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Grupo Energisa publica Relatório Anual de Sustentabilidade de 2023 Grupo Energisa publica Relatório Anual de Sustentabilidade de 2023

Publicada em: 28/05/2024

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Brasil

Grupo Energisa publica Relatório Anual de Sustentabilidade de 2023

O Grupo Energisa, reiterando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, acaba de lançar o seu Relatório Anual de Sustentabilidade, que oferece um detalhamento público dos projetos e resultados alcançados em 2023. O documento apresenta a forma como o Grupo realiza negócios de longo prazo e atua para gerar resultados que atendam aos anseios dos seus principais públicos de relacionamento e à necessidade urgente de preservação do planeta.

O Relatório de Sustentabilidade de 2023 do Grupo Energisa foi elaborado com base nas diretrizes do Global Reporting Initiative (GRI), que orientam a publicação de relatórios de maneira estruturada e transparente, focados na gestão de temas ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG, na sigla em inglês: environmental, social and governance). A asseguração de todas as informações contidas no relatório ficou sob a responsabilidade da SGS do Brasil.

Investimento crescente

Um dos pontos de destaque do relatório refere-se ao crescimento de 41% nos investimentos direcionados a ações socioculturais, quando comparados os anos de 2021 e 2023. Iniciativas realizadas no ano passado receberam cerca de R$ 54 milhões em recursos e impactaram 426 mil pessoas.

Por meio do Programa Energisa Cultural, o Grupo Energisa fomentou iniciativas que beneficiaram mais de 180 mil pessoas. No total, R$ 18 milhões do total investido foram direcionados a 42 projetos, como, por exemplo, o festival de Cururu e Siriri, no Mato Grosso, que reuniu 18 grupos folclóricos do Estado em uma festa de valorização das manifestações populares, projetando-as como protagonistas da identidade local.

Outra inciativa apoiada pela Energisa foi a Feira Literária em Campina Grande, na Paraíba, que reuniu cerca de 4,9 mil pessoas em atividades culturais e de literatura, envolvendo dez escolas das redes estadual e municipal e beneficiando mais de mil alunos.

Inovação & tecnologia

O Relatório de Sustentabilidade de 2023 do Grupo Energisa pontua um conjunto de ações para garantir a longevidade do negócio, apostando cada vez mais na inovação como impulsionadora do desenvolvimento.

Uma das iniciativas nessa área é o E-nova, uma plataforma colaborativa interna de desenvolvimento de projetos para estimular o empreendedorismo e a criatividade dentro da empresa. Alinhada às estratégias do Grupo, o programa foi reformulado no último ano, diminuindo etapas e implementando novos tipos de processo de desenvolvimento de produtos.

Para que toda essa engrenagem se movimente, há um Comitê de Inovação que delibera sobre quais iniciativas devem receber apoio. O portfólio de projetos é acompanhado periodicamente para monitorar se os resultados atendem às expectativas. Já são mais de 300 projetos aprovados, com um investimento médio de R$ 125 milhões por ano, envolvendo uma rede de parcerias com 540 startups e centros de pesquisa.

Educação e eficiência energética

Com o Programa Nossa Energia, o Grupo atua em duas frentes: na promoção de oportunidades, por meio de qualificação profissional e empregabilidade; e na ampliação da compreensão das comunidades sobre o consumo seguro e eficiente de energia. Contando com 14 Unidades Móveis Educacionais, equipadas com recursos interativos, o programa oferece uma experiência de aprendizado lúdico e digital para alunos de escolas da rede pública e moradores das comunidades, incentivando mudanças comportamentais positivas.

Só no ano passado, foram visitados 458 municípios, atendidas 640 escolas, e mais de 73 mil alunos foram impactados pelo conteúdo educativo das unidades móveis.

Outra iniciativa do programa são os Espaços Energia. Projetados para oferecer uma experiência educativa imersiva, esses ambientes são dedicados à educação e conscientização sobre fontes geradoras de energia elétrica, eficiência energética e desenvolvimento sustentável. Os espaços estão localizados em João Pessoa (PB), Aracaju (SE) e Campo Grande (MS), recebendo escolas públicas e privadas do ensino fundamental e médio, abordando conceitos de combate ao desperdício de energia elétrica, energias renováveis, mudanças climáticas e preservação do meio ambiente

Fomento ao empreendedorismo e à empregabilidade

Por meio de parcerias, o Grupo Energisa atua na implantação de iniciativas voltadas para a educação e geração de renda. O projeto Rio Pomba Valley busca fomentar um ecossistema de tecnologia e inovação na Zona da Mata de Minas Gerais, berço da Companhia. O projeto, lançado oficialmente em 2022, também tem como propósito formar capital humano especializado em programação e atrair empresas de base tecnológica para região. Em 2023, o projeto abriu um segundo ciclo da qualificação profissional, com mais 40 vagas para desenvolvedores fullstack, atraindo cerca de mil pessoas.

O Grupo Energisa também é um dos apoiadores fundadores do Estímulo, o maior fundo de impacto do Brasil. A iniciativa fornece soluções personalizadas a pequenos negócios, incluindo financiamento simplificado, capacitação e acesso a uma rede de conexões, visando fomentar o desenvolvimento econômico. No total, mais de R$ 60 milhões foram arrecadados pelo Fundo e, em 2023, o apoio financeiro ultrapassou os R$ 180 milhões.

Apoio ao Esporte Nacional

O Grupo Energisa também valoriza o apoio ao esporte, patrocinando iniciativas que abrangem desde a formação de futuros campeões até o apoio a atletas de alto rendimento. Em 2023, as atletas bicampeãs olímpicas da vela na classe 49erFX, Martine Grael e Kahena Kunze, foram patrocinadas pela Companhia. As atletas de alto rendimento disputarão os Jogos Olímpicos Paris 2024. Em Búzios (RJ), outra dupla da vela apoiada pela Energisa, Joana Gonçalves e Gabriela Vassel, venceu o Campeonato Mundial da Juventude na classe 420 feminina.

Novos negócios

Biometano

O Relatório de Sustentabilidade traz ainda um rol de informações sobre a produção do biometano. Em 2023, o Grupo comprou a Agric, empresa especializada em compostagem de resíduos orgânicos industriais e na produção de biofertilizantes. O plano é transformar a usina, localizada em Santa Catarina, na maior produtora de biometano e biofertilizantes do estado, entregando para o mercado, dentre outros produtos, um gás natural renovável, com aplicações diversas que vão desde a mistura com o gás convencional até a geração de hidrogênio.

ES Gás

Entre as realizações de 2023, destaca-se também a aquisição da ES Gás, concessionária líder nos serviços de canalização e distribuição de gás no Espírito Santo, marcando a entrada do Grupo no setor de gás natural.

Entendido como um combustível que irá contribuir para a transição energética no Brasil e no mundo, impactando positivamente na redução de emissões de carbono (e na consequente melhora da qualidade do ar), o gás natural tem enorme potencial de crescimento em todos os segmentos de consumo (residencial, comercial, industrial, automotivo, climatização), não só no Espírito Santo, mas também em outros estados.

Você pode baixar o Relatório Anual de Sustentabilidade do Grupo Energisa de 2023 aqui. Boa leitura!

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A revolução do Polo Audiovisual da Zona da Mata A revolução do Polo Audiovisual da Zona da Mata

Publicada em: 27/05/2024

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Minas Gerais

A revolução do Polo Audiovisual da Zona da Mata

Se eu te contar que um dos filmes mais assistidos da Netflix brasileira foi produzido em Cataguases (MG), e que todas as principais plataformas de streaming também exibem filmes realizados no Polo Audiovisual da Zona da Mata (Apolo), você se surpreenderia?

Trata-se do resultado de um trabalho de mais de duas décadas, com um longo investimento contínuo e muito trabalho dos organizadores do projeto. Cesar Piva, presidente da Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual, conversou com o Energisa Juntos para contar um pouco dessa rica história.

Tudo começou em 2002, quando a Fundação Ormeo Junqueira Botelho inaugurou o Centro Cultural Humberto Mauro (CCHM) em Cataguases, homenageando o diretor seminal para o cinema e a cultura brasileiras. Com o impulso desse espaço de encontro e celebração do cinema, surge a Fábrica do Futuro, um local de produção e formação nas áreas da cinematografia.

O futuro chegou rápido. Em 2010, filmes de grande projeção começaram a ser rodados na Zona da Mata. A primeira grande produção do Polo foi o sucesso Meu pé de laranja lima (dir. Marcos Bernstein, 2012), baseado no clássico da literatura brasileira de José Mauro Vasconcelos. Desde então, o Polo tem atraído grandes produtoras, impactando a economia criativa da cidade e formando uma geração de profissionais ligados ao audiovisual.

Para se ter uma ideia do tamanho, até 2019 foram 30 grandes produções de cinema e TV, sendo 2 séries e 28 longas. Isso fora os curtas-metragens que foram feitos pelo edital regional Usina Criativa de Cinema, uma espécie de incubadora de projetos criada em 2016 quee funciona com patrocínio da Energisa e apoio cultural do Instituto Energisa. Os selecionados no edital passam por mentorias em várias áreas, do roteiro à fotografia, os diretores trabalham seus filmes por 3 meses e depois vão filmar. Todas essas realizações passam no Festival Ver e Fazer Filmes”, disse Cesar Piva.

A produção cinematográfica na região gera muitos benefícios na economia da região, já que grande parte da equipe de cinema e TV é contratada localmente. Até 2020, mais de R$ 120 milhões circularam na Zona da Mata graças ao Polo Audiovisual.

Um dos mais recentes êxitos de bilheteria é o longa Predestinado – Arigó e o espírito do Doutor Fritz, que entrou recentemente para o top 10 da Netflix. O filme, que conta com a direção de Gustavo Fernandéz e o patrocínio da Energisa, tem um elenco recheado de estrelas, como Danton Mello e Juliana Paes. O longa traz a história do médium Arigó, que recebia o espírito do doutor Fritz para realizar cirurgias espirituais. Lançado em 2022 em mais de 600 salas de cinema do país, o filme atingiu um enorme público nos cinemas e hoje alcança sucesso no streaming.

Outro filme produzido no Polo e que merece destaque é o longa As órfãs da rainha, de Elza Cataldo. Vencedor de prêmios internacionais como o de melhor filme histórico da 14ª edição do Toronto International Women Film Festival, a produção aborda temas fundamentais para pensarmos o Brasil e a vida das mulheres durante os anos da colonização. Na história, três irmãs, criadas sob proteção da Rainha de Portugal, são forçadas a viajar para o Brasil Colônia para se casar, formar família e ocupar o novo território, enfrentando dilemas e frustrações.

Nesses 10 anos de formação prática, com a população local trabalhando com os melhores do país, uma nova geração de profissionais e realizadores do cinema vem surgindo e buscando seu espaço. Por isso é tão importante o edital da Usina Criativa e o Festival Ver e Fazer Filmes”, completou Piva.

Festival Ver e Fazer Filmes e Animaparque

Este ano, o Festival Ver e Fazer Filmes acontece de 1 a 6 de julho, em edição especial dedicada à animação, celebrando a inauguração do Animaparque, o maior estúdio-escola para produção audiovisual de animação na América do Sul. Esse novo espaço de 10.000 m² conta com auditório multiuso, laboratórios de trilha sonora, estúdios de gravação, ateliês de cenografia e figurino, além de bases e salas para produção e direção. O fomento ao Festival também é da Energisa, já que o Ver e Fazer é parte do portifólio do Programa Energisa Cultural.

Com um patrocínio de R$ 2 milhões do Grupo Energisa, o Animaparque é gerido pela Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual da Zona da Mata, que também recebe apoio do Grupo em parceria com projeto Rio Pomba Valley, um hub de educação digital e empreendedorismo.

O estúdio-escola do Animaparque funciona em parceria com a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). Desde setembro de 2022, o curso de tecnólogo em cinema de animação está a pleno vapor, com 72 alunos e 3 turmas em formação. Só este ano, 2 filmes serão feitos no Parque, com um orçamento total de R$ 7 milhões, através da lei Paulo Gustavo. O Animaparque também é um espaço para toda a cidade, com áreas abertas à visitação e abriga eventos de outras artes além do audiovisual, como teatro, dança e artes visuais.

Com todas essas novidades, não é de se espantar que o Festival Ver e Fazer Filmes esteja este ano voltado para a animação. Oito curtas produzidos no Animaparque no ano passado vão estrear no festival, além de várias outras produções nacionais e internacionais. Um júri formado por 500 crianças de 8 a 12 anos assistirá aos filmes e participará de conversas para então votar na premiação com o troféu do festival em diversas categorias.

Os longas também vão marcar presença no festival. À noite, acontecem as Sessões Energisa, quando serão exibidos, em pré-estreia, 4 filmes produzidos no Polo. Assim, a população local e os trabalhadores da indústria do cinema poderão ver em primeira mão as produções ali realizadas, antes de seguirem carreira em salas comerciais e serviços destreaming.

É muito importante a circulação desses filmes produzidos aqui no Polo, sejam os curtas ou as grandes produções. Por isso é fundamental a distribuição e a capilarização via festivais, salas de cinema, streaming e nas escolas. Um exemplo é o filme O menino do espelho do Guilherme Fiuza, que passou em cineclubes de 10 cidades da região da Zona da Mata e foi assistido por 25 mil crianças e adolescentes, mais do que o público total das salas de cinema por onde passou. Aqui nós realizamos filmes e trabalhamos para que eles cheguem ao espectador, com a ajuda de diversos parceiros, como a Energisa. Estamos retomando os cineclubes, que acabaram devido à pandemia, e eu acredito muito nessa forma de difusão”, completou Piva.

Para você chegar mais perto e se tornar mais um espectador dessa enorme gama de produções de excelência do cinema brasileiro, nós separamos aqui uma lista de filmes produzidos no Polo Audiovisual da Zona da Mata que estão disponíveis em diversas plataformas de streaming. Confira:

  • Curtas-metragens
    Todos os 22 curtas produzidos através do edital da Usina Criativa de Cinema estão disponíveis gratuitamente no canal do projeto no Youtube.
  • Predestinado: Arigó e o espírito do Dr. Fritz (2022)
    Na década de 1950, um brasileiro comum desafia as autoridades e realiza cirurgias com o auxílio do espírito de um médico alemão da Primeira Guerra Mundial.
    Direção: Gustavo Fernández
    Estrelando: Danton Mello, Juliana Paes, Marcos Caruso
    Onde assistir: Netflix
  • Meu pé de laranja lima (2012)
    Zezé aprende a usar sua imaginação fértil, sua habilidade de contar histórias e uma árvore de frutas para sobreviver em um ambiente violento.
    Direção: Marcos Bernstein
    Estrelando: José de Abreu, João Guilherme, Caco Ciocler.
    Onde assistir: Netflix
  • O menino no espelho (2014)
    Um garoto criativo e travesso é castigado pelos pais, mas sua imagem no espelho ganha vida e continua aprontando. Até quando vai durar essa brincadeira?
    Direção: Guilherme Fiuza
    Estrelando: Lino Facioli, Regiane Alves, Ricardo Blat
    Onde assistir: Netflix
  • Derrapada (2017)
    Aos 17 anos, Samuca descobre que engravidou sua namorada. Agora, se sente pressionado por ter cometido a mesma derrapada que sua mãe, que também teve filho jovem.
    Direção: Pedro Amorim
    Estrelando: Matheus Costa, Nanda Costa, Augusto Madeira
    Onde assistir: Telecine Play, YouTube Movies
  • Maria do Caritó (2019)
    Tudo o que Maria do Caritó mais deseja é encontrar um amor para chamar de seu. Prometida pelo pai ao São Djalminha, um santo que ninguém nunca ouviu falar, ela pede aos céus por uma intervenção divina.
    Direção: João Paulo Jabur
    Estrelando: Lilia Cabral, Leopoldo Pacheco
    Onde assistir: Prime Video, YouTube Movies
  • Dentro da Caixinha (2016)
    Arthur, Laura e João são três irmãos que vão passar as férias da casa da avó. Munidos de celulares e videogames, eles veem seus planos de se divertirem com as tecnologias irem por água abaixo.
    Direção: Guilherme Reis
    Estrelando: Leônidas José, Manoela Domingos, Cauã Carvalho
    Onde assistir: Prime Video
  • Correndo Atrás (2019)
    Ventania, um trabalhador que faz de tudo para conseguir pagar as contas, se tornar um caça-talentos de futebol. É aí que ele conhece um deficiente físico, que apesar das dificuldades, tem muito talento.
    Direção: Jeferson De
    Estrelando: Aílton Graça, Hélio de la Peña, Juliana Alves, Lellê , Lázaro Ramos
    Onde assistir: Telecine Play, YouTube Movies
  • Introdução à música de sangue (2017)
    No interior do Brasil, entre o mundo arcaico e o contemporâneo, uma família vive suas angústias em uma atmosfera de desejo e repressão.
    Direção: Luiz Carlos Lacerda
    Estrelando: Ney Latorraca, Bete Mendes, Greta Antoine, Armando Babaioff
    Onde assistir: Claro TV+
  • Castelo de terra (2020)
    Em 2012, a diretora francesa Oriane Descout abandonou sua vida de classe média na Europa para encontrar seu destino a 9.000 km de distância. Ao longo de uma jornada de 7 anos, registrou os desafios enfrentados e descobriu um novo estilo de vida: rural, coletivo, autogerido, anticapitalista, sustentável e ecológico. No Brasil, conheceu seu companheiro e realizou seu maior sonho – um utópico “Castelo de Terra”.
    Direção: Oriane Descout
    Onde assistir: YouTube Movies
  • Humberto Mauro, cinema é cachoeira (2016).
    No streaming da Empresa Mineira de Comunicações, o EMCPlay, temos disponíveis vários filmes do renomado cineasta Humberto Mauro, além do documentário dirigido por seu sobrinho-neto, André Di Mauro.
    Onde assistir: EMCPlay
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A flor da eficiência energética no Parque das Nações Indígenas A flor da eficiência energética no Parque das Nações Indígenas

Publicada em: 22/05/2024

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 Sustentabilidade

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Mato Grosso do Sul

A flor da eficiência energética no Parque das Nações Indígenas

O Parque das Nações Indígenas (PNI), localizado no bairro do Prosas, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, é uma das joias da cidade. Com mais de 1 milhão de metros quadrados, o parque é um espaço vital para o lazer e o turismo na cidade, oferecendo uma variedade de atividades recreativas e culturais para moradores e visitantes. Com uma enorme área verde, incluindo áreas de mata nativa e um lago central, o PNI abriga museus e celebra a força e a diversidade dos povos originários.

Além de toda essa importância e todas essas atrações, o parque ganhou uma nova estrela. Desde o dia 30 de abril, quem passeia pelo PNI pode encontrar a Flor Solar, um monumento de design, beleza, arquitetura e engenharia em nome da eficiência energética no centro oeste do Brasil. Essa iniciativa, aliando preservação ambiental e inovação tecnológica, tem o patrocínio da Energisa, que investiu R$ 600 mil no projeto, como parte do Programa de Eficiência Energética da ANEEL.

Quem “plantou a semente da flor” foi a Agems, Agência de Regulação de Serviços Públicos do MS. A ideia foi prontamente abraçada pela Energisa que, em parceria com o Governo do Estado e a Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, tornou o projeto possível.

A Flor Solar tem 5 metros de diâmetro e 12 enormes pétalas de placas solares. Com painéis fotovoltaicos estrategicamente integrados à sua estrutura, ela simula o movimento de heliotropismo de um girassol, virando-se para buscar sempre a melhor incidência do sol, abrindo-se durante o dia e fechando-se à noite. Sua forma única e elegante harmoniza-se perfeitamente com o ambiente natural do parque. No entanto, o que a torna ainda mais especial é seu sistema de captação e aproveitamento de energia solar.

A otimização de geração de eletricidade faz com que o equipamento produza até 40% mais energia do que um sistema de energia solar convencional. Essa eletricidade é utilizada para alimentar a iluminação interna e externa da estrutura, bem como para outras necessidades funcionais, como carregar tablets e celulares de quem frequenta o Parque das Nações. Esses pontos de recarga funcionam mesmo à noite, quando a Flor está fechada.

Estação de carregamento ao lado da Flor Solar

O engenheiro especialista em eficiência energética Emerson Nantes, que liderou a equipe da Energisa responsável pelo projeto, é um dos maiores entusiastas da Flor Solar. O Espaço Energia, que desde 2015 promove ações educativas sobre eficiência energética com escolas públicas e privadas, agora passará a levar estudantes ao Parque das Nações e à Flor Solar, ampliando ainda mais uma iniciativa que já recebeu mais de 60 mil pessoas ao longo de quase 10 anos.

A Flor Solar surgiu como um projeto dentro do Espaço Energia, que funciona aqui em Campo Grande. Mas a Flor precisava de um local especial para ela. Junto com o governo, decidimos pelo Parque, que é um cartão-postal da cidade. A Flor produz 400 kWh mensalmente, o que seria suficiente para abastecer 2 casas, de acordo com a média de consumo do nosso estado. Ela ainda acumula carga em um banco de baterias, que alimenta todo o entorno durante a noite. Por fim, ela conta com um mecanismo de proteção especial: quando os ventos estão fortes, ela fecha as pétalas para se proteger, o que garante longevidade para a estrutura”, contou Emerson Nantes.

Vivian Breier é arquiteta e trabalha há 8 anos como parceira da Energisa em projetos realizado pelo departamento de Eficiência Energética. Foi ela a responsável pelo desenho do projeto da Flor Solar, em Campo Grande. O local foi escolhido por ser próximo ao lago, um ponto de observação do belíssimo pôr do sol. Por já ser um espaço aberto, não foi necessária a remoção nem poda de nenhuma árvore para o plantio da Flor. Todo paisagismo foi pensado com a fauna nativa da região e o jardim que rodeia a Flor é repleto de cambarás, uma flor conhecida por atrair borboletas, o que deixa o ambiente ainda mais vívido. A base de concreto, em forma de banco circular, eleva a Flor Solar e a deixa livre para se movimentar na busca pelo sol.

Pensamos no entorno da Flor Solar como um espaço acolhedor, para dar a real noção de que ela está viva dentro do Parque. As pedras portuguesas fazem o desenho de pétalas ao redor do monumento, mas muita gente vê velas ou pessoas de mãos dadas. Os quiosques em volta, com bancos curvos e mesinhas, são um convite para o pessoal tomar um tereré e contemplar a natureza. Todos eles têm pontos de energia alimentados pela energia solar. Acho a Flor um exemplo de possibilidade de energia limpa e eficiente, para pensarmos em um futuro melhor”, contou Vivian Breiner.

Público curtindo uma tarde no Parque, próximo à Flor Solar

A eficiência energética da Flor de Sol não apenas reduz seu impacto ambiental, mas também serve como um dispositivo educacional, um exemplo inspirador de como a arquitetura pode ser projetada de maneira sustentável. Além disso, a inauguração da Flor Solar no Parque das Nações Indígenas destaca o compromisso do Grupo Energisa e da cidade de Campo Grande com a preservação ambiental e o desenvolvimento tecnológico.

Esse projeto é um marco dentro da inovação que a Agems vem trabalhando, focando na melhoria e na eficiência dos serviços, e na educação para o desenvolvimento sustentável de Mato Grosso do Sul. A Flor Solar une turismo com sustentabilidade e consciência ambiental para as pessoas sobre o uso da energia limpa. Estamos muito felizes com mais essa conquista e tenho certeza de que vai ser um sucesso”, diz o presidente da Agems, Carlos Alberto de Assis.

Essa iniciativa não só contribui para a conscientização sobre a importância da energia limpa e renovável, mas também demonstra como é possível integrar soluções sustentáveis em espaços públicos, promovendo um futuro mais verde e resiliente. A Energisa Mato Grosso do Sul já investiu, até 2023, mais de R$ 4,13 bilhões principalmente na melhoria da qualidade e no atendimento de novos negócios que crescem ou chegam ao estado.

Completamos 10 anos de Energisa em Mato Grosso do Sul agora no mês de abril. São 10 anos de intensas transformações e contribuições com o desenvolvimento do estado. Para simbolizar esses 10 anos, estamos entregando a Flor Solar no Parque da Nações, um parque que representa um presente para todos os municípios”, disse o diretor-presidente da Energisa Mato Grosso do Sul, Marcelo Vinhaes.

Marcelo Vinhaes, diretor-presidente da Energisa MS, na inauguração da Flor Solar
Marcelo Vinhaes, diretor-presidente da Energisa MS, na inauguração da Flor Solar
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300 mil árvores para refrescar Cuiabá 300 mil árvores para refrescar Cuiabá

Publicada em: 15/05/2024

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 Sustentabilidade

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Mato Grosso

300 mil árvores para refrescar Cuiabá

Cuiabá, capital do Mato Grosso, ainda é carinhosamente chamada de Cidade Verde. O apelido, que vem da vegetação abundante da região, tem perdido espaço para o cimento e o crescimento urbano. Mas o projeto Verde Novo quer resgatar as raízes da cidade, trazendo de volta o verde para parques, calçadas, escolas e avenidas.

Em 2017, o Juizado Volante Ambiental, uma das únicas varas especializadas em matéria ambiental do país, lançou a iniciativa pioneira, junto com a ONG Ação Verde. Visando a preservação ambiental, o embelezamento urbano e a conscientização da população, o projeto realizava o plantio, a doação de mudas e atividades educativas para a população. Hoje, o projeto já virou um programa oficial abraçado pelo Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJMT), com abrangência em Cuiabá e Várzea Grande, mas podendo ser expandido para qualquer cidade mediante solicitação das autoridades locais.

O Grupo Energisa é parceiro, apoiando o projeto desde 2019 e reafirmando o seu compromisso com a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente. Uma ação que não cessou nem mesmo durante a pandemia, seguindo sem ações coletivas, mas com uma distribuição de porta em porta de mais de 5.000 mudas só em 2020.

Entrega de uma muda de árvore

A Energisa é uma parceira fundamental do projeto. Não contamos com verba direta, não há custo direto nem para o TJ nem para o município. Trabalhamos com voluntários e com parceiros que doam mudas ou serviços. A Energisa chegou com muito conhecimento, ajudando também na parte educativa e de conscientização dentro das comunidades e das escolas”, conta Sergio Savioli coordenador do projeto sob a gestão do desembargador Rodrigo Roberto Curvo.

O projeto apoiado pela empresa já plantou e distribuiu mais de 190 mil árvores em Cuiabá e Várzea Grande e não pretende parar por aí. A ideia agora é, depois das comemorações dos 300 anos de Cuiabá em 2019, chegar a mais 300 mil árvores nos próximos cinco anos.

A ação, que conta com o apoio da população, visa não apenas embelezar a cidade, mas principalmente promover a conscientização ambiental e o engajamento cívico. Por meio de ações educativas em escolas e espaços comunitários, o projeto busca sensibilizar os cidadãos sobre a importância da preservação do meio ambiente e do papel de cada indivíduo na construção de uma cidade mais sustentável.

Chamamos sempre a população local para as ações de plantio que acontecem em áreas públicas na época de chuvas. Assim, ampliamos a rede de proteção dessa vegetação. Há leis que protegem a poda exagerada e o corte, mas quando a população se engaja, ganhamos muitos fiscais que defendem a natureza. Nos períodos de seca, migramos para escolas e áreas privadas, pois necessitamos de mais cuidado com as mudas nessa época. O trabalho educativo nas escolas também alimenta as crianças, que são os maiores replicadores dessas ideias para um futuro mais verde”, complementa Savioli.

Outro cuidado importante é realizar o plantio certo de espécies que não irão danificar a rede elétrica dentro de áreas urbanas muito populosas. Neste sentido, o conhecimento técnico advindo da parceria com a Energisa é valioso.

Nós temos na Energisa um valor claro que é levar energia de qualidade. Mas para fazer isso, nós sempre pensamos na sustentabilidade. Por isso, é muito importante estar junto com o Tribunal no Verde Novo. Além dos mutirões de plantio, nossos colaboradores estão recebendo mudas para plantar em casa e ainda estão participando de ações de conscientização”, afirma o diretor-presidente da Energisa Mato Grosso, Gabriel Alves Pereira Júnior. 

Plantio de uma muda de árvore

Um desses colaboradores é o engenheiro de operações Tiago Duarte. Conhecendo o programa por meio da Energisa, Tiago pegou sua primeira muda em 2021 e hoje se orgulha de colaborar fazendo as plantas crescerem em casa e depois replantando as de maior porte em áreas abertas.

É gratificante participar do projeto! Às vezes, nos perdemos na correria da rotina, mas cuidar de uma árvore toma menos tempo do que parece. Já plantei um ipê que não cabia mais aqui em casa e agora estou com um pé de graviola que cresceu bastante também. Ter essas árvores em casa acaba influenciando familiares e amigos, que veem como uma ação simples gera tantos resultados”, conta Tiago.

O aquecimento global é uma realidade e Cuiabá tem batidos sucessivos recordes de temperatura. O projeto Verde Novo vem em boa hora como uma ação que envolve o poder público, empresas privadas como a Energisa e toda a população em uma ação polinizadora que ajuda a mitigar um grave problema.

A Energisa não está aqui apenas para ser uma concessão de um serviço público. Ela é parceira das boas iniciativas que vão desenvolver, transformar e fazer o estado brilhar ainda mais. Se Mato Grosso tem pressa, a gente corre junto”, reforça o diretor-presidente da companhia.

Se você mora em Cuiabá ou Várzea Grande e quer conhecer mais do projeto, pode acessar o site projetoverdenovo.tjmt.jus.br, acessar o Instagram do projeto em @projeto.verdenovo e ainda entrar em contato, somente por WhatsApp, com o Disque Muda no número (65) 3648-6879.
 

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