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Amazônia+21: Marcelo Thomé, afirma que energia é a mola propulsora do Amazônia+21: Marcelo Thomé, afirma que energia é a mola propulsora do

Publicada em: 22/10/2020

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Rondônia

Amazônia+21: Marcelo Thomé, afirma que energia é a mola propulsora do desenvolvimento sustentável

Para o presidente da Federação das Indústrias de Rondônia (Fiero), Marcelo Thomé, a energia é a mola propulsora do desenvolvimento. Por isso, é essencial para a proteção da floresta e a geração de prosperidade a seus moradores. “A chegada da Energisa a Rondônia permite que o Estado avance na infraestrutura de distribuição, levando segurança energética a regiões com alto potencial produtivo, mas que sofriam com interrupções e má qualidade no fornecimento”, afirma Thomé. 

A Energisa se prepara para levar energia a localidades remotas da Amazônia. O projeto foi anunciado pelo presidente do Grupo, Ricardo Botelho. Segundo o executivo, o projeto faz parte do engajamento da companhia, que tem as concessões dos estados de Rondônia e Acre, no programa do governo federal Mais Luz para a Amazônia.

Apenas em Rondônia, são mais de 4 mil consumidores com esse perfil, sem acesso à infraestrutura básica de energia. “O programa atende pequenos agrupamentos afastados, caracterizados pela ausência de densidade para viabilizar economicamente a ligação com o sistema”, explicou Botelho, que participou de um painel, ao lado de outros especialistas, durante evento preparatório para o  Amazônia+21, Fórum Mundial Desenvolvimento Sustentável da Amazônia.

Vila Restauração, no Acre é exemplo de investimento

A experiência da Energisa na Vila Restauração, no Acre, ilustra as dificuldades e a necessidade de levar energia a localidades remotas. A comunidade tem cerca de 200 famílias e só é acessada de barco, em uma viagem que leva um dia. Para levar eletricidade ao local, a Energisa optou por um sistema de geração de energia solar, desenvolvido pela Alsol, empresa do grupo que desenvolve sistemas fotovoltaicos. Aqui, você assiste os depoimentos dos moradores e o impacto deste projeto na comunidade.


 

 

 

 

 

 

Assista ao vídeo com o depoimento de Marcelo Thomé, presidente da Fiero, sobre o trabalho da Energisa em Rondônia:


Em Rondônia, levar energia de qualidade a localidades remotas também é um desafio diário das equipes. Foi o caso da comunidade quilombola Pedras Negras, às margens do Rio Guaporé, em Alvorada do Oeste. No sábado, 10 de outubro, equipes da Energisa desceram o leito do Rio com cerca de cinco postes em uma balsa, transporte comum na região, para levar energia para a comunidade, que tem cerca de 60 moradores.

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Energisa cria legado ambiental e arqueológico em Rondônia Energisa cria legado ambiental e arqueológico em Rondônia

Publicada em: 08/10/2020

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Rondônia

Energisa cria legado ambiental e arqueológico em Rondônia

Rondônia possui mais de 400 sítios arqueológicos cadastrados no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O Estado é um dos mais ricos em termos de patrimônio ancestral dos povos que habitaram o Brasil antes da chegada dos Portugueses. Esse verdadeiro tesouro inclui desde pinturas rupestres até ferramentas, armas e cerâmicas. O estudo desses artefatos ajuda a compreender as origens do povo brasileiro e a entender como os antepassados se aproveitavam da natureza sem destruí-la. 
“Os indígenas ocupam o território brasileiro há milhares de anos e desenvolveram todo um conhecimento sobre a natureza local”, afirma Luzay Lopo Generoso Filho, responsável pela área de meio ambiente da Energisa. “Nós podemos aprender muito com eles.”

O valor da arqueologia

O trabalho de Luzay à frente da área de meio ambiente é garantir que a infraestrutura de energia não comprometa o estudo dos artefatos antigos. Antes de uma obra, sua equipe e parceiros especializados nessa ciência, contratados pela concessionária, fazem um estudo do local para saber se há algum sítio arqueológico que possa ser afetado pela infraestrutura. Quando encontram um artefato, eles encaminham a universidades para serem estudados.

“A arqueologia é fascinante. Ela permite conhecer uma época em que não havia escrita. E o Brasil foi intensamente povoado antes da chegada dos europeus. Essa é uma história que, infelizmente, não aprendemos na escola”, afirma Luzay. Conservar os artefatos nas mesmas condições em que foram encontrados é muito importante, ressalta o especialista, pois, com a tecnologia atual, é possível até identificar moléculas de alimentos presentes na cerâmica, o que permite conhecer a dieta dos povos antigos.

Licenciamento ambiental em dia

Essa é apenas uma das ações que a Energisa mantém para proteção do patrimônio histórico e natural nos estados onde ela atua. O respeito ao meio ambiente é um valor imutável para a companhia. Quando assumiu a concessão em Rondônia, no entanto, a empresa encontrou um cenário ruim. A maior parte das subestações operava de maneira irregular e apresentavam riscos ambientais. 

Das 54 subestações, 32 sequer tinham licença ambiental. “Em um ano e meio, mapeamos o que precisava ser feito e executamos as obras de adequação”, afirma o diretor-técnico da Energisa Rondônia, Fabrício Sampaio. Hoje, todas estão com a documentação em dia e não mais representam um risco à natureza. 

Foram investidos 1,4 milhão de reais em estudos ambientais e taxas de licenciamento. Em algumas subestações foi necessário construir muros para aumentar a segurança.

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