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Rio Pomba Valley abre 40 vagas para curso técnico gratuito Rio Pomba Valley abre 40 vagas para curso técnico gratuito

Publicada em: 12/06/2025

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Minas Gerais

Rio Pomba Valley abre 40 vagas para curso técnico gratuito em Desenvolvimento de Sistemas

As inscrições para o curso técnico gratuito em Desenvolvimento de Sistemas estão abertas. A formação faz parte do ecossistema de inovação Rio Pomba Valley, iniciativa do Grupo Energisa por meio do Instituto Energisa, que busca promover educação de qualidade e impulsionar o desenvolvimento regional por meio da tecnologia. 

Ao todo, são 40 vagas gratuitas destinadas a moradores da Zona da Mata mineira. O curso será realizado em parceria com o SENAI Cataguases, com início previsto para 8 de setembro. A carga horária total é de 1.200 horas, distribuídas ao longo de um ano e meio, com aulas presenciais de segunda a sexta-feira, das 18h30 às 22h30. 

O Rio Pomba Valley mostra como o investimento em educação transforma vidas e fortalece nossa região. Capacitar jovens cria um futuro próspero e inovador, preparando a comunidade para os desafios do mercado de trabalho”, afirma Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio. 

Quem pode se inscrever 

Para participar, é necessário: 

  • Ter mais de 16 anos; 

  • Estar cursando ou ter concluído o ensino médio, em escola pública ou privada com bolsa; 

  • Ter renda familiar de até três salários-mínimos; 

  • Residir na Zona da Mata mineira; 

  • Ter disponibilidade para aulas presenciais em Cataguases. 

Os alunos que concluírem o curso receberão certificação reconhecida pelo mercado, emitida pelo SENAI. 

As inscrições podem ser feitas até o dia 29 de junho, pelo site do Instituto Energisa | Energisa

Saiba mais sobre o Rio Pomba Valley


 

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Eficiência energética: como a Energisa leva economia pelo Brasil Eficiência energética: como a Energisa leva economia pelo Brasil

Publicada em: 06/06/2025

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Brasil

Eficiência energética que transforma: como a Energisa leva cidadania e economia para quem mais precisa

Dando continuidade à série de entrevistas da Semana do Meio Ambiente, conversamos com Thiago Peres, coordenador de Eficiência Energética do Grupo Energisa. Desta vez, o foco é mostrar como o uso consciente da energia vai muito além da economia: promove cidadania, fortalece comunidades e abre caminhos para um futuro mais sustentável e justo. 

Por meio do Programa de Eficiência Energética, o Grupo Energisa tem levado soluções sustentáveis a diferentes regiões do país, com foco especial nas comunidades mais vulneráveis. 

O Programa de Eficiência Energética é uma iniciativa regulada pela Aneel e voltada para o uso racional da energia elétrica. O objetivo é promover ações que melhorem o desempenho energético de residências, comércios, escolas, hospitais e comunidades de baixa renda. Isso significa trocar equipamentos ineficientes por outros mais modernos, fazer retrofit de iluminação e promover educação para o consumo consciente. É um trabalho que une técnica, impacto social e sustentabilidade.”, resume Thiago. 

Eficiência energética com propósito social 

Em 2024, o Grupo Energisa investiu R$ 70,8 milhões em 156 projetos de eficiência energética, muitas delas com foco em soluções sustentáveis e de impacto social em diversas regiões do país. Mais do que os números, são as histórias que demonstram a transformação gerada. 

Lembro de uma senhora do interior do Tocantins que recebeu uma geladeira nova e nos contou que finalmente podia armazenar os medicamentos do filho com segurança. Isso dá sentido ao nosso trabalho”, compartilha o coordenador. 

Com uma metodologia estruturada, a Energisa cruza dados socioeconômicos, indicadores de consumo e articula com lideranças locais para garantir que o programa chegue onde é mais necessário. Visitas técnicas e diagnósticos completam a estratégia de atuação territorial.  

Educação que gera transformação 

Além da parte técnica, o trabalho com eficiência energética inclui uma frente fundamental: a educação. 

A troca de equipamentos por si só não garante economia se os hábitos não mudarem. Por isso, sempre acompanhamos as ações com oficinas educativas, materiais informativos e palestras. A comunicação é feita em linguagem acessível e culturalmente próxima da comunidade, para gerar identificação.”, explica Thiago. 

Uma das ferramentas mais poderosas dessa abordagem educativa é o personagem Zupt. Criado para dialogar com crianças e adolescentes, ele representa a “energia da vida” e ajuda a ensinar conceitos técnicos de forma lúdica. 

As crianças se conectam com ele imediatamente. Já tivemos escolas que criaram peças de teatro com o personagem”, conta. 

O sucesso do Zupt motivou a criação de novos episódios animados e o desenvolvimento de uma plataforma digital para ampliar sua presença em redes sociais, aplicativos e escolas de todo o Brasil. 

A ideia é transformar o Zupt em uma plataforma de educação energética com presença nacional.”, destaca Thiago. 

Tecnologia sobre rodas 

Outra iniciativa de destaque é o Caminhão Nossa Energia, uma unidade móvel equipada com painéis solares, experimentos interativos e salas multimídia. Ele leva conhecimento, cidadania e serviços a comunidades distantes, com ações como a troca de lâmpadas, palestras e orientações sobre segurança elétrica. 

Uma vez, numa aldeia indígena no Mato Grosso do Sul, o cacique nos disse que aquele tinha sido ‘o dia em que a energia virou cultura’. Foi emocionante. Isso mostra que a tecnologia pode dialogar com os saberes tradicionais e somar com eles”, relembra Thiago. 

Energia como vetor de desenvolvimento 

O impacto da eficiência energética também se estende ao empreendedorismo. O programa Bem da Gente, iniciativa do Grupo Energisa, une serviços sociais à geração de renda e fortalecimento de pequenos negócios sustentáveis. 

Capacitamos empreendedores, entregamos equipamentos eficientes e orientamos sobre o uso racional da energia”, explica Thiago. 

O resultado? Redução de custos, aumento de produtividade e mais autonomia para pequenos negócios. 

Já apoiamos centenas de empreendedores. Agora, queremos integrar o Bem da Gente a outras ações de inovação social e ampliar o alcance em territórios vulneráveis.” 

Olhar para o futuro 

A Energisa também se prepara para os próximos passos. A ideia é expandir o uso de tecnologias como medição inteligente, sistemas solares em comunidades isoladas e parcerias com instituições de ensino para fomentar pesquisa aplicada. 

Acima de tudo, queremos continuar levando energia como vetor de dignidade, cidadania e desenvolvimento sustentável”, finaliza Thiago. 

Confira abaixo o áudio inspirado nas ideias de Thiago Peres:

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Descarbonização e inovação: os pilares da agenda climática da Energisa Descarbonização e inovação: os pilares da agenda climática da Energisa

Publicada em: 06/06/2025

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 Sustentabilidade

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Descarbonização, adaptação e inovação: os pilares da agenda climática da Energisa

O Grupo Energisa tem evoluído constantemente para acompanhar as transformações do setor elétrico e os desafios ambientais que marcam o século 21. Entre os compromissos mais ambiciosos está a meta de neutralizar suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) nas próximas décadas. Uma jornada que combina inovação, eficiência e engajamento interno. 

A agenda climática está totalmente integrada à nossa estratégia de sustentabilidade e ao nosso modelo de negócios. Enfrentar a mudança do clima significa conduzir uma transformação que une descarbonização, segurança energética e modicidade tarifária, sem perder de vista o nosso papel social. A transição para uma economia de baixo carbono só é completa quando promove, além da redução de emissões, inclusão social, inovação e desenvolvimento.. Essa é a base da nossa visão sustentável de futuro.”, explica Michelle Almeida. 

Inventário auditado e metas claras 

Desde 2022, o Grupo Energisa conquista o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, reconhecimento dado a relatórios auditados por entidades independentes credenciada pelo Inmetro. Em 2023, o relatório foi ainda mais abrangente, ao incluir nove categorias do escopo 3 que mede, por exemplo, as emissões relacionadas a cadeia de fornecedores, viagens corporativas, resíduos e deslocamento de colaboradores. 

Um inventário de emissões de GEE consistente é a base para um plano de descarbonização robusto, já aprovado pelo Conselho de Administração. 

Nossa meta é alcançar a neutralidade de emissões nas próximas décadas. O Relatório de Sustentabilidade 2024 detalha essa trajetória refletindo nosso compromisso com a descarbonização e com a sustentabilidade do setor elétrico.”, afirma Michelle. 

Investimentos em energia limpa e eficiência 

Além do monitoramento, a redução efetiva das emissões passa por investimentos em energia renovável, eficiência energética e inovação. A companhia conta com parques solares e oferece a solução “Assinatura Solar”, que permite acesso à energia limpa sem necessidade de instalação de painéis. 

Moderniza suas redes e estrutura operacional, ao mesmo tempo em que executa projetos de eficiência energética por meio do Programa da ANEEL, que beneficiam residências, hospitais, escolas e comércios. 

Substituímos equipamentos antigos por modelos mais eficientes em residências, hospitais, escolas, comércios e outros pontos essenciais nas nossas áreas de concessão. Isso gera economia de energia para os clientes e ajuda a reduzir a pegada de carbono dos nossos clientes.”, explica Michelle. 

Preservar para transformar 

A pauta ambiental da Energisa vai além da energia. A empresa também apoia projetos de restauração ecológica em biomas sensíveis, como o Projeto Floresta Viva, que prevê a recuperação de mais de 700 hectares na Bacia do Xingu nos próximos 4 anos.  

Essas ações restauram ecossistemas, contribuem para a captura de carbono, ajudando no combate às mudanças climáticas e geram renda. Um dos pilares para viabilizar essa restauração em larga escala é o fortalecimento das redes de sementes locais, que mobilizam comunidades indígenas, agricultores familiares, quilombolas e coletores locais na produção, coleta e comercialização de sementes nativas. Essas redes não apenas garantem a disponibilidade de espécies adaptadas ao território, o que aumenta o sucesso das áreas restauradas, como também geram renda, fortalecem saberes tradicionais e promovem inclusão social.”, afirma. 

Preparação para eventos climáticos extremos 

Com o aumento da frequência de eventos extremos como enchentes, ondas de calor, secas, ventos fortes e incêndios, o Grupo também tem adotado ações de adaptação climática.  

Investimos em medidas de adaptação, como o reforço das redes elétricas, sistemas de monitoramento meteorológico e protocolos de resposta rápida para evitar ou minimizar interrupções no fornecimento.  Essas medidas são fundamentais para garantir a continuidade do fornecimento de energia em situações críticas”, destaca Michelle. 

Engajamento que começa dentro de casa 

Outro destaque da estratégia climática do Grupo Energisa é o engajamento interno. Colaboradores são capacitados e convidados a participar de soluções que contribuam para reduzir impactos ambientais e promover a inovação sustentável.  

Temos trabalhado bastante com comunicação e capacitação para sensibilizar colaboradores sobre o papel de cada um na estratégia de descarbonização. Isso vai desde mudanças operacionais até a participação em projetos e ideias que ajudam a reduzir impactos e inovar nas soluções. É uma responsabilidade compartilhada, e é na atuação diária de cada colaborador que essa estratégia se torna realidade.”, conclui Michelle. 

Compromisso com o futuro 

Ao assumir um papel ativo na transição energética brasileira, o Grupo Energisa mostra que desenvolvimento econômico e respeito ao meio ambiente podem, e devem, andar juntos.  

Estamos investindo, inovando e nos adaptando. É uma jornada longa, que começou quando a empresa foi fundada, mas que hoje ganha novos contornos com a urgência da ação climática”, finaliza Michelle. 

Confira abaixo o áudio inspirado nas ideias de Michelle Almeida:

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Cultura, identidade e pertencimento: o impacto social da Energisa Cultura, identidade e pertencimento: o impacto social da Energisa

Publicada em: 06/06/2025

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 Sustentabilidade

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Brasil

Cultura, identidade e pertencimento: o impacto social do Grupo Energisa nas comunidades

Em 2024, o Grupo Energisa consolidou sua atuação como agente transformador nos territórios onde está presente. Guiado pelos princípios de igualdade de oportunidades e valorização regional, o grupo destinou R$ 77,2 milhões a ações sociais e culturais que beneficiaram mais de 1,3 milhão de pessoas diretamente, promovendo inclusão, acesso e desenvolvimento. 

Segundo Delania Cavalcante, coordenadora de Investimento Social, esses dois pilares norteiam todas as decisões: 

Nosso investimento social é guiado pela igualdade de oportunidades e valorização regional. Investimos em ações que fortalecem a cultura, a educação, a geração de renda e a diversidade. Trabalhamos para gerar impacto social real, sempre em parceria com as comunidades e respeitando as identidades locais.” 

Instituto Energisa: cultura e inovação de mãos dadas 

A atuação social do Grupo Energisa é viabilizada principalmente pelo Instituto Energisa, braço de impacto social da companhia. 

O Instituto Energisa é nosso principal catalisador de impacto social. Ele promove inclusão produtiva e cultural por meio de ações educacionais, sociais e esportivas”, afirma Delania. 

Um dos maiores destaques é o Rio Pomba Valley, projeto sediado em Minas Gerais que articula inovação, empreendedorismo e juventude na Zona da Mata. O programa representa a união entre tradição e futuro, conectando o potencial local à nova economia. 

O Rio Pomba Valley nasceu como uma aposta no potencial dos jovens do interior, e hoje é uma realidade pulsante de transformação. Em poucos anos, conseguimos formar talentos, impulsionar negócios e integrar educação, tecnologia e propósito. É um projeto que prova que a inovação não precisa estar nos grandes centros, ela nasce onde há conexão com o território e vontade de fazer diferente”, destaca a coordenadora. 

Espaços que acolhem, formam e transformam 

A cultura também ganha espaço nos centros mantidos pelo grupo, como as Usinas Culturais, o Centro Cultural Humberto Mauro e o Anfiteatro Ivan Muller Botelho. Em 2024, os equipamentos culturais da Energisa ofereceram programações gratuitas e inclusivas, fortalecendo a economia criativa e democratizando o acesso à cultura. 

Esses centros culturais oferecem atividades de formação artística, difusão cultural e intercâmbio de saberes. São espaços vivos, com programação acessível, que celebram as diversidades e ajudam a revelar talentos locais. Eles estimulam a criatividade, a identidade regional e o senso de pertencimento nas comunidades. É onde as pessoas se reconhecem e se expressam.”, explica Delania. 

Preservação da memória e conexão com o território 

A Fundação Ormeo Junqueira Botelho (FOJB) também tem papel essencial no cuidado com o patrimônio material e imaterial da Zona da Mata Mineira. Com projetos como a Casa de Leitura e o Museu Energisa, a Fundação desenvolve ações baseadas em pesquisa, tecnologia e educação patrimonial. 

A FOJB valoriza as tradições da Zona da Mata Mineira. Ela também foi referência em produção audiovisual e segue promovendo a difusão de manifestações culturais nos municípios atendidos pela Energisa. É um elo importante entre passado, presente e futuro da cultura local.”, destaca Delania. 

Edital nacional que movimenta a economia criativa 

Outro destaque é o Programa Energisa Cultural, que financia projetos por meio de leis de incentivo, como a Rouanet e os ICMS estaduais. Em 2024, o edital apoiou 47 projetos em 98 municípios de 11 estados, com impactos expressivos: 

  • 6.955 ocupações temporárias geradas 

  • 908 mil pessoas beneficiadas diretamente 

  • 2,7 milhões de pessoas impactadas indiretamente 

O Programa Energisa Cultural é o nosso edital de apoio a projetos culturais, sociais e educacionais. Ele prioriza ações que promovam cultura, preservação ambiental, cidadania, geração de renda e formação artística”, explica Delania. 

Investimento social como compromisso com o futuro 

Ao refletir sobre o papel do investimento social dentro da agenda ESG, Delania é enfática: 

Acreditamos que não existe sustentabilidade sem impacto social positivo. Nosso investimento social reforça o vínculo com os territórios onde atuamos, promove inclusão, resgata identidades e abre portas para o desenvolvimento.” 

Esses resultados, sistematizados anualmente, serão divulgados em breve no novo Relatório de Organizações Sociais 2024, documento que apresenta os dados consolidados das ações do Instituto Energisa, da FOJB e dos editais realizados ao longo do ano. 

Confira abaixo o áudio inspirado nas ideias de Delania Cavalcante:

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Meio Ambiente: Energisa destaca compromisso com sustentabilidade Meio Ambiente: Energisa destaca compromisso com sustentabilidade

Publicada em: 05/06/2025

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 Sustentabilidade

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Brasil

Em bate-papo especial para a Semana do Meio Ambiente, Grupo Energisa destaca compromisso com sustentabilidade

Em comemoração à Semana do Meio Ambiente, o Grupo Energisa destaca seu compromisso com a sustentabilidade ao promover uma série de conversas exclusivas com suas lideranças. Tatiana Feliciano, diretora de Sustentabilidade, e André Pereira, gerente da área, revelam as estratégias, metas e desafios da companhia na jornada pela descarbonização e desenvolvimento sustentável, reforçando seu papel de protagonista na transformação do setor elétrico brasileiro e no alinhamento com a agenda ASG (ambiental, social e de governança) e os desafios climáticos globais.

A importância da Descarbonização como vetor da Segurança Energética

A crescente demanda por energia, o impacto de fatores climáticos extremos e a necessidade de diversificação de fontes confiáveis e limpas de energia para a população, trazem a necessidade de equilibrar o trilema: sustentabilidade, segurança energética e equidade e justiça no acesso à energia. Um dos fatores mais importantes para essa equação é garantir a transição para uma economia de baixo carbono. Esse é o fio condutor da estratégia climática do Grupo Energisa. Para Tatiana, a descarbonização está no centro da atuação da companhia:

Acreditamos em uma transição energética que não deixa ninguém para trás. Descarbonizar o setor elétrico é essencial, mas isso só é sustentável se vier acompanhado de segurança no fornecimento e energia acessível para todos. É esse equilíbrio que buscamos construir: um futuro de baixo carbono, inclusivo e seguro.

Um dos compromissos ASG é a meta de neutralidade de carbono até 2050. Uma meta ambiciosa, mas a empresa está trilhando um caminho técnico e responsável.

Nossa meta de neutralidade é resultado de um processo robusto, que envolveu diagnóstico das emissões de GEE, escuta dos nossos stakeholders e análise técnica de viabilidade. Representa o nosso compromisso com a ciência climática e, mais que uma declaração, é um caminho prático, com metas intermediárias já assumidas para 2026, com avanço acompanhado dia a dia.”

Como exemplo, Tatiana cita o programa de desligamento de usinas térmicas na Amazônia Legal, que superou as metas iniciais:

Descomissionamos 20 usinas térmicas e evitamos a emissão de 539 mil toneladas de CO₂ por ano. Além de contribuir para a redução das emissões, essa iniciativa proporcionou qualidade de vida às comunidades locais, que passaram a contar com energia mais limpa, silenciosa e estável.”

A meta inicial era evitar 505 mil toneladas de CO₂/ano. O resultado superou a expectativa em 6,7%, evitando 539 mil toneladas, antecipando o cronograma em dois anos e consolidando o maior programa de desligamento de térmicas do Brasil.

Governança e metas integradas à estratégia

André Pereira destaca que a sustentabilidade está integrada à governança e à estratégia corporativa por meio da Energia 5D: descarbonização, digitalização, descentralização, democratização e diversificação.

A sustentabilidade no Grupo Energisa não é um pilar isolado, ela está integrada à nossa estratégia, por meio da Energia 5D. Cada D traduz um vetor de transformação que orienta nossas decisões: descarbonizar sem abrir mão da segurança energética, digitalizar processos e redes, descentralizar a geração, democratizar o acesso à energia e diversificar nossos negócios. Isso não é apenas sobre metas ambientais, é sobre assegurar competitividade, inovação e desenvolvimento social, sustentados por uma governança robusta, com comitês que transformam compromissos em ações concretas.”

A atuação da empresa está guiada por três causas prioritárias: Ação pelo Clima, Transformação Energética e Mobilidade Social, que se desdobram em nove compromissos públicos, que vão desde a geração de energia limpa até o respeito à diversidade e à cultura local.

Somos guiados por três causas: Ação pelo Clima, Transformação Energética e Mobilidade Social, assumimos o papel de impulsionar uma transição que não é só energética, mas também social, ambiental e econômica. É assim que conectamos nossa performance empresarial a um impacto real e duradouro na vida das pessoas e na preservação do planeta.”, completa André.

Reconhecimento e engajamento

As ações da Energisa vêm sendo reconhecidas por diversos indicadores e entidades de sustentabilidade. A companhia integra o Índice de Carbono Eficiente (ICO2) e o IDIVERSA da B3, além de ser avaliada por organizações como CDP, MSCI e Sustainalytics.

Esses reconhecimentos reforçam que estamos no caminho certo. Sustentabilidade exige transparência, responsabilidade e melhoria contínua”, afirma André.

Além das metas ambientais, a Energisa investe na mobilização de colaboradores, clientes e comunidades.

O engajamento interno é o que transforma os compromissos em realidade. Projetos como o Nossa Energia levam conhecimento às comunidades sobre o uso consciente da energia, enquanto treinamentos e auditorias fortalecem a cultura ESG dentro da empresa.”

Olhar para o futuro

Na esteira da transição energética sustentável podemos destacar vários projetos em andamento e que são imprescindíveis para este processo. Além do já citado descomissionamento de usinas térmicas, temos:

i) Projeto Agric – Biometano e Economia Circular: Primeira planta do Brasil que combina geração de biometano e produção de fertilizantes a partir de resíduos agroindustriais.

ii) Universalização do Acesso: Mais de 55 mil famílias em áreas remotas conectadas, com soluções baseadas em geração renovável, baterias e microrredes.

iii) Expansão de redes inteligentes e digitalização: Que melhora não só a eficiência energética, mas também a resiliência frente às mudanças climáticas, além de viabilizar a integração de geração distribuída e armazenamento.

Tatiana encerra com uma visão otimista, porém realista, sobre os desafios que ainda estão por vir: 

Sabemos que os desafios são enormes. O Brasil tem dimensões continentais e enfrenta questões sociais e ambientais complexas. Mas temos um plano claro e uma equipe comprometida em ser parte da solução para que a transição ocorra de forma justa e sustentável.”

Para ela, o futuro da energia deve ser diverso, limpo, inclusivo e digital.

A energia pode e deve ser um vetor de desenvolvimento social e ambiental. Queremos estar na linha de frente da transição energética global, sempre com uma visão de longo prazo.”

Confira abaixo os áudios inspirados nas ideias de Tatiana Feliciano e André Pereira:
 

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Entrega de novos barcos fortalece caminho de jovens promessas da vela Entrega de novos barcos fortalece caminho de jovens promessas da vela

Publicada em: 02/06/2025

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 Sustentabilidade

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Brasil

Entrega de novos barcos fortalece caminho de jovens promessas da vela brasileira

Cinco barcos da classe Optimist foram entregues a jovens velejadores do programa Vela Jovem no dia 30 de maio, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. A ação, realizada pelo Grupo Energisa em parceria com o Instituto Bons Ventos e a Confederação Brasileira de Vela (CBVela), contou com recursos da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte e teve como foco ampliar o acesso ao esporte e fortalecer a base da vela nacional. 

As embarcações já estão sendo utilizadas por atletas indicados pela CBVela, que se destacam no cenário nacional e são promessas para competições internacionais como o Mundial, o Europeu e o Norte-Americano da classe Optimist. A iniciativa garantiu melhores condições de treinamento e mais autonomia para a Confederação e os jovens talentos, reduzindo a dependência de clubes ou barcos particulares. 

A entrega dessas embarcações trouxe mais autonomia para a Confederação, permitindo que jovens velejadores se preparassem com mais recursos. Essa parceria foi fundamental para o desenvolvimento da vela em todo o estado.", afirmou Marco Aurélio Ribeiro, representante da CBVela. 

Com um histórico consolidado de apoio ao programa Vela Jovem, o Grupo Energisa reafirmou seu compromisso com o esporte e a formação de novos campeões. 

A vela faz parte da nossa história há mais de 15 anos. Estamos investindo nos atletas do futuro, oferecendo oportunidades a quem não teve essa chance no passado”, destacou Delânia Cavalcante, coordenadora de investimento social da empresa. “Já estivemos ao lado de grandes nomes como Martine Grael e Kahena Kunze, bicampeãs olímpicas, além das jovens Joana Gonçalves e Gabriela Vassel, campeãs mundiais em 2023. Essa nova etapa tem um sabor especial, é a base, o começo de tudo. 

Parceiro essencial na iniciativa, o Instituto Bons Ventos foi criado por atletas e gestores para apoiar o crescimento da vela olímpica no Brasil. Por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, o Instituto desenvolve projetos de formação e preparação de atletas, ajudando a transformar potencial em resultados. 

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Grupo Energisa tem recordes de investimento e avanços em 2024 Grupo Energisa tem recordes de investimento e avanços em 2024

Publicada em: 20/05/2025

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 Sustentabilidade

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Brasil

2024 é marcado por investimentos recordes e progresso na descarbonização do Grupo Energisa

O Grupo Energisa acaba de divulgar seu Relatório de Sustentabilidade 2024 com informações referentes à estratégia e principais iniciativas realizadas e ao desempenho sobre temas ambientais, sociais e de governança, de maior impacto e influência. Em fevereiro de 2025, a companhia completou 120 anos de atuação no setor elétrico brasileiro e o documento traz um retrospecto da história do Grupo Energisa e como ela é marcada pela sustentabilidade desde o princípio. 

A conclusão antecipada do maior programa de desligamento de usinas térmicas da Amazônia Legal foi uma das entregas mais expressivas de 2024 e evidencia o compromisso do Grupo com a transição energética e a descarbonização da economia. Iniciado em 2019, o programa foi finalizado dois anos antes do previsto, resultando na desativação de 20 usinas movidas a óleo diesel e óleo combustível, que somavam 195 MW de potência instalada. Essa ação reduz em 539 mil toneladas as emissões anuais de CO₂e — o equivalente ao plantio de 3,6 milhões de árvores — e beneficia cerca de 460 mil consumidores, agora atendidos com energia mais limpa e confiável por meio da interligação ao Sistema Interligado Nacional (SIN). 

Essa iniciativa faz parte da agenda de descarbonização do Grupo, que ganhou ainda mais robustez com a aprovação do novo Plano de Descarbonização, desenvolvido pela Energisa em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a WayCarbon, através do programa P&D da Aneel. O plano representa um salto na governança climática da companhia ao aprimorar a medição e a gestão das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), incorporando premissas mais precisas e alinhadas à realidade do setor elétrico brasileiro, a luz da ciência climática. 

A divulgação do Relatório de Sustentabilidade é parte do compromisso da companhia com a transparência e, em um ano tão importante como na comemoração dos 120 anos do Grupo, temos a oportunidade de mostrar como a nossa história está diretamente conectada com esta agenda. É essa conexão que nos permite manter a relevância e compreender o que é preciso para transformar a nossa presença em impacto positivo para as comunidades, colaboradores e clientes”, diz a diretora de Gestão e Sustentabilidade, Tatiana Feliciano. 

De forma complementar, a companhia prevê avançar em iniciativas voltadas à compensação e mitigação das emissões, como a aquisição de certificados internacionais de energia renovável (I-RECs), com o objetivo de neutralizar as emissões associadas às perdas técnicas, além do apoio a projetos de restauração ambiental em biomas sensíveis. Essas ações fazem parte do escopo previsto para ampliar a atuação da empresa no enfrentamento às mudanças climáticas. 

Ações sociais e culturais crescem e ampliam impacto regional 

Em 2024, a Energisa reforçou sua atuação como agente de transformação social e cultural, com um investimento de R$ 77,2 milhões em projetos voltados à educação, cultura, empreendedorismo e inclusão produtiva. As iniciativas beneficiaram diretamente mais de 1,3 milhão de pessoas — um crescimento de aproximadamente 30% em relação a 2023. Na área educacional, os programas da companhia se destacaram pela alta taxa de empregabilidade dos alunos formados, que chegou a 56%, reflexo de parcerias com instituições como o SENAI e a CNI, além do uso de instrutores próprios em processos formativos.  

No campo cultural, a atuação do Programa Energisa Cultural, com apoio técnico do Instituto Energisa, promoveu a democratização do acesso à cultura e o fortalecimento da identidade regional por meio de 47 projetos realizados em 98 municípios de 11 estados brasileiros, utilizando sete mecanismos de fomento e com investimento total de R$ 27,3 milhões. As ações impactaram diretamente 908.651 pessoas e indiretamente mais de 2,7 milhões, além de gerar 6.955 ocupações temporárias, impulsionando a economia criativa nas regiões atendidas.  

Com 78% dos produtores culturais envolvidos provenientes dos próprios territórios onde os projetos foram executados, o programa reafirma seu compromisso com a valorização dos saberes locais. Destacam-se ainda os 13 projetos realizados parcial ou totalmente nos equipamentos culturais do Instituto Energisa, voltados à preservação da memória, ao estímulo à produção autoral e à promoção gratuita de atividades culturais acessíveis a comunidades em diferentes regiões do país.  

Acesso à energia avança com foco em regiões remotas 

A universalização do acesso à energia também avançou de forma significativa. Em 2024, mais de 12 mil famílias em áreas remotas de concessão da Energisa foram conectadas à rede elétrica em um trabalho desenvolvido em parceria com o Ministério de Minas e Energia, elevando para mais de 47 mil o total de novas ligações desde 2021. A meta da companhia é atingir 55 mil famílias até 2025.  

Levar as redes de energia elétrica até as localidades isoladas muitas vezes não viável, seja por questões econômicas ou de impacto ambiental. Por isso, a empresa investe em tecnologias de geração solar fotovoltaica e de armazenamento que atendam as necessidades de abastecimento de comunidades remotas e de clientes isolados. Com elas, as comunidades têm acesso à energia limpa e de qualidade, sem a dependência dos barulhentos e caros geradores a diesel comumente utilizados. Em 2024, R$ 461,5 milhões foram investidos na universalização do acesso à energia, sendo R$ 35,3 com recursos próprios e R$ 426,2 com recursos tarifários.  

Inovação e biometano como motores da transformação 

Na frente de inovação, a Energisa foi reconhecida como a empresa mais inovadora do setor elétrico no Prêmio Valor Inovação 2024 e ficou em quarto lugar entre todas as empresas brasileiras avaliadas. Também integrou o ranking da revista TIME das 500 empresas mais sustentáveis do mundo. Esse desempenho é resultado de investimentos consistentes em novas tecnologias e soluções energéticas. A (re)energisa, braço de soluções sustentáveis do grupo, impulsionou a transição energética de clientes e do próprio Grupo. A marca aplicou R$ 332,4 milhões na implantação de novas usinas solares distribuídas, atingindo 440,7 MWp de capacidade instalada ao final de 2024. Já no segmento de biometano, foram investidos R$ 94,8 milhões em dois anos, com destaque para a conclusão da Agric, a primeira usina do Brasil baseada em um modelo 100% circular, que, quando for inaugurada, no segundo semestre de 2025, transformará resíduos agroindustriais em gás renovável e fertilizantes orgânicos. 

Diversificação com gás natural fortalece transição para uma matriz de baixo carbono 

Além disso, a companhia fortaleceu sua presença no mercado de gás natural com a consolidação da holding Energisa Gás, a aquisição de 51% da Norgás e a expansão da atuação no Nordeste, com participação indireta em quatro concessionárias de gás canalizado: Cegás (CE), Copergás (PE), Algás (AL) e Potigás (RN). Esse movimento posiciona a Energisa como uma das protagonistas da interiorização do gás natural no Brasil, com foco na descarbonização e na diversificação da matriz energética. 

Em reconhecimento à sua performance em 2024, a Energisa conquistou 13 prêmios da Abradee, além de ter sete empresas do grupo listadas entre as melhores para se trabalhar segundo o ranking GPTW. Com presença em 977 municípios e mais de 20 milhões de pessoas atendidas em todas as regiões do país, a companhia encerra o ano reafirmando sua visão de longo prazo e anuncia investimentos de R$ 6,2 bilhões para 2025, dando continuidade ao seu plano estratégico de crescimento sustentável. 

O Relatório de Sustentabilidade 2024 está disponível no site institucional da companhia e detalha os avanços da Estratégia Energisa 5D — baseada em Descarbonização, Diversificação, Digitalização, Descentralização e Democratização — que orienta todas as frentes de atuação do grupo. 

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Energisa Búzios Sailing Week movimenta mar, cultura e economia Energisa Búzios Sailing Week movimenta mar, cultura e economia

Publicada em: 17/04/2025

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 Sustentabilidade

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Região: 

Rio de Janeiro

Energisa Búzios Sailing Week movimenta mar, cultura e economia

De 17 a 20 de abril, as águas de Armação dos Búzios, no litoral do Rio de Janeiro, vão ganhar ainda mais movimento. É quando acontece a Energisa Búzios Sailing Week, o maior evento de vela oceânica do país, que promete reunir cerca de 500 competidores de todo o Brasil e transformar a cidade em um verdadeiro polo náutico. 

O evento é mais que uma disputa entre velejadores: a regata é a conexão entre esporte, cultura e desenvolvimento local. Patrocinada pelo Grupo Energisa, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Estado do Rio de Janeiro, e organizada pelo Iate Clube Armação de Búzios (ICAB), com apoio da Prefeitura e da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano (ABVO), a competição traz para a cidade não só os principais nomes da vela nacional, mas também turistas e fãs do esporte, movimentando a economia e reforçando o potencial da região para receber grandes eventos. 

As regatas começam oficialmente no dia 17 de abril, com largadas diárias a partir do meio-dia. E tem mais: além das provas no mar, o público poderá apreciar uma programação cultural no ICAB, com shows ao vivo de artistas locais como o grupo As Buzianas, que traz o samba de roda para o palco, e Gustavo França e Trio, com um repertório animado e diverso. 

Para quem vive a vela de perto, Búzios é um lugar privilegiado. A proximidade entre a marina e a raia permite que os atletas comecem os treinos poucos minutos depois de sair da terra firme — uma vantagem estratégica para equipes de alto rendimento e para quem está de olho no pódio. 

Energisa + vela = conexão que transforma 

A Energisa Búzios Sailing Week é um reflexo do que a companhia acredita: investir em esporte é também impulsionar comunidades, criar oportunidades e reforçar conexões que fazem diferença.  

Com regatas emocionantes, uma paisagem deslumbrante e uma infraestrutura preparada para receber eventos desse porte, Búzios reafirma sua vocação para grandes eventos e recebe mais uma edição memorável da Energisa Búzios Sailing Week. O campeonato reforça o protagonismo da vela oceânica no Brasil e consolida a cidade como um destino imperdível para quem vive e respira o esporte à vela. 

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Lab Ocupação Artes Visuais: um novo olhar para a arte paraibana Lab Ocupação Artes Visuais: um novo olhar para a arte paraibana

Publicada em: 28/03/2025

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

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Paraíba

Lab Ocupação Artes Visuais: um novo olhar para a arte paraibana através do Instituto Energisa

A arte visual paraibana está prestes a ganhar um novo impulso com o Lab Ocupação Artes Visuais, programa que será realizado pelo Ministério da Cultura por meio da Lei Rouanet. Idealizado pela Usina Cultural Energisa, em João Pessoa, o projeto conta com o patrocínio do Grupo Energisa e o apoio do Instituto Energisa.

Com execução prevista para o biênio 2025-2026, o projeto tem como principal objetivo estimular a produção artística local, fortalecer o circuito das artes visuais na Paraíba e ampliar o acesso da comunidade à arte contemporânea. Serão realizadas exposições coletivas, com curadorias especializadas, valorizando a diversidade de linguagens, narrativas e trajetórias dos artistas participantes.

O Lab Ocupação Artes Visuais é a principal ação cultural voltada para as artes visuais da Usina Cultural Energisa, em João Pessoa, e está presente no espaço desde a sua criação. Consolidado como um laboratório de experimentações artísticas e curatoriais, o projeto tem sido fundamental para impulsionar a produção contemporânea na Paraíba e fortalecer o circuito local.

Um espaço de criação e experimentação

A cada exposição, cinco artistas paraibanos ou residentes no estado terão a oportunidade de apresentar seus trabalhos ao público, sendo selecionados por meio de editais. Além disso, as exposições contarão com atividades pedagógicas, como oficinas, palestras e debates, tornando a experiência ainda mais rica e interativa.

Nosso objetivo é oferecer um espaço de criação e experimentação para os artistas visuais paraibanos, ao mesmo tempo em que fomentamos discussões sobre temas contemporâneos, como identidade, inclusão, meio ambiente e memória," explica Delania Cavalcante, coordenadora de Investimento social do Instituto Energisa.

Primeira exposição: cores, manipulação e percepção

O primeiro edital do programa já revelou as cinco artistas que abrirão o ciclo expositivo do Lab Ocupação. Luiza Bié, Retiel, Nadja Carvalho, Lola Pinto e Maya Oliveira foram selecionadas para a exposição "Cores que falam: manipulação e percepção", que ocorrerá entre março e abril de 2025.

A exposição estará aberta à visitação de 4 a 30 de abril, de terça a sexta-feira, das 13h às 18h, e aos sábados e domingos, das 16h às 19h.


O primeiro edital foi voltado exclusivamente para mulheres artistas, cis ou trans, residentes na Paraíba há pelo menos dois anos. A iniciativa busca ampliar a representatividade feminina no cenário das artes visuais e criar um espaço de valorização e visibilidade para a produção artística feita por mulheres.

A diversidade dos portfólios inscritos foi impressionante. Tivemos a participação de artistas de diferentes gerações e estilos, o que resultará em uma exposição rica e representativa da produção contemporânea paraibana", comenta Alena Sá, curadora da exposição inaugural.

O programa também garantiu espaço para novos talentos, alcançando artistas de cidades do interior da Paraíba. Segundo Dyógenes Chaves, artista paraibano convidado para ser curador da seleção:

Foi gratificante perceber que conseguimos mapear artistas em diferentes estágios da carreira, criando um intercâmbio entre nomes consolidados e novos talentos."

Muito além da galeria

O Lab Ocupação não se limita às paredes da galeria. A proposta inclui ações de arte-educação com estudantes da Grande João Pessoa, promovendo visitas mediadas e atividades conduzidas pelos próprios artistas e curadores. Além disso, todas as exposições e eventos serão documentados em fotografia e vídeo, com conteúdos divulgados na internet e enviados para a imprensa e instituições culturais para que todos tenham acesso a essas ações.

Queremos que a arte dialogue com a comunidade. As oficinas e debates são uma forma de aproximar as pessoas do universo artístico e incentivar a valorização da cultura local", destaca Delania Cavalcante.

Cultura acessível e diversa

Mais do que um espaço expositivo, o Lab Ocupação pretende contribuir para a formulação de políticas públicas voltadas às artes visuais, incentivando reflexões sobre inclusão, acessibilidade e identidade. Com a realização de sete exposições ao longo de dois anos, o projeto se consolida como um importante agente de valorização da produção artística paraibana através do Instituto Energisa.

Para saber mais sobre o programa e acompanhar os editais de seleção, acesse: http://labocupacao.art.br.

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Museu Energisa inova com ações de sustentabilidade e acessibilidade Museu Energisa inova com ações de sustentabilidade e acessibilidade

Publicada em: 21/03/2025

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

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Minas Gerais

Museu Energisa inova com ações de sustentabilidade e acessibilidade em Cataguases-MG

O Museu Energisa deu início ao projeto "Energia que nos Move", uma ação educativa que visa ensinar a estudantes e professores das redes pública e particular de ensino sobre o uso eficiente da energia elétrica, com foco no combate ao desperdício e na preservação ambiental. O evento de lançamento foi realizado no Centro Cultural Humberto Mauro no último dia 18 de março. 

A iniciativa faz parte das comemorações pelos 120 anos do Grupo Energisa e tem como objetivo engajar a comunidade escolar em práticas sustentáveis. Rodolfo Pinheiro, diretor técnico da Energisa Minas Rio, destacou a importância do projeto: 

Nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável e a educação nas regiões onde atuamos está mais forte do que nunca. Queremos transformar vidas e contribuir para um futuro mais próspero e sustentável, respeitando e valorizando o patrimônio das comunidades.” 

Uma Educação Sustentável para Todos 

O projeto "Energia que nos Move" é fruto de uma parceria entre o Museu Energisa, a Prefeitura de Cataguases, o Instituto Energisa e o Grupo Energisa. Ele atenderá alunos do ensino fundamental até o sétimo ano, com idades entre 6 e 15 anos, abrangendo mais de 30 escolas de Cataguases. Por meio da metodologia do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (PROCEL), o consumo de energia dos alunos será monitorado ao longo do tempo, incentivando uma mudança de hábitos em busca de uma convivência mais consciente com os recursos naturais.


As escolas interessadas em participar podem se inscrever para visitas guiadas ao museu, que acontecem nas terças e quintas-feiras, das 8h às 13h e das 14h às 17h30. O agendamento pode ser feito pelos números (32) 3429-6224 ou (32) 98489-2109. 

Acessibilidade Inovadora no Museu 

A partir de março, o Museu Energisa passa a oferecer uma experiência ainda mais inclusiva para os visitantes. Além das visitas guiadas, o espaço agora disponibiliza acessibilidade em Libras (Língua Brasileira de Sinais), sendo o primeiro equipamento cultural de Cataguases a adotar essa medida. Isso permitirá que pessoas com deficiência auditiva possam desfrutar de todo o conteúdo sobre a história da energia elétrica na Zona da Mata Mineira. 


Com um total de cinco salas temáticas, o museu está equipado com tablets que oferecem audioguias e vídeos com interpretação em Libras, proporcionando uma imersão completa na história da eletricidade na região. A visita completa tem duração aproximada de 40 minutos e é conduzida por monitores especializados, como atores e arte-educadores. O público escolar será acompanhado por um monitor exclusivo, com uma abordagem lúdica que faz uma viagem no tempo, desde a fundação da Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina, em 1905, até os dias atuais. 

Sobre o Museu Energisa 

Com 40 anos de história, o Museu Energisa tem como missão preservar e divulgar a memória da Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina, que mais tarde deu origem ao Grupo Energisa. Sob a gestão da Fundação Ormeo Junqueira Botelho e mantido pelo Grupo Energisa, o museu oferece uma experiência única, onde os visitantes podem explorar a história da eletricidade que chegou à Zona da Mata Mineira em 1908. 


Com entrada gratuita, o Museu Energisa está aberto de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h e das 14h às 17h30. Instituições de ensino e grupos podem agendar visitas pelo e-mail museuenergisa@fojb.org.br ou pelo WhatsApp (32) 98412-1253. 

Esta é mais uma ação do Museu Energisa, que reafirma seu compromisso com a educação, a inclusão e a preservação da história da energia elétrica na região. 

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