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Energisa assina intenção de venda de parte dos ativos de transmissão Energisa assina intenção de venda de parte dos ativos de transmissão

Publicada em: 21/05/2026

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Grupo Energisa assina intenção de venda de parte dos seus ativos de transmissão

O Grupo Energisa assinou, nesta quinta-feira (21), termo de intenção de venda de cinco dos seus ativos de transmissão já em operação – Energisa Tocantins Transmissora 1 (ETT 1), Energisa Tocantins Transmissora 2 (ETT 2), Energisa Pará 1 (EPA 1), Energisa Pará (EPA 2) e Energisa Goiás (EGO) - pelo valor de R$ 2,3 bilhões para a Taesa. A transação integra a estratégia da Companhia de gestão de portfólio e reforça seu compromisso com a geração consistente de valor para os acionistas, ao mesmo tempo em que contribui para a redução do endividamento e melhora da estrutura de capital.

A operação permite cristalizar o valor intrínseco dos ativos de transmissão – maduros, bem construídos, estáveis e oriundos de um ciclo de investimentos bem-sucedido –, fortalecendo a estrutura de capital e ampliando a flexibilidade financeira para os próximos ciclos de crescimento”, destaca Maurício Botelho, CFO do Grupo Energisa. 

“Considerando a base da receita anual permitida (RAP) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para estes ativos, o múltiplo do valor pelo EBITDA foi de aproximadamente 10x, enquanto as ações da Energisa (ENGI11) estão negociadas em bolsa de valores em múltiplos próximos de 7x, reforçando a geração consistente de valor da operação”, completa.

O valor da operação, com data-base em 31/12/2025, será ajustado pela taxa de juros e por demais condições usuais para esse tipo de negociação. Considerando essa alienação de ativos, somada à venda de ações preferenciais da subsidiária Denerge, anunciada na divulgação dos resultados do primeiro trimestre, no montante de R$ 1,4 bilhão, a expectativa é de que o indicador de alavancagem dos covenants junto aos credores, isto é, a razão Dívida Líquida/Ebitda, seja reduzido de 3,5x para 3,2x.

O Banco BTG Pactual atuou como advisor exclusivo do Grupo Energisa para esta transação. Pelo lado da Taesa, o advisor foi o Bank of America Merrill Lynch.

A conclusão da venda está sujeita às aprovações aplicáveis a esse tipo de operação, incluindo a anuência da ANEEL e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

A Energisa seguirá atuando no segmento de transmissão por meio da operação dos ativos EAM 1, EPT, EAP, LMTE, LXTE e LTTE. Além disso, a companhia possui outros três ativos em construção: a fase 2 da Energisa Amazonas 1 (EAM-1), a Energisa Amazonas 2 (EAM-2) e a Energisa Maranhão (EMA), com entregas previstas entre agosto de 2027 e junho de 2030. Juntos, esses projetos somam uma Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 777 milhões.

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Grupo Energisa fecha 1T26 com alta de 6,6% no EBITDA Grupo Energisa fecha 1T26 com alta de 6,6% no EBITDA

Publicada em: 12/05/2026

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Grupo Energisa fecha 1T26 com alta de 6,6% no EBITDA

O Grupo Energisa encerrou o primeiro trimestre de 2026 demonstrando a resiliência de sua gestão, com foco na disciplina financeira, controle rigoroso de custos e investimentos em qualidade. O resultado trimestral reforça a capacidade da companhia de manter o crescimento operacional em variáveis gerenciáveis, mesmo diante de um cenário macroeconômico e geopolítico desafiador.

Nos primeiros três meses do ano, o EBITDA ajustado recorrente avançou 6,6% na comparação com igual período de 2025, totalizando R$ 1,981 bilhão. O resultado consistente se deve ao aumento de 7% na receita líquida e do crescimento de apenas 1,6% do PMSO, bem abaixo da inflação acumulada do período (4,14%), evidenciando a busca contínua de eficiência e gestão de custos gerenciáveis.

A Energisa investiu um total de R$ 1,6 bilhão no trimestre, avanço de 17% em relação ao mesmo período do ano anterior. Essa expansão foi puxada pelo segmento de distribuição, com aumento de 25,6% e foco no crescimento da capacidade instalada, permitindo a ampliação de novas cargas industriais e agroindustriais, principalmente em EMT, EMS e ESS. Esse crescimento também foi impulsionado pela assinatura antecipada dos contratos de renovação por mais 30 anos das concessões de EMT, EMS, ESE e EPB, oficializados no último dia 8.

Reforçando seu compromisso contínuo com a saúde financeira e com o rígido controle da alavancagem, o Grupo conta hoje com uma robusta posição de liquidez, mantendo cerca de R$ 15 bilhões em caixa, montante suficiente para cobrir quase três anos de vencimentos da dívida. Além disso, vem trocando vencimentos de curto prazo por opções mais longas e boas condições financeiras. Adicionalmente, em abril passado, a Energisa assinou um memorando de entendimento com Itaú para o aporte de até R$ 1,4 bilhão em ações preferenciais em uma de suas subsidiárias. 

Distribuição de energia elétrica

O EBITDA ajustado recorrente no segmento de distribuição de energia elétrica, principal negócio do Grupo Energisa, foi de R$ 1,7 bilhão no trimestre, crescimento de 7,3% na comparação com igual período do ano anterior. A receita líquida ajustada do segmento de distribuição, sem VNR e sem receita de construção, cresceu 6,7%, a R$ 7,9 bilhões.

Nos primeiros três meses do ano, o consumo de energia elétrica nas nove distribuidoras da Energisa cresceu 3,5% (mercado cativo+TUSD) em relação ao primeiro trimestre de 2025, somando 11.037 GWh. Já as perdas elétricas totais ficaram em 12,3%, queda de 0,11 p.p. em um ano. Sete distribuidoras operaram abaixo de seus limites regulatórios.

A Energisa liderou novamente o Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor (IASC), com destaque para a escolha da EPB como a Melhor Distribuidora de Energia do Brasil pela terceira vez consecutiva e com a ESE na vice-liderança. A EMS conquistou o primeiro lugar no Centro-Oeste e a ETO obteve o mesmo reconhecimento na região Norte pela quarta vez seguida. 

As nove distribuidoras do Grupo apresentaram boa performance dos indicadores operacionais, ficando abaixo dos limites regulatórios em Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC) e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (FEC). 

A taxa de arrecadação consolidada, que mede o percentual de contas pagas pelos clientes, alcançou 97,2% — melhor resultado da série histórica para um primeiro trimestre, impulsionado pelo uso de inteligência analítica nas cobranças e beneficiado pela isenção de tarifa para famílias de baixa renda por meio da MP 1.300/2025.

Transmissão

A Energisa Transmissão de Energia apresentou EBITDA regulatório de R$ 170 milhões. A alta de 6,7% na comparação com o primeiro trimestre de 2025 foi impulsionada principalmente pelo reajuste tarifário da Receita Anual Permitida de 5,32% referente ao ciclo 2025/2026 e pela entrada em operação de novos ativos. A margem do EBITDA regulatório foi de 87%, uma alta de 1,9 p.p. em um ano.[1] [MA2] 

Negócios de Gás

Mantendo a trajetória de expansão, o negócio de distribuição de gás natural do Grupo Energisa, que inclui a ES Gás e a Norgás (que detém participações minoritárias na Cegás, Algás, Potigás e Copergás), fechou o primeiro trimestre com EBITDA ajustado de R$ 97 milhões, dos quais R$ 58 milhões da ES Gás e R$ 39 milhões de equivalência patrimonial da Norgás, representando um incremento de 39% em um ano. 

Com uma rede combinada dos negócios em crescimento que já chega a 4 mil quilômetros e atende 360 mil clientes em cinco estados, a margem bruta registrou avanço expressivo de 19%, a R$ 230 milhões. 

A ES Gás, empresa controlada 100% pela Energisa, encerrou o período janeiro-março com volume total de gás natural distribuído de 164.661 mil m³, alta de 12,1% em um ano, impulsionada, principalmente, pela residencial (15%) e industrial (+14%). Essa expansão foi a principal contribuição para o avanço anual de 48,7% no EBITDA que totalizou R$ 58 milhões. Entre as alavancas de valor e oportunidades futuras para os negócios de gás da Energisa, vale destacar o lançamento, em 1º de abril, do Programa Mais Gás Alagoas, voltado à promoção do uso do gás natural e do biometano em múltiplos segmentos da economia. 

Biossoluções

Com investimentos de R$ 110 milhões, a unidade de produção de biometano da Agric em Campos Novos (SC) recebeu autorização para comercialização do produto em 31 de março. A planta transforma resíduos agroindustriais em energia renovável carbono zero e insumos agrícolas. 

(re)energisa

Com capacidade instalada de geração distribuída no primeiro trimestre totalizando 473 MWp de potência em 126 usinas solares fotovoltaicas, a (re)energisa registrou EBITDA de R$ 47 milhões, alta de 8,4% na comparação anual, refletindo a estratégia comercial e operacional orientada ao aumento da rentabilidade dos ativos. A base de clientes gerando receita se mantém como a maior da história na geração distribuída, com aumento de 25,4% em março de 2026 frente a igual mês de 2025. 

Voltz

Fintech do Grupo Energisa, segue gerando valor e absorvendo sinergias. A Voltz alcançou receitas totais de R$ 12 milhões no primeiro trimestre, alta de 54,5% em comparação com o mesmo período de 2025. Já as despesas com PMSO foram reduzidas em 13,2%. O resultado financeiro apresentou crescimento de 203%, impulsionado pela expansão de 271% na posição de caixa em relação a igual período do ano anterior.

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Energisa anuncia resultados do quarto trimestre de 2025 Energisa anuncia resultados do quarto trimestre de 2025

Publicada em: 13/03/2026

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Grupo Energisa encerra 4T25 com crescimento de 21,7% do EBITDA ajustado recorrente

O Grupo Energisa encerrou o quarto trimestre de 2025, com crescimento de 21,7% do EBITDA ajustado recorrente, na comparação com o mesmo período de 2024. No acumulado do ano, o indicador apresentou alta de 9,5%, chegando a R$ 8,2 bilhões. O bom desempenho do trimestre foi, em parte, justificado pela boa administração de custos operacionais consolidados (PMSO) que reduziram 6,1% no quarto trimestre de 2025 em relação ao igual período do ano anterior. 

Entre 2021 e 2025, o EBITDA Ajustado recorrente do Grupo Energisa cresceu em média aproximadamente 14% ao ano.   

Apesar do ambiente econômico desafiador, com taxa básica de juros em dois dígitos, o Lucro Líquido Ajustado Recorrente refletiu consistência no desempenho da Companhia, com crescimento expressivo de 151% no trimestre na comparação com o mesmo período de 2024, alcançando R$ 806 milhões. No acumulado de doze meses de 2025, a Energisa registrou lucro líquido ajustado recorrente de R$ 2 bilhões, alta de 9,5% se comparado com 2024. 

Os investimentos chegaram a R$ 6,6 bilhões, acima dos R$ 6,1 bilhões anunciados no início de 2025. Do total, mais de 88% foram alocados no segmento de distribuição de energia elétrica.

Distribuição de energia elétrica

O EBITDA Ajustado Recorrente de distribuição de energia elétrica, principal negócio do Grupo Energisa, registrou alta de 20% no quarto trimestre de 2025, em comparação com o mesmo período de 2024, e avanço de 9% no acumulado do ano, refletindo ganhos de eficiência, evolução de margens e melhor captura das receitas.

A receita líquida ajustada do segmento de distribuição cresceu 4%, a R$ 6,7 bilhões no quarto trimestre de 2025, devido ao aumento da receita de disponibilidade do sistema elétrico (TUSD) (+R$ 305,7 milhões), à receita de subvenções tarifárias (+R$ 318,5 milhões) e aos ativos/passivos setoriais (+R$ 444,9 milhões), que compensaram a redução da linha de suprimentos (-R$ 14,7 milhões) e a maior carga de encargos e impostos no trimestre.

Nos últimos três meses de 2025, o consumo de energia elétrica nas nove distribuidoras da Energisa cresceu 2,2% na comparação anual, somando 11.334 GWh. Na comparação entre os acumulados de 2024 e 2025, o crescimento foi de 1,4 %. O resultado refletiu, principalmente, o avanço das classes residenciais, industriais e rurais, impulsionado por novas cargas, ampliações relevantes e bom desempenho de segmentos industriais como alimentos e minerais, além da expansão de clientes nas regiões Norte e Nordeste. 

Seis das nove concessões apresentaram crescimento no consumo, sobretudo Mato Grosso (6,2%), Paraíba (5%) e Tocantins (+3,8%). No ano, o consumo total de energia atingiu 43.035 GWh, 1,4% a mais que no ano anterior, sustentado principalmente pela atividade industrial, aumento da renda e expansão imobiliária, com maior dinamismo nas concessões do Norte e do Nordeste. O número de consumidores cativos aumentou 2,4%, enquanto os consumidores livres tiveram uma expansão de 47,8%.

As perdas totais encerraram 2025 em 12,25%, redução de 0,07 p.p. em relação ao ano anterior e o menor patamar histórico em um fechamento anual do Grupo Energisa, situando-se abaixo do limite regulatório de 12,71%. O desempenho reforça a consistência da estratégia de combate às perdas, com execução disciplinada e foco em alocação eficiente de capital. 

Transmissão

A Energisa Transmissão de Energia apresentou, no quarto trimestre de 2025, EBITDA regulatório de R$ 151 milhões, alta de R$ 23,7 milhões na comparação com igual período de 2024, impulsionado principalmente pela receita operacional líquida, que atingiu R$ 194,3 milhões, reflexo do reajuste tarifário da RAP do ciclo 2025/2026 e da entrada em operação de novos ativos. No ano, o EBITDA regulatório foi de R$ 629,2 milhões (+17,1%). Além disso, a empresa permanece demonstrando eficiência na gestão de custos, com redução de 27% no PMSO no ano na comparação com 2024, beneficiada pela internalização de atividades de operação e manutenção.

Negócios de Gás

O negócio de distribuição de gás natural do Grupo Energisa encerrou 2025 com uma rede de distribuição ampliada em mais de 7%, alcançando 358 mil clientes em cinco estados, o que representa crescimento superior a 11% em relação a 2024. 

·       ES Gás

Com uma evolução consistente tanto nos indicadores econômico-financeiros quanto nos operacionais, o EBITDA da ES Gás atingiu R$ 219 milhões no ano, representando crescimento de 17% em relação a 2024. A margem bruta, desconsiderando os efeitos do preço de gás de ultrapassagem (PGU), também apresentou efeito positivo, com um aumento de 95,6% no quarto trimestre, totalizando R$ 94,9 milhões. No ano, a margem bruta foi de R$ 284,3 milhões, alta de 13,9% em relação ao ano anterior.

O segundo semestre foi marcado por forte aceleração dos investimentos na construção de rede e ligação de novos clientes. No ano, a ES Gás registrou o maior volume de CAPEX de sua história, somando R$ 120 milhões investidos, crescimento de 29% na comparação com 2024. Desde a privatização em 2023, o Grupo Energisa já implantou equivalente a 50% da rede total da concessão construída nos últimos 20 anos, chegando aos atuais 658km.

A empresa encerrou o quarto trimestre de 2025 com um total de 91.222 unidades consumidoras (+7,6%) e volume total de gás natural distribuído de 261.380 mil m³, crescimento de 30,8% em relação a igual período do ano anterior. A evolução no segmento termoelétrico foi de 131,5%; de 13,3% no comercial; residencial 12,6% e de 9,2% no industrial. 

·       Norgás

O desempenho das distribuidoras de gás natural da Norgás (Cegás, Algás, Potigás e Copergás) no quarto trimestre de 2025 foi marcado pelo aumento da margem bruta (+2,7%), impulsionado pela redução nos custos de aquisição do gás. No ano, a margem bruta cresceu 7,2%. A receita líquida apresentou retração de 7,6% no período, refletindo a queda de volumes, especialmente nos segmentos industrial e automotivo (GNV). 

A Norgás realizou pagamentos líquidos de R$ 218 milhões a título de dividendos e juros sobre capital próprio (JSCP), sendo R$ 48 milhões no exercício de 2024 e R$ 170 milhões no de 2025, alta expressiva de 256% ano contra ano, já como reflexo da atuação ativa da Energisa junto aos sócios e gestão das distribuidoras com intuito de apoiar na transformação destas empresas. 

·       Biossoluções

Como forma de acelerar a nossa estratégia de reforço de presença no segmento de biometano, adquirimos o que se tornará, em 2028, a nossa segunda planta de tratamento de resíduos e produção do biogás e biofertilizante. Com investimento previsto de R$ 100 milhões, a unidade localizada no Paraná terá capacidade para produzir cerca de 28 mil m³ de biometano por dia. 

Ainda no primeiro trimestre de 2026, a unidade de produção de biometano da Agric entrará em produção comercial, nosso primeiro empreendimento  e a maior usina de produção do combustível do estado de Santa Catarina. Em fevereiro, foi lançado o E-bio Solum, o biofertilizante de base orgânica. Produzido nas duas unidades do grupo, o produto materializa a integração entre energia e agronegócio, reforçando a atuação da Energisa em soluções sustentáveis para o setor, especialmente importante neste momento em que segurança no abastecimento de fertilizantes se torna muito relevante para o país.  

(re)energisa

Como resultado do plano de recuperação de resultado e de reposicionamento estratégico da (re)energisa, com foco em rentabilidade e disciplina, a plataforma encerrou o último trimestre de 2025 com aumento de 13,4% na receita, impulsionado principalmente pela comercializadora de energia (+R$ 97,2 milhões). No ano, o crescimento foi de 29,2% na comparação com 2024, também com destaque para a comercializadora, que respondeu por R$ 616 milhões.

O EBITDA ficou em R$ 60,7 milhões no último trimestre de 2025, crescimento de 9,2% em relação a igual período do ano anterior, e em R$ 109,6 milhões no ano, alta de 217,6%.

A unidade de negócio de geração distribuída apresentou receita líquida de R$ 114,4 milhões no quarto trimestre, redução de 1,6% na comparação anual, impactada por receita não recorrente no ano anterior. Frente ao trimestre anterior, o negócio apresentou crescimento de 36,8%, desempenho que reflete o plano de expansão de vendas e a eficácia da estratégia comercial.

Ainda no negócio de geração distribuída, a (re)energisa chegou a 125 usinas solares com 469 MWp de potência instalada e com uma consistente sequência de 11 meses de adição liquida na base de clientes. . O churn médio mensal recuou 1,3 p.p. e a inadimplência 0,95 p.p., equivalente a 30% e 25% respectivamente em relação ao ano anterior. As vendas cresceram 128% no quarto trimestre de 2025 frente a igual período de 2024. 

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Grupo Energisa anuncia investimentos de R$ 7 bilhões em 2026 Grupo Energisa anuncia investimentos de R$ 7 bilhões em 2026

Publicada em: 19/02/2026

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Grupo Energisa anuncia investimentos de R$ 7 bilhões em 2026, reforçando compromisso com modernização da rede elétrica e inovação em soluções energéticas

O Grupo Energisa anunciou nesta quarta-feira, (19/02), investimento de R$ 7 bilhões para 2026, reforçando sua estratégia de crescimento sustentável, modernização da infraestrutura e ampliação do acesso à energia de qualidade no Brasil. A perspectiva de assinatura antecipada dos contratos de renovação de concessão de quatro distribuidoras de energia elétrica do Grupo – nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Sergipe e Paraíba – contribuiu positivamente para a expansão do aporte em 2026, em comparação com 2025.  

Do total previsto no planejamento de aportes, cerca de R$ 6,5 bilhões, equivalentes a 92% do CAPEX, serão direcionados às distribuidoras de energia elétrica do Grupo. Os investimentos, conforme estipulado pelas novas diretrizes que regem as concessões, terão como foco a modernização da rede elétrica, resultando em maior qualidade e segurança no fornecimento ao cliente.  

Uma parcela expressiva dos investimentos da distribuição (37%) será destinada à realização de novas ligações, ampliando o acesso à energia e gerando impacto direto no desenvolvimento regional e na inclusão social das comunidades em que o Grupo atua. 

O plano de investimentos contempla, ainda, aportes estratégicos em transmissão de energia, com previsão de R$ 180,3 milhões destinados ao fortalecimento da confiabilidade do suprimento na região metropolitana de Manaus, no Amazonas, além da implantação de nova linha de transmissão no Maranhão, empreendimento arrematado no leilão de 2024. 

No segmento de soluções energéticas, a (re)energisa seguirá em expansão, com investimentos previstos de R$ 109 milhões, o que impulsionará o crescimento do negócio de geração distribuída. Atualmente, a marca conta com 125 usinas fotovoltaicas e 467 MWp de capacidade instalada, e mantém atuação em geração, comercialização de energia no mercado livre e serviços de valor agregado. 

Negócios de gás 

A previsão de investimentos para os negócios de gás, vetores de crescimento e de diversificação do portfólio do Grupo Energisa é de R$ 373,3 milhões em 2026. A ES Gás, distribuidora de gás natural do Espírito Santo, adquirida em 2023, deverá receber um aporte de R$ 132,2 milhões, conforme o plano quinquenal divulgado em 2025. Já as quatro distribuidoras de gás do Nordeste (Algás, Copergás, Potigás e Cegás), nas quais o Grupo Energisa detém participação minoritária, receberão investimentos de R$ 197 milhões. 

No segmento de biossoluções, a Lurean, adquirida em 2025, receberá investimento de R$ 42 milhões no projeto que permitirá a produção de 28 mil m³/dia de biometano e biofertilizantes. Ainda no primeiro trimestre de 2026, será inaugurada a primeira usina de biometano do Grupo, por meio da Agric, localizada em Campos Novos (SC), com previsão de produção de 25 mil m³/dia.  

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