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Energia que vem de dentro impulsiona soluções reais no Grupo Energisa Energia que vem de dentro impulsiona soluções reais no Grupo Energisa

Publicada em: 24/04/2026

 Categoria:

 Inovação

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Energia que vem de dentro impulsiona soluções reais no Grupo Energisa

A inovação no Grupo Energisa acontece no dia a dia, dentro das equipes e a partir de quem vive a operação de perto. É nesse contexto que surgem soluções simples, aplicáveis e com alto impacto, capazes de melhorar processos, segurança e gerar resultados financeiros consistentes. 

Por meio do enova, programa de intraempreendedorismo da companhia, colaboradores de diferentes áreas são incentivados a propor ideias a fim de testar soluções e transformar desafios em oportunidades. Ao longo dos anos, o programa consolidou uma cultura em que inovar faz parte da rotina e do jeito de trabalhar. 

Os projetos que se destacaram em 2025 mostram exatamente essa força que vem de dentro e foram reconhecidos no Prêmio Nacional de Inovação do Grupo. Na Energisa Acre, uma iniciativa desenvolveu uma alternativa própria para a blindagem da bucha do transformador até o ponto de medição. Em vez de utilizar uma solução de mercado com alto custo, os colaboradores criaram uma estrutura adaptável com caixa e eletrodutos, significativamente mais econômica e eficiente. A solução já foi aplicada em outras unidades, com previsão de expansão, reduzindo custos operacionais e contribuindo diretamente para o combate a perdas de energia. O resultado é um impacto financeiro expressivo e uma solução prática, criada a partir da realidade do campo. 

Na Energisa Minas Rio, o projeto de limitador de segurança para serra copo trouxe ganhos relevantes para a rotina das equipes. A iniciativa padronizou a instalação de lentes em caixas de medição com mais segurança e autonomia, permitindo que a própria equipe realizasse a atividade sem necessidade de acionar outras áreas. Com isso, houve redução no tempo de atendimento, menos deslocamentos e diminuição do risco de contato com partes energizadas. A solução foi replicada em outras distribuidoras do grupo, ampliando seu alcance e consolidando um impacto financeiro superior a R$ 1 milhão. 

Já na Energisa Sergipe, o projeto Comutador Externo na Tampa do Transformador passou a integrar a rotina operacional e segue gerando resultados de forma contínua. A solução permite a operação dos transformadores de maneira mais eficiente, reduzindo a necessidade de intervenções mais complexas e trazendo ganhos diretos de produtividade e custo. Com cerca de R$ 2,8 milhões em impacto validado, o projeto se destaca por manter resultados ao longo do tempo e se consolidar como prática operacional. 

Esses projetos representam conhecimento aplicado, protagonismo dos colaboradores e uma visão prática de melhoria das atividades. Esse movimento também impulsiona o desenvolvimento das pessoas. Ao participar do enova, os colaboradores ampliam sua visão de negócio, desenvolvem novas habilidades e assumem um papel ativo na construção de soluções para a empresa. 

Para Victor Rispoli, um dos padrinhos de inovação e gerente de planejamento e orçamento da Energisa Minas Rio, esse ambiente fortalece a cultura e estimula o crescimento: 

Quando as pessoas percebem que podem contribuir com ideias e que essas ideias são levadas adiante, a inovação passa a fazer parte da rotina. O enova cria esse espaço e fortalece o protagonismo dos times” 

Esse conjunto de iniciativas e o engajamento das equipes resultaram em mais um reconhecimento importante para a Energisa Minas Rio, que foi novamente destaque no cenário nacional de inovação dentro do grupo. 

O diretor-presidente da EMR Eduardo Mantovani valoriza soluções que nascem dentro da empresa é essencial para evoluir de forma consistente. Para ele, "os projetos desenvolvidos pelos nossos colaboradores têm um diferencial importante, eles partem de quem conhece a operação de perto. Quando valorizamos essas iniciativas, fortalecemos a inovação com foco em resultado, segurança e eficiência. Dito isso, é nossa missão valorizar e apoiar cada novo projeto.” 

O reconhecimento é consequência de uma cultura que incentiva testar, aprender e evoluir todo dia. O enova é um programa em que inovar faz parte do dia a dia e do crescimento das pessoas e do negócio. 

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Museu-Parque Usina Maurício une inovação, cultura e natureza Museu-Parque Usina Maurício une inovação, cultura e natureza

Publicada em: 24/04/2026

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Brasil

Museu-Parque Usina Maurício transforma berço da eletrificação em espaço de inovação, cultura, natureza e educação

No coração da Zona da Mata mineira, o lugar que marcou o início da eletrificação na região ganha nova vida. O antigo complexo da Usina Maurício, inaugurado em 1908 e considerado o berço da geração de energia elétrica na região, foi revitalizado e agora abriga o Museu-Parque Usina Maurício, um espaço que conecta história, natureza, inovação, educação e sustentabilidade.

Mantido pela Fundação Ormeo Junqueira Botelho, com patrocínio do Grupo Energisa, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com execução da Santa Rosa Bureau Cultural, o Museu-Parque foi criado para preservar um importante patrimônio industrial brasileiro e ampliar o acesso da população à história da energia e do desenvolvimento regional.

A Usina Maurício representa um capítulo fundamental da história da eletrificação na Zona da Mata mineira e no interior do Brasil. Preservar esse patrimônio é valorizar o pioneirismo da engenharia nacional e reconhecer o papel da energia como vetor de transformação social e econômica. Através dele conectamos memória, inovação e desenvolvimento, garantindo que essa história continue inspirando novas gerações”, afirma Eduardo Mantovani, presidente da Fundação Ormeo Junqueira Botelho do Grupo Energisa.

Localizado em Piacatuba, distrito de Leopoldina, o espaço está inserido em uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) com cerca de 327 hectares de Mata Atlântica preservada. O antigo sítio industrial agora é um ambiente de visitação, aprendizagem e contato com a natureza.

O berço da eletrificação na região

A construção da Usina Maurício começou em 1905, quando a eletrificação ainda era um grande desafio no interior do país. Para viabilizar o empreendimento, foi necessário abrir um ramal ferroviário exclusivo para transportar equipamentos importados, como turbinas e geradores.

A usina foi inaugurada em 1908 e marcou um momento decisivo para o desenvolvimento da região, levando energia elétrica a cidades da Zona da Mata mineira e impulsionando atividades econômicas e urbanas.

Mais de um século depois, o local foi revitalizado sem perder sua identidade histórica. O Galpão da Usina preserva o maquinário original e utiliza recursos expositivos contemporâneos, como narrativas sonoras imersivas, para apresentar ao público o funcionamento da antiga hidrelétrica e o pioneirismo da engenharia nacional. O espaço também valoriza a memória dos trabalhadores que participaram da construção e operação da usina, reconhecendo o papel de quem ajudou a levar energia para o interior do Brasil.

História, natureza e educação ambiental

Além do patrimônio industrial, o Museu-Parque Usina Maurício amplia a experiência dos visitantes com atividades ao ar livre. Trilhas ecológicas, passarelas elevadas e áreas de contemplação permitem explorar a paisagem natural da reserva, promovendo a integração entre história e meio ambiente.

Essa combinação transforma o espaço em um ambiente de educação ambiental e aprendizado sobre energia e sustentabilidade, com potencial para receber estudantes, pesquisadores e visitantes interessados em conhecer a relação entre desenvolvimento energético e preservação da natureza.

O Programação de Mediação Cultural e Educativa propõe uma experiencia que evolui da observação sensível a análise crítica, permitindo que os estudantes compreendam não apenas como a energia é produzida, mas também seu papel na transformação das cidades e nos desafios do futuro energético e ambiental. O educativo articula conteúdos de ciências, tecnologia, geografia, história, literatura e educação ambiental.

Segundo Delânia Cavalcante, gerente de Investimento Social do Grupo Energisa, o projeto reforça o compromisso da companhia com o investimento cultural e com o desenvolvimento do conhecimento no território.

Investir na revitalização da Usina Maurício é criar um espaço que amplia as possibilidades de pesquisa, educação e produção cultural na região. O Museu-Parque permite que estudantes, pesquisadores e visitantes tenham contato com a história da energia ao mesmo tempo em que exploram temas como sustentabilidade, inovação e preservação ambiental. É um ambiente que conecta memória, conhecimento e novas oportunidades de aprendizado para diferentes gerações”, afirma.

Através do Museu-Parque a região ganha mais um espaço dedicado à preservação da história e à reflexão sobre o papel da energia na construção do país.

Para atender diferentes públicos, o Museu-Parque oferece três tipos de visitação. A visita espontânea permite que o visitante conheça o espaço de forma livre, no seu próprio ritmo. Já a visita guiada tradicional conta com acompanhamento de mediadores, que apresentam a história da usina, o funcionamento da geração de energia e os conteúdos das exposições. Há ainda a visita guiada para instituições, voltada especialmente para escolas, universidades e grupos organizados, com atividades educativas adaptadas a cada público. O agendamento das visitas é gratuito e pode ser realizado de forma simples, gratuita e 100% online pelo site da Fundação Ormeo Junqueira Botelho. 

Serviço

  • Funcionamento: de quarta a sábado, das 8h30 às 17h, e aos domingos, das 8h30 às 14h.
  • Agendamento: pelo link disponível no site da Fundação Ormeo Junqueira Botelho
  • Informações: museuparque@fojb.org.br
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Conta de luz divulga 180 e reforça combate à violência contra a mulher Conta de luz divulga 180 e reforça combate à violência contra a mulher

Publicada em: 14/04/2026

 Categoria:

 Comunidade

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Brasil

Conta de luz passa a divulgar o 180 e amplia combate à violência contra a mulher

As contas de energia elétrica passam a ter um novo papel no enfrentamento à violência doméstica no Brasil. Em uma iniciativa inédita, distribuidoras de energia começaram a incluir o número 180, canal de atendimento à mulher, nas faturas, transformando um documento cotidiano em ferramenta de utilidade pública.

A ação é realizada em parceria com o governo federal, no âmbito do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, e já está sendo implementada em diversas regiões do país. Com isso, a mensagem sobre denúncia de violência contra a mulher passa a chegar diretamente aos lares brasileiros, ampliando o acesso à informação e à rede de apoio.

O alcance da iniciativa é expressivo e deve impactar mais de 212 milhões de pessoas em todo o país. A estratégia busca alcançar principalmente mulheres em situação de vulnerabilidade, que muitas vezes enfrentam barreiras para denunciar ou têm acesso limitado a outros meios de informação.

O cenário reforça a urgência da medida. Em 2025, o Brasil registrou 1.568 vítimas de feminicídio, um aumento de 4,7 por cento em relação ao ano anterior, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em 2024, mais de 257 mil mulheres sofreram lesão corporal dolosa no contexto de violência doméstica, além de 51 mil casos de violência psicológica.

Os dados também evidenciam a importância do canal 180. Ao longo de 2025, foram mais de 1 milhão de atendimentos, com média de cerca de 3 mil por dia, e 155 mil denúncias registradas. Em janeiro de 2026, o serviço contabilizou 90.758 atendimentos e 15.575 denúncias.

O 180 funciona 24 horas por dia, de forma gratuita e confidencial. Além de registrar denúncias, o canal oferece orientação sobre direitos, informações sobre a legislação e encaminhamento para serviços especializados e autoridades competentes, com garantia de anonimato.

Ao incorporar essa informação nas contas de luz, as distribuidoras contribuem para ampliar o alcance da rede de proteção e fortalecer o enfrentamento à violência contra a mulher, levando informação essencial para dentro das casas de milhões de brasileiros. 

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Energisa anuncia início da produção e comercialização de biometano Energisa anuncia início da produção e comercialização de biometano

Publicada em: 06/04/2026

 Categoria:

 Energisa 5D

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Grupo Energisa anuncia início da produção e comercialização de biometano na maior usina de Santa Catarina

O Grupo Energisa, iniciou oficialmente as operações da maior usina de biometano de Santa Catarina. Com investimentos de R$ 110 milhões, a planta representa um marco na transição energética e na economia circular no estado, ao transformar resíduos agroindustriais em energia renovável carbono zero e insumos agrícolas.

Primeira usina a ser autorizada pela ANP para produção de biometano no estado, em fevereiro deste ano, a usina recebeu, no dia 31 de março, a autorização para comercialização do produto.

“O início da operação da usina de Campos Novos representa um marco na estratégia do Grupo Energisa de se consolidar como um hub de soluções energéticas, ampliando sua atuação para além da energia elétrica, que está na origem do negócio. O avanço no mercado de biometano reforça esse movimento e sinaliza o nosso compromisso com a transição energética segura, por meio de um portfólio cada vez mais sustentável e integrado”, afirma Débora Oliver, diretora-presidente de Negócios de Gás da Energisa.

Construída como uma usina padrão ouro 100% circular, o empreendimento da Energisa foi concebido para garantir o máximo aproveitamento dos resíduos recebidos, por meio de engenharia de gestão sofisticada, reatores de grande porte e gerenciamento altamente automatizado. A unidade incorpora tecnologias de origem italiana e alemã e é autossuficiente em energia elétrica, operando com elevada eficiência e segurança.

Nossa capacidade operacional é expressiva: a planta pode tratar em torno de 300 toneladas de resíduos orgânicos por dia, resultando na produção atual de aproximadamente 28 mil metros cúbicos diários de biometano”, destaca Débora.

O modelo de operação da usina elimina passivos ambientais, viabilizando a expansão da agroindústria e pecuária catarinense, e agrega valor à cadeia produtiva, convertendo resíduos em energia limpa e contribuindo diretamente para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

A localização estratégica em Campos Novos potencializa ainda mais o impacto da operação. O município é um dos principais polos agroindustriais de Santa Catarina, com cerca de 90% dos resíduos agroindustriais do estado concentrados em um raio de até 150 quilômetros. Esse cenário assegura escala, eficiência logística e regularidade no fornecimento de matéria-prima, consolidando o estado como uma das regiões mais promissoras do país para o desenvolvimento do biometano e da economia verde.

Nesse contexto, o início das operações da usina reforça o protagonismo do biometano como peça-chave na construção de uma matriz energética mais sustentável. Produzido a partir de resíduos orgânicos, o combustível renovável contribui para a descarbonização de setores intensivos em energia e fortalece a segurança energética nacional. Ao mesmo tempo, promove benefícios ambientais e socioeconômicos, estimulando a economia regional, reduzindo impactos ambientais e impulsionando um modelo de desenvolvimento alinhado às demandas da transição energética.

“Ao combinar a produção de biometano e biofertilizante em uma mesma planta, o empreendimento consolida um modelo inovador que transforma resíduos em energia limpa e insumos agrícolas, reforçando o papel do biogás como vetor estratégico para a sustentabilidade e o desenvolvimento do agronegócio brasileiro”, conclui Luiz Fernando Tomasini, diretor de Negócios de Biogás do Grupo Energisa.

Além do biometano: biofertilizantes fortalecem a proposta sustentável 

Alinhada ao conceito de indústria circular, a unidade lançou recentemente o E.bio Solum, fertilizante de base orgânica desenvolvido para contribuir com a nutrição equilibrada das lavouras e a regeneração do solo. A solução pode ser utilizada como alternativa ou complemento aos fertilizantes químicos e é obtida a partir do reaproveitamento dos resíduos gerados pela própria operação da usina, reforçando os princípios da economia circular e a redução de impactos ambientais.

Com capacidade de produção de em torno de 40 mil toneladas por ano, o fertilizante biológico amplia a geração de valor da planta ao integrar produção de energia renovável, práticas sustentáveis e ganhos de produtividade para o agronegócio.

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