Obras entregues pela Energisa em 2021 ocupam espaço de 12 campos de futebol

Energia que transforma

07/01/22 - 2 minutos de leitura

Obras entregues pela Energisa em 2021 ocupam espaço de 12 campos de futebol

Na reta final do ano, seis novas subestações dos distritos de Porto Velho são concluídas. Elas serão energizadas após a conclusão de um novo linhão de 307 km.

Obras entregues pela Energisa em 2021 ocupam espaço de 12 campos de futebol

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Obras entregues pela Energisa em 2021 ocupam espaço de 12 campos de futebol

Na reta final do ano, seis novas subestações dos distritos de Porto Velho são concluídas. Elas serão energizadas após a conclusão de um novo linhão de 307 km.

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Com a entrega de seis novas subestações nos distritos de Porto Velho, a Energisa encerrou 2021 com 20 subestações novas e modernizadas em Rondônia. Foram cerca de 100 mil m² de obras em todas as regiões do estado ao longo de três anos, o equivalente a 12 campos de futebol, para ampliar a oferta de energia limpa e de qualidade e integrar pequenos municípios e distritos do estado ao Sistema Interligado Nacional (SIN). 

Das seis novas subestações dos distritos de Porto Velho, duas já foram energizadas e as outras quatro devem ser energizadas no primeiro trimestre de 2022, após a conclusão da construção de um linhão de 307 km. O desafio de construir o equivalente a 12 campos de futebol, natural devido ao volume de obras, foi intensificado pelo país ainda estar vivendo a pandemia de Covid-19, com restrições de circulação de pessoas e escassez de materiais em vários momentos do ano. Tirar tantas obras do papel exigiu um planejamento que começou ainda no ano anterior.

Fabrício Sampaio, diretor técnico da Energisa em Rondônia, observa que a região norte do país tem regime diferenciado de chuvas, que influencia em qualquer obra. “Por isso, é necessário fazer tudo o que for possível no período seco. Especialmente, a parte de concretagem da fundação de estruturas que suportam até 45 mil kg, como de um transformador da subestação”, frisou. Projetos, compra de materiais, contratação e treinamento das equipes são realizados antecipadamente. Contudo, imprevistos podem acontecer, conforme observa Sampaio. “É preciso estar preparado também para os percalços do caminho e identificar possíveis ameaças ao projeto com antecedência. A chegada de material, por exemplo, é monitorada desde o momento dos pedidos”, afirma, lembrando que o planejamento para o próximo ano já começou. 

Cada subestação construída representa mais energia elétrica disponível para a instalação e ampliação de empresas nas cidades. Como é o caso da miradora Coopersanta localizada em Bom Futuro, distrito de Ariquemes, que passou a utilizar eletricidade distribuída pela Energisa após a inauguração da subestação no distrito em julho.

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