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Energisa: a gente é de Mato Grosso Energisa: a gente é de Mato Grosso

Publicada em: 14/05/2021

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Mato Grosso

Energisa: a gente é de Mato Grosso

Quando cheguei a Mato Grosso, há sete anos, perguntei a um colaborador nosso se devia usar “de” ou “do” ao mencionar o Estado. Recebi como resposta uma aula sobre a cultura e o orgulho dos mato-grossenses, esse povo caloroso que nos chama pelo nome e faz questão de saber mais sobre nossas origens, nossa história familiar e nosso compromisso de pertencer a esse lugar tão rico. Hoje, falo sem errar que a Energisa é de Mato Grosso.

Nos orgulhamos por gerar empregos e oportunidades para o mato-grossense, com boas perspectivas de crescimento profissional e de segurança. Mesmo com a pandemia, mantivemos todos os programas de capacitação para os colaboradores, que têm à disposição uma plataforma online com mais de 250 cursos à distância, por exemplo. Investir em gente dá resultado. Tanto que a Energisa é a única distribuidora de energia entre as vinte e cinco melhores empresas para se trabalhar no Brasil, de acordo com ranking organizado pela rede social profissional LinkedIn. Também, ganhamos o selo da Great Place to Work, reconhecida assessoria global que sinaliza as melhores empresas para o trabalhador.

Investimentos

Quando chegamos a Mato Grosso, assumimos o compromisso de contribuir para o desenvolvimento do Estado. Ainda existiam, na época, cerca de 20 mil famílias sem energia elétrica e agora, em 2021, concluiremos o atendimento a todos eles! Desde 2015, foram aplicados quase R$ 4 bilhões em Mato Grosso, sendo R$ 410 milhões somente no ano passado para levarmos energia de qualidade à população mato-grossense. Hoje 1,5 milhão de clientes são atendidos. Sabemos que cada um deles tem a sua história, seus anseios e desafios, por isso, nunca tratamos nossos clientes como um número.

Sempre buscamos saber mais da história das pessoas que recebem a nossa energia, como a Irailde de Souza Carvalho, que conheci quando a energia chegou em sua casa. A dona Nina, como é carinhosamente chamada, mora com o marido no bairro Boa Vista II, em Cuiabá, e trabalha fazendo quitutes. A Energisa entregou um kit de placa solar para ajudá-la nos preparos na cozinha e abastecer a bateria da bicicleta elétrica – outro presente da empresa. E foi bacana ouvir dela que a luz chegou para melhorar a vida da família. Isso é gratificante e nos apresenta um horizonte para não pararmos pois há muito mais por realizar.

Os investimentos da Energisa Mato Grosso também beneficiam a grande força econômica do Brasil atualmente: o agronegócio. Mato Grosso é o estado que mais exporta soja no mundo, e o país prevê expandir a produção agropecuária em 30% até o final da década. Mais de R$ 230 milhões foram investidos em obras para atender a demanda por energia no norte do Estado e garantir o crescimento futuro. Outros R$ 300 milhões foram destinados à região do Araguaia, o novo polo produtor do Estado. A Energisa também está trabalhando para conectar Guariba ao Sistema Interligado Nacional. É o último local de Mato Grosso que ainda não está interligado. Para isso, vamos investir mais de R$ 60 milhões. 

Todos esses investimentos têm gerado frutos. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que regulamenta o setor elétrico, a qualidade do fornecimento de energia em Mato Grosso está entre os 5 (cinco) melhores do Brasil. É um trabalho de ponta de mato-grossenses para mato-grossenses , a fim de manter um fornecimento com menos interrupções, faça chuva ou sol.

Energia do Bem

No início da pandemia, fizemos contato com associações e governos para entender como poderíamos ajudar o Estado nesse momento tão difícil. Dessas conversas, nasceu o movimento Energia do Bem, criado para implementar iniciativas em cinco frentes: cuidado com a saúde, assistência social, capacitação profissional, apoio à cultura local e incentivo a micro e pequenos empreendedores. Em um ano, mais de mil cestas básicas foram doadas pela empresa em Mato Grosso.

Além disso, o movimento realizou melhorias internas na rede elétrica no Hospital Metropolitano de Várzea Grande, doou respiradores e mais de 30 mil máscaras e criou informativos para orientar a população de 30 municípios sobre a covid-19. Hoje, diante da alta demanda, estamos focados na distribuição e no transporte de cilindros de oxigênio para unidades de saúde da capital e do interior.

A Energisa se orgulha de estar junto com o mato-grossense e deseja que os próximos aniversários de Mato Grosso sejam festivos, como a gente desta terra sempre foi. Porque a Energisa é ‘de’ Mato Grosso. E tudo isso vai passar.

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A cobrança de conta de luz foi suspensa durante a pandemia? A cobrança de conta de luz foi suspensa durante a pandemia?

Publicada em: 01/04/2021

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Brasil

A cobrança de conta de luz foi suspensa durante a pandemia?

Não, o pagamento da conta de energia deve ser feito mesmo durante a pandemia. No entanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou em 26 de março que, até 30 de junho de 2021, apenas os consumidores de baixa renda – incluídos na tarifa social – terão o corte de energia suspenso por falta de pagamento. Estão enquadradas nessas condições cerca de 12 milhões de famílias. 

Por causa da pandemia, a Aneel decidiu ainda que também não pode ser cortada a energia de unidades consumidoras com equipamentos vitais à preservação da vida e dependentes de energia elétrica. A decisão inclui ainda as unidades de saúde, como hospitais e centros de produção, armazenamento e distribuição de vacinas.

O que é a tarifa social?

A tarifa social permite a concessão de descontos na conta de energia para as famílias de baixa renda. Graças a essa política pública, o consumidor tem direito a um desconto mensal na conta de luz segundo o consumo da residência.

Têm direito a tarifa social as famílias inscritas no Cadastro Único com renda mensal menor ou igual a meio salário-mínimo por pessoa. Ou ainda, famílias com portador de doença que necessite de aparelho elétrico para o tratamento (neste caso, com renda mensal de até três salários-mínimos). Também podem usar o benefício as famílias que tenham algum integrante que receba o Benefício de Prestação Continuada.

O vídeo da Anatel mostra o passo a passo sobre como funciona a tarifa social.


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Engenharia precisa, com um toque feminino Engenharia precisa, com um toque feminino

Publicada em: 18/03/2021

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Rondônia

Engenharia precisa, com um toque feminino

Funcionária da Energisa, Tatiane Nogueira de Sousa Frota, de 33 anos, é coordenadora de projeto e cadastro do DCMD (Departamento de Construção e Manutenção da Distribuição) em Rondônia. Por suas mãos passam desde a elaboração de projetos da empresa até a fiscalização da execução da obra já na sua fase de conclusão.

Nesse tipo de trabalho, a presença feminina ainda é pouco representativa, mas não na equipe coordenada por Tatiane que, na posição de liderança, sempre se preocupou em criar no departamento oportunidades também para as mulheres.

Na equipe própria da Energisa comandada por Tatiane, do total de 26 colaboradores, 11 são mulheres – uma média bem acima do que se vê no setor elétrico. Além desse time, a coordenadora tem sob a sua batuta cerca de 150 colaboradores terceirizados, ligados a obras contratadas pela empresa. 

Olhar atento

O DCMD é uma área muito importante na operação da Energisa. É esse departamento que executa muitos projetos de expansão de redes elétricas e do Programa Luz para Todos. Cabe ao departamento elaborar o projeto – a construção de um alimentador de energia, por exemplo – fiscalizar o cumprimento das especificações pela empresa executante tanto na parte técnica quanto contábil.

Com a conclusão do projeto, é preciso fazer o cadastro da obra dentro do sistema próprio da Energisa, que faz a conversão das especificações em números técnicos que serão usados tanto pela alta direção da empresa na sua tomada de decisão até pela Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel.

Carreira iniciada aos 21 anos

Os estudos sempre tiveram um espaço importante na vida da coordenadora do DCMD. A primeira formação foi como tecnóloga em sistemas elétricos, depois como psicológa, engenheira civil e engenheira de segurança do trabalho.

Toda a carreira de Tatiane foi construída na Energisa, desde os tempos da Eletrobras Distribuição Rondônia (antiga CERON – Centrais Elétricas de Rondônia). Recém-formada, aos 21 anos, foi aprovada no concurso público da empresa, então estatal, e começou a trabalhar como eletrotécnica. “A partir daí passei por várias funções, na liderança de processo, orçamento e controle de obras de alta tensão e gerência de planejamento, tudo relacionado a grandes obras”, recorda.

As primeiras dificuldades na carreira não demoraram muito para surgir. Jovem e mulher, Tatiane teve de aprender cedo a se impor para mostrar sua qualificação profissional.

“Deixava claro que sim, eu era nova, mas que poderia aprender. Além disso, sempre adotei uma postura mais séria para impor limites. Tive de buscar maturidade muito cedo para mostrar a todos o meu compromisso com o meu trabalho.”

Fama de “linha dura”

Apesar da experiência acumulada e de hoje não ter de lidar com as dificuldades do início da carreira, Tatiane mantém a fama de “linha dura”, especialmente na gestão de contratos com terceiros, mas sempre atenta ao clima organizacional. “Faz parte do meu trabalho acompanhar de perto para o contrato seja cumprido. Para isso, preciso ter uma gestão firme para resguardar a companhia. Mas nem por isso deixo de olhar o lado humano na gestão das pessoas”, pondera. Os colegas de departamento costumam dizer que, mesmo sendo muito firme, a coordenadora se mostra sempre atenciosa e disponível para entender as dificuldades que cada colaborador tem no trabalho e quais são as formas de facilitar essa rotina. 
Hoje, depois de 12 anos na empresa, Tatiane aponta mudanças no ambiente corporativo. “Me sinto muito confortável na função porque sei que trabalho em uma empresa que trata sem diferenciação questões de igualdade de gênero, raça e orientação sexual. Por isso, para mim vale o tratamento igualitário, tanto na hora da cobrança quanto na hora do elogio”, diz a engenheira.

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Conheça Claudia, uma mulher sob alta tensão Conheça Claudia, uma mulher sob alta tensão

Publicada em: 11/03/2021

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Conheça Claudia, uma mulher sob alta tensão

No início de janeiro, Claudia Bilha de Almeida assumiu o posto de supervisora de manutenção e transmissão da Energisa em Rondonópolis. Está nas mãos dela o comando de uma equipe importante para o serviço na região.

No início de janeiro, Claudia Bilha de Almeida assumiu o posto de supervisora de manutenção e transmissão da Energisa em Rondonópolis. Está nas mãos dela o comando de uma equipe importante para o serviço na região.

A paixão pela profissão é antiga. Claudia, de 24 anos, conta que ainda criança costumava admirar à distância as torres de transmissão e subestações. “Achava tudo aquilo bonito e sonhava um dia poder chegar mais perto para ver como tudo funcionava.” Na hora de decidir qual carreira seguir, a paixão falou mais alto e a estudante foi aprovada na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Unemat), em Sinop, no curso de engenharia elétrica.

Hoje, Claudia se sente confortável na posição de liderança em uma atividade dominada por homens. Afinal, ela já está acostumada a fazer parte da minoria. Desde o primeiro dia de aula, na faculdade, a supervisora já ouvia comentários dos colegas sobre o fato de estar em um ambiente no qual normalmente as mulheres não têm espaço. Na turma de 40 universitários, apenas duas mulheres marcavam presença. Uma desistiu do curso logo nos primeiros semestres e hoje a supervisora da Energisa foi a única representante do sexo feminino a concluir o curso.

“Em casa, eu e os meus irmãos sempre fomos incentivados a correr atrás da independência. Infelizmente há uma questão cultural e ainda há quem acredite que a mulher é menos qualificada para determinadas funções. Algumas situações podem mexer com a minha segurança, mas me posiciono sempre que necessário até convencer qualquer pessoa sobre a minha qualificação e capacidade”, explica a supervisora da Energisa.

Carreira em construção

Claudia é a primeira mulher a trabalhar em um cargo de liderança na área de alta tensão, o que confirma a política da Energisa como uma marca empregadora que valoriza a diversidade.

Na rotina de trabalho, Claudia costuma chegar cedo à Energisa, onde separa as ferramentas para a equipe, e cumpre a agenda de reuniões com colegas de outros departamentos, como perdas, compras e com parceiros externos. Em campo, são feitos os trabalhos de prevenção e o atendimento a ocorrências emergenciais.

Tensão no ar

Profissionais que trabalham com manutenção, como Claudia, estão o tempo todo atentos. “É o tipo de serviço que não tem dia ou hora para ser feito. As equipes podem ser acionadas a qualquer momento”, destaca.

"Quando há uma emergência, a primeira coisa que vem à mente é que há clientes, como hospitais, indústrias, supermercados ou residências sem energia naquele momento, o que sempre gera um grande desconforto. Por isso, é preciso conversar com a equipe para que consigamos ter agilidade e, ao mesmo tempo, preservar a segurança”, explica.

No dia a dia, a supervisora tem de colocar em prática a descrição dos trabalhos - reparos e manutenções preventivas. Mas o trabalho de campo também pode ser útil na identificação de novas demandas. Por isso, cada saída com a equipe exige muita atenção.

Mesmo sob os riscos desse tipo de atividade, há um momento em particular que faz a supervisora da Energisa e outros colegas, inclusive os mais experientes, ficarem extasiados. Todos param para admirar o arco fotovoltaico, que é visível quando se faz a manutenção do disjuntor. “É quando vemos a energia. Só quem é apaixonado, entende”, afirma Claudia. 


 

Inspirando futuras engenheiras

O entusiasmo com a profissão, além de já ter levado Claudia ao cargo de supervisora, já “contaminou” uma prima, que se inspirou em sua história e está cursando engenharia. “Minha trajetória até agora me deu a certeza de que, independentemente do gênero, a capacidade de todos é igual. É isso que eu procuro deixar claro quando sinto que há algum tipo de preconceito. “Se formos livres por dentro, nada nos aprisionará por fora”.

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