Energia que transforma

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Energisa investe mais de R$ 5,5 milhões em projetos de eficiência ener Energisa investe mais de R$ 5,5 milhões em projetos de eficiência ener

Publicada em: 15/06/2022

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Brasil

Energisa investe mais de R$ 5,5 milhões em projetos de eficiência energética

Em 1993, um adesivo colorido passou a fazer parte de todo eletrodoméstico vendido no país: o selo Procel de Economia de Energia. A ideia é que, através dele, o consumidor consiga saber, de forma simples, quais equipamentos à disposição no mercado são os mais eficientes e que consomem menos energia. Uma grande mudança para auxiliar a conscientização da população a respeito do gasto de energia. Mas economizar apenas em casa não é suficiente. Para que a vida no planeta se torne de fato mais sustentável, é preciso que instituições e espaços públicos também recebam a mesma dedicação.  

Por conta disso, todo ano o Grupo Energisa realiza uma chamada pública para a realização dos projetos do Programa de Eficiência Energética (PEE) promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). O objetivo é promover o uso eficiente da energia elétrica por meio de projetos inovadores. Este ano, a empresa acaba de concluir a primeira fase dos projetos de PEE que as distribuidoras do Grupo realizaram em 2022 junto com o poder público, comércio e comunidade. Ao todo, mais de R$ 5,5 milhões foram investidos nesta etapa do programa, contemplando um total de 20 projetos nos estados do Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Rio de Janeiro.

Entre os órgãos beneficiados, estão prefeituras de diversas cidades, através da modernização de sistemas de iluminação pública com lâmpadas de LED, e escolas, que recebem sistemas fotovoltaicos de geração de energia solar.

– Os projetos, aprovados e regulamentados pela ANEEL, têm como objetivo promover o uso eficiente da energia elétrica e gerar economia, segurança e proporcionar a sustentabilidade dos municípios, escolas, hospitais ou comércios beneficiados – explica Thiago Peres de Oliveira, Coordenador de Eficiência Energética do Grupo Energisa. 

Thiago explica que, durante a chamada pública anual, são levados em conta alguns critérios para a seleção dos projetos inscritos. Um dos parâmetros utilizados pela ANEEL, por exemplo, é o de que 50% do investimento de cada região precisa ser destinado às duas classes de maior consumo de energia daquela distribuidora, como poder público, comércios e serviços, residencial ou industrial. 

Ainda segundo Thiago, não são apenas os espaços públicos que recebem a contrapartida da distribuidora – estas, sem fins lucrativos. Há também a categoria com fim lucrativo, em que empresas podem se inscrever para a troca de sua iluminação por recursos mais econômicos e modernos, troca de motores, retornando o valor economizado à Energisa – que, por sua vez, reinveste o montante exclusivamente nos projetos de PEE.

Apenas na categoria Iluminação Pública, a Energisa investiu R$ 2,8 milhões nesta primeira fase, através da substituição de luminárias obsoletas por LEDs – mais modernas, com maior capacidade de iluminação e menor consumo de energia elétrica. Foram 7 cidades contempladas no Acre, entre elas, Assis Brasil, Plácido Castro, Tarauacá e Xapuri; e 5 municípios de Mato Grosso do Sul, como Itaquiraí, Bandeirantes e Paranhos que, juntas, terão uma economia prevista de 332 MWh/Ano, ou o equivalente a um total de 139 residências (considerado um consumo de até 200 MWh/mês).

Caminhão está com cesto aéreo levantado para eletricista que está dentro dele trocar a lâmpada de Iluminação Pública por outra mais econômica. No caminhão, frase escrita em faixa revela que é uma obra de eficiência energética.
Modernização da iluminação pública em Tarauacá (AC)
 

Já na tipologia de iluminação em instituições do Poder Público, o montante chegou a R$ 2,7 milhões, com destaque para o Mato Grosso, com o projeto de iluminação das escolas estaduais de Araputanga e para a Fundação Universidade do Estado do Mato Grosso (UNEMAT) de Tangará da Serra, onde foram trocadas um total de 1.167 lâmpadas convencionais por LEDs e instalados sistemas fotovoltaicos. 

Espaços de lazer e convivência da sociedade, as praças públicas representam uma fatia importante do Programa de Eficiência Energética da Energisa. Um exemplo é a Parque do Povo, em Campina Grande (PB), que teve a iluminação pública modernizada este ano pela Energisa, a tempo de receber os festejos do “maior São João do Mundo”. É o caso também da Praça Esportiva Belmar Fidalgo, em Campo Grande (MS). Finalizada em 31/5, a reforma custou R$ 255 mil e teve 153 luminárias, projetores e lâmpadas substituídos por LEDs, numa economia estimada em 28 MWh/ano, ou o equivalente ao gasto de energia de 12 residências  que consomem até 200 MWh/mês. Além da economia de energia do local, a reforma também visa proporcionar mais segurança aos frequentadores do espaço:

– Durante a obra, aproveitamos para tratar todos os pontos de penumbra. Agora, a praça conta com uma iluminação mais eficiente e, por isso, ficou até mais claro, o que traz segurança para quem opta por fazer atividades físicas à noite, por exemplo – destaca Marcelo Vinhaes, diretor-presidente da Energisa em Mato Grosso do Sul.

Dois adolescentes com uniforme de time de vôlei conversam em banco da praça, com holofotes bem iluminados ao fundo.
Praça Esportiva Belmar Fidalgo, em Campo Grande (MS)

Ainda dentro dos projetos da categoria Poder Público, foram investidos R$ 740 mil na eficientização energética dos sistemas de iluminação e condicionamento de ar da Base Naval de Ladário, no Mato Grosso do Sul, localizada à margem do rio Paraguai. Com as trocas, espera-se uma economia de 255 MWh/ano, ou o equivalente a um total de 107 residências que consomem até 200 MWh/mês.

– Ficamos extremamente felizes em poder contribuir com a economia de energia e de locais públicos importantes. Esses são benefícios que, além de ajudarem esses espaços a economizar a energia, vão em direção à sustentabilidade, pilar fundamental dentro do Grupo Energisa – diz Thiago.

Infográfico com total de investimento em eficiência energética por estado.
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Um celeiro high-tech na Zona da Mata mineira Um celeiro high-tech na Zona da Mata mineira

Publicada em: 09/06/2022

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Minas Gerais

Um celeiro high-tech na Zona da Mata mineira

E se a Pixar, maior estúdio de animação do mundo, viesse frequentemente buscar talentos no Brasil? Ou ainda: imagine contratar um projeto de arquitetura para a sua casa e poder, de fato, entrar nele através de óculos de realidade aumentada para conferir a marcenaria, por exemplo, antes mesmo de qualquer obra começar? A possibilidade de fazer com que esses cenários ganhem vida gira em torno de palavras-chaves mágicas que abrem e expandem as mentes mais criativas e inovadoras: investimento em tecnologia. 

Robôs, segurança cibernética, realidade aumentada, metaverso, compartilhamento na nuvem, sistemas interligados, big data, 3D. O léxico que antes parecia pertencer a um futuro à la Jetsons entrou definitivamente no presente. E é com essa revolução tecnológica em curso na cabeça que o Grupo Energisa se lança mais uma vez ao desafio da inovação tão presente em seu DNA e aposta no potencial nacional através de seu mais novo projeto: o Rio Pomba Valley.

Lançado em abril, o projeto é um movimento. Movimento para transformar a Zona da Mata mineira, conhecida pela contribuição expressiva a cultura nacional no século XX a partir do modernismo brasileiro e tão rica em recursos humanos e infraestrutura, em um hub de tecnologia e inovação na região, no país e, por que não, reverberando para o mundo. A ideia é alavancar a região para a nova economia que surge e criar um ambiente propício ao desenvolvimento de negócios inovadores, integrado à realidade local, como um celeiro de talentos.

Nos últimos 12 anos, o polo audiovisual da Zona da Mata viabilizou 24 grandes coproduções estaduais e nacionais de longa-metragem e 46 produções locais de curta-metragem, gerando quase 3 mil postos de trabalho na região neste período. Desde a sua formação, o polo é patrocinado pela Energisa através das Leis de Incentivo à Cultura. Com a flexibilização da pandemia e a volta das ações de cultura, estão em fase de produção 16 projetos audiovisuais (entres longas, games e animações). O protagonismo da Energisa está presente também no mecenato com o patrocínio de produções no valor de R$ 6 milhões entre 2018 e 2022. 

Além disso, em setembro deste ano, a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) instalará nas dependências do Polo, na cidade de Cataguases, o curso de cinema e animação. Com essa formação, os estudantes estarão preparados para ingressar no mercado audiovisual, que cada vez mais demanda profissionais que dominem a tecnologia da informação.

Nesse sentido, o primeiro pilar do Rio Pomba Valley é a educação. O projeto começa oferecendo qualificação profissional com habilidades de mercado para a criação de um ecossistema de empreendedorismo e inovação, base para fomentar o surgimento hub tecnológico. O primeiro curso é o de Tecnologia da Informação para desenvolvedores - fullstack. 

“Este é apenas o primeiro passo, que tem como base a educação e geração de oportunidades para então impulsionar um ecossistema de criatividade e inovação na região da Zona da Mata. Aproveitando-se de um ecossistema com universidades, instituições de ensino profissionalizantes e de um grande histórico de empreendedorismo e criação, o Rio Pomba Valley nasce para suprir uma demanda que tem na tecnologia sua essência”, destaca Ricardo Botelho, CEO do Grupo Energisa. 

O primeiro curso de TI começa em junho, com duas turmas de 20 alunos: 20 para back end e 20 para front end. Por enquanto, as primeiras turmas estão sendo 90% custeado pela Energisa. Mas Tatiana Feliciano, diretora de Gestão e Sustentabilidade do Grupo Energisa, pondera que a ideia é que o projeto funcione organicamente.

- O impacto social é gigantesco, pois gera renda e aumento significativo da empregabilidade – defende. 

Na lista de cursos do projeto, estão os de formação de desenvolvedores de Front End (estrutura, design, conteúdo e desempenho) e Back End (servidor, banco de dados e aplicação) nos próximos seis meses, para moradores a partir de 18 anos, residentes na região da Zona da Mata. Após o final do curso, a pessoa sai formada e disponível para o mercado de trabalho.

Mas tal qual o sonho de um computador sem limites de armazenamento, a ideia é que o projeto gere ilimitados bytes de ideias, recursos, talentos e, é claro, orgulho nacional.

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Voltz ganha o Prêmio FIDinsiders 2022 na categoria “Soluções Financeir Voltz ganha o Prêmio FIDinsiders 2022 na categoria “Soluções Financeir

Publicada em: 03/06/2022

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Brasil

Voltz ganha o Prêmio FIDinsiders 2022 na categoria “Soluções Financeiras para Fomento da Diversidade e Inclusão”

A Vila Restauração, comunidade ribeirinha localizada na Reserva Extrativista do Alto Juruá, encravada no coração da Floresta Amazônica, no Acre, teve recentemente seu cotidiano radicalmente transformado. Em outubro do ano passado, a Energisa inaugurou uma usina fotovoltaica com 600 painéis solares e baterias, garantindo o fornecimento de energia elétrica 24 horas por dia aos cerca de 750 moradores. O projeto possibilitou que diversos sonhos pudessem se tornar realidade, como a comida conservada em geladeiras, ventiladores para refrescar as noites de verão, televisão ligada para entreter a família e, é claro, a conexão. Junto com a energia, chegou a internet e a inclusão bancária fornecida pela Voltz, fintech do Grupo Energisa: os moradores passaram a ter conta digital, gerando movimentação financeira e suporte para o desenvolvimento econômico e financeiro da região.

A Vila Restauração é uma das áreas distantes de grandes centros em que a Voltz atua. Com pouco mais de 1 ano no mercado, a Voltz já possui mais de 300 mil clientes espalhados pelos 11 estados onde a Energisa está presente, oferecendo soluções financeiras para pessoas físicas que, em sua maioria, não tinham acesso a agências bancárias em suas cidades. A prova de como isso tem dado certo é que a fintech, que nasceu dentro do Grupo Energisa, é a grande ganhadora do Prêmio FIDinsiders 2022 na categoria “Soluções Financeiras para Fomento da Diversidade e Inclusão”, depois de concorrer com outras 1.298 fintechs e ter sido finalista com outras duas empresas (Banco Útil e Jeitto).

Na foto, a mão de um colaborador segura o troféu FIDInsiders.

— Nos sentimos vitoriosos por termos sido escolhidos justamente nessa categoria que tem tudo a ver com os valores da Voltz e do Grupo Energisa. É o resultado de uma empresa que está indo buscar clientes até na fronteira, em localidades que só agora começam a ter energia – comemora Daniel Orlan, co-CEO da Voltz ao lado de Tiago Compagnoni.

A premiação tem como objetivo reconhecer e divulgar soluções inovadoras que contribuem para acelerar a democratização das finanças no Brasil e aprimorar o bem-estar financeiro da sociedade. Uma comissão julgadora formada por 18 executivos, especialistas e profissionais do setor definiu 3 finalistas em 14 categorias e, em seguida, os vencedores.

Um levantamento realizado pela Voltz em 2021 mostrou que nos 862 municípios em que a empresa atua, apenas 406 possuem agências bancárias. Contando com a comunicação orgânica da distribuidora de energia, a empresa já conquistou mais de 6 mil clientes nessas localidades.

— Estivemos nas semanas que antecederam a inauguração do projeto da Vila, apresentando a Voltz para os moradores. Esse é um dos nossos muitos papéis. Somos a fintech de um grande grupo de infraestrutura, temos soluções de cidadania, como a conta digital e o cartão pré-pago para os clientes dessas localidades, como o crédito para clientes que precisam parcelar suas contas e os produtos de antecipação para fornecedores — completa Orlean.

Morador da Vila Restauração, no Acre, mostra com orgulho do<br />
cartão bancário da Voltz. Na camisa dele, dizeres explicam que é uma conta digital para realização de sonhos.

Conheça mais o projeto do Grupo Energisa na Vila Restauração no documentário dirigido por Jack Motta que acompanhou o impacto da chegada da energia elétrica na comunidade. Assista aqui:

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Há 8 anos em Mato Grosso do Sul, Energisa investe na qualidade do serv Há 8 anos em Mato Grosso do Sul, Energisa investe na qualidade do serv

Publicada em: 23/05/2022

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Mato Grosso do Sul

Há 8 anos em Mato Grosso do Sul, Energisa investe na qualidade do serviço e infraestrutura

Desde que assumiu a concessão em Mato Grosso do Sul, há oito anos, a Energisa já investiu R$ 2,3 bilhões em obras de infraestrutura que beneficiaram os 74 municípios atendidos. Além de buscar continuamente oferecer um serviço de qualidade a todos os consumidores, a concessionária tem atuado para oferecer as melhores condições para o fortalecimento e expansão do agronegócio.

Para 2022, está previsto, ainda, investimento recorde no Estado: R$ 620 milhões. O foco é na melhoria da qualidade e estruturação das redes rurais através da construção de oito novas subestações. 

Um dos exemplos é o Projeto Cerrado, da Suzano Papel e Celulose. Considerado a maior planta de celulose do mundo, com investimento de R$ 19 bilhões, o complexo está em fase de construção em Ribas do Rio Pardo, distante 97 quilômetros de Campo Grande.

Um dos grandes desafios para a instalação da fábrica era o fornecimento de energia elétrica. O complexo precisava ser conectado ao sistema de Alta Tensão para atendimento a uma carga de 100MW e exportação de 200MW, tornando-se o maior consumidor em demanda da Energisa em Mato Grosso do Sul.

A concessionária antecipou análises técnicas e estratégicas e, junto com a própria Suzano, EPE (Empresa de Pesquisa Energética), ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e transmissora, conseguiu um parecer técnico do Operador Nacional com uma solução inédita de conexão.

“Temos investido de forma robusta em Mato Grosso do Sul para que o consumidor final sinta diferença no serviço prestado. Isso já tem se traduzido em números. Já tivemos a redução de 21% da média de horas que o cliente ficou sem luz (indicador DEC) e queda de 41% no número de vezes que o fornecimento foi interrompido (indicador FEC). Em paralelo a esse trabalho de qualidade, temos atuado para oferecer soluções para os investimentos que aportam em Mato Grosso do Sul. Com soluções inovadoras e, principalmente, rápidas, temos contribuído para o fortalecimento da economia sul-mato-grossense, em especial do agronegócio. Neste ano, nosso foco é melhorar as redes rurais”, afirma o diretor-presidente da Energisa em Mato Grosso do Sul, Marcelo Vinhaes.

Por meio do PEE (Programa de Eficiência Energética), a empresa também tem investido no Estado, com a promoção do uso eficiente e seguro de energia elétrica, por meio de projetos que geram economia para diversos setores da sociedade. Desde 2014, já foram investidos R$ 78,85 milhões. Para este ano, serão aportados mais R$ 11,79 milhões em obras, por meio do PEE.

Como ações educacionais, o Projeto de Eficiência Energética “Espaço Energia” tem levado orientação à população sobre o uso eficiente e seguro de energia elétrica. O espaço oferece aos visitantes a oportunidade de se familiarizar com os princípios da física e com a história da eletricidade, com o suporte de maquetes, protótipos, sala de vídeo, sala de recreação, experiências audiovisuais, exposição de obras de artistas locais. Além disso, tem um espaço que faz o contraponto de uma residência antiga e outra atual para comparar consumo e tecnologia.

O projeto “Nossa Energia”, desenvolvido para as comunidades de baixo poder aquisitivo, tem estimulado o uso eficiente e seguro de energia elétrica em todos os municípios da área de concessão da Energisa em Mato Grosso do Sul. São ações educacionais voltadas para a consciência de combate ao desperdício e para a mudança de hábitos.

Todos os consumidores cadastrados na TSEE (Tarifa Social da Energia Elétrica) e classificados como Baixa Renda podem fazer a troca de lâmpadas incandescentes e/ou fluorescentes compactas por lâmpadas LED, além de participar de palestras, peças teatrais e dinâmicas realizadas nas duas Unidades Móveis Educacionais da Energisa.

A Energisa também tem reforçado seu compromisso com a cultura local por meio de investimentos, via Lei de Incentivo à Cultura. Desde 2016, já foram investidos mais de R$ 1,1 milhão em projetos culturais. Documentário e filmes, festivais literários, oficinas de canto são alguns dos projetos beneficiados.

Iniciativa reconhecida mundialmente

Encabeçado pela Energisa, o Ilumina Pantanal se tornou referência ao levar energia elétrica a locais remotos. A iniciativa, que conta com a parceria da Aneel, MME (Ministério de Minas e Energia) e Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, foi premiada internacionalmente na categoria de melhor Projeto Solar (Solar & Storage Live 2021).

O Ilumina Pantanal ainda antecipou, em dois meses, a entrega da primeira fase do fornecimento de luz por fonte solar às famílias beneficiadas. Mais de 2,1 mil unidades consumidoras foram beneficiadas pelo programa. Destas, 77 famílias foram atendidas por rede de distribuição convencional, e 2.090 clientes por meio do SIGFI (Sistema Individual de Energia Elétrica com Fonte Intermitente), cuja fonte de energia é solar e 100% renovável. Até o fim deste ano, serão atendidos, pelo menos, mais 736 famílias e fazendas na planície pantaneira.

A iniciativa recebeu investimento de R$ 134 milhões por parte da Energisa e beneficiou uma área de 90 mil km², que engloba os municípios de Corumbá, Aquidauana, Coxim, Ladário, Porto Murtinho, Rio Verde e Miranda.

“O Ilumina Pantanal é motivo de muito orgulho para nós. Conseguimos levar energia elétrica às áreas mais remotas do Pantanal e garantir uma transformação de vida para centenas de famílias ribeirinhas, que viviam sem energia elétrica. O salto na qualidade de vida destas famílias é extraordinário. Agora, eles têm acesso à água gelada, ventilador, geladeira e freezer para armazenar o pescado, por exemplo. E tudo isso foi garantido, conquistado, sem colocar o meio ambiente em risco. É uma iniciativa transformadora e com impacto zero à natureza. Levamos energia limpa aos rincões do Pantanal”, afirma Vinhaes.

Além de energia, a Energisa também tem levado iniciativas sociais ao interior do Pantanal, com distribuição de roupas e alimentos, além da doação de 600 geladeiras que serão entregues ao longo deste ano por meio do Programa de Eficiência Energética. A empresa também tem patrocinado projetos socioambientais, como o “Agroflorestas”, do IHP (Instituto Homem Pantaneiro), desenvolvido na Serra do Amolar.

Posicionamento pela vida

Em 2021, a Energisa, maior grupo privado de capital nacional do setor elétrico, passou a integrar o Unidos pela Vacina, movimento da sociedade civil que reuniu lideranças empresariais e entidades do setor privado, com o objetivo de tornar viável a vacinação de todos os brasileiros até setembro do ano passado. Nacionalmente, o grupo disponibilizou R$ 2 milhões em equipamentos para conservação de imunizantes.

Em Mato Grosso do Sul, a Energisa e a Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul) encabeçaram a iniciativa, lançada em abril do ano passado. Além de disponibilizar R$ 320,4 mil em equipamentos com eficiência energética para conservação de vacinas, a empresa também assumiu a responsabilidade de articular e impulsionar outras iniciativas, como doações.

“O Unidos pela Vacina, com certeza, foi um marco durante a pandemia do novo coronavírus e nos provou que, juntos, unidos, podemos conseguir muito mais. Ficou claro que, com o avanço da vacinação em todo o Estado, o número de mortes causadas pelo vírus começou a cair. Esse, para nós, é o grande trunfo: preservar vidas”, afirma o diretor-presidente da concessionária em Mato Grosso do Sul.

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