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Energisa leva cidadania e economia para quem mais precisa Energisa leva cidadania e economia para quem mais precisa

Publicada em: 30/10/2025

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Energisa leva cidadania e economia para quem mais precisa

Com o Programa de Eficiência Energética (PEE), iniciativa regulada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e voltada ao uso racional da energia elétrica, o Grupo Energisa tem levado soluções sustentáveis a diferentes regiões do país, especialmente para comunidades mais vulneráveis. O objetivo é promover ações que melhorem o desempenho energético de residências, comércios, escolas, hospitais e comunidades de baixa renda, mostrando que o uso consciente da energia vai muito além da economia: promove cidadania, fortalece comunidades e abre caminhos para um futuro mais sustentável e justo.

As ações incluem a troca de equipamentos ineficientes por versões mais modernas, retrofit de iluminação e iniciativas de educação para o consumo consciente: um trabalho que combina técnica, impacto social e sustentabilidade.

Em 2024, foram investidos R$ 70,8 milhões em 156 projetos de eficiência energética em diversas regiões do país, com forte foco em soluções sustentáveis e de impacto social. Mais do que os números, as histórias locais demonstram a transformação gerada: ao receber eletrodomésticos eficientes, por exemplo, famílias passaram a armazenar medicamentos com segurança, reforçando o sentido prático e humano do programa.

Para garantir que os recursos cheguem onde são mais necessários, a Energisa cruza dados socioeconômicos e indicadores de consumo e articula com lideranças locais. Visitas técnicas e diagnósticos completam a estratégia de atuação territorial, baseada em metodologia estruturada.

Educação para transformar

A educação é pilar do trabalho: a substituição de equipamentos por si só não garante economia se os hábitos não mudarem. Por isso, as ações são acompanhadas de oficinas educativas, materiais informativos e palestras, com comunicação em linguagem acessível e culturalmente próxima das comunidades.

O projeto 'Zupt - A Energia da Vida' é um destaque dessa abordagem educacional. Voltado a crianças e adolescentes, ensina conceitos técnicos de forma lúdica e já está presente em 40 escolas públicas municipais de São Paulo, Minas Gerais, Paraíba, Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins. Em várias escolas, a conexão com o conteúdo inspirou atividades como peças de teatro, e a meta é evoluir o Zupt para uma plataforma de educação energética com presença nacional.

Outra iniciativa é o Caminhão Nossa Energia, unidade móvel equipada com painéis solares, experimentos interativos e sala multimídia que leva conhecimento, cidadania e serviços a comunidades distantes, com ações como troca de lâmpadas, palestras e orientações sobre segurança elétrica. Em territórios indígenas e rurais, a tecnologia tem dialogado com saberes tradicionais, somando-se a eles e fortalecendo o senso de pertencimento.

Energia e desenvolvimento

A eficiência energética também impulsiona o empreendedorismo. O programa Bem da Gente une serviços sociais à geração de renda e ao fortalecimento de pequenos negócios sustentáveis, com capacitação, entrega de equipamentos eficientes e orientação sobre o uso racional da energia. O resultado é redução de custos, aumento de produtividade e mais autonomia para empreendedores — um esforço que já alcançou centenas de iniciativas locais e que avança para integração com outras ações de inovação social, ampliando o alcance em territórios vulneráveis.

De olho no futuro, a Energisa prepara a expansão de tecnologias como medição inteligente, sistemas solares em comunidades isoladas e parcerias com instituições de ensino para fomentar pesquisa aplicada. A prioridade é seguir levando a energia como vetor de dignidade, cidadania e desenvolvimento sustentável. 

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Eficiência energética em hospitais libera orçamento para investimento Eficiência energética em hospitais libera orçamento para investimento

Publicada em: 30/10/2025

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Eficiência energética em hospitais libera orçamento para investimento no atendimento à saúde

A economia de energia em hospitais públicos e filantrópicos de Minas Gerais e São Paulo já começa a ser revertida em mais equipamentos, infraestrutura e profissionais para atender a população. Com apoio do Programa de Eficiência Energética (PEE) do Grupo Energisa, regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), essas instituições estão modernizando iluminação, climatização e adotando sistemas de energia solar, o que tem resultado em reduções significativas nas contas de luz e na melhoria dos serviços de saúde.

Na Santa Casa de Presidente Prudente (SP), os investimentos do PEE possibilitaram a instalação de 58 painéis solares, a substituição de quase 1.500 lâmpadas por LED e a climatização com aparelhos inverter, gerando uma economia estimada em 174 MWh por ano. Na unidade, toda economia é tratada como vital porque libera recursos para áreas que impactam diretamente o atendimento; a redução vem acompanhada de mais segurança e eficiência no dia a dia.

A adoção de equipamentos mais modernos evita desperdícios, aumenta a confiabilidade das operações e eleva a qualidade do serviço prestado.

Em Minas Gerais, a Energisa Minas Rio destinou mais de R$ 1,4 milhão a hospitais de Ubá, Cataguases, Manhuaçu e Muriaé. A economia conjunta ultrapassa R$ 400 mil por ano, valor já aplicado em infraestrutura e contratação de profissionais. O uso inteligente da energia melhora a qualidade de vida das comunidades e reforça o compromisso com um futuro mais sustentável. Além de hospitais, a empresa tem investido em escolas e instituições públicas.

Juntos, os hospitais Santa Isabel e São Vicente de Paulo, em Ubá, devem economizar um total de R$ 100 mil por ano. A soma da economia gerada por esses projetos é suficiente para atender cerca de 3.900 casas com consumo de 250 kWh/mês. Segundo o provedor dessas duas instituições, Bruno Groppo, as melhorias vão além da economia: 

A modernização trouxe mais conforto para os pacientes e melhores condições de trabalho para as equipes. Isso impacta diretamente na qualidade do serviço que prestamos ", afirma.

Quatro novos projetos de eficiência energética em hospitais devem ser concluídos até o fim de 2025 em Minas Gerais. A aplicação do PEE no Núcleo Regional de Voluntários de Combate ao Câncer, em Ubá; no Hospital de Cataguases, em Cataguases; no Hospital César Leite, em Manhuaçu; e no Hospital São Paulo, em Muriaé, deve gerar mais de R$ 350 mil em economia anual, além de reduzir o impacto ambiental com a diminuição das emissões de CO₂, já que não será mais necessário o uso de geradores nessas unidades de saúde.

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Energisa amplia atendimentos do Luz para Todos em Acre e Rondônia Energisa amplia atendimentos do Luz para Todos em Acre e Rondônia

Publicada em: 30/10/2025

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Energisa amplia atendimentos do Luz para Todos em Acre e Rondônia

As distribuidoras Energisa Acre e Energisa Rondônia formalizaram participação na nova etapa do programa Luz para Todos, do governo federal, para levar energia elétrica a áreas rurais e comunidades isoladas da Amazônia Legal. Um total de R$ 425,9 milhões serão aplicados até 2027 para realizar 11.779 ligações a Sistemas Individuais de Geração de Energia Elétrica com Fonte Intermitente (SIGFI) e a Microssistemas Isolados de Geração e Distribuição de Energia Elétrica (MIGDI).   

No Acre, o compromisso de investimento da distribuidora do Grupo Energisa é de R$ 252 milhões, com foco em novas obras para atender 6 mil famílias em regiões remotas do estado. Em Rondônia, foi firmado compromisso de investimento de R$ 173,9 milhões para a nova etapa do Luz para Todos, que vai beneficiar 5.779 famílias em áreas rurais e remotas.   Ao participar do programa, o Grupo Energisa - com 120 anos de história e atuação no Acre e em Rondônia desde 2018 - contribui para o desenvolvimento econômico e social do país e para a democratização do acesso e do uso da energia, melhorando a qualidade de vida da população.  

O programa Luz para Todos também prevê a utilização de fontes de energia limpa e renovável, considerando a sustentabilidade e a preservação do bioma amazônico. Antecipando em dois anos seu compromisso, a Energisa concluiu em dezembro de 2024 o desligamento de 20 usinas a diesel da Amazônia Legal, como parte do maior projeto do Brasil de desativação de térmicas movidas a óleo combustível ou diesel. Com isso, foram desmobilizados 195,1MW de potência instalada, 14% acima do projetado, evitando a emissão de 539 mil toneladas de gases de efeito estufa ao ano, equivalente ao plantio de 3,6 milhões de árvores.  

Com um investimento total de R$ 1,2 bilhão do governo e da Energisa, o marco desse projeto foi o desligamento da termelétrica de Cruzeiro do Sul, no Acre, uma das maiores da região Norte. Para isso, foi preciso construir uma linha de transmissão e distribuição conectando o município e a região ao Sistema Interligado Nacional, assim como uma subestação de energia em conformidade ambiental, além da ligação gradual de cerca de 460 mil consumidores, que passaram a contar com um fornecimento mais estável. 

Em linha com seus compromissos ASG, o Grupo Energisa pretende levar energia limpa e acessível a cerca de 55 mil unidades consumidoras em áreas remotas de suas concessões até 2026.  

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Energia 5D orienta decisões de sustentabilidade do Grupo Energisa Energia 5D orienta decisões de sustentabilidade do Grupo Energisa

Publicada em: 30/10/2025

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Energia 5D orienta decisões de sustentabilidade do Grupo Energisa

A sustentabilidade não é um pilar isolado no Grupo Energisa: está integrada à estratégia, por meio da chamada Energia 5D. Cada D traduz um vetor de transformação que orienta as decisões da companhia: descarbonização, digitalização, descentralização, democratização e diversificação. 

André Pereira, gerente de Sustentabilidade, detalha cada um desses vetores: descarbonizar sem abrir mão da segurança energética, digitalizar processos e redes, descentralizar a geração, democratizar o acesso à energia e diversificar nossos negócios.  

“Isso não é apenas sobre metas ambientais, é sobre assegurar competitividade, inovação e desenvolvimento social, sustentados por uma governança robusta, com comitês que transformam compromissos em ações concretas”, afirma. 

A atuação da Energisa é guiada por três causas prioritárias: ação pelo clima, transformação energética e mobilidade social, que se desdobram em nove compromissos públicos, que vão desde a geração de energia limpa até o respeito à diversidade e à cultura local. 

“Assumimos o papel de impulsionar uma transição que não é só energética, mas também social, ambiental e econômica. É assim que conectamos nossa performance empresarial a um impacto real e duradouro na vida das pessoas e na preservação do planeta”, detalha André. 

As ações da Energisa vêm sendo reconhecidas por diversos indicadores e entidades de sustentabilidade. O Grupo Energisa conquistou um salto importante no Anuário Integridade ESG 2025, publicação de referência nacional que avalia as práticas ambientais, sociais e de governança das companhias brasileiras. A empresa subiu 42 posições em apenas um ano, passando do 65º para o 23º lugar no ranking geral das 100 companhias que mais se destacam na agenda ESG. A companhia integra o Índice de Carbono Eficiente (ICO2) e o IDIVERSA da B3, além de ser avaliada por organizações como CDP, MSCI e Sustainalytics 

“Esses reconhecimentos reforçam que estamos no caminho certo. Sustentabilidade exige transparência, responsabilidade e melhoria contínua”, acrescenta André. 

Além das metas ambientais, a Energisa investe na mobilização de colaboradores, clientes e comunidades. “O engajamento interno é o que transforma os compromissos em realidade. Projetos como o Nossa Energia levam conhecimento às comunidades sobre o uso consciente da energia, enquanto treinamentos e auditorias fortalecem a cultura ESG dentro da empresa”, diz André. 

Na esteira da transição energética sustentável, a Energisa tem uma série de projetos em andamento, como a primeira planta do Brasil que combina geração de biometano e produção de fertilizantes a partir de resíduos agroindustriais; o acesso à energia de mais de 55 mil famílias em áreas remotas, com soluções baseadas em geração renovável, baterias e microrredes; e expansão de redes inteligentes e digitalização, melhorando não só a eficiência energética, mas também a resiliência frente às mudanças climáticas, além de viabilizar a integração de geração distribuída e armazenamento. 

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Floresta Viva: novo edital é voltado para projetos da bacia do Xingu Floresta Viva: novo edital é voltado para projetos da bacia do Xingu

Publicada em: 30/10/2025

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Floresta Viva: novo edital destina R$ 6,3 milhões a até seis projetos na bacia do Xingu

Em mais um passo em direção à preservação da Amazônia, maior bioma tropical do planeta, o Grupo Energisa, junto a BNDES, Norte Energia e Fundo Vale, lançou um novo edital do Floresta Viva, destinando um total de R$ 6,3 milhões para apoiar até seis projetos de restauração na bacia do Rio Xingu.  

O Floresta Viva tem o objetivo de formar parcerias para apoiar projetos de restauração ecológica nos diversos biomas brasileiros, com espécies nativas e sistemas agroflorestais (SAFs). Desde 2023, já foram destinados R$ 26,7 milhões em recursos não reembolsáveis para projetos de restauração de áreas degradadas e fortalecimento de cadeias produtivas na Bacia Hidrográfica do Xingu.  

A participação de comunidades locais e povos tradicionais em áreas protegidas, territórios indígenas, unidades de conservação e assentamentos de reforma agrária é prioritária neste novo edital, o segundo voltado especificamente à Bacia do Xingu. Quatro projetos para a região foram selecionados em 2023, totalizando R$ 20,3 milhões em investimentos.  

O Grupo Energisa tem forte presença na Amazônia, com ativos de distribuição, transmissão e soluções de energia. Como parceira no Floresta Viva, a companhia reafirma seu compromisso com a sustentabilidade e a preservação ambiental na Amazônia, alinhando suas ações à estratégia ASG da empresa.   

Reconhecemos nosso papel e responsabilidade para reduzir os impactos do negócio nesse bioma tão importante, não só no Brasil, como também para o mundo. Por meio do Floresta Viva, contribuímos para a preservação da floresta e, consequentemente, para a qualidade de vida das comunidades e povos tradicionais que nela vivem. Este programa se conecta diretamente à nossa agenda ASG, ao possibilitar a recuperação de áreas degradadas e, ao mesmo tempo, gerar empregos e renda por meio do fortalecimento das cadeias produtivas na região da Bacia do Xingu”, afirma Tatiana Feliciano, diretora de Gestão e Sustentabilidade do Grupo Energisa.  

Além de apoiar a restauração de áreas na Bacia do Rio Xingu, o Grupo Energisa concluiu em 2024 o desligamento de 20 usinas termelétricas na Amazônia Legal, antecipando em dois anos o cumprimento de seu compromisso ASG. Essa iniciativa evitou a emissão de 539 mil toneladas de CO₂ por ano, equivalente ao plantio de 3,6 milhões de árvores, e desmobilizou 195 MW de potência instalada, beneficiando 460 mil pessoas em 17 municípios, que passaram a contar com um fornecimento de energia mais seguro, graças à interligação ao Sistema Interligado Nacional. 

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Energisa aposta em investimentos e descarbonização sustentável Energisa aposta em investimentos e descarbonização sustentável

Publicada em: 30/10/2025

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Investimentos e descarbonização impulsionam estratégia de sustentabilidade do Grupo Energisa

O Relatório Anual de Sustentabilidade do Grupo Energisa, divulgado em maio deste ano, trouxe dados importantes de como a empresa tem colocado em prática suas ações e compromissos nas frentes ambiental, social e de governança (ASG). Em 2024, a companhia avançou de forma expressiva na agenda climática e alcançou um volume recorde de investimentos. 

Entre os marcos do ano, destaca-se a conclusão antecipada do maior programa de desligamento de usinas térmicas da Amazônia Legal. Finalizado dois anos antes do previsto, o processo envolveu a desativação de 20 usinas movidas a óleo diesel e combustível, que juntas somavam 195 MW de potência instalada. A medida representa uma redução anual de 539 mil toneladas de CO₂ e trouxe benefícios diretos a aproximadamente 460 mil pessoas, que passaram a receber energia mais limpa e confiável com a interligação ao Sistema Interligado Nacional (SIN). 

Reforçando essa transição energética, a Energisa aprovou um novo plano de descarbonização, desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a WayCarbon. O plano aprimora a forma de medir e gerir as emissões de gases de efeito estufa, estabelecendo critérios mais rigorosos e alinhados às referências científicas e à realidade do setor elétrico nacional. 

Além disso, a companhia já se prepara para avançar em iniciativas de compensação e mitigação, como a aquisição de certificados internacionais de energia renovável (I-RECs) para neutralizar emissões ligadas a perdas técnicas e o apoio a projetos de restauração em biomas vulneráveis. 

Para Tatiana Feliciano, diretora de Gestão e Sustentabilidade do Grupo Energisa, a divulgação do relatório tem um peso especial neste ano em que a empresa celebra 120 anos de história. “É a oportunidade de mostrar como nossa trajetória sempre esteve conectada a essa agenda. Essa conexão é o que garante a relevância da Energisa e orienta nossa atuação para transformar presença em impacto positivo para comunidades, colaboradores e clientes”, afirma. 

Outro avanço importante foi na universalização do acesso à energia elétrica. Apenas em 2024, mais de 12 mil famílias em áreas remotas foram conectadas à rede. Desde 2021, já são mais de 47 mil novas ligações, aproximando a meta de 55 mil famílias até 2025. Os investimentos nesse programa somaram R$ 461,5 milhões e incluíram soluções inovadoras, como sistemas solares fotovoltaicos com baterias, que hoje levam eletricidade a comunidades isoladas e transformam a vida de milhares de brasileiros. 

Diversificação da matriz 

A (re)energisa, marca de soluções energéticas do Grupo, investiu R$ 332,4 milhões em 2024 na implantação de novas usinas solares distribuídas. Com isso, alcançou 440,7 MWp de capacidade instalada ao final do ano, contribuindo de forma decisiva para a transição energética dos clientes e da própria holding. No segmento de biometano, os aportes somaram R$ 94,8 milhões nos últimos dois anos, com destaque para a usina de Campos Novos/SC, pioneira no Brasil em um modelo 100% circular. Prevista para ser inaugurada em 2026, ela transformará resíduos agroindustriais em gás renovável e fertilizantes orgânicos, marcando um passo importante na inovação para o setor. 

A atuação do grupo também se fortaleceu no mercado de gás natural. A Energisa consolidou sua distribuidora de gás e adquiriu 51% da Norgás, ampliando ainda sua presença de forma indireta em quatro distribuidoras do Nordeste. O movimento reforça a estratégia de interiorização do gás e de diversificação da matriz em direção a soluções de baixo carbono. 

O desempenho ao longo de 2024 foi reconhecido com 13 prêmios da Abradee, que destacam as melhores práticas do setor elétrico. De olho no futuro, a Energisa já anunciou um plano de investimentos de R$ 6,2 bilhões para 2025, em linha com sua estratégia de crescimento sustentável. 

Agente de transformação social e cultural 

Em 2024, a Energisa também reforçou sua atuação como agente de transformação social e cultural, destinando R$ 77,2 milhões a iniciativas de educação, cultura, empreendedorismo e inclusão produtiva. Essas ações beneficiaram diretamente mais de 1,3 milhão de pessoas, um crescimento de cerca de 30% em relação ao ano anterior. 

Na área da educação, programas de capacitação desenvolvidos em parceria com instituições como o Senai e a Confederação Nacional da Indústria alcançaram uma taxa de empregabilidade de 56% entre os participantes. Já o Programa Energisa Cultural destinou R$ 27,3 milhões a 47 projetos realizados em 98 municípios de 11 estados, impactando mais de 900 mil pessoas e gerando 6.955 ocupações temporárias. A iniciativa teve como foco a valorização da identidade local e dos produtores culturais de cada região. 

O Relatório de Sustentabilidade 2024 está disponível no site institucional da companhia e detalha os avanços da Estratégia Energisa 5D — baseada em Descarbonização, Diversificação, Digitalização, Descentralização e Democratização — que orienta todas as frentes de atuação do grupo. 

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Energisa entra para o grupo das empresas mais sustentáveis do Brasil Energisa entra para o grupo das empresas mais sustentáveis do Brasil

Publicada em: 30/10/2025

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Energisa entra para o grupo das 25 empresas mais sustentáveis do Brasil em ranking ESG

A Energisa passou a figurar entre as 25 empresas mais sustentáveis do Brasil, segundo o Anuário Integridade ESG 2025. O grupo conquistou a 23ª colocação na publicação, que avalia as práticas ambientais, sociais e de governança das maiores companhias do país — um avanço de 42 posições em apenas um ano no ranking geral das 100 companhias que mais se destacam na agenda ESG.

Entre as iniciativas de maior impacto está o desligamento de 20 usinas térmicas movidas a óleo diesel na Amazônia Legal, iniciativa que eliminou 195 MW de geração a combustíveis fósseis e evitou a emissão de 539 mil toneladas de CO₂ ao ano. Além de reduzir impactos ambientais, a mudança levou energia mais limpa a cerca de 460 mil consumidores da região, integrados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Queremos ser parte de uma transformação energética justa, que una inovação, responsabilidade ambiental e impacto social positivo. Estar entre as 25 empresas mais sustentáveis do Brasil nos dá ainda mais energia para seguir avançando”, afirma Tatiana Feliciano, diretora de Sustentabilidade do Grupo Energisa. 

Em 2024, a Energisa investiu R$ 77,2 milhões em projetos de educação, cultura, empreendedorismo e inclusão produtiva, beneficiando 1,3 milhão de pessoas em todo o Brasil. O Rio Pomba Valley, polo de formação em tecnologia na Zona da Mata mineira, é exemplo do alcance dessas ações: com índice de 70% de empregabilidade, o programa impulsiona o ecossistema de inovação e gera novas oportunidades para jovens e profissionais locais.

No contexto em que investidores, clientes e reguladores ampliam a atenção sobre as práticas ESG, o reconhecimento recebido pelo Grupo Energisa reforça que sua jornada, ancorada em inovação, sustentabilidade e cuidado com as pessoas, está em sintonia com as necessidades de hoje e preparada para os desafios de amanhã. 

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Energisa tem como meta neutralidade de carbono até 2050 Energisa tem como meta neutralidade de carbono até 2050

Publicada em: 30/10/2025

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Energisa tem como meta neutralidade de carbono até 2050

Equilibrar o trilema sustentabilidade, segurança energética e equidade no acesso à energia é essencial na transição para uma economia de baixo carbono. E esse é o fio condutor da estratégia climática do Grupo Energisa, que acredita em uma transição energética que não deixe ninguém para trás.  

Para a diretora de Sustentabilidade do grupo, Tatiana Feliciano, a descarbonização está no centro da atuação da companhia. “Descarbonizar o setor elétrico é essencial, mas isso só é sustentável se vier acompanhado de segurança no fornecimento e de energia acessível para todos. É esse equilíbrio que buscamos construir: um futuro de baixo carbono, inclusivo e seguro”, afirma. 

Um dos compromissos ASG da Energisa é a neutralidade de carbono até 2050. A meta é ambiciosa, mas a empresa está trilhando um caminho técnico e responsável. Esse objetivo é resultado de um processo robusto, que envolveu diagnóstico das emissões de gases causadores do efeito estufa (GEE), escuta de stakeholders e análise técnica de viabilidade.  

“Isso representa o nosso compromisso com a ciência climática e, mais que uma declaração, é um caminho prático, com metas intermediárias já assumidas para 2026, com avanço acompanhado dia a dia”, explica Tatiana. 

A executiva cita como exemplo desse compromisso do grupo o programa de desligamento de usinas térmicas na Amazônia Legal, que superou a meta inicial de evitar a emissão de 505 mil toneladas de CO₂/ano. O resultado superou a expectativa em 6,7%, evitando 539 mil toneladas, antecipando o cronograma em dois anos e se consolidando como o maior programa de desligamento de térmicas do Brasil. 

“Descomissionamos 20 usinas térmicas e evitamos a emissão de 539 mil toneladas de CO₂ por ano. Além de contribuir para a redução das emissões, essa iniciativa proporcionou qualidade de vida às comunidades locais, que passaram a contar com energia mais limpa, silenciosa e estável”, conta a diretora de Sustentabilidade da Energisa.  

Para Tatiana, o futuro da energia deve ser diverso, limpo, inclusivo e digital. “A energia pode e deve ser um vetor de desenvolvimento social e ambiental. Queremos estar na linha de frente da transição energética global, sempre com uma visão de longo prazo”, diz a executiva, que reconhece, no entanto, que os desafios são enormes. “O Brasil tem dimensões continentais e enfrenta questões sociais e ambientais complexas. Mas temos um plano claro e uma equipe comprometida em ser parte da solução para que a transição ocorra de forma justa e sustentável.” 

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Inovação não depende apenas de tecnologia Inovação não depende apenas de tecnologia

Publicada em: 30/10/2025

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Inovação não depende apenas de tecnologia, ressalta artigo assinado em parceria entre o Grupo Energisa e a MIT Technology Review

O futuro do setor elétrico não se constrói apenas com tecnologia. Esse é o argumento central do terceiro artigo da parceria entre a Energisa e o MIT Technology Review Brasil, que apresenta uma análise profunda sobre a transformação energética e mostra que a adoção de novas tecnologias é apenas o primeiro passo. 

Embora haja soluções tecnológicas em abundância, o artigo indica que o verdadeiro obstáculo para a transformação energética é conseguir alinhar fatores técnicos, humanos, culturais e regulatórios. Sem esse ecossistema coeso, as mudanças não se sustentam no longo prazo. 

A regulação é apresentada como o elemento central que define o sucesso da modernização, podendo ser o motor que acelera o setor ou a barreira que o impede de inovar de forma prática, segura e integrada. Para que o ambiente regulatório não trave o progresso, é indispensável uma maior articulação entre empresas, governo e sociedade. 

A abertura à colaboração, o engajamento das equipes e a disposição para assumir riscos calculados dentro das organizações também são condições primárias para que novas ideias se tornem resultados concretos e gerem valor. 

Combinando a visão de especialistas do MIT e a experiência de executivos da Energisa, o artigo aponta caminhos para superar esses entraves e acelerar a modernização do setor elétrico brasileiro, conciliando eficiência, segurança e sustentabilidade. 

Clique aqui e confira o artigo na íntegra. 

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Geração distribuída cresce e altera o papel do consumidor Geração distribuída cresce e altera o papel do consumidor

Publicada em: 30/10/2025

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Geração distribuída cresce e altera o papel do consumidor, destaca artigo fruto da parceria entre o Grupo Energisa e a MIT Technology Review

A geração distribuída (GD) avança de forma acelerada e já ocupa posição central na transição energética. Com painéis solares em residências, empresas e propriedades rurais, consumidores assumem papel ativo na produção de energia limpa, ampliando a sustentabilidade da matriz elétrica. O país já tem mais de 3,7 milhões de sistemas conectados, resultado de investimentos que ultrapassam R$ 74 bilhões. Esse crescimento coloca o Brasil em destaque no cenário internacional e reforça a tendência de descentralização da geração, com benefícios diretos para a sociedade. 

As distribuidoras têm papel essencial nesse processo. São elas que garantem a integração segura da energia produzida localmente à rede, assegurando qualidade no fornecimento e estabilidade no sistema. Ao mesmo tempo, atuam como parceiras dos consumidores que decidem gerar a própria energia. 

Projetos de inovação liderados por distribuidoras mostram os caminhos para o futuro. Em Palmas, no Tocantins, a empresa implantou a primeira usina virtual do país, com investimento de R$ 20 milhões, combinando geração solar e baterias para equilibrar oferta e demanda. Tais soluções mostram como a GD pode impulsionar novas tecnologias, criar oportunidades de negócios e tornar o sistema elétrico mais moderno e eficiente. A combinação entre inovação, regulação adequada e participação ativa do consumidor fortalece o setor e contribui para uma matriz cada vez mais limpa e sustentável. 

Essas e outras reflexões fazem parte do novo artigo da Energisa em parceria com o MIT Technology Review Brasil, publicação vinculada ao Massachusetts Institute of Technology (MIT). O texto integra a série especial desenvolvida em conjunto com a instituição, apresentando dados, análises e aprendizados de mercados internacionais sobre o impacto da GD no sistema elétrico. 

Clique aqui e acesse o artigo na íntegra. 

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