O que a Energisa tem feito para reduzir os impactos do coronavírus?
A Energisa é uma prestadora de serviços públicos essenciais e não pode parar, apesar da pandemia. Atenta a isso, a empresa adotou medidas de higiene e segurança para proteger seus colaboradores e a população, mas manteve suas atividades, inclusive obras e investimentos que geram emprego e desenvolvimento para o estado.
Além disso, o Grupo Energisa criou o Movimento Energia do Bem, uma união de esforços públicos e privados para o combate aos impactos da doença. Em Rondônia, a empresa desenvolveu diversas ações para ativar a economia, apoiar a área de saúde e proteger os mais vulneráveis. Conheça nossas atividades no site do Movimento Energia do Bem.
Conheça aqui as dicas de higiene e segurança para se prevenir do novo coronavírus.
Mesmo com a pandemia, a Energisa segue investindo em pessoas
O eletricista Alisson dos Santos Silva, de 26 anos, foi contratado pela Energisa em meio à pandemia. Ele esteve no Exército por oito anos e se formou eletricista logo após deixar a corporação, no ano passado, quando participou do Programa Soldado Cidadão, uma parceria entre Exército Brasileiro, Energisa e Senai para capacitar militares durante o serviço temporário.
Nascido em Candeias do Jamari, o ex-militar aceitou se mudar para Alta Floresta para trabalhar na Energisa. “Fiquei feliz. Alta Floresta fica a mais de 500 quilômetros da minha cidade, mas ter uma nova profissão, trabalhar com carteira assinada, plano de saúde, previdência privada e auxílio alimentação, em uma empresa que está crescendo e investindo no meu estado será muito bom”, afirma o eletricista, que já se mudou para a nova cidade.
Esse é apenas um exemplo de como a Energisa segue investindo em pessoas, mesmo durante a pandemia. Até maio, 192 eletricistas e 195 leituristas foram capacitados e contratados pela empresa. “Temos uma preocupação muito grande com o aprimoramento contínuo de nossos colaboradores porque isso reflete na melhoria da qualidade de serviços para os clientes”, afirma Silvana Santos, Gerente de Gestão e Pessoas da Energisa Rondônia.
Os novos colaboradores da Energisa passam por um treinamento intensivo. O profissional só vai a campo depois de intensos treinamentos técnicos para atividades como segurança em Instalações e Serviços de Eletricidade e trabalho em altura.
“Além do curso de capacitação que fez no âmbito do Soldado Cidadão, o Alisson passará, nos próximos meses, por uma série de treinamentos, como direção defensiva e Off Road, técnica de trabalho em altura e novos cursos de aprimoramento na área elétrica”, explica a gerente da Energisa.
Energia do Bem: as ações da Energisa na luta contra o coronavírus
Os idosos da Casa do Ancião São Vicente de Paula, em Porto Velho, receberam uma encomenda especial da Energisa. A distribuidora mandou entregar, no estilo “delivery”, respeitando o isolamento social, itens de higiene e limpeza como álcool em gel, sabonete, desodorante, talco e barbeadores. Além de auxiliar os mais velhos que fazem parte do grupo de risco da covid-19, a ação ajudou a movimentar a economia da região.
Todos os produtos foram adquiridos de fornecedores locais. “Estamos vivendo um momento de ressignificação da vida”, afirma Millena Capeletti Gomes, ouvidora da Energisa Rondônia. “Nosso comprometimento com o próximo está presente nas ações corporativas e contagia até os colaboradores”.
Essa é apenas uma das ações realizadas pela Energisa na luta para reduzir os impactos da pandemia. A empresa lançou o Movimento Energia do Bem, cujo objetivo é unir forças entre a inciativa privada, as autoridades responsáveis e os cidadãos para combater a doença.
Nesse esforço de ajuda aos idosos, a distribuidora criou um site para arrecadar recursos de maneira colaborativa. A empresa dobrou o valor de cada doação feita pelos funcionários. Ao todo, mais de 250 mil reais foram destinados para instituições que atendem idosos em todas as regiões do Brasil.
Os investimentos do Energia do Bem incluem a doação e manutenção de ventiladores pulmonares e obras elétricas em unidades públicas de saúde, como foi o caso no novo hospital do município de Seringueiras, a 527 km da capital. A Energisa disponibilizou a ligação de energia do estabelecimento em tempo recorde. Para isso, mobilizou mais de dez engenheiros e técnicos para analisar o projeto e acelerar os prazos. Foram disponibilizados 500 KVA de eletricidade para o hospital, o suficiente para abastecer 2 mil casas.
Em outra frente, o Grupo Energisa se uniu a outras empresas do setor elétrico para ajudar a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) a produzir testes diagnósticos da covid-19. A iniciativa está sendo coordenada pelo Instituto Acende Brasil e recebeu doações de cinco companhias dos setores de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia.
“Estamos em contato com toda a nossa rede de parceiros, fornecedores e clientes para ampliar o alcance das nossas iniciativas. A solução para a crise humanitária virá do comprometimento de todos com medidas individuais e coletivas”, afirma Daniele Salomão, Vice-Presidente de Gente e Gestão do Grupo Energisa, uma das coordenadoras do movimento Energia do Bem.
Investimento em subestações beneficia moradores de Corumbiara e Alvorada do Oeste
Os investimentos da Energisa em subestações estão melhorando a qualidade da energia em Rondônia. As subestações são um elemento fundamental na infraestrutura elétrica, pois são responsáveis por transformar a energia de alta tensão para a voltagem que é distribuída pelas ruas da cidade para ser usada nas residências, comércio e indústrias. As obras realizadas fazem parte do programa de investimentos de R$ 500 milhões previsto para o Estado, somente este ano de 2020.
Em maio, a subestação de Corumbiara passou a operar de forma totalmente automatizada, beneficiando 17 mil consumidores na região, que inclui também as cidades de Colorado do Oeste, Cabixi, Planalto São Luís, Cerejeiras, Pimenteiras e Chupinguaia. Com a modernização, a capacidade da estação aumentou 33%, o suficiente para abastecer 25 mil casas com energia de qualidade.
Já as cidade de Alvorada do Oeste e Presidente Médici ganharam duas novas subestação e um linhão, com investimento de R$ 44 milhões. O empreendimento permitiu a desativação da usina termoelétrica que abastecia a região, gerando uma economia de R$ 30,9 milhões por ano com óleo diesel e benefícios ambientais. Termoelétricas, como a que foi substituída pela subestação em Alvorada do Oeste, são mais poluentes e caras do que a geração hidrelétrica, responsável por mais de 70% da energia consumida no Brasil.
Com as subestações, a cidade passa a se beneficiar de uma energia de melhor qualidade, com menor risco de interrupções no fornecimento, e que sai mais barata para todos os consumidores.
O investimento representou uma revolução no município. Segundo André Theobald, diretor-presidente da Energisa Rondônia, a região agora tem energia suficiente para indústrias, comércios e outros empreendimentos. “Nosso objetivo é garantir energia de qualidade para qualquer empreendimento na região. A Energisa chegou em Rondônia para contribuir com o desenvolvimento do estado”, afirma.