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Instituto Energisa lança edital de ocupação de seus espaços culturais Instituto Energisa lança edital de ocupação de seus espaços culturais

Publicada em: 05/01/2024

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 Sustentabilidade

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Brasil

Instituto Energisa lança edital de ocupação de seus espaços culturais e mira em programação cultural diversa

Os centros culturais do Instituto Energisa em Cataguases (MG), Nova Friburgo (RJ) e João Pessoa (PB) são palcos importantes das cenas locais de arte e cultura em suas cidades. Entre galerias, cafés, jardins e teatros bem equipados, esses espaços receberam no último ano 429 projetos das mais variadas linguagens artísticas, como shows musicais, sessões de cinema, apresentações de teatro, circo e dança, além de exposições de artes plásticas, impactando cerca de 70 mil pessoas.

A Energisa lança agora um edital para produtores e artistas que desejam participar dessa vibrante programação cultural em 2024, com a ocupação gratuita desses espaços. O compromisso é claro: fortalecer as expressões culturais regionais e promover experiências interativas e transformadoras.

O regulamento deste ano traz algumas inovações. Delania Cavalcante, coordenadora de Investimento Social do Grupo Energisa, compartilha as principais novidades nesse vídeo informativo.

Ao contrário dos anos anteriores, as inscrições ficarão abertas durante todo o ano de 2024, selecionando novos projetos a cada 3 meses para a montagem da programação. Essa abordagem trimestral visa promover uma dinâmica mais fresca, garantindo uma rotação de projetos e ampliando a diversidade nos centros culturais. O processo de inscrição é simples, online e totalmente gratuito. Confira no final da matéria os links do edital e do formulário de inscrição.

Estamos entusiasmados com a variedade de propostas que esperamos receber e acreditamos que este edital contribuirá significativamente para o enriquecimento cultural das comunidades envolvidas. Queremos tornar os espaços culturais geridos pelo Instituto ainda mais acessíveis para artistas e profissionais da área, com uma programação plural e diversa. Nosso compromisso é fortalecer as expressões culturais regionais e promover interações significativas nestas regiões – afirma Delania.

As inscrições estão abertas para projetos das áreas de Artes Cênicas, Cinema, Exposições, Inovação e Música. A seleção será pautada por critérios como inovação, pluralidade, acessibilidade, relevância conceitual, abrangência de público, fomento a novos talentos e originalidade.

Por dentro dos espaços do Instituto Energisa

Criado em 2022, o Instituto Energisa tem a missão de fortalecer as expressões culturais regionais e oferecer uma programação eclética. O relatório de atividades 2022 da FOJB (Fundação Ormeo Junqueira Botelho), antiga gestora dos espaços, apresenta um panorama das ações realizadas no último ano.

Conheça a seguir os 4 centros culturais mantidos pelo Instituto Energisa com inscrições abertas para receber projetos. No edital, é possível consultar informações técnicas detalhadas sobre cada espaço cultural.

João Pessoa (PB) – Usina Cultural Energisa

Localizada na antiga sede da primeira subestação da capital da Paraíba, a Usina Cultural Energisa é um exemplo de ocupação cultural dos típicos galpões industriais construídos no início do século XX. 

Ao longo dos mais de 20 anos de existência, o espaço cultural já recebeu mais de 5 mil eventos, com destaque para Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa (Cineport), o Prêmio Energisa de Artes Visuais, o Fest Aruanda, além de nove edições do tradicional Natal na Usina, realizado anualmente com o patrocínio do Grupo Energisa.  

Quatro espaços estão contemplados neste edital: a Sala Vladimir Carvalho (palco para apresentações de teatro e música, debates, palestras e sessões audiovisuais), a Tenda da Música (que recebe performances e apresentações musicais), a Galeria de Arte Alexandre Filho (para exposições de artes plásticas) e uma área externa com jardins (ideal para feiras criativas, performances e apresentações de circo).

Em 2022, a Usina realizou 250 ações e iniciativas culturais. Entre elas, o Palco Tabajara vem se destacou como uma espécie de vitrine da música autoral paraibana, tendo sido contemplado na última edição do edital:

A sala tem uma boa estrutura e ótima acústica. Há um jardim externo que permite uma interação entre os artistas e público, e o local tem um histórico de identificação com a classe artística paraibana. É um ganho enorme para nós levar o Palco Tabajara para lá –  conta Naná Garcez, diretora-presidente da Empresa Paraibana de Comunicação, organização que comanda a iniciativa.

Palco Tabajara FM com Os Fulano
Palco Tabajara com Os Fulano

Cataguases (MG) - Centro Cultural Humberto Mauro e Anfiteatro Ivan Müller Botelho

O Centro Cultural Humberto Mauro foi inaugurado no ano de 2002, nas instalações do antigo Cine Machado, e hoje abriga o Cineteatro Paulo César Saraceni (palco para sessão de filmes, palestras e apresentações de teatro, música e circo),  a Galeria Zequinha Mauro (que recebe exposições de artistas locais e nacionais), além de uma Sala Multiuso. No último ano, o centro recebeu 50 diferentes ações e iniciativas culturais com um público total de 32 mil pessoas, com destaque para a realização da 1ª edição da FLICA - Festa Literária de Cataguases.

O Anfiteatro Ivan Muller Botelho, também em Cataguases, é anexo ao prédio da Energisa e ao Museu Energisa. O espaço recebe palestras, shows e apresentações de teatro, tendo promovido 10 ações e iniciativas culturais em 2022, num total de 5 mil visitantes. O charme do espaço fica por conta do teto retrátil, que pode ser aberto para transbordar a noite estrelada para dentro do evento.

Nova Friburgo (RJ) – Usina Cultural Nova Friburgo

A Usina Cultural Nova Friburgo está localizada no antigo prédio do escritório da Companhia de Eletricidade da cidade, diante da belíssima Praça Getúlio Vargas, no centro de Nova Friburgo. O centro cultural recebe mostras, cursos, palestras, debates, apresentações de teatro, música e dança. Entre os espaços oferecidos neste edital estão a Sala Maestro Joaquim Naegele (Teatro Usina), o Café da Usina, o Salão Nobre e um espaço anexo. A Usina Cultural é um dos principais centros de arte e cultura da cidade, tendo recebido em 2022 projetos de grande repercussão como a exposição “Mundo Circus”, o projeto de ocupação “Ocupa Usina”, “Flinf” e “Artes Urbanas”, com um público estimado de mais de 29 mil pessoas.

Programa Energisa Cultural

Além desta seleção de ocupação gratuita, a Energisa mantém o programa Energisa Cultural, que recebe projetos que buscam patrocínio através de leis de incentivo em todo o Brasil, podendo ou não ser realizados nos nossos centros culturais. As propostas também podem ser enviadas ao longo de todo o ano. Confira mais informações e descubra como enviar o seu projeto de patrocínio.

Serviço:

Edital de seleção de ocupação gratuita dos centros culturais 2024

  • Período de inscrição: ao longo de 2024
  • Divulgação de selecionados: 30/01, 30/04, 30/07 e 30/10/2024.
  • Inscrições: através do preenchimento deste formulário
  • Regulamento: confira o edital completo
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Costurando histórias: uma bolsa cheia de propósito Costurando histórias: uma bolsa cheia de propósito

Publicada em: 10/01/2024

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 Sustentabilidade

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Tocantins

Costurando histórias: uma bolsa cheia de propósito

Na pequena cidade de Paraíso, no interior do Tocantins, um projeto desenvolvido pela Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) está tecendo uma história única ao transformar uniformes aposentados dos eletricistas da Energisa em ecobags sustentáveis. A iniciativa, que já foi matéria no Bom Dia Tocantins, já rendeu mais de 900 bolsas e tem ajudado a complementar a renda de mães de alunos da escola e a promover a inclusão social.

O projeto nasceu com uma ideia simples: reutilizar uniformes prestes a serem descartados. 

Decidimos doar esses materiais para transformação em produtos comercializáveis, gerando uma nova fonte de receita. Dessa forma, conciliamos benefícios ao proporcionar uma destinação adequada e sustentável para os uniformes sem uso, ao mesmo tempo em que apoiamos a nobre causa da associação – explica Leandro Fernandes, gerente de projetos da Energisa Tocantins. 

As ecobags são cuidadosamente produzidas por um grupo de sete mulheres, que se reúnem duas vezes por semana na Apae para costurar e bordar as bolsas. Em meio às linhas e tecidos, Margarida Maria de Oliveira Costa, uma professora dedicada, é uma das mãos habilidosas que dão vida às ecobags

Esse projeto é uma oportunidade de as mães dos nossos alunos saírem um pouco de casa, se distraírem e ganharem um dinheiro extra. Só quem é mãe sabe o quanto é cansativa a rotina e aqui elas interagem e se sentem mais valorizadas – conta Margarida.

Ecobag sendo confeccionada em uma máquina de costura

O projeto de fabricação de ecobags faz parte do programa Paraíso das Mulheres, iniciado em 2017, que envolve mães, avós e tias de pessoas com deficiência. O treinamento em corte e costura abriu portas para que essas mulheres se desenvolvessem, criando uma variedade de peças artesanais que vão além das ecobags, incluindo lixeiras de câmbio, pesos de porta, estojos escolares, luvas de cozinha e outros objetos de decoração.

O projeto é todo sustentável. Os uniformes que a Energisa não precisa mais são usados nos nossos artesanatos. O dinheiro arrecadado vai para quem produz e para a manutenção do projeto e da escola. É um trabalho árduo, mas feito com muita alegria e capricho – explica Lucilene Macedo Ribeiro de Souza, coordenadora de articulação, projetos e captação de recursos da Apae Paraíso do Tocantins.

Dentre as mais de 900 ecobags confeccionadas neste ano, 260 foram distribuídas no 1º Fórum de Sustentabilidade do Tocantins, em novembro. Quem esteve no evento e recebeu um exemplar saiu encantado com a ideia:

As ecobags são de extrema importância, porque deixamos de utilizar as tradicionais sacolas plásticas no dia a dia. Minha família já adotou a utilização das ecobags para ir ao mercado ou fazer outras compras. Isso sem contar que podemos reutilizá-las por anos e ajudar a não poluir o meio ambiente – comenta Renato Klein, jornalista e coordenador do Programa Ecos do Sesc Tocantins.

A história das ecobags de Paraíso do Tocantins é um exemplo inspirador de como a criatividade e a determinação podem fazer a diferença no mundo. Este projeto não apenas transforma uniformes, mas também vidas, deixando um legado positivo para toda a comunidade.

As peças que antes vestiam os eletricistas e auxiliares comerciais em todo o Tocantins em suas atividades agora carregam uma energia diferente: a do cuidado com o planeta e com as pessoas que nele habitam – completa Fernandes.

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Vento em popa: Energisa impulsiona jovem dupla campeã de vela Vento em popa: Energisa impulsiona jovem dupla campeã de vela

Publicada em: 22/12/2023

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 Sustentabilidade

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Brasil

Vento em popa: Energisa impulsiona jovem dupla campeã de vela

Em diversas mitologias, a força dos ares é domínio de deuses poderosos. Na mitologia iorubá, é Iansã quem sopra os ventos, afastando os males e conferindo proteção. Na Grécia antiga, era Éolo quem agitava os ares com o poder concedido por Zeus. Das antigas lendas às modernas turbinas de energia eólica, a força dos ventos nos impulsiona para ir sempre mais além.

É essa mesma potência que uma jovem dupla aproveita para velejar rumo ao futuro. Patrocinada pela Energisa, a equipe formada por Joana Gonçalves e Gabriela Vassel, ambas de 18 anos, acaba de se sagrar campeã na classe 420 feminino do Mundial da Juventude 2023, realizado nas águas de Búzios, no Rio de Janeiro.

O evento reuniu mais de 400 velejadores de 62 países na cidade do litoral fluminense, que também foi o palco do primeiro título das bicampeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze, em 2009. Essa experiente dupla, que também conta com o patrocínio da Energisa, foi quem trouxe a última medalha de ouro da vela para o Brasil, nas olimpíadas de Tóquio 2020, na classe 49erFX.

As futuras campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze no Mundial da Juventude em 2009
As futuras campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze no Mundial da Juventude em 2009


A vela é o esporte que mais trouxe medalhas de ouro para o Brasil em Olimpíadas, num total de 19 medalhas, sendo 8 de ouro. Inspirada pelo sucesso dessa modalidade, a Energisa quer renovar a energia do esporte náutico brasileiro investindo na vela jovem.

A vela brasileira tem como destaque o núcleo de base do programa da Confederação Brasileira de Vela – CBVela, junto ao Ministério do Esporte. O projeto também patrocinado pelo Grupo Energisa, ajuda no fomento à modalidade. Adolescentes entre 13 e 17 anos são recebidos na Marina da Glória (sede da Rio 2016) ou no Clube Naval em Charitas, Niterói, para treinamentos visando competições nacionais e internacionais de Vela Jovem. O trabalho leva jovens atletas a se aperfeiçoarem na modalidade, com a finalidade de levá-los ao alto rendimento, incluindo participações em classes olímpicas e panamericanas.

O intenso trabalho vem colhendo frutos. Composta por 13 atletas, a equipe brasileira fez bonito na competição conhecida por revelar campeões olímpicos, panamericanos e mundiais como Robert Scheidt, as já citadas Martine Grael e Kahena Kunze, além de Ricardo Winicki. O time passou por um camping de treinamento da CBVela realizado semanas antes na mesma raia do mundial, e competiu com garra nas mais de 140 regatas que compõem o circuito. O Brasil ainda conquistou o quarto lugar na categoria 420 mista, com os atletas Lucas Freitas e Victoria Back. Confira os resultados completos do torneio.

As nossas campeãs da juventude Joana e Gabriela estiveram na frente desde o primeiro dia e contaram como foi a emoção de levar o ouro:

Ganhar em casa é ainda mais especial. O campeonato foi lindo!", comemorou Joana.

Foi uma conquista importante pra gente, pois treinamos juntas ao longo do ano na mesma raia de Búzios. A sensação de conquistar esse título é incrível e agora vamos para o Sul-Americano no fim do mês", continuou Gabriela.

As nossas meninas-prodígio não param. Para se ter uma ideia do intenso calendário, a dupla sagrou-se campeã em janeiro do Brasileiro da classe 420, em Porto Alegre, uma das portas de entrada para as classes olímpicas. Em julho, foi ao pódio do Mundial Aberto de Alicante, na Espanha, com a medalha de prata. Por fim, a coroação em casa, com o primeiro lugar no Mundial da Juventude, fechando a temporada com chave de ouro.

Com a energia dos ventos e do patrocínio da Energisa, a força da juventude da vela renova as esperanças do Brasil para novas conquistas futuras, preparando uma nova geração da vela para navegar com excelência em qualquer competição.

Martine Grael e Kahena Kunze acompanham Joana Gonçalves e Gabriela Vassel no Mundial da Juventudo 2023
Martine Grael e Kahena Kunze acompanham Joana Gonçalves e Gabriela Vassel no Mundial da Juventude 2023
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Energisa SE conquista prêmio de sustentabilidade com o Nossa Energia Energisa SE conquista prêmio de sustentabilidade com o Nossa Energia

Publicada em: 27/11/2023

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 Sustentabilidade

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Sergipe

Energisa Sergipe conquista prêmio de sustentabilidade com o projeto Nossa Energia

A Energisa Sergipe foi recentemente contemplada com o Selo e Prêmio Boas Práticas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) por atender metas estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) na agenda 2030. A premiação reconhece o mérito do projeto Nossa Energia, uma iniciativa que leva um caminhão itinerante por diversas cidades do Brasil oferecendo informações sobre eficiência energética e implementando ações sociais.

O prêmio foi concedido pelo Movimento Nacional ODS Sergipe, um movimento social constituído por voluntários, de caráter apartidário, plural e ecumênico, com a finalidade de contribuir para a melhoria da qualidade de vida da sociedade.

– Esse prêmio é um reconhecimento muito importante do nosso compromisso com a sustentabilidade. O projeto Nossa Energia visita todos os municípios da nossa área de concessão ao longo do ano, levando orientações sobre o consumo consciente por meio de palestras, apresentação teatral nas escolas e a troca de lâmpadas – discursou Roberto Currais, diretor-presidente da Energisa Sergipe.

Cerimônia de entrega do Prêmio Boas Práticas ODS

Sobre o Nossa Energia

Dentro do caminhão, denominado de “Unidade Móvel Eficiente”, o público encontra um laboratório interativo onde podem realizar experimentos, assistir a vídeos educativos e participar de jogos que ensinam sobre segurança elétrica e eficiência energética. Equipamentos de alta tecnologia, como globo de plasma, bobina de Tesla e telas multitoque, proporcionam uma experiência envolvente e educativa sobre conceitos físicos e elétricos.

Além das palestras e atividades educativas, o projeto realiza práticas concretas, como a substituição de lâmpadas incandescentes ou fluorescentes por lâmpadas de LED, contribuindo para a economia de energia, especialmente para as famílias de baixa renda. Foram substituídas mais 79 mil lâmpadas de LED beneficiando cerca de 16 mil famílias. Além disso, 10 mil pessoas assistiram palestras e vídeos educativos sobre segurança e redução de consumo.

Mas o Nossa Energia não se restringe apenas à esfera educacional. O projeto também incorpora uma dimensão cultural, utilizando o teatro e o cinema como ferramentas para entreter e educar. Só neste ano, 2 mil estudantes assistiram apresentações teatrais do projeto nas escolas. Por meio dessas expressões artísticas, são transmitidas mensagens sobre o uso consciente de energia, sustentabilidade e segurança, alcançando diversos públicos com abordagens diferenciadas.

O Selo e Prêmio Boas Práticas ODS atesta não apenas o sucesso do Projeto Nossa Energia, mas também a contribuição da Energisa Sergipe para um futuro mais sustentável, alinhado com as metas globais de desenvolvimento estabelecidas pela ONU para a agenda 2030. Esse reconhecimento ressalta que, através de iniciativas inovadoras e engajamento com a comunidade, é possível construir um caminho mais eficiente e sustentável para o setor energético e para a sociedade como um todo.

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O renascer dos tuiuiús: a ave-símbolo do Pantanal volta para casa O renascer dos tuiuiús: a ave-símbolo do Pantanal volta para casa

Publicada em: 21/11/2023

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 Sustentabilidade

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Mato Grosso do Sul

O renascer dos tuiuiús: a ave-símbolo do Pantanal volta para casa

Em um ponto da BR-262 no caminho para a cidade de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, um ipê alto e imponente servia de morada para um ninho de tuiuiús. A ave-símbolo do pantanal, com seu rosto negro, papo vermelho e asas brancas de quase 3 metros de envergadura, impressiona em seu voo e na construção de seus ninhos na copa das árvores. Em 2020, uma série enorme de queimadas destruiu 4,5 milhões de hectares na região do Pantanal, destruindo a vegetação e desalojando a fauna pantaneira. A tragédia sem precedentes acertou em cheio uma das mais famosas casas dos tuiuiús.

Por ser tão famoso, o ninho e o ipê eram pontos turísticos da região, tombados como patrimônio histórico do município. A destruição de toda essa área pelo fogo deixou os tuiuiús sem ninho e os moradores locais desolados. As queimadas podem acontecer por fenômenos naturais e também por ação humana, mas em 2020 os números foram os maiores já registrados. Naquele momento, municípios, o estado e o país não estavam preparados para enfrentar os incêndios da maneira necessária. Em meio a essa crise, foi criado um comitê de prevenções de queimadas, com coordenação do governo do estado do Mato Grosso do Sul e participação da Energisa, que se mantém até hoje. A Energisa não vem poupando esforços para evitar que os incêndios aconteçam, participando ativamente desse processo de prevenção e recuperação das áreas atingidas. E as ações vêm dando resultado. 

Uma dessas ações contou com a ajuda de Rodolfo Pinheiro, gerente de construção e manutenção na Energisa Mato Grosso do Sul, e trouxe de volta a ave-símbolo do Pantanal para uma paisagem conhecida. Nascido em Corumbá, Rodolfo viu o famoso ninho dos tuiuiús ainda criança. Ele guarda na memória quando a família, saindo ou voltando de férias, parava às margens da rodovia para admirar e fotografar o voo e os pousos dos pássaros no alto ninho. Quando o ipê que servia de casa para os tuiuiús queimou, a tristeza foi geral. Rodolfo não poderia imaginar que faria parte do time que traria as aves de volta.

O antigo ninho dos tuiuiús no ipêO antigo ninho dos tuiuiús no ipê

A ideia veio através do pesquisador Walfrido Tomás, da Embrapa Pantanal, e da pesquisadora Neiva Guedes, do Instituto Arara Azul: criar um ninho artificial, da mesma forma como é feito na Europa com as cegonhas, que são aves da mesma família dos tuiuiús. O contato com Rodolfo e a Energisa se deu por conta da tecnologia de construção de altas torres e de estruturas metálicas, que poderiam colocar o ninho na altura certa para os pássaros se readaptarem.

– Quando teve a queimada, a gente ficou muito consternado, foi muito triste.  Para mim, pessoalmente, e para as pessoas que conhecem. Quando eles vieram falar comigo, eu pensei, “é muita loucura isso”, porque eu estava como gerente do departamento de construção e manutenção e caiu na minha mão (junto com o meu time, óbvio) um negócio que se relacionava com meu tempo de moleque, que eu tirava foto e admirava. Ter essa possibilidade de ajudar na restauração foi algo fantástico, uma sorte para mim – contou Rodolfo.

A tecnologia da Energisa foi fundamental para viabilizar a ideia. Além da alta torre, o time de Rodolfo partiu dos desenhos de Walfrido para construir uma estrutura metálica octogonal em formato de taça, que serviria de apoio para os pássaros e seu ninho. Como alguns postes da Energisa no Pantanal já são ocupados por ninhos de aves, a equipe sabia que o material era seguro para abrigar os tuiuiús. Apesar de próximo à rodovia, o local era de difícil acesso por conta de um barranco. Sem auxílio de caminhão, trator ou escavadeira, a furação e fixação do poste foi toda feita manualmente pelo time da Energisa. Sempre com a supervisão da Embrapa, o poste foi colocado no local e a uma altura próxima daquela do ninho original. 

- Quando a ideia surgiu, levei o projeto para a Fundação de Meio Ambiente do Pantanal do município de Corumbá. Foi tudo muito rápido e a Energisa abraçou o projeto naquele momento difícil das queimadas. Acompanhamos a instalação para que o ninho ficasse no mesmo local e na mesma altura do original. Os tuiuiús são fiéis aos locais dos ninhos, que são estratégicos para eles por conta do acesso aos alimentos e recursos para a subsistência – conta Walfrido.

A instalação do ninho foi concluída em 2020, e chegou a ser notícia no Jornal Nacional. Mas aí veio a ansiedade: será que algum tuiuiú iria regressar? Será que escolheriam aquela estranha estrutura metálica para voltar a construir seu ninho ao lado da rodovia, naquela área já tombada pelo patrimônio histórico? Em pouco tempo, os técnicos da Energisa fotografaram a volta dos tuiuiús. A ave-símbolo do Pantanal voltava a ocupar o seu lugar, adotando o ninho artificial com vista panorâmica para a maior planície alagável do planeta. Uma enorme emoção para todos os envolvidos no projeto.

– É um momento muito gratificante! Conseguimos confeccionar o ninho que antigamente ficava ali na piúva e foi queimado nas queimadas do ano passado. Está aqui, missão cumprida! O casal de tuiuiús aceitou o ninho artificial – comemora Emerson Leite, técnico de redes e linhas da Energisa MS.

Além do regresso das aves, outro enorme feito foi confirmado no dia 08 outubro de 2023. Pela primeira vez, filhotes de tuiuiú nasceram em um ninho artificial. Avistados por biólogos da Birdwatch no Pantanal, o acontecimento torna o projeto um sucesso completo e mostra como a união de políticas ambientais, boas ideias, investimento e tecnologia pode fazer a vida renascer em áreas afetadas pelo fogo ou pela ação humana.

 - Foi muito importante ver a volta dos tuiuiús e a reprodução no ninho artificial. A espécie ocorre do sul dos EUA até o norte da Argentina e esse é um projeto pioneiro que passa uma grande mensagem sobre o impacto ambiental de ações humanas equivocadas. E também serve como um monumento, tanto para lembrarmos dos nossos erros, como para mostrar a resiliência da natureza e como ações humanas conjuntas e acertadas podem trazer impacto positivo – reflete Walfrido.

Primeiro registro dos filhotes de tuiuiús recém-nascidosPrimeiro registro dos filhotes de tuiuiús recém-nascidos

A construção do ninho também envolveu toda a sociedade e a comunidade local. Um grupo de Facebook foi criado, em que turistas e moradores postavam fotos para ajudar a monitorar a ambientação dos pássaros ao ninho. 

- Envolvemos a sociedade através do que chamamos de ciência cidadã, quando a comunidade municia os pesquisadores com fotos e relatos sobre um determinado acontecimento. O ninho original nunca falhou em reproduzir novos tuiuiús. Um ano antes do incêndio, 5 novas aves haviam nascido. Por conta da seca em 2021 e 2022, os tuiuiús não se reproduziram. Então ver em 2023 que o ninho artificial é capaz de abrigar e dar espaço para a reprodução das aves é algo maravilhoso – emociona-se Walfrido. 

A ação do ninho é simbólica pelo que representa a ave para o Pantanal, mas as preocupações e ações ambientais da Energisa não param por aí. Durante as queimadas, a Energisa doou EPIs (equipamentos de proteção individual) e combustível para as brigadas de incêndio, além de alimentos para os animais desalojados pelo fogo que foram resgatados em situação de vulnerabilidade. Além disso, a Energisa também participa do projeto Abrace o Pantanal, que treina uma inteligência artificial para identificar focos de incêndio e proteger o pantanal matogrossense. Por fim, o investimento em agroflorestas, em parceria com o Instituto Homem Pantaneiro, na Serra do Amolar, ajuda a recuperar espécies nativas para replantio em áreas afetadas por queimadas.

- As araras azuis fazem seus ninhos na cavidade das árvores, os tuiuiús na copa. Temos muita experiência com ninhos artificiais de araras. Ver esse ninho artificial dos tuiuiús refeito no mesmo local do ninho histórico é, além de todos os outros benefícios, uma ação educacional importante, para que sempre lembremos da importância da preservação das espécies e do meio ambiente – afirma Neiva Guedes.   

Esse conjunto de ações torna ainda mais importante e impactante a volta do ninho dos tuiuiús ao seu local de origem. Com a ideia dos pesquisadores, o suporte da Energisa e um time técnico capacitado, a persistência e a energia regenerativa da natureza encontraram os caminhos para um voo feliz de volta ao lar.

Confira a seguir, a reportagem da TV Morena, com lindas imagens do ninho dos tuiuiús: 

Fotos: Walfrido Tomas

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Encontros de arte e tecnologia Encontros de arte e tecnologia

Publicada em: 21/11/2023

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Brasil

Encontros de arte e tecnologia

Arte e tecnologia estiveram sempre conectadas. Desde que os primeiros seres humanos pintaram as primeiras paredes de cavernas, as expressões artísticas convivem com a tecnologia – seja ela analógica, através de tintas e pinceis, ou digital, com auxílio de luzes e computadores para criar imagens virtuais em vídeos e projeções.
É este encontro entre arte e tecnologia que une duas exposições em cantos distantes do Brasil, conectadas pelo patrocínio da Energisa em sua missão de promover arte e cultura em todos os cantos do país.

Cores da Gente – Emoção e Imersão (Aracaju/SE)

A exposição Cores da Gente – Emoção e Imersão retrata a vida de 20 artistas sergipanos de um jeito diferente. Projetada em um domo geodésico inflável localizado na área externa do Museu da Gente Sergipana, a mostra promove um acesso virtual à várias obras que navegam sobre a história da arte de Sergipe do século XIX ao XXI. O domo inflável, de oito metros de diâmetro e quatro metros de altura, se transforma em uma caverna onde as paredes se tornam uma enorme tela de projeção na qual flutuam as obras em movimento.
A exposição, que foi realizada pela primeira vez no Natal da Gente de 2021, agora retorna repaginada em uma experiência sensorial. Dentro do domo é possível caminhar ou mesmo deitar-se em confortáveis camas e cadeiras para apreciar obras de arte que vão de pinturas acadêmicas do século XIX, ao traço inconfundível do modernista Jenner Augusto, em seu painel feito para o Bar Cacique Chá, até os mantos e bordados do célebre Arthur Bispo do Rosário.

Inaugurada no dia 27 de outubro, dentro das comemorações da Semana da Sergipanidade, a mostra é uma realização do Instituto Banese em parceria com a Energisa e o Governo de Sergipe. A visitação é gratuita e pode ser realizada de terça a domingo, das 10h às 15h.

– No último dia da Semana da Sergipanidade, a inauguração da exposição Cores da Gente foi o ponto de partida para esse projeto com um longo caminho pela frente. Ele, que já nasceu grande e com muito potencial de fomento da nossa cultura, agora percorrerá outros espaços graças ao patrocínio da Energisa que juntamente com o Grupo Banese apostou nessa ideia – comemora Ezio Déda, diretor-superintendente do Instituto Banese.

A abertura do evento contou com atrações musicais como a apresentação da Orquestra Jovem de Sergipe, mais um projeto que há 10 anos conta com o patrocínio do Grupo Energisa, transformando a vida de centenas de crianças e adolescentes através da música clássica. O grupo apresentou um repertório regional, formado por músicas do cancioneiro popular e de artistas sergipanos.  No encerramento da noite, a cantora, compositora e atriz sergipana Jaque Barroso apresentou o show Descalça entre Mundos, em que passeia por sonoridades ancestrais e afrofuturistas num roteiro com canções autorais e releituras eletrificadas de diversos Cocos do Nordeste. 

– O Instituto Banese é um grande parceiro e não poderíamos deixar de apoiar um projeto tão importante como esse de valorização da cultura sergipana. Temos o compromisso de apoiar manifestações artísticas, projetos ambientais e culturais, incentivando o acesso à arte e à cultura local em Sergipe. E o projeto Cores da Gente vem enaltecendo os nossos artistas sergipanos de forma lúdica e tecnológica – afirma Roberto Currais, diretor-presidente da Energisa Sergipe.

A exposição Cores da Gente não tem data para acabar. Em seu novo modelo itinerante, ela ainda poderá circular por todo o estado levando arte, cultura, educação e conhecimento para toda a população de Sergipe.

Tecnoscópio: Observatório Digital (Nova Friburgo/RJ)

Fazendo um voo pelo Brasil, saímos do calor do nordeste para o clima ameno da cidade serrana de Nova Friburgo, no estado do Rio de Janeiro. É lá que a Energisa criou e mantém um renomado centro cultural, a Usina Cultural de Nova Friburgo. O investimento em tecnologia não aparece somente na distribuição da energia, mas na força que vem da arte. É assim que no mesmo dia 27 de outubro, a mostra Tecnoscópio: Observatório Digital abriu para o público com uma viagem pela arte digital.

Proposta do Projeto Cultural Resistência Artística, a exposição Tecnoscópio chega trazendo um painel das artes digitais construído a partir da curadoria de Maria Sanches, Mario Moreira, Tiago Vianna e Mario Massena. Pesquisando e elaborando um importante debate sobre o papel das inteligências artificiais, ferramentas de auxílio no processo criativo e outras tecnologias, a mostra reflete sobre como os avanços tecnológicos podem impactar em uma série de atuações humanas.  Com trabalhos que utilizam múltiplas linguagens digitais, os artistas Barbara Castro, Marconi, Rodrigo Rezende, Vamoss e Nilton Viana oferecem aos visitantes experiências multissensoriais e sinestésicas entre imagens, sons, movimentos e luzes.

Em dois pontos distantes do país, encontros entre arte e tecnologia se conectam através das pontes feitas pelo Grupo Energisa. A força da arte em suas mais diversas manifestações encontra o uso de técnicas e tecnologias contemporâneas para levar ao público pensamentos sobre história, ética e estética, mostrando a potência e a diversidade cultural do nosso país.

Serviço

  • Cores da Gente – Emoção e Imersão
    Museu da Gente Sergipana
    End.: Av. Ivo do Prado, 398 - Centro, Aracaju/SE
    De terça a domingo, das 10h às 15h
    Entrada gratuita
    Em cartaz por tempo indeterminado 
  • Tecnoscópio: Observatório Digital
    Usina Cultural Energisa Nova Friburgo
    End.: Praça Getúlio Vargas, 55 – Centro – Nova Friburgo/RJ
    De terça a sábado, das 13h às 20h
    Entrada gratuita
    Em cartaz até 23/12/2023
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Projetos culturais da Energisa promovem a literatura e a memória em MG Projetos culturais da Energisa promovem a literatura e a memória em MG

Publicada em: 30/10/2023

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 Sustentabilidade

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Minas Gerais

Projetos culturais da Energisa promovem a literatura e a memória em Minas Gerais

“Penetra surdamente no reino das palavras / Lá estão os poemas que esperam ser escritos” indica Carlos Drummond de Andrade, no poema Procura da poesia. É caminhando pelo reino das palavras que alguns projetos culturais patrocinados pela Energisa vão rechear esse final de 2023 para seguir a missão da empresa de divulgar a cultura em suas mais variadas expressões. 

Grandes Escritores

Um desses eventos é uma prova longeva do compromisso da Energisa com a cultura brasileira. O projeto Grandes Escritores há mais de 20 anos vem incentivando a literatura nacional.

Não poderia haver um lugar melhor para retomar as atividades do que o estado de Minas Gerais. Minas é palavra montanhosa, diria Drummond, montanhosa e repleta de talentos e interesse pela leitura. Depois de percorrer várias regiões do estado, como o Alto Paranaíba e o Triângulo, agora é a vez da Zona da Mata mineira receber o projeto. Com oficinas e palestras gratuitas a caravana vai percorrer Ubá, Muriaé, Cataguases, Juiz de Fora e Leopoldina.

A abertura da programação se deu no final de setembro. O autor gaúcho Fabrício Carpinejar, e a autora, prata da casa de Cataguases, Renatta Barbosa participaram dos encontros com o público nesse início dos trabalhos. Agora serão meses de intensa movimentação cultural mobilizando alunos, professores, agentes culturais, formadores de opinião e comunidade em geral, com eventos totalmente gratuitos. De abrangência cultural e educacional para amantes das letras de todas as formações e idades, os eventos vão debater a valorização da literatura com foco na formação de leitores e escritores nas cidades do interior.

A programação conta com autores que participarão de mesas, como Fabrício Carpinejar, Mauro Ventura, Itamar Vieira Júnior, Luiz Humberto França e Karla Monteiro, além de outros que oferecerão oficinas como Roberto D’arte, Geissiane Aguiar e Renatta Barbosa. 

Entre esses nomes, podemos destacar Itamar Vieira Junior, um dos autores brasileiros mais aclamados dos últimos anos, autor dos romances Torto Arado e Salvar o Fogo, vencedor do prêmio Oceanos, um dos mais importantes prêmios para autores de língua portuguesa. Outro autor de renome é Fabrício Carpinejar, um dos escritores contemporâneos mais reconhecidos do país e duas vezes ganhador do prestigiado Prêmio Jabuti, detentor de uma produção diversificada que vai da crônica, passando pela poesia, até o gênero infanto-juvenil.

Este ano, o projeto conta com uma novidade: a participação de várias academias de letras do interior de Minas Gerais. Recheadas de autores importantes para os contextos locais e nacional, a presença de seus integrantes é um componente inédito de integração do Grandes Escritores 2023

O projeto segue em novembro caminhando pelas estradas de Minas Gerais. Siga a página do Grandes Escritores (@pgescritores), confira a agenda ao final da matéria e não perca a energia desses encontros!

Vagão Arte Educação

O trem, que no poema de Manuel Bandeira, corre pelos trilhos com o som dos versos “Café com pão / café com pão / café com pão”, segue pela Zona da Mata Mineira prestigiando a região com o Vagão Arte Educação.

Este ano, o vagão conta com uma série de palestras sobre literatura do jornalista e poeta Ronaldo Werneck, além de cinco oficinas musicais, que serão apresentadas pelo músico, Ricardo Itaborahy, de São João Nepomuceno. As oficinas musicais terão interferências audiovisuais, das canções de Ary Barroso, Alcir Pires Vermelho e Ataulfo Alves, consagrados nomes da música mineira da Zona da Mata. Quem participar poderá viver uma total imersão na obra desses grandes compositores.

A novidade fica por conta da Plataforma Digital do Centro de Memória da Zona da Mata Mineira, um espaço de acesso e construção coletiva de memórias e histórias. Um acervo livre para criar e embasar pesquisas e outras narrativas, a partir dos arquivos e do patrimônio imaterial da região.

A plataforma, que está em construção e terá acesso gratuito, revelará, inicialmente, recorte da história das culturas populares das cidades de Leopoldina e Cataguases, onde a Energisa inicia a sua história. O acervo também estará aberto para doação de material sobre memórias pelo público da Zona da Mata Mineira. Os materiais serão analisados, e, se aprovados, mediante autorização legal do doador, serão inseridos no acervo do Centro de Memória. O acervo doado receberá o crédito do doador. A proposta é expandir o acervo e valorizar a história das cidades da região. E uma informação muito importante: a plataforma também contará com acessibilidade em Libras.

Serviço: Programação Grandes Escritores e Vagão Arte Educação

Juiz de Fora/MG

  • 03/11/2023, às 14h30 - Oficina de escrita criativa, com Geissiane Aguiar - MAMM (Museu de Arte Murilo Mendes)
  • 03/11/2023, às 19h - Palestra com Itamar Vieira Júnior e Luiz Humberto França - Teatro Paschoal Carlos Magno

Leopoldina/MG

  • 22/11/2023 - Palestra com Mauro Ventura e Karla Monteiro - Casa de Leitura Lya Botelho (horário a definir)

Cataguases/MG

  • 23/11/2023 - Palestra com Mauro Ventura e Karla Monteiro (horário e local a definir)
  • 13/11/202, às 9h - Palestra "História Cultural de Cataguases com Ronaldo Werneck" - Centro Cultural Humberto Mauro para escolas da região, por agendamento
  • 22/11/2023, às 19h - Palestra "Humberto Mauro e o Ciclo de Cinema em Cataguases com Ronaldo Werneck" (acima de 15 anos) - Centro Cultural Humberto Mauro
  • 27/11/2023, às 19h - Palestra "História Cultural de Cataguases com Ronaldo Werneck" (acima de 15 anos) - Centro Cultural Humberto Mauro

Guarani/MG

  • 23/11/2023, às 19h - Oficina "Vagão Musical" (classificação livre) - Teatro de Câmara César Ornellas

Muriaé/MG

  • 24/11/2023, às 19h - Oficina ‘Vagão Musical’ com classificação livre - Teatro Municipal Belmira Villas Boas

São João Nepomuceno/MG

  • 07/12/2023, às 20h -  Oficina "Vagão Musical" (classificação livre) - Shopping Pátio da Fábrica

 

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Cine Miau leva a magia do cinema para crianças na Paraíba Cine Miau leva a magia do cinema para crianças na Paraíba

Publicada em: 11/10/2023

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 Sustentabilidade

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Paraíba

Cine Miau leva a magia do cinema para crianças na Paraíba

De 17 a 22 de outubro, a cidade de João Pessoa se tornará o cenário mágico para o Cine Miau - Mostra Internacional Infantil de Audiovisual, onde crianças e jovens terão a oportunidade de desfrutar de exibições gratuitas de curtas-metragens nacionais e internacionais. As sessões estarão abertas ao público em geral, além de uma exibição exclusiva para estudantes de escolas públicas. Em sua quinta edição, esse encantador projeto chega à capital paraibana trazendo 19 emocionantes curtas-metragens de oito países diferentes. A programação completa está disponível no site www.cinemiau.com.br.

O Cine Miau, realizado durante o Mês das Crianças, visa proporcionar uma primeira experiência cinematográfica para os pequenos, além de contribuir para o enriquecimento educacional e cultural das novas gerações. As produções englobam tanto animações quanto live-actions. Voltadas para o público entre 5 e 12 anos, essas obras audiovisuais têm um caráter educativo, abordando temas como cidadania, família, diversidade e sustentabilidade de maneira lúdica e envolvente.

Destaca-se entre elas o comovente curta "Meu Quintal é Maior que o Mundo" (2017), da talentosa paraibana Ana Bárbara Ramos. 

Nesta quinta edição do Cine Miau, a adorável mascote DJ Miau terá a companhia da amiga Mia para tornar ainda mais memoráveis as sessões de cinema em cada exibição.

Ao todo, serão realizadas 11 sessões de cinema, das quais 10 serão exclusivas para alunos de escolas públicas, seguidas de debates enriquecedores. A sessão aberta ao público em geral ocorrerá no dia 22 de outubro, às 18h, na renomada Usina Cultural Energisa, um espaço que já é um marco para os paraibanos e que completa 20 anos em 2023.

– Estamos imensamente felizes, não apenas por escolherem João Pessoa como a cidade para sediar o Cine Miau, mas também por selecionarem a Usina Cultural Energisa como o palco deste grandioso festival, que proporciona às crianças o acesso a essa forma de arte tão valiosa que é o cinema. Isso contribui significativamente para a formação, crescimento e conhecimento delas de uma maneira lúdica e prazerosa. Abrir nossas portas para o Cine Miau nos enche de orgulho e reforça ainda mais nosso compromisso de levar cultura e entretenimento aos paraibanos – comemora Marcio Zidan, diretor presidente da Energisa Paraíba.

SERVIÇO

5° CINE MIAU - Mostra Internacional Infantil de Audiovisual
De 17 a 22 de outubro
João Pessoa/PB
Acesso gratuito
Classificação livre
Site: cinemiau.com.br
Instagram: @cine.miau
Facebook: fb.com/cine.miau

Programação:

17 a 19/10/2023 (terça a quinta-feira)
9h – Sessão 01
14h – Sessão 02
Local: Usina Cultural Energisa

20/10/2023 (sexta-feira)
Tradução em Libras e legenda descritiva
9h – Sessão 01
14h – Sessão 02
Local: Usina Cultural Energisa
19h – Sessão 01
Local: Escola Dom Marcelo Pinto Cavalhera

21/10/2023 (sábado)
19h – Sessão 02
Local: Escola Professor Afonso Pereira da Silva

22/10/2023 (domingo)
18h – Sessão para o público geral
Local: Usina Cultural Energisa

Endereços:

  • Usina Cultural Energisa – R. João Bernardo de Albuquerque, 243 - Tambiá, João Pessoa - PB
  • Escola Dom Marcelo Pinto Cavalheira – R.  Profa. Maria Aparecida Pereira Cruz - Lot. Sonho Meu II, João Pessoa - PB
  • Escola Professor Afonso Pereira da Silva – R. da Sucupira, SN - Cidade verde II, João Pessoa – PB

Ficha técnica:
Apresentação: Ministério da Cultura e Energisa
Realização: Instituto Seara de Cultura e Desenvolvimento e Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura
Patrocínio: Grupo Energisa
Apoio cultural: Instituto Energisa, Usina Energisa e Prefeitura de João Pessoa, através de sua Secretaria Municipal de Educação
Produção: Invento Produções Culturais e D’grau Produções.

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Grupo Energisa abre curso gratuito para capacitação na Lei Rouanet Grupo Energisa abre curso gratuito para capacitação na Lei Rouanet

Publicada em: 09/10/2023

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 Sustentabilidade

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Brasil

Grupo Energisa abre curso gratuito para capacitação na Lei Rouanet

Nesta próxima quarta, 11 de outubro, o Grupo Energisa abre inscrições para um curso gratuito que vai oferecer capacitação e atualizações sobre as necessidades para adequar um projeto para a Lei Rouanet. O curso “Lei Federal de Incentivo à Cultura – Dominando a Lei Rouanet + Mentoria” busca potencializar produtores e gestores culturais para que utilizem sua energia criativa em ações culturais dentro de seus territórios.

Através de leis de incentivo, como a Lei Rouanet, a Energisa destina recursos para projetos de grande ou pequeno porte, que podem acontecer em grandes centros, mas também em pequenas cidades e regiões. É justamente nesses lugares menores que a riqueza cultural encontra dificuldades para se familiarizar com o sistema de incentivos fiscais. Por isso, o curso vai ser oferecido a produtores e gestores culturais de 8 estados em que há demanda reprimida para o recebimento de mais projetos: Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Sergipe, Tocantins e Rondônia.

O curso da Energisa vem para mostrar que conseguir esse patrocínio não é um bicho de sete cabeças. Com as informações precisas e a documentação necessária, qualquer gestor cultural pode se inscrever na lei Rouanet e dar um passo a mais para transformar seu sonho em realidade. Por meio de encontros com renomadas especialistas que são referências em suas áreas de atuação, unindo consistente formação acadêmica com intensa experiência no mercado, o curso oferecerá aos inscritos um caminho para profissionalizar e ampliar a sua capacidade na hora de buscar incentivos fiscais, desde a inscrição e aprovação dos projetos até sua gestão e adequada prestação de contas.

- Com essa iniciativa, pretendemos democratizar o acesso aos incentivos. Temos inúmeros casos de projetos maravilhosos que não conseguem participar dos processos burocráticos por falta de conhecimento dos proponentes sobre a Lei Rouanet. A nossa expectativa é aumentar o impacto positivo do Programa Energisa Cultural, especialmente para a população dos estados onde temos atuação, levando educação, arte e desenvolvimento - diz a coordenadora de Investimento Social do Grupo Energisa, Delânia Cavalcante.

A inscrição é simples e os únicos critérios de seleção são o estado de trabalho/residência e tempo de trabalho/experiência na área cultural. Mulheres, pessoas pretas e indígenas terão prioridade. Com 20 participantes por turma e um total de 12 horas de aula dividido em 4 módulos de 3 horas, o curso será 100% online. As aulas serão expositivas e práticas, inclusive com acesso ao sistema de inscrição de projetos Salic, que é a plataforma usada pela lei Rouanet para o recebimento de propostas. Para realizar o curso, o único material necessário é um computador com acesso à internet. Após o curso, 10 participantes de cada turma serão selecionados para receber 2 horas mentoria individual. Os participantes que comparecerem a pelo menos 75% das aulas ganham certificado de conclusão. 

Se você quer transformar energia criativa em uma ação cultural dentro da sua cidade ou comunidade, não deixe de se inscrever no curso. Verifique se o seu estado está contemplado na lista e acompanhe as datas e horários no cronograma feito para contemplar a todos os inscritos dividindo as turmas por regiões do Brasil. 

Sobre a atuação da Energisa na cultura

A Energisa possui um canal aberto de inscrições contínuas para produtores e realizadores que queiram apresentar projetos incentivados alinhados com a política de patrocínios do Grupo. Se você já tem o seu projeto aprovado em alguma lei de incentivo, leia mais sobre o Programa Energisa Cultural e descubra como se inscrever na seleção de patrocínios da Energisa.

Através do Instituto Energisa e da Fundação Ormeo Junqueira Botelho (FOJB), a Energisa mantém centros culturais instalados nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraíba, além de patrocinar diversos projetos em toda a sua área de atuação. Conheça alguns destaques da programação 2022 da FOJB.

Serviço:

PB e SE
Curso: 06 a 09/11 
Encerramento das inscrições: 27/10 
Seleção e comunicação com os aprovados: 30/10 a 03/11 
Link para inscrição: https://bit.ly/45d6sIt 

MG e TO 
Curso: 13, 14, 16 e 17/11 
Encerramento das inscrições: 03/11 
Seleção e comunicação com os aprovados: 06 a 10/11 
Link para inscrição: https://bit.ly/45bLGsQ 

MT e MS
Curso: 21 a 24/11 
Encerramento das inscrições: 10/11 
Seleção e comunicação com os aprovados: 13 a 17/11 
Link para inscrição: https://bit.ly/3rDB9ZK 

AC e RO
Curso: 27 a 30/11 
Encerramento das inscrições: 17/11 
Seleção e comunicação com os aprovados: 20 a 24/11 
Link para inscrição: https://bit.ly/45mt7lM

Critérios de seleção:

Os critérios de seleção para participação envolvem o estado de trabalho/residência do interessado, e o tempo de trabalho/experiência na área cultural. 

Para tanto, serão considerados, como critérios prioritários:

  • Gênero: mulheres
  • Raça: pessoas pretas e indígenas
  • Idade mínima: 18 anos

Além disso, o interessado em se inscrever deverá atender aos seguintes critérios:

  • Deve atuar como agente cultural no mesmo estado em que reside, o qual deve constar do rol das turmas oferecidas;
  • Deve ter pelo menos 1 ano de experiência na área cultural.
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A energia da cultura acelera a economia brasileira A energia da cultura acelera a economia brasileira

Publicada em: 26/09/2023

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 Sustentabilidade

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Brasil

A energia da cultura acelera a economia brasileira

Criatividade, empreendedorismo, originalidade. Em tempos de inteligência artificial, esses são atributos que se mostram necessários para a preservação da singularidade humana em um futuro cada vez mais tecnológico. Aptidões de talentosos profissionais que inventam a indústria cultural e dão vida à economia criativa. O setor cultural e criativo emprega mais de 7 milhões de trabalhadores no país e possui uma participação na economia maior do que muitos setores tradicionais, como a indústria automotiva, desempenhando assim um papel significativo no cenário socioeconômico do país.

A Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho (FOJB), que tem o Grupo Energisa por mantenedor, impulsiona a cultura brasileira há 35 anos, ao estimular e revelar a diversidade criativa do país. Os espaços culturais geridos pela FOJB contam com salas multiuso, cineteatros, galerias de arte e ambientes externos, que possibilitam a realização de feiras criativas e sustentáveis. Em 2022, o Grupo destinou R$ 20 milhões para iniciativas de impacto social nas frentes de educação, cultura, esporte, entre outras ações de geração de renda. 

Mesmo com um cenário difícil, durante e após a pandemia, a FOJB conseguiu se reinventar, ao manter atividades, ampliar projetos, parcerias e diversificar o portfólio, além de se adaptar à penetração digital crescente na cultura. Em 2022, a Fundação beneficiou pelo menos 120 mil pessoas e investiu R$ 5,2 milhões na manutenção e programação de seus espaços culturais. Foram gerados mais de 1.300 empregos (diretos e indiretos) em mais de 360 iniciativas e ações culturais realizadas ao longo do ano.

Confira a seguir alguns destaques da programação de 2022:

Cataguases/MG

Em 2022, a cidade de Cataguases passou a contar com a sua própria feira literária. Com curadoria da escritora Anna Claudia Ramos e da jornalista Verônica Lessa, a 1a edição da FLICA (Festa Literária de Cataguases) contou com a presença de 26 escritores, entre artistas locais e convidados. Alguns dos nomes que participaram da programação são: Marilda Castanha (Belo Horizonte – MG), Nélson Cruz (Belo Horizonte – MG), Anielizabeth (Rio de Janeiro – RJ), Ruben Filho (Belo Horizonte – MG), Eliza Moreno (Rio de Janeiro – RJ) e José Mauro Brant (Rio de Janeiro – RJ). A FLICA ainda percorreu mais de 30 escolas municipais com ações de incentivo à leitura.

Cataguases também abriga o moderno Centro Cultural Humberto Mauro (CCHM), inaugurado em 2002 nas instalações do antigo Cine Machado. O espaço abriga a galeria de arte Zequinha Mauro e o Cineteatro Paulo Cesar, onde foi apresentada uma sessão especial de exibição do filme “Predestinado: Arigó e o Espírito do Dr. Fritz”, uma produção do Polo Audiovisual da Zona da Mata Mineira, parceiro da FOJB e patrocinado pela Energisa. O ator Danton Mello, que encarna no filme o médium José Arigó, esteve presente na sessão e falou sobre a  construção do filme, do personagem e a oportunidade de filmar nas localidades regionais:

– Como bom mineiro, cresci ouvindo histórias de Arigó e Dr. Fritz; parentes contando, família. Fiquei muito feliz quando chegou este roteiro para mim. Foi um personagem desafiador, mas foi prazeroso, pois foi muito bem recebido. O filme conta a história de um homem iluminado; merece mesmo ser contada. Foram escolhidas as cidades de Cataguases e Rio Novo, com cenários daquela época [anos 50 e 60]. Ficamos mais de 30 dias aqui. A grande mensagem do filme é a fraternidade, um filme de amor, de tolerância – contou o ator, natural de Passos/MG, em entrevista para o canal CinePOP.

O evento também contou com a participação de Eduardo Alves Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio e Presidente da FOJB. Em sua fala, ele destaca os resultados positivos dos investimentos realizados pelo Grupo no audiovisual e nas demais linguagens culturais:

– Fico orgulhoso de Cataguases, o berço do cinema, viver mais esta etapa. O cinema nacional não pode morrer, pelo contrário, temos que revigorar este tipo de arte. Estamos muito felizes, pois o filme começou a ser exibido em 650 salas e já foi assistido por mais 250 mil pessoas, fato marcante. Foi o maior investimento da Energisa na área cinematográfica nacional, e estamos vendo o resultado sendo transformado numa realidade em benefício da cultura e da arte brasileira.

Nova Friburgo/RJ

Na Usina Cultural Energisa Nova Friburgo, no norte fluminense, o destaque fica por conta dos projetos Resistência Artística e Ocupa Usina.

O Ocupa Usina promoveu um total de 29 ações ao longo do ano, entre mostras artísticas, oficinas, shows e exibição de filmes. O cinema teve destaque, com a realização de oficinas de formação cinematográfica com profissionais de diferentes estilos e olhares, além de um encerramento shows e a apresentação de microfilmes produzidos localmente durante o projeto.

Já o Projeto Resistência Artística realizou uma temporada de intervenções artísticas, trazendo artistas de diversos estilos e colocando em pauta as diferenças e semelhanças entre o movimento de arte urbana contemporâneo e a Semana de 1922. Além disso, a temporada proporcionou bolsas de auxílio para dez jovens artistas como forma de incentivo. Ao todo, a iniciativa levou mais de 20 mil pessoas à Usina, firmando-se como importante canal de formação cultural na cidade de Nova Friburgo.

Projeto Resistência Artística
Projeto Resistência Artística

João Pessoa/PB

Em João Pessoa, a Usina Cultural Energisa comemorou seus 20 anos de presença cultural marcante na região nordeste do país. 

O edital do Projeto de Ocupação Usina de Artes Visuais selecionou 14 artistas paraibanos para integrar exposições individuais e coletivas na galeria de artes da Usina Cultural, com o objetivo promover a economia criativa e valorizar a regionalidade da sua produção artística. Ao longo do ano, foram realizadas cinco exposições, além de oficinas de fotografia, cianotipia (técnica de impressão de imagens em tons azuis), bate-papos com os artistas e visitações guiadas com alunos da rede pública de ensino.

Também merece destaque a 9ª edição do Natal na Usina, um festival multicultural de artes, com conteúdo artístico produzido localmente nas mais diversas linguagens: exposições de artes visuais, artes cênicas, cultura popular, música e literatura. A programação foi toda gratuita e acessível, além de ser transmitida por TVs e rádios locais, atingindo indiretamente um público de mais de 100 mil pessoas.

– A Energisa, por meio da Usina Cultural,  está dando sequência ao seu programa de exposições dedicado exclusivamente aos artistas paraibanos, fomentando e fortalecendo, com isso, o reconhecimento dos filhos da terra e suas produções contemporâneas – relata Delania Cavalcante, coordenadora de Investimento Social da Energisa.

Natal na Usina
Natal na Usina

O futuro: Instituto Energisa e a Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho

O ano de 2022 foi marcado pela criação do Instituto Energisa, organização social do Grupo que assumiu, a partir deste ano, as ações de difusão e produção cultural. A instituto tem como propósito fortalecer as potências locais e promover a troca de conhecimento inter-regional, valorizando e integrando os diferentes sotaques que compõem as localidades atendidas pelo Grupo Energisa, por meio do desenvolvimento de ações socioculturais, esportivas, educativas e de inclusão.

O Instituto Energisa somará forças à FOJB na consolidação das políticas de investimento social do Grupo Energisa, e nasce com intuito de reestruturar os centros culturais geridos pela FOJB, preservando o seu legado e trazendo inovação, com uma programação ainda mais diversa.

A Fundação Ormeo Junqueira Botelho terá o papel de resgatar e preservar a memória e o patrimônio material e imaterial da Zona da Mata Mineira, com a reestruturação dos espaços de memória como o Museu Energisa (Cataguases) e a Casa de Leitura (em Leopoldina), que passará a se chamar Casa da Memória. 

Em 2025, em meio às celebrações dos 120 anos do Grupo Energisa, a FOJB inaugurará o Museu Parque Usina Mauricio, que terá o papel de ressignificar a paisagem cultural da primeira Usina, instalada quando o Grupo ainda se chamava Companhia Força e Luz Cataguazes – Leopoldina.

Usina Maurício
Usina Maurício



Para saber mais

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A seguir, baixe o relatório completo com as atividades realizadas pela FOJB em 2022.

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