Cultura

COP30

30/10/25 - 3 minutos de leitura

Com projetos sociais e culturais, Energisa atua para transformar positivamente as áreas onde atua

Objetivo é promover inclusão, acesso e desenvolvimento em parceria com as comunidades e respeitando as identidades locais

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Com projetos sociais e culturais, Energisa atua para transformar positivamente as áreas onde atua

Objetivo é promover inclusão, acesso e desenvolvimento em parceria com as comunidades e respeitando as identidades locais

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Guiado pelos princípios de igualdade de oportunidades e valorização regional, o Grupo Energisa atua como agente transformador nos territórios onde está presente. Tendo como foco a promoção da inclusão, do acesso e do desenvolvimento, a companhia destinou R$ 77,2 milhões a ações sociais e culturais que beneficiaram mais de 1,3 milhão de pessoas diretamente só em 2024. 

O Instituto Energisa, braço de impacto social da companhia, é o principal catalisador das ações para transformar as áreas de atuação do grupo, promovendo inclusão produtiva e cultural por meio de ações educacionais, sociais e esportivas. Coordenadora de Investimento Social da companhia, Delânia Cavalcante explica que o Grupo Energisa investe em ações que fortalecem a cultura, a educação, a geração de renda e a diversidade: “Trabalhamos para gerar impacto social real, sempre em parceria com as comunidades e respeitando as identidades locais”.  

O Rio Pomba Valley, projeto sediado na Zona da Mata mineira que articula inovação, empreendedorismo e juventude, é um dos principais destaques. O programa une tradição e futuro, conectando o potencial local à nova economia. Segundo Delânia, o Rio Pomba Valley nasceu como uma aposta no potencial dos jovens do interior, e hoje é uma realidade pulsante de transformação. “Em poucos anos, conseguimos formar talentos, impulsionar negócios e integrar educação, tecnologia e propósito. É um projeto que prova que a inovação não precisa estar nos grandes centros, que nasce onde há conexão com o território e vontade de fazer diferente”, explica.  

Cultura, memória e conexão com o território 

O grupo também mantém diversos centros para abrigar ações com foco em cultura, como as usinas culturais, o Centro Cultural Humberto Mauro e o Anfiteatro Ivan Muller Botelho. Os equipamentos culturais da Energisa ofereceram em 2024 programações gratuitas e inclusivas, fortalecendo a economia criativa e democratizando o acesso à cultura, como atividades de formação artística, difusão cultural e intercâmbio de saberes. “São espaços vivos, com programação acessível, que celebram as diversidades e ajudam a revelar talentos locais. Eles estimulam a criatividade, a identidade regional e o senso de pertencimento nas comunidades. É onde as pessoas se reconhecem e se expressam”, afirma Delânia 

Já a Fundação Ormeo Junqueira Botelho (FOJB) tem papel essencial no cuidado com o patrimônio material e imaterial da Zona da Mata mineira, onde o Grupo Energisa nasceu há 120 anos, com projetos como a Casa de Leitura e o Museu Energisa, desenvolvendo ações baseadas em pesquisa, tecnologia e educação patrimonial.  “A FOJB valoriza as tradições da Zona da Mata Mineira. Também foi referência em produção audiovisual e segue promovendo a difusão de manifestações culturais nos municípios atendidos pela Energisa. É um elo importante entre passado, presente e futuro da cultura local”, destaca a porta-voz.  

Por meio de leis de incentivo, como a Rouanet, e legislações estaduais de ICMS, o Programa Energisa Cultural financia projetos culturais. No ano passado, 47 projetos em 98 municípios de 11 estados foram apoiados, gerando 6.955 postos de trabalho temporários, beneficiando de forma direta 908 mil pessoas e impactando indiretamente 2,7 milhões de pessoas. 

O Programa Energisa Cultural é o nosso edital de apoio a projetos culturais, sociais e educacionais, que prioriza ações que promovam cultura, preservação ambiental, cidadania, geração de renda e formação artística”, detalha a coordenadora. 

“Acreditamos que não existe sustentabilidade sem impacto social positivo. Nosso investimento social reforça o vínculo com os territórios onde atuamos, promove inclusão, resgata identidades e abre portas para o desenvolvimento” finaliza. 

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