Alsol investe na construção de 15 parques de energia solar
A startup Alsol Energias Renováveis, que faz parte do Grupo Energisa, prevê construir ao longo de 2021 um total de 15 novos parques de geração de energia solar, chegando ao final do ano com uma capacidade de 73 megawatts hora (MWh) no pico – o suficiente para abastecer por volta de 70 mil residências.
Para construir os parques solares, serão investidos R$ 173 milhões. Segundo projeção da companhia, 14 usinas serão instaladas em Minas Gerais e uma no Rio de Janeiro.
Pioneira em sistemas de fazendas solares e armazenamento de energia elétrica no Brasil, a Alsol é uma das apostas do grupo associadas à transição para a economia de baixo carbono. Recentemente, a startup recebeu reconhecimento internacional pelo investimento em inovação. [OLHO]
Adquirida pela Energisa em 2019, a Alsol só trabalha com fontes renováveis de energia, que podem ser aplicadas de forma combinada ou isoladamente, de acordo com o projeto. O modelo permite oferecer aos clientes a garantia total de fornecimento, o que permite a redução de custos com energia elétrica.
Ela é um exemplo do conceito de Energia 4.0, que vem norteando a atuação da Energisa. O modelo preconiza o uso da rede elétrica como plataforma para a viabilização de serviços e tecnologias.
Além dos parques solares, negócio voltado à alocação de capacidade de produção de energia para empresas, a Alsol também desenvolve projetos de micro redes, geração distribuída e mobilidade solar.
O negócio é voltado à locação de capacidade de produção de energia para empresas. A Alsol também vem desenvolvendo projetos de micro redes e mobilidade solar.
Presidente do Grupo Energisa é escolhido “Executivo de Valor”
Ricardo Botelho, presidente do Grupo Energisa, foi escolhido como vencedor do prêmio Executivo de Valor, do jornal Valor Econômico, no setor de energia. A cerimônia on-line aconteceu no final de julho. Nessa 20ª edição, que avalia o trabalho ao longo de 2020 – um ano marcado pelo desafio do início da pandemia - foram reconhecidos 24 gestores ligados a empresas de 19 setores da economia, além das categorias presidente de conselho de administração, jovem liderança, transformação digital, ativismo social e startup de sucesso.
À frente da companhia, além de conduzir a expansão dos negócios nas atividades de distribuição, geração, comercialização e soluções integradas para o mercado de energia elétrica, mais as atividades voltadas à energia fotovoltaica, Botelho tem concentrado esforços em alguns pilares: ambiental, geração de empregos e inovação.
“Somos o maior grupo privado nacional do setor elétrico. Nenhum outro grande grupo conhece o Brasil tão bem quanto nós”, diz o executivo.
A Energisa foi fundada há 106 anos em Cataguases, interior mineiro. Hoje atua em 11 estados e é a distribuidora com maior presença nas unidades da federação que compõem a Amazônia Legal – Mato Grosso, Tocantins, Rondônia e Acre -, o que desafia seus colaboradores a buscarem caminhos para o desenvolvimento econômico por meio de uma matriz de energia renovável. Sua missão é oferecer um portfólio diversificado, respaldado pelos valores socioambientais, que leve qualidade no serviço oferecido aos clientes e que seja um negócio atraente para os investidores.
No início do ano, o grupo passou a atuar no segmento de soluções financeiras por meio da Voltz, a primeira fintech do setor elétrico, voltada ao mercado como um todo. Seus clientes contam com uma conta digital com os melhores serviços. Graças a capilaridade da Energisa, esse negócio tem previsão de um crescimento rápido. Esta é mais uma das iniciativas da companhia que resultaram dos investimentos em inovação. Outra, mais recente, é a Energisa Digital Labs, que tem como missão conectar a necessidade dos clientes a grandes tendências.
Hoje, já é possível antever falhas que podem gerar grandes danos aos clientes. Hoje, a Energisa gera cerca de 20 mil empregos diretos e indiretos em 862 municípios. Em 2021, os investimentos totais serão da ordem de R$ 3,9 bilhões, entre recursos na área de distribuição, geração, serviços 4D e programas de acesso à energia, como o Luz para Todos.
Digital Labs: nasce o primeiro centro de inteligência artificial do setor elétrico
Em live realizada em 29 de junho, o Grupo Energisa apresentou o Digital Labs. Trata-se do primeiro centro de inteligência artificial (IA) do setor elétrico, criado para acelerar a transformação digital da empresa. No biênio 2020-2021, devem ser investidos em inovação em torno de R$ 350 milhões.
O centro de excelência em advanced analytics e IA tem o objetivo de desenvolver tanto produtos e serviços para clientes quanto soluções de fomento do setor elétrico nacional. O espaço, com sede no Rio de Janeiro, servirá para fomentar a inovação, a criatividade, a troca de experiências entre colaboradores e também com parceiros e clientes. Além disso, o centro de pesquisa viabilizará a interação com todas as distribuidoras e empresas do Grupo Energisa.
Mediada pela jornalista Miriam Leitão, de O Globo, a live, transmitida pelas redes sociais da revista Época Negócios, trouxe como convidados Paulo Castro, professor e chefe do departamento Metodologias da Computação do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), Pepe Cafferata, sócio da McKinsey Brasil e o anfitrião Lucas Pinz, diretor de Inovação e Planejamento Estratégico da Energisa.
Para Pinz, as transformações no setor elétrico, nos hábitos do consumidor e na sociedade de uma forma geral, que se aproximam cada vez mais do universo digital, criam novas possibilidades de negócios – sejam produtos ou serviços - no ecossistema do qual fazem parte empresas, empreendedores e startups.
O diretor da Energisa exemplificou alguns recursos que vão ganhar ainda mais espaço com o Digital Labs. “Se imagine recebendo informações em tempo real sobre o seu consumo de energia, ou recebê-la com mais qualidade porque é possível fazer manutenção preditiva na infraestrutura de fornecimento energético. Na Energisa, conseguimos antever falhas que podem gerar grandes danos.” Como lembra Pinz, a IA já é uma ferramenta importante na prevenção de eventos e condições climáticas importantes para o setor.
O executivo ressalta que o futuro do setor elétrico depende de soluções inovadoras, com o uso de tecnologias e novas metodologias voltadas a estimular a agilidade e a criatividade dos colaboradores da companhia. “O Energisa Digital Labs representa a síntese da inovação que sempre esteve presente em nosso DNA”, afirma.
Outra missão importante do Energisa Digital Labs é o desenvolvimento de habilidades de ciência e engenharia de dados nas diferentes unidades de negócios da companhia. Isso será feito por meio da disseminação e da descentralização do conhecimento, além da valorização da cultura de inovação. Foi criada uma equipe multidisciplinar, formada por profissionais com perfis complementares. Por exemplo, estatísticos, matemáticos, físicos, engenheiros, cientistas de dados, designers, arquitetos e desenvolvedores.
Além de contar com a equipe própria e desenvolver soluções para as diferentes atividades do grupo, o Energisa Digital Labs vai buscar parcerias. “Queremos estreitar conexões com principais players do mercado, incluindo startups e instituições científicas, sempre com a meta de gerar valor por meio da inovação, tanto para a Energisa, como para o setor elétrico brasileiro. Com o Digital Labs, estamos desenvolvendo novos produtos posicionados na vanguarda das tendências tecnológicas”, explica Pinz.
O trabalho será desafiador. Serão colocadas em prática iniciativas voltadas à melhoria da eficiência operacional, que permitam um ganho de experiência dos clientes e gerem novos produtos e serviços tanto para o mercado nacional quanto internacional. “Seremos cada vez mais uma plataforma de soluções energéticas, promovendo a digitalização, descentralização, descarbonização e a diversificação, habilitada pelo uso intensivo de inteligência computacional”, destaca o diretor da Energisa.
Assim como Pinz, Cafferata acredita que a IA será grande geradora de soluções e de negócios. Hoje, estima-se que o uso seja responsável pela geração de um valor entre US$ 8 e US$ 10 bilhões apenas no setor de energia. No cenário pós-pandemia, aponta o executivo da McKinsey Brasil, a mudança de comportamento dos consumidores vai acelerar novas demandas, assim como a preocupação cada vez maior com o uso de fontes renováveis e mais eficientes.
“O consumidor agora faz compras de um modo mais planejado, quer segurança, tem mais consciência e dá valor as ações sociais e a sustentabilidade. A casa passou a ser um lugar central para as famílias. Bem-estar e conforto ganharam importância. Além disso, há uma tendência de desurbanização. Isso tem impacto no mercado e a inteligência artificial pode ajudar”, explica Cafferata.
O sócio da McKinsey Brasil cita alguns recursos da AI. Por exemplo, a possibilidade de adaptar a oferta de energia de forma personalizada. No caso do gás natural, a IA permite fazer um mapeamento de hábitos, como a possibilidade de o cliente ter itens como fogão e aquecedores. Com isso, as empresas têm mais precisão na hora de disponibilizar seus serviços.
“Quanto mais acesso a dados, mais algoritmos e plataformas se tornaram possíveis. O setor energético é um grande gerador de dados, o que pode levar a descoberta de novos padrões e modelos de negócios”, acrescenta Castro.
Lideranças da Energisa detalham a estratégia digital do Grupo
Em tempos de revolução digital, o setor de energia também passa por transformações. Mais do que acompanhar as mudanças, o Grupo Energisa se coloca na vanguarda desse movimento, atuando como um impulsionador da inovação e do desenvolvimento.
“Vamos desenvolver tecnologias que sejam importantes não apenas para a Energisa, mas para todas as empresas e para a sociedade”, afirmou Ricardo Botelho, CEO do Grupo Energisa, durante o evento BússolaON, encontro online de líderes e colaboradores da companhia, realizado em março.
O Bússola é realizado anualmente e está em sua 14a edição. Este ano, pela primeira vez, ele foi realizado totalmente online. Além das lideranças da empresa, o evento contou com a presença de todos os líderes do grupo e também de convidados, como Carlos Alberto Sicupira, sócio da 3G Capital, gestora de ativos que controla a cervejaria Ambev, a rede de lanchonetes Burger King, entre outros grandes negócios.
Segundo Botelho, a ideia geral da nova estratégia é que a Energisa passe a atuar a partir do conceito de plataforma. “Queremos ser percebidos como um fornecedor de serviços, usando muitos dados para construir produtos”, afirmou o presidente.
Um exemplo de empresa que adota o modelo de plataforma é o Google. Seu negócio principal, as buscas na internet, é a base para a oferta de um portfólio completo de soluções tecnológicas, que vão de um simples e-mail a sistemas sofisticados de armazenamento em nuvem.
“Essa é a diferença entre o Yahoo, que decidiu se manter como uma empresa de mídia, e o Google, que se tornou uma plataforma de aplicativos”, explicou Botelho.
Na prática, essa estratégia já está funcionando. Um exemplo disso é a Voltz, primeira fintech (como são chamadas as startups financeiras de base tecnológica) do setor elétrico, que oferece um leque de serviços financeiros aos consumidores. Ela vai agregar agilidade e facilidade para o pagamento de contas, podendo atuar, também, como uma facilitadora para pequenas empresas e empreendedores na obtenção de crédito.
Como parte dessa transformação, a área de marketing passará a ter um papel ampliado. O setor, que sempre foi encarado como uma “commodity”, ou seja, oferecendo serviços de comunicação, passa a ser estratégico para o desenvolvimento de produtos ao internalizar as demandas dos consumidores.
“Aqui na Energisa, nós olhamos o passado com admiração e respeito, usamos seus ótimos exemplos. Praticamos os valores centrais e permanentes transmitidos por gerações, mas não nos fixamos no passado, não ficamos presos a ele”, disse Botelho. “Anotem e podem me cobrar essa promessa depois: seremos a empresa que melhor vai navegar neste oceano azul ainda não mapeado do setor elétrico.”
Dúvidas na conta de luz? A websérie “O Descomplicador” esclarece
Com produção da Energisa e apresentação do ator Paulo Vieira, a websérie “O Descomplicador” esclarece conceitos e informações sobre energia que estão no dia a dia dos consumidores. São abordados temas como impostos, bandeiras tarifárias, variações de consumo, eficiência energética e furto de energia, entre outros.
A série foi lançada em dezembro do ano passado e foi assistida por milhares de pessoas. Já no primeiro vídeo, o ator traz uma explicação sobre como é definida a bandeira tarifária, tema que veio à tona nos últimos dias por conta da crise hídrica por que passa o país.
O nível de armazenamento nos reservatórios de hidrelétricas baixou e o consumo de energia, à medida que foram levantadas as restrições da pandemia, aumentou. Por esse motivo, foi preciso passar para a bandeira vermelha 2 em 1º de dezembro.
As bandeiras tarifárias funcionam como sinalizadores para que o consumidor conheça as condições e os custos de geração de energia no país. Quando a produção nas usinas hidrelétricas está favorável, ou seja, com os reservatórios cheios, é acionada a bandeira verde. E quando o nível dos reservatórios cai e é necessário utilizar usinas térmicas para complementar a oferta de energia, podem ser acionadas as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2.
Em períodos como esse, é muito importante que o consumidor use a energia com consciência e evite o desperdício. Pequenas mudanças no dia a dia podem ajudar a economizar. Confira dicas da Energisa:
Energia do Bem: Energisa lidera movimento de combate à pandemia
Desde os primeiros momentos da pandemia, a Energisa tem trabalhado para apoiar a sociedade no combate à doença. No ano passado, o grupo tomou a decisão de organizar o movimento Energia do Bem, uma força-tarefa junto a prefeituras, governos estaduais, parceiros e fornecedores para contribuir com recursos e serviços. Mais de R$ 8 milhões foram investidos em ações implementadas em 11 estados.
Saiba mais no vídeo:
Foram doados mais de 300 ventiladores pulmonares a Minas Gerais, Tocantins, Mato Grosso, Paraíba e Sergipe. Mais de 65 mil máscaras chegaram a comunidades indígenas no Mato Grosso do Sul. E 100 toneladas de cestas básicas foram distribuídas em todas as regiões em que a Energisa atua.
Outra ação importante foi a destinação de quase R$ 2 milhões para o fomento econômico através do programa Estímulo Minas, de crédito a pequenas empresas. Também foram disponibilizadas 100 mil vagas em cursos de capacitação à distância.
Confira os principais resultados do Energia do Bem:
Unidos pela Vacina
A Energisa também aderiu ao Unidos pela Vacina, movimento da sociedade civil, liderado pela empresária Luiza Helena Trajano, presidente do conselho do Magazine Luiza, que reúne lideranças empresariais e entidades do setor privado. O objetivo do movimento é garantir a vacinação de todos os brasileiros. O Unidos pela Vacina é apartidário e visa auxiliar o poder público nos processos de negociação e distribuição dos imunizantes -- não é uma iniciativa que busque a compra de vacinas pelo setor privado.
Uma das ações associadas ao movimento foi a doação de geladeiras para a conservação dos imunizantes no transporte e no posto de vacinação, até a sua aplicação. Em Mato Grosso, foram disponibilizadas 97 geladeiras, que beneficiaram 81 municípios. Em Rondônia, foram 107 equipamentos, destinados a 52 cidades. Iniciativas semelhantes estão sendo conduzidas nos 11 estados em que a Energisa atua.
Em vídeo, Delania Azevedo, coordenadora de investimento social da Energisa, comenta os esforços para garantir a vacinação a todos e a todas. Confira:
A energia elétrica leva desenvolvimento e impacta em todos os aspectos a vida dos cidadãos. A Energisa sabe disso há 116 anos. Em sua história, a empresa sempre esteve ligada ao avanço tecnológico, principalmente, a partir do interior do país. Manter essa tradição e liderar uma visão de futuro capaz de capturar as tendências tecnológicas que impactam a sociedade e integrá-las ao seu negócio é a marca do Grupo Energisa que nasceu em Cataguases com a inauguração da Companhia Força e Luz Cataguases-Leopoldina, empresa que, há mais de um século, deu origem ao Grupo Energisa.
Na década de 20, a cidade já destoava de outros municípios do mesmo porte, com diversos jornais e três escolas, numa época em que o analfabetismo ainda era a regra no País.
A cidade de Cataguases também é reconhecida como um dos berços do modernismo brasileiro, movimento artístico e literário do início do século 20 que contribuiu imensamente para o desenvolvimento da cultura brasileira.
Transição digital e energética
O momento atual é de grandes transformações. As mudanças climáticas se consolidaram como uma preocupação global e, para evitá-las, o mundo terá de cortar suas emissões de gases do efeito estufa pela metade em duas décadas. Essa é a meta estabelecida no Acordo de Paris, assinado por quase todos os países em 2015.
Só existe uma maneira de atingir esse objetivo: fazer a transição dos combustíveis fósseis para as energias renováveis. Como uma grande empresa de energia, a Energisa está pronta para encarar esse desafio.
Em mais um processo de captura e integração tecnológica, a empresa está construindo um ecossistema a partir do seu maior ativo: a rede de distribuição que atende 11 estados e mais de 20 milhões de pessoas. Ela será a plataforma à qual as novas tecnologias serão conectadas para gerar valor a todos os que são impactados pela companhia. [OLHO]
Esse ecossistema permite que oportunidades de negócios que atendam às necessidades dos clientes sejam permanentemente desenvolvidas. O plano está ancorado em quatro diretrizes, chamadas de “os 4 Ds da Energisa”: digitalização, diversificação, descentralização e descarbonização. Esses pilares estão abrigados sob um guarda-chuva de conceitos universais que congrega a inovação, o meio ambiente e a transição energética.
As iniciativas já estão em andamento. No campo da inovação, a Energisa investe em startups dentro e fora do setor de energia. O caso mais emblemático é o da Voltz, a primeira fintech do setor elétrico brasileiro. A empresa atua como um banco digital, oferecendo serviços financeiros aos clientes da distribuidora.
O cliente no centro
As transformações pelas quais o negócio da Energisa passou em mais de 100 anos prepararam a empresa para o desafio atual – que pode ser o maior de sua história, dada a relevância das mudanças em curso não apenas no setor elétrico, mas também na sociedade.
Para não perder o foco em meio a tantas transformações, a empresa estabeleceu como mantra o acompanhamento do cliente em toda a sua jornada. A Energisa entende que o consumidor do futuro é tecnológico e focado em soluções. A energia deixará de ser uma commodity para se tornar um serviço. Por isso, a empresa passa a adotar o conceito de plataforma como modelo de negócios.
A tecnologia muda constantemente os comportamentos e a forma como as pessoas consomem. Para navegar nesse mar de transformações, é preciso apontar a bússola para as demandas dos clientes, ser ágil e ter uma visão empreendedora.
Todo esse plano está conectado a um respeito inegociável ao meio ambiente. A Energisa é a maior distribuidora da Amazônia Legal e tem grande responsabilidade no desenvolvimento dessa região. E isso passa pelo fornecimento confiável de energia elétrica e pela redução das fontes fósseis.
Desde o ano passado, está sendo implantado um programa ambicioso de interligação de sistemas isolados na Amazônia Legal, que será concluído em 2025. Ele prevê desligar 19 termelétricas nos estados de Acre, Pará e Rondônia, o que trará uma economia anual aos brasileiros de R$ 718 milhões de reais por ano, além de evitar a emissão de 533 mil toneladas
de CO₂.
Para viabilizar o desligamento, serão investidos R$ 1,2 bilhão em redes de distribuição e linhas de transmissão. Mais de 440 mil pessoas serão beneficiadas em 21 municípios da região Norte. É um dos maiores programas de descarbonização sendo realizados no bioma amazônico.
Ao colocar o cliente no centro da estratégia, a Energisa será capaz de entender tudo o que ele precisa, do começo ao final de sua jornada, o que vai garantir não apenas a perenidade da companhia, mas também a geração de valor para todos.
A transformação digital encampada pelo Grupo Energisa tem ajudado a superar os desafios diários trazidos pela pandemia. Um dos reflexos do novo momento pelo qual passa a companhia é o engajamento entre as equipes, que se traduziu em uma conquista importante, anunciada em abril.
A Energisa é a primeira empresa do setor elétrico brasileiro a ocupar um lugar na lista do Linkedin Top Companies. O ranking 2021, que chega à quinta edição, apontou as 25 onde os brasileiros têm mais vontade de trabalhar e sedimentar uma carreira. O levantamento foi feito com base em dados e indicadores de atração e retenção de talentos. A companhia ficou na 16ª posição.
“A inovação tecnológica proporcionou um ambiente colaborativo e integrado, além de facilitar novos processos seletivos”, comenta Antonio Negreiros, diretor de Gente do Grupo Energisa.
Na contramão da economia brasileira, no ano passado, a Energisa contratou 3.153 novos profissionais em diversas áreas e ofereceu 728.773 horas de treinamento a distância como forma de investir na melhora do desempenho dos colaboradores.
Ao lado da equipe
Para Negreiros, além da inovação, também influencia na percepção dos profissionais a forma como a empresa se relaciona com sua equipe. “Somos uma empresa com foco em pessoas. Essa premissa está presente em todas as unidades onde atuamos nas cinco regiões brasileiras. Estamos muito orgulhosos dessa conquista inédita, que representa os bons resultados alcançados pela gestão e comunicação estabelecidas com nossos colaboradores.”
Segundo o executivo, o reconhecimento do LinkedIn deve impulsionar ainda mais a atração de potenciais talentos de todo o país. Para isso, a companhia oferece a chance de desenvolvimento na carreira em uma das líderes do setor elétrico brasileiro.”
Maior rede social profissional do mundo, com cerca de 740 milhões de usuários e presença em, aproximadamente, 200 países, o LinkedIn utiliza uma abordagem orientada por dados para monitorar o comportamento dos usuários durante uma busca por uma carreira de sucesso. As informações são analisadas de forma anônima e as ações são divididas em quatro pilares principais: interesse na empresa, interação com os colaboradores da companhia, demanda por vaga e retenção de funcionários.
Solidez de mais de um século
Fundada há 116 anos, a Energisa é o maior grupo privado do setor elétrico com capital nacional e o maior na Amazônia Legal. Hoje, é controladora de 11 distribuidoras em Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Paraná, Rondônia e Acre. Em 2020, obteve uma receita líquida anual de R$ 18 bilhões. Seus serviços chegam a 8 milhões de clientes (equivalente a 20 milhões de pessoas), distribuídos por 862 municípios. Entre empregos diretos e indiretos, estão ligadas à companhia em torno de 20 mil pessoas.
Além de distribuição de energia, o grupo tem negócios nas áreas de transmissão, serviços para o setor elétrico (Energisa Soluções), serviços especializados de call center (Multi Energisa), comercialização de energia (Energisa Comercializadora), soluções em energias renováveis (Alsol) e, mais recentemente, a fintech Voltz, dedicada ao negócio de contas digitais.
Grupo Energisa domina ranking de qualidade no fornecimento de energia
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou os índices de qualidade dos serviços de distribuição de energia referentes a 2020. O Grupo Energisa dominou a lista das concessionárias com as melhores notas: das 10 primeiras no ranking, 5 fazem parte do grupo.
Um dado importante é que os níveis de frequência e duração das interrupções de energia chegaram ao nível mais baixo da história. Em média, no Brasil, o serviço de fornecimento de eletricidade permaneceu disponível por 99,87% do tempo.
Entre as distribuidoras de grande porte, com mais de 400 mil consumidores, Energisa Sul-Sudeste, Energisa Mato Grosso, Energisa Tocantins, Energisa Minas Gerais e Energisa Mato Grosso do Sul entraram na lista das 10 melhores. As concessionárias Sul-Sudeste foram as mais bem ranqueadas, na terceira e na quinta posição, respectivamente.
Transformando Mato Grosso
Este é o terceiro ano em que a Energisa Mato Grosso fica entre as cinco melhores distribuidoras de grande porte do país. A melhora nos índices de qualidade é fruto de muito trabalho e investimento. Quando a Energisa chegou no Estado, há seis anos, assumiu o compromisso de contribuir para o desenvolvimento matogrossense. Ainda existiam, na época, cerca de 20 mil famílias sem energia elétrica.
A concessionária tem transformado a vida dos mato-grossenses com uma energia de melhor qualidade e disponível para todos. Hoje, menos de 2 mil famílias vivem sem eletricidade, número que será zerado em dois anos.
Moradora de Alta Floresta, cidade a cerca de 790 quilômetros de Cuiabá, Eliana Matos Seguro conta que percebeu a melhora da qualidade do fornecimento na sua região. “Quando estou em casa, na cidade, tem sido muito tranquilo, percebo que os problemas de falta de energia diminuíram muito. É nítida a evolução”, afirmou Eliana. “Na área rural observamos ainda casos de falta de luz, até mesmo por estar em localização com mais árvores, mas a equipe local faz o possível para resolver.”
Para garantir o mais alto nível de serviço e de atendimento, foram investidos quase R$ 4 bilhões no estado, sendo R$ 410 milhões somente em 2020. São investimentos em obras de melhoria da rede, renovação de frota, incorporação de novas tecnologias e em capacitação profissional. E, mesmo num cenário desafiador de pandemia mundial, que impactou o dia a dia de empresas em todo o mundo, a Energisa conseguiu dar continuidade aos seus projetos de infraestrutura e encerra 2020 com grandes entregas, como a linha de 141 km que liga Vila Rica (MT) a Santana do Araguaia (PA).
Confira no quadro a seguir as principais realizações da Energias nesses seis anos de atuação em Mato Grosso:
A cobrança de conta de luz foi suspensa durante a pandemia?
Não, o pagamento da conta de energia deve ser feito mesmo durante a pandemia. No entanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou em 26 de março que, até 30 de junho de 2021, apenas os consumidores de baixa renda – incluídos na tarifa social – terão o corte de energia suspenso por falta de pagamento. Estão enquadradas nessas condições cerca de 12 milhões de famílias.
Por causa da pandemia, a Aneel decidiu ainda que também não pode ser cortada a energia de unidades consumidoras com equipamentos vitais à preservação da vida e dependentes de energia elétrica. A decisão inclui ainda as unidades de saúde, como hospitais e centros de produção, armazenamento e distribuição de vacinas.
O que é a tarifa social?
A tarifa social permite a concessão de descontos na conta de energia para as famílias de baixa renda. Graças a essa política pública, o consumidor tem direito a um desconto mensal na conta de luz segundo o consumo da residência.
Têm direito a tarifa social as famílias inscritas no Cadastro Único com renda mensal menor ou igual a meio salário-mínimo por pessoa. Ou ainda, famílias com portador de doença que necessite de aparelho elétrico para o tratamento (neste caso, com renda mensal de até três salários-mínimos). Também podem usar o benefício as famílias que tenham algum integrante que receba o Benefício de Prestação Continuada.
O vídeo da Anatel mostra o passo a passo sobre como funciona a tarifa social.