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Mato Grosso: acidentes de máquinas agrícolas com rede elétrica afetam Mato Grosso: acidentes de máquinas agrícolas com rede elétrica afetam

Publicada em: 04/05/2022

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Mato Grosso: acidentes de máquinas agrícolas com rede elétrica afetam 12 mil clientes

Doze mil clientes da Energisa em Mato Grosso foram afetados por acidentes com máquinas agrícolas e a rede elétrica no primeiro trimestre. Os dados são da própria empresa, que mantém o alerta para abril, época de colheita do arroz e a finalização da retirada da soja do campo. De acordo com o gerente de operações da distribuidora, José Nelson Quadrado Junior, esses na maior parte dos casos, são acidentes ocasionados por batidas em postes e torres, que muitas vezes cortam as áreas produtivas, entre redes privadas e coletivas. Ou quando o maquinário acaba enroscando nas redes elétricas. Em ambos os casos, esse tipo de ocorrência pode levar muito tempo para recomposição do serviço, pois dependem de equipe pesada e os locais muitas vezes não são acessíveis. “A gente sabe que o nosso estado tem essa abundância de terra que gera tanto alimento quanto trabalho sério dos agricultores para atender aos pedidos que vêm do mundo quase todo. Afinal, o nosso agronegócio é referência. Mas é sempre importante se ater àqueles pequenos detalhes que podem evitar acidentes. E todos podem ser evitados com essa união de esforços, principalmente priorizando sempre a vida”, comenta José Nelson.

Dicas para evitar acidentes

Existem algumas orientações básicas que podem auxiliar os produtores e moradores do campo: 

  • Antes dos manuseios dos maquinários, é de extrema importância que seja feito reconhecimento do local, planejamento das atividades e a mensuração para que a altura e largura da máquina mantenha uma distância segura da rede. “Máquinas agrícolas devem respeitar a distância segura da rede e os caminhões nunca devem bascular debaixo da rede.”, reforça Victor Hugo.
  • Se um veículo encostar na rede elétrica, o motorista jamais deve tentar sair do maquinário (exceto em caso de princípio de incêndio). Nesse momento, deve-se chamar imediatamente a Energisa e os Bombeiros, que desligarão o fornecimento de energia da forma correta antes de resgatar o condutor;
  • Na movimentação de máquinas e tratores, é preciso ter cuidado com os cabos de aço que prendem os postes e torres ao chão. Esses cabos seguram os postes e não devem ser cortados e nem mudados de lugar. Desvie deles;
  • No carregamento de caminhões, preste atenção se existe rede elétrica próxima. Mantenha a distância mínima de seis metros de qualquer tipo de estrutura elétrica;
  • Jamais operar a abertura da caçamba de caminhão basculante se o veículo estiver debaixo da rede elétrica;
  • A vegetação deve estar sempre podada para facilitar a visualização da rede elétrica;
  • Nunca permita que o jato de água dos irrigadores atinja a rede elétrica;
  • Tomar cuidado com queimadas, pois colocam em risco a vida da população e podem danificar as estruturas do sistema elétrico, causando a queda de postes e torres, provocando curtos-circuitos, rompimento de cabos e quedas de energia.
  • Se algum animal for atingido por cabo de energia, não deve ser removido antes de entrar em contato com a concessionária e se certificar que a energia foi interrompida e assim evitar mais acidentes. 
  • As cercas devem ser sempre seccionadas e aterradas, a fim de evitar acidentes com raios em períodos chuvosos.
  • A chave de proteção da rede elétrica não deve ser religada em casos de falta de energia. Isso oferece riscos à segurança no local e o autor pode responder criminalmente por este ato.

Mesmo com as dicas, é importante ressaltar que para sanar dúvidas, ou casos de urgência e acidentes, a Energisa deve ser procurada pelos canais de atendimento oficiais: 

  • Aplicativo Energisa On (disponível para iOS e Android)  
  • Assistente virtual (WhatsApp) - (65) 99999 7974
  • www.energisa.com.br       
  • Agências de atendimento presencial  
  • Call center - 0800 6464 196
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Fiscalização da Energisa encontra mais de 13 mil irregularidades em po Fiscalização da Energisa encontra mais de 13 mil irregularidades em po

Publicada em: 12/04/2022

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Fiscalização da Energisa encontra mais de 13 mil irregularidades em pontos com fiação de uso das Operadoras em Cuiabá

A Energisa iniciou no dia 21 de março um mutirão para fazer a limpeza de cabos de telecomunicação no centro-sul de Cuiabá. As equipes partiram da praça Oito de Abril sentido Avenida Isaac Póvoas. A previsão é de que durante um mês e meio as equipes percorram as principais vias da região, entre elas Getúlio Vargas, Treze de Junho e parte da Barão de Melgaço. Toda a rota foi definida junto com a Prefeitura Municipal. O projeto faz parte de um movimento da concessionária chamado Sinergia, que busca a cooperação de empresas que usam os postes para passagem de fios. O objetivo é atender a população, limpar o estado dos emaranhados de fios, reduzindo a poluição visual e principalmente os riscos de acidente. As empresas foram notificadas em fevereiro pela Energisa, que deu o prazo para que todas fizessem as adequações e identificações necessárias. Agora é hora de remover o que ainda ficou para trás.

Imagem de um mapa de bairros em Cuiabá com a região centro-sul destacada em amarelo.

“Nós queremos nosso estado bonito e os cidadãos satisfeitos e para que isso aconteça precisamos de um esforço conjunto. A Energisa está agindo já foram fiscalizados mais de 250 mil postes e até dezembro serão cerca 520 mil postes fiscalizados em todo o estado. Esse trabalho fica mais fácil com a cooperação das empresas de telecomunicação, que estão sendo convidadas para esse grande mutirão de limpeza. Ganha todo mundo. A remoção vai ser mais assertiva. A segurança vai melhorar e a sociedade vai ver um espaço muito mais organizado”, explica o engenheiro de distribuição na Energisa Mato Grosso, Cesar Seixas Salomão.

O planejamento de fiscalização dos cabos está sendo realizado desde julho de 2021 em todo o estado. A Energisa inclusive realizou reuniões com empresas de telecomunicação apresentando o plano de ocupação e regularização e ainda abordou a importância da segurança do trabalho. As empresas fazem os contratos para compartilhar o uso dos postes, mas também precisam seguir as regras estabelecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica e pela Agência Nacional de Telecomunicações. A concessionária cede o espaço, mas a instalação e manutenção desses cabos são de responsabilidade das empreses de telefonia e internet.

“Essa preocupação em manter o ambiente limpo deve ser constante. Não dá para gente ir lá arrumar tudo e no outro dia uma empresa voltar a cometer irregularidades, deixando fios sem uso, soltos ou baixos pendurados, e até próximos a rede elétrica Temos uma grande atenção no que se refere a segurança, a vida em primeiro lugar, zelamos pela vida de todos cuidando uns dos outros”, reforçou Cesar Seixas Salomão. 

O que fazer quando ver um fio solto

Moradores que identificarem um fio solto ou muito baixo, podem buscar um dos canais de atendimento da Energisa são: 0800 6464 196 ou a GISA no WhatsApp (65) 99999-7974. A orientação é nunca tocar nesses fios, mesmo que sejam de telefonia. Esse trabalho precisa ser feito por profissionais capacitados.

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Condomínio sem inspeção de segurança pode gerar risco a moradores, ale Condomínio sem inspeção de segurança pode gerar risco a moradores, ale

Publicada em: 10/03/2022

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Brasil

Condomínio sem inspeção de segurança pode gerar risco a moradores, alertam especialistas

Os condomínios são vistos como uma opção de moradia segura, sejam eles de casas ou prédios. Mas tem um alerta importante. As medidas de controle não podem impedir que concessionárias que fornecem serviços básicos, como os de água, esgoto e luz, realizem inspeções que também servem para garantir a segurança dos próprios moradores. O gerente de serviços comerciais da Energisa em Mato Grosso, Murilo Marigo, explica que o sistema de energia requer cuidados periódicos e preventivos e que a empresa mantém uma relação próxima e transparente com todos os clientes e isso se estende aos síndicos. 

“A Energisa possui um cronograma de investimento e inspeções nas redes de energia para manter a qualidade do fornecimento do serviço. Mas, em alguns momentos, encontra problemas para poder acessar os condomínios e realizar as atividades necessárias. Para nós, ter o acesso livre, garante os reparos, as inspeções periódicas e os serviços necessários pra atender bem os condomínios. E isso vale também para evitar problemas futuros, como curto-circuito, troca emergencial de algum equipamento e regularização das redes”, explica Murilo.

O advogado Miguel Zaim, que é presidente da Comissão de Direito Condominial da OAB de Mato Grosso, vai além e cita que o Código Civil, no Artigo 1.348, que define que as concessionárias não podem ser impedidas pelo síndico, porteiro ou vigilante do condomínio de realizarem o corte do fornecimento de serviços públicos, tais como luz, gás e água, nos casos de falta de pagamento por parte do morador ou proprietário de apartamento em condomínio. “Então, é importante, sobretudo, o síndico ter bom relacionamento com as concessionárias, seja de água ou de energia. Muitas vezes essa concessionária tem que entrar no condomínio pra dar as manutenções na rede e isso tem que ser autorizado pelo gestor do condomínio. O síndico tem que ter uma boa tratativa, porque são serviços técnicos e existe uma responsabilidade muito grande e existe perigo de algum acidente”, afirma o advogado.

Segurança é um valor 

A segurança na hora do controle de entrada e saída, seguranças, oferecem essa proteção. Porém, existem alguns cuidados tomados pelos síndicos que podem manter o local ainda mais seguro. “No caso de contratação de um profissional para fazer intervenção na parte elétrica do condomínio ou que tenha um contato com a rede de energia, é interessante chamar e pedir para a concessionária de energia acompanhar ou intervir, se for o acaso. Esse prestador de serviço deve ser um especialista na área”, comenta Miguel Zaim.  

Mas como identificar um prestador de serviço?

No caso da Energisa, todos os prestadores são devidamente identificados, com crachás, tanto funcionários das empresas, quanto de empresas de apoio. Para Pablo Couto, que síndico de um conjunto de apartamentos em Cuiabá, se um administrador for negligente, pode ocorrer problemas gravíssimos e, por isso, há a necessidade de manutenção qualificada. “O acesso da companhia que fornece energia é fundamental para garantir o bom funcionamento, além de atualizar os equipamentos com as regras e normas vigentes”, explica Pablo.

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Energisa combate crimes contra a rede elétrica que comprometem forneci Energisa combate crimes contra a rede elétrica que comprometem forneci

Publicada em: 21/02/2022

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Rondônia

Energisa combate crimes contra a rede elétrica que comprometem fornecimento e causam prejuízo aos cofres do estado

Ações de combate ao furto de energia em Rondônia durante 2021 ajudaram a recuperar o equivalente ao consumo mensal de 51 mil casas populares. Foram 123 Gigawatt de energia que eram desviados por causa de irregularidades no sistema de medição por intervenção de terceiros e ligações ilegais. A quantidade equivale ao consumo mensal de Porto Velho, Ariquemes e Ji-Paraná juntos.

Alécio Almeida, gerente de Perdas da Energisa em Rondônia, conta que as irregularidades, popularmente conhecidas como gato, prejudicam o sistema de fornecimento inclusive dos clientes regulares. “Cada circuito é planejado para a quantidade de cliente considerando suas características de consumo (residencial, comercial e industrial). Se tem furto de energia, a rede está fornecendo além do que foi planejada, impactando a qualidade e segurança de quem paga corretamente pela energia”, afirmou.

O combate ao furto de energia é uma obrigação da concessionária, determinada pelo órgão regulador do setor – Aneel.   Furto de energia é crime previsto no Código Penal Brasileiro, com pena que varia de um a quatro anos de reclusão.  No ano passado, mais de 190 mil fiscalizações foram realizadas em todo estado e identificados aproximadamente 70 mil irregularidades. 

O gerente comenta que na maioria dos casos não tem relação com a situação financeira do cliente. “As irregularidades ocorrem tanto nas periferias quanto nos condomínios de luxo, desde pequenos comércios a grandes indústrias”, explica Almeida. O gestor ainda revela o risco de acidentes por choque elétrico ao fazer o gato de energia. “Porque são feitas por pessoas que não tem autorização, conhecimento técnico e usam materiais inadequados trazendo risco a toda a população”, declarou.

Quando a fraude é identificada, o fornecimento de energia é interrompido como medida de segurança até que a situação seja regularizada devido ao risco iminente de danos às pessoas, bens ou ao funcionamento do sistema elétrico. Também é registrado Boletim de Ocorrência por se tratar de crime. A concessionária tem como cobrar os valores retroativos referentes ao período da irregularidade, ou seja, em que a pessoa usou energia, mas não pagou. Os procedimentos de cobrança estão previstos na Resolução 414/2010 da Aneel.

Perdas para os cofres públicos e para o cidadão

Dados levantados pela concessionária estimam que por ano cerca de R$ 90 milhões em ICMS deixam de ser arrecadados em Rondônia devido ao furto de energia. Isso porque a concessionária atua como recolhedor de tributos federais, estaduais e municipais previstos na legislação. Quando a energia é desviada, não é faturada e o estado não pode cobrar impostos.

Almeida observa que é dinheiro público que poderia ser revertido para investimentos em educação, saúde e segurança pública. “O furto de energia causa uma reação em cascata que prejudica a também do setor público e a população. Por isso, a importância de combater essa prática através da conscientização da comunidade e incentivando a regularização, inclusive através da denúncia daquele que tem gato de energia em seu imóvel”, afirmou.

Cresce furto de cabos em Rondônia

 Além de furto de energia, a concessionária também está desempenhando atividades para reduzir o furto de cabos, transformadores e medidores. No ano passado mais de 200 equipamentos foram roubados em todo estado. Nos dois primeiros meses de 2022, a concessionária registra um quarto de todas as ocorrências do ano passado. Sendo que 70% é de cabos de energia.

A empresa está analisando o uso de novas tecnologias que impeçam o ataque através da blindagem dos circuitos.  Segundo Almeida, os pontos com maior incidência estão sendo mapeados e a substituição de cabos normais por blindados devem acontecer no primeiro semestre desse ano.

A problemática do roubo de cabos de energia, tampas de bueiro e hidrômetros foi discutida em audiência pública promovida pela Câmara de Vereadores de Porto Velho. O evento foi realizado de forma virtual, nesta quinta-feira (17), com a participação da Energisa e de outras entidades ligadas à serviços públicos essenciais e da Segurança Pública.

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