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Mato Grosso recebe R$ 575 milhões em 2021 investimentos da Energisa Mato Grosso recebe R$ 575 milhões em 2021 investimentos da Energisa

Publicada em: 22/07/2021

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Mato Grosso

Mato Grosso recebe R$ 575 milhões em 2021 investimentos da Energisa

A Energisa Mato Grosso realizará investimentos de R$ 575 milhões este ano na área de concessão da distribuidora. O valor segue a linha dos anos anteriores continuando o planejamento de fortes investimentos para contribuir com o desenvolvimento econômico e social do estado. Para 2021, a maior parte da alocação dos recursos na distribuição será direcionada à construção e manutenção de subestações, linhas e redes; à ampliação do atendimento aos clientes, com foco na universalização através do programa Luz para Todos e Mais Luz para a Amazônia; ao combate ao furto de energia; à renovação das frotas e às obras de melhoria da qualidade do fornecimento.

Em 2021, a Energisa planeja realizar diversas obras na região que vão contribuir para a melhoria e a ampliação do fornecimento de energia em Mato Grosso, como o início das obras da rede de distribuição que permitirá que Guariba, distrito de Colniza, passe a ser parte do Sistema Interligado Nacional (SIN), as últimas ligações do Luz para Todos no estado, modernização de subestações (entre elas Rondonópolis, Sorriso, Campo Novo do Parecis, Colíder e Sinop), ligações do projeto Mais Luz para a Amazônia, entre outros.

“Temos trabalhado com afinco para que todos os mato-grossenses tenham energia em suas casas, e com mais qualidade. Há quatro anos mais de 20 mil famílias aguardavam a energia chegar em suas casas. Agora temos menos de duas mil famílias aguardando para que esse sonho seja realizado e faremos isso prioritariamente esse ano”, explica Riberto José Barbanera, diretor-presidente da Energisa Mato Grosso.

Os investimentos constantes na rede de distribuição de energia elétrica em Mato Grosso têm trazido resultados diretos para os clientes. No ano passado, o estado teve o menor DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) de sua história por três meses consecutivos. O DEC (indicador que aponta quanto tempo em média um cliente fica sem energia em sua casa) teve uma redução de 8,58 horas em 2020 – uma redução de 27% em relação ao período anterior - e o FEC (que mede quantas vezes em média ocorre a interrupção de energia a cada cliente) teve uma redução de 2,44 vezes, o que representa uma melhora de 21%. Na prática, isso significa que, em média, as interrupções de energia aconteceram em menor quantidade e, quando aconteceram, duraram menos tempo.

A prioridade da empresa é oferecer um serviço cada vez melhor aos clientes, garantindo uma oferta de energia permanente e segura e levando bem-estar à população. Desta forma, a empresa se mantém como vetor para o desenvolvimento econômico e social da região. “Com mais de 900 mil quilômetros quadrados e mais de três milhões de pessoas, Mato Grosso não para de crescer e a rede elétrica precisa acompanhar esse ritmo. Planejamos os investimentos para dar ao estado a estrutura necessária para manter seu desenvolvimento econômico e social e vamos continuar fazendo estes investimentos para que a população de Mato Grosso tenha energia com qualidade e para que novas empresas venham investir no Estado”, ressalta Riberto.

Ao todo, o Grupo Energisa, maior empresa privada de capital nacional do setor elétrico brasileiro, prevê investimentos de R$ 3,9 bilhões para este ano, sendo R$ 2,8 bilhões destinados às concessionárias de energia, R$ 833,8 milhões aos empreendimentos de transmissão e R$ 214,8 milhões aos serviços 4D.  “A Energisa vem se consolidando como uma empresa completa de energia. Para isso, desempenha um papel primorial na transição para a economia de baixo carbono e para uma matriz energética limpa, com forte atuação para o desenvolvimento sustentável em seis estados da Amazônia Legal onde pretende investir R$ 2,6 bilhões”, afirma Maurício Botelho, CFO do Grupo Energisa.

Responsabilidade social

A Energisa patrocina e apoia diversas iniciativas que valorizam o desenvolvimento socioeconômico, ambiental e cultural da região onde atua. Estes projetos buscam impulsionar o desenvolvimento econômico, regional e social das comunidades, contribuindo para o estímulo e acessibilidade ao lazer, ao esporte e à cultura. Os recursos destinados aos projetos em Mato Grosso chegarão a R$ 1,360 milhão, aproximadamente. A soma se refere a propostas aprovadas em dezembro de 2020 e que serão executadas durante este ano. O valor é superior ao destinado pela Energisa em 2019 com aplicação em 2020 – cerca de R$ 1 milhão. Parte do valor vem de recursos próprios. Outra fatia é proveniente da renúncia fiscal – por exemplo, de uma fatia do Imposto de Renda (IR), do Fundo Municipal da Infância e Adolescência (FIA) e o Fundo Municipal do Idoso. Entre os projetos apoiados pela empresa estão o Instituto Vicente Lenílson, o Inclusão Literária, o Flor Ribeirinha e o Volêi Kids.

Em 2020, a Energisa investiu em ações de combate à pandemia de Covid-19 por meio do movimento Energia do Bem. As iniciativas englobam um conjunto de ações humanitárias que incluem doação e manutenção de ventiladores pulmonares, distribuição de máscaras para hospitais e comunidades indígenas, obras elétricas em unidades públicas de saúde, captação de recursos para assistência a idosos e apoio a pequenos artistas e empreendedores.

Outros investimentos do Grupo

Em transmissão, os investimentos previstos do Grupo Energisa serão 172% maiores. Os projetos desenvolvidos no Pará e Tocantins entrarão em fase de conclusão. Além dos recursos já alocados, a Energisa somará o investimento nos ativos adquiridos no último leilão de transmissão no Amazonas, realizado em dezembro do ano passado.

Cabe destacar a ampliação dos investimentos relacionados aos serviços 4D da Energisa – descarbonizados, descentralizados, digitalizados e diversificados – através de suas divisões Alsol e Energisa Soluções, que serão 350% maior do que em 2020.  O foco crescente em serviços baseados em tecnologia, com forte componente de sustentabilidade e energia renovável é uma das apostas do Grupo para os próximos anos.

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Energisa inicia obra de R$ 60 milhões que vai acabar com problema de l Energisa inicia obra de R$ 60 milhões que vai acabar com problema de l

Publicada em: 22/07/2021

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Mato Grosso

Energisa inicia obra de R$ 60 milhões que vai acabar com problema de limite de carga no Distrito de Guariba, em Colniza

Dentro dos próximos meses, mais uma importante meta será concluída pela Energisa: todo o estado passará a integrar ao Sistema Interligado Nacional (SIN), que coordena e controla o sistema de produção e transmissão de energia elétrica do Brasil. A concessionária está investindo mais de R$ 60 milhões para interligar o distrito de Guariba, em Colniza, única região do Estado que ainda não está abastecida pelo sistema.

Quase na divisa com o Amazonas, Guariba está localizado a mais de 1.200 quilômetros da cidade de Cuiabá, no noroeste de Mato Grosso. As obras na região já foram iniciadas e incluem a construção de três subestações e mais de 260 quilômetros de linha de transmissão ligando Aripuanã a Colniza, chegando também a Guariba. O gerente do Departamento de Serviços Comerciais da Energisa Mato Grosso, Murilo Marigo, explica que o investimento deve beneficiar mais de 60 mil pessoas, que hoje são atendidos por uma usina térmica a diesel.

“Definitivamente nós vamos realizar um grande sonho da comunidade que é a interligação da energia elétrica de Guariba com todo o sistema interligado nacional. Isso significa dizer que a energia passa a ser disponibilizada pelo sistema interligado nacional, ou seja, vira de forma contínua de fontes de energia distribuídas no país, como hidrelétricas. Além da melhor qualidade de vida pra população, a nova rede vai propiciar a instalação de novas empresas, novos empreendimentos, gerando empregos na região. Além das melhorias no sistema, não podemos deixar de destacar também a questão ambiental. Será possível desativar a, que hoje é responsável por abastecer Guariba, evitando a emissão de poluentes ao meio ambiente”, cita Murilo.

Segundo Marigo, como as obras devem ser entregues em um ano, foi criado um plano para evitar restrições de carga na comunidade durante o período de seca, com reuniões semanais com representantes da prefeitura, da Câmara de Vereadores e empresários da região. “A Energisa está atenta a toda região, para distribuir melhor as cargas, olhando a demanda. Nós estivemos reunidos com o prefeito Milton e vamos juntos trabalhar para para que a gente passe por esse período sem maiores problemas”, ressaltou o gerente.

Mais energia e menos interrupções no abastecimento

Apenas 1,7% da capacidade de produção de eletricidade do Brasil encontra-se fora do Sistema Interligado Nacional (SIN). São mais de 170 mil quilômetros de linhas de transmissão que compõem essa ampla rede. Por englobar as cinco regiões do Brasil, o sistema proporciona algumas vantagens para a distribuição de energia. Uma delas é o equilíbrio de produção e transmissão diante da sazonalidade das chuvas de acordo com as diferentes regiões do país. Outra questão relevante é a diminuição das interrupções em caso de falha em uma linha de transmissão, uma vez que a energia elétrica pode ser direcionada para determinados pontos.

Obras avançam sob trabalho arqueológico e histórico

Em paralelo ao trabalho de instalação das linhas, redes e postes, há também o acompanhamento arqueológico das obras feito pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Segundo a instituição, o Mato Grosso tem um total de 792 sítios arqueológicos, sendo cinco deles localizados nessa região que a Energisa está atuando na interligação do sistema.

“O acompanhamento arqueológico durante toda a atividade de engenharia é fundamental por conta dos possíveis fragmentos a serem encontrados. O trabalho em conjunto permite que a gente leve abastecimento de energia de qualidade para as regiões mais isoladas e, ao mesmo tempo, contribui para resgate e preservação da nossa história”, destaca Pires.

Desde o início das obras, já foram recuperados mais de 750 itens entre vasilhames, machadinhas, arco e flechas, entre outros. Todo material é recolhido pelo Instituto Homem Brasileiro que realiza curadoria específica, além de limpeza técnica e catalogação das peças.


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População fica menos tempo sem energia quando há necessidade de obras População fica menos tempo sem energia quando há necessidade de obras

Publicada em: 22/07/2021

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Acre

População fica menos tempo sem energia quando há necessidade de obras na rede elétrica em Mato Grosso

Números da Energisa Mato Grosso mostram que a duração média dos desligamentos programados, aqueles realizados para melhorias e manutenção do sistema, teve redução de 50% em 2020 ao fazer a comparação com ano anterior (2019). Essa redução  foi possibilitada pela adoção de tecnologias e equipamentos que permitem a realização de boa parte dos serviços sem o desligamento da rede. Atualmente, há desligamentos que chegam a durar menos de uma hora e em alguns casos que sequer se faz necessário desligar a energia do cliente, com as equipes trabalhando com a rede ligada, serviço conhecido como Linha Viva.

“É fundamental a realização de obras e manutenções para manter o sistema em operação de forma confiável e segura. Mas ao mesmo tempo que precisamos fazer esses serviços, pensamos no nosso cliente que será impactado. Dessa forma estamos sempre buscando métodos, alternativas, equipamentos e tecnologias para minimizar esses impactos. Prova disso é que a duração média dos desligamentos reduziu. Mas é muito importante que todos saibam que os desligamentos programados são realizados porque estamos trabalhando para melhorar a qualidade dos serviços”, explica Thiago Martins, gerente de Operação do Sistema da Energisa Mato Grosso.

Rede de energia x carro: acreditem, há semelhanças

Quem é cuidadoso sabe: carros sempre devem passar por manutenção, antes mesmo de algo pior acontecer. Com a energia elétrica é a mesma coisa. Todos os dias, nos 141 municípios mato-grossenses onde a Energisa atua, manutenções preventivas são realizadas para que o cliente não fique sem energia elétrica segura e de qualidade.

Para garantir uma maior qualidade no fornecimento de energia aos seus clientes, assim como acompanhar o desenvolvimento populacional, serviços, agronegócio e indústrias, a Energisa realiza constantemente obras e reparos no sistema elétrico que, por questões técnicas, algumas vezes necessitam de desligamentos programados. Essas suspensões temporárias são necessárias para que sejam executadas as melhorias na rede elétrica de forma segura.

Quando ocorre esse tipo de interrupção no fornecimento de energia, os clientes são previamente comunicados, a fim de que possam se programar para o intervalo em que a rede elétrica estará desligada. A Energisa informa quando necessitará interromper o fornecimento de energia com pelo menos 72 horas de antecedência por meio do site, de cartas, avisos em rádios e carros de som.

“Os desligamentos programados acontecem com hora marcada e previsão de finalização também determinada, envolvendo uma região específica onde a obra será realizada. Além de melhorias na rede elétrica, assegurando o conforto de nossos clientes, o desligamento também serve para dar segurança ao colaborador em campo durante a atuação”, explica Roger Gissoni, gerente de Construção e Manutenção da Energisa Mato Grosso

Obras com rede ligada: realidade em MT 

Roger reforça que a empresa está investindo na modernização constante do sistema elétrico e buscando formas mais eficientes de executar as obras e manutenções, que estão ajudando a diminuir a necessidade de desligamentos programados.

“Para minimizar o impacto dos desligamentos, a Energisa adota tecnologias e equipamentos que permitem a realização do serviço sem o desligamento da rede, como utilização de mega jumper (dispositivo que permite o isolamento de um trecho da rede elétrica), manobras automatizadas/remotas para transferência de carga, manutenção em rede energizada pela equipe de Linha Viva, entre outros equipamentos e tecnologias como o seccionador de rede”, comenta Roger.

Para a execução dos serviços chamados de Linha Viva, os profissionais passam por diversos treinamentos que os preparam para atuarem com a rede elétrica energizada por meio da utilização de equipamentos específicos e capazes de protegê-los.

Gissoni ressalta que, além de todas as capacitações e reciclagens que os colaboradores precisam realizar, todos atuam com Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e são treinados para fazer a inspeção dos mesmos: luva, capacete, óculos, uniforme da concessionária, bota e a balaclava, antichama. “Isso é necessário e indispensável para nossos eletricistas, especialmente de Linha Viva, que operam em redes de tensão energizada”, reforça o gerente.

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Energisa é uma das empresas em que o brasileiro mais sonha em trabalha Energisa é uma das empresas em que o brasileiro mais sonha em trabalha

Publicada em: 08/07/2021

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Brasil

Energisa é uma das empresas em que o brasileiro mais sonha em trabalhar, diz o LinkedIn

Para chegar aos 100 anos de existência, tem uma coisa que não pode faltar a qualquer empresa: pessoas. Atrair os talentos de cada geração, no entanto, não é uma tarefa fácil. Para a Energisa, que completou 116 em 2021, a chave desse sucesso está naquilo que diferencia os humanos das máquinas, a capacidade de pensar e inovar.

Foi com esse espírito que a empresa passou por um dos momentos mais desafiadores da sua história, que foi a pandemia do coronavírus. “O ano de 2020 mal havia começado. E, de repente, o ambiente em volta era radicalmente outro”, afirmou Antonio Negreiros, diretor de Gente na Energisa, em artigo publicado no seu LinkedIn (leia aqui o texto).

Apesar do momento desafiador, Negreiros e a equipe de pessoas conseguiram um grande feito: entrar no ranking da maior rede social profissional do mundo, o LinkedIn Top Companies, deste ano. Isso significa que a Energisa foi colocada entre as 25 empresas em que os brasileiros mais sonham em trabalhar, sendo a única do setor elétrico.

A inovação e a tecnologia desempenharam um papel importante nessa conquista. Em 2017, conta Negreiros, a Energisa começou a desenhar a sua estratégia de Energia 4D (Digitalizada, Descarbonizada, Diversificada e Descentralizada). Um dos requisitos para tornar o plano viável era, justamente, atrair e manter os melhores talentos.

“Era preciso atrair mais talentos e criar ferramentas para mantê-los conosco. Então começamos ali a investir também em tecnologia na área de Recursos Humanos”, afirma Negreiros.

A ruptura da pandemia

O coronavírus trouxe uma nova realidade. A prioridade se tornou garantir a segurança e o engajamento dos mais de 15 mil colaboradores da empresa. A energia é um serviço fundamental, portanto, a Energisa precisava continuar operando, inclusive com as equipes de campo, para garantir o fornecimento a 21 milhões de brasileiros.

“Implementamos protocolos nas áreas operacionais, levamos funcionários administrativos para o home office, aceleramos nossa transformação digital”, diz Negreiros. “Fomos uma das primeiras empresas a adotar telemedicina para acompanhar a saúde dos colaboradores. Desenvolvemos o modelo híbrido de trabalho “Lá e Cá”, que vai continuar no pós-pandemia. Plataformas digitais ajudam a identificar necessidades, treinar e manter todos alinhados.”

O programa “Lá e Cá”, inclusive, foi destacado pelo LinkedIn ao conceder o reconhecimento à Energisa.

Não só a empresa manteve o engajamento, como foi capaz de aprimorar alguns processos. Na seleção de candidatos, por exemplo, a tecnologia se tornou uma aliada para aumentar a diversidade de força de trabalho. Em 2020, por meio de softwares de triagem, foram analisados 273 mil currículos.

“A digitalização nos permitiu alcançar um universo mais amplo de candidatos, o que favorece a diversidade que buscamos para entender melhor as necessidades dos nossos clientes espalhados por 11 estados, mapear riscos e identificar oportunidades”, destaca o diretor. É nas adversidades que, muitas vezes, surgem as grandes soluções.

Vídeo: No Centro-Oeste, a Energisa também está no ranking Great Place to Work Brasil

Roberto Silva, gerente de Gestão de Pessoas da Energisa Mato Grosso do Sul, fala sobre o orgulhe de trabalhar em uma empresa que valoriza o colaborador


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Ilumina Pantanal: programa leva energia a pequenas comunidades Ilumina Pantanal: programa leva energia a pequenas comunidades

Publicada em: 08/07/2021

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Mato Grosso do Sul

Ilumina Pantanal: programa leva energia a pequenas comunidades

O Pantanal, maior área alagada do mundo, abriga uma população estimada em 3 milhões de pessoas. A região abrange parte do Mato Grosso e, principalmente, o Mato Grosso do Sul. Levar energia a todas essas pessoas é um desafio que a Energisa busca superar com tecnologia e inovação.

No início deste ano, a distribuidora aderiu ao Programa Ilumina Pantanal, idealizado pelo governo federal, que busca eletrificar, com energia limpa, comunidades isoladas pantaneiras. Serão investidos R$ 134 milhões no projeto, todo baseado em energia solar.

Assista aqui o vídeo sobre o programa que une Energisa e Governo:


Serão beneficiadas 2.167 unidades consumidoras, que atendem cerca de 5 mil habitantes. A área eletrificada corresponde a mais de 90 mil Km² nos municípios de Corumbá, Aquidauana, Coxim, Ladário, Porto Murtinho, Rio Verde e Miranda, todos no Mato Grosso do Sul.

Das residências beneficiadas, apenas 101 receberão energia via rede de distribuição tradicional. As outras 2.066 serão atendidas por sistemas de geração solar. Segundo o secretário de Energia Elétrica, do Ministério de Minas e Energia, Rodrigo Limp, é um projeto inovador que considera as características geográficas e ambientais da região do Pantanal.

“Por isso, o projeto será realizado a partir de sistemas de geração solar individuais com sistema de baterias, operando off-grid, ou seja, sem conexão com as redes de distribuição”, afirmou Limp.

Investimentos dobram em Mato Grosso do Sul

O grupo Energisa atua no Mato Grosso do Sul há 7 anos. A distribuidora atende mais de 1 milhão de unidades consumidoras, em 74 municípios e já investiu mais de R$ 1,8 bilhão em obras de infraestrutura.Destaca-se a construção de aproximadamente 100 quilômetros de linhas e cinco novas subestações, obras de ampliação e modernização das subestações existentes, aumentando em 20% a potência disponível para atendimento, além da renovação e modernização de toda a frota de veículos e melhoria nas agências de atendimento.

Este ano, a Energisa prevê investir cerca de R$ 440 milhões no estado. O valor é superior ao dobro dos investimentos realizados no ano passado. A maior parte dos recursos será empregada na melhoria da rede de distribuição, com foco na universalização do serviço.

Leia aqui o Especial Publicitário do G1 sobre os investimentos da Energisa em 7 anos de atuação em MS.

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Investimentos da Energisa valorizam qualidade e inovação Investimentos da Energisa valorizam qualidade e inovação

Publicada em: 08/07/2021

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Brasil

Investimentos da Energisa valorizam qualidade e inovação

Em 2021, o Grupo Energisa prevê investimentos da ordem de R$ 3,9 bilhões em suas diferentes áreas de negócios. Entre as 11 operações ligadas à distribuição de energia, que vão receber R$ 560,5 milhões, lideram em volume de recursos as unidades de Rondônia (R$ 150,2 milhões), Mato Grosso do Sul (R$ 123 milhões), Mato Grosso (R$ 89 milhões), Tocantins (R$ 56,5 milhões) e Paraíba (R$ 45 milhões).

No caso de Rondônia, que lidera como principal destino de recursos, entre as metas definidas estão a transformação da infraestrutura de alta, média e baixa tensão, com o objetivo de aumentar a oferta de energia e a melhorar a qualidade, além do incentivo ao acesso à energia por meio de programas como o Luz para Todos, o Mais Luz para a Amazônia e da regularização das instalações clandestinas.

As obras de financiamento de transmissão também serão destino de um volume importante de recursos, num total de R$ 833,8 milhões ao longo deste ano.

Os projetos ligados aos serviços 4D, como digitalização, descarbonização e transformação por meio de novas tecnologias receberão R$ 214,8 milhões. A Alsol Energias Renováveis, que prevê em seu plano de negócio a construção de 15 usinas fotovoltaicas em 2021, será o destino de R$ 173 milhões. Os projetos do Grupo Energisa na Amazônia Legal seguem relevantes no plano de investimentos. Até o final de 2021, os seis estados onde a empresa atua receberão R$ 2,6 bilhões.

Apenas a área de distribuição de energia da Energisa tem uma área de concessão de 2.034 mil km2, com o atendimento a, aproximadamente, 8 milhões de clientes. Somada, equivale a 24% do território nacional.

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Energisa coloca nova subestação de Bom Futuro para funcionar Energisa coloca nova subestação de Bom Futuro para funcionar

Publicada em: 05/07/2021

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Rondônia

Energisa coloca nova subestação de Bom Futuro para funcionar

A nova subestação de Bom Futuro da Energisa foi parcialmente energizada na sexta-feira, 02 de julho. A obra começou a ser construída em 2019 e custou R$ 56 milhões em investimento próprio do Grupo Energisa. Vai atender o polo de mineração que existe na região, próximo a Ariquemes. Foi esse trecho que foi ligado, enquanto as equipes da empresa trabalham para finalizar toda infraestrutura da unidade até o fim do mês. 

Essa é a segunda subestação do cronograma da empresa para 2021 a ser ligada. No total, serão 13 novas estruturas desse tipo entregues esse ano. De acordo com o gerente da Energisa, Filipe Lima, para levar energia de qualidade para a região, foi construído um linhão de quase 80 quilômetros, todo em concreto, passando por uma área rural de difícil acesso, principalmente em tempos de chuva. 

“Foi uma obra com muitos desafios e, por isso, mais demorada que as outras. Tivemos até trator atolando nos momentos mais úmidos, mas conseguimos entregar essa primeira etapa dentro do prazo, atendendo uma demanda antiga das empresas da região. Até o fim do mês toda a subestação estará energizada”, afirma. 

A coordenadora Comercial da Energisa, Kristiany Brilhante, que trabalha na concessão desde antes de o Grupo assumir a empresa, no fim de 2018, confirma a demanda. “Esse é um pedido antigo das empresas da região que conseguimos atender agora. Com a nova subestação resolvemos um problema de oferta e de qualidade. Teremos energia suficiente para apoiar o desenvolvimento da região”, comemora.  

Coube ao coordenador da área de transmissão, Henrique Rodovalho, o sinal para que o Centro de Operações Integradas (COI) da Energisa colocasse a unidade para operar.  O sinal, que foi gravado para ficar na memória da empresa e de Rondônia, aconteceu em Bom Futuro, confirmando também o investimento da Energisa na automação dessa rede e em tecnologia de conexão e internet via rádio. 

“Temos um investimento elevado em automação e todas as nossas novas unidades contam com religadores e outros sistemas que permitem operação remota”, completa o gerente Filipe Lima.

Veja o vídeo:

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Plano de obras da Energisa para 2021 avança e já tem média de 40% de e Plano de obras da Energisa para 2021 avança e já tem média de 40% de e

Publicada em: 09/06/2021

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Rondônia

Plano de obras da Energisa para 2021 avança e já tem média de 40% de execução

As principais obras do programa de investimentos de R$ 747 milhões da Energisa para 2021 terminaram o primeiro trimestre com uma média de 40% de execução. São 81 iniciativas entre novas subestações, linhões de alta tensão, aumento de cargas e melhorias em unidades já existentes. Todas estão voltadas para a melhoria da qualidade e o aumento da oferta de energia para Rondônia e quase um terço delas estão ligadas diretamente ao programa de substituição das nove usinas térmicas a óleo diesel que serão desligadas esse ano.

O gerente de Gestão de Projetos, Bernardo Salgado Moreira, explica que a média de 40% não significa que todas as obras estão no mesmo estágio. Há projetos, como o das novas subestações de Buritis, Montenegro e Bom Futuro, todos no entorno de Ariquemes, que já estão entrando na fase final. Nesses casos, para o início da operação, é importante que os novos linhões e toda a infraestrutura que vai desviar a energia para essas regiões estejam prontos.

“As três subestações têm cerca de 65% das obras já realizadas. Já os linhões têm média de 60%. Algumas infraestruturas complementares dependem da chegada de equipamentos e da liberação de unidades e áreas compartilhadas para obras, mas está tudo dentro do prazo”, garante.

Segundo o gerente da Energisa, a empresa acompanha todos os prazos, desde a aquisição de terrenos para novas subestações, liberação de faixas de servidão e licenciamento ambiental até a entrega de materiais que só serão instalados na etapa final. Muitas dessas iniciativas começaram no ano passado.

“A receita para tirar a obra do papel em meio a uma pandemia, seguindo todos os protocolos de saúde, com fortes chuvas e temporais em alguns meses e seca e queimadas em outros, é planejamento e gestão. Negociamos com centenas de fornecedores, proprietários de terras, órgãos públicos. Todas essas frentes são acompanhadas para evitar cenários adversos”, conta. 

Para se ter ideia da grandiosidade do plano de obras, serão erguidas mais de 2 mil torres de energia de 20 metros de altura ao longo de 900 km, a mesma distância de Humaitá até Vilhena. Com isso, 24 localidades serão integradas ao Sistema Interligado Nacional (SIN), o mesmo que abastece de energia a maioria dos brasileiros, mas cuja falta de abrangência em Rondônia era compensada pela energia dos sistemas isolados, abastecidos por térmicas a óleo diesel.

De acordo com o cronograma, as subestações começam a entrar em operação no segundo semestre gradativamente. “Um plano de obras dessa magnitude é desafiante, mas estamos certos de que vamos concluir com êxito. Energia é um grande vetor de crescimento, para atração de empresas e geração de empregos. Sabemos o quanto isso é importante, especialmente no cenário de recuperação econômica pós Covid”, completa Moreira.

Road-show

A região de Ariquemes está recebendo mais de R$ 260 milhões em obras e melhorias da rede elétrica para aumentar a capacidade energética. O anúncio aconteceu durante o primeiro Road Show promovido pela Energisa, realizado nesta segunda-feira (17) de forma online, e considera dados de 2019 a 2021. O montante engloba também novas subestações, linhões e novas ligações de energia em Ariquemes, Bom Futuro, Monte Negro, Buritis e Campo Novo.

Filipe Lima, gerente de manutenção da Alta Tensão da Energisa, destacou que os investimentos permitem a instalação de novas indústrias, comércios e até preveem o aumento populacional. “Ariquemes e estado como um todo podem crescer, que a rede de energia elétrica vai suportar e viabilizar o crescimento. A gente já está vendo novas empresas se instalando nos municípios”, frisou.

Os primeiros resultados já estão perceptíveis à população que agora tem energia disponível por mais tempo, conforme completou o gerente de Assessoria e Planejamento, Bernardo Moreira. “Em Ariquemes, já houve melhoria de 63% no fornecimento, ou seja, cerca de 5 horas a mais quando comparado com 2019”, declarou.

Monte Negro é o ponto central para integrar Buritis, Campo Novo e o distrito de Santa Cruz ao Sistema Interligado Nacional de fornecimento de energia. O município recebeu R$ 66 milhões de investimentos para modernizar a rede elétrica. Já para Buritis são R$ 49 milhões e Campo Novo são R$ 18 milhões, de 2019 a 2021, sendo a maioria em expansão da rede elétrica para chegar até aos novos clientes e a construção de uma nova subestação que será energizada no segundo semestre deste ano.

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Energisa desponta em ranking do LinkedIn Energisa desponta em ranking do LinkedIn

Publicada em: 01/06/2021

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Brasil

Energisa desponta em ranking do LinkedIn

A transformação digital encampada pelo Grupo Energisa tem ajudado a superar os desafios diários trazidos pela pandemia. Um dos reflexos do novo momento pelo qual passa a companhia é o engajamento entre as equipes, que se traduziu em uma conquista importante, anunciada em abril.

A Energisa é a primeira empresa do setor elétrico brasileiro a ocupar um lugar na lista do Linkedin Top Companies. O ranking 2021, que chega à quinta edição, apontou as 25 onde os brasileiros têm mais vontade de trabalhar e sedimentar uma carreira. O levantamento foi feito com base em dados e indicadores de atração e retenção de talentos. A companhia ficou na 16ª posição.

“A inovação tecnológica proporcionou um ambiente colaborativo e integrado, além de facilitar novos processos seletivos”, comenta Antonio Negreiros, diretor de Gente do Grupo Energisa.

Na contramão da economia brasileira, no ano passado, a Energisa contratou 3.153 novos profissionais em diversas áreas e ofereceu 728.773 horas de treinamento a distância como forma de investir na melhora do desempenho dos colaboradores.


Ao lado da equipe

Para Negreiros, além da inovação, também influencia na percepção dos profissionais a forma como a empresa se relaciona com sua equipe. “Somos uma empresa com foco em pessoas. Essa premissa está presente em todas as unidades onde atuamos nas cinco regiões brasileiras. Estamos muito orgulhosos dessa conquista inédita, que representa os bons resultados alcançados pela gestão e comunicação estabelecidas com nossos colaboradores.”

Segundo o executivo, o reconhecimento do LinkedIn deve impulsionar ainda mais a atração de potenciais talentos de todo o país. Para isso, a companhia oferece a chance de desenvolvimento na carreira em uma das líderes do setor elétrico brasileiro.”

Maior rede social profissional do mundo, com cerca de 740 milhões de usuários e presença em, aproximadamente, 200 países, o LinkedIn utiliza uma abordagem orientada por dados para monitorar o comportamento dos usuários durante uma busca por uma carreira de sucesso. As informações são analisadas de forma anônima e as ações são divididas em quatro pilares principais: interesse na empresa, interação com os colaboradores da companhia, demanda por vaga e retenção de funcionários.

Solidez de mais de um século

Fundada há 116 anos, a Energisa é o maior grupo privado do setor elétrico com capital nacional e o maior na Amazônia Legal. Hoje, é controladora de 11 distribuidoras em Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Paraná, Rondônia e Acre. Em 2020, obteve uma receita líquida anual de R$ 18 bilhões. Seus serviços chegam a 8 milhões de clientes (equivalente a 20 milhões de pessoas), distribuídos por 862 municípios. Entre empregos diretos e indiretos, estão ligadas à companhia em torno de 20 mil pessoas.

Além de distribuição de energia, o grupo tem negócios nas áreas de transmissão, serviços para o setor elétrico (Energisa Soluções), serviços especializados de call center (Multi Energisa), comercialização de energia (Energisa Comercializadora), soluções em energias renováveis (Alsol) e, mais recentemente, a fintech Voltz, dedicada ao negócio de contas digitais.

 

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Em sete anos, a Energisa investiu R$ 4 bilhões em Mato Grosso Em sete anos, a Energisa investiu R$ 4 bilhões em Mato Grosso

Publicada em: 30/04/2021

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Mato Grosso

Em sete anos, a Energisa investiu R$ 4 bilhões em Mato Grosso

Quando a Energisa chegou em Mato Grosso, há seis anos, assumiu o compromisso de contribuir para o desenvolvimento do Estado. Ainda existiam, na época, cerca de 20 mil famílias sem energia elétrica. A concessionária tem transformado a vida dos mato-grossenses com uma energia de melhor qualidade e disponível para todos. Hoje, menos de 3 mil famílias vivem sem eletricidade, número que será zerado em dois anos. 

Para garantir o mais alto nível de serviço e de atendimento, foram investidos quase R$ 4 bilhões em Mato Grosso, sendo R$ 410 milhões somente em 2020. São investimentos em obras de melhoria da rede, renovação de frota, incorporação de novas tecnologias e em capacitação profissional. 

Mesmo num cenário desafiador de pandemia mundial, que impactou o dia a dia de empresas em todo o mundo, a Energisa conseguiu dar continuidade aos seus projetos de infraestrutura e encerra 2020 com grandes entregas, como a linha de 141 km que liga Vila Rica (MT) a Santana do Araguaia (PA).  

Ao longo do ano, a empresa adaptou o fluxo de trabalho das equipes, seguindo todos os protocolos de prevenção à Covid-19, para que pudesse garantir aos clientes uma prestação de serviço eficiente e segura. 

Confira a seguir as principais realizações no Estado:

 

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