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Vela brasileira faz história em Mundial com apoio da Energisa Vela brasileira faz história em Mundial com apoio da Energisa

Publicada em: 20/05/2026

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 Sustentabilidade

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Vela brasileira faz história em Mundial com apoio da Energisa

A vela brasileira voltou aos holofotes do esporte mundial com uma campanha histórica no Campeonato Mundial de Fórmula Kite, realizado em Viana do Castelo, Portugal. Com apoio do Grupo Energisa, os atletas Bruno Lobo e Lucas Fonseca encerraram a competição entre os seis melhores do mundo e colocaram o Brasil em um seleto grupo de protagonistas da modalidade olímpica. 

Lucas Fonseca terminou o campeonato na 4ª colocação geral, após perder a medalha em um protesto, enquanto Bruno Lobo garantiu o 6º lugar. O desempenho marcou um feito histórico para o país: além de colocar dois brasileiros no Top 6 do Mundial, o Brasil foi uma das únicas nações, ao lado da China, a classificar dois atletas para o último dia da competição. 

O resultado também quebra um jejum de mais de duas décadas. Há 21 anos a vela brasileira não colocava dois representantes entre os principais nomes de um Mundial de uma classe olímpica vigente. 

Os atletas fazem parte do projeto Equipe Olímpica de Vela – Ano II, patrocinado pelo Grupo Energisa via Lei Federal de Incentivo ao Esporte. A iniciativa conta com investimento de R$ 2 milhões e apoia atletas brasileiros de alto rendimento em competições nacionais e internacionais. 

Para a gerente de Investimento Social do Grupo Energisa, Delania Cavalcante, a conquista reforça a importância de investir continuamente no esporte brasileiro. 

Acreditamos no esporte como ferramenta de transformação, desenvolvimento e inspiração. Ver atletas apoiados pelo Grupo Energisa alcançando resultados históricos em uma competição mundial reforça o impacto positivo que iniciativas de incentivo ao esporte podem gerar para o Brasil e para as novas gerações”, destaca. 

Durante o campeonato, Lucas Fonseca ressaltou a importância da Lei de Incentivo ao Esporte para que atletas brasileiros consigam competir em alto nível no cenário internacional. 

Queria agradecer todo o pessoal da Lei de Incentivo ao Esporte, porque sem ela não seria possível ter tantos patrocinadores apoiando a modalidade e permitindo que a gente estivesse aqui representando o Brasil da melhor forma”, afirmou o atleta. 

Bruno Lobo também celebrou a campanha brasileira no Mundial e agradeceu o suporte recebido ao longo da preparação e da competição. 

Acabamos o Campeonato Mundial de Fórmula Kite com a sexta colocação e com muitos aprendizados para os próximos desafios. Quero agradecer todos os patrocinadores, a equipe e todos que fazem isso ser possível. Vamos voltar ainda mais fortes para os próximos campeonatos”, disse. 

A próxima etapa do calendário internacional dos atletas apoiados pela Energisa será o Campeonato Europeu de Nacra 17, realizado entre os dias 7 e 12 de julho, em Eckernforde, na Alemanha.  

Além da Fórmula Kite, o projeto apoiado pela Energisa contempla atletas de outras modalidades olímpicas da vela, oferecendo suporte para treinamentos e estrutura para participação em campeonatos internacionais relevantes. Entre os atletas apoiados estão Bruno Lobo, Lucas Fonseca, Mateus Isaac, Bernardo Pereira, Marina Arndt e Valentina. 

A iniciativa integra a estratégia de investimento social do Grupo Energisa e reforça o compromisso da companhia com o desenvolvimento do esporte brasileiro, promovendo impacto positivo por meio de ações alinhadas à agenda ASG. 

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Artigo: O que o Brasil precisa fazer para aliviar a conta de luz Artigo: O que o Brasil precisa fazer para aliviar a conta de luz

Publicada em: 15/05/2026

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 Energy Tech

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Eficiência energética e deslocamento do consumo: o que o Brasil precisa fazer para aliviar a conta de luz

Eficiência energética, modernização das redes e uso mais inteligente da eletricidade estão no centro do debate sobre o futuro do setor elétrico brasileiro.

Em artigo publicado na MIT Technology Review Brasil, produzido em parceria com a Energisa, a discussão mostra por que reduzir desperdícios e deslocar parte do consumo para horários de menor pressão no sistema pode ser uma das formas mais rápidas e eficientes de aliviar custos, aumentar a segurança energética e preparar o país para uma economia mais digital, eletrificada e descarbonizada.

O texto destaca que a expansão da infraestrutura continuará sendo necessária, mas que eficiência energética e gestão da demanda precisam ganhar papel estratégico no planejamento do setor. Programas como o Procel e iniciativas regulatórias da ANEEL já demonstram impactos relevantes na redução do consumo e da demanda de ponta, ajudando a evitar investimentos mais caros no sistema.

O artigo também aborda os desafios do comportamento do consumidor diante de tarifas horárias e mostra que, para a flexibilidade ganhar escala no Brasil, será preciso combinar sinal econômico, tecnologia, automação, informação acessível e políticas públicas mais aderentes à realidade das pessoas.

Ao longo da análise, especialistas defendem que eficiência energética não deve ser vista apenas como uma escolha individual, mas como uma infraestrutura invisível capaz de aumentar a competitividade do país, reduzir emissões e fortalecer a resiliência do sistema elétrico.

Leia o artigo completo e entenda por que a energia mais competitiva pode ser justamente aquela que o sistema consegue evitar desperdiçar.

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Ricardo Botelho destaca papel das distribuidoras na flexibilidade Ricardo Botelho destaca papel das distribuidoras na flexibilidade

Publicada em: 15/05/2026

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 Energisa 5D

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"Distribuidoras ganham papel estratégico na flexibilidade do sistema elétrico", destaca Ricardo Botelho

O avanço da geração solar distribuída, a eletrificação da economia e o crescimento da demanda por energia estão transformando o papel das distribuidoras no Brasil. Em entrevista recente à Agência iNFRA, o CEO do Grupo Energisa Ricardo Botelho destacou que as distribuidoras serão cada vez mais responsáveis por coordenar a flexibilidade do sistema elétrico, tema que deve estar no centro das discussões regulatórias nos próximos anos.

Segundo Ricardo, o desafio é garantir que a rede elétrica acompanhe o crescimento de novas tecnologias, como painéis solares, baterias e carregadores de veículos elétricos, sem gerar custos excessivos para o sistema e para os consumidores. A solução passa por investimentos mais inteligentes, combinando tecnologia, tarifas dinâmicas, resposta da demanda e armazenamento de energia.

Nesse contexto, as distribuidoras assumem um papel ainda mais estratégico: atuar como articuladoras do sistema elétrico, coordenando fluxos bidirecionais de energia e garantindo estabilidade, qualidade e segurança no fornecimento. O conceito de flexibilidade energética surge justamente para permitir uma operação mais eficiente da rede diante de um cenário cada vez mais descentralizado e digitalizado.

A entrevista também destaca as renovações de concessão, os investimentos dos próximos anos e iniciativas como o FlexLab Energisa.

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Grupo Energisa fecha 1T26 com alta de 6,6% no EBITDA Grupo Energisa fecha 1T26 com alta de 6,6% no EBITDA

Publicada em: 12/05/2026

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 Investidores

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Brasil

Grupo Energisa fecha 1T26 com alta de 6,6% no EBITDA

O Grupo Energisa encerrou o primeiro trimestre de 2026 demonstrando a resiliência de sua gestão, com foco na disciplina financeira, controle rigoroso de custos e investimentos em qualidade. O resultado trimestral reforça a capacidade da companhia de manter o crescimento operacional em variáveis gerenciáveis, mesmo diante de um cenário macroeconômico e geopolítico desafiador.

Nos primeiros três meses do ano, o EBITDA ajustado recorrente avançou 6,6% na comparação com igual período de 2025, totalizando R$ 1,981 bilhão. O resultado consistente se deve ao aumento de 7% na receita líquida e do crescimento de apenas 1,6% do PMSO, bem abaixo da inflação acumulada do período (4,14%), evidenciando a busca contínua de eficiência e gestão de custos gerenciáveis.

A Energisa investiu um total de R$ 1,6 bilhão no trimestre, avanço de 17% em relação ao mesmo período do ano anterior. Essa expansão foi puxada pelo segmento de distribuição, com aumento de 25,6% e foco no crescimento da capacidade instalada, permitindo a ampliação de novas cargas industriais e agroindustriais, principalmente em EMT, EMS e ESS. Esse crescimento também foi impulsionado pela assinatura antecipada dos contratos de renovação por mais 30 anos das concessões de EMT, EMS, ESE e EPB, oficializados no último dia 8.

Reforçando seu compromisso contínuo com a saúde financeira e com o rígido controle da alavancagem, o Grupo conta hoje com uma robusta posição de liquidez, mantendo cerca de R$ 15 bilhões em caixa, montante suficiente para cobrir quase três anos de vencimentos da dívida. Além disso, vem trocando vencimentos de curto prazo por opções mais longas e boas condições financeiras. Adicionalmente, em abril passado, a Energisa assinou um memorando de entendimento com Itaú para o aporte de até R$ 1,4 bilhão em ações preferenciais em uma de suas subsidiárias. 

Distribuição de energia elétrica

O EBITDA ajustado recorrente no segmento de distribuição de energia elétrica, principal negócio do Grupo Energisa, foi de R$ 1,7 bilhão no trimestre, crescimento de 7,3% na comparação com igual período do ano anterior. A receita líquida ajustada do segmento de distribuição, sem VNR e sem receita de construção, cresceu 6,7%, a R$ 7,9 bilhões.

Nos primeiros três meses do ano, o consumo de energia elétrica nas nove distribuidoras da Energisa cresceu 3,5% (mercado cativo+TUSD) em relação ao primeiro trimestre de 2025, somando 11.037 GWh. Já as perdas elétricas totais ficaram em 12,3%, queda de 0,11 p.p. em um ano. Sete distribuidoras operaram abaixo de seus limites regulatórios.

A Energisa liderou novamente o Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor (IASC), com destaque para a escolha da EPB como a Melhor Distribuidora de Energia do Brasil pela terceira vez consecutiva e com a ESE na vice-liderança. A EMS conquistou o primeiro lugar no Centro-Oeste e a ETO obteve o mesmo reconhecimento na região Norte pela quarta vez seguida. 

As nove distribuidoras do Grupo apresentaram boa performance dos indicadores operacionais, ficando abaixo dos limites regulatórios em Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC) e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (FEC). 

A taxa de arrecadação consolidada, que mede o percentual de contas pagas pelos clientes, alcançou 97,2% — melhor resultado da série histórica para um primeiro trimestre, impulsionado pelo uso de inteligência analítica nas cobranças e beneficiado pela isenção de tarifa para famílias de baixa renda por meio da MP 1.300/2025.

Transmissão

A Energisa Transmissão de Energia apresentou EBITDA regulatório de R$ 170 milhões. A alta de 6,7% na comparação com o primeiro trimestre de 2025 foi impulsionada principalmente pelo reajuste tarifário da Receita Anual Permitida de 5,32% referente ao ciclo 2025/2026 e pela entrada em operação de novos ativos. A margem do EBITDA regulatório foi de 87%, uma alta de 1,9 p.p. em um ano.[1] [MA2] 

Negócios de Gás

Mantendo a trajetória de expansão, o negócio de distribuição de gás natural do Grupo Energisa, que inclui a ES Gás e a Norgás (que detém participações minoritárias na Cegás, Algás, Potigás e Copergás), fechou o primeiro trimestre com EBITDA ajustado de R$ 97 milhões, dos quais R$ 58 milhões da ES Gás e R$ 39 milhões de equivalência patrimonial da Norgás, representando um incremento de 39% em um ano. 

Com uma rede combinada dos negócios em crescimento que já chega a 4 mil quilômetros e atende 360 mil clientes em cinco estados, a margem bruta registrou avanço expressivo de 19%, a R$ 230 milhões. 

A ES Gás, empresa controlada 100% pela Energisa, encerrou o período janeiro-março com volume total de gás natural distribuído de 164.661 mil m³, alta de 12,1% em um ano, impulsionada, principalmente, pela residencial (15%) e industrial (+14%). Essa expansão foi a principal contribuição para o avanço anual de 48,7% no EBITDA que totalizou R$ 58 milhões. Entre as alavancas de valor e oportunidades futuras para os negócios de gás da Energisa, vale destacar o lançamento, em 1º de abril, do Programa Mais Gás Alagoas, voltado à promoção do uso do gás natural e do biometano em múltiplos segmentos da economia. 

Biossoluções

Com investimentos de R$ 110 milhões, a unidade de produção de biometano da Agric em Campos Novos (SC) recebeu autorização para comercialização do produto em 31 de março. A planta transforma resíduos agroindustriais em energia renovável carbono zero e insumos agrícolas. 

(re)energisa

Com capacidade instalada de geração distribuída no primeiro trimestre totalizando 473 MWp de potência em 126 usinas solares fotovoltaicas, a (re)energisa registrou EBITDA de R$ 47 milhões, alta de 8,4% na comparação anual, refletindo a estratégia comercial e operacional orientada ao aumento da rentabilidade dos ativos. A base de clientes gerando receita se mantém como a maior da história na geração distribuída, com aumento de 25,4% em março de 2026 frente a igual mês de 2025. 

Voltz

Fintech do Grupo Energisa, segue gerando valor e absorvendo sinergias. A Voltz alcançou receitas totais de R$ 12 milhões no primeiro trimestre, alta de 54,5% em comparação com o mesmo período de 2025. Já as despesas com PMSO foram reduzidas em 13,2%. O resultado financeiro apresentou crescimento de 203%, impulsionado pela expansão de 271% na posição de caixa em relação a igual período do ano anterior.

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