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Programa de Eficiência Energética entrega mil geladeiras para populaçã Programa de Eficiência Energética entrega mil geladeiras para populaçã

Publicada em: 30/11/2020

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Rondônia

Programa de Eficiência Energética entrega mil geladeiras para população de Rondônia

O Programa de Eficiência Energética da Energisa tem ajudado consumidores que vivem em situação de vulnerabilidade social a economizar na conta de energia elétrica, com a troca de geladeiras e lâmpadas. Voltado para pessoas de baixa renda, o projeto, que foi iniciado em 2019, atingiu o número de mil geladeiras entregues neste mês de novembro.  

A alegria de ter a conta de energia mais barata em até 30% pode ser percebida no sorriso dos beneficiados, como a aposentada Maria Ribeiro, moradora da zona sul de Porto Velho. “Trocaram minha geladeira e todas as lâmpadas da minha casa. Estou felicíssima, é o meu presente de Natal antecipado”, comemora. 

A geladeira da dona Maria tinha cerca de oito anos de uso e apresentava problemas de eficiência que não foram resolvidos na manutenção do equipamento. “Continuei usando até poder comprar uma nova, mas graças a esse programa, resolvi o meu problema”, comenta.

De acordo com Talis Alcântara, coordenador do Programa Eficiência da Energisa, o intuito com a iniciativa é auxiliar os consumidores a gastarem energia de forma correta, com mais eficiência. “Nossa meta é entregar 4 mil novas geladeiras até 2021”, afirma. 

Durante a pandemia, o formato de atuação do programa mudou um pouco. As equipes têm visitado escolas e instituições e, aos poucos, têm retornado aos clientes. “Visitamos bairros, fazemos uma análise do consumo de energia dos moradores, cadastramos, passamos dicas de eficiência e, se necessário, fazemos a troca da geladeira e/ou das lâmpadas, por modelos LED, que são mais econômicos”, explica Talis. 

O projeto já percorreu a zona leste de Porto Velho e, agora, está mapeando a zona sul. É gratificante ver a alegria das pessoas, porque a gente percebe que elas realmente precisam”, avalia José Ramalho, que atua na entrega das geladeiras há 10 meses.   Para aderir ao programa Nossa Energia, o consumidor precisa estar inscrito em qualquer programa social do Governo Federal, ter o Número de Inscrição Social e ser cadastrado na Tarifa Social de Energia. Além de mil geladeiras, o  programa já trocou 30 mil lâmpadas.

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Linha Viva garante mais segurança e confiabilidade do sistema Linha Viva garante mais segurança e confiabilidade do sistema

Publicada em: 26/11/2020

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Brasil

Linha Viva garante mais segurança e confiabilidade do sistema

Com o objetivo de evitar que o fornecimento de energia seja interrompido durante as manutenções preventivas e emergenciais, a Energisa investe continuamente em capacitação de equipe interna e obras de eficiência garantindo o bom atendimento aos clientes.  Até o fim deste ano, serão destinados R$ 410 milhões em treinamento de equipes e o Mato Grosso é o segundo estado com maior aporte de recursos da empresa no ano.  

Desde 2014, quando assumiu a distribuição do estado, a equipe operacional é direcionada a atuar com a linha energizada, no formato Linha Viva, ou seja, sem a interrupção do sistema. “Para isso, fomos internalizando o nosso quadro de funcionários ao longo dos anos e, hoje, nossa meta é realizar todas as manutenções dessa maneira. Só atuamos com a linha desenergizada em situações de alta complexidade ou que colocam em risco a segurança dos profissionais”, comenta Enéas Siqueira, técnico de distribuição. 

Esse direcionamento é refletido nos indicadores de Duração Equivalente de Interrupção por Consumidor (DEC) e de Frequência Equivalente de Interrupção por Consumidor (FEC), ao longo de sua trajetória no estado. Houve uma redução expressiva de 11,1 horas (38%) em DEC e 14,4 vezes (65%) em FEC nos últimos cinco anos.

Foto mostra colaborador usando equipamentos de proteção trabalhando na rede elétrica

“As melhorias são levadas para todas as regiões do Estado, tanto nas zonas urbanas quanto nas rurais. Em Barão do Melgaço, por exemplo, o sistema era interrompido de três a quatro vezes ao ano, das 8h às 13h, para reparos na linha. Hoje, conseguimos fazer todo o trabalho sem o interromper o fornecimento de energia”, explica Siqueira. 

Para atuar com a linha energizada, que é considerado um trabalho de risco, a concessionária também faz uma avaliação criteriosa do profissional. Além das habilidades técnicas necessárias, são exigidos aspectos como organização, atenção, concentração, disciplina, habilidade para trabalho em equipe, maturidade emocional, capacidade de supervisão e de liderança. Todo esse cuidado é refletido nos indicadores de acidentes, que estão zerados há cinco anos.  Cada um dos 88 eletricistas, que estão espalhados por todas as regionais do estado, recebem 320 horas de treinamento ao ano em média e baixa tensão. 

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Linha viva garante eficiência e evita desligamentos Linha viva garante eficiência e evita desligamentos

Publicada em: 19/11/2020

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Rondônia

Linha viva garante eficiência e evita desligamentos

Desde que assumiu a concessão de Rondônia, há quase dois anos, a Energisa tem investido fortemente para entregar a melhor energia para a população. Somente neste ano, foram destinados R$ 2,5 bilhões para obras de reparação na rede. Uma das frentes que ancora esse esforço é o treinamento contínuo com equipes. A capacitação permite que os serviços de manutenção sejam feitos com a linha energizada, sem a interrupção de sistema, evitando assim, transtornos à população. 

Em 2020, cerca de 12 mil reparos estão sendo feitos nesse formato, que é chamado de Linha Viva – 9% a mais do que no ano passado.

“Para melhorar a qualidade de energia, também estamos investindo na internalização das equipes operacionais, ou seja, passamos a contar com quadro próprio de funcionários para serviços técnicos comerciais e Linhas Vivas. Já foram treinados mais de 400 profissionais dessas duas frentes de trabalho”, comenta Fabrício Sampaio, diretor técnico e comercial.

Confira, no vídeo, como tem sido esse trabalho:


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Linha de distribuição impulsiona desenvolvimento ao interligar Mato Gr Linha de distribuição impulsiona desenvolvimento ao interligar Mato Gr

Publicada em: 19/11/2020

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Brasil

Linha de distribuição impulsiona desenvolvimento ao interligar Mato Grosso ao Pará

As populações de Vila Rica, Alto Boa Vista, Querência e outros municípios da região já podem contar com uma melhora significativa na qualidade da energia elétrica que chega em suas casas e comércios.  A inauguração da Linha de Distribuição de Alta Tensão, que vai interligar a rede básica de Vila Rica (MT) à Santana do Araguaia (PA), garante tranquilidade para os negócios e a vida cotidiana dessas comunidades.

Com um aporte de R$ 83 milhões, a linha garante um fornecimento estável, diminui as quedas e aumenta a disponibilidade de energia. O empreendimento integra um pacote de investimentos que a Energisa vem fazendo em Mato Grosso para aprimorar os serviços e contribuir com o desenvolvimento da região. O Estado é o maior exportador de soja do Brasil e tem grande relevância na produção de milho e algodão. Com uma rede elétrica confiável, a estimativa é que mais indústrias se instalem na região, movimentando a economia e a geração de empregos.

“O Araguaia está em forte crescimento econômico e a Energisa tem trabalhado para trazer maior confiabilidade ao sistêmico elétrico que a região precisa. Para nós, é muito importante que as localidades onde atuamos se desenvolvam. E o investimento feito, pensando no futuro e na possibilidade de crescimento de todos os municípios da região do Araguaia, beneficiará  155 mil unidades consumidoras", avalia o Gerente da área de Planejamento e Orçamento da Energisa Mato Grosso, José Nelson Quadrado Junior.

Além de levar energia limpa e de qualidade para a população, proporcionando conforto e qualidade de vida, a linha dará suporte para a implantação da universalização da eletrificação rural, uma grande necessidade da região. Ela será o terceiro ponto de suprimento de rede básica, que vai se interligar às subestações de Barra do Peixe e Canarana.

“Com esse terceiro ponto, conseguimos reforçar o fornecimento e evitar problemas de oscilações de interrupções no fornecimento de energia, além disso, a capacidade dela é o dobro da que já existe”, explica Luciano Vogel, gerente de linhas e subestações.  A inauguração da linha está prevista para o final de novembro, e já se encontra em fase de testes finais.

O meio ambiente, foi uma das grandes preocupações com o empreendimento. Para minimizar os impactos na vegetação, o traçado da linha de distribuição priorizou estradas já existentes e áreas cultivadas para não interferir em áreas de preservação ambiental. Além disso, os resíduos gerados durante a obra tiveram destinação correta e toda área utilizada na construção da subestação está sendo reflorestada.

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Investimentos da Energisa ajudam a desenvolver o agronegócio Investimentos da Energisa ajudam a desenvolver o agronegócio

Publicada em: 22/10/2020

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Mato Grosso

Investimentos da Energisa ajudam a desenvolver o agronegócio

O Mato Grosso é uma potência agrícola mundial. O estado é o maior exportador de soja do Brasil. Somente de janeiro a maio deste ano, as exportações mato-grossenses chegaram a 14 milhões de toneladas, um volume recorde para o período. A produção de milho também é relevante. O estado responde por mais de metade das vendas externas brasileiras do produto. 

Para se desenvolver ainda mais no setor, Mato Grosso precisa de energia. Um dos benefícios de se contar com uma rede elétrica confiável, no caso de uma região agrícola, é atrair indústrias que produzem produtos de maior valor agregado a partir das commodities agrícolas, como a soja e o milho. É por isso que a Energisa investe continuamente para levar energia confiável a todos os municípios. 

A construção da linha de transmissão de alta tensão interligando as cidades de Santana do Araguaia, no Pará, e Vila Rica, no Mato Grosso, é um bom exemplo. A obra irá garantir segurança energética ao município mato-grossense, que está localizado em uma região estratégica para o agronegócio, próximo à BR-158, rodovia que cruza o Brasil do Rio Grande do Sul ao Acre. 

Prevista para ser concluída em outubro deste ano, a linha de transmissão terá 141 km de extensão. O investimento será de 83 milhões de reais. Anteriormente, Vila Rica dependia da rede que vinha de Barra do Peixe, uma linha com mais de 1 mil quilômetros de extensão, o que gerava muitas oscilações no fornecimento de energia. Em 2016 foi energizado um segundo ponto de suprimento para esta região localizado em Canaranã, porém ainda localizado a uma distância de 500km de Vila Rica. Agora com a entrada desse 3º ponto de suprimento os problemas de oscilações de interrupções no fornecimento de energia provocados pelo sistema de alta tensão, serão eliminados. As cidades de Confresa, Alto Boa Vista, Querência e outros municípios próximos também serão beneficiadas. 

A expectativa é de atrair novas empresas para a região e, com isso gerar empregos e desenvolvimento. “A última fronteira agrícola do Mato Grosso, como é conhecida a região do Araguaia, está em forte crescimento econômico e a Energisa tem trabalhado para trazer maior confiabilidade ao sistema elétrico”, afirma José Nelson Quadrado Junior, Gerente da área de Planejamento e Orçamento da Energisa Mato Grosso. “É muito importante que as localidades onde a gente atua se desenvolvam.”

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Eficiência energética: troca de luminárias deixa cidade iluminada e ec Eficiência energética: troca de luminárias deixa cidade iluminada e ec

Publicada em: 22/10/2020

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Rondônia

Eficiência energética: troca de luminárias deixa cidade iluminada e economiza R$ 4,5 milhões em um ano

Manter o sistema de iluminação pública atualizado ajuda a economizar recursos públicos. É o que afirma Talis Henrique de Sousa, coordenador de Eficiência Energética da Energisa Rondônia. Ele explica que, este ano, a empresa participou de uma chamada pública feita pela Prefeitura de Porto Velho para atualizar as luminárias da cidade. “O objetivo é levar iluminação mais eficiente e reduzir a conta de energia da prefeitura com relação à Iluminação Pública”, diz Sousa. 

Fazem parte do programa as iniciativas:

  • Nossa Energia, que substitui lâmpadas e geladeiras dos clientes baixa renda e instituições nas comunidades vulneráveis.
  • Instituições filantrópicas, que investe em projetos de eficiência para instituições como Família Casa Rosetta e Hosp. Santa Marcelina.
  • Iluminação Pública, em que a concessionária substitui luminárias ineficientes por luminárias LED, gerando economia para o município.

A responsabilidade sobre a Iluminação Pública é das prefeituras. O papel da Energisa, nesta chamada pública, é de identificar oportunidade de economia de energia por meio da substituição de luminárias ineficientes, com potência aquém do necessário e que consomem muita energia, e instalar equipamentos LED, mais econômicos e mais sustentável. As luminárias antigas são devidamente descartadas por uma empresa especializada, pois são construídas com metais pesados que podem prejudicar o meio ambiente.

Os benefícios de se ter uma iluminação pública eficiente são evidentes. Além de embelezar as cidades, as ruas bem iluminadas trazem mais segurança à população. Um experimento realizado na cidade de Nova York, nos Estados Unidos, por exemplo, mostrou que os crimes noturnos, como roubos e furtos, caíram entre 36% e 60%, dependendo da localidade e conforme o nível de iluminação. O estudo foi feito pelo Bureau Nacional de Pesquisa Econômica, em parceria com a polícia metropolitana.

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Clientes com energia de qualidade e empregos: o lado social dos invest Clientes com energia de qualidade e empregos: o lado social dos invest

Publicada em: 22/10/2020

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Rondônia

Clientes com energia de qualidade e empregos: o lado social dos investimentos da Energisa

Entre 2018, quando a Energisa assumiu a concessão de distribuição de energia elétrica em Rondônia, e julho de 2020, um em cada três postos de trabalho criados em Rondônia esteve relacionado com as atividades da Energisa. É o que indicam os dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged) do período. Em todo o estado foram abertos cerca de 3,5 mil postos de trabalho em todos os setores da economia. Já na Energisa, no mesmo período, o número de colaboradores próprios e terceirizados passou de cerca de 2,5 mil para aproximadamente 4 mil. Ou seja, só a empresa abriu 1500 novas vagas.

Para o diretor presidente da Energisa, André Theobald, a geração de empregos é apenas um dos impactos sociais positivos da chegada da empresa ao estado e reflete o trabalho para ampliar o acesso à energia elétrica e melhorar a qualidade do serviço, o que exige profissionais qualificados. “57 mil novos clientes foram ligados na rede elétrica em apenas dois anos, dos quais mais de 13 mil nunca haviam tido energia em casa”, conta, frisando que o número de equipes também aumenta para fazer frente à expansão do serviço.

Theobald explica que as obras que estão sendo realizadas e os empregos gerados são parte dessa transformação estrutural da concessão, ou seja, são um legado que vai beneficiar toda a população por décadas.

“Chegamos há dois anos, mas vamos ficar 30 anos. Esse montante de R$ 1 bilhão é o investimento realizado entre 2018 e 2020, mas vamos manter um ritmo nos próximos anos também. Construir e administrar novas subestações, linhões, sem perder o foco em qualidade, exige pessoal capacitado. Temos uma transformação para fazer em Rondônia e ela só está começando”, afirma.

Para Theobald, é gratificante ver o impacto dos investimentos de mais de R$ 1 bilhão que a empresa vai realizar até o fim de 2020 na vida das pessoas. Além das equipes técnicas e de atendimento e das empreiteiras que realizam obras por todo o estado, ele conta das incursões em vários municípios para ouvir a população e também da escuta que faz com colaboradores próprios e terceirizados.

“O Grupo Energisa administra algumas das melhores distribuidoras de energia do país e não será diferente em Rondônia. Desde que assumimos a concessão, estamos focados em uma mudança de cultura também, direcionada para a melhoria da qualidade do serviço e segurança para colaboradores e a população. Esse diálogo é essencial para isso”, afirma.

Veja na tabela abaixo o resumo dos investimentos realizados em 2019 e 2020. Nos vídeos, estão depoimentos colhidos pela Energisa em suas incursões pelo estado. Os municípios de Espigão do Oeste, Alta Floresta, Alvorada do Oeste e Jaru estão entre os destinos dos investimentos do grupo em 2020.

 


 


 

 


 

 


 

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Energisa toca programa de investimento de R$ 1 bilhão Energisa toca programa de investimento de R$ 1 bilhão

Publicada em: 16/10/2020

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Rondônia

Energisa toca programa de investimento de R$ 1 bilhão

Mesmo na pandemia, Rondônia é um dos estados que mais crescem no Brasil. Nunca teve, porém, uma infraestrutura de energia que suportasse seu desenvolvimento. Porto Velho, Cujubim, Ariquemes, Jaru, Ji-Paraná, Rolim de Moura, Cacoal, Espigão D’Oeste, Pimenta Bueno e Vilhena, municípios que respondem pela maior parte da produção industrial local, cresceram a despeito desse cenário adverso. Para muitas localidades, a oferta de eletricidade sempre foi um limitador importante. 

Na entrevista abaixo, o diretor técnico da Energisa, Fabrício Sampaio, mostra como a empresa se organizou para suprir essa carência com elevados investimentos em localidades como Jaru, Alvorada do Oeste, Presidente Médici, entre outras. Até o fim do ano, a empresa que chegou no estado há menos de dois anos, terá inaugurado 19 infraestruturas novas. São subestações e linhões novos, e unidades antigas modernizadas, automatizadas e com capacidade ampliada. Eletricidade que está chegando a empresas e já incluiu no sistema 57 mil clientes, dos quais 6 mil rurais, 13 mil novos clientes urbanos e 38 mil ligações irregulares, os chamados “rabichos”.

Veja o que Sampaio, que é rondoniense e voltou ao estado para encarar essa empreitada, conta sobre o investimento de R$ 1 bilhão do grupo. “Rondônia é hoje o principal destino dos investimentos da Energisa no país. Estamos levando infraestrutura nova para atender a população e gerar empregos no estado”, comemora. 

Quais os principais investimentos que a Energisa está realizando? 

Fabrício Sampaio: Tem muita coisa. Estamos construindo 21 novas subestações, reformando as mais de 50 já existentes, implantando redes de internet por rádio e fibra ótica para melhorar a comunicação entre nossas equipes. Só esse ano, mesmo com a pandemia, serão R$ 500 milhões em investimentos. Uma parte disso está indo para grandes obras como as sete subestações novas que serão entregues esse ano e os respectivos linhões, mas há muita coisa que não aparece, mas tem reflexo imediato na qualidade, como o investimento em equipamentos que ligam e desligam a rede automaticamente. 

E o que já foi entregue?

As subestações de Presidente Médici, Alvorada do Oeste, Corumbiara e Nova Dimensão já estão prontas e em funcionamento. Também terminamos uma obra importante dentro da subestação da Eletronorte em Jaru. Até o fim do ano, serão entregues Chupinguaia, São Miguel, Seringueiras, São Francisco, São Domingos e Costa Marques. São obras grandes. Estamos fazendo um grande esforço para manter o ritmo das obras tomando todas as medidas de segurança obrigatórias em função da pandemia. 

O que mais será entregue esse ano?

Tem muita coisa. Além das novas subestações, estamos reformando e ampliando a capacidade das já existentes. Isso inclui aumentar a oferta e reforçar as linhas que levam a energia até a subestação e de lá para as casas e as indústrias. 

Vocês estão conseguindo manter o cronograma de obras apesar da pandemia? 

Sim. A distribuição de energia é um serviço essencial. Fizemos alguns ajustes nas equipes e aumentamos as medidas de segurança e higienização para manter a operação, os projetos e o cronograma de entrega. 

E existe demanda para tanta energia mesmo nesse cenário de pandemia e crise econômica?

Rondônia ficou anos sem investimento e tem uma demanda reprimida por energia muito alta. O aumento da oferta em Espigão do Oeste, por exemplo, ampliou em 1 MVA a energia consumida. É como se 4 mil casas populares tivessem decidido acender a luz. 

Mas a qualidade da energia vai melhorar?

Já melhorou e vai melhorar mais. A soma de todas as faltas de energia nos primeiros seis meses do ano, foi 30% menor que no mesmo período do ano passado, por exemplo. Agosto de 2020 foi o melhor mês de agosto dos últimos seis anos, lembrando que é sempre um período crítico devido ao aumento da demanda pelo calor, à seca. 

E as reclamações que ainda existem? 

O sistema elétrico é suscetível a interrupções ocasionais provocadas por chuvas, descargas elétricas e até mesmo acidentes de trânsito, mas nossos indicadores de reclamação também estão em queda desde 2019. Nos seis primeiros meses do ano, o número de reclamações ficou 40% abaixo do mesmo período do ano passado. 

Que outros procedimentos a Energisa realiza para evitar a falta de energia enquanto essas obras não são entregues?

Além das obras, que melhoram a qualidade e a oferta de energia, e da automação da rede, que agiliza os procedimentos de religação quando algum fator externo como um animal desliga o sistema, também estamos fazendo manutenções preventivas, podas de árvores e, em algumas localidades, colocando equipamentos temporários que aumentam a oferta de energia. 

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Com obras e capacitação, Energisa melhora indicadores de qualidade em Com obras e capacitação, Energisa melhora indicadores de qualidade em

Publicada em: 08/10/2020

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Rondônia

Com obras e capacitação, Energisa melhora indicadores de qualidade em RO

Os investimentos da Energisa em obras de melhorias e na capacitação das equipes de campo estão dando resultados. Em agosto, Rondônia registrou o menor índice de falta de energia dos últimos seis anos. Os clientes ficaram sem luz por apenas 2 horas, considerando todo o Estado. O mês costuma registrar um número elevado de ocorrências de falta de energia, em virtude de descargas atmosféricas, chuvas, ventos e queimadas. 

A qualidade da energia em Rondônia vem melhorando continuamente. Também em agosto, a quantidade média de interrupções, considerando cada unidade consumidora, foi de 21,89, em 12 meses. Em novembro de 2015, o mesmo indicador registrava uma média de 35,77 interrupções. A duração das ocorrências de falta de luz também caiu, no mesmo período, de 48,45 horas, no acumulado de 12 meses, para 44,07. 

“Rondônia vinha de um longo período de subinvestimento e não possuía registros abrangentes das ocorrências. Só em 2019, depois que assumimos a concessão, a empresa passou a contar com um Centro de Operações Integrado (COI), que enxerga toda a rede do estado e de forma mais eficiente”, afirma Carlos Alexandre Oliveira, gerente do Departamento de Operações da Energisa Rondônia. “Estamos trabalhando para melhorar a rede, a qualidade e nossos controles. Temos reuniões diárias de monitoramento e metas agressivas de melhoria dos indicadores.” 

Para melhorar a qualidade do serviço, a Energisa investe em obras e na capacitação dos colaboradores. “Fizemos um levantamento de grande parte dos cabos, transformadores e outros equipamentos que estavam obsoletos e estamos substituindo por novos. Adequamos a rede para distribuir a energia de acordo com a necessidade de cada região, considerando os critérios técnicos”, afirma Oliveira.

Desde que chegou a Rondônia, a Energisa já promoveu 200 mil horas de treinamento para seus colaboradores próprios e terceiros. Em média, cada um dos cerca de 4 mil profissionais que atuam para a empresa passou por mais de 50 horas de cursos.

Queimadas afetam fornecimento de energia 

Em agosto, Rondônia registrou 3.087 focos ativos de calor segundo dados coletados pelo satélite de referência do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A maior parte dos incêndios é provocada por pessoas. Alguns desses casos ocorreram próximo à rede elétrica, ocasionando três ocorrências de falta de energia em Cerejeiras, Cabixi, Alta Floresta e parte de Porto Velho. Mais de 30 mil clientes foram afetados. 

"As queimadas próximas à rede elétrica podem provocar o desligamento de energia. Mesmo sem atingir a rede, elas podem colocar em risco a distribuição de energia, já que não é necessário que as chamas encostem nos cabos para provocar curtos-circuitos nas linhas de energia, pois o calor das queimadas pode provocar o rompimento de cabos e danos aos equipamentos, prejudicando o fornecimento”, afirma Oliveira. 

Os focos de queimadas devem ser denunciados às secretarias municipais de meio ambiente do município e ao Corpo de Bombeiros. Se for próximo às redes elétricas, notifique também a Energisa Rondônia pelo telefone 0800 647 0120 (ligação gratuita).

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Trabalho e investimentos da Energisa em Rondônia são destaque em matér Trabalho e investimentos da Energisa em Rondônia são destaque em matér

Publicada em: 10/09/2020

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Rondônia

Trabalho e investimentos da Energisa em Rondônia são destaque em matéria do jornal Valor Econômico

Os investimentos da Energisa em Rondônia foram destaque em matéria publicada no jornal Valor Econômico, nesta quarta-feira 9. A publicação relatou os esforços da companhia para “destravar” o desenvolvimento do setor elétrico no Estado. “A concessionária de Rondônia é a que mais recebe investimentos do Grupo Energisa”, afirma a matéria, assinada pela jornalista Letícia Fucuchima.

Desde o ano passado, a Energisa investiu mais de 1 bilhão de reais na construção e reforma de subestações, na instalação de equipamentos de rede, entre outras iniciativas que, diz o Valor, já se refletem na melhora dos indicadores de qualidade da distribuidora.

André Theobald, presidente da Energisa Rondônia, chamou atenção para os benefícios que os investimentos geram para o agronegócio, principal atividade econômica do Estado. “Havia pouca rede de alta tensão para um Estado com vocação para o agronegócio, com resfriadores de leite, secadores de grãos e frigoríficos fora dos centros urbanos. Tínhamos esse desafio”, disse o executivo, em trecho da entrevista que foi destacado pela publicação.

O jornal também abordou o cenário político na região. “Mas, apesar dos aportes para melhorar a prestação dos serviços, os novos donos da extinta Ceron enfrentam resistência: há uma movimentação na assembleia estadual que pede a retirada da concessão da empresa”, escreveu a jornalista, em referência à CPI que foi instaurada no ano passado.

A jornalista também aborda a negociação para uma conciliação tributária de débitos da antiga Ceron com o governo do estado de Rondônia. Segundo a reportagem, a negociação começou na gestão anterior da concessão e, de acordo com o governo, abarca débitos questionados nas esferas administrativa e judicial de várias empresas.

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