez das 11 distribuidoras estão com indicadores de qualidade (DEC e FEC) dentro do limite regulatório. Rondônia, que tinha um dos piores indicadores do país, alcançou o melhor resultado da série histórica tanto para o DEC quanto para o FEC. Em junho de 2022, o DEC foi de 23,30 horas alcançando uma redução de 8,42 horas em relação a junho de 2021. Já o FEC foi de 9,46 vezes, redução de 32,4%, equivalente a 4,53 vezes.

– É gratificante ver empresas como Energisa Rondônia e Energisa Acre, que assumimos há menos de 4 anos, batendo recordes na melhoria da qualidade. Enfrentamos condições climáticas adversas nesses e em outros estados, mas os indicadores são consistentes e refletem os investimentos em melhorias de rede e a intensificação dos planos de manutenção – afirma o CFO.

Tarifa social 

O número de cliente inscritos no cadastro da Tarifa Social de Energia Elétrica aumentou 8,2% no segundo trimestre em relação ao mesmo período de 2021. O incremento é mais que o dobro do verificado no conjunto de clientes residenciais e reflete as medidas de automático da população com Número de Inscrição Social (NIS) e também da maior divulgação do programa pelas distribuidoras do Grupo. 

Eficiência operacional 

Os custos operacionais controláveis, que incluem pessoal, material, serviços e outros, tiveram aumento de 3,6%, abaixo da inflação do período. O aumento de 18,8% com materiais no trimestre, provocado principalmente pelo aumento dos custos de combustíveis e lubrificantes, foi compensado pela redução de custos de TI e Telecom e de honorários de serviços.  

– Temos frota espalhada por 15 estados, essencial para a qualidade dos serviços para os nossos clientes. A alta do custo dos combustíveis exigiu uma gestão eficiente dessa rubrica para que não houvesse nenhum impacto nas operações de manutenção e melhoria das rede – explica ele. 

Diversificação

Depois de lançar a (re)energisa, mais nova marca do Grupo, que consolida as operações de produtos e serviços para o mercado aberto de energia, o Grupo concluiu a aquisição da Gemini e arrematou o lote 12 do Leilão de Transmissão promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Com isso, alcançou 12 ativos de transmissão, dos quais nove localizados na Região Norte do país, a de maior demanda por infraestrutura e segurança energética.

O investimento em geração distribuída pela (re)energisa alcançou R$ 139,2 milhões neste trimestre. A empresa detém capacidade instalada de 96,6 MWp com 33 usinas solares conectadas em 5 de agosto de 2022.

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Ricardo Botelho, CEO da Energisa, comenta o destaque do Grupo em relat Ricardo Botelho, CEO da Energisa, comenta o destaque do Grupo em relat

Publicada em: 09/09/2022

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Ricardo Botelho, CEO da Energisa, comenta o destaque do Grupo em relatório da Fitch Ratings

EJ: O que a agência de rating Fitch comentou sobre o setor elétrico no Brasil em seu relatório de 15/08/22?

RB: A Fitch Ratings é uma das principais agências internacionais que atua com serviços de avaliação de crédito. Agora em agosto, eles lançaram um relatório analisando a situação do setor elétrico brasileiro sobre os aspectos de liquidez e desempenho econômico-financeiro. O podcast trata do relatório, no qual a Energisa obteve um excelente desempenho, com destaque de benchmarking em diversos indicadores.

EJ: O que é este rating, esta classificação?

RB: Rating é uma nota que as agências de classificação de risco de crédito atribuem a um país ou uma empresa, de acordo com sua capacidade de honrar uma dívida. Serve para que investidores saibam o nível de risco dos títulos de dívida que estão adquirindo. O rating é indicado com letras, que compõem uma escala de 'AAA' (mais alto) a 'D' (mais baixo). As empresas mais bem situados no rating são empresas que possuem melhor capacidade de se alavancar (contrair dívidas para crescer) e obter custos menores em suas dívidas. 

EJ: O relatório destaca que o atual cenário brasileiro tem sido de tarifas elevadas, com reflexo negativo nos níveis de inadimplência, consumo e perda de energia. Mesmo nestas condições, a Energisa se destacou. Por quê?

RB: Em três palavras eu diria: eficiência, desempenho consistente e foco no cliente. Estas características nos tornam mais preparados para enfrentar os efeitos adversos deste cenário que nos últimos dois anos foram excepcionalmente desafiantes com pandemia e crise hídrica. A Fitch comparou o desempenho dos 10 principais grupos brasileiros com atuação em distribuição, o que representa 97% do consumo de energia do Brasil. O Grupo Energisa se distinguiu positivamente ao converter mais de 60% da receita própria de distribuição em EBITDA no período de 12 meses até março de 2022. EBITDA é o lucro antes dos impostos, taxas de juros e depreciações, ou seja, o resultado que depende, de fato, da gestão da companhia. 

Como os preços de energia aos clientes cativos são definidos pela ANEEL, o bom desempenho de uma distribuidora é reflexo da capacidade que ela tem de controlar gastos gerenciáveis, evitar perdas de energia e a inadimplência. Claro que a boa performance também será resultado da capacidade da distribuidora de investir com eficiência em sua base de ativos, além de alcançar uma trajetória ascendente de consumo na sua área de concessão. Isto sem descuidar a qualidade no fornecimento da energia e no atendimento aos cientes, e oferecendo condições acessíveis aos clientes quando há atraso ou não pagamento da fatura. Os profissionais da Energisa estão de parabéns por mais este destaque setorial!

EJ: A Agência Fitch considerou vários critérios para a avaliação, qual deles você destacaria?

RB: O indicador de custos e despesas gerenciáveis (PMSO) do Grupo que foi de R$ 3,6 bilhões e ficou 10% abaixo do que a regulação nos permite gastar para prestar nossos serviços (PMSO regulatório), conforme indicado pelo “Delta PMSO”. Estes indicadores colocam o Grupo Energisa entre as cinco distribuidoras do ranking que souberam administrar os seus gastos mantendo-se no nível de eficiência recomendado. Mostra que conseguimos ganhar eficiência mesmo em cenário de inflação elevada. Essa eficiência é repassada para o cliente na hora na revisão tarifária, e para o investidor, porque aumenta o retorno sobre nosso investimento. É por esse fator, entre outros, que a margem de EBITDA sobre receita do Grupo Energisa, o principal indicador do relatório, se manteve na primeira posição do ranking de avaliação.

EJ: O relatório também avalia o crescimento dos mercados de energia. Qual o cenário nas concessões da Energisa depois de quase três anos de pandemia? 

RB: De 2015 a 2021, o crescimento médio foi de 1,9% ao ano, conforme indicou o critério “CAGR Mercado” (crescimento médio anual do mercado) avaliado no Relatório Fitch. Essa taxa é superior em 1% à média do setor elétrico de distribuição, de 0,8%, e bem acima do crescimento médio anual do PIB no mesmo período, de 0,3%. O consumo em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre e Tocantins, que conta com o bom desempenho do agronegócio, representa mais da metade do total e cresceu 2,9% ao ano no mesmo período.

EJ: Quais alertas que o Relatório traz e como o Grupo Energisa se posiciona para enfrentar esses desafios nos próximos anos?

RB: A tarifa segue sendo um item preocupante, apesar de movimentos recentes que reduziram as alíquotas de impostos e minimizaram reajustes graças ao uso de créditos tributários compensados e redução das alíquotas do ICMS promovido pela lei LCP 194/2022. Foi uma boa medida a redução do peso do ICMS, que vinha crescendo mais do que os outros componentes da tarifa (17,5%, em 2021, e este ano, até junho, antes da aprovação da lei no Congresso, 19,1%). 

Temos sinalizado a importância de acompanhar a evolução dos demais componentes de custos que não são gerenciáveis pelas distribuidoras, como encargos e subsídios. Ao longo de 10 anos, o principal encargo setorial a CDE subiu de R$ 6 bi para R$ 32 bi, ou seja, mais de 400% sendo que somente do ano passado para este, o aumento foi de R$ 8,2 bi. Este crescimento de subsídios lançados sobre as tarifas é disparado o maior fator de aumento das tarifas e a sua trajetória é insustentável. A Fitch aponta esses fatores e também o impacto de perdas de energia e da inadimplência, que poderão aumentar caso as tarifas permaneçam elevadas, apesar dos esforços de contenção. 

No mais, o êxito apontado pelo estudo da Fitch nos mostra que estamos no caminho certo! O caminho da eficiência operacional, garantida em grande medida pelo desempenho e talento dos colaboradores do Grupo Energisa, e que se reverte em menores custos (e tarifas) para o cliente e maior rentabilidade para o investidor.

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Energisa se consolida como a mais bem avaliada do Brasil em distribuiç Energisa se consolida como a mais bem avaliada do Brasil em distribuiç

Publicada em: 30/07/2022

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Energisa se consolida como a mais bem avaliada do Brasil em distribuição de energia

O eletricista Welington Melo trabalha desde os 18 anos. Há dois anos passou a integrar o time da Energisa no Acre, onde já foi alçado a posição de facilitador, uma espécie de coordenador de outros eletricistas. Nesta quinta-feira (28), viajou de avião pela primeira vez para assistir a cerimônia de premiação das melhores distribuidoras de energia do país. Com ele, havia representantes da maioria dos estados onde a Energisa atua. É que nove das 11 empresas do Grupo Energisa, incluindo o Acre, estavam entre as finalistas do prêmio.

O eletricista tem muitos colegas de trabalho oriundos das concessões mais maduras do Grupo, como as de Minas Gerais e da Paraíba, escolhidas respectivamente como as melhores do país entre as empresas com até 500 mil clientes e com mais de 500 mil clientes, respectivamente. 

São os dois principais prêmios e nós, do Grupo Energisa, ganhamos”, disse.  

Da cerimônia que aconteceu no auditório da Confederação Nacional das Indústrias e que contou com a participação do ministro das Minas e Energia, Adolfo Sachsida, a Energisa saiu com 8 prêmios. Além das duas principais categorias, ficou em primeiro na Avaliação do Cliente (Paraíba), na Gestão Econômico-Financeira, na Evolução do Desempenho e nos regionais do Nordeste e do Norte/Centro Oeste. 

Para o vice-presidente de redes do Grupo Energisa, Gioreli de Sousa Filho, esses resultados refletem o foco no cliente. É o que está por trás dos investimentos em melhoria de rede, automação, modernização da frota, digitalização e atendimento, que somaram, nos últimos cinco anos, quase R$ 10 bilhões. Para este ano, a previsão é de mais R$ 3,8 bilhões em investimentos. 

Também são fruto de uma cultura centrada no cliente, fundamentada no desenvolvimento de competências e num modelo de gestão que permite antecipar tendências e trocar experiências entre as unidades. 

Esse modelo promove o efetivo compartilhamento das melhores práticas, de maneira que o progresso alcance o conjunto de empresas. Experiências bem-sucedidas são rapidamente adaptadas e disseminadas para as demais, numa abordagem em que o individual serve ao coletivo", afirma o vice-presidente.

O executivo destaca que ganhar prêmios não é um objetivo, mas que processos como o da ABRADEE atuam como “sinais na estrada”. Juntamente com outras variáveis de monitoramento, ajudam a validar ou ajustar o rumo e o ritmo em direção aos objetivos de cada unidade.

É o reconhecimento ao trabalho de nossos 2 mil colaboradores, aos quais deixo aqui meu agradecimento. Estão todos de parabéns", destacou o diretor presidente da Energisa na Paraíba, Marcio Zidan, que levou para casa os troféus de melhor na avaliação do cliente, melhor do Nordeste e melhor do país. 

A pesquisa realizada pela ABRADEE considera indicadores internos das empresas, do Instituto Ethos, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). A premiação também leva em conta a Pesquisa de Satisfação do Cliente, realizada pela Innovare Pesquisa, por meio de entrevistas com clientes de todo o país.

Confira a seguir a relação completa das distribuidoras da Energisa premiadas pela ABRADEE 2022:

Categorias para distribuidoras com até 500 mil clientes:

  • Responsabilidade Socioambiental: Energisa MG (1º lugar)
  • Nacional: Energisa MG (1º lugar)

 

Categorias para distribuidoras com mais 500 mil clientes:

  • Responsabilidade Socioambiental: Energisa MG (1º lugar); Energia SS (2º lugar)
  • Qualidade da Gestão: Energisa SE (3º lugar)
  • Avaliação do Cliente: Energisa PB (1º lugar)
  • Gestão Operacional: Energisa PB (2º lugar); Energisa TO (3º lugar)
  • Gestão Econômico-Financeira: Energisa MS (1º lugar)
  • Evolução do Desempenho: Energisa TO (1º lugar); Energisa PB (3º lugar)
  • Nordeste: Energisa PB (1º lugar)
  • Norte / Centro-Oeste: Energisa TO (1º lugar); Energisa MS (2º lugar); MT (3º lugar)
  • Sudeste: Energisa SS (2º lugar)
  • Nacional: Energisa PB (1º lugar)
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Serviços que colocam distribuidoras da Energisa entre as melhores do p Serviços que colocam distribuidoras da Energisa entre as melhores do p

Publicada em: 30/07/2022

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Serviços que colocam distribuidoras da Energisa entre as melhores do país são compartilhados por todo o Grupo

Layne Souza é operadora no Centro de Operações Integradas (COI) da Energisa na Paraíba e também foi para a cerimônia em Brasília, onde recebeu o prêmio de melhor distribuidora de Energia do país. Além do troféu, quase voltou para casa com uma vaga no Acre, onde vários de seus conterrâneos estão ajudando a transformar a infraestrutura elétrica do estado.

No táxi, a caminho da premiação, Layne pôde conversar com José Adriano, diretor-presidente da Energisa Acre, que contou que havia levado 7 colaboradores da Paraíba para o Departamento de Operações do Acre, e que tinha acabado de saber que a transferência do oitavo já estava aprovada:

– A experiência de vocês tem sido muito importante para fortalecer nossa operação. E estados como Acre e Rondônia, onde estamos transformando a infraestrutura elétrica, são uma oportunidade para quem quer crescer na carreira – disse José Adriano.

O resultado na premiação das melhores distribuidoras do país coloca o Grupo como o mais bem avaliado do país, vencendo 8 de 15 categorias da premiação (55% das categorias, das quais 2 nacionais). O Grupo levou um prêmio a mais do que no ano passado. Foram 4 distribuidoras vencedoras da Energisa em 2022: Paraíba, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Tocantins.

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Responsabilidade Socioambiental e atendimento ao cliente alavancam ava Responsabilidade Socioambiental e atendimento ao cliente alavancam ava

Publicada em: 30/07/2022

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Responsabilidade Socioambiental e atendimento ao cliente alavancam avaliação das empresas do Grupo Energisa

A Energisa subiu ao pódio da ABRADEE – Associação de empresas de distribuição que realiza anualmente uma pesquisas e auditorias para avaliar o desempenho das empresas do setor - em 12 das 15 categorias da premiação (80%). O resultado mostra a ascensão em relação a 2021 e a progressiva troca de boas práticas dentro do Grupo. Indica também que frentes de ação estratégicas para o Grupo, como a digitalização e as boas práticas de Sustentabilidade e Compromisso Social, estão sendo reconhecidas pelos clientes. 

Duas das quatro empresas que concorreram ao prêmio de Melhor Distribuidora com menos de 500 mil clientes em Responsabilidade Socioambiental são do Grupo Energisa. A concessionária de Minas Gerais ganhou o prêmio, mas para a empresa do Acre, que atua em um dos biomas críticos do planeta, estar na disputa pela primeira vez já vale como um troféu. 

“A Energisa Acre é a caçula do Grupo e vem fazendo um ótimo trabalho, com iniciativas inovadoras, como a solução de geração distribuída criada para levar energia para a Vila Restauração. Assumimos a operação Acre no fim de 2018, após a privatização, e eles disputaram com Minas, onde está a primeira operação do grupo, centenária, e a sede da nossa Fundação”, resumiu o diretor presidente da Energia em Minas Gerais, Eduardo Mantovani, que acabou levando o 1º lugar. 

Outro pódio que teve gosto de reconhecimento à estratégia foi o de Melhor Empresa na Avaliação do Cliente. A Paraíba, que também conquistou esse prêmio, concentra toda a estrutura corporativa do Grupo de desenvolvimento de soluções para atendimento ao cliente. Os totens, que já resolvem a maioria das demandas dos clientes nas agências, e o aplicativo Energisa ON, foram criados no estado e implantados em todas as unidades. 

“Na Energisa, temos áreas de serviços para as distribuidoras espelhadas por vários estados. Nossos colaboradores, também são diversos e espelham as culturas dos vários estados em que atuamos. Esse modelo de negócios, para uma empresa que é feita por pessoas para pessoas, é vencedor, como vimos hoje na premiação da Abradee”, disse Danuza Correa, diretora de Experiência do Cliente.

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Energia 24 horas: mais oportunidades e qualidade de vida Energia 24 horas: mais oportunidades e qualidade de vida

Publicada em: 21/07/2022

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Energia 24 horas: mais oportunidades e qualidade de vida

Até março deste ano, a comunidade de Terra Firme, localizada à margem do rio Madeira (principal rio do estado de Rondônia), nunca havia sentido cheiro de pão fresquinho de manhã. Sem energia elétrica até então, era impossível assar a massa de madrugada para obter fornadas logo cedo. Pão, quando tinha, era à tarde, se o gerador a gás – e o dinheiro para comprá-lo – permitisse. Por conta disso, o sonho de Maria de Fátima em abrir uma padaria nunca pôde ser realizado. Até agora.

Maria de Fátima pertence a uma das 30 famílias de Terra Firme que ainda não tinham energia elétrica e que receberam pela primeira vez, entre março e abril deste ano, energia 24 horas por dia. Com foco em universalizar o acesso à energia, a Energisa instalou placas de energia fotovoltaica nas casas dos moradores locais – iniciativa que vai ao encontro de um dos principais pilares do Grupo Energisa: a sustentabilidade. 

Sou formada em confeitaria e nunca pude exercer o que eu amo. A energia é fundamental para poder trabalhar à noite e vender o pão fresquinho para os clientes de manhã cedo. A gente vem pedindo energia para a comunidade há algum tempo. Temos fartura de comida, mas não tínhamos como armazenar, perdíamos muita coisa. A luz ter chegado esse ano foi uma bênção", afirma Maria de Fátima, que também é presidente da associação de moradores de Terra Firme.

Nessa nova etapa das ações de universalização, o objetivo é, além de promover o acesso à energia, fazer isso com fontes renováveis. Ou seja, levando energia limpa, com zero emissão de carbono, por toda a Amazônia Legal. A previsão é a instalação de três mil placas, distribuídas por Rondônia, Acre, Mato Grosso e Tocantins. 

Incrustadas no meio da mata, as casas – em sua maioria, ribeirinhas – eram de difícil acesso e, principalmente, catalogação. O sistema foi a alternativa concebida pela Energisa para levar energia elétrica aonde não era possível chegar com uma rede tradicional. Para iniciar o programa, a Energisa mapeou a região através de fotografias tiradas por satélites, que detectavam cada telhado que aparecia nas imagens. Com essas informações e a ajuda de um GPS, equipes percorreram a região de carro, barco e até a pé para encontrar as casas que os pedaços de teto indicavam.

Cada punhado de telha visto de cima, porém, não significava necessariamente uma casa. Em suas incursões, os técnicos da Energisa encontraram muitas porteiras de terrenos e bebedouros de boi no caminho. Quando uma casa era achada, fazia-se o cadastro do local através dos nomes dos moradores, CPFs e imagens da moradia a fim de calcular quantas placas solares seriam necessárias. A estratégia do uso do satélite se mostrou compensatória, com uma taxa de 57% de sucesso. 

Alugamos um barco-hotel por duas semanas para conseguirmos fazer as primeiras ligações em Terra Firme. É praticamente impossível levar a rede elétrica tradicional até lá. A mata é fechada, são muitos rios, então, as placas fotovoltaicas eram a forma mais inteligente e eficiente", explica Alfredo João de Brito, gerente de construção e manutenção da Energisa em Rondônia. 

Além disso, as placas representam uma grande economia para a população. Segundo Brito, para se manter, algumas pessoas tinham até dois geradores a carvão, que funcionavam apenas três horas por dia, a um gasto mensal de R$ 400. Agora, com as placas solares, elas têm energia durante 24 horas por cerca de R$ 22 por mês. Moderno e sob medida para a região, o sistema foi calculado para funcionar em harmonia com o clima local e poder garantir o consumo de 80KW, alcançado com o uso de eficientes lâmpadas LED fornecidas pela Energisa. Para os – raros – dias sem sol, a bateria possui até 36 horas de autonomia.

Tivemos 100% de aderência da população. Os moradores das comunidades são extremamente trabalhadores, produtivos, e já começaram a empreender desde que a energia chegou", conta Brito.

Além de Maria de Fátima, o barbeiro Jorge, de 36 anos, comemora a significativa mudança que a energia fará em seu negócio:

Trabalho como barbeiro desde os meus 16 anos. Moro aqui desde que eu nasci. Tínhamos um gerador, que ligávamos pra poder trabalhar. Mas agora vai ficar bem melhor, vai aumentar a clientela."

Outro negócio que surgiu com a chegada da energia foi o comércio de polpas de frutas. Apesar de abundantes, as frutas logo pereciam, tornando impossível o armazenamento de suas polpas para sucos e doces, por exemplo. 

Focado em levar energia limpa para toda a Amazônia Legal, muitas famílias terão a vida transformada. Estão previstas 1.368 ligações em 2022 com fonte renovável em casas que ainda não tinham acesso a energia.

 Aqui no estado, a nossa prioridade é a população ribeirinha. É emocionante ver a transformação que estamos proporcionando para essas famílias", afirma José Adriano, diretor-presidente da Energisa no Acre.

Segundo ele, o método utilizado foi dividir o estado do Acre em quadrículos de 1km². Com a assistência da mesma tecnologia por satélite usada em Rondônia, os telhados são identificados e, assim, o técnico, munido de um GPS, faz uma ronda em cada quadrículo demarcado no mapa atrás das casas detectadas pelas imagens aéreas. As famílias são cadastradas e o processo de levar as placas solares é iniciado.

É muito desafiador, mas temos um time aguerrido, que não tem medo de calçar a botina no pé. Vamos fazer história nos próximos dois anos aqui no Acre", prevê, com entusiasmo, José Adriano.

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Distribuidora da Energisa em Mato Grosso do Sul conquista pódio entre Distribuidora da Energisa em Mato Grosso do Sul conquista pódio entre

Publicada em: 30/06/2022

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Mato Grosso do Sul

Distribuidora da Energisa em Mato Grosso do Sul conquista pódio entre as melhores empresas para se trabalhar no Centro-Oeste

Um profissional motivado no seu ambiente de trabalho tem mais chances de ser bem-sucedido, dedicado e feliz. Baseado nesse conceito que a Energisa Mato Grosso do Sul conquistou pelo quinto ano consecutivo o selo do Instituto Great Place to Work (GPTW) como uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Centro-Oeste. A premiação aconteceu na noite de terça-feira (28/6), em Goiânia, após dois anos transmitida on-line devido à pandemia. 

Colaboradores e diretores da Energisa em Mato Grosso do Sul se reúnem para levantar o troféu da GPTW.

Representada pela alta liderança da unidade e colaboradores, a Energisa Mato Grosso do Sul, subiu quatro posições no ranking, ocupando o terceiro lugar na classificação. A distribuidora concorreu com outras 150 organizações da região Centro-Oeste que apresentaram as melhores práticas de gestão de pessoas para promover mudanças na cultura da empresa de modo a transformar a vida dos seus funcionários.

O selo do GPTW já havia sido conquistado pela distribuidora em pesquisa realizada em março com 75% de adesão dos colaboradores, sendo que o resultado apontou que 87% consideram a empresa um excelente lugar para trabalhar. “É um momento único onde se vê a evolução da nossa empresa com um time feliz que entrega resultado. Proximidade e preocupação com o desenvolvimento de todos são a chave para nosso crescimento”, afirma o diretor-presidente da Energisa MS, Marcelo Vinhaes.  

Uma das características da concessionária sempre foi a inovação, mas a empresa - sempre disposta a ocupar novos espaços e oportunidades - está de olho na transição energética por meio de fontes renováveis e segue ativamente com suas ações de responsabilidade social, dentro e fora da Companhia. 

Na busca para garantir o senso de pertencimento, por meio da política de remuneração, recrutamento, seleção, transferência, o diálogo aberto e participativo e a transparência são fundamentais nessa troca de informações. Desde que a prática da ‘Pesquisa de Clima’ foi implementada, a escuta evoluiu de forma marcante na organização. “É a grande oportunidade para sugerir melhorias e emitir opiniões e a partir dos resultados, ações e projetos são desenvolvidos com o objetivo de construirmos continuamente um excelente lugar para se trabalhar”, explica Luciana Marteningue, gerente de Gestão de Pessoas da Energisa. 

O gerente da área Comercial, Helier Fioravante, também presente na solenidade, reforçou que “chegar nesse patamar demonstra que a Energisa é uma empresa que cuida de pessoas e não só de processos, e depois dos desafios superados, esse foi o segredo do sucesso; quando se olha para as pessoas o resultado é apenas consequência”, destaca.

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Energisa investe mais de R$ 5,5 milhões em projetos de eficiência ener Energisa investe mais de R$ 5,5 milhões em projetos de eficiência ener

Publicada em: 15/06/2022

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Brasil

Energisa investe mais de R$ 5,5 milhões em projetos de eficiência energética

Em 1993, um adesivo colorido passou a fazer parte de todo eletrodoméstico vendido no país: o selo Procel de Economia de Energia. A ideia é que, através dele, o consumidor consiga saber, de forma simples, quais equipamentos à disposição no mercado são os mais eficientes e que consomem menos energia. Uma grande mudança para auxiliar a conscientização da população a respeito do gasto de energia. Mas economizar apenas em casa não é suficiente. Para que a vida no planeta se torne de fato mais sustentável, é preciso que instituições e espaços públicos também recebam a mesma dedicação.  

Por conta disso, todo ano o Grupo Energisa realiza uma chamada pública para a realização dos projetos do Programa de Eficiência Energética (PEE) promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O objetivo é promover o uso eficiente da energia elétrica por meio de projetos inovadores. Este ano, a empresa acaba de concluir a primeira fase dos projetos de PEE que as distribuidoras do Grupo realizaram em 2022 junto com o poder público, comércio e comunidade. Ao todo, mais de R$ 5,5 milhões foram investidos nesta etapa do programa, contemplando um total de 20 projetos nos estados do Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Rio de Janeiro.

Entre os órgãos beneficiados, estão prefeituras de diversas cidades, através da modernização de sistemas de iluminação pública com lâmpadas de LED, e escolas, que recebem sistemas fotovoltaicos de geração de energia solar.

– Os projetos, aprovados e regulamentados pela ANEEL, têm como objetivo promover o uso eficiente da energia elétrica e gerar economia, segurança e proporcionar a sustentabilidade dos municípios, escolas, hospitais ou comércios beneficiados – explica Thiago Peres de Oliveira, Coordenador de Eficiência Energética do Grupo Energisa. 

Thiago explica que, durante a chamada pública anual, são levados em conta alguns critérios para a seleção dos projetos inscritos. Um dos parâmetros utilizados pela ANEEL, por exemplo, é o de que 50% do investimento de cada região precisa ser destinado às duas classes de maior consumo de energia daquela distribuidora, como poder público, comércios e serviços, residencial ou industrial. 

Ainda segundo Thiago, não são apenas os espaços públicos que recebem a contrapartida da distribuidora – estas, sem fins lucrativos. Há também a categoria com fim lucrativo, em que empresas podem se inscrever para a troca de sua iluminação por recursos mais econômicos e modernos, troca de motores, retornando o valor economizado à Energisa – que, por sua vez, reinveste o montante exclusivamente nos projetos de PEE.

Apenas na categoria Iluminação Pública, a Energisa investiu R$ 2,8 milhões nesta primeira fase, através da substituição de luminárias obsoletas por LEDs – mais modernas, com maior capacidade de iluminação e menor consumo de energia elétrica. Foram 7 cidades contempladas no Acre, entre elas, Assis Brasil, Plácido Castro, Tarauacá e Xapuri; e 5 municípios de Mato Grosso do Sul, como Itaquiraí, Bandeirantes e Paranhos que, juntas, terão uma economia prevista de 332 MWh/Ano, ou o equivalente a um total de 139 residências (considerado um consumo de até 200 MWh/mês).

Caminhão está com cesto aéreo levantado para eletricista que está dentro dele trocar a lâmpada de Iluminação Pública por outra mais econômica. No caminhão, frase escrita em faixa revela que é uma obra de eficiência energética.
Modernização da iluminação pública em Tarauacá (AC)
 

Já na tipologia de iluminação em instituições do Poder Público, o montante chegou a R$ 2,7 milhões, com destaque para o Mato Grosso, com o projeto de iluminação das escolas estaduais de Araputanga e para a Fundação Universidade do Estado do Mato Grosso (UNEMAT) de Tangará da Serra, onde foram trocadas um total de 1.167 lâmpadas convencionais por LEDs e instalados sistemas fotovoltaicos. 

Espaços de lazer e convivência da sociedade, as praças públicas representam uma fatia importante do Programa de Eficiência Energética da Energisa. Um exemplo é a Parque do Povo, em Campina Grande (PB), que teve a iluminação pública modernizada este ano pela Energisa, a tempo de receber os festejos do “maior São João do Mundo”. É o caso também da Praça Esportiva Belmar Fidalgo, em Campo Grande (MS). Finalizada em 31/5, a reforma custou R$ 255 mil e teve 153 luminárias, projetores e lâmpadas substituídos por LEDs, numa economia estimada em 28 MWh/ano, ou o equivalente ao gasto de energia de 12 residências  que consomem até 200 MWh/mês. Além da economia de energia do local, a reforma também visa proporcionar mais segurança aos frequentadores do espaço:

– Durante a obra, aproveitamos para tratar todos os pontos de penumbra. Agora, a praça conta com uma iluminação mais eficiente e, por isso, ficou até mais claro, o que traz segurança para quem opta por fazer atividades físicas à noite, por exemplo – destaca Marcelo Vinhaes, diretor-presidente da Energisa em Mato Grosso do Sul.

Dois adolescentes com uniforme de time de vôlei conversam em banco da praça, com holofotes bem iluminados ao fundo.
Praça Esportiva Belmar Fidalgo, em Campo Grande (MS)

Ainda dentro dos projetos da categoria Poder Público, foram investidos R$ 740 mil na eficientização energética dos sistemas de iluminação e condicionamento de ar da Base Naval de Ladário, no Mato Grosso do Sul, localizada à margem do rio Paraguai. Com as trocas, espera-se uma economia de 255 MWh/ano, ou o equivalente a um total de 107 residências que consomem até 200 MWh/mês.

– Ficamos extremamente felizes em poder contribuir com a economia de energia e de locais públicos importantes. Esses são benefícios que, além de ajudarem esses espaços a economizar a energia, vão em direção à sustentabilidade, pilar fundamental dentro do Grupo Energisa – diz Thiago.

Infográfico com total de investimento em eficiência energética por estado.
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Um celeiro high-tech na Zona da Mata mineira Um celeiro high-tech na Zona da Mata mineira

Publicada em: 09/06/2022

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Minas Gerais

Um celeiro high-tech na Zona da Mata mineira

E se a Pixar, maior estúdio de animação do mundo, viesse frequentemente buscar talentos no Brasil? Ou ainda: imagine contratar um projeto de arquitetura para a sua casa e poder, de fato, entrar nele através de óculos de realidade aumentada para conferir a marcenaria, por exemplo, antes mesmo de qualquer obra começar? A possibilidade de fazer com que esses cenários ganhem vida gira em torno de palavras-chaves mágicas que abrem e expandem as mentes mais criativas e inovadoras: investimento em tecnologia. 

Robôs, segurança cibernética, realidade aumentada, metaverso, compartilhamento na nuvem, sistemas interligados, big data, 3D. O léxico que antes parecia pertencer a um futuro à la Jetsons entrou definitivamente no presente. E é com essa revolução tecnológica em curso na cabeça que o Grupo Energisa se lança mais uma vez ao desafio da inovação tão presente em seu DNA e aposta no potencial nacional através de seu mais novo projeto: o Rio Pomba Valley.

Lançado em abril, o projeto é um movimento. Movimento para transformar a Zona da Mata mineira, conhecida pela contribuição expressiva a cultura nacional no século XX a partir do modernismo brasileiro e tão rica em recursos humanos e infraestrutura, em um hub de tecnologia e inovação na região, no país e, por que não, reverberando para o mundo. A ideia é alavancar a região para a nova economia que surge e criar um ambiente propício ao desenvolvimento de negócios inovadores, integrado à realidade local, como um celeiro de talentos.

Nos últimos 12 anos, o polo audiovisual da Zona da Mata viabilizou 24 grandes coproduções estaduais e nacionais de longa-metragem e 46 produções locais de curta-metragem, gerando quase 3 mil postos de trabalho na região neste período. Desde a sua formação, o polo é patrocinado pela Energisa através das Leis de Incentivo à Cultura. Com a flexibilização da pandemia e a volta das ações de cultura, estão em fase de produção 16 projetos audiovisuais (entres longas, games e animações). O protagonismo da Energisa está presente também no mecenato com o patrocínio de produções no valor de R$ 6 milhões entre 2018 e 2022. 

Além disso, em setembro deste ano, a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) instalará nas dependências do Polo, na cidade de Cataguases, o curso de cinema e animação. Com essa formação, os estudantes estarão preparados para ingressar no mercado audiovisual, que cada vez mais demanda profissionais que dominem a tecnologia da informação.

Nesse sentido, o primeiro pilar do Rio Pomba Valley é a educação. O projeto começa oferecendo qualificação profissional com habilidades de mercado para a criação de um ecossistema de empreendedorismo e inovação, base para fomentar o surgimento hub tecnológico. O primeiro curso é o de Tecnologia da Informação para desenvolvedores - fullstack. 

“Este é apenas o primeiro passo, que tem como base a educação e geração de oportunidades para então impulsionar um ecossistema de criatividade e inovação na região da Zona da Mata. Aproveitando-se de um ecossistema com universidades, instituições de ensino profissionalizantes e de um grande histórico de empreendedorismo e criação, o Rio Pomba Valley nasce para suprir uma demanda que tem na tecnologia sua essência”, destaca Ricardo Botelho, CEO do Grupo Energisa. 

O primeiro curso de TI começa em junho, com duas turmas de 20 alunos: 20 para back end e 20 para front end. Por enquanto, as primeiras turmas estão sendo 90% custeado pela Energisa. Mas Tatiana Feliciano, diretora de Gestão e Sustentabilidade do Grupo Energisa, pondera que a ideia é que o projeto funcione organicamente.

- O impacto social é gigantesco, pois gera renda e aumento significativo da empregabilidade – defende. 

Na lista de cursos do projeto, estão os de formação de desenvolvedores de Front End (estrutura, design, conteúdo e desempenho) e Back End (servidor, banco de dados e aplicação) nos próximos seis meses, para moradores a partir de 18 anos, residentes na região da Zona da Mata. Após o final do curso, a pessoa sai formada e disponível para o mercado de trabalho.

Mas tal qual o sonho de um computador sem limites de armazenamento, a ideia é que o projeto gere ilimitados bytes de ideias, recursos, talentos e, é claro, orgulho nacional.

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