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Segurança energética: por que o tema está no centro das decisões Segurança energética: por que o tema está no centro das decisões

Publicada em: 08/07/2026

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Segurança energética: por que o tema está no centro das decisões globais

A segurança energética voltou ao centro das discussões globais. Em um cenário marcado por conflitos geopolíticos, crescimento da demanda por eletricidade e avanço acelerado de tecnologias como inteligência artificial e computação em nuvem, garantir energia confiável, competitiva e sustentável tornou-se um dos principais desafios para países e empresas. 

É esse o tema do nono artigo publicado pelo MIT Technology Review Brasil, em parceria com o Grupo Energisa. O conteúdo reúne especialistas para discutir como a energia passou a exercer um papel ainda mais estratégico para o desenvolvimento econômico, a inovação e a competitividade das nações, diante de uma economia cada vez mais eletrificada e intensiva em dados. 

Entre os representantes da companhia que participam da análise está Fernando Maia, vice-presidente de Regulação e Relações Institucionais do Grupo. Segundo ele, a modernização do setor elétrico passa também pela evolução da forma como a energia é consumida e gerenciada, com redes mais inteligentes, maior uso de baterias e mecanismos que incentivem a participação ativa dos consumidores. 

O artigo também destaca que a transição energética deixou de ser apenas uma agenda ambiental. Hoje, ela está diretamente ligada à segurança de abastecimento, à competitividade industrial e à capacidade de sustentar o crescimento de setores estratégicos, como os data centers e a inteligência artificial. Nesse contexto, investir em infraestrutura, inovação e diversificação das fontes de energia torna-se cada vez mais essencial. 

Outro ponto abordado é o potencial brasileiro nesse novo cenário. Com uma das matrizes elétricas mais renováveis do mundo e ampla diversidade de recursos energéticos, o Brasil reúne condições para assumir uma posição de destaque na nova geopolítica da energia. No entanto, transformar esse potencial em protagonismo dependerá de investimentos, segurança regulatória e modernização da infraestrutura. 

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Artigo: O que o Brasil precisa fazer para aliviar a conta de luz Artigo: O que o Brasil precisa fazer para aliviar a conta de luz

Publicada em: 15/05/2026

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Eficiência energética e deslocamento do consumo: o que o Brasil precisa fazer para aliviar a conta de luz

Eficiência energética, modernização das redes e uso mais inteligente da eletricidade estão no centro do debate sobre o futuro do setor elétrico brasileiro.

Em artigo publicado na MIT Technology Review Brasil, produzido em parceria com a Energisa, a discussão mostra por que reduzir desperdícios e deslocar parte do consumo para horários de menor pressão no sistema pode ser uma das formas mais rápidas e eficientes de aliviar custos, aumentar a segurança energética e preparar o país para uma economia mais digital, eletrificada e descarbonizada.

O texto destaca que a expansão da infraestrutura continuará sendo necessária, mas que eficiência energética e gestão da demanda precisam ganhar papel estratégico no planejamento do setor. Programas como o Procel e iniciativas regulatórias da ANEEL já demonstram impactos relevantes na redução do consumo e da demanda de ponta, ajudando a evitar investimentos mais caros no sistema.

O artigo também aborda os desafios do comportamento do consumidor diante de tarifas horárias e mostra que, para a flexibilidade ganhar escala no Brasil, será preciso combinar sinal econômico, tecnologia, automação, informação acessível e políticas públicas mais aderentes à realidade das pessoas.

Ao longo da análise, especialistas defendem que eficiência energética não deve ser vista apenas como uma escolha individual, mas como uma infraestrutura invisível capaz de aumentar a competitividade do país, reduzir emissões e fortalecer a resiliência do sistema elétrico.

Leia o artigo completo e entenda por que a energia mais competitiva pode ser justamente aquela que o sistema consegue evitar desperdiçar.

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Energia para cada um: até onde o consumidor pode decidir? Energia para cada um: até onde o consumidor pode decidir?

Publicada em: 18/03/2026

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Energia para cada um: até onde o consumidor pode decidir?

Durante décadas, a energia elétrica ocupou um lugar curioso na vida dos consumidores: essencial, mas praticamente invisível nas decisões do dia a dia. Presente nas tomadas e sustentando rotinas domésticas e atividades produtivas, ela era consumida sem exigir escolha, negociação ou reflexão sobre sua origem. Esse cenário começa a mudar à medida que o setor elétrico brasileiro avança na abertura do mercado de energia. 

Nesse novo artigo publicado na MIT Technology Review Brasil, produzido em parceria com a Energisa, especialistas analisam como a expansão do mercado livre vem transformando a relação entre consumidores, empresas e o sistema elétrico. O tema revela uma mudança estrutural no setor, em que a energia passa a deixar de ser apenas um serviço regulado para se tornar também uma escolha. 

No chamado mercado livre, empresas podem negociar diretamente a contratação de energia com geradores ou comercializadoras, definindo condições mais alinhadas ao seu perfil de consumo e planejamento operacional. Esse modelo reorganiza a forma como a eletricidade é contratada no país e redistribui decisões e responsabilidades entre os diferentes agentes do setor. 

A expansão desse ambiente de contratação tem ganhado força nos últimos anos, especialmente após a ampliação do acesso para consumidores conectados em média e alta tensão. Com isso, um número crescente de empresas passa a avaliar estratégias mais estruturadas de gestão energética, buscando maior previsibilidade de custos e maior eficiência no uso da energia. 

Além do aspecto econômico, o modelo também abre espaço para novas decisões relacionadas à sustentabilidade. No mercado livre, consumidores podem escolher contratos vinculados a fontes renováveis, alinhando a gestão de energia às metas de descarbonização e às estratégias ambientais que vêm ganhando espaço no ambiente corporativo. 

Ao mesmo tempo, a expansão desse modelo exige coordenação entre mercado e regulação para garantir segurança e equilíbrio ao sistema elétrico. A abertura envolve novas regras, mecanismos de proteção ao consumidor e maior transparência nas informações, fatores essenciais para que o modelo avance de forma sustentável e equilibrada. 

Nesse contexto, a energia deixa de ser apenas um insumo e passa a integrar decisões estratégicas de empresas e consumidores. Com o avanço da digitalização e a ampliação do acesso ao mercado livre, o papel do consumidor tende a se tornar cada vez mais ativo na dinâmica do setor elétrico.

Clique aqui e leia o artigo completo e aprofunde a análise sobre o futuro do mercado livre de energia no país.

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Data centers estão mudando a geografia da infraestrutura no Brasil Data centers estão mudando a geografia da infraestrutura no Brasil

Publicada em: 21/01/2026

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Data centers estão mudando a geografia da infraestrutura no Brasil

A expansão dos data centers no Brasil evidencia uma mudança na geografia da infraestrutura digital. Antes concentrados nos grandes centros urbanos, esses empreendimentos passam a avançar para novas regiões, impulsionados pelo crescimento da computação em nuvem, da inteligência artificial e da demanda por processamento de dados em larga escala.

Esse movimento encontra no Brasil um diferencial estratégico. A matriz elétrica majoritariamente limpa e a capacidade de integrar diferentes fontes de energia criam condições favoráveis para a interiorização dessa infraestrutura, conectando tecnologia, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

Segundo Gustavo Valfre, vice presidente de tecnologia do Grupo Energisa, o desafio central não está apenas na oferta de energia, mas na garantia de estabilidade, redundância e capacidade de escalar o fornecimento de forma contínua. Essa confiabilidade é essencial para viabilizar operações digitais que funcionam de forma ininterrupta.

Ao avançar para além dos polos tradicionais, os data centers passam a atuar também como vetores de desenvolvimento, estimulando investimentos em infraestrutura, conectividade e qualificação profissional em diferentes regiões do país.

Leia o artigo completo publicado pela MIT Technology Review Brasil e entenda como a nova geografia da infraestrutura digital pode reposicionar o Brasil na economia de dados.

 

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