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Investimentos da Energisa valorizam qualidade e inovação Investimentos da Energisa valorizam qualidade e inovação

Publicada em: 08/07/2021

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Investimentos da Energisa valorizam qualidade e inovação

Em 2021, o Grupo Energisa prevê investimentos da ordem de R$ 3,9 bilhões em suas diferentes áreas de negócios. Entre as 11 operações ligadas à distribuição de energia, que vão receber R$ 560,5 milhões, lideram em volume de recursos as unidades de Rondônia (R$ 150,2 milhões), Mato Grosso do Sul (R$ 123 milhões), Mato Grosso (R$ 89 milhões), Tocantins (R$ 56,5 milhões) e Paraíba (R$ 45 milhões).

No caso de Rondônia, que lidera como principal destino de recursos, entre as metas definidas estão a transformação da infraestrutura de alta, média e baixa tensão, com o objetivo de aumentar a oferta de energia e a melhorar a qualidade, além do incentivo ao acesso à energia por meio de programas como o Luz para Todos, o Mais Luz para a Amazônia e da regularização das instalações clandestinas.

As obras de financiamento de transmissão também serão destino de um volume importante de recursos, num total de R$ 833,8 milhões ao longo deste ano.

Os projetos ligados aos serviços 4D, como digitalização, descarbonização e transformação por meio de novas tecnologias receberão R$ 214,8 milhões. A Alsol Energias Renováveis, que prevê em seu plano de negócio a construção de 15 usinas fotovoltaicas em 2021, será o destino de R$ 173 milhões. Os projetos do Grupo Energisa na Amazônia Legal seguem relevantes no plano de investimentos. Até o final de 2021, os seis estados onde a empresa atua receberão R$ 2,6 bilhões.

Apenas a área de distribuição de energia da Energisa tem uma área de concessão de 2.034 mil km2, com o atendimento a, aproximadamente, 8 milhões de clientes. Somada, equivale a 24% do território nacional.

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Presidente do Grupo Energisa é escolhido “Executivo de Valor” Presidente do Grupo Energisa é escolhido “Executivo de Valor”

Publicada em: 08/07/2021

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 Energisa 5D

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Presidente do Grupo Energisa é escolhido “Executivo de Valor”

Ricardo Botelho, presidente do Grupo Energisa, foi escolhido como vencedor do prêmio Executivo de Valor, do jornal Valor Econômico, no setor de energia. A cerimônia on-line aconteceu no final de julho. Nessa 20ª edição, que avalia o trabalho ao longo de 2020 – um ano marcado pelo desafio do início da pandemia - foram reconhecidos 24 gestores ligados a empresas de 19 setores da economia, além das categorias presidente de conselho de administração, jovem liderança, transformação digital, ativismo social e startup de sucesso.

À frente da companhia, além de conduzir a expansão dos negócios nas atividades de distribuição, geração, comercialização e soluções integradas para o mercado de energia elétrica, mais as atividades voltadas à energia fotovoltaica, Botelho tem concentrado esforços em alguns pilares: ambiental, geração de empregos e inovação.

“Somos o maior grupo privado nacional do setor elétrico. Nenhum outro grande grupo conhece o Brasil tão bem quanto nós”, diz o executivo.

A Energisa foi fundada há 106 anos em Cataguases, interior mineiro. Hoje atua em 11 estados e é a distribuidora com maior presença nas unidades da federação que compõem a Amazônia Legal – Mato Grosso, Tocantins, Rondônia e Acre -, o que desafia seus colaboradores a buscarem caminhos para o desenvolvimento econômico por meio de uma matriz de energia renovável. Sua missão é oferecer um portfólio diversificado, respaldado pelos valores socioambientais, que leve qualidade no serviço oferecido aos clientes e que seja um negócio atraente para os investidores.

No início do ano, o grupo passou a atuar no segmento de soluções financeiras por meio da Voltz, a primeira fintech do setor elétrico, voltada ao mercado como um todo. Seus clientes contam com uma conta digital com os melhores serviços. Graças a capilaridade da Energisa, esse negócio tem previsão de um crescimento rápido. Esta é mais uma das iniciativas da companhia que resultaram dos investimentos em inovação. Outra, mais recente, é a Energisa Digital Labs, que tem como missão conectar a necessidade dos clientes a grandes tendências.

Hoje, já é possível antever falhas que podem gerar grandes danos aos clientes. Hoje, a Energisa gera cerca de 20 mil empregos diretos e indiretos em 862 municípios. Em 2021, os investimentos totais serão da ordem de R$ 3,9 bilhões, entre recursos na área de distribuição, geração, serviços 4D e programas de acesso à energia, como o Luz para Todos.

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Energisa coloca nova subestação de Bom Futuro para funcionar Energisa coloca nova subestação de Bom Futuro para funcionar

Publicada em: 05/07/2021

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Rondônia

Energisa coloca nova subestação de Bom Futuro para funcionar

A nova subestação de Bom Futuro da Energisa foi parcialmente energizada na sexta-feira, 02 de julho. A obra começou a ser construída em 2019 e custou R$ 56 milhões em investimento próprio do Grupo Energisa. Vai atender o polo de mineração que existe na região, próximo a Ariquemes. Foi esse trecho que foi ligado, enquanto as equipes da empresa trabalham para finalizar toda infraestrutura da unidade até o fim do mês. 

Essa é a segunda subestação do cronograma da empresa para 2021 a ser ligada. No total, serão 13 novas estruturas desse tipo entregues esse ano. De acordo com o gerente da Energisa, Filipe Lima, para levar energia de qualidade para a região, foi construído um linhão de quase 80 quilômetros, todo em concreto, passando por uma área rural de difícil acesso, principalmente em tempos de chuva. 

“Foi uma obra com muitos desafios e, por isso, mais demorada que as outras. Tivemos até trator atolando nos momentos mais úmidos, mas conseguimos entregar essa primeira etapa dentro do prazo, atendendo uma demanda antiga das empresas da região. Até o fim do mês toda a subestação estará energizada”, afirma. 

A coordenadora Comercial da Energisa, Kristiany Brilhante, que trabalha na concessão desde antes de o Grupo assumir a empresa, no fim de 2018, confirma a demanda. “Esse é um pedido antigo das empresas da região que conseguimos atender agora. Com a nova subestação resolvemos um problema de oferta e de qualidade. Teremos energia suficiente para apoiar o desenvolvimento da região”, comemora.  

Coube ao coordenador da área de transmissão, Henrique Rodovalho, o sinal para que o Centro de Operações Integradas (COI) da Energisa colocasse a unidade para operar.  O sinal, que foi gravado para ficar na memória da empresa e de Rondônia, aconteceu em Bom Futuro, confirmando também o investimento da Energisa na automação dessa rede e em tecnologia de conexão e internet via rádio. 

“Temos um investimento elevado em automação e todas as nossas novas unidades contam com religadores e outros sistemas que permitem operação remota”, completa o gerente Filipe Lima.

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Plano de obras da Energisa para 2021 avança e já tem média de 40% de e Plano de obras da Energisa para 2021 avança e já tem média de 40% de e

Publicada em: 09/06/2021

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Rondônia

Plano de obras da Energisa para 2021 avança e já tem média de 40% de execução

As principais obras do programa de investimentos de R$ 747 milhões da Energisa para 2021 terminaram o primeiro trimestre com uma média de 40% de execução. São 81 iniciativas entre novas subestações, linhões de alta tensão, aumento de cargas e melhorias em unidades já existentes. Todas estão voltadas para a melhoria da qualidade e o aumento da oferta de energia para Rondônia e quase um terço delas estão ligadas diretamente ao programa de substituição das nove usinas térmicas a óleo diesel que serão desligadas esse ano.

O gerente de Gestão de Projetos, Bernardo Salgado Moreira, explica que a média de 40% não significa que todas as obras estão no mesmo estágio. Há projetos, como o das novas subestações de Buritis, Montenegro e Bom Futuro, todos no entorno de Ariquemes, que já estão entrando na fase final. Nesses casos, para o início da operação, é importante que os novos linhões e toda a infraestrutura que vai desviar a energia para essas regiões estejam prontos.

“As três subestações têm cerca de 65% das obras já realizadas. Já os linhões têm média de 60%. Algumas infraestruturas complementares dependem da chegada de equipamentos e da liberação de unidades e áreas compartilhadas para obras, mas está tudo dentro do prazo”, garante.

Segundo o gerente da Energisa, a empresa acompanha todos os prazos, desde a aquisição de terrenos para novas subestações, liberação de faixas de servidão e licenciamento ambiental até a entrega de materiais que só serão instalados na etapa final. Muitas dessas iniciativas começaram no ano passado.

“A receita para tirar a obra do papel em meio a uma pandemia, seguindo todos os protocolos de saúde, com fortes chuvas e temporais em alguns meses e seca e queimadas em outros, é planejamento e gestão. Negociamos com centenas de fornecedores, proprietários de terras, órgãos públicos. Todas essas frentes são acompanhadas para evitar cenários adversos”, conta. 

Para se ter ideia da grandiosidade do plano de obras, serão erguidas mais de 2 mil torres de energia de 20 metros de altura ao longo de 900 km, a mesma distância de Humaitá até Vilhena. Com isso, 24 localidades serão integradas ao Sistema Interligado Nacional (SIN), o mesmo que abastece de energia a maioria dos brasileiros, mas cuja falta de abrangência em Rondônia era compensada pela energia dos sistemas isolados, abastecidos por térmicas a óleo diesel.

De acordo com o cronograma, as subestações começam a entrar em operação no segundo semestre gradativamente. “Um plano de obras dessa magnitude é desafiante, mas estamos certos de que vamos concluir com êxito. Energia é um grande vetor de crescimento, para atração de empresas e geração de empregos. Sabemos o quanto isso é importante, especialmente no cenário de recuperação econômica pós Covid”, completa Moreira.

Road-show

A região de Ariquemes está recebendo mais de R$ 260 milhões em obras e melhorias da rede elétrica para aumentar a capacidade energética. O anúncio aconteceu durante o primeiro Road Show promovido pela Energisa, realizado nesta segunda-feira (17) de forma online, e considera dados de 2019 a 2021. O montante engloba também novas subestações, linhões e novas ligações de energia em Ariquemes, Bom Futuro, Monte Negro, Buritis e Campo Novo.

Filipe Lima, gerente de manutenção da Alta Tensão da Energisa, destacou que os investimentos permitem a instalação de novas indústrias, comércios e até preveem o aumento populacional. “Ariquemes e estado como um todo podem crescer, que a rede de energia elétrica vai suportar e viabilizar o crescimento. A gente já está vendo novas empresas se instalando nos municípios”, frisou.

Os primeiros resultados já estão perceptíveis à população que agora tem energia disponível por mais tempo, conforme completou o gerente de Assessoria e Planejamento, Bernardo Moreira. “Em Ariquemes, já houve melhoria de 63% no fornecimento, ou seja, cerca de 5 horas a mais quando comparado com 2019”, declarou.

Monte Negro é o ponto central para integrar Buritis, Campo Novo e o distrito de Santa Cruz ao Sistema Interligado Nacional de fornecimento de energia. O município recebeu R$ 66 milhões de investimentos para modernizar a rede elétrica. Já para Buritis são R$ 49 milhões e Campo Novo são R$ 18 milhões, de 2019 a 2021, sendo a maioria em expansão da rede elétrica para chegar até aos novos clientes e a construção de uma nova subestação que será energizada no segundo semestre deste ano.

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Energisa: a gente é de Mato Grosso Energisa: a gente é de Mato Grosso

Publicada em: 14/05/2021

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Mato Grosso

Energisa: a gente é de Mato Grosso

Quando cheguei a Mato Grosso, há sete anos, perguntei a um colaborador nosso se devia usar “de” ou “do” ao mencionar o Estado. Recebi como resposta uma aula sobre a cultura e o orgulho dos mato-grossenses, esse povo caloroso que nos chama pelo nome e faz questão de saber mais sobre nossas origens, nossa história familiar e nosso compromisso de pertencer a esse lugar tão rico. Hoje, falo sem errar que a Energisa é de Mato Grosso.

Nos orgulhamos por gerar empregos e oportunidades para o mato-grossense, com boas perspectivas de crescimento profissional e de segurança. Mesmo com a pandemia, mantivemos todos os programas de capacitação para os colaboradores, que têm à disposição uma plataforma online com mais de 250 cursos à distância, por exemplo. Investir em gente dá resultado. Tanto que a Energisa é a única distribuidora de energia entre as vinte e cinco melhores empresas para se trabalhar no Brasil, de acordo com ranking organizado pela rede social profissional LinkedIn. Também, ganhamos o selo da Great Place to Work, reconhecida assessoria global que sinaliza as melhores empresas para o trabalhador.

Investimentos

Quando chegamos a Mato Grosso, assumimos o compromisso de contribuir para o desenvolvimento do Estado. Ainda existiam, na época, cerca de 20 mil famílias sem energia elétrica e agora, em 2021, concluiremos o atendimento a todos eles! Desde 2015, foram aplicados quase R$ 4 bilhões em Mato Grosso, sendo R$ 410 milhões somente no ano passado para levarmos energia de qualidade à população mato-grossense. Hoje 1,5 milhão de clientes são atendidos. Sabemos que cada um deles tem a sua história, seus anseios e desafios, por isso, nunca tratamos nossos clientes como um número.

Sempre buscamos saber mais da história das pessoas que recebem a nossa energia, como a Irailde de Souza Carvalho, que conheci quando a energia chegou em sua casa. A dona Nina, como é carinhosamente chamada, mora com o marido no bairro Boa Vista II, em Cuiabá, e trabalha fazendo quitutes. A Energisa entregou um kit de placa solar para ajudá-la nos preparos na cozinha e abastecer a bateria da bicicleta elétrica – outro presente da empresa. E foi bacana ouvir dela que a luz chegou para melhorar a vida da família. Isso é gratificante e nos apresenta um horizonte para não pararmos pois há muito mais por realizar.

Os investimentos da Energisa Mato Grosso também beneficiam a grande força econômica do Brasil atualmente: o agronegócio. Mato Grosso é o estado que mais exporta soja no mundo, e o país prevê expandir a produção agropecuária em 30% até o final da década. Mais de R$ 230 milhões foram investidos em obras para atender a demanda por energia no norte do Estado e garantir o crescimento futuro. Outros R$ 300 milhões foram destinados à região do Araguaia, o novo polo produtor do Estado. A Energisa também está trabalhando para conectar Guariba ao Sistema Interligado Nacional. É o último local de Mato Grosso que ainda não está interligado. Para isso, vamos investir mais de R$ 60 milhões. 

Todos esses investimentos têm gerado frutos. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que regulamenta o setor elétrico, a qualidade do fornecimento de energia em Mato Grosso está entre os 5 (cinco) melhores do Brasil. É um trabalho de ponta de mato-grossenses para mato-grossenses , a fim de manter um fornecimento com menos interrupções, faça chuva ou sol.

Energia do Bem

No início da pandemia, fizemos contato com associações e governos para entender como poderíamos ajudar o Estado nesse momento tão difícil. Dessas conversas, nasceu o movimento Energia do Bem, criado para implementar iniciativas em cinco frentes: cuidado com a saúde, assistência social, capacitação profissional, apoio à cultura local e incentivo a micro e pequenos empreendedores. Em um ano, mais de mil cestas básicas foram doadas pela empresa em Mato Grosso.

Além disso, o movimento realizou melhorias internas na rede elétrica no Hospital Metropolitano de Várzea Grande, doou respiradores e mais de 30 mil máscaras e criou informativos para orientar a população de 30 municípios sobre a covid-19. Hoje, diante da alta demanda, estamos focados na distribuição e no transporte de cilindros de oxigênio para unidades de saúde da capital e do interior.

A Energisa se orgulha de estar junto com o mato-grossense e deseja que os próximos aniversários de Mato Grosso sejam festivos, como a gente desta terra sempre foi. Porque a Energisa é ‘de’ Mato Grosso. E tudo isso vai passar.

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Respeito ao meio ambiente: conheça as medidas de preservação ambiental Respeito ao meio ambiente: conheça as medidas de preservação ambiental

Publicada em: 15/12/2020

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Respeito ao meio ambiente: conheça as medidas de preservação ambiental adotadas pela Energisa

O respeito ao meio ambiente é um dos pilares de atuação da Energisa. Em todas as suas obras, a concessionária adota elevados padrões de cuidados com bioma. O objetivo é garantir que os impactos na fauna e flora sejam os menores possíveis. Para isso, são necessários investimentos contínuos em conhecimento e tecnologia. 

Os esforços de conservação ambiental da Energisa vão além do que é exigido por lei. Na Amazônia, até mesmo drones foram utilizados para evitar a supressão da vegetação. Quando é realmente necessário interferir no terreno, a concessionária estabelece procedimentos de mitigação de impactos para cada empreendimento. 

Nas obras da linha que liga Vila Rica (MT) ao Araguaia (PA), o cuidado começou com a escolha do traçado, que priorizou estradas já existentes e terras cultivadas para não interferir em áreas de preservação ambiental. 

Uma das preocupações da concessionária é evitar ao máximo a retirada de vegetação nas instalações da fiação. Para isso, drones cumpriram o papel de lançar os cabos de energia por cima das árvores, evitando que o cabeamento fosse feito por terra, na mata fechada. 

Em algumas situações, no entanto, é impossível não interferir. Nestes casos, após a conclusão da obra, a Energisa inicia o trabalho de colocar de volta tudo em seu devido lugar. Por conta da linha Vila Rica – Santana do Araguaia, serão recuperados mais de 10 hectares de área desmatada no Parque Estadual Serra dos Martírios-Andorinhas (PESAM), no município de São Geraldo do Araguaia, na bacia hidrográfica do rio Araguaia. A Energisa aguarda, apenas, a aprovação do Ibama para iniciar o projeto, que prevê o plantio de mudas de espécies nativas e sua manutenção por três anos.

Outra frente importante que traduz essa preocupação com o meio ambiente são as medidas de proteção da fauna. Para evitar acidentes com animais silvestres e trabalhadores, a supressão de vegetação foi acompanhando por um biólogo, responsável por afugentar os animais antes do início da atividade. Os animais territorialistas e com baixa capacidade de locomoção foram capturados e realocados na vegetação adjacente, longe da área de supressão de vegetação.

Nos cinco meses de trabalho das equipes de meio ambiente na obra, foram identificadas 72 espécies de aves, 26 de répteis, 20 de mamíferos e 12 de anfíbios. Mais de 700 animais silvestres foram afugentados, resgatados e devolvidos em segurança aos seus habitats.

Em Vila Rica, foram instalados sinalizadores anticolisão, que são coloridos e facilmente identificáveis, para  minimizar risco de colisão das aves com os cabos. Os equipamentos foram instalados em mais de 5 km de extensão.

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População de Seringueiras recebe nova subestação População de Seringueiras recebe nova subestação

Publicada em: 09/12/2020

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População de Seringueiras recebe nova subestação

Dois meses antes do previsto, a Energisa entregou uma nova subestação para os moradores de Seringueiras. Com investimento de R$ 112 milhões, o empreendimento interliga a população dos municípios de São Miguel, Seringueiras e São Francisco ao Sistema Interligado Nacional (SIN) - o mesmo que atende a maioria dos brasileiros com energia elétrica.

Além de uma energia de mais qualidade, a integração ao SIN permite a desativação de usinas térmicas, reduzindo a emissão de gases que contribuem para o efeito estufa (CO2) na atmosfera e gera uma economia de mais de R$ 80 milhões ao ano em óleo diesel. No eixo da BR 429, já foi desligada a termelétrica que atendia Alvorada do Oeste. As próximas serão as que atendem São Francisco e Costa Marques. 

Ao todo, serão sete novas subestações construídas no eixo da rodovia BR-429 até Costa Marques. Com elas, a Energisa vai conseguir solucionar um grande gargalo no fornecimento de energia da região, fomentar o desenvolvimento local e proporcionar mais qualidade de vida à população. 

Antes da obra, Seringueiras, registrava constantes oscilações na eletricidade devido à rede herdada da antiga Ceron, que estava aquém da necessidade criada pelo crescimento da região.  “Rondônia é hoje o principal destino dos investimentos da Energisa no país. Estamos levando infraestrutura nova para atender a população e gerar empregos no estado”, comenta o diretor técnico Fabrício Sampaio. Há dois anos no Estado, a concessionária tem investido  R$ 1 bilhão em manutenções, construções e modernizações de rede. A melhoria na rede foi recebida com entusiasmo pelo secretário de saúde do município, Marcel Leme. Ele chegou a enviar uma mensagem para a equipe da empresa perguntando o que estava acontecendo, já que as oscilações constantes na rede haviam sumido. “Além da nova subestação, a instalação de equipamentos para medir a tensão na rede e o reforço no atendimento ao hospital local com um gerador no período de maior demanda por carga contribuíram com a estabilização no fornecimento de energia”, explica o coordenador de grandes clientes da Energisa Daniel Andrade.

Obra entregue antes do prazo 

Para conseguir entregar a obra antes do prazo, a concessionária mobilizou 300 profissionais, que foram divididos em diversas frentes de trabalho e seguiram todos os protocolos de segurança, sobretudo com relação à Covid-19. Com isso, o empreendimento, inicialmente previsto para terminar em dezembro, foi antecipado para outubro. 

“Erguemos 134 torres ao longo da BR-429, interligando a subestação de São Miguel do Guaporé à de Seringueiras, que deixa a energia no nível adequado para as residências e empreendimentos da região. A capacidade da subestação também já foi preparada para atender o crescimento do município, que certamente ocorrerá, com essa nova energia”, comenta o gerente de manutenção de alta tensão Filipe Oliveira.

 

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Nova linha que liga Mato Grosso ao Pará evita interrupção no fornecime Nova linha que liga Mato Grosso ao Pará evita interrupção no fornecime

Publicada em: 07/12/2020

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Nova linha que liga Mato Grosso ao Pará evita interrupção no fornecimento de energia

Em menos de 10 dias de testes, a linha de Distribuição de Alta Tensão que liga Vila Rica (MT) à Santana do Araguaia (PA), já pôde comprovar sua importância para região. Quatro interrupções no fornecimento de energia foram evitadas em novembro, beneficiando milhares de clientes. 

As ocorrências foram causadas por agentes externos, como raios, ventos fortes e queimadas, que derrubaram parte da infraestrutura. As duas mais significativas ocorreram no dia 18 de novembro, entre Canarana e Querência. Segundo José Nelson Quadrado, gerente de Planejamento da Energisa Mato Grosso, a nova linha permitiu aos moradores receber energia por um ponto adicional de suprimento, ou seja, foi possível “desviar” o caminho da eletricidade de forma a evitar os cabos atingidos, zerando qualquer impacto ou prejuízo.

Além de proporcionar confiabilidade e estabilidade para a rede elétrica, a nova linha aumenta a disponibilidade de energia. Isso permite a indústrias, que dependem de uma energia confiável para operar, se instalarem na região. A expectativa é de um salto no desenvolvimento das cidades, o que vai gerar mais empregos e melhorar a qualidade de vida da população.

Obras no Araguaia

Com 141 quilômetros de extensão e investimentos de R$ 83 milhões, a linha Vila Rica - Santana do Araguaia faz parte do pacote de obras planejado pela Energisa para este ano em Rondônia. Até  2018, só existia um ponto de fornecimento de energia para a região de Vila Rica, ou seja, uma ocorrência em qualquer lugar da linha derrubava o fornecimento para a cidade. Agora, existem três pontos de fornecimento. Se um deles falha, os outros garantem a entrega da eletricidade para a população. Mais de 150 mil clientes foram beneficiados.

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Investimentos garantem energia em época de chuvas Investimentos garantem energia em época de chuvas

Publicada em: 08/10/2020

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Investimentos garantem energia em época de chuvas

As fortes chuvas que começaram a cair no estado desde o fim de agosto são desafiadoras para o poder público e para empresas de serviço, como a Energisa. Os investimentos de quase R$ 1 bilhão realizados nos últimos dois anos, porém, têm mostrado resultado. Em média, apesar da severidade das chuvas e dos fortes ventos, capazes de arremessar árvores e telhas sobre as redes, inclusive a grandes distâncias, cerca de 50% dos clientes que sofrem algum tipo de interrupção são religados de forma remota instantaneamente graças a instalação equipamentos de automação pela distribuidora. Em alguns episódios, como a chuva que caiu no domingo, 4 de outubro, em Rolim de Moura, esse índice alcança até 80%. 

Os investimentos em reforço das equipes também têm ajudado. No fim de agosto, a Energisa mobilizou mais de 300 equipes para atender um episódio na região de Porto Velho. Mais de 200 equipes, incluindo o gerente de manutenção, Alfredo Brito, foram deslocados para as localidades de Vilhena, Rolim de Moura e São Miguel, para atuar na contingência provocada pelas fortes chuvas e ventos de mais de 80 quilômetros que castigaram a região neste começo de outubro.

“Quando assumimos a concessão, em outubro de 2018, a empresa contava com menos de 200 equipes em todo o estado. Mais que dobramos nosso efetivo de campo e, nesses momentos, contamos também com o apoio de outras áreas da empresa, com deslocamento de equipes de manutenção leve para reforçar o atendimento”, explica o diretor técnico, Fabrício Sampaio. 

O diretor explica, porém, que a configuração da rede de energia no estado apresenta complicadores adicionais. É o caso da grande quantidade de clientes isolados, ou seja, clientes individuais que estão a grandes distâncias, em áreas que oferecem dificuldades para o deslocamento das equipes. Nas áreas rurais, o acesso é ainda mais difícil. Muitas vezes, estradas e pontes também ficam danificadas nas chuvas. 

“De forma geral, passadas algumas horas da chuva, prevalecem clientes com esse perfil para serem atendidos. Se a chuva para, conseguimos deslocar as equipes e fazer os atendimentos. Quando a chuva se repete por vários dias, como tem acontecido, novas ocorrências aparecem e, mesmo que a energia seja restabelecida para muitos desses clientes, é comum que apareçam outros problemas”, explica, lembrando que muitos desses atendimentos exigem o deslocamento de postes e outros materiais por dentro de florestas, rios etc.

Veja imagens dos estragos causados pela chuva do começo de outubro na Região Sul nesse álbum.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Trabalho e investimentos da Energisa em Rondônia são destaque em matér Trabalho e investimentos da Energisa em Rondônia são destaque em matér

Publicada em: 10/09/2020

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Trabalho e investimentos da Energisa em Rondônia são destaque em matéria do jornal Valor Econômico

Os investimentos da Energisa em Rondônia foram destaque em matéria publicada no jornal Valor Econômico, nesta quarta-feira 9. A publicação relatou os esforços da companhia para “destravar” o desenvolvimento do setor elétrico no Estado. “A concessionária de Rondônia é a que mais recebe investimentos do Grupo Energisa”, afirma a matéria, assinada pela jornalista Letícia Fucuchima.

Desde o ano passado, a Energisa investiu mais de 1 bilhão de reais na construção e reforma de subestações, na instalação de equipamentos de rede, entre outras iniciativas que, diz o Valor, já se refletem na melhora dos indicadores de qualidade da distribuidora.

André Theobald, presidente da Energisa Rondônia, chamou atenção para os benefícios que os investimentos geram para o agronegócio, principal atividade econômica do Estado. “Havia pouca rede de alta tensão para um Estado com vocação para o agronegócio, com resfriadores de leite, secadores de grãos e frigoríficos fora dos centros urbanos. Tínhamos esse desafio”, disse o executivo, em trecho da entrevista que foi destacado pela publicação.

O jornal também abordou o cenário político na região. “Mas, apesar dos aportes para melhorar a prestação dos serviços, os novos donos da extinta Ceron enfrentam resistência: há uma movimentação na assembleia estadual que pede a retirada da concessão da empresa”, escreveu a jornalista, em referência à CPI que foi instaurada no ano passado.

A jornalista também aborda a negociação para uma conciliação tributária de débitos da antiga Ceron com o governo do estado de Rondônia. Segundo a reportagem, a negociação começou na gestão anterior da concessão e, de acordo com o governo, abarca débitos questionados nas esferas administrativa e judicial de várias empresas.

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