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Usina Cultural Energisa Nova Friburgo reabre com exposição e teatro Usina Cultural Energisa Nova Friburgo reabre com exposição e teatro

Publicada em: 29/02/2024

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Rio de Janeiro

Usina Cultural Energisa Nova Friburgo reabre com exposição e temporada teatral

A Usina Cultural Energisa Nova Friburgo retornou às atividades na sexta-feira, 23 de fevereiro, com a entrega da reforma do teatro da Usina aos artistas e à população de Friburgo. Localizada no antigo prédio do escritório da Companhia de Eletricidade da cidade, a Usina conta com duas galerias, um teatro e um café, sendo um dos principais espaços culturais da cidade. O Instituto Energisa, responsável pela manutenção dos espaços culturais da Energisa, mantém aberto um edital de ocupação pra quem quiser propor projetos.

Exposição UnoDiverso (projeto Resistência Artística)

O projeto Resistência Artística abriu as atividades do ano com a exposição UnoDiverso, que segue em cartaz por tempo indeterminado. Em 2022, o projeto já havia se destacado com uma temporada de intervenções artísticas em homenagem à Semana de Arte Moderna de 1922, levando mais de 20 mil pessoas para a Usina. No ano passado, a mostra Tecnoscópio: Observatório Digital apresentou um panorama da arte digital em diálogo com novas tecnologias, com experiências multissensoriais e sinestésicas entre imagens, sons, movimentos e luzes. Desta vez, o primeiro piso do espaço recebeu um novo layout cenográfico para proporcionar uma experiência renovada para a exposição, que mescla técnicas de pintura, fotografia e colagem. Com a curadoria de Mario Massena, Mario Moreira e Tiago Vianna, a mostra apresenta a produção de oito novos artistas da região, selecionados por meio de um edital: Ana Carolina Turque, Ana Paula Marques Mikoczak, Bruna Dias, Charles Zippi, Flora Lis, Guilherme Caetano, Jhasmyna e Rui Possodelli, além da artista convidada Elis Pinto.

O projeto Resistência Artística tem a capacidade de inovar e diversificar a produção de artes visuais na região serrana e tem total sinergia com a proposta curatorial do Instituto Energisa para a região. Foi um projeto que conseguimos mobilizar, criar vínculo e parceria. Assim, a Energisa contribui diretamente para o desenvolvimento sustentável de Nova Friburgo. Com a abertura da exposição UnoDiverso, incentivamos novos talentos, a produção cultural impulsionando economia criativa”, comentou Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio.

A abertura da temporada teatral ficou por conta do Usina Viva, projeto que já realizou uma série de ações no ano passado, como o badalado Festival de Verão, retornando agora com uma série de espetáculos e cursos na Usina Cultural Energisa.

A peça Todo o tempo do mundo, dirigida por Bernardo Dugin (adaptada do texto do autor Luis Erlanger), teve uma apresentação única, acompanhada de oficina com os atores Tânia Noguchi e Bernardo Dugin. O fim de semana também contou com a oficina “Elaboração de projetos culturais”, com Cris Campos, professora do Departamento de Arte e Produção Cultural da UFF, numa oportunidade de formação gratuita e de qualidade para quem quer aprender a colocar em prática suas propostas cultuais.

No começo de março, o ator Tomás Braune inicia o seu curso de teatro, com aulas duas vezes por semana (terças e quartas, de 19h às 21h) até julho. Através da elaboração de partituras corporais e células coreográficas, cada participante criará um pequeno solo, a ser apresentado ao fim do curso. Tomás é formado em Direção Teatral pela UFRJ, é escritor e criador do projeto Laboratório de atuação teatral, e integrou o elenco da Armazém Companhia de Teatro e da Companhia Volante, ambos sediados no Rio de Janeiro, e da Cia. Pia Fraus, de São Paulo.

O ator e professor Tomás Braune
O ator e professor Tomás Braune

O Usina Viva retorna com força em 2024 com nossa programação de formação, que é a base do nosso trabalho. O curso de teatro com Tomás Braune propõe um resgate dos cursos da atriz Daniela Santi, que formou muitos artistas na região, inclusive o próprio Tomás”, destaca Guilherme Rezende Jr., produtor responsável pelo projeto.

Nas próximas semanas, a Usina recebe ainda as audições do filme Primeira Lei, dirigido por Murilo Azevedo, nos dias 06 e 07 de março de 2024, às 19h30. O evento irá promover discussões sobre o filme e a produção audiovisual.

Para quem tem interesse em se apresentar na Usina, o Instituto Energisa segue aberto para o recebimento de projetos de ocupação gratuita dos seus espaços. Artistas e produtores podem enviar suas propostas a qualquer momento, com resultados de seleção sendo divulgados a cada trimestre. O edital e o formulário estão disponíveis no final desta página.

Para mais informações sobre a programação completa da Usina Cultural, siga a página do @institutoenergisa.

Serviço:

  • Exposição UnoDiverso

    Data: a partir de 23/02/2023 (de terça a sábado)

    Horário: das 13 às 20h

    Entrada gratuita

    Classificação livre
  • Curso de teatro com Tomás Braune

    Data: de 05/03/2024 até julho

    Horário: terças e quartas às 18h

    Inscrições: formulário de inscrição
  • Audições do filme Primeira Lei, de Murilo Azevedo

    Data: 06 e 07/03/2024

    Horário: 19h30
  • Edital de seleção de ocupação gratuita dos centros culturais 2024

    Período de inscrição: ao longo de 2024

    Divulgação de selecionados: 30/04, 30/07 e 30/10/2024.

    Inscrições: através do preenchimento deste formulário

    Regulamento: confira o edital completo
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Instituto Energisa divulga projetos selecionados em centros culturais Instituto Energisa divulga projetos selecionados em centros culturais

Publicada em: 09/02/2024

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Brasil

Instituto Energisa divulga programação selecionada para seus espaços culturais

A Energisa patrocina a cultura brasileira nos mais diversos cantos do país. Os espaços culturais sediados em Cataguases (MG), Nova Friburgo (RJ) e João Pessoa (PB) são palcos importantes das cenas locais de arte e cultura em suas cidades e recebem centenas de atrações ao longo do ano.

Para atrair novos projetos e diversificar ainda mais a sua programação, o Instituto Energisa lançou um edital de ocupação dos seus centros culturais, que acaba de divulgar a primeira lista de selecionados para a programação deste ano.

Nesta chamada, foram selecionados 48 projetos para a programação dos centros culturais, sendo 10 projetos para o Centro Cultural Humberto Mauro e o Anfiteatro Ivan Müller Botelho em Cataguases (MG), 15 projetos para a Usina Cultural Nova Friburgo (RJ) e 23 projetos para a Usina Cultural Energisa em João Pessoa (PB).

A diversidade de linguagens e de temas são pontos importantes dos projetos selecionados, mostrando a força criativa de nossas expressões culturais. Artes cênicas, dança, música, artes visuais, literatura, cursos, oficinas e feiras criativas ocuparão os espaços geridos pela Energisa, tocando em pontos fundamentais como as culturas populares, a arte urbana, lutas feministas, movimento negro e dos povos indígenas.

A primeira chamada pública do nosso primeiro edital de ocupação estruturada foi uma agradável surpresa, pois descobrimos projetos com uma grande variedade cultural e de ideias. Todos têm em comum a questão da diversidade, a democratização do acesso e a valorização da produção regional. Temos grandes expectativas, pois os primeiros selecionados chamaram a atenção pela qualidade técnica e estética, e pela vontade dos produtores de participar e estar dentro dos centros culturais – conta Delania Cavalcante, coordenadora de investimento social do Grupo Energisa.

Selecionamos um projeto de cada cidade para que você possa conhecer alguns destaques da nossa programação. São eles: a II Djaniras – Mostra de Cinema Feminino, a peça teatral Dasdô e Imaculada e o espetáculo multilinguagem Não é Tão Preto no Branco.

II Djaniras – Mostra de Cinema Feminino

A mostra Djaniras, organizada por Adriana Soares, acontecerá em João Pessoa em maio e traz um panorama das produções cinematográficas femininas no Brasil. O festival conta com duas mostras competitivas de curtas metragens? a mostra “Margaridas”, para realizadoras paraibanas, e a mostra “Acácia”, de caráter nacional. Projeções especiais também estão previstas dentro das mostras “Campo em Flor”, focada no cinema infantil, e a “Benvenuty”, com temáticas LGBTQIAPN+. Ainda acontece a mostra especial “Aroeira”, trazendo um panorama de uma cineasta brasileira e, por fim, a mostra “Benedita”, com uma homenagem a uma atriz do cinema do Nordeste. Todas as mostras competitivas são de júri popular, então quem for ao cinema poderá votar em seus filmes preferidos.

Além de toda essa rica filmografia, o evento também apresenta debates com realizadoras e oficinas para mulheres que queiram se aperfeiçoar em diversas funções dentro de um set de filmagem como, por exemplo, a assistência de direção.

O nome Djaniras surge da confluência de afeto, ancestralidade e resistência. Djanira é o feminino que tem intimidade com a insurreição. O cinema feminino realizado por diretoras, roteiristas e produtoras deve ser valorizado e divulgado, porque garante um olhar plural da nossa cultura – defende Adriana Soares, diretora da mostra.

Cartaz da mostra Djaniras

Dasdô e Imaculada

Em Cataguases, uma peça encenada por dois atores locais volta aos palcos. Dasdô e Imaculada é uma comédia de costumes criada por Marco Andrade e Carlos Augusto Martins. Encenada pela primeira vez há 35 anos, a peça volta à cidade em um novo episódio: o retorno das lavadeiras Dasdô e Imaculada contando suas desventuras no Rio de Janeiro e em Ribeirão Preto. Além do texto inteligente e bem-humorado, o espetáculo também conta com improvisação e participação da plateia.

Temos um roteiro que escrevemos para a peça, um texto-base que serve de guia, mas cada apresentação é diferente, porque usamos muito de improvisação e da interação com a plateia no nosso trabalho – conta Marco Andrade, um dos criadores da peça.

Marco Andrade e Carlos Augusto Martins, atores de Dasdô e Imaculada

Não é Tão Preto no Branco

Voando para Nova Friburgo, na região serrana do Rio de Janeiro, muita coisa vai acontecer na Usina Cultural Nova Friburgo. Um dos destaques é o espetáculo multilinguagem Não é Tão Preto no Branco, que conta com a concepção e realização de João Leonardo junto com a Banda Baderna.

O nome do espetáculo já mostra que as divisões não estão claras e que a apresentação prioriza e baseia-se na mistura de histórias, temas e linguagens para criar um espetáculo musical que conta também com declamação de poesia, projeção de vídeo, tudo em um ambiente cênico ritualístico.

Quando pensei no teatro, não quis fazer um show de rock comum, porque as pessoas estão sentadas, não podem dançar. Então aproveitei dessa concentração para pensar em um espetáculo que falasse do Brasil, começando no período anterior à chegada de Cabral, dando um pulo no futuro e terminando no presente. Contamos através de muitas linguagens essa história da mistura do povo brasileiro – explica João Leonardo, diretor do espetáculo.

O show multilinguagem conversa com as ideias de antropofagia da emblemática semana de 1922 e trabalha referências que vão da tropicália ao pensamento de Darcy Ribeiro, imaginando a América Latina como uma nova etnia, fruto da mistura de muitos povos do mundo todo. Tudo isso em um ambiente ritualístico que mistura a Grécia antiga, a umbanda e o poder místico da alquimia da idade média.

O espetáculo Não é Tão Preto no Branco
Foto: Gabriel Soares

Edital de ocupação segue aberto para novos projetos

O edital de ocupação dos espaços também deixou excelente impressão nos participantes, tanto pela importância desses centros culturais para suas cidades e regiões, quanto pela facilidade na inscrição e boa comunicação com o time da Energisa.

Vale dizer que foi um edital muito simples de participar, com o pessoal da Energisa sempre solícito, respondendo a gente. Um edital que permite que produtores locais ocupem esse importante espaço cultural da cidade – comemorou Adriana Soares, diretora da mostra Djaniras.

Fortalecer a produção local e ampliar o intercâmbio entre as regiões do país são missões dessa convocatória que reforça o compromisso da Energisa em fomentar, democratizar o acesso e trazer a público toda a energia da cultura brasileira em suas manifestações plurais.

É fundamental a Energisa abrir esses espaços para a produção local. Aqui em Nova Friburgo, a Usina é praticamente o único lugar para os artistas da região ocuparem. É realmente um espaço de resistência, o mais democrático que temos, importantíssimo para a cidade – completou João Leonardo, diretor do espetáculo Não é Tão Preto no Branco.

O edital segue aberto durante todo o ano de 2024, com chamadas trimestrais. Artistas e produtores podem enviar seus projetos a qualquer momento. Mesmo quem não for selecionado receberá um e-mail resposta informando o motivo da recusa e pode participar das próximas chamadas.

Espero que a segunda chamada, que ocorrerá em abril, traga coisas completamente diferentes, pois é isso que buscamos. Não é uma programação pré-definida, mas sim uma que desejamos que surpreenda tanto a mim quanto ao público. Acredito que teremos coisas muito interessantes nessa chamada e que mais projetos sejam submetidos – comemora Delania.

Para se inscrever, basta ler atentamente ao Edital 001/24 e seus anexos, preencher o Formulário de Inscrição e enviar a documentação necessária. Em caso de dúvidas é possível consultar o FAQ ou enviar um e-mail para o espaço que deseja realiza seu projeto.

Serviço:

Edital de seleção de ocupação gratuita dos centros culturais 2024

  • Período de inscrição: ao longo de 2024
  • Divulgação de selecionados: 30/04, 30/07 e 30/10/2024.
  • Inscrições: através do preenchimento deste formulário
  • Regulamento: confira o edital completo

     

     

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Escola de samba Igrejinha e Energisa: união de inovação e tradição Escola de samba Igrejinha e Energisa: união de inovação e tradição

Publicada em: 01/02/2024

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Mato Grosso do Sul

Escola de samba Igrejinha e Energisa: união de inovação e tradição no carnaval de Campo Grande

[Atualização] A passarela do samba, na Vila Sobrinho, foi pequena para o show que a escola Igrejinha deu, levando o enredo "Mistério: Enigmas da humanidade" que contou um pouco sobre os mistérios da humanidade desde a criação do mundo. Foi emocionante e de arrepiar ver a escola mais tradicional do Mato Grosso do Sul conquistar o 2º lugar no carnaval de 2024, ainda mais fazendo parte desse momento como patrocinadores.

Quando fevereiro vai chegando, começamos a esquentar os tamborins. Muita gente quer curtir a folia e se pergunta se o samba nasceu no Rio ou na Bahia. A resposta é incerta, mas é certo que o carnaval já se tornou uma festa nacional. Uma das provas disso é que no coração do Brasil, mais precisamente em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, pulsa a bateria de uma escola de muita tradição. Com 24 títulos no currículo, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Igrejinha ainda quer mais! Nesse carnaval de 2024, com patrocínio da Energisa, por meio da Lei Rouanet, a Igrejinha vem com fôlego renovado para retornar ao topo e buscar seu 25º título.

Fundada em 12 de maio de 1975, a Igrejinha tem história na cidade. A agremiação foi fundada por cinco amigos ferroviários, quando o trem ainda passava pela cidade. O trem se foi, mas a escola seguiu seu trilho. Hoje, os prédios históricos da antiga estação abrigam o IPHAN, um museu e a Plataforma Cultural, um espaço para ensaios e para os blocos de rua de Campo Grande. Mas como uma escola de samba ganhou nome de igreja? A Igrejinha ganhou esse nome pela proximidade com a Igreja de São Francisco de Assis e pela devoção de seus fundadores ao santo. No entanto, tão forte quanto essa ligação é a conexão da escola com outra Igreja.

Em 2014, Mariza Ocampos assumiu a presidência da Igrejinha. Mesmo com pouco tempo para preparar o carnaval de 2015, ela resolveu exaltar um braço cultural importante para a escola de samba e para a cidade de Campo Grande. O enredo “Tia Eva – lutas, crenças e sonhos” homenageava uma figura importantíssima. Eva Maria de Jesus, a Tia Eva, uma personagem fundamental para a história da cidade. Mulher forte, foi nascida escravizada e conquistou sua alforria aos 49, tendo então erguido a Igreja de São Benedito para cumprir uma promessa. Hoje, ela dá nome a uma comunidade quilombola que está intimamente ligada à escola de samba Igrejinha. Na frente da Igreja de São Benedito, podemos ver o Busto de Tia Eva, que ainda empresta seu nome ao centro de difusão da cultura afro-brasileira.

A relação da comunidade quilombola com a escola de samba Igrejinha já era antiga, muito anterior à minha chegada. Mas acho que o maior acerto foi ter escolhido esse enredo para ser o do primeiro carnaval desde que assumi. Foi um enredo que uniu toda a comunidade ao redor do nome da Tia Eva, uma pessoa tão importante para nós. Foi uma fusão entre comunidade e escola. Fomos campeões com esse enredo que tinha um belíssimo samba e isso conectou de vez a Igrejinha com a força da comunidade Tia Eva”, conta Mariza Ocampos.

Assumir ganhando um título e falando de uma história tão fundamental de lutas e transformações deixam um peso. O que fazer no ano seguinte? Mas novamente a Igrejinha fez um carnaval nota 10, dessa vez falando de outra figura importante para o carnaval da cidade: Edson Contar. Jornalista, turismólogo, poeta, compositor e roteirista, Edson compôs a conhecida Ave Maria Pantaneira e também muitos dos sambas-enredo campeões da Igrejinha.

Foi o Edson Contar que organizou o carnaval de Campo Grande. Ele compôs sambas para várias escolas, mas ele amava de paixão a Igrejinha. Eu tinha 18 anos quando consegui meu primeiro emprego e fui trabalhar na MSTur, que era a agência de turismo do Mato Grosso do Sul, capitaneada pelo Edson. Foi ali que nos conhecemos, no início dos anos 1980, foi onde entendi a paixão dele pelo carnaval e com isso acabei também me apaixonando pelo carnaval de Campo Grande”, relembra Mariza.

Desfile dos anos 80, década de ouro da Igrejinha (Foto: Acervo/Igrejinha)
Desfile dos anos 80, década de ouro da Igrejinha (Foto: Acervo/Igrejinha)

Em um ambiente usualmente dominado por homens, Mariza sempre se destacou como uma mulher atuante e dedicada à sua cidade e à sua escola de samba. No início, não foi fácil assumir a presidência. Eram seis anos sem um campeonato para a Igrejinha, a pressão era grande e a desconfiança em seu trabalho também. Mas o bicampeonato jogou para longe todo machismo e uniu a escola ao redor da celebração.

Nos últimos anos, a Igrejinha não conquistou títulos, mesmo com belos sambas. Dessa vez, ela conta com uma força extra para voltar ao topo: este é o primeiro ano em que a Energisa patrocina a escola, uma injeção de ânimo no já agitado ambiente da agremiação.

A nossa escola trabalha com voluntários. Temos um apoio da prefeitura para o carnaval, mas não cobre todos os nossos gastos. A comunidade participa ativamente e está muito feliz com essa parceria. O patrocínio da Energisa já é uma vitória, mas queremos mais. A escola toda sente que há uma força no ar, a energia da Energisa trouxe uma vibração diferente para esse carnaval”, conta Mariza.

Para 2024, a Igrejinha prepara um enredo que fala de grandes mistérios: “Mysteryum: Enigmas da humanidade” é um samba-enredo que vai passar por grandes pontos enigmáticos da história humana, do antigo Egito ao destino de Cleópatra, da promessa do El Dorado à Arca da Aliança. Mas, como diz o samba, não importam os segredos de Atlântida “o rumo da alma quem sabe dizer? / Mas uma certeza vai se confirmar: / Igrejinha, eu vivo pra você!”.

O samba desse ano está belíssimo, empolgante! Falamos de temas universais, sobre mistérios nunca solucionados e sobre questões filosóficas da humanidade. Não posso contar muito porque guardamos segredos para o dia do desfile. Mas posso adiantar que nossa comissão de frente vem linda, falando de ciência e fé: mostrando a origem do universo com uma grande explosão, mas também se voltando para a fé”, anima-se Mariza Ocampos.

Se você é de Campo Grande e quer mostrar seu amor pela vermelho-e-branco, a programação até o carnaval é intensa. Siga as redes sociais da Igrejinha e veja todos os detalhes da programação. Toda terça, quinta e sábado tem ensaio de bateria; quarta e domingo tem ensaio com carro de som; e no sábado dia 03/02, o ensaio geral para o desfile de carnaval. Venha curtir o carnaval de Campo Grande com a energia da Igrejinha e da Energisa.

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Instituto Energisa lança edital de ocupação de seus espaços culturais Instituto Energisa lança edital de ocupação de seus espaços culturais

Publicada em: 05/01/2024

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Brasil

Instituto Energisa lança edital de ocupação de seus espaços culturais e mira em programação cultural diversa

Os centros culturais do Instituto Energisa em Cataguases (MG), Nova Friburgo (RJ) e João Pessoa (PB) são palcos importantes das cenas locais de arte e cultura em suas cidades. Entre galerias, cafés, jardins e teatros bem equipados, esses espaços receberam no último ano 429 projetos das mais variadas linguagens artísticas, como shows musicais, sessões de cinema, apresentações de teatro, circo e dança, além de exposições de artes plásticas, impactando cerca de 70 mil pessoas.

A Energisa lança agora um edital para produtores e artistas que desejam participar dessa vibrante programação cultural em 2024, com a ocupação gratuita desses espaços. O compromisso é claro: fortalecer as expressões culturais regionais e promover experiências interativas e transformadoras.

O regulamento deste ano traz algumas inovações. Delania Cavalcante, coordenadora de Investimento Social do Grupo Energisa, compartilha as principais novidades nesse vídeo informativo.

Ao contrário dos anos anteriores, as inscrições ficarão abertas durante todo o ano de 2024, selecionando novos projetos a cada 3 meses para a montagem da programação. Essa abordagem trimestral visa promover uma dinâmica mais fresca, garantindo uma rotação de projetos e ampliando a diversidade nos centros culturais. O processo de inscrição é simples, online e totalmente gratuito. Confira no final da matéria os links do edital e do formulário de inscrição.

Estamos entusiasmados com a variedade de propostas que esperamos receber e acreditamos que este edital contribuirá significativamente para o enriquecimento cultural das comunidades envolvidas. Queremos tornar os espaços culturais geridos pelo Instituto ainda mais acessíveis para artistas e profissionais da área, com uma programação plural e diversa. Nosso compromisso é fortalecer as expressões culturais regionais e promover interações significativas nestas regiões – afirma Delania.

As inscrições estão abertas para projetos das áreas de Artes Cênicas, Cinema, Exposições, Inovação e Música. A seleção será pautada por critérios como inovação, pluralidade, acessibilidade, relevância conceitual, abrangência de público, fomento a novos talentos e originalidade.

Por dentro dos espaços do Instituto Energisa

Criado em 2022, o Instituto Energisa tem a missão de fortalecer as expressões culturais regionais e oferecer uma programação eclética. O relatório de atividades 2022 da FOJB (Fundação Ormeo Junqueira Botelho), antiga gestora dos espaços, apresenta um panorama das ações realizadas no último ano.

Conheça a seguir os 4 centros culturais mantidos pelo Instituto Energisa com inscrições abertas para receber projetos. No edital, é possível consultar informações técnicas detalhadas sobre cada espaço cultural.

João Pessoa (PB) – Usina Cultural Energisa

Localizada na antiga sede da primeira subestação da capital da Paraíba, a Usina Cultural Energisa é um exemplo de ocupação cultural dos típicos galpões industriais construídos no início do século XX. 

Ao longo dos mais de 20 anos de existência, o espaço cultural já recebeu mais de 5 mil eventos, com destaque para Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa (Cineport), o Prêmio Energisa de Artes Visuais, o Fest Aruanda, além de nove edições do tradicional Natal na Usina, realizado anualmente com o patrocínio do Grupo Energisa.  

Quatro espaços estão contemplados neste edital: a Sala Vladimir Carvalho (palco para apresentações de teatro e música, debates, palestras e sessões audiovisuais), a Tenda da Música (que recebe performances e apresentações musicais), a Galeria de Arte Alexandre Filho (para exposições de artes plásticas) e uma área externa com jardins (ideal para feiras criativas, performances e apresentações de circo).

Em 2022, a Usina realizou 250 ações e iniciativas culturais. Entre elas, o Palco Tabajara vem se destacou como uma espécie de vitrine da música autoral paraibana, tendo sido contemplado na última edição do edital:

A sala tem uma boa estrutura e ótima acústica. Há um jardim externo que permite uma interação entre os artistas e público, e o local tem um histórico de identificação com a classe artística paraibana. É um ganho enorme para nós levar o Palco Tabajara para lá –  conta Naná Garcez, diretora-presidente da Empresa Paraibana de Comunicação, organização que comanda a iniciativa.

Palco Tabajara FM com Os Fulano
Palco Tabajara com Os Fulano

Cataguases (MG) - Centro Cultural Humberto Mauro e Anfiteatro Ivan Müller Botelho

O Centro Cultural Humberto Mauro foi inaugurado no ano de 2002, nas instalações do antigo Cine Machado, e hoje abriga o Cineteatro Paulo César Saraceni (palco para sessão de filmes, palestras e apresentações de teatro, música e circo),  a Galeria Zequinha Mauro (que recebe exposições de artistas locais e nacionais), além de uma Sala Multiuso. No último ano, o centro recebeu 50 diferentes ações e iniciativas culturais com um público total de 32 mil pessoas, com destaque para a realização da 1ª edição da FLICA - Festa Literária de Cataguases.

O Anfiteatro Ivan Muller Botelho, também em Cataguases, é anexo ao prédio da Energisa e ao Museu Energisa. O espaço recebe palestras, shows e apresentações de teatro, tendo promovido 10 ações e iniciativas culturais em 2022, num total de 5 mil visitantes. O charme do espaço fica por conta do teto retrátil, que pode ser aberto para transbordar a noite estrelada para dentro do evento.

Nova Friburgo (RJ) – Usina Cultural Nova Friburgo

A Usina Cultural Nova Friburgo está localizada no antigo prédio do escritório da Companhia de Eletricidade da cidade, diante da belíssima Praça Getúlio Vargas, no centro de Nova Friburgo. O centro cultural recebe mostras, cursos, palestras, debates, apresentações de teatro, música e dança. Entre os espaços oferecidos neste edital estão a Sala Maestro Joaquim Naegele (Teatro Usina), o Café da Usina, o Salão Nobre e um espaço anexo. A Usina Cultural é um dos principais centros de arte e cultura da cidade, tendo recebido em 2022 projetos de grande repercussão como a exposição “Mundo Circus”, o projeto de ocupação “Ocupa Usina”, “Flinf” e “Artes Urbanas”, com um público estimado de mais de 29 mil pessoas.

Programa Energisa Cultural

Além desta seleção de ocupação gratuita, a Energisa mantém o programa Energisa Cultural, que recebe projetos que buscam patrocínio através de leis de incentivo em todo o Brasil, podendo ou não ser realizados nos nossos centros culturais. As propostas também podem ser enviadas ao longo de todo o ano. Confira mais informações e descubra como enviar o seu projeto de patrocínio.

Serviço:

Edital de seleção de ocupação gratuita dos centros culturais 2024

  • Período de inscrição: ao longo de 2024
  • Divulgação de selecionados: 30/01, 30/04, 30/07 e 30/10/2024.
  • Inscrições: através do preenchimento deste formulário
  • Regulamento: confira o edital completo
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Encontros de arte e tecnologia Encontros de arte e tecnologia

Publicada em: 21/11/2023

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Brasil

Encontros de arte e tecnologia

Arte e tecnologia estiveram sempre conectadas. Desde que os primeiros seres humanos pintaram as primeiras paredes de cavernas, as expressões artísticas convivem com a tecnologia – seja ela analógica, através de tintas e pinceis, ou digital, com auxílio de luzes e computadores para criar imagens virtuais em vídeos e projeções.
É este encontro entre arte e tecnologia que une duas exposições em cantos distantes do Brasil, conectadas pelo patrocínio da Energisa em sua missão de promover arte e cultura em todos os cantos do país.

Cores da Gente – Emoção e Imersão (Aracaju/SE)

A exposição Cores da Gente – Emoção e Imersão retrata a vida de 20 artistas sergipanos de um jeito diferente. Projetada em um domo geodésico inflável localizado na área externa do Museu da Gente Sergipana, a mostra promove um acesso virtual à várias obras que navegam sobre a história da arte de Sergipe do século XIX ao XXI. O domo inflável, de oito metros de diâmetro e quatro metros de altura, se transforma em uma caverna onde as paredes se tornam uma enorme tela de projeção na qual flutuam as obras em movimento.
A exposição, que foi realizada pela primeira vez no Natal da Gente de 2021, agora retorna repaginada em uma experiência sensorial. Dentro do domo é possível caminhar ou mesmo deitar-se em confortáveis camas e cadeiras para apreciar obras de arte que vão de pinturas acadêmicas do século XIX, ao traço inconfundível do modernista Jenner Augusto, em seu painel feito para o Bar Cacique Chá, até os mantos e bordados do célebre Arthur Bispo do Rosário.

Inaugurada no dia 27 de outubro, dentro das comemorações da Semana da Sergipanidade, a mostra é uma realização do Instituto Banese em parceria com a Energisa e o Governo de Sergipe. A visitação é gratuita e pode ser realizada de terça a domingo, das 10h às 15h.

– No último dia da Semana da Sergipanidade, a inauguração da exposição Cores da Gente foi o ponto de partida para esse projeto com um longo caminho pela frente. Ele, que já nasceu grande e com muito potencial de fomento da nossa cultura, agora percorrerá outros espaços graças ao patrocínio da Energisa que juntamente com o Grupo Banese apostou nessa ideia – comemora Ezio Déda, diretor-superintendente do Instituto Banese.

A abertura do evento contou com atrações musicais como a apresentação da Orquestra Jovem de Sergipe, mais um projeto que há 10 anos conta com o patrocínio do Grupo Energisa, transformando a vida de centenas de crianças e adolescentes através da música clássica. O grupo apresentou um repertório regional, formado por músicas do cancioneiro popular e de artistas sergipanos.  No encerramento da noite, a cantora, compositora e atriz sergipana Jaque Barroso apresentou o show Descalça entre Mundos, em que passeia por sonoridades ancestrais e afrofuturistas num roteiro com canções autorais e releituras eletrificadas de diversos Cocos do Nordeste. 

– O Instituto Banese é um grande parceiro e não poderíamos deixar de apoiar um projeto tão importante como esse de valorização da cultura sergipana. Temos o compromisso de apoiar manifestações artísticas, projetos ambientais e culturais, incentivando o acesso à arte e à cultura local em Sergipe. E o projeto Cores da Gente vem enaltecendo os nossos artistas sergipanos de forma lúdica e tecnológica – afirma Roberto Currais, diretor-presidente da Energisa Sergipe.

A exposição Cores da Gente não tem data para acabar. Em seu novo modelo itinerante, ela ainda poderá circular por todo o estado levando arte, cultura, educação e conhecimento para toda a população de Sergipe.

Tecnoscópio: Observatório Digital (Nova Friburgo/RJ)

Fazendo um voo pelo Brasil, saímos do calor do nordeste para o clima ameno da cidade serrana de Nova Friburgo, no estado do Rio de Janeiro. É lá que a Energisa criou e mantém um renomado centro cultural, a Usina Cultural de Nova Friburgo. O investimento em tecnologia não aparece somente na distribuição da energia, mas na força que vem da arte. É assim que no mesmo dia 27 de outubro, a mostra Tecnoscópio: Observatório Digital abriu para o público com uma viagem pela arte digital.

Proposta do Projeto Cultural Resistência Artística, a exposição Tecnoscópio chega trazendo um painel das artes digitais construído a partir da curadoria de Maria Sanches, Mario Moreira, Tiago Vianna e Mario Massena. Pesquisando e elaborando um importante debate sobre o papel das inteligências artificiais, ferramentas de auxílio no processo criativo e outras tecnologias, a mostra reflete sobre como os avanços tecnológicos podem impactar em uma série de atuações humanas.  Com trabalhos que utilizam múltiplas linguagens digitais, os artistas Barbara Castro, Marconi, Rodrigo Rezende, Vamoss e Nilton Viana oferecem aos visitantes experiências multissensoriais e sinestésicas entre imagens, sons, movimentos e luzes.

Em dois pontos distantes do país, encontros entre arte e tecnologia se conectam através das pontes feitas pelo Grupo Energisa. A força da arte em suas mais diversas manifestações encontra o uso de técnicas e tecnologias contemporâneas para levar ao público pensamentos sobre história, ética e estética, mostrando a potência e a diversidade cultural do nosso país.

Serviço

  • Cores da Gente – Emoção e Imersão
    Museu da Gente Sergipana
    End.: Av. Ivo do Prado, 398 - Centro, Aracaju/SE
    De terça a domingo, das 10h às 15h
    Entrada gratuita
    Em cartaz por tempo indeterminado 
  • Tecnoscópio: Observatório Digital
    Usina Cultural Energisa Nova Friburgo
    End.: Praça Getúlio Vargas, 55 – Centro – Nova Friburgo/RJ
    De terça a sábado, das 13h às 20h
    Entrada gratuita
    Em cartaz até 23/12/2023
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Notícias

Projetos culturais da Energisa promovem a literatura e a memória em MG Projetos culturais da Energisa promovem a literatura e a memória em MG

Publicada em: 30/10/2023

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Região: 

Minas Gerais

Projetos culturais da Energisa promovem a literatura e a memória em Minas Gerais

“Penetra surdamente no reino das palavras / Lá estão os poemas que esperam ser escritos” indica Carlos Drummond de Andrade, no poema Procura da poesia. É caminhando pelo reino das palavras que alguns projetos culturais patrocinados pela Energisa vão rechear esse final de 2023 para seguir a missão da empresa de divulgar a cultura em suas mais variadas expressões. 

Grandes Escritores

Um desses eventos é uma prova longeva do compromisso da Energisa com a cultura brasileira. O projeto Grandes Escritores há mais de 20 anos vem incentivando a literatura nacional.

Não poderia haver um lugar melhor para retomar as atividades do que o estado de Minas Gerais. Minas é palavra montanhosa, diria Drummond, montanhosa e repleta de talentos e interesse pela leitura. Depois de percorrer várias regiões do estado, como o Alto Paranaíba e o Triângulo, agora é a vez da Zona da Mata mineira receber o projeto. Com oficinas e palestras gratuitas a caravana vai percorrer Ubá, Muriaé, Cataguases, Juiz de Fora e Leopoldina.

A abertura da programação se deu no final de setembro. O autor gaúcho Fabrício Carpinejar, e a autora, prata da casa de Cataguases, Renatta Barbosa participaram dos encontros com o público nesse início dos trabalhos. Agora serão meses de intensa movimentação cultural mobilizando alunos, professores, agentes culturais, formadores de opinião e comunidade em geral, com eventos totalmente gratuitos. De abrangência cultural e educacional para amantes das letras de todas as formações e idades, os eventos vão debater a valorização da literatura com foco na formação de leitores e escritores nas cidades do interior.

A programação conta com autores que participarão de mesas, como Fabrício Carpinejar, Mauro Ventura, Itamar Vieira Júnior, Luiz Humberto França e Karla Monteiro, além de outros que oferecerão oficinas como Roberto D’arte, Geissiane Aguiar e Renatta Barbosa. 

Entre esses nomes, podemos destacar Itamar Vieira Junior, um dos autores brasileiros mais aclamados dos últimos anos, autor dos romances Torto Arado e Salvar o Fogo, vencedor do prêmio Oceanos, um dos mais importantes prêmios para autores de língua portuguesa. Outro autor de renome é Fabrício Carpinejar, um dos escritores contemporâneos mais reconhecidos do país e duas vezes ganhador do prestigiado Prêmio Jabuti, detentor de uma produção diversificada que vai da crônica, passando pela poesia, até o gênero infanto-juvenil.

Este ano, o projeto conta com uma novidade: a participação de várias academias de letras do interior de Minas Gerais. Recheadas de autores importantes para os contextos locais e nacional, a presença de seus integrantes é um componente inédito de integração do Grandes Escritores 2023

O projeto segue em novembro caminhando pelas estradas de Minas Gerais. Siga a página do Grandes Escritores (@pgescritores), confira a agenda ao final da matéria e não perca a energia desses encontros!

Vagão Arte Educação

O trem, que no poema de Manuel Bandeira, corre pelos trilhos com o som dos versos “Café com pão / café com pão / café com pão”, segue pela Zona da Mata Mineira prestigiando a região com o Vagão Arte Educação.

Este ano, o vagão conta com uma série de palestras sobre literatura do jornalista e poeta Ronaldo Werneck, além de cinco oficinas musicais, que serão apresentadas pelo músico, Ricardo Itaborahy, de São João Nepomuceno. As oficinas musicais terão interferências audiovisuais, das canções de Ary Barroso, Alcir Pires Vermelho e Ataulfo Alves, consagrados nomes da música mineira da Zona da Mata. Quem participar poderá viver uma total imersão na obra desses grandes compositores.

A novidade fica por conta da Plataforma Digital do Centro de Memória da Zona da Mata Mineira, um espaço de acesso e construção coletiva de memórias e histórias. Um acervo livre para criar e embasar pesquisas e outras narrativas, a partir dos arquivos e do patrimônio imaterial da região.

A plataforma, que está em construção e terá acesso gratuito, revelará, inicialmente, recorte da história das culturas populares das cidades de Leopoldina e Cataguases, onde a Energisa inicia a sua história. O acervo também estará aberto para doação de material sobre memórias pelo público da Zona da Mata Mineira. Os materiais serão analisados, e, se aprovados, mediante autorização legal do doador, serão inseridos no acervo do Centro de Memória. O acervo doado receberá o crédito do doador. A proposta é expandir o acervo e valorizar a história das cidades da região. E uma informação muito importante: a plataforma também contará com acessibilidade em Libras.

Serviço: Programação Grandes Escritores e Vagão Arte Educação

Juiz de Fora/MG

  • 03/11/2023, às 14h30 - Oficina de escrita criativa, com Geissiane Aguiar - MAMM (Museu de Arte Murilo Mendes)
  • 03/11/2023, às 19h - Palestra com Itamar Vieira Júnior e Luiz Humberto França - Teatro Paschoal Carlos Magno

Leopoldina/MG

  • 22/11/2023 - Palestra com Mauro Ventura e Karla Monteiro - Casa de Leitura Lya Botelho (horário a definir)

Cataguases/MG

  • 23/11/2023 - Palestra com Mauro Ventura e Karla Monteiro (horário e local a definir)
  • 13/11/202, às 9h - Palestra "História Cultural de Cataguases com Ronaldo Werneck" - Centro Cultural Humberto Mauro para escolas da região, por agendamento
  • 22/11/2023, às 19h - Palestra "Humberto Mauro e o Ciclo de Cinema em Cataguases com Ronaldo Werneck" (acima de 15 anos) - Centro Cultural Humberto Mauro
  • 27/11/2023, às 19h - Palestra "História Cultural de Cataguases com Ronaldo Werneck" (acima de 15 anos) - Centro Cultural Humberto Mauro

Guarani/MG

  • 23/11/2023, às 19h - Oficina "Vagão Musical" (classificação livre) - Teatro de Câmara César Ornellas

Muriaé/MG

  • 24/11/2023, às 19h - Oficina ‘Vagão Musical’ com classificação livre - Teatro Municipal Belmira Villas Boas

São João Nepomuceno/MG

  • 07/12/2023, às 20h -  Oficina "Vagão Musical" (classificação livre) - Shopping Pátio da Fábrica

 

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Cine Miau leva a magia do cinema para crianças na Paraíba Cine Miau leva a magia do cinema para crianças na Paraíba

Publicada em: 11/10/2023

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Paraíba

Cine Miau leva a magia do cinema para crianças na Paraíba

De 17 a 22 de outubro, a cidade de João Pessoa se tornará o cenário mágico para o Cine Miau - Mostra Internacional Infantil de Audiovisual, onde crianças e jovens terão a oportunidade de desfrutar de exibições gratuitas de curtas-metragens nacionais e internacionais. As sessões estarão abertas ao público em geral, além de uma exibição exclusiva para estudantes de escolas públicas. Em sua quinta edição, esse encantador projeto chega à capital paraibana trazendo 19 emocionantes curtas-metragens de oito países diferentes. A programação completa está disponível no site www.cinemiau.com.br.

O Cine Miau, realizado durante o Mês das Crianças, visa proporcionar uma primeira experiência cinematográfica para os pequenos, além de contribuir para o enriquecimento educacional e cultural das novas gerações. As produções englobam tanto animações quanto live-actions. Voltadas para o público entre 5 e 12 anos, essas obras audiovisuais têm um caráter educativo, abordando temas como cidadania, família, diversidade e sustentabilidade de maneira lúdica e envolvente.

Destaca-se entre elas o comovente curta "Meu Quintal é Maior que o Mundo" (2017), da talentosa paraibana Ana Bárbara Ramos. 

Nesta quinta edição do Cine Miau, a adorável mascote DJ Miau terá a companhia da amiga Mia para tornar ainda mais memoráveis as sessões de cinema em cada exibição.

Ao todo, serão realizadas 11 sessões de cinema, das quais 10 serão exclusivas para alunos de escolas públicas, seguidas de debates enriquecedores. A sessão aberta ao público em geral ocorrerá no dia 22 de outubro, às 18h, na renomada Usina Cultural Energisa, um espaço que já é um marco para os paraibanos e que completa 20 anos em 2023.

– Estamos imensamente felizes, não apenas por escolherem João Pessoa como a cidade para sediar o Cine Miau, mas também por selecionarem a Usina Cultural Energisa como o palco deste grandioso festival, que proporciona às crianças o acesso a essa forma de arte tão valiosa que é o cinema. Isso contribui significativamente para a formação, crescimento e conhecimento delas de uma maneira lúdica e prazerosa. Abrir nossas portas para o Cine Miau nos enche de orgulho e reforça ainda mais nosso compromisso de levar cultura e entretenimento aos paraibanos – comemora Marcio Zidan, diretor presidente da Energisa Paraíba.

SERVIÇO

5° CINE MIAU - Mostra Internacional Infantil de Audiovisual
De 17 a 22 de outubro
João Pessoa/PB
Acesso gratuito
Classificação livre
Site: cinemiau.com.br
Instagram: @cine.miau
Facebook: fb.com/cine.miau

Programação:

17 a 19/10/2023 (terça a quinta-feira)
9h – Sessão 01
14h – Sessão 02
Local: Usina Cultural Energisa

20/10/2023 (sexta-feira)
Tradução em Libras e legenda descritiva
9h – Sessão 01
14h – Sessão 02
Local: Usina Cultural Energisa
19h – Sessão 01
Local: Escola Dom Marcelo Pinto Cavalhera

21/10/2023 (sábado)
19h – Sessão 02
Local: Escola Professor Afonso Pereira da Silva

22/10/2023 (domingo)
18h – Sessão para o público geral
Local: Usina Cultural Energisa

Endereços:

  • Usina Cultural Energisa – R. João Bernardo de Albuquerque, 243 - Tambiá, João Pessoa - PB
  • Escola Dom Marcelo Pinto Cavalheira – R.  Profa. Maria Aparecida Pereira Cruz - Lot. Sonho Meu II, João Pessoa - PB
  • Escola Professor Afonso Pereira da Silva – R. da Sucupira, SN - Cidade verde II, João Pessoa – PB

Ficha técnica:
Apresentação: Ministério da Cultura e Energisa
Realização: Instituto Seara de Cultura e Desenvolvimento e Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura
Patrocínio: Grupo Energisa
Apoio cultural: Instituto Energisa, Usina Energisa e Prefeitura de João Pessoa, através de sua Secretaria Municipal de Educação
Produção: Invento Produções Culturais e D’grau Produções.

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Notícias

Grupo Energisa abre curso gratuito para capacitação na Lei Rouanet Grupo Energisa abre curso gratuito para capacitação na Lei Rouanet

Publicada em: 09/10/2023

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Brasil

Grupo Energisa abre curso gratuito para capacitação na Lei Rouanet

Nesta próxima quarta, 11 de outubro, o Grupo Energisa abre inscrições para um curso gratuito que vai oferecer capacitação e atualizações sobre as necessidades para adequar um projeto para a Lei Rouanet. O curso “Lei Federal de Incentivo à Cultura – Dominando a Lei Rouanet + Mentoria” busca potencializar produtores e gestores culturais para que utilizem sua energia criativa em ações culturais dentro de seus territórios.

Através de leis de incentivo, como a Lei Rouanet, a Energisa destina recursos para projetos de grande ou pequeno porte, que podem acontecer em grandes centros, mas também em pequenas cidades e regiões. É justamente nesses lugares menores que a riqueza cultural encontra dificuldades para se familiarizar com o sistema de incentivos fiscais. Por isso, o curso vai ser oferecido a produtores e gestores culturais de 8 estados em que há demanda reprimida para o recebimento de mais projetos: Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Sergipe, Tocantins e Rondônia.

O curso da Energisa vem para mostrar que conseguir esse patrocínio não é um bicho de sete cabeças. Com as informações precisas e a documentação necessária, qualquer gestor cultural pode se inscrever na lei Rouanet e dar um passo a mais para transformar seu sonho em realidade. Por meio de encontros com renomadas especialistas que são referências em suas áreas de atuação, unindo consistente formação acadêmica com intensa experiência no mercado, o curso oferecerá aos inscritos um caminho para profissionalizar e ampliar a sua capacidade na hora de buscar incentivos fiscais, desde a inscrição e aprovação dos projetos até sua gestão e adequada prestação de contas.

- Com essa iniciativa, pretendemos democratizar o acesso aos incentivos. Temos inúmeros casos de projetos maravilhosos que não conseguem participar dos processos burocráticos por falta de conhecimento dos proponentes sobre a Lei Rouanet. A nossa expectativa é aumentar o impacto positivo do Programa Energisa Cultural, especialmente para a população dos estados onde temos atuação, levando educação, arte e desenvolvimento - diz a coordenadora de Investimento Social do Grupo Energisa, Delânia Cavalcante.

A inscrição é simples e os únicos critérios de seleção são o estado de trabalho/residência e tempo de trabalho/experiência na área cultural. Mulheres, pessoas pretas e indígenas terão prioridade. Com 20 participantes por turma e um total de 12 horas de aula dividido em 4 módulos de 3 horas, o curso será 100% online. As aulas serão expositivas e práticas, inclusive com acesso ao sistema de inscrição de projetos Salic, que é a plataforma usada pela lei Rouanet para o recebimento de propostas. Para realizar o curso, o único material necessário é um computador com acesso à internet. Após o curso, 10 participantes de cada turma serão selecionados para receber 2 horas mentoria individual. Os participantes que comparecerem a pelo menos 75% das aulas ganham certificado de conclusão. 

Se você quer transformar energia criativa em uma ação cultural dentro da sua cidade ou comunidade, não deixe de se inscrever no curso. Verifique se o seu estado está contemplado na lista e acompanhe as datas e horários no cronograma feito para contemplar a todos os inscritos dividindo as turmas por regiões do Brasil. 

Sobre a atuação da Energisa na cultura

A Energisa possui um canal aberto de inscrições contínuas para produtores e realizadores que queiram apresentar projetos incentivados alinhados com a política de patrocínios do Grupo. Se você já tem o seu projeto aprovado em alguma lei de incentivo, leia mais sobre o Programa Energisa Cultural e descubra como se inscrever na seleção de patrocínios da Energisa.

Através do Instituto Energisa e da Fundação Ormeo Junqueira Botelho (FOJB), a Energisa mantém centros culturais instalados nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraíba, além de patrocinar diversos projetos em toda a sua área de atuação. Conheça alguns destaques da programação 2022 da FOJB.

Serviço:

PB e SE
Curso: 06 a 09/11 
Encerramento das inscrições: 27/10 
Seleção e comunicação com os aprovados: 30/10 a 03/11 
Link para inscrição: https://bit.ly/45d6sIt 

MG e TO 
Curso: 13, 14, 16 e 17/11 
Encerramento das inscrições: 03/11 
Seleção e comunicação com os aprovados: 06 a 10/11 
Link para inscrição: https://bit.ly/45bLGsQ 

MT e MS
Curso: 21 a 24/11 
Encerramento das inscrições: 10/11 
Seleção e comunicação com os aprovados: 13 a 17/11 
Link para inscrição: https://bit.ly/3rDB9ZK 

AC e RO
Curso: 27 a 30/11 
Encerramento das inscrições: 17/11 
Seleção e comunicação com os aprovados: 20 a 24/11 
Link para inscrição: https://bit.ly/45mt7lM

Critérios de seleção:

Os critérios de seleção para participação envolvem o estado de trabalho/residência do interessado, e o tempo de trabalho/experiência na área cultural. 

Para tanto, serão considerados, como critérios prioritários:

  • Gênero: mulheres
  • Raça: pessoas pretas e indígenas
  • Idade mínima: 18 anos

Além disso, o interessado em se inscrever deverá atender aos seguintes critérios:

  • Deve atuar como agente cultural no mesmo estado em que reside, o qual deve constar do rol das turmas oferecidas;
  • Deve ter pelo menos 1 ano de experiência na área cultural.
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A energia da cultura acelera a economia brasileira A energia da cultura acelera a economia brasileira

Publicada em: 26/09/2023

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Brasil

A energia da cultura acelera a economia brasileira

Criatividade, empreendedorismo, originalidade. Em tempos de inteligência artificial, esses são atributos que se mostram necessários para a preservação da singularidade humana em um futuro cada vez mais tecnológico. Aptidões de talentosos profissionais que inventam a indústria cultural e dão vida à economia criativa. O setor cultural e criativo emprega mais de 7 milhões de trabalhadores no país e possui uma participação na economia maior do que muitos setores tradicionais, como a indústria automotiva, desempenhando assim um papel significativo no cenário socioeconômico do país.

A Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho (FOJB), que tem o Grupo Energisa por mantenedor, impulsiona a cultura brasileira há 35 anos, ao estimular e revelar a diversidade criativa do país. Os espaços culturais geridos pela FOJB contam com salas multiuso, cineteatros, galerias de arte e ambientes externos, que possibilitam a realização de feiras criativas e sustentáveis. Em 2022, o Grupo destinou R$ 20 milhões para iniciativas de impacto social nas frentes de educação, cultura, esporte, entre outras ações de geração de renda. 

Mesmo com um cenário difícil, durante e após a pandemia, a FOJB conseguiu se reinventar, ao manter atividades, ampliar projetos, parcerias e diversificar o portfólio, além de se adaptar à penetração digital crescente na cultura. Em 2022, a Fundação beneficiou pelo menos 120 mil pessoas e investiu R$ 5,2 milhões na manutenção e programação de seus espaços culturais. Foram gerados mais de 1.300 empregos (diretos e indiretos) em mais de 360 iniciativas e ações culturais realizadas ao longo do ano.

Confira a seguir alguns destaques da programação de 2022:

Cataguases/MG

Em 2022, a cidade de Cataguases passou a contar com a sua própria feira literária. Com curadoria da escritora Anna Claudia Ramos e da jornalista Verônica Lessa, a 1a edição da FLICA (Festa Literária de Cataguases) contou com a presença de 26 escritores, entre artistas locais e convidados. Alguns dos nomes que participaram da programação são: Marilda Castanha (Belo Horizonte – MG), Nélson Cruz (Belo Horizonte – MG), Anielizabeth (Rio de Janeiro – RJ), Ruben Filho (Belo Horizonte – MG), Eliza Moreno (Rio de Janeiro – RJ) e José Mauro Brant (Rio de Janeiro – RJ). A FLICA ainda percorreu mais de 30 escolas municipais com ações de incentivo à leitura.

Cataguases também abriga o moderno Centro Cultural Humberto Mauro (CCHM), inaugurado em 2002 nas instalações do antigo Cine Machado. O espaço abriga a galeria de arte Zequinha Mauro e o Cineteatro Paulo Cesar, onde foi apresentada uma sessão especial de exibição do filme “Predestinado: Arigó e o Espírito do Dr. Fritz”, uma produção do Polo Audiovisual da Zona da Mata Mineira, parceiro da FOJB e patrocinado pela Energisa. O ator Danton Mello, que encarna no filme o médium José Arigó, esteve presente na sessão e falou sobre a  construção do filme, do personagem e a oportunidade de filmar nas localidades regionais:

– Como bom mineiro, cresci ouvindo histórias de Arigó e Dr. Fritz; parentes contando, família. Fiquei muito feliz quando chegou este roteiro para mim. Foi um personagem desafiador, mas foi prazeroso, pois foi muito bem recebido. O filme conta a história de um homem iluminado; merece mesmo ser contada. Foram escolhidas as cidades de Cataguases e Rio Novo, com cenários daquela época [anos 50 e 60]. Ficamos mais de 30 dias aqui. A grande mensagem do filme é a fraternidade, um filme de amor, de tolerância – contou o ator, natural de Passos/MG, em entrevista para o canal CinePOP.

O evento também contou com a participação de Eduardo Alves Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio e Presidente da FOJB. Em sua fala, ele destaca os resultados positivos dos investimentos realizados pelo Grupo no audiovisual e nas demais linguagens culturais:

– Fico orgulhoso de Cataguases, o berço do cinema, viver mais esta etapa. O cinema nacional não pode morrer, pelo contrário, temos que revigorar este tipo de arte. Estamos muito felizes, pois o filme começou a ser exibido em 650 salas e já foi assistido por mais 250 mil pessoas, fato marcante. Foi o maior investimento da Energisa na área cinematográfica nacional, e estamos vendo o resultado sendo transformado numa realidade em benefício da cultura e da arte brasileira.

Nova Friburgo/RJ

Na Usina Cultural Energisa Nova Friburgo, no norte fluminense, o destaque fica por conta dos projetos Resistência Artística e Ocupa Usina.

O Ocupa Usina promoveu um total de 29 ações ao longo do ano, entre mostras artísticas, oficinas, shows e exibição de filmes. O cinema teve destaque, com a realização de oficinas de formação cinematográfica com profissionais de diferentes estilos e olhares, além de um encerramento shows e a apresentação de microfilmes produzidos localmente durante o projeto.

Já o Projeto Resistência Artística realizou uma temporada de intervenções artísticas, trazendo artistas de diversos estilos e colocando em pauta as diferenças e semelhanças entre o movimento de arte urbana contemporâneo e a Semana de 1922. Além disso, a temporada proporcionou bolsas de auxílio para dez jovens artistas como forma de incentivo. Ao todo, a iniciativa levou mais de 20 mil pessoas à Usina, firmando-se como importante canal de formação cultural na cidade de Nova Friburgo.

Projeto Resistência Artística
Projeto Resistência Artística

João Pessoa/PB

Em João Pessoa, a Usina Cultural Energisa comemorou seus 20 anos de presença cultural marcante na região nordeste do país. 

O edital do Projeto de Ocupação Usina de Artes Visuais selecionou 14 artistas paraibanos para integrar exposições individuais e coletivas na galeria de artes da Usina Cultural, com o objetivo promover a economia criativa e valorizar a regionalidade da sua produção artística. Ao longo do ano, foram realizadas cinco exposições, além de oficinas de fotografia, cianotipia (técnica de impressão de imagens em tons azuis), bate-papos com os artistas e visitações guiadas com alunos da rede pública de ensino.

Também merece destaque a 9ª edição do Natal na Usina, um festival multicultural de artes, com conteúdo artístico produzido localmente nas mais diversas linguagens: exposições de artes visuais, artes cênicas, cultura popular, música e literatura. A programação foi toda gratuita e acessível, além de ser transmitida por TVs e rádios locais, atingindo indiretamente um público de mais de 100 mil pessoas.

– A Energisa, por meio da Usina Cultural,  está dando sequência ao seu programa de exposições dedicado exclusivamente aos artistas paraibanos, fomentando e fortalecendo, com isso, o reconhecimento dos filhos da terra e suas produções contemporâneas – relata Delania Cavalcante, coordenadora de Investimento Social da Energisa.

Natal na Usina
Natal na Usina

O futuro: Instituto Energisa e a Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho

O ano de 2022 foi marcado pela criação do Instituto Energisa, organização social do Grupo que assumiu, a partir deste ano, as ações de difusão e produção cultural. A instituto tem como propósito fortalecer as potências locais e promover a troca de conhecimento inter-regional, valorizando e integrando os diferentes sotaques que compõem as localidades atendidas pelo Grupo Energisa, por meio do desenvolvimento de ações socioculturais, esportivas, educativas e de inclusão.

O Instituto Energisa somará forças à FOJB na consolidação das políticas de investimento social do Grupo Energisa, e nasce com intuito de reestruturar os centros culturais geridos pela FOJB, preservando o seu legado e trazendo inovação, com uma programação ainda mais diversa.

A Fundação Ormeo Junqueira Botelho terá o papel de resgatar e preservar a memória e o patrimônio material e imaterial da Zona da Mata Mineira, com a reestruturação dos espaços de memória como o Museu Energisa (Cataguases) e a Casa de Leitura (em Leopoldina), que passará a se chamar Casa da Memória. 

Em 2025, em meio às celebrações dos 120 anos do Grupo Energisa, a FOJB inaugurará o Museu Parque Usina Mauricio, que terá o papel de ressignificar a paisagem cultural da primeira Usina, instalada quando o Grupo ainda se chamava Companhia Força e Luz Cataguazes – Leopoldina.

Usina Maurício
Usina Maurício



Para saber mais

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A seguir, baixe o relatório completo com as atividades realizadas pela FOJB em 2022.

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Energisa Cultural: um canal permanente para receber, avaliar e apoiar Energisa Cultural: um canal permanente para receber, avaliar e apoiar

Publicada em: 05/05/2023

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Brasil

Energisa Cultural: um canal permanente para receber, avaliar e apoiar projetos culturais

A Energisa é uma empresa que trabalha com distribuição de energia em uma enorme área do território brasileiro. De Norte a Sul, a Energisa está presente nas 5 regiões do país, iluminando os lares, levando energia para as indústrias, mas também sempre muito atenta às manifestações culturais que brilham em cada um desses cantinhos do nosso imenso país.

Cultura é a maior riqueza de um povo, ainda mais se tratando de um povo tão plural e diverso como o povo brasileiro. Nosso país é mundialmente conhecido por suas festas, sua musicalidade, inventividade e criatividade – nada disso é por acaso. Vivemos em um caldeirão cultural de muitos povos que aqui já estavam e de outros que de longe chegaram. Ao longo dos séculos, esses encontros produziram um sem-fim de expressões culturais que ocupam e se mantêm vivas por toda a nação.

A Energisa percebe isso e vem, a cada ano, se conectando com um Brasil profundo, original, que se misturou longe da costa e das grandes capitais, um Brasil que foi e é quilombola, que uniu tradições indígenas, europeias e da diáspora africana para construir manifestações artísticas únicas em som, ritmo e visualidade. O Brasil dos violeiros do Centro-Oeste, das mulheres que tecem redes no Mato Grosso e em Sergipe, das folias de rei, dos congados, das cavalhadas, do Carimbó e do Boi Bumbá da região Norte, passando por toda a ginga, sonoridade e visualidade da música e dos artesanatos do nordeste. Um Brasil de proporções continentais que vive na mente, nas mãos e nos sonhos de quem cria, recria e mantém essas tradições vivas.       

É nestes rincões do país que a Energisa busca sua inspiração e para onde o Energisa Cultural envia a sua força. O braço cultural da Energisa é o caminho que a empresa encontrou para ajudar a manter vivas e trazer aos olhos de todos esses brasis que o Brasil não conhece. Um caminho que nasce de muitas mãos, desde quem aporta o incentivo, até quem realiza o projeto na ponta.

O Energisa Cultural é um programa da Energisa que fomenta a cultura em todo o território nacional. Com verba aportada, por meio das leis de incentivo à cultura, as inscrições estão abertas para receber propostas de projetos já aprovados para captação de recursos por leis federais (Lei Rouanet e Lei do Audiovisual) ou estaduais (ProAC-SP, ICMS-RJ e ICMS-MG). Confira ao final do texto mais informações sobre como inscrever seu projeto em cada lei de incentivo.

O Energisa Cultural vem crescendo ao longo do tempo, com 87 projetos apoiados nos últimos 3 anos, com foco nas conexões, nas riquezas e na diversidade das manifestações culturais no Brasil.

Para esse ano, a novidade é que o programa agora tem uma plataforma permanente para o recebimento de projetos, sem edital ou prazo de inscrição. Nesse modelo de banco de projetos, se um projeto já está aprovado em uma lei de incentivo, ele pode ser inscrito na plataforma e fica disponível para ser selecionado pela Energisa a qualquer momento. Com isso a Energisa vai oxigenar uma base de projetos que podem ser incentivados de forma contínua, criando um enorme e importante mapeamento cultural no país.

Conversando com a coordenadora de investimento social privado da Energisa, Delânia Cavalcante, podemos ter uma ideia da importância do alcance desse projeto e de como surgiu essa novidade.

– Quando entramos na Energisa e vimos a potência de apoio cultural que a empresa tem, pensamos: a gente é grande e não conhece todo mundo. Como eu faço, então, para conhecer todo mundo? Criando um sistema que permite o acesso de todos. Assim podemos pedir para as pessoas se apresentarem, escrevendo seus projetos no nosso site. Não é novidade nenhuma, mas é algo que ainda fazíamos. Então, para que a gente pudesse oxigenar e para atender todo esse pilar, era necessário a gente ir até as pessoas com tecnologia.

Vivendo em um país continental, percorrendo e trabalhando nas capitais e nos rincões mais escondidos da nação a Energisa enxerga a pluralidade do nosso povo e busca sempre chegar mais longe, com proximidade, diálogo e iniciativa conjuntas.

– Olhando para o Brasil e suas diversas regionais, vemos a pluralidade e queremos nos aproximar cada vez mais. Queremos incentivar a produção cultural, preservar a memória e trabalhar essa diversidade brasileira como algo único – conta Delânia com entusiasmo.

Em 2022, o público direto alcançado pelo Energisa Cultural foi de mais de 1 milhão de pessoas, sem contar os espectadores das salas de cinema e por streaming, que assistiram produções cinematográficas apoiadas pelo programa pela empresa.

Falando sobre números, para se ter uma noção do porte do Energisa Cultural, no último ano, o Grupo investiu mais de R$ 14 milhões, quase o dobro do ano anterior, em linha com o objetivo de alcançar um público cada vez maior e mais diverso.

– Ano passado, a gente praticamente dobrou o investimento social da Energisa, trabalhando profissionalmente o uso do incentivo fiscal. Isso é uma grande vitória da empresa. Acredito que com isso o grupo entra num patamar de grandes investidores de incentivo cultural brasileiro – conta Delânia.

Energisa Cultural: entenda como funciona

Fomentar, profissionalizar e investir em cultura toca em pontos sensíveis e necessidades profundas do nosso país. A cultura em suas manifestações regionais também está conectada aos biomas locais, à preservação de um capital simbólico, mas também social e ecológico, como nos relata Delânia.

– Trabalhando com cultura estamos impulsionando e unindo essas parcerias, promovendo o desenvolvimento sustentável, inclusive de regiões onde os biomas são muito frágeis. Estamos falando do Pantanal, da Caatinga, da Floresta Amazônica, e no caso de Rio e São Paulo, da Mata Atlântica. Vivemos nestes biomas e partimos do princípio de que tudo isso está conectado com os compromissos da companhia, principalmente nesse pilar de apoio às manifestações culturais regionais.

Levando como missão conectar pessoas de diferentes matizes culturais, o Energisa Cultural não estará mais só focado na ponta, ou seja, na realização dos eventos, shows, produções e apresentações. É claro que esta parte final é fundamental, o momento máximo da realização, mas a Energisa usará a sua expertise para construir parcerias com um olhar colaborativo e profissionalizante para a execução dos projetos.

Atuando nacionalmente e localmente, a empresa terá dois avaliadores por projetos e um ponto focal, uma gestora de projetos locais que poderá olhar de perto a importância e o desenvolvimento de cada projeto. Com isso, a empresa não apenas aporta o dinheiro como também realiza uma parceria em todo o ciclo de produção. Essa novidade tem como meta ajudar os pequenos produtores culturais a se profissionalizarem e pode também ajudar a promover intercâmbio cultural entre diferentes projetos apoiados pela empresa.

A Energisa estará em constante contato com os produtores acompanhando passo a passo, desde como criar um cronograma, passando por como planejar a divulgação e como organizar uma equipe de produção, até realizar o projeto e, por fim, concluir a prestação de contas.

Se você é um produtor cultural, um coletivo artístico ou um diretor com sonhos para realizar, fique ligado no Energisa Cultural, busque as leis de incentivo locais e federais, esteja atento à enorme área de atuação da Energisa e conte com essa parceria para colocar no mundo as criações culturais que são o verdadeiro fundamento do que é a força e a energia de um povo.

Serviço:

Programa Energisa Cultural

Informações e inscrições: https://www.grupoenergisa.com.br/programa-energisa-cultural

Período de inscrição: fluxo contínuo

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