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Muito além da técnica Muito além da técnica

Publicada em: 18/10/2022

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Muito além da técnica

Numa manhã de novembro de 2021, o eletricista acreano José Maria Xavier, 50 anos, recebeu um chamado para fazer um atendimento a um morador de uma área remota do Acre, a cerca de 110 km da capital. Devido às fortes chuvas daqueles dias, a energia do cliente em questão havia caído. 

A chuva havia dado uma trégua e Zé Maria foi com mais cinco colaboradores até o local munidos de caminhonetes, quadriciclo e jipe 4x4. Os primeiros 80 quilômetros da estrada principal, asfaltada, foram percorridos tranquilamente. Mas quando chegaram aos ramais – estradas vicinais, estreitas e de terra –, o caminho que restava, de cerca de 30 quilômetros, complicou. A caminhonete não passava e o acesso só pôde ser feito de quadriciclo e jipe.

A energia do consumidor foi restabelecida com sucesso. O problema foi a volta. A chuva aumentou demais enquanto a equipe da Energisa fazia o conserto da rede do cliente. Na hora de retornar, os 30 quilômetros de ramal estavam todos alagados. 

– Era muita água! A gente teve que amarrar o quadriciclo com corda, fazer linha de vida (uma instalação de cabo de aço, fitas ou corda, que fica conectado ao cinto de segurança dos profissionais) para que a gente e os veículos não fôssemos arrastados pela correnteza – relembra Zé Maria.

O eletricista e sua equipe demoraram mais de 12 horas, a maior parte delas debaixo de chuva, para conseguir voltar a Rio Branco naquele dia. 

– Esse atendimento me marcou demais. Peguei resfriado e tudo. Mas o que ficou foi a nossa imensa satisfação de ter conseguido atender o cliente e resolvido o problema dele – diz Zé Maria. 

Ser eletricista no Acre, região amazônica, segundo Zé Maria, envolve muitos desafios: acessos difíceis e clima chuvoso e quase 70% da rede elétrica construída em áreas de muita vegetação. E como energia é um serviço essencial, a população fiscaliza e cobra mesmo. 

Há poucas semanas, outro episódio marcante na rotina de Zé Maria: ao chegar a uma residência sem energia, encontrou o cliente muito nervoso. O técnico disse que escutou o cliente, falou que não estava ali para discutir e sim para resolver a questão. Problema resolvido, o cliente foi da raiva à gratidão, fazendo questão de ligar para a ouvidoria e elogiar o profissional.

– Ele me abraçou, com lágrimas nos olhos, disse que estava a fim de briga e que o fato de eu não ter revidado fez com que ele se acalmasse. Aquilo me marcou. Saí muito satisfeito. O cliente tem seus motivos para estar daquele jeito, não sabemos. Temos que saber lidar com todos os tipos de emoções que encontramos com calma e gentileza.

O eletricista Zé Maria, da Energisa Acre

Muito além das aptidões técnicas que o ofício exige, equilíbrio emocional, foco, escuta e segurança são alguns dos atributos mais desejados hoje para uma contratação de um eletricista. É o que explica Andressa Nogueira, do RH da Energisa Acre, responsável pelo recrutamento e seleção de profissionais.

– Prezamos muito por uma pessoa que tenha um alinhamento forte com a cultura da Energisa: valorização da vida, da segurança e do cliente – explica. – Não rebater agressividade, ser assertivo, saber ouvir. E no caso específico aqui do Acre, precisamos de técnicos com disponibilidade para viajar ou morar em áreas remotas, cujo acesso é demorado numa situação mais emergencial. 

De acordo com Andressa, de 2021 até agora, o Grupo Energisa já contratou mais de 300 profissionais da área operacional, o que inclui todos os eletricistas. Muitos deles, bem jovens, recém-saídos de cursos técnicos. Alguns, inclusive, que têm Zé Maria como um exemplo a ser seguido.

– Muitos pedem pra sair a campo comigo, aprender, me chamam de tio, pedem conselhos – conta, orgulhoso, o eletricista. – Digo para eles: é preciso estar concentrado, saber abordar o consumidor, mesmo ele estando devendo. Ninguém sabe das dificuldades dos outros. E é preciso deixar bem claro que estão representando e empresa, é a reputação dela que está em jogo.  

Quando perguntado sobre a importância do Dia do Eletricista para ele, Zé Maria não titubeia:

– Ser eletricista é cuidar, proteger e trazer bem estar para as pessoas, tanto de um adolescente que, mesmo numa zona rural, quer ter o wi-fi dele, até uma dona de casa que precisa da geladeira. E afirmo: tenho muito mais alegrias do que momentos difíceis aqui na Energisa. Hoje, 90% dos meus amigos, fiz aqui dentro.

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Filme apoiado pela Energisa aborda papel das mulheres na história do B Filme apoiado pela Energisa aborda papel das mulheres na história do B

Publicada em: 14/10/2022

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Filme apoiado pela Energisa aborda papel das mulheres na história do Brasil

O longa-metragem “As Órfãs da Rainha” (2022), da diretora Elza Cataldo, ainda não foi lançado no Brasil, mas já conquista prêmios internacionais como o de melhor filme histórico da 14ª edição do Toronto International Women Film Festival. A obra, uma produção brasileira do Polo Audiovisual da Zona da Mata em Minas Gerais, realizada com o apoio do Grupo Energisa, conta a história das irmãs Leonor, Brites e Mécia, criadas sob proteção da Rainha de Portugal e forçadas a viajarem para o Brasil Colônia para casarem e formarem família. O objetivo era ocupar o novo território para a Coroa Portuguesa.

Convidamos a diretora para uma conversa com a engenheira eletricista da Energisa em Rondônia Aline Romero e a analista da ouvidoria também de Rondônia Luana Evangelista. Diferentemente das protagonistas do filme, as duas se deslocaram dos seus lugares de origem por escolha própria, em busca de oportunidades de crescimento profissional. Na conversa, mediada pela coordenadora de imprensa da Energisa, Renata Batista, as três fazem um paralelo entre os dois contextos e diferenças culturais, de clima etc. 

A cultura é muito vasta. São coisas que impactam nossas mudanças, vai agregando na nossa vida, tanto profissional quanto pessoal”, destaca a analista Luana Evangelista.

Elza Catoldo lembra que a história das protagonistas do filme é marcada também por violência de gênero e machismo. 

Um filme histórico só tem sentido se ele dialoga com o presente, só tem sentido se tem um canal de comunicação com as pessoas”, afirma. “Embora a gente possa pensar no século XVI tão distante, é tragicamente verdadeiro lembrar que a violência contra as mulheres, violência doméstica e a inserção das mulheres naquela micro sociedade, ainda tem muito paralelo com o que existe hoje no Brasil. O filme também dialoga com essa situação”, explica a diretora.

Confira o podcast:


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Filarmônica de Itabaiana: os acordes da inclusão Filarmônica de Itabaiana: os acordes da inclusão

Publicada em: 10/10/2022

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Filarmônica de Itabaiana: os acordes da inclusão

Em Itabaiana, interior de Sergipe, é mais comum um adolescente que saiba tocar um instrumento do que jogar futebol. Isso porque a cidade, a 54 quilômetros da capital, tem a música em sua essência. E a grande responsável por isso é a Sociedade Filarmônica Nossa Senhora da Conceição, cuja origem data de 1745, e que oferece formação musical gratuita para jovens da cidade e arredores, além de agregar uma dezena de grupos musicais – sendo o maior deles a Orquestra Sinfônica de Itabaiana, destino de muitos desses novos talentos sergipanos. 

A Filarmônica é um projeto importantíssimo para a cultura sergipana, que edifica e coloca a pessoa num lugar de destaque na sociedade no sentido de oferecer, através do caminho da música, um trabalho digno e importante para ela”, afirma o maestro Valtenio Alves de Souza, vice-presidente da Sociedade Filarmônica e regente da Banda Sinfônica da instituição.

Há 45 anos na instituição, Valtenio conta que o projeto social aceita crianças a partir dos 7 anos para o processo de musicalização através da flauta doce. Com cerca de 10 anos, os alunos já começam a fazer aulas com instrumentos adaptados para o tamanho delas, como violinos, violoncelos e tambores menores. 

Essa formação de base é o que possibilita, mais tarde, que o adolescente inicie as aulas de instrumentos como clarinetes, trompetes e oboés com uma bagagem grande já absorvida, para poder ingressar nos conjuntos da instituição.

Aula de música para crianças

Com patrocínio da Energisa, a Filarmônica é um exemplo de formação cultural no Brasil. Ao todo, o projeto já chegou a ter 600 alunos. Com a pandemia, houve uma evasão natural e, hoje, contam com 380 jovens em sala de aula – número que, segundo o maestro, está voltando a crescer. 

 A Filarmônica de Itabaiana guarda não só uma memória da música instrumental de Sergipe. Ela é patrimônio do Brasil. É importante que os brasileiros desta e de outras gerações entendam que é compromisso de cada um de nós apoiar instituições que priorizam a salvaguarda da nossa cultura. O Grupo Energisa tem esse compromisso e se orgulha em poder trilhar essa caminhada pela democratização da cultura através da inclusão de jovens nas aulas de música, na manutenção da própria orquestra e na formação deste repertório de novos talentos”, destaca Delânia Cavalcante, Coordenadora de Investimento Social da Energisa.

Ao todo, a Filarmônica de Itabaiana conta com 12 grupos musicais, entre eles, as bandas Infanto-Juvenil, Jovem e Sinfônica, e as orquestras Experimental, Preparatória e Sinfônica – ápice da música erudita, hoje com 60 integrantes, além de diversas formações de música de câmara, como o quinteto de cordas e o quarteto de saxofone. 

É lindo ver hoje músicos que tocam conosco em diversos grupos, como a orquestra sinfônica, ou que são nossos professores, que começaram no projeto ainda crianças. Isso nos enche de orgulho”, emociona-se o maestro.

Apresentação de banda da Filarmônica de Itabaiana

É o caso do sergipano Laedson Santos Souza, de 23 anos, contrabaixista da Orquestra Sinfônica de Itabaiana. Nascido em Moita Bonita, município vizinho de Itabaiana, Laedson começou a aprender trompete aos nove anos em um projeto social no qual Valtenio lecionava. 

O trabalho de musicalização levou o jovem a descobrir, no início da adolescência, sua verdadeira paixão: os instrumentos de corda, mais especificamente, o baixo. Dono de um talento natural para a guitarra e o baixo elétrico, não demorou para que o maestro o convidasse para ter aulas de baixo acústico na Filarmônica.

Assim que começou as aulas, Laedson ingressou imediatamente na orquestra de cordas da Filarmônica, ainda aos 14 anos. Aficionado por jazz, o jovem músico mergulhou nos estudos do instrumento e, hoje, além de ser contrabaixista da Orquestra Sinfônica de Itabaiana e dar aula de violão e guitarra na Filarmônica, também está se formando na faculdade de música da Universidade Federal de Sergipe, com um trabalho sobre as teorias musicais do jazz e do blues.

Foi no projeto social de Itabaiana que me descobri. A Filarmônica é um universo musical, permite que a gente aprenda um pouco de tudo, tenha diferentes experiências, funcionando como um verdadeiro oásis em Sergipe. Temos uma lutheria própria dentro da instituição, fabricamos nossos próprios violinos. Isso é algo raro. Ter entrado em contato com tantas possibilidades aqui dentro abriu meus olhos e fez com que hoje eu seja um estudante de música muito melhor dentro da minha formação acadêmica”, elogia Laedson.

Lutheria

Não à toa, os acordes do projeto são ouvidos em todos os cantos do país, onde diversas orquestras de peso, como OSB e Petrobrás Sinfônica, possuem instrumentistas oriundos de Itabaiana em seus quadros.

A importância dos conjuntos e bandas instrumentais de interior é gigantesca na formação dos músicos do país. Pode perguntar para a maioria dos músicos de orquestras brasileiras onde eles começaram: 90% vai dizer que foi numa banda ou grupo de sua cidadezinha do interior. E Itabaiana contribui muito para isso”, ressalta Valtenio.

Além do apoio à Filarmônica de Itabaiana, a Energisa também patrocina outro importante projeto na cidade: o Parque dos Falcões, santuário a céu aberto que abriga mais de 400 aves e é o único centro de criação, multiplicação e preservação de aves de rapina da América do Sul. Conheça esta história!

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Flor Ribeirinha leva suas raízes para o mundo Flor Ribeirinha leva suas raízes para o mundo

Publicada em: 30/08/2022

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Mato Grosso

Flor Ribeirinha leva suas raízes para o mundo

São Gonçalo Beira Rio, Cuiabá, Mato Grosso. No quintal de Dona Domingas Leonor da Silva, uma semente foi germinada. Regada com dedicação por mãos que moldam o barro da cerâmica e fazem gestos de dança, brotou forte. Das margens do Rio Cuiabá, desabrochou embalada pelas violas de cocho e hoje, frondosa, é admirada pelo mundo todo. 

Batizado de Flor Ribeirinha pela própria Domingas, o grupo de dança idealizado e fundado por ela no quintal de sua casa, há quase 30 anos, trabalha no resgate, manutenção, proteção e difusão da cultura popular da região, sobretudo o siriri e o cururu (dança e ritmo tradicionais), acumulando prêmios por onde passa. O mais recente deles foi conquistado neste mês de julho: o troféu Golden Peak, na Bulgária, onde acontece um dos maiores festivais internacionais de dança folclórica.

– Minha avó é uma mulher muito especial, com uma energia única, que desde jovem se encantou e quis manter viva a nossa cultura – diz Avinner Augusto da Silva, neto de Dona Domingas e, hoje, coreógrafo do grupo.

Com patrocínio da Energisa, que apoia o projeto mato-grossense em diversos campos de atuação – como na manutenção das oficinas de finais de semana para os moradores locais e nos espetáculos pelo Brasil –, o Flor Ribeirinha nasceu e atua de forma marcante na comunidade histórica de São Gonçalo Beira Rio. Rico polo de cultura popular brasileira, lá são preservadas as tradições cuiabanas de celebrações tradicionais das festas de santos, por exemplo, assim como a transformação da argila em cerâmica, a produção de comidas e bebidas típicas, a confecção e uso da viola de cocho, além do modo de vida dos ribeirinhos.

– A Associação Cultural Flor Ribeirinha é um projeto social que vai além da dança, atuando na proteção e expressão da cultura regional. Muito mais do que distribuir energia elétrica, a Energisa tem como propósito promover o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida da sociedade, onde os avanços tecnológicos caminham lado a lado da identidade cultural –, destaca Ana Carolina Ribas, gerente de gestão e projetos da Energisa.

Amante do siriri desde pequena, Dona Dominga quis preservar a expressão cultural que lhe fazia feliz e orgulhosa de ser quem é e vir de onde vem. Na década de 80, a cuiabana começou a reunir os mestres que detinham aquele saber popular tão rico, senhores e senhoras da região, entre músicos e bailarinos, para formar um grupo, chamado por ela de Nova Esperança e levar o siriri para além das fronteiras de São Gonçalo. 

– Nessa época, a nossa cultura popular enfrentava muito preconceito, sendo mal vista mesmo pelas pessoas daqui da região. Não valorizavam e não entendiam a importância dessa tradição tão rica – conta Avinner. – Essa primeira iniciativa foi muito importante para o siriri, a viola de cocho, ser mais vista pela própria população daqui.

No entanto, como os integrantes eram já senhores de idade, o grupo não durou muito, e o Nova Esperança morreu junto com seus baluartes. Apesar da dor, a então jovem Dona Dominga não desistiu. Chamou os netos de seus mestres – crianças que ouviam e respiravam aquela cultura desde pequenas – para brincar de dançar o siriri em seu quintal. Sem saber, Dona Dominga germinava ali a verdadeira nova esperança. 

– Eu era uma criança de colo nessa época, mas já participava assistindo a tudo no quintal da minha avó. Cresci nutrindo essa paixão imensa pela nossa cultura – relembra Avinner.

As crianças viraram adolescentes e a ideia veio em seguida: fundar, agora sim, um grupo de dança capaz de preservar e disseminar a cultura do siriri. Nascia assim, em 1993, o Flor Ribeirinha. Avinner, então com 10 anos, virou mascote da companhia. Não demorou muito para se tornar coreógrafo, assumindo a direção de movimento do grupo em 2004.

Em 2013, Avinner e D. Dominga julgaram ser a hora de tentar levar o Flor Ribeirinha para fora de Mato Grosso, inscrevendo a companhia no renomado Festival de Joinville, em Santa Catarina. Sem pretensões de concorrer a nenhum prêmio, o grupo não só se apresentou, como foi ovacionado pela plateia presente, chegando à final e conquistando o quinto lugar. Desde então, o grupo já se apresentou em diversas festas dentro e fora do país, e foi selecionado para três competições internacionais de folclore: Cheonan World Dance Festival na Coreia do Sul, em 2016, onde tirou o segundo lugar; 18º Festival Internacional de Arte e Cultura na Turquia, em 2017, sua primeira vitória fora do Brasil; e este ano, na Bulgária, onde acaba de conquistar o maior prêmio do festival. 

Para 2022, Avinner conta que o grupo Flor Ribeirinha prepara uma turnê nacional que irá circular pelas cinco regiões do Brasil, a partir de setembro – projeto também apoiado pela Energisa, através da Lei Rouanet, no valor de R$ 364 mil.

Além do grupo de dança, o projeto cresceu ao longo dos anos, ganhando relevância sem esquecer sua principal missão: manter viva a cultura popular cuiabana. Por isso, a companhia idealizada por Dona Domingas virou Associação Cultural Flor Ribeirinha, que realiza diversas outras oficinas e atividades regulares. Alguns exemplos são o projeto “Semente Ribeirinha”, que promove atividades artísticas gratuitas para crianças entre 6 e 12 anos, e o “Flor da Idade”, com foco na produção de cerâmica pelas mãos de senhoras ribeirinhas que mantêm a tradição da argila local muito forte. O apoio da Energisa ajuda a manter essas atividades ao longo do ano todo, porque qualquer flor precisa de rega constante pra prosperar.

Conheça mais sobre a política de patrocínios culturais da Energisa:

O Grupo patrocina, por meio das Leis de Incentivo à Cultura, a produção cultural brasileira realizada em sua área de atuação. O programa de incentivo Energisa Cultural tem o objetivo de fomentar a produção e desenvolvimento da cultura local, ampliando o acesso à arte, valorizando a cultura brasileira e provocando a interação entre saberes e fazeres das comunidades. Em 2021, foram investidos quase R$ 8,1 milhões em 29 projetos em 7 estados, abrangendo 8 linguagens culturais.

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Queimadas: um perigo a ser evitado Queimadas: um perigo a ser evitado

Publicada em: 21/07/2022

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Brasil

Queimadas: um perigo a ser evitado

As queimadas na Amazônia e no Pantanal vem ocupando com frequência os noticiários brasileiros. A chegada do período de seca, que segue até outubro em grande parte do Brasil, e de altas temperaturas – exige cuidado redobrado da população para evitar incêndios descontrolados. Entre as consequências estão poluição do ar, degradação e diminuição da fertilidade do solo, redução da fauna e flora – e ainda, prejudicar o fornecimento de energia.

As queimadas próximas às redes elétricas podem provocar o desligamento de energia, já que, mesmo que as chamas não encostem nos fios, o calor pode danificar as estruturas, romper cabos e causar curtos-circuitos. Todo mundo fica prejudicado

Os focos de incêndio e queimadas irregulares estão entre as principais causas de desligamentos forçados nas linhas de transmissão. Por isso é recomendado à população ligar para o número 193, do Corpo de Bombeiros, ao identificar casos de queimadas ou incêndios. Se as chamas estiverem próximas à rede elétrica, deve também acionar a Energisa pelos canais de atendimento: call center, aplicativo Energisa On ou atendente virtual Gisa (www.gisa.energisa.com.br).

Confira dicas da Energisa para evitar queimadas:

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Energisa amplia segurança e a capacidade energética de Porto Velho Energisa amplia segurança e a capacidade energética de Porto Velho

Publicada em: 13/07/2022

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Rondônia

Energisa amplia segurança e a capacidade energética de Porto Velho

A partir desta semana, Porto Velho passa a ter um segundo ponto de suprimento de energia diretamente ligado ao Sistema Interligado Nacional, garantindo maior segurança energética e aumentado a capacidade de energia do município em 100 MVA (Mega Volt Ampère), o equivalente ao abastecimento de 300 mil casas populares. 

Para isso, a empresa construiu um linhão em Porto Velho com 27 quilômetros de extensão. São 119 torres de alta tensão, algumas delas com 116 metros de altura, o equivalente a um prédio de 38 andares. O investimento da empresa na obra, que durou um ano, corresponde a R$ 48 milhões.

Fabrício Medeiros, diretor técnico da Energisa em Rondônia, observa que a obra é um marco importante na transformação da infraestrutura energética da região. “Porto Velho ganha mais segurança energética, pois a nova linha é uma alternativa para manter o fornecimento de energia em casos emergenciais que afetem o circuito principal. Também amplia a capacidade de fornecimento, o que é benéfico para grandes empresas e indústrias que desejam se expandir ou se instalar na região”, declara. Veja mais notícias sobre os investimentos da Energisa em Rondônia.

Imagem ilustrativa do sistema de fornecimento de energia de Porto Velho (RO):

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Banco de Talentos da Energisa destaca oportunidade para o cargo de lei Banco de Talentos da Energisa destaca oportunidade para o cargo de lei

Publicada em: 13/07/2022

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Brasil

Banco de Talentos da Energisa destaca oportunidade para o cargo de leiturista

A Energisa disponibiliza em sua plataforma de recrutamento o Banco de Talentos, uma opção para que profissionais cadastrem seus currículos para participação no processo de seleção para futuras oportunidades para o cargo de leiturista. 

David Nazaré da Silva (32 anos) é do município de Cacoal, onde reside com sua esposa e três filhos. Ele é um dos colaboradores que ingressaram na Energisa por meio do banco de talentos há cerca de três meses para o cargo de leiturista. “Eu me cadastrei porque eu sabia que era uma empresa séria e realmente iria utilizar esse cadastro. Hoje estou na empresa e me sinto cada vez mais motivado. A expectativa é continuar crescendo, pois a empresa oferece muitas oportunidades”, afirma.

Atualmente, a Energisa conta com cerca de 2 mil colaboradores próprios e é uma das principais empresas em geração de emprego e renda em Rondônia. Em 2021, foi eleita a segunda Melhor Empresa para Trabalhar na Região Norte pelo ranking do Instituto Great Place to Work (GPTW). O reconhecimento aconteceu apenas três anos após o grupo assumir a concessão no estado. No setor elétrico, a Energisa se destaca pela inovação, com foco na sustentabilidade, qualidade dos serviços prestados e segurança. 

Veja como se cadastrar

Acesse o site www.grupoenergisa.com.br/carreiras. Lá, estarão informações sobre pré-requisitos, atividades e benefícios oferecidos pela empresa.

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Moradores de Chapada dos Guimarães podem fazer troca de lâmpadas e neg Moradores de Chapada dos Guimarães podem fazer troca de lâmpadas e neg

Publicada em: 08/07/2022

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Mato Grosso

Moradores de Chapada dos Guimarães podem fazer troca de lâmpadas e negociação em mutirão da Energisa

Mais de 20 equipes da Energisa chegarão em Chapada dos Guimarães para realizar mutirão de atendimento e manutenção nos dias 12 e 13 de julho. O evento, no primeiro dia, será realizado no Estádio Apolônio Bouret de Melo. 

O atendimento ao público será realizado no dia 12, das 8h às 16h, com as opções de serviço de troca de titularidade, negociação, recadastramento rural, entre outras. A população também poderá fazer o cadastro na Tarifa Social, pois o evento contará com a presença do CRAS da cidade. 

Outro serviço oferecido será o de troca de lâmpadas. Cada cliente pode trocar até 4 lâmpadas incandescentes e fluorescentes em funcionamento por lâmpadas de LED. “O nosso objetivo é incentivar o consumo consciente e oferecer uma maneira da população economizar na conta de luz. Então, é só chegar com as lâmpadas, uma conta de luz e um documento com foto para trocar”, explica Marcelo Pazoti, gerente de construção e manutenção da Energisa em Mato Grosso. O Projeto Nossa Energia também conta com a presença de um caminhão que promove palestras focadas na eficiência energética e segurança. 

Manutenção em pontos da cidade

A equipe de manutenção permanece no dia 13 de julho no munícipio para fazer o trabalho de poda, limpeza de fios de telecomunicação inativos, inspeção nas redes, entre outros serviços. “A gente tem rodado o estado com o projeto e agora chegamos em Chapada dos Guimarães. A nossa missão com essa ação é estar perto dos clientes e oferecer oportunidades e informações”, comenta Marcelo.

Serviço 

Energia que Transforma

Estádio Apolônio Bouret de Melo - Rua Aricá, esquina com Av São Sebastião - Bairro São Sebastião - Chapada dos Guimarães

Atendimento: 12 de julho – das 8h Às 16h.

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Jalapão, onde o ouro nasce do capim Jalapão, onde o ouro nasce do capim

Publicada em: 08/07/2022

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Tocantins

Jalapão, onde o ouro nasce do capim

[Atualização: 27/09/2023] Diante do triste cenário de incêndio que assola o Parque Estadual do Jalapão, lar do precioso capim dourado, a Energisa se solidariza profundamente com os talentosos artesãos desta região. A força e a resiliência dos artesãos são verdadeiros tesouros, e juntos, trabalharemos para preservar essa rica tradição. Nossa parceria com o Sebrae no projeto Energia para Crescer continua mais importante do que nunca, visando não apenas o desenvolvimento econômico, mas também a proteção ambiental e o bem-estar das comunidades quilombolas. Unidos, somos capazes de superar qualquer adversidade e promover um futuro brilhante para o Jalapão. 

Nas veredas do Tocantins, o ouro vem do meio do cerrado. Na região leste do estado, onde os buritizais e as sempre-vivas encantam os olhos de quem passa, existe um tipo único de grama que, literalmente, reluz ao sol: o capim dourado. As finas hastes "de ouro" são colhidas e costuradas com as fibras do buriti e, das mãos prendadas das artesãs locais surgem chapéus, cestas, bolsas, vasos, utensílios de cozinha, objetos de decoração, bijuterias e até semijoias.

A arte de transformar o capim dourado em artesanato é uma herança do povo indígena Xerente que está presente, também, nos quilombos da região. Os utensílios trançados por eles eram utilizados em casa ou trocados por outros produtos. Hoje, o “ouro do Jalapão”, como ficou conhecido mundialmente, garante a geração de renda para parte da população jalapoeira.

Desde 2021, porém, esse comércio ganhou uma nova estrutura: agora, as lojas têm logomarca, as mercadorias estão etiquetadas com tags que identificam a região em que foram feitas, os sacos plásticos simples trocados por sacolas personalizadas, entre outras ações de valorização. Um bom exemplo foi a consultoria prestada às artesãs para otimizar o uso do capim dourado, que periga acabar: no lugar de muitas bijuterias pequenas e de uso individual – o que fazia com que uma grande quantidade de matéria-prima tivesse que ser extraída – a orientação foi para produzir objetos de decoração, com custo mais elevado e, consequentemente, mais rentável para a comunidade.


A transformação faz parte de uma das inúmeras ações que o projeto Energia para Crescer está implementando no Jalapão. Parceria entre o Sebrae e a Energisa, a iniciativa tem como objetivo melhorar a qualidade de vida das comunidades quilombolas do Mumbuca, Rio Novo e Prata através do empreendedorismo, do fortalecimento dos produtos turísticos e do destino de base comunitária, fomentando o acesso a serviços financeiros e atração de investimentos, considerando a inclusão social, a geração de renda e a proteção ambiental.

O compromisso da Energisa com o desenvolvimento da região do Jalapão ultrapassa o nosso negócio principal de levar energia. Nosso compromisso é também social e é essa a energia que promove a transformação – ressalta o diretor-presidente da Energisa Tocantins, Alessandro Brum. 

Segundo Railane Ribeiro da Silva, presidente da Associação do Povoado Mumbuca, o Energia para Crescer é o projeto mais completo que região já recebeu até hoje:

Justamente porque ele não veio pronto. O projeto vem sendo construído junto com a comunidade, entendendo a necessidade de cada um. Quando acabar, vai deixar uma comunidade nova, com transformações na paisagem, na imagem da comunidade, fortalecendo a sua identidade – reflete. – Não estamos nem na metade do investimento de tudo o que foi planejado para nós, mas já dá para notar a diferença que o projeto está trazendo para as comunidades. Por exemplo, nossa loja já existe há um bom tempo, mas a gente nunca tinha tido uma etiqueta. Agora, nossa marca, nome e nossa história vão para o mundo todo.

Ao todo, o aporte total da parceria será de R$ 1,3 milhão, sendo R$ 675 mil investidos apenas pela Energisa. Além disso, a empresa realizou também a entrega de computadores para as comunidades quilombolas, que estão sendo usados para estudos e profissionalização dos moradores.

Parte da verba irá também para a piscicultura e criação de hortas em todas as três comunidades quilombolas, com a instalação de tanques de piscicultura em um sistema integrado de produção agrícola (peixes e hortaliças). Em cada comunidade, foram montados tanques de peixes para criação de espécies nativas. A água, enriquecida com os dejetos dos animais e ração, será utilizada na irrigação das hortas. Essa troca de água é feita por um sistema elétrico e a água é reaproveitada integralmente. As hortas já foram demarcadas e os tanques devem começar a funcionar ainda este ano, e devem ajudar não apenas na alimentação dos moradores, como no abastecimento dos restaurantes locais.

Hoje, a gente precisa trazer alguns produtos, como tomate, cenoura e beterraba, de cidades vizinhas. A horta vai ser muito boa, diminuir nosso custo de transporte, tempo, e facilitar a vida”, comemora Dona Zoé Alves de Souza, que serve refeições na comunidade do Prata. 

Outro apoio importante do projeto no quilombo do Prata é para a Festa da Rapadura, festejo anual que aconteceu no último fim de semana, entre os dias 1 e 3 de julho, no povoado. A programação do evento contou com apresentações culturais, jogos, feira gastronômica e artesanal, demonstração de plantas medicinais e da moagem da cana de açúcar e palestras.

Depois de dois anos sem a festa, ficamos surpresos com o movimento. Tivemos um grande público e vendemos bem até o último dia. Foi a primeira vez que conseguimos resultados assim e estamos muito felizes”, afirma Luzia Passos, presidente da Associação de Artesãos da comunidade.

Iniciado em 2021, o Energia para Crescer deve seguir até 2023. Até o final do projeto, a previsão é que sejam realizadas mais entregas como, por exemplo, o Programa Força Mulher, curso de Elaboração de Projetos e apoio a outras festas culturais, como a Festa da Colheita do Capim Dourado que deve acontecer em setembro.

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Crédito pela Voltz é nova opção para colocar faturas de energia em dia Crédito pela Voltz é nova opção para colocar faturas de energia em dia

Publicada em: 08/07/2022

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Brasil

Crédito pela Voltz é nova opção para colocar faturas de energia em dia

A Energisa lança em Sergipe, Tocantins, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Nova Friburgo, Minas Gerais e Acre mais uma opção para seus clientes colocarem as faturas de energia em dia. Por meio da parceria com a Voltz, fintech do grupo, clientes têm acesso facilitado a crédito para quitar pendências junto à concessionária. A solução é mais uma inovação do Grupo Energisa, por meio da conta digital Voltz, para que pessoas de qualquer lugar do país ou perfil econômico pudessem ter acesso a serviços financeiros sem nenhum custo. 

Daniel Orlean, co-Ceo da Voltz, explica que uma Fintech é uma empresa que usa tecnologia para desenvolver serviços financeiros. É isso que a Voltz está fazendo no ecossistema de mais de 8 milhões de clientes da Energisa. O novo produto complementa portfólio de condições oferecidas pelas distribuidoras, que já trabalham com parcelamento na fatura de energia e cartão de crédito.  

Uma das grandes vantagens é acessibilidade e a flexibilidade, com parcelamentos que cabem no bolso dos clientes. O crédito da Voltz oferece taxas competitivas e negociação digital, tudo pelo WhatsApp Gisa ou outros canais já conhecidos do grupo”, afirma. 

A opção está disponível pelo WhatsApp Gisa (www.gisa.energisa.com.br) para clientes residenciais com débitos de até R$ 5 mil. As parcelas são sem entrada e podem ser pagas em até 18 vezes. “O cliente pode fazer a simulação e encontrar a melhor parcela sem sair de casa, somente utilizando os canais digitais da Energisa”, frisou.  

Conheça em quais agências de atendimento da Energisa a opção de crédito pela Voltz está disponível: Corumbá (MS), Campo Grande (MS), Ponta Porã (MS), Campina Grande (PB), Patos (PB), Sousa (PB), Mangabeira (PB), Presidente Prudente (SP), Bragança Paulista (SP), Assis (SP), Araguaína (TO), Taquaralto (TO), Palmas (TO), Aracaju (SE).

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