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Em 7 anos de atuação, Energisa investe na qualidade de serviços em MS Em 7 anos de atuação, Energisa investe na qualidade de serviços em MS

Publicada em: 08/10/2021

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Em 7 anos de atuação, Energisa investe na qualidade de serviços em Mato Grosso do Sul

Imagine depender somente da água da chuva para irrigar uma plantação de 800 hectares. Até o início deste ano, essa era a realidade do Leonardo Airton Dall’Agnol, proprietário da Agrogrande, especializada em cultivo de grãos. Localizada a 80 quilômetros da capital Campo Grande, a empresa hoje tem um amplo sistema de irrigação automatizada com o apoio da Energisa Mato Grosso do Sul, que realizou obras de infraestrutura para reforçar a capacidade energética da região.

“Agora eu vou conseguir produzir inclusive nos períodos de estiagem. Antes eu só tinha uma safra de soja e milho por ano, mas com o pleno funcionamento do novo sistema de irrigação, acredito no aumento de 40% da produção. Já estamos pensando em ampliar o cultivo com plantação de feijão e arroz. A atuação da Energisa para suprir o aumento da demanda de energia foi fundamental para o nosso desenvolvimento”, comemora Dall’Agnol.

Uma das missões da companhia é contribuir com o crescimento do Estado e o agronegócio tem um importante papel nesse processo. Em 2018, a Energisa iniciou um programa de estruturação das redes rurais e aumentou em 27% os investimentos em novas subestações nessas regiões, assim como reforçou a manutenção estruturante das redes existentes.

Legado para a população sul-mato-grossense

Esse é apenas um exemplo dos resultados gerados pelos investimentos na rede elétrica de todo o Estado feitos pela Energisa. Ao longo dos sete anos de concessão, a companhia já injetou mais de R$ 1,8 bilhão em obras de infraestrutura que beneficiam todos os 74 municípios atendidos. Destaca-se a construção de aproximadamente 100 quilômetros de linhas e cinco novas subestações, obras de ampliação e modernização das subestações existentes, aumentando em 20% a potência disponível para atendimento, além da renovação e modernização de toda a frota de veículos e melhoria nas agências de atendimento.

“Estamos há três anos consecutivos entre as melhores concessionárias do Brasil no ranking de distribuição da Agência Nacional de Energia Elétrica. Nossa dedicação se reflete na expressiva melhoria da qualidade do fornecimento de energia para a população. Prova disso é a redução de 22% da média de horas que o cliente ficou sem luz (indicador FEC) e queda de 41% do número de vezes que o fornecimento foi interrompido (indicador DEC)”, comenta Marcelo Vinhaes, diretor-presidente da Energisa Mato Grosso do Sul.

Outro destaque é o Programa de Eficiência Energética (PEE), que tem como objetivo promover o uso eficiente e seguro da energia elétrica por meio de projetos que gerem economia para diversos setores da sociedade com a adoção de novas tecnologias, processos e usos. Desde 2014, a Energisa já investiu R$ 71 milhões somente neste programa. Foram contemplados projetos de Iluminação Pública em cidades do interior e também em pontos emblemáticos de Campo Grande como no Parque das Nações Indígenas, Parque dos Poderes, além de obras de eficiência energética no Palácio Popular da Cultura, na Associação da Feira Central Cultural e Turística de Campo Grande/MS AFECETUR e Hospitais filantrópicos. Para 2021, estão previstos mais R$ 8,55 milhões em obras do PEE.

Abastecimento de energia chega ao Pantanal

Um grande passo que irá marcar a história da atuação da Energisa no Mato Grosso do Sul é a implementação de um projeto audacioso, em parceria com o Governo do Estado, que levará energia elétrica à população residente do Pantanal, que atualmente não conta com o serviço. A partir de julho, a maioria das unidades consumidoras atendidas terão instalados microssistemas de geração solar fotovoltaica e armazenamento da energia excedente em baterias. Dessa forma, o fornecimento de energia limpa e ininterrupta aos clientes fica garantido mesmo durante a noite e em dias chuvosos ou nublados, quando há pouca incidência da luz solar. A companhia está investindo R$ 134 milhões no projeto “Ilumina Pantanal”.

Ao todo, 2.167 unidades consumidoras serão beneficiadas pelo projeto até 2022, o que representa em torno de 5 mil habitantes, espalhados por uma área de 90 mil km², nos municípios de Corumbá, Aquidauana, Coxim, Ladário, Porto Murtinho, Rio Verde e Miranda. Desse grupo, 77 famílias já foram atendidas por rede de distribuição convencional, e agora 2.090 serão atendidos por sistemas individuais cuja fonte de energia é solar.

“Queremos universalizar o acesso à energia numa região tão importante para o desenvolvimento sustentável brasileiro. Para alcançar este objetivo, aliamos inovação e sustentabilidade, criando uma solução pioneira que vai contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população local e o crescimento socioeconômico do Pantanal, preservando a fauna e a flora do bioma”, afirma Vinhaes.

Apoio a projetos sociais

A chegada da Energisa ao Estado também veio acompanhada de patrocínio e apoio a diversas iniciativas que valorizam o desenvolvimento socioeconômico, ambiental e cultural da região. No total, mais de 30 ações e projetos já contaram com o apoio da empresa nos últimos anos, impactando a vida de centenas de pessoas. Festivais, exposições, fundações, entre outras iniciativas, são contempladas todos os anos pela empresa, sendo uma forma de a companhia estar mais próxima da sociedade e entender as suas necessidades.

Especialmente em 2020, em paralelo ao apoio a outros projetos, a Energisa liderou o Movimento Energia do Bem, junto com 12 parceiros estratégicos. A iniciativa tem como objetivo viabilizar ações emergenciais que ajudem a população a superar a crise humanitária provocada pela pandemia de Covid-19.

Em Mato Grosso do Sul, a concessionária doou R$ 300 mil, que foram distribuídos para compra de itens de higiene e limpeza, de alimentos não perecíveis, fabricação de máscaras de proteção individual, e transporte e calibração de ventiladores pulmonares. Entre as ações, destaca-se a produção de 65 mil máscaras, 100% algodão, que foram destinadas aos idosos e indígenas do município de Dourados, e aos indígenas das cidades de Miranda e Aquidauana.

Apoio aos animais do Pantanal

No ano passado, quando milhares de animais perderam a vida durante os incêndios do Pantanal, o Grupo Energisa doou R$ 200 mil para instituições que atuam na preservação do bioma, adquirirem cerca de 20 toneladas de alimentos espécies que conseguiram resistir, entretanto, ainda sofriam com a escassez de alimentos.

Além do montante, a empresa também doou combustível para o Instituto Homem Pantaneiro, do Mato Grosso do Sul, e o grupo de voluntários É O Bicho MT, de Mato Grosso. Em Mato Grosso do Sul, a ação se concentrou na Serra do Amolar, em Corumbá, que teve cerca de 70% da área queimada, mas que ainda serve de refúgio aos animais que fugiram de outras áreas por concentrar algumas lagoas.

Energisa integra Unidos pela Vacina e disponibiliza R$ 2 milhões em equipamentos para conservação de imunizantes

A Energisa, maior grupo privado de capital nacional do setor elétrico, passou a integrar o Unidos pela Vacina, movimento da sociedade civil que reúne lideranças empresariais e entidades do setor privado com o objetivo tornar viável a vacinação de todos os brasileiros até setembro deste ano.

No fim de abril aconteceu o lançamento oficial do Movimento Unidos pela Vacina em Mato Grosso do Sul, liderado pela Energisa e a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (FIEMS). O evento foi realizado na Casa da Indústria, em Campo Grande, seguindo os protocolos de biossegurança, e contou com a presença física e virtual de representantes de diversas empresas, inclusive a Luiza Trajano, uma das idealizadoras do movimento.

Além de disponibilizar R$ 320,4 mil em equipamentos com eficiência energética para conservação de vacinas, a Energisa também assume a responsabilidade de articular e impulsionar outras iniciativas, como doações, para que a população sul-mato-grossense tenha as condições estruturais de ser imunizada neste prazo.

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Ilumina Pantanal é finalista em prêmio internacional de inovação no Re Ilumina Pantanal é finalista em prêmio internacional de inovação no Re

Publicada em: 06/10/2021

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Ilumina Pantanal é finalista em prêmio internacional de inovação no Reino Unido

O projeto “Ilumina Pantanal”, que leva energia solar para a região do Pantanal, foi indicado a um dos maiores prêmios de inovação em geração solar do mundo: é o Solar & Storage Live Awards 2021, que acontecerá entre os dias 23 e 25 de novembro em Birmingham, na Inglaterra.  

Para o diretor presidente da Energisa Mato Grosso do Sul, Marcelo Vinhaes, esse reconhecimento extrapola o orgulho que sentimos do estado. “É o nosso Pantanal sendo destaque internacional com a Energisa levando essa iniciativa para um dos maiores encontros em energia renovável do mundo. Seguiremos investindo continuamente em inovação e sustentabilidade. Temos a convicção de que criamos uma solução pioneira e robusta que vai contribuir, de forma significativa, para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e para o desenvolvimento sustentável deste que é considerado um Patrimônio Natural da Humanidade”, declara. 

O projeto da Energisa Mato Grosso do Sul e Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) concorre com outras duas iniciativas na categoria “International Solar and/or Storage Project of the Year” - Projeto Internacional Solar e / ou Armazenamento do Ano. 

O prêmio é concedido pela Solar Energy UK, uma organização sem fins lucrativos que trabalha em uma agenda que representa toda a cadeia de valor do armazenamento solar e de energia, liderada por membros de mais de 230 empresas e associados.

Início em 2015 e censo da região

A universalização do Pantanal teve início com um projeto de pesquisa e desenvolvimento da Energisa fomentado pela Aneel. Num primeiro momento, a Energisa realizou, junto com o Instituto Lactec, um censo inédito da região, colhendo informações de cunho socioambiental, analisando o ambiente regulatório e diagnosticando o atendimento e o zoneamento. A pesquisa identificou moradores que vivem nas regiões remotas do Pantanal: ribeirinhos – população local que vive às margens do rio; pessoas que moram em grandes propriedades rurais e algumas colônias/comunidades mais afastadas. 

“O projeto Ilumina Pantanal trouxe as mais modernas tecnologias para geração e armazenamento de energia solar para atender o pantaneiro, conciliando ainda com os pilares ambiental e social. Esta premiação internacional ratifica a qualidade do projeto e sua relevância para a universalização da energia elétrica de forma sustentável”, aponta Antônio Matos, gerente de Planejamento da Energisa e head do projeto de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) junto à Aneel. 

Sobre o Ilumina Pantanal

O projeto Ilumina Pantanal é uma parceria do Grupo Energisa com o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul e o Governo Federal, por meio do Ministério de Minas e Energia, Eletrobrás e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), além do Conselho de Consumidores de Mato Grosso do Sul (Concen/MS). Até 2022, a iniciativa levará energia elétrica a 2.167 unidades consumidoras, o que representa em torno de 5 mil habitantes espalhados por uma área de 90 mil km², nos municípios de Corumbá, Aquidauana, Coxim, Ladário, Porto Murtinho, Rio Verde e Miranda. Desse grupo, 77 famílias já foram atendidas por rede de distribuição convencional, e agora começam a ser implementados para os demais os sistemas individuais de geração solar. Em todas as unidades consumidoras haverá a instalação básica de elétrica predial, com tomadas e lâmpadas de LED, mais eficientes e econômicas. Ao todo, a Energisa e o Governo Federal estão investindo R$ 134 milhões no projeto.

Avanço importante

No fim de setembro a concessionária contemplou com um kit de geração de energia solar o cliente de número 500. A família de Salvador Alves de Arruda, ribeirinho na região do Paraguai Mirim, é uma das 2.090 famílias a receber os sistemas individuais de geração solar, em que o excedente de energia solar gerado é armazenado para dar continuidade ao fornecimento à noite ou em dias chuvosos e nublados.

“Mudou muita coisa. Pra tomar uma água gelada era possível somente direto do rio corrente. O peixe tinha que comer fresco, não tinha como guardar. É um alívio. A minha esposa é noveleira demais e agora vai poder ver todas que quiser.  Tá valendo e vai valer por muito tempo, graças a Deus”, diz Salvador emocionado. 

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Em 7 anos, R$ 1,8 bilhão de investimento em MS Em 7 anos, R$ 1,8 bilhão de investimento em MS

Publicada em: 05/10/2021

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Em 7 anos, R$ 1,8 bilhão de investimento em MS

O projeto Ilumina Pantanal, que até 2022 vai beneficiar 2.167 unidades consumidoras nos municípios de Corumbá, Aquidauana, Coxim, Ladário, Porto Murtinho, Rio Verde e Miranda, em Mato Grosso do Sul, é o exemplo mais recente dos investimentos da Energisa no estado.  Em sete anos, a distribuidora colocou em prática uma série de iniciativas para ampliar o acesso à energia e melhorar a qualidade da prestação de serviço.

Em julho, a maior parte das unidades consumidoras atendidas passou a contar com microssistemas de geração solar fotovoltaica e armazenamento da energia excedente em baterias. Na prática, a iniciativa, em parceria com o Governo do Estado, viabiliza o fornecimento de energia limpa e ininterrupta aos clientes. Os investimentos são da ordem de R$ 134 milhões.

 

“Queremos universalizar o acesso à energia numa região tão importante para o desenvolvimento sustentável brasileiro. Para alcançar este objetivo, aliamos inovação e sustentabilidade, criando uma solução pioneira que vai contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população local e o crescimento socioeconômico do Pantanal, preservando a fauna e a flora do bioma”, afirma Marcelo Vinhaes, diretor-presidente da Energisa Mato Grosso do Sul.

Investimento bilionário

Em sete anos de concessão, os investimentos da Energisa em Mato Grosso do Sul já ultrapassaram R$ 1,8 bilhão em obras de infraestrutura, com melhorais para os 74 municípios atendidos.

Entre os projetos executados está a construção de, aproximadamente, 100 quilômetros de linhas e 5 novas subestações, a ampliação e a modernização das subestações existentes, o que possibilitou o aumento em 20% da potência disponível para atendimento. Em outra frente, a distribuidora atuou na renovação e na modernização da frota de veículos e na melhoria das agências de atendimento.

Atenta ao perfil voltado ao agronegócio, a Energisa iniciou em 2018 um programa de estruturação das redes rurais. Houve um incremento de 27% nos investimentos em novas subestações nessas regiões, além do reforço da manutenção estruturante das redes existentes.

Mais eficiência

Na pauta de trabalhos, também se destaca o Programa de Eficiência Energética (PEE), que visa a promoção do uso eficiente e seguro da energia elétrica por meio de projetos que gerem economia para diversos setores da sociedade com a adoção de novas tecnologias, processos e usos.

Desde 2014, a Energisa investiu no estado R$ 71 milhões apenas no PEE, viabilizando a iluminação pública em cidades do interior e em pontos emblemáticos de Campo Grande, como no Parque das Nações Indígenas, Parque dos Poderes, além de obras de eficiência energética no Palácio Popular da Cultura, na Associação da Feira Central Cultural e Turística de Campo Grande/MS AFECETUR e Hospitais filantrópicos. Neste ano, a previsão é de um desembolso de R$ 8,55 milhões em obras desse tipo.

“Estamos há três anos consecutivos entre as melhores concessionárias do Brasil no ranking de distribuição da Agência Nacional de Energia Elétrica. Nossa dedicação se reflete na expressiva melhoria da qualidade do fornecimento de energia para a população. Prova disso é a redução de 22% da média de horas que o cliente ficou sem luz (indicador FEC) e queda de 41% do número de vezes que o fornecimento foi interrompido (indicador DEC)”, comenta Vinhaes.

Apoio à comunidade

Iniciativas sociais, culturais e ambientais também estão na pauta de trabalhos da Energisa em Mato Grosso do Sul. Cerca de 30 ações e projetos contaram até agora com o apoio da empresa, como festivais, exposições e fundações. Em 2020, foi agregado à essa frente o Movimento Energia do Bem, junto com 12 parceiros estratégicos. A iniciativa tem como objetivo viabilizar ações emergenciais de ajuda ` população em um momento de crise humanitária desencadeada pela pandemia de Covid-19.

Foram doados pela Energisa MS R$ 300 mil, destinados à compra de itens de higiene e limpeza, de alimentos não perecíveis, fabricação de máscaras de proteção individual, e transporte e calibração de ventiladores pulmonares. Além disso, foi apoiada a confecção de 65 mil máscaras destinadas aos idosos e indígenas.

Localizada em um dos biomas mais importantes do país, a Energisa também tem olhado com atenção para as questões ambientais. Em 2020, foram doados R$ 200 mil para instituições que atuam na preservação do bioma adquirirem cerca de 20 toneladas de alimentos para animais da região, muito afetada pelos incêndios.

O Instituto Homem Pantaneiro, de Mato Grosso do Sul, e o grupo de voluntários É O Bicho MT, de Mato Grosso, receberam a doação de combustível para suas operações.

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Ilumina Pantanal transforma vida dos primeiros beneficiados Ilumina Pantanal transforma vida dos primeiros beneficiados

Publicada em: 20/08/2021

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 Sustentabilidade

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Ilumina Pantanal transforma vida dos primeiros beneficiados

A universalização do acesso à energia elétrica no Pantanal sul-mato-grossense terá um avanço importante a partir desta quarta-feira (28/07/2021). O projeto Ilumina Pantanal oficializou hoje a instalação de um sistema de geração solar fotovoltaica e armazenamento em baterias na singela residência de Enaurina da Silva Rodrigues, de 59 anos, nascida e criada na região do Pantanal do Paiaguás. Ela é uma das 2.090 famílias a receber os microssistemas semelhantes, em que o excedente de energia solar gerado é armazenado para dar continuidade ao fornecimento à noite ou em dias chuvosos e nublados.

“Com a chegada da energia, muita coisa mudou. Ganhei uma geladeira da Energisa e agora tenho água gelada para tomar, as comidas não estragam mais, posso assistir a tevê que ganhei do meu sobrinho. Só não preciso mesmo é do ventilador porque sou pantaneira, acostumada com o clima daqui”, contou. 

A cerimônia foi realizada em Porto de São Pedro, um dos principais portos de embarque e desembarque de gado da planície pantaneira, em Corumbá. O evento com a presença de diversas autoridades, entre elas, o Ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque; o Governador do Estado de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja; o presidente do Grupo Energisa, Ricardo Botelho; o diretor-presidente da Energisa Mato Grosso do Sul, Marcelo Vinhaes; o  diretor técnico Paulo Roberto dos Santos; diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Hélvio Guerra; o diretor de Regulação do Grupo Energisa, Fernando Maia; secretário de infraestrutura, Eduardo Riedel; o secretário de Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck; e o diretor de regulação e fiscalização da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul, Valter Almeida da Silva.

“O fornecimento de energia por fonte renovável ao Pantanal sul-mato-grossense é resultado de investimento em inovação, que traz as mais avançadas tecnologias para desenvolver esta solução pioneira que respeita o meio ambiente. Temos como prioridade e objetivo a melhoria da qualidade de vida da população, e a energia é fundamental para a saúde, o conforto e o sustento das pessoas”, afirmou Marcelo Vinhaes, diretor-presidente da Energisa Mato Grosso do Sul. 

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque reconheceu a importância da iniciativa. “O projeto traz dignidade, perspectivas e sustentabilidade ao Pantanal, um patrimônio da humanidade e orgulho para os brasileiros. Trata-se de uma recompensa das políticas públicas que visam o bem-estar social”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. 

Para o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, a parceria entre os agentes públicos e privados foi fundamental para a universalização do serviço na região. “É um ganho de qualidade de vida, de desenvolvimento social, de progresso e incremento para o turismo e outras atividades econômicas”, disse durante a cerimônia. 

O projeto Ilumina Pantanal é uma parceria do Grupo Energisa com o Governo do Estado do Mato Grosso do Sul e o Governo Federal, por meio do Ministério de Minas e Energia e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Até 2022, a iniciativa levará energia elétrica a 2.167 unidades consumidoras, o que representa em torno de 5 mil habitantes espalhados por uma área de 90 mil km², nos municípios de Corumbá, Aquidauana, Coxim, Ladário, Porto Murtinho, Rio Verde e Miranda. Desse grupo, 77 famílias já foram atendidas por rede de distribuição convencional, e agora começam a ser implementados para os demais os sistemas individuais de geração solar. Em todas as unidades consumidoras haverá a instalação básica de elétrica predial, com tomadas e lâmpadas de LED, mais eficientes e econômicas. Ao todo, a Energisa e o Governo Federal estão investindo R$ 134 milhões no projeto.

O presidente da Energisa, Ricardo Botelho, ressaltou o compromisso da empresa em vencer desafios para levar energia elétrica às comunidades localizadas em áreas remotas. “A energia é elemento transformador na vida de milhares de pessoas. O Ilumina Pantanal é uma prova de que podemos aliar a preocupação com o meio ambiente com as políticas públicas bem definidas para produzirmos resultados favoráveis aos consumidores mesmo nos locais mais difíceis de serem alcançados”, afirmou Botelho.

A chegada da energia também vai impulsionar a produção rural no Pantanal sul-mato-grossense. Armando Carlos de Lacerda, proprietário da fazenda Porto São Pedro, reconhece que a iniciativa vai transformar a localidade pantaneira em um ambiente fértil para o desenvolvimento sustentável das famílias que vivem ali. “A universalização representa modernidade e, definitivamente, nos tira da escuridão e da invisibilidade”, afirma o produtor. A fazenda está situada próxima ao eixo logístico Paiaguás, por onde são transportadas as cargas que utilizam o Porto São Pedro como plataforma multimodal de conexão com navios para transporte de gado.

A Reserva Particular do Patrimônio Natural Acurizal, onde funciona uma das bases do Instituto Homem Pantaneiro (IHP) também receberá sistemas de geração e armazenamento de energia, que deverá ser concluído em setembro. A chegada da energia é fundamental, por exemplo, para ampliar e aprimorar as pesquisas científicas sobre a fauna da região, em especial as onças-pintadas, realizadas pela instituição. O insumo facilitará o dia a dia dos pesquisadores, como a manutenção do banco de dados e o manuseio do colar de identificação dos animais.

Participaram ainda da solenidade o contra-almirante Paulo César Bittencourt Ferreira, comandante do 6º Distrito Naval da Marinha do Brasil; o secretário de energia elétrica do Ministério Minas e Energia; Christiano Vieira da Silva; secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético, Paulo Cesar Magalhães Domingues; prefeito Municipal de Corumbá, Marcelo Iunes, deputada federal, Bia Cavassa; deputado estadual Evander Vendramini e presidente do Instituto Homem Pantaneiro, Coronel Ângelo Rabelo. 

Início em 2018 e censo da região

A universalização do Pantanal teve início com um projeto de pesquisa e desenvolvimento da Energisa fomentado pela Aneel. Num primeiro momento, a Energisa realizou, junto com o Instituto Lactec, um censo inédito da região, colhendo informações de cunho socioambiental, analisando o ambiente regulatório e diagnosticando o atendimento e o zoneamento. A pesquisa identificou moradores que vivem na região isolada do Pantanal (ribeirinhos) – população local que vive às margens do rio.

Estas pessoas se dedicam, principalmente, à pesca artesanal e à coleta de iscas para venda aos pescadores esportivos ou recreativos. Os demais moradores são proprietários rurais e trabalhadores de grandes fazendas da região que moram com suas famílias dentro das propriedades. Há locais que só são acessíveis de barco. Outros até podem ser alcançados por terra, mas com a necessidade de percorrer horas com cavalos e tratores para superar vazantes e areais. Algumas viagens chegam a durar 22 horas por terra.

Em 2018, teve início a etapa piloto do projeto, em que 23 unidades, entre casas, escolas e propriedades rurais, espalhadas por quase 90 mil km², receberam sistemas de geração solar fotovoltaica e armazenamento de energia, atendendo a cerca de 100 pessoas. Foram beneficiadas populações de áreas de difícil acesso, nas margens do Rio Paraguai e em Taquari, Nhecolândia e Paiaguás. A Escola Municipal Fazenda Nazaré, em Taquari (a duas horas de Porto Sagrado) e a escola do Sítio Santa Maria (a 3h30 do local) estão entre as instituições contempladas nesta fase do projeto, além da Ilha da Sorte e o Porto Nossa Senhora Aparecida, no Rio Paraguai, situado a uma distância de 4h30 de barco a partir de Corumbá.

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