Grupo Energisa domina ranking de qualidade no fornecimento de energia
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou os índices de qualidade dos serviços de distribuição de energia referentes a 2020. O Grupo Energisa dominou a lista das concessionárias com as melhores notas: das 10 primeiras no ranking, 5 fazem parte do grupo.
Um dado importante é que os níveis de frequência e duração das interrupções de energia chegaram ao nível mais baixo da história. Em média, no Brasil, o serviço de fornecimento de eletricidade permaneceu disponível por 99,87% do tempo.
Entre as distribuidoras de grande porte, com mais de 400 mil consumidores, Energisa Sul-Sudeste, Energisa Mato Grosso, Energisa Tocantins, Energisa Minas Gerais e Energisa Mato Grosso do Sul entraram na lista das 10 melhores. As concessionárias Sul-Sudeste foram as mais bem ranqueadas, na terceira e na quinta posição, respectivamente.
Transformando Mato Grosso
Este é o terceiro ano em que a Energisa Mato Grosso fica entre as cinco melhores distribuidoras de grande porte do país. A melhora nos índices de qualidade é fruto de muito trabalho e investimento. Quando a Energisa chegou no Estado, há seis anos, assumiu o compromisso de contribuir para o desenvolvimento matogrossense. Ainda existiam, na época, cerca de 20 mil famílias sem energia elétrica.
A concessionária tem transformado a vida dos mato-grossenses com uma energia de melhor qualidade e disponível para todos. Hoje, menos de 2 mil famílias vivem sem eletricidade, número que será zerado em dois anos.
Moradora de Alta Floresta, cidade a cerca de 790 quilômetros de Cuiabá, Eliana Matos Seguro conta que percebeu a melhora da qualidade do fornecimento na sua região. “Quando estou em casa, na cidade, tem sido muito tranquilo, percebo que os problemas de falta de energia diminuíram muito. É nítida a evolução”, afirmou Eliana. “Na área rural observamos ainda casos de falta de luz, até mesmo por estar em localização com mais árvores, mas a equipe local faz o possível para resolver.”
Para garantir o mais alto nível de serviço e de atendimento, foram investidos quase R$ 4 bilhões no estado, sendo R$ 410 milhões somente em 2020. São investimentos em obras de melhoria da rede, renovação de frota, incorporação de novas tecnologias e em capacitação profissional. E, mesmo num cenário desafiador de pandemia mundial, que impactou o dia a dia de empresas em todo o mundo, a Energisa conseguiu dar continuidade aos seus projetos de infraestrutura e encerra 2020 com grandes entregas, como a linha de 141 km que liga Vila Rica (MT) a Santana do Araguaia (PA).
Confira no quadro a seguir as principais realizações da Energias nesses seis anos de atuação em Mato Grosso:
A cobrança de conta de luz foi suspensa durante a pandemia?
Não, o pagamento da conta de energia deve ser feito mesmo durante a pandemia. No entanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou em 26 de março que, até 30 de junho de 2021, apenas os consumidores de baixa renda – incluídos na tarifa social – terão o corte de energia suspenso por falta de pagamento. Estão enquadradas nessas condições cerca de 12 milhões de famílias.
Por causa da pandemia, a Aneel decidiu ainda que também não pode ser cortada a energia de unidades consumidoras com equipamentos vitais à preservação da vida e dependentes de energia elétrica. A decisão inclui ainda as unidades de saúde, como hospitais e centros de produção, armazenamento e distribuição de vacinas.
O que é a tarifa social?
A tarifa social permite a concessão de descontos na conta de energia para as famílias de baixa renda. Graças a essa política pública, o consumidor tem direito a um desconto mensal na conta de luz segundo o consumo da residência.
Têm direito a tarifa social as famílias inscritas no Cadastro Único com renda mensal menor ou igual a meio salário-mínimo por pessoa. Ou ainda, famílias com portador de doença que necessite de aparelho elétrico para o tratamento (neste caso, com renda mensal de até três salários-mínimos). Também podem usar o benefício as famílias que tenham algum integrante que receba o Benefício de Prestação Continuada.
O vídeo da Anatel mostra o passo a passo sobre como funciona a tarifa social.
Energia elétrica de qualidade gera avanços no campo, mas é preciso cuidar da segurança
As máquinas agrícolas têm evoluído para modelos cada vez mais tecnológicos, com computadores de bordo que permitem calcular milimetricamente o plantio no campo. Além dos ganhos em inovação, esses veículos são cada vez maiores, o que reflete na produtividade e na economia de tempo em atividades como pulverização e colheita da produção. Por outro lado, essa mudança no perfil dos equipamentos provoca um aumento do risco do trabalho nas propriedades rurais por causa do risco de toque acidental na fiação elétrica.
A época mais sujeita a acidentes está relacionada ao aumento das atividades no campo, quando são feitas a preparação do solo e a colheita com o uso de máquinas de grande porte. Por isso, é preciso aumentar os cuidados para evitar acidentes relacionados à rede elétrica.
Planejamento, o ponto de partida
A primeira orientação, segundo a equipe técnica da Energisa, é planejar as atividades no campo com antecedência. Uma visita à área onde será feito o preparo do solo, plantio ou colheita pode permitir um mapeamento da rede elétrica, o que vai auxiliar no planejamento das atividades para evitar acidentes – levando-se em consideração o tamanho das máquinas e o trajeto a ser percorrido.
Os cuidados para evitar acidentes relacionados à rede elétrica no campo têm a ver com os riscos por trás da atividade rural. A falta de planejamento pode causar incidentes graves, que vão desde a interrupção do fornecimento de energia para milhares de clientes a acidentes fatais.
Além da atenção com as máquinas agrícolas, é preciso ficar de olho em ferramentas mais simples, que podem até parecer inofensivas, como as varas com alguma estrutura de metal. Elas devem ser usadas de forma correta e nunca devem estar próximas a redes elétricas.
Cercas também exigem cuidados
Quem tem ou trabalha em uma propriedade rural também deve estar atento às cercas de arame e seguir algumas orientações. Elas não devem ser contínuas, ou seja, devem ser instaladas com tamanho máximo de 250 metros cada parte. Essa regra deve ser seguida porque, quando um raio atinge uma cerca, essa corrente circula pelos fios de arame. Quanto mais comprido for esse fio, maior será a área de exposição ao perigo.
Além de serem seccionadas, as cercas de arame precisam ser aterradas em toda sua extensão. Quando se opta pelas cercas eletrificadas, é fundamental que o equipamento utilizado na propriedade seja específico para essa finalidade. Também é necessário fixar a sinalização sobre a eletrificação a cada cem metros.
Em caso de acidente e quando houver falta de energia e ou incêndio na rede elétrica, é preciso entrar em contato com os canais da Energisa.
Especial Mês das Mulheres: a força feminina potencializa o setor elétrico
A Energisa tem como princípio a valorização das mulheres. A trajetória de algumas colaboradoras, apresentadas neste mês de março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher (8), mostra com clareza essa política da empresa.
Não se trata de uma disputa sem fim, mas de uma busca constante por igualdade, principalmente no mercado de trabalho. Ter sucesso profissional e uma carreira consolidada é a meta de muitas mulheres, que são tão capazes quanto os homens e disputam as melhores oportunidades. Suas ‘armas’ são os estudos, muita dedicação, comprometimento e coragem para vencer os obstáculos e, aos poucos, tentam reverter a desigualdade existente no Brasil.
A teoria de sexo frágil ficou para trás faz tempo. Ontem, hoje e amanhã, a história da maioria das mulheres será marcada por desafios diários, que envolvem renúncias e escolhas difíceis, mas que valem muito a pena quando o objetivo é alcançado.
É o caso de Samantha Cardoso Leite. Hoje engenheira eletricista, o primeiro desafio superado para construir a carreira foi convencer os pais de que precisava sair de casa para estudar. De Tangará da Serra (a 241 km de Cuiabá), seu desejo era cursar Engenharia de Energia, mas não havia este curso na região. Prestou vestibular para Engenharia Elétrica na Universidade de Cuiabá (Unic) e passou em primeiro lugar. Essa conquista sensibilizou os pais, que a autorizaram a mudança para a capital.
Samantha Cardoso Leite: a supervisora de Operação em Cuiabá lidera equipe de 130 colaboradores
Ainda durante o curso começou a estagiar na Energisa, quando se apaixonou pela empresa. Logo depois de se formar voltou para a empresa, mas desta vez como engenheira de Operação. Desde então, concluiu MBA em Liderança e Gestão Empresarial e atualmente faz duas pós-graduações, uma em Proteção de Sistemas Elétricos e outra em Administração do Setor Elétrico. Tanto esforço já a fez subir um degrau na hierarquia da empresa e há exato um ano assumiu o posto de Supervisora de Operação em Cuiabá, no setor que é o coração da empresa, o Centro de Operação Integrado (COI), de onde saem todos os direcionamentos para atendimentos de clientes e onde o sistema elétrico do Estado é monitorado 24 horas por dia.
Sob o seu comando no COI, Samantha tem 130 colaboradores, entre operadores e assistentes, que conduzem cerca de 300 equipes de campo. Samantha conta que vai continuar estudando, pois pretende crescer mais na empresa.
Quem também aproveitou as oportunidades foi Jhordana Vilela Bezerra Capanema Rodrigues, 29 anos, atualmente coordenadora de Qualidade de Energisa, no Departamento de Operação, na Capital. Ingressou na empresa como trainee, em 2015, assim que concluiu a faculdade de Engenharia Elétrica. “Fiquei como trainee por 10 meses. É um processo que nos oferece muitas oportunidades de desenvolvimento e liderança. Durante esse período desenvolvi projetos para organizar a logística territorial da Energisa aqui em Mato Grosso. Meu desempenho foi fundamental para a minha contratação”.
Jhordana Vilela Bezerra Capanema Rodrigues, 29 anos, coordenadora de Qualidade de Energisa, no Departamento de Operação: carreira na Energisa começou como trainee
Seu empenho continuou e poucos meses depois foi promovida a supervisora de Operação, onde cuidou da gestão estratégica do departamento. Também foi supervisora do centro de Operação, e do Núcleo de Eficiência Operacional, até chegar à coordenação de Qualidade de Energia, cargo que ocupa há dois anos.
Jhordana fez MBA em Finanças, Controladoria e Auditoria pela FGV. “A Energisa, onde trabalho, mantém um Centro Educativo com vários cursos na modalidade de Educação à Distância (EAD), além dos treinamentos da Academia de Líderes. Tudo isso ajuda no nosso desenvolvimento profissional e podemos aproveitar as oportunidades que surgem na empresa e construir uma carreira”.
Valorização e retenção de talentos
Enquanto pesquisas mostram que a diferença entre homens e mulheres no mercado de trabalho persiste, principalmente no quesito salário e ocupação de cargos de liderança, algumas empresas trabalham no sentido contrário. Na Energisa, por exemplo, as contratações ou promoções de colaboradores são realizadas tendo como critérios as competências dos candidatos.
É prática comum das grandes corporações a formação de pessoas para que elas construam carreira na empresa. Para isso, mantêm programas de qualificação e realizam processos seletivos internos para ocupação das vagas que surgem. A BP de Gestão de Pessoas, Alina Braz afirma que isso é importante tanto para a empresa quanto para o colaborador, que se torna cada vez mais qualificado e tem a chance de ascender na empresa, que por outro lado mantém um bom profissional por mais tempo.
“No Grupo Energisa, por exemplo, tratamos essa questão com muito rigor, através de nossas políticas de gestão de pessoas e código de ética. Na admissão dos profissionais, a empresa realiza a Integração Institucional, divulga diretrizes, destaca missão, visão, os valores e o código de ética”, afirma Alina.
Ainda sobre o incentivo à formação dos profissionais, a Energisa mantém uma política de incentivos à qualificação, capacitação e retenção de talentos, aposta no desenvolvimento de carreira interna com exemplos de ex-estagiários e ex-trainees que hoje ocupam cargos de gestão, conta Alina. Além disso, oferece planos anuais de desenvolvimento individual de carreira, com oferta de capacitações gratuitas, com ensino à distância.
A história de Magali Aparecida Viana, de 41 anos, é mais uma prova. Formada em Administração de empresas, é colaboradora da Energisa há 23 anos (veio da extinta Centrais Elétricas Mato-grossenses/Cemat, tendo iniciado na empresa aos 14 anos, como menor aprendiz). Nos últimos 20 anos, atua no Departamento de Atendimento ao Cliente, e atualmente é supervisora de atendimento na agência regional de Cáceres.
Lidera uma equipe de sete pessoas e para assumir o cargo se preparou. Fez vários cursos, entre eles auditoria da qualidade e formação de líderes. No dia a dia, entre as atribuições de Magali estão diferentes visitas como às agências, a parceiros, e a pontos de atendimento. Também faz o acompanhamento de indicadores, aplicação de feedback. “Adoro o que faço. Prezo muito pela qualidade do serviço, já que nós do atendimento somos o cartão de visitas da empresa e a ponte direta com os clientes. Precisamos entender seus problemas, necessidades e ajudar a encontrar soluções”.