Energia que transforma

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População fica menos tempo sem energia quando há necessidade de obras População fica menos tempo sem energia quando há necessidade de obras

Publicada em: 22/07/2021

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Acre

População fica menos tempo sem energia quando há necessidade de obras na rede elétrica em Mato Grosso

Números da Energisa Mato Grosso mostram que a duração média dos desligamentos programados, aqueles realizados para melhorias e manutenção do sistema, teve redução de 50% em 2020 ao fazer a comparação com ano anterior (2019). Essa redução  foi possibilitada pela adoção de tecnologias e equipamentos que permitem a realização de boa parte dos serviços sem o desligamento da rede. Atualmente, há desligamentos que chegam a durar menos de uma hora e em alguns casos que sequer se faz necessário desligar a energia do cliente, com as equipes trabalhando com a rede ligada, serviço conhecido como Linha Viva.

“É fundamental a realização de obras e manutenções para manter o sistema em operação de forma confiável e segura. Mas ao mesmo tempo que precisamos fazer esses serviços, pensamos no nosso cliente que será impactado. Dessa forma estamos sempre buscando métodos, alternativas, equipamentos e tecnologias para minimizar esses impactos. Prova disso é que a duração média dos desligamentos reduziu. Mas é muito importante que todos saibam que os desligamentos programados são realizados porque estamos trabalhando para melhorar a qualidade dos serviços”, explica Thiago Martins, gerente de Operação do Sistema da Energisa Mato Grosso.

Rede de energia x carro: acreditem, há semelhanças

Quem é cuidadoso sabe: carros sempre devem passar por manutenção, antes mesmo de algo pior acontecer. Com a energia elétrica é a mesma coisa. Todos os dias, nos 141 municípios mato-grossenses onde a Energisa atua, manutenções preventivas são realizadas para que o cliente não fique sem energia elétrica segura e de qualidade.

Para garantir uma maior qualidade no fornecimento de energia aos seus clientes, assim como acompanhar o desenvolvimento populacional, serviços, agronegócio e indústrias, a Energisa realiza constantemente obras e reparos no sistema elétrico que, por questões técnicas, algumas vezes necessitam de desligamentos programados. Essas suspensões temporárias são necessárias para que sejam executadas as melhorias na rede elétrica de forma segura.

Quando ocorre esse tipo de interrupção no fornecimento de energia, os clientes são previamente comunicados, a fim de que possam se programar para o intervalo em que a rede elétrica estará desligada. A Energisa informa quando necessitará interromper o fornecimento de energia com pelo menos 72 horas de antecedência por meio do site, de cartas, avisos em rádios e carros de som.

“Os desligamentos programados acontecem com hora marcada e previsão de finalização também determinada, envolvendo uma região específica onde a obra será realizada. Além de melhorias na rede elétrica, assegurando o conforto de nossos clientes, o desligamento também serve para dar segurança ao colaborador em campo durante a atuação”, explica Roger Gissoni, gerente de Construção e Manutenção da Energisa Mato Grosso

Obras com rede ligada: realidade em MT 

Roger reforça que a empresa está investindo na modernização constante do sistema elétrico e buscando formas mais eficientes de executar as obras e manutenções, que estão ajudando a diminuir a necessidade de desligamentos programados.

“Para minimizar o impacto dos desligamentos, a Energisa adota tecnologias e equipamentos que permitem a realização do serviço sem o desligamento da rede, como utilização de mega jumper (dispositivo que permite o isolamento de um trecho da rede elétrica), manobras automatizadas/remotas para transferência de carga, manutenção em rede energizada pela equipe de Linha Viva, entre outros equipamentos e tecnologias como o seccionador de rede”, comenta Roger.

Para a execução dos serviços chamados de Linha Viva, os profissionais passam por diversos treinamentos que os preparam para atuarem com a rede elétrica energizada por meio da utilização de equipamentos específicos e capazes de protegê-los.

Gissoni ressalta que, além de todas as capacitações e reciclagens que os colaboradores precisam realizar, todos atuam com Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e são treinados para fazer a inspeção dos mesmos: luva, capacete, óculos, uniforme da concessionária, bota e a balaclava, antichama. “Isso é necessário e indispensável para nossos eletricistas, especialmente de Linha Viva, que operam em redes de tensão energizada”, reforça o gerente.

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Energisa é uma das empresas em que o brasileiro mais sonha em trabalha Energisa é uma das empresas em que o brasileiro mais sonha em trabalha

Publicada em: 08/07/2021

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Brasil

Energisa é uma das empresas em que o brasileiro mais sonha em trabalhar, diz o LinkedIn

Para chegar aos 100 anos de existência, tem uma coisa que não pode faltar a qualquer empresa: pessoas. Atrair os talentos de cada geração, no entanto, não é uma tarefa fácil. Para a Energisa, que completou 116 em 2021, a chave desse sucesso está naquilo que diferencia os humanos das máquinas, a capacidade de pensar e inovar.

Foi com esse espírito que a empresa passou por um dos momentos mais desafiadores da sua história, que foi a pandemia do coronavírus. “O ano de 2020 mal havia começado. E, de repente, o ambiente em volta era radicalmente outro”, afirmou Antonio Negreiros, diretor de Gente na Energisa, em artigo publicado no seu LinkedIn (leia aqui o texto).

Apesar do momento desafiador, Negreiros e a equipe de pessoas conseguiram um grande feito: entrar no ranking da maior rede social profissional do mundo, o LinkedIn Top Companies, deste ano. Isso significa que a Energisa foi colocada entre as 25 empresas em que os brasileiros mais sonham em trabalhar, sendo a única do setor elétrico.

A inovação e a tecnologia desempenharam um papel importante nessa conquista. Em 2017, conta Negreiros, a Energisa começou a desenhar a sua estratégia de Energia 4D (Digitalizada, Descarbonizada, Diversificada e Descentralizada). Um dos requisitos para tornar o plano viável era, justamente, atrair e manter os melhores talentos.

“Era preciso atrair mais talentos e criar ferramentas para mantê-los conosco. Então começamos ali a investir também em tecnologia na área de Recursos Humanos”, afirma Negreiros.

A ruptura da pandemia

O coronavírus trouxe uma nova realidade. A prioridade se tornou garantir a segurança e o engajamento dos mais de 15 mil colaboradores da empresa. A energia é um serviço fundamental, portanto, a Energisa precisava continuar operando, inclusive com as equipes de campo, para garantir o fornecimento a 21 milhões de brasileiros.

“Implementamos protocolos nas áreas operacionais, levamos funcionários administrativos para o home office, aceleramos nossa transformação digital”, diz Negreiros. “Fomos uma das primeiras empresas a adotar telemedicina para acompanhar a saúde dos colaboradores. Desenvolvemos o modelo híbrido de trabalho “Lá e Cá”, que vai continuar no pós-pandemia. Plataformas digitais ajudam a identificar necessidades, treinar e manter todos alinhados.”

O programa “Lá e Cá”, inclusive, foi destacado pelo LinkedIn ao conceder o reconhecimento à Energisa.

Não só a empresa manteve o engajamento, como foi capaz de aprimorar alguns processos. Na seleção de candidatos, por exemplo, a tecnologia se tornou uma aliada para aumentar a diversidade de força de trabalho. Em 2020, por meio de softwares de triagem, foram analisados 273 mil currículos.

“A digitalização nos permitiu alcançar um universo mais amplo de candidatos, o que favorece a diversidade que buscamos para entender melhor as necessidades dos nossos clientes espalhados por 11 estados, mapear riscos e identificar oportunidades”, destaca o diretor. É nas adversidades que, muitas vezes, surgem as grandes soluções.

Vídeo: No Centro-Oeste, a Energisa também está no ranking Great Place to Work Brasil

Roberto Silva, gerente de Gestão de Pessoas da Energisa Mato Grosso do Sul, fala sobre o orgulhe de trabalhar em uma empresa que valoriza o colaborador


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Ilumina Pantanal: programa leva energia a pequenas comunidades Ilumina Pantanal: programa leva energia a pequenas comunidades

Publicada em: 08/07/2021

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Mato Grosso do Sul

Ilumina Pantanal: programa leva energia a pequenas comunidades

O Pantanal, maior área alagada do mundo, abriga uma população estimada em 3 milhões de pessoas. A região abrange parte do Mato Grosso e, principalmente, o Mato Grosso do Sul. Levar energia a todas essas pessoas é um desafio que a Energisa busca superar com tecnologia e inovação.

No início deste ano, a distribuidora aderiu ao Programa Ilumina Pantanal, idealizado pelo governo federal, que busca eletrificar, com energia limpa, comunidades isoladas pantaneiras. Serão investidos R$ 134 milhões no projeto, todo baseado em energia solar.

Assista aqui o vídeo sobre o programa que une Energisa e Governo:


Serão beneficiadas 2.167 unidades consumidoras, que atendem cerca de 5 mil habitantes. A área eletrificada corresponde a mais de 90 mil Km² nos municípios de Corumbá, Aquidauana, Coxim, Ladário, Porto Murtinho, Rio Verde e Miranda, todos no Mato Grosso do Sul.

Das residências beneficiadas, apenas 101 receberão energia via rede de distribuição tradicional. As outras 2.066 serão atendidas por sistemas de geração solar. Segundo o secretário de Energia Elétrica, do Ministério de Minas e Energia, Rodrigo Limp, é um projeto inovador que considera as características geográficas e ambientais da região do Pantanal.

“Por isso, o projeto será realizado a partir de sistemas de geração solar individuais com sistema de baterias, operando off-grid, ou seja, sem conexão com as redes de distribuição”, afirmou Limp.

Investimentos dobram em Mato Grosso do Sul

O grupo Energisa atua no Mato Grosso do Sul há 7 anos. A distribuidora atende mais de 1 milhão de unidades consumidoras, em 74 municípios e já investiu mais de R$ 1,8 bilhão em obras de infraestrutura.Destaca-se a construção de aproximadamente 100 quilômetros de linhas e cinco novas subestações, obras de ampliação e modernização das subestações existentes, aumentando em 20% a potência disponível para atendimento, além da renovação e modernização de toda a frota de veículos e melhoria nas agências de atendimento.

Este ano, a Energisa prevê investir cerca de R$ 440 milhões no estado. O valor é superior ao dobro dos investimentos realizados no ano passado. A maior parte dos recursos será empregada na melhoria da rede de distribuição, com foco na universalização do serviço.

Leia aqui o Especial Publicitário do G1 sobre os investimentos da Energisa em 7 anos de atuação em MS.

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Investimentos da Energisa valorizam qualidade e inovação Investimentos da Energisa valorizam qualidade e inovação

Publicada em: 08/07/2021

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Brasil

Investimentos da Energisa valorizam qualidade e inovação

Em 2021, o Grupo Energisa prevê investimentos da ordem de R$ 3,9 bilhões em suas diferentes áreas de negócios. Entre as 11 operações ligadas à distribuição de energia, que vão receber R$ 560,5 milhões, lideram em volume de recursos as unidades de Rondônia (R$ 150,2 milhões), Mato Grosso do Sul (R$ 123 milhões), Mato Grosso (R$ 89 milhões), Tocantins (R$ 56,5 milhões) e Paraíba (R$ 45 milhões).

No caso de Rondônia, que lidera como principal destino de recursos, entre as metas definidas estão a transformação da infraestrutura de alta, média e baixa tensão, com o objetivo de aumentar a oferta de energia e a melhorar a qualidade, além do incentivo ao acesso à energia por meio de programas como o Luz para Todos, o Mais Luz para a Amazônia e da regularização das instalações clandestinas.

As obras de financiamento de transmissão também serão destino de um volume importante de recursos, num total de R$ 833,8 milhões ao longo deste ano.

Os projetos ligados aos serviços 4D, como digitalização, descarbonização e transformação por meio de novas tecnologias receberão R$ 214,8 milhões. A Alsol Energias Renováveis, que prevê em seu plano de negócio a construção de 15 usinas fotovoltaicas em 2021, será o destino de R$ 173 milhões. Os projetos do Grupo Energisa na Amazônia Legal seguem relevantes no plano de investimentos. Até o final de 2021, os seis estados onde a empresa atua receberão R$ 2,6 bilhões.

Apenas a área de distribuição de energia da Energisa tem uma área de concessão de 2.034 mil km2, com o atendimento a, aproximadamente, 8 milhões de clientes. Somada, equivale a 24% do território nacional.

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