24/03/26 - 3 minutos de leitura
Rota Luz de Minas valoriza cultura, história e turismo na Zona da Mata mineira
Iniciativa apoiada pela Energisa conecta atrativos de Cataguases, Leopoldina e Itamarati de Minas
24/03/26 - 3 minutos de leitura
Rota Luz de Minas valoriza cultura, história e turismo na Zona da Mata mineira
Iniciativa apoiada pela Energisa conecta atrativos de Cataguases, Leopoldina e Itamarati de Minas
A Zona da Mata mineira ganhou um novo roteiro turístico que conecta cultura, história, natureza e experiências locais. A Rota Luz de Minas – Caminhos da Zona da Mata Mineira, iniciativa apoiada pelo Grupo Energisa, foi criada para valorizar os atrativos da região e integrar importantes equipamentos culturais presentes em Cataguases, Leopoldina e Itamarati de Minas.
O compromisso com a criação da rota foi firmado no ano de 2025, durante um evento que reuniu autoridades estaduais e lideranças regionais, entre elas o governador de Minas Gerais, Romeu Zema. Na ocasião, o CEO do Grupo Energisa, Ricardo Botelho, e o presidente de honra do Conselho Administrativo da companhia, Ivan Botelho, participaram da assinatura do termo que oficializou a criação do circuito turístico.
A iniciativa marca o início de um projeto estratégico voltado à valorização da identidade cultural da Zona da Mata e ao fortalecimento do turismo regional.
Cultura, memória e desenvolvimento regional
Entre os principais marcos do roteiro estão três espaços que preservam a história e a identidade da Zona da Mata: o Museu Energisa, em Cataguases; a Casa da Memória de Leopoldina; e o Museu-Parque Usina Maurício, localizado no distrito de Piacatuba, em Leopoldina.
Esses equipamentos culturais funcionam como pontos de partida do circuito turístico e ajudam a contar a trajetória da região, desde a expansão da energia elétrica até a formação cultural das cidades.
De acordo com o guia da rota, a proposta é conectar visitantes aos “tesouros de Leopoldina, Cataguases e Itamarati de Minas, mapeando desde patrimônios consagrados até joias escondidas com alto potencial turístico”.
Para Delânia Cavalcante, gerente de Investimento Social do Grupo Energisa, a iniciativa reforça o compromisso da companhia com o desenvolvimento social e cultural dos territórios onde atua.
A Rota Luz de Minas nasce com a proposta de integrar diferentes ativos culturais e naturais da Zona da Mata em uma experiência única de visitação. Ao organizar esses percursos e dar visibilidade aos equipamentos culturais e aos saberes locais, estamos criando condições para que o turismo se consolide como uma nova frente de desenvolvimento para a região", afirma.
Três cidades, múltiplas experiências
Cada cidade do roteiro oferece experiências diferentes ao visitante.
Em Cataguases, conhecida como o berço do modernismo em Minas Gerais, o Museu Energisa é o ponto central para explorar a história da energia na região e o legado arquitetônico e cultural da cidade. A partir dele, o visitante pode conhecer espaços como o Centro Cultural Humberto Mauro e outros importantes patrimônios culturais do município.
Já em Leopoldina, a Casa da Memória convida o público a mergulhar na história e nas tradições locais, fortalecendo os vínculos da comunidade com sua própria identidade cultural.
O roteiro também inclui o Museu-Parque Usina Maurício, localizado em Piacatuba, distrito de Leopoldina. O espaço reúne memória, natureza e inovação e está inserido em uma área de preservação ambiental cuja Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) se estende entre os municípios de Leopoldina e Itamarati de Minas. Instalado em uma antiga usina hidrelétrica inaugurada em 1908, o local oferece experiências culturais, educação patrimonial e contato com a natureza preservada da região.
Além dos equipamentos culturais, o circuito inclui atrativos naturais, gastronomia típica e experiências de turismo rural.
Turismo que fortalece a região
Realizada pelo Grupo Energisa, pela Fundação Ormeo Junqueira Botelho e pela Instância de Governança Regional (IGR) Serras e Cachoeiras, a rota busca incentivar o turismo sustentável e ampliar a visibilidade dos patrimônios culturais e naturais da Zona da Mata mineira.
Segundo Eduardo Mantovani, presidente da Fundação Ormeo Junqueira Botelho, o projeto também tem um papel importante na preservação da memória e na valorização das histórias da região.
“A rota ajuda a preservar e compartilhar histórias que fazem parte da identidade da Zona da Mata. Ao abrir esses espaços para visitação e conectar diferentes patrimônios culturais e naturais, criamos uma oportunidade para que mais pessoas conheçam essa trajetória e, ao mesmo tempo, estimulamos o desenvolvimento regional”, destaca.
A Rota Luz de Minas se apresenta como um convite para que moradores e visitantes redescubram a riqueza histórica e cultural da região.
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