Programa de descarbonização da Energisa evita emissão de 214 mil toneladas de CO₂ em Rondônia

Sustentabilidade

06/07/22 - 2 minutos de leitura

Programa de descarbonização da Energisa evita emissão de 214 mil toneladas de CO₂ em Rondônia

Estado é líder da iniciativa, que já desligou 12 das 13 termoelétricas previstas no estado

Programa de descarbonização da Energisa evita emissão de 214 mil toneladas de CO₂ em Rondônia

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Programa de descarbonização da Energisa evita emissão de 214 mil toneladas de CO₂ em Rondônia

Estado é líder da iniciativa, que já desligou 12 das 13 termoelétricas previstas no estado

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O Grupo Energisa realiza o maior programa de descarbonização do país que vai desativar 19 termelétricas até 2025. Rondônia é líder dessa iniciativa com 13 térmicas a serem desligadas. Destas, 12 já foram desativadas desde 2019, incluindo a maior delas, localizada no município de Buritis, e que consumia sozinha 24 milhões de litros de óleo diesel por ano. 

Em Rondônia, o programa representa o fim da emissão na atmosfera de cerca de 214 mil toneladas de dióxido de carbono (CO₂). Tudo isso porque no lugar das termelétricas movidas a óleo diesel entram em operação 25 novas subestações e mais de mil quilômetros de redes de alta tensão que integram regiões ao Sistema Interligado Nacional (SIN), garantindo a segurança energética, a melhoria da estabilidade da rede e a ampliação da energia fornecida, atraindo novas empresas que fomentam a economia local. 

Foto 1: Antes

A primeira imagem mostra localização das usinas termoelétrica de geração de energia no mapa de Rondônia.

 

Foto 2: Depois

Segunda imagem mostra locais em que a Energisa construiu subestações para substituir as usinas termoelétricas.

O investimento da empresa no programa de descarbonização no país é de R$ 1,2 bilhão. Deste valor, R$ 699 milhões representam o investimento no estado de Rondônia. 

Segundo o diretor presidente da Energisa em Rondônia, André Theobald, a iniciativa está alicerçada nas diretrizes ESG (sigla que em português significa governança ambiental, social e corporativa). “A empresa tem um compromisso real com o futuro e com o desenvolvimento das comunidades onde está inserida, por isso, é importante para nós que a energia que distribuímos até os lares dos nossos clientes seja de fonte renovável. Substituir termelétricas por subestações é um passo crucial na transição energética que garante energia limpa e de qualidade, ao mesmo tempo em que reduz a emissão de gases poluentes”, explica.    

O biólogo e supervisor de Meio Ambiente da empresa, José Meireles Carrate, complementa que o excesso nas emissões de CO2  intensifica o efeito estufa no planeta, alterando o clima com a elevação das temperaturas. “Reduzir as emissões de dióxido de carbono é fundamental. As energizações das subestações são ações concretas que proporcionam desenvolvimento de forma sustentável”, afirma. 

A Energisa se prepara para a desativação, no segundo semestre deste ano, da última termelétrica inserida no programa, localizada no distrito de Pacaranã, em Espigão do Oeste. A térmica, que consumia 730 mil litros de óleo diesel por ano dará lugar a uma subestação com capacidade para atender 12 mil casas populares.

Confira o relato de Carlos Alberto, morador de Alvorada do Oeste, primeiro município de Rondônia beneficiado pelo programa:

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