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Quando a energia vira memória: uma história que atravessa 120 anos Quando a energia vira memória: uma história que atravessa 120 anos

Publicada em: 21/01/2026

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 120 Anos

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Brasil

Quando a energia vira memória: uma história que atravessa 120 anos

Existem histórias que não cabem apenas em datas ou marcos cronológicos. Elas vivem nas cidades, nas pessoas e nas transformações silenciosas do cotidiano. A trajetória da Energisa é uma dessas histórias.

Ao completar 120 anos, o Grupo revisita suas origens em Cataguases e Leopoldina e percorre um caminho que se confunde com o próprio desenvolvimento do país. Um percurso feito de pioneirismo, desafios técnicos e inovação, mas, sobretudo, de gente. Gente que construiu usinas, levou energia a novos territórios, atravessou mudanças tecnológicas e ajudou a transformar realidades no interior do Brasil.

Esse olhar ganha forma no documentário comemorativo dos 120 anos da companhia, dirigido pelo documentarista mineiro Marcos Pimentel. Com 47 minutos de duração, o filme propõe um olhar cinematográfico sobre a chegada da energia elétrica à Zona da Mata mineira no início do século XX, em um período em que a luz ainda não havia alcançado outros grandes centros urbanos do país.

O documentário é um exercício de memória. Imagens, depoimentos e relatos ajudam a reconstruir episódios que marcaram a fundação da empresa, como a construção da Usina Maurício, a primeira do grupo, e a chegada da luz elétrica a Cataguases, em 1908.

Para dar vida a momentos que não contam com registros audiovisuais, o filme recorre à animação, recurso que ocupa cerca de seis minutos da narrativa. Segundo o diretor, a escolha foi uma solução estética e histórica.

A animação foi a forma que encontramos para dar materialidade a esse período da história, marcado por poucos registros e muitos relatos. Ela ajuda a traduzir para o público o esforço técnico, financeiro e humano envolvido na criação de uma empresa de eletricidade no interior de Minas há mais de um século”, afirma Pimentel.

As sequências animadas foram desenvolvidas por alunos e ex-alunos do curso de Cinema e Animação da Universidade do Estado de Minas Gerais, em Cataguases. A decisão de trabalhar com profissionais formados na própria Zona da Mata dialoga diretamente com a proposta do filme, que parte do território para contar essa história.

Fazer esse filme com pessoas formadas aqui é uma escolha narrativa e política. A história nasce neste território, então fazia sentido que ela fosse contada por quem também constrói o audiovisual da região”, destaca o documentarista.

A participação dos estudantes é reflexo da infraestrutura audiovisual existente na Zona da Mata, estruturada a partir do Polo Audiovisual da região. Esse ecossistema inclui iniciativas como o Animaparque, estúdio-escola inaugurado em 2023 para a formação e produção de filmes nacionais e internacionais, criado com investimento do Grupo Energisa por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

Ao longo do filme, passado e presente se encontram. As primeiras iniciativas no interior mineiro dialogam com os desafios atuais de inovação, sustentabilidade e futuro do setor elétrico. Uma narrativa que respeita as raízes, mas aponta para os próximos passos de uma empresa que segue em transformação.

O documentário convida o espectador a refletir sobre o papel da energia na construção do Brasil e sobre como memória, território e visão de longo prazo seguem conectados.

️Assista ao documentário completo

O documentário dos 120 anos da Energisa está disponível no YouTube e reúne imagens inéditas, depoimentos e registros históricos que ajudam a contar essa trajetória centenária.

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Geração distribuída cresce e altera o papel do consumidor Geração distribuída cresce e altera o papel do consumidor

Publicada em: 30/10/2025

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 COP30

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Brasil

Geração distribuída cresce e altera o papel do consumidor, destaca artigo fruto da parceria entre o Grupo Energisa e a MIT Technology Review

A geração distribuída (GD) avança de forma acelerada e já ocupa posição central na transição energética. Com painéis solares em residências, empresas e propriedades rurais, consumidores assumem papel ativo na produção de energia limpa, ampliando a sustentabilidade da matriz elétrica. O país já tem mais de 3,7 milhões de sistemas conectados, resultado de investimentos que ultrapassam R$ 74 bilhões. Esse crescimento coloca o Brasil em destaque no cenário internacional e reforça a tendência de descentralização da geração, com benefícios diretos para a sociedade. 

As distribuidoras têm papel essencial nesse processo. São elas que garantem a integração segura da energia produzida localmente à rede, assegurando qualidade no fornecimento e estabilidade no sistema. Ao mesmo tempo, atuam como parceiras dos consumidores que decidem gerar a própria energia. 

Projetos de inovação liderados por distribuidoras mostram os caminhos para o futuro. Em Palmas, no Tocantins, a empresa implantou a primeira usina virtual do país, com investimento de R$ 20 milhões, combinando geração solar e baterias para equilibrar oferta e demanda. Tais soluções mostram como a GD pode impulsionar novas tecnologias, criar oportunidades de negócios e tornar o sistema elétrico mais moderno e eficiente. A combinação entre inovação, regulação adequada e participação ativa do consumidor fortalece o setor e contribui para uma matriz cada vez mais limpa e sustentável. 

Essas e outras reflexões fazem parte do novo artigo da Energisa em parceria com o MIT Technology Review Brasil, publicação vinculada ao Massachusetts Institute of Technology (MIT). O texto integra a série especial desenvolvida em conjunto com a instituição, apresentando dados, análises e aprendizados de mercados internacionais sobre o impacto da GD no sistema elétrico. 

Clique aqui e acesse o artigo na íntegra. 

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Investimentos da Energisa valorizam qualidade e inovação Investimentos da Energisa valorizam qualidade e inovação

Publicada em: 08/07/2021

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Brasil

Investimentos da Energisa valorizam qualidade e inovação

Em 2021, o Grupo Energisa prevê investimentos da ordem de R$ 3,9 bilhões em suas diferentes áreas de negócios. Entre as 11 operações ligadas à distribuição de energia, que vão receber R$ 560,5 milhões, lideram em volume de recursos as unidades de Rondônia (R$ 150,2 milhões), Mato Grosso do Sul (R$ 123 milhões), Mato Grosso (R$ 89 milhões), Tocantins (R$ 56,5 milhões) e Paraíba (R$ 45 milhões).

No caso de Rondônia, que lidera como principal destino de recursos, entre as metas definidas estão a transformação da infraestrutura de alta, média e baixa tensão, com o objetivo de aumentar a oferta de energia e a melhorar a qualidade, além do incentivo ao acesso à energia por meio de programas como o Luz para Todos, o Mais Luz para a Amazônia e da regularização das instalações clandestinas.

As obras de financiamento de transmissão também serão destino de um volume importante de recursos, num total de R$ 833,8 milhões ao longo deste ano.

Os projetos ligados aos serviços 4D, como digitalização, descarbonização e transformação por meio de novas tecnologias receberão R$ 214,8 milhões. A Alsol Energias Renováveis, que prevê em seu plano de negócio a construção de 15 usinas fotovoltaicas em 2021, será o destino de R$ 173 milhões. Os projetos do Grupo Energisa na Amazônia Legal seguem relevantes no plano de investimentos. Até o final de 2021, os seis estados onde a empresa atua receberão R$ 2,6 bilhões.

Apenas a área de distribuição de energia da Energisa tem uma área de concessão de 2.034 mil km2, com o atendimento a, aproximadamente, 8 milhões de clientes. Somada, equivale a 24% do território nacional.

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Presidente do Grupo Energisa é escolhido “Executivo de Valor” Presidente do Grupo Energisa é escolhido “Executivo de Valor”

Publicada em: 08/07/2021

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 Energisa 5D

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Brasil

Presidente do Grupo Energisa é escolhido “Executivo de Valor”

Ricardo Botelho, presidente do Grupo Energisa, foi escolhido como vencedor do prêmio Executivo de Valor, do jornal Valor Econômico, no setor de energia. A cerimônia on-line aconteceu no final de julho. Nessa 20ª edição, que avalia o trabalho ao longo de 2020 – um ano marcado pelo desafio do início da pandemia - foram reconhecidos 24 gestores ligados a empresas de 19 setores da economia, além das categorias presidente de conselho de administração, jovem liderança, transformação digital, ativismo social e startup de sucesso.

À frente da companhia, além de conduzir a expansão dos negócios nas atividades de distribuição, geração, comercialização e soluções integradas para o mercado de energia elétrica, mais as atividades voltadas à energia fotovoltaica, Botelho tem concentrado esforços em alguns pilares: ambiental, geração de empregos e inovação.

“Somos o maior grupo privado nacional do setor elétrico. Nenhum outro grande grupo conhece o Brasil tão bem quanto nós”, diz o executivo.

A Energisa foi fundada há 106 anos em Cataguases, interior mineiro. Hoje atua em 11 estados e é a distribuidora com maior presença nas unidades da federação que compõem a Amazônia Legal – Mato Grosso, Tocantins, Rondônia e Acre -, o que desafia seus colaboradores a buscarem caminhos para o desenvolvimento econômico por meio de uma matriz de energia renovável. Sua missão é oferecer um portfólio diversificado, respaldado pelos valores socioambientais, que leve qualidade no serviço oferecido aos clientes e que seja um negócio atraente para os investidores.

No início do ano, o grupo passou a atuar no segmento de soluções financeiras por meio da Voltz, a primeira fintech do setor elétrico, voltada ao mercado como um todo. Seus clientes contam com uma conta digital com os melhores serviços. Graças a capilaridade da Energisa, esse negócio tem previsão de um crescimento rápido. Esta é mais uma das iniciativas da companhia que resultaram dos investimentos em inovação. Outra, mais recente, é a Energisa Digital Labs, que tem como missão conectar a necessidade dos clientes a grandes tendências.

Hoje, já é possível antever falhas que podem gerar grandes danos aos clientes. Hoje, a Energisa gera cerca de 20 mil empregos diretos e indiretos em 862 municípios. Em 2021, os investimentos totais serão da ordem de R$ 3,9 bilhões, entre recursos na área de distribuição, geração, serviços 4D e programas de acesso à energia, como o Luz para Todos.

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