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Ao jornal O Globo, Ricardo Botelho detalha diversificação da companhia Ao jornal O Globo, Ricardo Botelho detalha diversificação da companhia

Publicada em: 24/02/2025

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 120 Anos

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Brasil

Em entrevista ao jornal O Globo, Ricardo Botelho detalha movimento de diversificação da companhia

Elétrons, moléculas e bytes. É assim que Ricardo Botelho, CEO do Grupo Energisa, resume a estratégia da empresa de geração e distribuição de energia que atua em 11 estados, com destaque para as regiões Norte e Centro-Oeste. A companhia vem diversificando sua atuação e absorvendo novas tecnologias, como a inteligência artificial (IA). Interessado em dados e inovações, Botelho aposta no gás natural como um degrau da transição energética no Brasil, podendo substituir a lenha que ainda é usada em indústrias. 

Em entrevista ao repórter Bruno Rosa, d’O GLOBO, publicada no domingo (09), ele admite que as distribuidoras têm um desafio grande para manter o fornecimento de energia em meio às mudanças climáticas. 

Para o executivo, a busca por redes de distribuição mais resilientes a tempestades impulsionará um superciclo de investimentos no setor, mas faltam um plano nacional e mudanças na regulação. Botelho, da quarta geração da família fundadora do negócio, comanda a Energisa em um momento emblemático: a companhia completou 120 anos no mês passado. 

O Brasil tem enfrentado ondas de calor. As empresas de energia estão conseguindo se adaptar a esses efeitos das mudanças climáticas? 

O grande problema da onda de calor é o choque com uma frente fria, que provoca muitos ventos, raios e tempestades. Isso não é bom para o sistema de distribuição. O mundo inteiro tem estabelecido diretrizes para aumentar a resiliência das redes, uma vez que já vivemos extremos climáticos. 

Precisamos avaliar se está sendo feito investimento suficiente para modernizar e criar mais resiliência nas redes (no Brasil). A discussão passa por políticas públicas e por uma orientação para a modernização das redes. Depende de sinais que são dados pelo regulador e pelo governo. Esse tema tem avançado um pouco, mas ainda precisa evoluir mais. 

Avançar de que forma? 

Precisamos analisar o modelo atual do setor e verificar se as empresas têm sustentabilidade econômica suficiente para realizar investimentos em resiliência. No setor elétrico, os investimentos feitos ao longo de um ciclo de cinco anos só são reconhecidos no quinto (os valores aportados são usados para calcular a tarifa). 

Defendemos que haja reconhecimento dentro do próprio ciclo tarifário. Se as empresas não tiverem capacidade financeira, fica difícil alocar recursos, já que esses investimentos não trazem receita adicional. Alguns países criaram fundos especiais para esse fim e estabeleceram diretrizes para que esses investimentos sejam reconhecidos com antecedência. 

Que tipo de investimento aumentaria a resistência de redes, evitando blecautes? 

Trata-se de reforçar o sistema para emergências. Um exemplo é a medição eletrônica, que permite acompanhar o consumo e gerar sinais econômicos para um uso mais eficiente da energia. Quando há uma enchente, uma subestação essencial pode ficar submersa, desligando praticamente uma cidade inteira. 

Esses investimentos são ainda mais complexos de serem considerados, como a realocação de uma subestação para um local mais seguro. Também inclui o alteamento da subestação, elevando os componentes a uma altura que os proteja de enchentes. São medidas que antes não eram adotadas. Há uma necessidade de reconhecer investimentos voltados exclusivamente para a qualidade do serviço. 

Como isso pode ser feito? 

É fundamental a criação de um plano nacional em que o regulador e as empresas identifiquem os pontos que precisam ser reforçados para garantir maior resiliência ao sistema elétrico. Esse seria um plano específico, seguindo uma tendência global, já adotada por diversos países. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) precisa tornar essa questão explícita nos contratos de concessão e regulamentar essa matéria. 

Ainda há um caminho a ser percorrido, mas esse debate já está em curso. Estamos entrando em um superciclo de investimentos no setor de energia em todo o mundo, buscando maior robustez para as redes elétricas. O sistema está sob estresse não apenas pelo crescimento acelerado da demanda, mas também pelos desafios impostos pelas mudanças climáticas. 

Outro ponto crítico é a crescente complexidade na gestão das redes. A expansão da geração distribuída (placas solares nos telhados) tem alterado os fluxos dentro das redes, e parte da modernização do setor será essencial para acomodar essa nova realidade. Por isso, as distribuidoras precisam ter um mandato claro para ordenar melhor esses fluxos. Por fim, a administração da intermitência das fontes renováveis, como eólica e solar, é outro desafio que precisa ser tratado. 

A Energisa vai investir R$ 6,2 bilhões neste ano. As questões climáticas impactaram esse plano? 

Desse total, R$ 5,5 bilhões serão destinados à distribuição, sendo que 42% serão para a expansão da rede. Estamos atuando na região do Brasil que mais cresce em demanda e em extensão de rede, atendendo áreas no Centro-Oeste e no Norte, especialmente na Amazônia, onde ainda há um grande território a ser conectado. 

Essas regiões representam nossa nova fronteira de crescimento. Atualmente, conectamos cerca de 300 mil novos clientes por ano e já contamos com 8,8 milhões na distribuição. Há demanda crescente por mais redes. A quantidade de ar-condicionado vendida neste país em 2024 é surpreendente. É um crescimento de demanda futura. 

A empresa pretende manter esse ritmo de investimento nos próximos anos? 

Quando falo de superciclo de investimentos, estamos tentando capturar as oportunidades que aparecem. Olhamos a energia em um contexto entre elétrons, moléculas e bytes. Nosso negócio é energia em toda sua cadeia de valor. Por isso, abrimos uma frente de gás natural, que é um combustível de transição energética. 

Enquanto a eletrificação não se expande mais, as indústrias pesadas vão depender de fontes fósseis. Não existe alternativa viável hoje. E a transição energética pode ser feita com o gás. Além disso, o gás pode ajudar a combater o desmatamento da caatinga, porque se usa muita lenha no Brasil. 

Mas há muitas empresas que ainda usam lenha? 

Ainda é um combustível muito usado no Brasil. Estamos em fase de implementação de um projeto para substituir a lenha de um polo gesseiro de Araripina, no oeste de Pernambuco. Haverá uma economia e ainda deixará de se desmatar a caatinga. As indústrias utilizam muita lenha no Brasil. E nem sempre essa lenha vem de fonte certificada, gerando crimes ambientais. Compete às empresas de distribuição de gás estudar a viabilidade, se há demanda suficiente para puxar uma rede ou criar sistemas isolados. 

Como a Energisa ampliará sua presença no mercado de gás? 

O gás compete com outras fontes, como eletricidade, lenha e óleo combustível. Há um grande espaço para o gás em diversas indústrias, como a siderúrgica. E o país tem grandes reservas de gás, como nas bacias de Santos e Campos, além de descobertas no Nordeste. Há ainda um grande potencial para ampliar o uso do gás na frota de caminhões, que hoje é movida a diesel. Eletrificação não faz muito sentido para frotas pesadas por conta da extensão dos trajetos e do tempo de carregamento de baterias.  

Por isso, usar gás natural ou biometano é uma saída. Estamos trabalhando para criar e aumentar essa demanda. 

Além do gás, a companhia mira em outros segmentos? 

Lançamos uma iniciativa em Santa Catarina para produzir biofertilizantes. A unidade recebe os resíduos (de atividades rurais), produz uma compostagem e devolve ao campo, substituindo o fertilizante sintético nitrogenado por um natural, orgânico. 

E parte desses resíduos é transformada em biogás, depois tratada e transformada em biometano (similar ao GNV). Nós vendemos para a indústria, por exemplo, que precisa abater suas emissões também. Vamos produzir 30 mil metros cúbicos por dia de biometano em Santa Catarina. E temos interesse em replicar esse modelo. Há espaço em todo o país para uma base de negócios que seja significativa para o grupo. 

Como avalia as mudanças que ocorrerão com o mercado livre de energia? 

Temos trabalhado para entender os modelos comerciais e a forma de atuar no mercado livre. Hoje, metade da atuação da geração distribuída ocorre fora das nossas áreas de concessão. E, quando os 95 milhões de consumidores do Brasil forem livres (para escolher sua distribuidora de energia), a Energisa certamente tem que estar presente, participando não só como provedora de redes, mas também de energia.  

Queremos estar sempre com o cliente no nosso centro. Não vamos abdicar dessa relação que construímos durante 120 anos. 

Com a empresa chegando aos 120 anos, como olhar para o futuro e investir em tecnologia? 

Não tem como operar uma rede sem digitalização, IA e automação. A tecnologia permite usar dados e extrair mais informações para atender melhor o cliente e aumentar a eficiência. Temos uma orientação estratégica para aplicações de IA e para o uso de dados de forma massificada. 

Ainda nem arranhamos a superfície das possibilidades de uso de dados. A tecnologia pode ajudar na previsão de compra de materiais, da própria demanda por energia, levando em consideração as variações climáticas e até o perfil de crédito do cliente. Estamos fazendo bastante experimentação em IA generativa no call center. 

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Energisa 120 anos: Cataguases celebrará com música, luzes e novidades Energisa 120 anos: Cataguases celebrará com música, luzes e novidades

Publicada em: 20/02/2025

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Energisa 120 anos: Cataguases celebrará com música, luzes e novidades

A Energisa, referência em energia e desenvolvimento na Zona da Mata Mineira, está prestes a celebrar um marco histórico: seus 120 anos de trajetória. Para comemorar essa jornada de inovação e transformação, a empresa preparou um evento imperdível em Cataguases, que promete iluminar a cidade de maneira única e inesquecível.

No dia 26 de fevereiro, a partir das 18h30, a Praça Santa Rita, em Cataguases-MG, será palco de uma grande programação para comemorar os 120 anos da companhia. A noite será recheada de emoção, novidades, luzes e música, celebrando o impacto da empresa na região e o rico desenvolvimento cultural.

O grande destaque do evento será o show de drones, um espetáculo tecnológico e artístico que vai iluminar o céu de Cataguases com cores e formas. Esse show promete surpreender e encantar o público, transformando o céu em um palco de luzes nunca visto antes na cidade.

Outro momento importante da noite será a assinatura do termo de intenção da Rota Turístico-Cultural, um projeto que visa promover o turismo e a valorização da cultura local. Com a assinatura deste termo, as cidades de Cataguases e Leopoldina terão a oportunidade de fortalecer sua presença no cenário turístico e cultural, destacando as tradições e belezas da região para o mundo.

E, claro, não poderia faltar música boa! A noite será animada com os shows da sambista Thaylis Carneiro, que promete contagiar a todos com seu samba raiz, e da banda Serafins, que traz a música de viola, com artistas de Cataguases e Leopoldina. Um mix de ritmos e emoções que agradará a todos os gostos.

Esta programação vai muito além de uma simples comemoração. Ele é uma celebração da história, da cultura e de um futuro promissor para a região. Se você está em Cataguases, Leopoldina ou região, não perca a chance de participar desse evento inesquecível. Traga sua família e amigos para celebrar essa data histórica!

Anote os detalhes:

  • Data: 26 de fevereiro

  • Horário: A partir das 18h30

  • Local: Praça Santa Rita, Cataguases, MG

Não perca a chance de vivenciar essa festa de 120 anos da Energisa. Vai ser um espetáculo cheio de energia! 

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Brazil Journal destaca legado de Ivan Botelho na história da Energisa Brazil Journal destaca legado de Ivan Botelho na história da Energisa

Publicada em: 30/03/2026

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 120 Anos

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Brazil Journal destaca legado de Ivan Botelho na história da Energisa

O Brazil Journal publicou, na última semana, a resenha do livro "Ave Luz! A jornada da Energisa para o Futuro", com destaque para Ivan Botelho, cuja visão estratégica e atuação ao longo dos anos foram determinantes para a construção de marcos relevantes na história da companhia.

Reconhecido como um gestor central na evolução do Grupo Energisa, Ivan esteve à frente de momentos decisivos de transformação, expansão e consolidação no setor elétrico brasileiro.

O texto revisita passagens emblemáticas de sua atuação e evidencia o legado de uma liderança que contribuiu de forma significativa para a consolidação da Energisa como uma das principais empresas do setor.

Clique no link e leia a reportagem completa.

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Zona da Mata ganha Casa da Memória que une história e cultura Zona da Mata ganha Casa da Memória que une história e cultura

Publicada em: 10/03/2026

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 Sustentabilidade

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Zona da Mata mineira ganha Casa da Memória que conecta história, cultura, lazer e tecnologia

O antigo casarão da década de 1950 que abrigou a família Junqueira Botelho, em Leopoldina (MG), reabre suas portas totalmente revitalizado e passa a se chamar Casa da Memória de Leopoldina, um novo espaço cultural e turístico aberto ao público. Com fachada inspirada na estética da residência retratada no filme …E o Vento Levou (1939), o local estabelece um diálogo entre arquitetura, imaginário cinematográfico e patrimônio histórico.

Inaugurada como parte das celebrações pelos 120 anos do Grupo Energisa, a Casa da Memória nasce com o propósito de preservar a história regional, valorizar a memória da Zona da Mata mineira e ampliar o acesso da população e de visitantes ao patrimônio cultural da região. Mantida pela Fundação Ormeo Junqueira Botelho, com patrocínio do Grupo Energisa, a iniciativa foi viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), principal mecanismo de fomento cultural do país.

A Fundação Ormeo Junqueira Botelho assume a responsabilidade de preservar e manter vivos espaços que fazem parte da história da eletrificação na região. A Casa da Memória de Leopoldina é mais do que um equipamento cultural: é uma estrutura permanente de memória, educação, lazer e pertencimento, concebida para conectar patrimônio, inovação e desenvolvimento. Ao cuidar desse patrimônio histórico e cultural, reforçamos a energia como vetor de transformação social, fortalecemos o território e asseguramos que essa memória continue acessível às próximas gerações”, afirma Eduardo Mantovani, presidente da Fundação Ormeo Junqueira Botelho do Grupo Energisa.

O novo equipamento oferece experiências imersivas com áudios e imagens que permitem ao público revisitar diferentes momentos da história do Brasil e da região. O percurso interno reúne salas expositivas permanentes e temporárias com projeções mapeadas, instalações audiovisuais e narrativas sonoras, concebidas como ambientes ativos de fruição e produção de conhecimento. Destaque para a Sala da Memória, que utiliza imagens e sons para reconstruir cenas da vida social e familiar da região, e para o Gabinete do Dr. Ormeo, uma instalação interativa com uso de inteligência artificial que apresenta ideias, projetos e o legado do personagem em diálogo com o presente. 

O Espaço Lya amplia o recorte curatorial ao valorizar a produção literária feminina e a escrita memorialística, enquanto o Observatório Cultural da Mata e o Lab Memória funcionam como núcleos permanentes de pesquisa, experimentação tecnológica, produção audiovisual e formação, conectando memória, inovação e diferentes gerações.

Além de conectar tecnologia e inovação ao patrimônio cultural por meio de recursos como impressão 3D, o Lab Memória pode se articular diretamente com o ecossistema do Rio Pomba Valley, iniciativa do Instituto Energisa que transforma a Zona da Mata mineira em um hub de tecnologia, criatividade, empreendedorismo e inovação, com foco na economia 4.0. O programa já estrutura parcerias com universidades, instituições de ensino técnico e empresas como AWS, IBM, Microsoft, SENAI, SESI, Populos e outras, criando pontes e viabilizando projetos de pesquisa aplicada, formações em inteligência artificial, computação em nuvem, cibersegurança e desenvolvimento de software. 

De forma complementar, o Lab Memória também se articula com o Animaparque, polo audiovisual patrocinado pelo Grupo Energisa desde sua criação, voltado ao fortalecimento da cadeia do audiovisual e da animação na Zona da Mata mineira. A iniciativa funciona como ambiente de desenvolvimento criativo, com foco na formação técnica, no fortalecimento de talentos da região, no estímulo à produção autoral, no apoio a projetos independentes e na conexão com o mercado. Essa integração amplia as possibilidades de projetos colaborativos que unem memória cultural, produção audiovisual e soluções tecnológicas aplicadas à educação, à preservação do patrimônio e à criação de experiências imersivas para diferentes públicos. 

A intervenção na Casa da Memória incluiu ainda a restauração do Jardim dos Sentidos, um dos primeiros projetos paisagísticos de Roberto Burle Marx, realizada com base no projeto original cedido pelo Instituto Burle Marx, reforçando o compromisso com a preservação qualificada do patrimônio moderno brasileiro. Com cerca de 4 mil metros quadrados, o imóvel recebe espaços como o Jardim da Infância Lúdico-Musical, com brinquedos sonoros que estimulam a exploração criativa, e o Jardim Aromático – Horta Medicinal, que promove experiências sensoriais ligadas ao tato, olfato e paladar. O projeto de readequação foi promovido pela Fundação Ormeo Junqueira Botelho, patrocinado pelo Grupo Energisa, com execução da Santa Rosa Bureau Cultural.

Segundo Delânia Cavalcante, gerente de Investimento Social do Grupo Energisa, a iniciativa reforça o compromisso da companhia com o desenvolvimento cultural e territorial. 

Investir em equipamentos culturais estruturantes fora dos grandes centros amplia o acesso à cultura, fortalece o território e assegura a continuidade das políticas de memória e educação. A Casa da Memória de Leopoldina conecta história, tecnologia e participação social, estimulando o vínculo das comunidades com sua própria história.

Visitação

A Casa da Memória de Leopoldina abre suas portas ao público com visitas guiadas gratuitas, realizadas mediante agendamento prévio pelo site da Fundação Ormeo Junqueira Botelho. As visitas podem ser realizadas individualmente, em grupo ou por escolas e instituições.

Serviço

Funcionamento: quarta a sábado, das 9h às 17h30; domingos, das 9h às 14h

Informações: casadamemoria@fojb.org.br | (32) 98454-2049 

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Quando a energia vira memória: uma história que atravessa 120 anos Quando a energia vira memória: uma história que atravessa 120 anos

Publicada em: 21/01/2026

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 120 Anos

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Quando a energia vira memória: uma história que atravessa 120 anos

Existem histórias que não cabem apenas em datas ou marcos cronológicos. Elas vivem nas cidades, nas pessoas e nas transformações silenciosas do cotidiano. A trajetória da Energisa é uma dessas histórias.

Ao completar 120 anos, o Grupo revisita suas origens em Cataguases e Leopoldina e percorre um caminho que se confunde com o próprio desenvolvimento do país. Um percurso feito de pioneirismo, desafios técnicos e inovação, mas, sobretudo, de gente. Gente que construiu usinas, levou energia a novos territórios, atravessou mudanças tecnológicas e ajudou a transformar realidades no interior do Brasil.

Esse olhar ganha forma no documentário comemorativo dos 120 anos da companhia, dirigido pelo documentarista mineiro Marcos Pimentel. Com 47 minutos de duração, o filme propõe um olhar cinematográfico sobre a chegada da energia elétrica à Zona da Mata mineira no início do século XX, em um período em que a luz ainda não havia alcançado outros grandes centros urbanos do país.

O documentário é um exercício de memória. Imagens, depoimentos e relatos ajudam a reconstruir episódios que marcaram a fundação da empresa, como a construção da Usina Maurício, a primeira do grupo, e a chegada da luz elétrica a Cataguases, em 1908.

Para dar vida a momentos que não contam com registros audiovisuais, o filme recorre à animação, recurso que ocupa cerca de seis minutos da narrativa. Segundo o diretor, a escolha foi uma solução estética e histórica.

A animação foi a forma que encontramos para dar materialidade a esse período da história, marcado por poucos registros e muitos relatos. Ela ajuda a traduzir para o público o esforço técnico, financeiro e humano envolvido na criação de uma empresa de eletricidade no interior de Minas há mais de um século”, afirma Pimentel.

As sequências animadas foram desenvolvidas por alunos e ex-alunos do curso de Cinema e Animação da Universidade do Estado de Minas Gerais, em Cataguases. A decisão de trabalhar com profissionais formados na própria Zona da Mata dialoga diretamente com a proposta do filme, que parte do território para contar essa história.

Fazer esse filme com pessoas formadas aqui é uma escolha narrativa e política. A história nasce neste território, então fazia sentido que ela fosse contada por quem também constrói o audiovisual da região”, destaca o documentarista.

A participação dos estudantes é reflexo da infraestrutura audiovisual existente na Zona da Mata, estruturada a partir do Polo Audiovisual da região. Esse ecossistema inclui iniciativas como o Animaparque, estúdio-escola inaugurado em 2023 para a formação e produção de filmes nacionais e internacionais, criado com investimento do Grupo Energisa por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

Ao longo do filme, passado e presente se encontram. As primeiras iniciativas no interior mineiro dialogam com os desafios atuais de inovação, sustentabilidade e futuro do setor elétrico. Uma narrativa que respeita as raízes, mas aponta para os próximos passos de uma empresa que segue em transformação.

O documentário convida o espectador a refletir sobre o papel da energia na construção do Brasil e sobre como memória, território e visão de longo prazo seguem conectados.

️Assista ao documentário completo

O documentário dos 120 anos da Energisa está disponível no YouTube e reúne imagens inéditas, depoimentos e registros históricos que ajudam a contar essa trajetória centenária.

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MIT e Energisa explicam como ampliar o acesso à energia no Brasil MIT e Energisa explicam como ampliar o acesso à energia no Brasil

Publicada em: 11/12/2025

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Quinto artigo da parceria MIT com Grupo Energisa explica como gás e renováveis podem tornar a energia mais acessível no Brasil

O Brasil tem uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo, mas ainda convive com tarifas elevadas e um sistema cada vez mais pressionado por eventos climáticos extremos. Como transformar essa vantagem ambiental em energia acessível para as famílias? E qual é o papel do gás natural nessa equação, sobretudo em um cenário de expansão acelerada das renováveis? 

Combinando análises de especialistas do MIT e de executivos do Grupo Energisa, o artigo analisa como a convergência entre gás e eletricidade pode fortalecer a segurança energética, reduzir custos estruturais e apoiar a transição para um sistema mais confiável e competitivo. 

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Energy Tech: Energisa divulga seu 2º artigo em parceria com MIT Energy Tech: Energisa divulga seu 2º artigo em parceria com MIT

Publicada em: 04/08/2025

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Energy Tech: Energisa divulga seu 2º artigo em parceria com MIT

Do consumo à colaboração. Segundo artigo em parceria com a MIT Technology Review discute como a Geração Distribuída transforma o setor elétrico e o papel do consumidor
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Segundo artigo em parceria com a MIT discute sobre Geração Distribuída Segundo artigo em parceria com a MIT discute sobre Geração Distribuída

Publicada em: 31/07/2025

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Do consumo à colaboração: segundo artigo em parceria com a MIT Technology Review discute como a Geração Distribuída transforma o setor elétrico e o papel do consumidor

O consumidor que apenas recebe sua conta de luz no fim do mês está ficando no passado. Com o crescimento da Geração Distribuída, usuários ganham protagonismo na produção e gestão da própria energia, especialmente por meio de sistemas solares. Mas essa transformação levanta uma série de questões: como equilibrar a descentralização com a estabilidade da rede? Quem arca com os custos do sistema quando o consumo tradicional diminui?

Essas e outras reflexões fazem parte do novo artigo da Energisa na MIT Technology Review Brasil, publicação vinculada ao Massachusetts Institute of Technology (MIT). O texto integra a série especial desenvolvida em parceria com o MIT, e traz dados, análises e aprendizados de mercados internacionais sobre o impacto da Geração Distribuída no sistema elétrico.

Leia o artigo completo na MIT Technology Review Brasil.

Para quem quer entender o papel do Brasil e do consumidor no futuro da energia, o texto é leitura obrigatória.

Você já conferiu os outros conteúdos dessa parceria entre a Energisa e o MIT? Clique aqui e acompanhe tudo. 

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Energisa celebra 120 anos com toque de campainha na B3 Energisa celebra 120 anos com toque de campainha na B3

Publicada em: 25/07/2025

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Energisa celebra 120 anos com toque de campainha na B3

Nesta quarta-feira (24), a Energisa retornou simbolicamente ao ambiente onde, há mais de um século, escreveu um dos primeiros capítulos de sua trajetória empreendedora. A cerimônia de toque de campainha na B3, em São Paulo, marcou a mais uma das comemorações dos 120 anos do grupo, um dos maiores players privados com capital no setor elétrico brasileiro. 

Com atuação em todas as regiões do país, a Energisa atende mais de 20 milhões de pessoas em 939 municípios, por meio de um ecossistema completo de produtos e serviços voltados para a transformação energética. Da distribuição e transmissão à geração de energia renovável e soluções inteligentes, o grupo tem como missão conectar pessoas e empresas à melhor solução de energia, construindo um futuro mais sustentável. 

Participaram da solenidade o o CEO da Energisa, Ricardo Botelho, o CFO Maurício Botelho, o presidente da B3, Gilson Finkelsztain, mais de 100 investidores, além de executivos da companhia e convidados.  

Em sua fala, Ricardo Botelho, relembrou o pioneirismo da empresa desde sua origem: 

A Energisa tem uma belíssima história de pioneirismo e empreendedorismo em uma atividade de serviço público de energia elétrica que, ao longo deste período, passou por inúmeras transformações, muitas impulsionadas por nós”, afirmou. “A confiança do mercado de capitais é algo que preservamos e honramos até hoje.”  

Ricardo também agradeceu: 

Gilson e equipe B3, mais uma vez muito obrigado pela acolhida nesta Casa, que simboliza nossa relação tão estreita e de longa data.” 

Já Maurício destacou a emoção do evento: 

É sempre emocionante bater o martelo ou soar a campainha de mais um evento importante, em especial, aqui na B3, que é a casa que representa o mercado de capitais brasileiro. Acreditamos que o desenvolvimento do país passa pela expansão do mercado de capitais nacional.” 

O presidente da B3, Gilson Finkelsztain também trouxe em sua fala a relevância da presença da Energisa na Bolsa como símbolo de longevidade, solidez e compromisso com o futuro: 

Hoje, o toque de campainha representa não apenas o início da negociação do pregão, mas o reconhecimento público de uma trajetória marcada pela excelência, inovação e compromisso com o futuro. Na B3, trabalhamos para que mais empresas tenham acesso ao mercado, com visão de longo prazo e compromisso com a sociedade. E é por isso que celebramos quando vemos empresas como a Energisa utilizando esse ecossistema para crescer e gerar impacto.” 

Um legado de mais de um século 

A relação da Energisa com o mercado de capitais começou em 1907, quando a então Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina abriu seu capital com a emissão de ações no valor de 300 contos de réis, o equivalente a cerca de R$ 37 milhões atualmente. A operação foi fundamental para viabilizar os investimentos necessários à chegada da energia elétrica à região da Zona da Mata mineira e marcou o início de uma jornada marcada pela confiança do mercado. 

Mesmo diante de contextos desafiadores, recessões econômicas, duas guerras mundiais, pandemias, racionamentos de energia e sucessivas mudanças de política econômica, a Energisa manteve sua solidez e compromisso com uma visão de longo prazo. Cresceu de forma sustentável, aliando experiência, ousadia e governança de excelência. 

Ecossistema completo, de olho no futuro 

Ao longo dos anos, a Energisa diversificou sua atuação e hoje reúne, além das nove distribuidoras de energia, doze concessões de transmissão, geração de grande porte por fontes renováveis, uma empresa de gás natural (ES Gás), uma central de serviços compartilhados, uma empresa de contact center, uma fintech – a Voltz, primeira do setor elétrico – e a marca de soluções energéticas (re)energisa, com foco em geração distribuída, mercado livre e serviços de valor agregado. 

Ao retornar simbolicamente à Bolsa, a o grupo reforça seu DNA inovador e sua vocação de protagonismo em um setor que passa por transformações profundas e aceleradas. O compromisso com o Brasil e com a transição energética segue guiando os próximos capítulos dessa história centenária. Uma trajetória que começou com ousadia e que continua mirando o futuro. 

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Energisa celebra 120 anos com seminário sobre energia multipotencial Energisa celebra 120 anos com seminário sobre energia multipotencial

Publicada em: 26/06/2025

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Energisa celebra 120 anos com seminário sobre energia multipotencial

Como parte das comemorações pelos 120 anos do Grupo Energisa, o seminário “Energia Multipotencial para a Transição Energética” reuniu nesta terça-feira (25), no Rio de Janeiro, especialistas do setor, representantes da academia e investidores para debater os caminhos possíveis para um futuro energético mais seguro, acessível e sustentável. A iniciativa marca mais uma ação fruto da parceria entre a companhia e o MIT Technology Review. A programação do segundo dia aconteceu no Energy Summit, promovido na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, e reforçou o compromisso da Energisa com a inovação e o protagonismo na transformação do setor elétrico nacional. 

Durante sua participação, o CEO da Energisa, Ricardo Botelho, defendeu que a transição energética precisa ir além do discurso técnico e se concretizar como uma jornada coletiva e inclusiva. Para ele, o grande desafio atual está em construir um modelo energético capaz de equilibrar sustentabilidade, segurança e acessibilidade, mesmo em um cenário global marcado por conflitos, instabilidade geopolítica e crises climáticas. 

Estamos diante de um momento que exige responsabilidade e visão de futuro. O caminho que vamos percorrer passa por uma energia multipotencial — uma nova forma de pensar a transição energética, que reconhece a convivência entre diferentes fontes e realidades”, afirmou Botelho. 

Nesse contexto, o executivo destacou a relevância do conceito de adição energética, no qual o avanço das fontes renováveis se soma — e não substitui de imediato — o uso de petróleo e gás natural. 

A jornada para se chegar ao futuro de baixa intensidade de carbono não será linear, mas com velocidades diferentes, intensidades diferentes e múltiplas formas de energia”, completou.  

Botelho também destacou que nesse processo de transformação é essencial o respeito às desigualdades regionais e às diferentes características energéticas de cada país. 

Não precisamos copiar modelos. Podemos construir os nossos. É um convite para que nós, mercado de energia, consumidores e academia, possamos refletir juntos e fazer boas trocas para tomadas de decisão que viabilizem na prática um futuro energético mais viável”, disse.  

Inovação, tecnologia e oportunidades 

A presença da professora do MIT e CEO do Greentown Labs, Georgina Campbell Flatter, trouxe uma perspectiva global sobre o papel da inovação e da importância da tecnologia no enfrentamento da crise climática e da transformação energética. Representando uma das maiores incubadoras de startups climáticas e de energia do mundo, Georgina compartilhou experiências das mais de 600 empresas que apoia, com geração de 14 mil empregos, impulsionando tecnologias para um mundo de baixas emissões.  

Estamos diante de um momento de urgência, mas também de grandes oportunidades. A inovação acontece quando unimos talentos, redes e propósito em torno de um desafio comum: garantir energia limpa, confiável e acessível para todos”, pontuou Georgina. 

A participação da Energisa ao lado do MIT nesta jornada reafirma a vocação do grupo como uma energy tech feita de pessoas com propósito, que acreditam na força da colaboração e do conhecimento para transformar o setor elétrico. 

O Brasil, com sua diversidade e potencial, tem todas as condições de liderar esse movimento global. A Energisa quer fazer parte dessa construção”, frisou o CEO da Energisa. 

Quer saber mais? Confira o primeiro artigo em conjunto com o MIT clicando aqui. 

Brasil é o país da transição  

Ricardo Botelho também debateu com Joaquim Levy, diretor de Estratégia Econômica e Relacionamento com o Mercado do Banco Safra e ex-ministro da Fazenda, e Vittorio Perona, sócio do BTG. No diálogo, foi abordada a complementaridade de fontes de energia para suprir com segurança a demanda nacional e permitir que o Brasil se posicione globalmente como liderança na transição energética com acessibilidade econômica e sustentabilidade ambiental. Os participantes destacaram o papel do gás natural como fonte estável e segura no suprimento de energia no país e debateram os desafios para atrair data centers. 

O consumo de gás natural é muito baixo no Brasil comparado aos patamares regionais e mundiais”, afirmou Perona, acrescentando que a demanda nacional atualmente representa o equivalente a 1/7 do consumo per capita da Argentina e cerca de ⅓ do apresentado no México e na Europa, devido a fatores históricos e geográficos, já que as grandes descobertas brasileiras de hidrocarbonetos aconteceram longe do continente. Ele destacou ainda que há demanda latente por essa fonte de energia tanto pela indústria quanto para a geração elétrica. 

Há processos industriais no Brasil que não são feitos a gás porque não há suprimento de gás nesses locais. Há regiões enormes que não são conectadas à malha de distribuição. É importante fomentar o consumo, ajudar na construção de infraestrutura para criar um círculo virtuoso que permita baratear o custo para o consumidor final.” 

Joaquim Levy ressaltou a importância do gás especialmente para o Nordeste, devido ao fato de essa fonte de energia estar onshore ou mais próxima à costa, o que facilita a infraestrutura de escoamento. “É essencial que o governo, qualquer que seja, foque em uma estratégia de gás natural no Nordeste”, afirmou, avaliando que viabilizar a distribuição do combustível vai representar uma ferramenta extraordinária de desenvolvimento para a região.  

Corroborando o potencial do gás para o Nordeste, o CEO da Energisa pontuou que a região é o segundo maior mercado do Brasil, mas que conta com as menores tarifas do país porque o Nordeste fez uma desconcentração de supridores, com 70% desse suprimento vindo de diferentes fornecedores, o que viabiliza maior competição. Ricardo Botelho também destacou que no Ceará, onde a Energisa opera, 15% do fornecimento do gás já vem do biometano, talvez o maior percentual dessa fonte no Brasil. 

Data centers e biocombustíveis 

A força do Brasil como um terreno fértil para energia multipotencial, abrigando diferentes fontes renováveis, foi citada também como uma oportunidade para receber data centers de companhias de tecnologia de diferentes partes do mundo, instalações que demandam grande volume de energia. Para Ricardo Botelho, nesse contexto o Brasil vive um momento decisivo da transição energética, com grande potencial para se tornar protagonista global na atração de data centers.  

Vittorio Perona ressaltou que, além do potencial de crescimento do gás no Nordeste, a região é capaz de gerar no curtíssimo prazo até 50 GW de energia eólica. Esse mix energético, somado a conexões submarinas de fibra óptica com os Estados Unidos e a outros fatores como o bom relacionamento geopolítico do país, pode tornar o país um polo estratégico para a computação em nuvem e a inteligência artificial. “O Brasil pode virar um dos principais destinos do mundo para data centers. Temos energia limpa, geografia favorável e o timing certo”, afirmou, comparando a possibilidade de crescimento desse mercado à transformação tecnológica que impulsionou os setores agrícola, com o Brasil se tornando um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, e petrolífero, com a expansão na produção de petróleo e gás.

Estima-se que os EUA vão ter uma demanda adicional ligada a data centers de 50 GW até 2028, 2029. Lembrando que o Brasil inteiro tem um pouco mais de 200 GW de capacidade instalada. A probabilidade de os EUA conseguirem atender a essa demanda e conectá-la à rede até 2028 é zero. Qual é a oportunidade para o Brasil? Virar um grande destino para as big tech instalarem hyperscalers (data centers gigantescos) aqui.” 

Para que essa atração de investimentos se efetive, Joaquim Levy destacou a importância de políticas públicas bem estruturadas para que o empresariado tenha segurança e confiança para aportar seu capital. Ele também mencionou o “potencial extraordinário dos biocombustíveis” e a necessidade da estruturação desse mercado, capaz de reduzir de forma significativa as emissões de carros e ônibus. 

A gente é muito bom em aprender com o mercado, mas precisa aprender a criar o mercado. A gente tem a tecnologia. O dia em que a Índia entendeu o que fazer com o etanol, a vida mudou lá”, finalizou. 

Fique de olho no Juntos! Em breve, vamos compartilhar os melhores momentos do evento e outras iniciativas que celebram os 120 anos da Energisa e os próximos passos dessa jornada de inovação em parceria com o MIT. 

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