As inscrições para o curso técnico gratuito em Desenvolvimento de Sistemas estão abertas. A formação faz parte do ecossistema de inovação Rio Pomba Valley, iniciativa do Grupo Energisa por meio do Instituto Energisa, que busca promover educação de qualidade e impulsionar o desenvolvimento regional por meio da tecnologia.
Ao todo, são 40 vagas gratuitas destinadas a moradores da Zona da Mata mineira. O curso será realizado em parceria com o SENAI Cataguases, com início previsto para 8 de setembro. A carga horária total é de 1.200 horas, distribuídas ao longo de um ano e meio, com aulas presenciais de segunda a sexta-feira, das 18h30 às 22h30.
O Rio Pomba Valley mostra como o investimento em educação transforma vidas e fortalece nossa região. Capacitar jovens cria um futuro próspero e inovador, preparando a comunidade para os desafios do mercado de trabalho”, afirma Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio.
Quem pode se inscrever
Para participar, é necessário:
Ter mais de 16 anos;
Estar cursando ou ter concluído o ensino médio, em escola pública ou privada com bolsa;
Ter renda familiar de até três salários-mínimos;
Residir na Zona da Mata mineira;
Ter disponibilidade para aulas presenciais em Cataguases.
Os alunos que concluírem o curso receberão certificação reconhecida pelo mercado, emitida pelo SENAI.
As inscrições podem ser feitas até o dia 29 de junho, pelo site do Instituto Energisa | Energisa
Saiba mais sobre o Rio Pomba Valley
Dando continuidade à série de entrevistas da Semana do Meio Ambiente, conversamos com Thiago Peres, coordenador de Eficiência Energética do Grupo Energisa. Desta vez, o foco é mostrar como o uso consciente da energia vai muito além da economia: promove cidadania, fortalece comunidades e abre caminhos para um futuro mais sustentável e justo.
Por meio do Programa de Eficiência Energética, o Grupo Energisa tem levado soluções sustentáveis a diferentes regiões do país, com foco especial nas comunidades mais vulneráveis.
O Programa de Eficiência Energética é uma iniciativa regulada pela Aneel e voltada para o uso racional da energia elétrica. O objetivo é promover ações que melhorem o desempenho energético de residências, comércios, escolas, hospitais e comunidades de baixa renda. Isso significa trocar equipamentos ineficientes por outros mais modernos, fazer retrofit de iluminação e promover educação para o consumo consciente. É um trabalho que une técnica, impacto social e sustentabilidade.”, resume Thiago.
Eficiência energética com propósito social
Em 2024, o Grupo Energisa investiu R$ 70,8 milhões em 156 projetos de eficiência energética, muitas delas com foco em soluções sustentáveis e de impacto social em diversas regiões do país. Mais do que os números, são as histórias que demonstram a transformação gerada.
Lembro de uma senhora do interior do Tocantins que recebeu uma geladeira nova e nos contou que finalmente podia armazenar os medicamentos do filho com segurança. Isso dá sentido ao nosso trabalho”, compartilha o coordenador.
Com uma metodologia estruturada, a Energisa cruza dados socioeconômicos, indicadores de consumo e articula com lideranças locais para garantir que o programa chegue onde é mais necessário. Visitas técnicas e diagnósticos completam a estratégia de atuação territorial.
Educação que gera transformação
Além da parte técnica, o trabalho com eficiência energética inclui uma frente fundamental: a educação.
A troca de equipamentos por si só não garante economia se os hábitos não mudarem. Por isso, sempre acompanhamos as ações com oficinas educativas, materiais informativos e palestras. A comunicação é feita em linguagem acessível e culturalmente próxima da comunidade, para gerar identificação.”, explica Thiago.
Uma das ferramentas mais poderosas dessa abordagem educativa é o personagem Zupt. Criado para dialogar com crianças e adolescentes, ele representa a “energia da vida” e ajuda a ensinar conceitos técnicos de forma lúdica.
As crianças se conectam com ele imediatamente. Já tivemos escolas que criaram peças de teatro com o personagem”, conta.
O sucesso do Zupt motivou a criação de novos episódios animados e o desenvolvimento de uma plataforma digital para ampliar sua presença em redes sociais, aplicativos e escolas de todo o Brasil.
A ideia é transformar o Zupt em uma plataforma de educação energética com presença nacional.”, destaca Thiago.
Tecnologia sobre rodas
Outra iniciativa de destaque é o Caminhão Nossa Energia, uma unidade móvel equipada com painéis solares, experimentos interativos e salas multimídia. Ele leva conhecimento, cidadania e serviços a comunidades distantes, com ações como a troca de lâmpadas, palestras e orientações sobre segurança elétrica.
Uma vez, numa aldeia indígena no Mato Grosso do Sul, o cacique nos disse que aquele tinha sido ‘o dia em que a energia virou cultura’. Foi emocionante. Isso mostra que a tecnologia pode dialogar com os saberes tradicionais e somar com eles”, relembra Thiago.
Energia como vetor de desenvolvimento
O impacto da eficiência energética também se estende ao empreendedorismo. O programa Bem da Gente, iniciativa do Grupo Energisa, une serviços sociais à geração de renda e fortalecimento de pequenos negócios sustentáveis.
Capacitamos empreendedores, entregamos equipamentos eficientes e orientamos sobre o uso racional da energia”, explica Thiago.
O resultado? Redução de custos, aumento de produtividade e mais autonomia para pequenos negócios.
Já apoiamos centenas de empreendedores. Agora, queremos integrar o Bem da Gente a outras ações de inovação social e ampliar o alcance em territórios vulneráveis.”
Olhar para o futuro
A Energisa também se prepara para os próximos passos. A ideia é expandir o uso de tecnologias como medição inteligente, sistemas solares em comunidades isoladas e parcerias com instituições de ensino para fomentar pesquisa aplicada.
Acima de tudo, queremos continuar levando energia como vetor de dignidade, cidadania e desenvolvimento sustentável”, finaliza Thiago.
Confira abaixo o áudio inspirado nas ideias de Thiago Peres:
O Grupo Energisa tem evoluído constantemente para acompanhar as transformações do setor elétrico e os desafios ambientais que marcam o século 21. Entre os compromissos mais ambiciosos está a meta de neutralizar suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) nas próximas décadas. Uma jornada que combina inovação, eficiência e engajamento interno.
A agenda climática está totalmente integrada à nossa estratégia de sustentabilidade e ao nosso modelo de negócios. Enfrentar a mudança do clima significa conduzir uma transformação que une descarbonização, segurança energética e modicidade tarifária, sem perder de vista o nosso papel social. A transição para uma economia de baixo carbono só é completa quando promove, além da redução de emissões, inclusão social, inovação e desenvolvimento.. Essa é a base da nossa visão sustentável de futuro.”, explica Michelle Almeida.
Inventário auditado e metas claras
Desde 2022, o Grupo Energisa conquista o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, reconhecimento dado a relatórios auditados por entidades independentes credenciada pelo Inmetro. Em 2023, o relatório foi ainda mais abrangente, ao incluir nove categorias do escopo 3 que mede, por exemplo, as emissões relacionadas a cadeia de fornecedores, viagens corporativas, resíduos e deslocamento de colaboradores.
Um inventário de emissões de GEE consistente é a base para um plano de descarbonização robusto, já aprovado pelo Conselho de Administração.
Nossa meta é alcançar a neutralidade de emissões nas próximas décadas. O Relatório de Sustentabilidade 2024 detalha essa trajetória refletindo nosso compromisso com a descarbonização e com a sustentabilidade do setor elétrico.”, afirma Michelle.
Investimentos em energia limpa e eficiência
Além do monitoramento, a redução efetiva das emissões passa por investimentos em energia renovável, eficiência energética e inovação. A companhia conta com parques solares e oferece a solução “Assinatura Solar”, que permite acesso à energia limpa sem necessidade de instalação de painéis.
Moderniza suas redes e estrutura operacional, ao mesmo tempo em que executa projetos de eficiência energética por meio do Programa da ANEEL, que beneficiam residências, hospitais, escolas e comércios.
Substituímos equipamentos antigos por modelos mais eficientes em residências, hospitais, escolas, comércios e outros pontos essenciais nas nossas áreas de concessão. Isso gera economia de energia para os clientes e ajuda a reduzir a pegada de carbono dos nossos clientes.”, explica Michelle.
Preservar para transformar
A pauta ambiental da Energisa vai além da energia. A empresa também apoia projetos de restauração ecológica em biomas sensíveis, como o Projeto Floresta Viva, que prevê a recuperação de mais de 700 hectares na Bacia do Xingu nos próximos 4 anos.
Essas ações restauram ecossistemas, contribuem para a captura de carbono, ajudando no combate às mudanças climáticas e geram renda. Um dos pilares para viabilizar essa restauração em larga escala é o fortalecimento das redes de sementes locais, que mobilizam comunidades indígenas, agricultores familiares, quilombolas e coletores locais na produção, coleta e comercialização de sementes nativas. Essas redes não apenas garantem a disponibilidade de espécies adaptadas ao território, o que aumenta o sucesso das áreas restauradas, como também geram renda, fortalecem saberes tradicionais e promovem inclusão social.”, afirma.
Preparação para eventos climáticos extremos
Com o aumento da frequência de eventos extremos como enchentes, ondas de calor, secas, ventos fortes e incêndios, o Grupo também tem adotado ações de adaptação climática.
Investimos em medidas de adaptação, como o reforço das redes elétricas, sistemas de monitoramento meteorológico e protocolos de resposta rápida para evitar ou minimizar interrupções no fornecimento. Essas medidas são fundamentais para garantir a continuidade do fornecimento de energia em situações críticas”, destaca Michelle.
Engajamento que começa dentro de casa
Outro destaque da estratégia climática do Grupo Energisa é o engajamento interno. Colaboradores são capacitados e convidados a participar de soluções que contribuam para reduzir impactos ambientais e promover a inovação sustentável.
Temos trabalhado bastante com comunicação e capacitação para sensibilizar colaboradores sobre o papel de cada um na estratégia de descarbonização. Isso vai desde mudanças operacionais até a participação em projetos e ideias que ajudam a reduzir impactos e inovar nas soluções. É uma responsabilidade compartilhada, e é na atuação diária de cada colaborador que essa estratégia se torna realidade.”, conclui Michelle.
Compromisso com o futuro
Ao assumir um papel ativo na transição energética brasileira, o Grupo Energisa mostra que desenvolvimento econômico e respeito ao meio ambiente podem, e devem, andar juntos.
Estamos investindo, inovando e nos adaptando. É uma jornada longa, que começou quando a empresa foi fundada, mas que hoje ganha novos contornos com a urgência da ação climática”, finaliza Michelle.
Confira abaixo o áudio inspirado nas ideias de Michelle Almeida:
Em 2024, o Grupo Energisa consolidou sua atuação como agente transformador nos territórios onde está presente. Guiado pelos princípios de igualdade de oportunidades e valorização regional, o grupo destinou R$ 77,2 milhões a ações sociais e culturais que beneficiaram mais de 1,3 milhão de pessoas diretamente, promovendo inclusão, acesso e desenvolvimento.
Segundo Delania Cavalcante, coordenadora de Investimento Social, esses dois pilares norteiam todas as decisões:
Nosso investimento social é guiado pela igualdade de oportunidades e valorização regional. Investimos em ações que fortalecem a cultura, a educação, a geração de renda e a diversidade. Trabalhamos para gerar impacto social real, sempre em parceria com as comunidades e respeitando as identidades locais.”
Instituto Energisa: cultura e inovação de mãos dadas
A atuação social do Grupo Energisa é viabilizada principalmente pelo Instituto Energisa, braço de impacto social da companhia.
O Instituto Energisa é nosso principal catalisador de impacto social. Ele promove inclusão produtiva e cultural por meio de ações educacionais, sociais e esportivas”, afirma Delania.
Um dos maiores destaques é o Rio Pomba Valley, projeto sediado em Minas Gerais que articula inovação, empreendedorismo e juventude na Zona da Mata. O programa representa a união entre tradição e futuro, conectando o potencial local à nova economia.
O Rio Pomba Valley nasceu como uma aposta no potencial dos jovens do interior, e hoje é uma realidade pulsante de transformação. Em poucos anos, conseguimos formar talentos, impulsionar negócios e integrar educação, tecnologia e propósito. É um projeto que prova que a inovação não precisa estar nos grandes centros, ela nasce onde há conexão com o território e vontade de fazer diferente”, destaca a coordenadora.
Espaços que acolhem, formam e transformam
A cultura também ganha espaço nos centros mantidos pelo grupo, como as Usinas Culturais, o Centro Cultural Humberto Mauro e o Anfiteatro Ivan Muller Botelho. Em 2024, os equipamentos culturais da Energisa ofereceram programações gratuitas e inclusivas, fortalecendo a economia criativa e democratizando o acesso à cultura.
Esses centros culturais oferecem atividades de formação artística, difusão cultural e intercâmbio de saberes. São espaços vivos, com programação acessível, que celebram as diversidades e ajudam a revelar talentos locais. Eles estimulam a criatividade, a identidade regional e o senso de pertencimento nas comunidades. É onde as pessoas se reconhecem e se expressam.”, explica Delania.
Preservação da memória e conexão com o território
A Fundação Ormeo Junqueira Botelho (FOJB) também tem papel essencial no cuidado com o patrimônio material e imaterial da Zona da Mata Mineira. Com projetos como a Casa de Leitura e o Museu Energisa, a Fundação desenvolve ações baseadas em pesquisa, tecnologia e educação patrimonial.
A FOJB valoriza as tradições da Zona da Mata Mineira. Ela também foi referência em produção audiovisual e segue promovendo a difusão de manifestações culturais nos municípios atendidos pela Energisa. É um elo importante entre passado, presente e futuro da cultura local.”, destaca Delania.
Edital nacional que movimenta a economia criativa
Outro destaque é o Programa Energisa Cultural, que financia projetos por meio de leis de incentivo, como a Rouanet e os ICMS estaduais. Em 2024, o edital apoiou 47 projetos em 98 municípios de 11 estados, com impactos expressivos:
6.955 ocupações temporárias geradas
908 mil pessoas beneficiadas diretamente
2,7 milhões de pessoas impactadas indiretamente
O Programa Energisa Cultural é o nosso edital de apoio a projetos culturais, sociais e educacionais. Ele prioriza ações que promovam cultura, preservação ambiental, cidadania, geração de renda e formação artística”, explica Delania.
Investimento social como compromisso com o futuro
Ao refletir sobre o papel do investimento social dentro da agenda ESG, Delania é enfática:
Acreditamos que não existe sustentabilidade sem impacto social positivo. Nosso investimento social reforça o vínculo com os territórios onde atuamos, promove inclusão, resgata identidades e abre portas para o desenvolvimento.”
Esses resultados, sistematizados anualmente, serão divulgados em breve no novo Relatório de Organizações Sociais 2024, documento que apresenta os dados consolidados das ações do Instituto Energisa, da FOJB e dos editais realizados ao longo do ano.
Confira abaixo o áudio inspirado nas ideias de Delania Cavalcante:
Em comemoração à Semana do Meio Ambiente, o Grupo Energisa destaca seu compromisso com a sustentabilidade ao promover uma série de conversas exclusivas com suas lideranças. Tatiana Feliciano, diretora de Sustentabilidade, e André Pereira, gerente da área, revelam as estratégias, metas e desafios da companhia na jornada pela descarbonização e desenvolvimento sustentável, reforçando seu papel de protagonista na transformação do setor elétrico brasileiro e no alinhamento com a agenda ASG (ambiental, social e de governança) e os desafios climáticos globais.
A importância da Descarbonização como vetor da Segurança Energética
A crescente demanda por energia, o impacto de fatores climáticos extremos e a necessidade de diversificação de fontes confiáveis e limpas de energia para a população, trazem a necessidade de equilibrar o trilema: sustentabilidade, segurança energética e equidade e justiça no acesso à energia. Um dos fatores mais importantes para essa equação é garantir a transição para uma economia de baixo carbono. Esse é o fio condutor da estratégia climática do Grupo Energisa. Para Tatiana, a descarbonização está no centro da atuação da companhia:
Acreditamos em uma transição energética que não deixa ninguém para trás. Descarbonizar o setor elétrico é essencial, mas isso só é sustentável se vier acompanhado de segurança no fornecimento e energia acessível para todos. É esse equilíbrio que buscamos construir: um futuro de baixo carbono, inclusivo e seguro.
Um dos compromissos ASG é a meta de neutralidade de carbono até 2050. Uma meta ambiciosa, mas a empresa está trilhando um caminho técnico e responsável.
Nossa meta de neutralidade é resultado de um processo robusto, que envolveu diagnóstico das emissões de GEE, escuta dos nossos stakeholders e análise técnica de viabilidade. Representa o nosso compromisso com a ciência climática e, mais que uma declaração, é um caminho prático, com metas intermediárias já assumidas para 2026, com avanço acompanhado dia a dia.”
Como exemplo, Tatiana cita o programa de desligamento de usinas térmicas na Amazônia Legal, que superou as metas iniciais:
Descomissionamos 20 usinas térmicas e evitamos a emissão de 539 mil toneladas de CO₂ por ano. Além de contribuir para a redução das emissões, essa iniciativa proporcionou qualidade de vida às comunidades locais, que passaram a contar com energia mais limpa, silenciosa e estável.”
A meta inicial era evitar 505 mil toneladas de CO₂/ano. O resultado superou a expectativa em 6,7%, evitando 539 mil toneladas, antecipando o cronograma em dois anos e consolidando o maior programa de desligamento de térmicas do Brasil.
Governança e metas integradas à estratégia
André Pereira destaca que a sustentabilidade está integrada à governança e à estratégia corporativa por meio da Energia 5D: descarbonização, digitalização, descentralização, democratização e diversificação.
A sustentabilidade no Grupo Energisa não é um pilar isolado, ela está integrada à nossa estratégia, por meio da Energia 5D. Cada D traduz um vetor de transformação que orienta nossas decisões: descarbonizar sem abrir mão da segurança energética, digitalizar processos e redes, descentralizar a geração, democratizar o acesso à energia e diversificar nossos negócios. Isso não é apenas sobre metas ambientais, é sobre assegurar competitividade, inovação e desenvolvimento social, sustentados por uma governança robusta, com comitês que transformam compromissos em ações concretas.”
A atuação da empresa está guiada por três causas prioritárias: Ação pelo Clima, Transformação Energética e Mobilidade Social, que se desdobram em nove compromissos públicos, que vão desde a geração de energia limpa até o respeito à diversidade e à cultura local.
Somos guiados por três causas: Ação pelo Clima, Transformação Energética e Mobilidade Social, assumimos o papel de impulsionar uma transição que não é só energética, mas também social, ambiental e econômica. É assim que conectamos nossa performance empresarial a um impacto real e duradouro na vida das pessoas e na preservação do planeta.”, completa André.
Reconhecimento e engajamento
As ações da Energisa vêm sendo reconhecidas por diversos indicadores e entidades de sustentabilidade. A companhia integra o Índice de Carbono Eficiente (ICO2) e o IDIVERSA da B3, além de ser avaliada por organizações como CDP, MSCI e Sustainalytics.
Esses reconhecimentos reforçam que estamos no caminho certo. Sustentabilidade exige transparência, responsabilidade e melhoria contínua”, afirma André.
Além das metas ambientais, a Energisa investe na mobilização de colaboradores, clientes e comunidades.
O engajamento interno é o que transforma os compromissos em realidade. Projetos como o Nossa Energia levam conhecimento às comunidades sobre o uso consciente da energia, enquanto treinamentos e auditorias fortalecem a cultura ESG dentro da empresa.”
Olhar para o futuro
Na esteira da transição energética sustentável podemos destacar vários projetos em andamento e que são imprescindíveis para este processo. Além do já citado descomissionamento de usinas térmicas, temos:
i) Projeto Agric – Biometano e Economia Circular: Primeira planta do Brasil que combina geração de biometano e produção de fertilizantes a partir de resíduos agroindustriais.
ii) Universalização do Acesso: Mais de 55 mil famílias em áreas remotas conectadas, com soluções baseadas em geração renovável, baterias e microrredes.
iii) Expansão de redes inteligentes e digitalização: Que melhora não só a eficiência energética, mas também a resiliência frente às mudanças climáticas, além de viabilizar a integração de geração distribuída e armazenamento.
Tatiana encerra com uma visão otimista, porém realista, sobre os desafios que ainda estão por vir:
Sabemos que os desafios são enormes. O Brasil tem dimensões continentais e enfrenta questões sociais e ambientais complexas. Mas temos um plano claro e uma equipe comprometida em ser parte da solução para que a transição ocorra de forma justa e sustentável.”
Para ela, o futuro da energia deve ser diverso, limpo, inclusivo e digital.
A energia pode e deve ser um vetor de desenvolvimento social e ambiental. Queremos estar na linha de frente da transição energética global, sempre com uma visão de longo prazo.”
Confira abaixo os áudios inspirados nas ideias de Tatiana Feliciano e André Pereira:
Cinco barcos da classe Optimist foram entregues a jovens velejadores do programa Vela Jovem no dia 30 de maio, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro. A ação, realizada pelo Grupo Energisa em parceria com o Instituto Bons Ventos e a Confederação Brasileira de Vela (CBVela), contou com recursos da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte e teve como foco ampliar o acesso ao esporte e fortalecer a base da vela nacional.
As embarcações já estão sendo utilizadas por atletas indicados pela CBVela, que se destacam no cenário nacional e são promessas para competições internacionais como o Mundial, o Europeu e o Norte-Americano da classe Optimist. A iniciativa garantiu melhores condições de treinamento e mais autonomia para a Confederação e os jovens talentos, reduzindo a dependência de clubes ou barcos particulares.
A entrega dessas embarcações trouxe mais autonomia para a Confederação, permitindo que jovens velejadores se preparassem com mais recursos. Essa parceria foi fundamental para o desenvolvimento da vela em todo o estado.", afirmou Marco Aurélio Ribeiro, representante da CBVela.

Com um histórico consolidado de apoio ao programa Vela Jovem, o Grupo Energisa reafirmou seu compromisso com o esporte e a formação de novos campeões.
A vela faz parte da nossa história há mais de 15 anos. Estamos investindo nos atletas do futuro, oferecendo oportunidades a quem não teve essa chance no passado”, destacou Delânia Cavalcante, coordenadora de investimento social da empresa. “Já estivemos ao lado de grandes nomes como Martine Grael e Kahena Kunze, bicampeãs olímpicas, além das jovens Joana Gonçalves e Gabriela Vassel, campeãs mundiais em 2023. Essa nova etapa tem um sabor especial, é a base, o começo de tudo.”

Parceiro essencial na iniciativa, o Instituto Bons Ventos foi criado por atletas e gestores para apoiar o crescimento da vela olímpica no Brasil. Por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, o Instituto desenvolve projetos de formação e preparação de atletas, ajudando a transformar potencial em resultados.
O Grupo Energisa acaba de divulgar seu Relatório de Sustentabilidade 2024 com informações referentes à estratégia e principais iniciativas realizadas e ao desempenho sobre temas ambientais, sociais e de governança, de maior impacto e influência. Em fevereiro de 2025, a companhia completou 120 anos de atuação no setor elétrico brasileiro e o documento traz um retrospecto da história do Grupo Energisa e como ela é marcada pela sustentabilidade desde o princípio.
A conclusão antecipada do maior programa de desligamento de usinas térmicas da Amazônia Legal foi uma das entregas mais expressivas de 2024 e evidencia o compromisso do Grupo com a transição energética e a descarbonização da economia. Iniciado em 2019, o programa foi finalizado dois anos antes do previsto, resultando na desativação de 20 usinas movidas a óleo diesel e óleo combustível, que somavam 195 MW de potência instalada. Essa ação reduz em 539 mil toneladas as emissões anuais de CO₂e — o equivalente ao plantio de 3,6 milhões de árvores — e beneficia cerca de 460 mil consumidores, agora atendidos com energia mais limpa e confiável por meio da interligação ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
Essa iniciativa faz parte da agenda de descarbonização do Grupo, que ganhou ainda mais robustez com a aprovação do novo Plano de Descarbonização, desenvolvido pela Energisa em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a WayCarbon, através do programa P&D da Aneel. O plano representa um salto na governança climática da companhia ao aprimorar a medição e a gestão das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), incorporando premissas mais precisas e alinhadas à realidade do setor elétrico brasileiro, a luz da ciência climática.
A divulgação do Relatório de Sustentabilidade é parte do compromisso da companhia com a transparência e, em um ano tão importante como na comemoração dos 120 anos do Grupo, temos a oportunidade de mostrar como a nossa história está diretamente conectada com esta agenda. É essa conexão que nos permite manter a relevância e compreender o que é preciso para transformar a nossa presença em impacto positivo para as comunidades, colaboradores e clientes”, diz a diretora de Gestão e Sustentabilidade, Tatiana Feliciano.
De forma complementar, a companhia prevê avançar em iniciativas voltadas à compensação e mitigação das emissões, como a aquisição de certificados internacionais de energia renovável (I-RECs), com o objetivo de neutralizar as emissões associadas às perdas técnicas, além do apoio a projetos de restauração ambiental em biomas sensíveis. Essas ações fazem parte do escopo previsto para ampliar a atuação da empresa no enfrentamento às mudanças climáticas.
Ações sociais e culturais crescem e ampliam impacto regional
Em 2024, a Energisa reforçou sua atuação como agente de transformação social e cultural, com um investimento de R$ 77,2 milhões em projetos voltados à educação, cultura, empreendedorismo e inclusão produtiva. As iniciativas beneficiaram diretamente mais de 1,3 milhão de pessoas — um crescimento de aproximadamente 30% em relação a 2023. Na área educacional, os programas da companhia se destacaram pela alta taxa de empregabilidade dos alunos formados, que chegou a 56%, reflexo de parcerias com instituições como o SENAI e a CNI, além do uso de instrutores próprios em processos formativos.
No campo cultural, a atuação do Programa Energisa Cultural, com apoio técnico do Instituto Energisa, promoveu a democratização do acesso à cultura e o fortalecimento da identidade regional por meio de 47 projetos realizados em 98 municípios de 11 estados brasileiros, utilizando sete mecanismos de fomento e com investimento total de R$ 27,3 milhões. As ações impactaram diretamente 908.651 pessoas e indiretamente mais de 2,7 milhões, além de gerar 6.955 ocupações temporárias, impulsionando a economia criativa nas regiões atendidas.
Com 78% dos produtores culturais envolvidos provenientes dos próprios territórios onde os projetos foram executados, o programa reafirma seu compromisso com a valorização dos saberes locais. Destacam-se ainda os 13 projetos realizados parcial ou totalmente nos equipamentos culturais do Instituto Energisa, voltados à preservação da memória, ao estímulo à produção autoral e à promoção gratuita de atividades culturais acessíveis a comunidades em diferentes regiões do país.
Acesso à energia avança com foco em regiões remotas
A universalização do acesso à energia também avançou de forma significativa. Em 2024, mais de 12 mil famílias em áreas remotas de concessão da Energisa foram conectadas à rede elétrica em um trabalho desenvolvido em parceria com o Ministério de Minas e Energia, elevando para mais de 47 mil o total de novas ligações desde 2021. A meta da companhia é atingir 55 mil famílias até 2025.
Levar as redes de energia elétrica até as localidades isoladas muitas vezes não viável, seja por questões econômicas ou de impacto ambiental. Por isso, a empresa investe em tecnologias de geração solar fotovoltaica e de armazenamento que atendam as necessidades de abastecimento de comunidades remotas e de clientes isolados. Com elas, as comunidades têm acesso à energia limpa e de qualidade, sem a dependência dos barulhentos e caros geradores a diesel comumente utilizados. Em 2024, R$ 461,5 milhões foram investidos na universalização do acesso à energia, sendo R$ 35,3 com recursos próprios e R$ 426,2 com recursos tarifários.
Inovação e biometano como motores da transformação
Na frente de inovação, a Energisa foi reconhecida como a empresa mais inovadora do setor elétrico no Prêmio Valor Inovação 2024 e ficou em quarto lugar entre todas as empresas brasileiras avaliadas. Também integrou o ranking da revista TIME das 500 empresas mais sustentáveis do mundo. Esse desempenho é resultado de investimentos consistentes em novas tecnologias e soluções energéticas. A (re)energisa, braço de soluções sustentáveis do grupo, impulsionou a transição energética de clientes e do próprio Grupo. A marca aplicou R$ 332,4 milhões na implantação de novas usinas solares distribuídas, atingindo 440,7 MWp de capacidade instalada ao final de 2024. Já no segmento de biometano, foram investidos R$ 94,8 milhões em dois anos, com destaque para a conclusão da Agric, a primeira usina do Brasil baseada em um modelo 100% circular, que, quando for inaugurada, no segundo semestre de 2025, transformará resíduos agroindustriais em gás renovável e fertilizantes orgânicos.
Diversificação com gás natural fortalece transição para uma matriz de baixo carbono
Além disso, a companhia fortaleceu sua presença no mercado de gás natural com a consolidação da holding Energisa Gás, a aquisição de 51% da Norgás e a expansão da atuação no Nordeste, com participação indireta em quatro concessionárias de gás canalizado: Cegás (CE), Copergás (PE), Algás (AL) e Potigás (RN). Esse movimento posiciona a Energisa como uma das protagonistas da interiorização do gás natural no Brasil, com foco na descarbonização e na diversificação da matriz energética.
Em reconhecimento à sua performance em 2024, a Energisa conquistou 13 prêmios da Abradee, além de ter sete empresas do grupo listadas entre as melhores para se trabalhar segundo o ranking GPTW. Com presença em 977 municípios e mais de 20 milhões de pessoas atendidas em todas as regiões do país, a companhia encerra o ano reafirmando sua visão de longo prazo e anuncia investimentos de R$ 6,2 bilhões para 2025, dando continuidade ao seu plano estratégico de crescimento sustentável.
O Relatório de Sustentabilidade 2024 está disponível no site institucional da companhia e detalha os avanços da Estratégia Energisa 5D — baseada em Descarbonização, Diversificação, Digitalização, Descentralização e Democratização — que orienta todas as frentes de atuação do grupo.
De 17 a 20 de abril, as águas de Armação dos Búzios, no litoral do Rio de Janeiro, vão ganhar ainda mais movimento. É quando acontece a Energisa Búzios Sailing Week, o maior evento de vela oceânica do país, que promete reunir cerca de 500 competidores de todo o Brasil e transformar a cidade em um verdadeiro polo náutico.
O evento é mais que uma disputa entre velejadores: a regata é a conexão entre esporte, cultura e desenvolvimento local. Patrocinada pelo Grupo Energisa, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Estado do Rio de Janeiro, e organizada pelo Iate Clube Armação de Búzios (ICAB), com apoio da Prefeitura e da Associação Brasileira de Veleiros de Oceano (ABVO), a competição traz para a cidade não só os principais nomes da vela nacional, mas também turistas e fãs do esporte, movimentando a economia e reforçando o potencial da região para receber grandes eventos.
As regatas começam oficialmente no dia 17 de abril, com largadas diárias a partir do meio-dia. E tem mais: além das provas no mar, o público poderá apreciar uma programação cultural no ICAB, com shows ao vivo de artistas locais como o grupo As Buzianas, que traz o samba de roda para o palco, e Gustavo França e Trio, com um repertório animado e diverso.
Para quem vive a vela de perto, Búzios é um lugar privilegiado. A proximidade entre a marina e a raia permite que os atletas comecem os treinos poucos minutos depois de sair da terra firme — uma vantagem estratégica para equipes de alto rendimento e para quem está de olho no pódio.
Energisa + vela = conexão que transforma
A Energisa Búzios Sailing Week é um reflexo do que a companhia acredita: investir em esporte é também impulsionar comunidades, criar oportunidades e reforçar conexões que fazem diferença.
Com regatas emocionantes, uma paisagem deslumbrante e uma infraestrutura preparada para receber eventos desse porte, Búzios reafirma sua vocação para grandes eventos e recebe mais uma edição memorável da Energisa Búzios Sailing Week. O campeonato reforça o protagonismo da vela oceânica no Brasil e consolida a cidade como um destino imperdível para quem vive e respira o esporte à vela.
A arte visual paraibana está prestes a ganhar um novo impulso com o Lab Ocupação Artes Visuais, programa que será realizado pelo Ministério da Cultura por meio da Lei Rouanet. Idealizado pela Usina Cultural Energisa, em João Pessoa, o projeto conta com o patrocínio do Grupo Energisa e o apoio do Instituto Energisa.
Com execução prevista para o biênio 2025-2026, o projeto tem como principal objetivo estimular a produção artística local, fortalecer o circuito das artes visuais na Paraíba e ampliar o acesso da comunidade à arte contemporânea. Serão realizadas exposições coletivas, com curadorias especializadas, valorizando a diversidade de linguagens, narrativas e trajetórias dos artistas participantes.
O Lab Ocupação Artes Visuais é a principal ação cultural voltada para as artes visuais da Usina Cultural Energisa, em João Pessoa, e está presente no espaço desde a sua criação. Consolidado como um laboratório de experimentações artísticas e curatoriais, o projeto tem sido fundamental para impulsionar a produção contemporânea na Paraíba e fortalecer o circuito local.
Um espaço de criação e experimentação
A cada exposição, cinco artistas paraibanos ou residentes no estado terão a oportunidade de apresentar seus trabalhos ao público, sendo selecionados por meio de editais. Além disso, as exposições contarão com atividades pedagógicas, como oficinas, palestras e debates, tornando a experiência ainda mais rica e interativa.
Nosso objetivo é oferecer um espaço de criação e experimentação para os artistas visuais paraibanos, ao mesmo tempo em que fomentamos discussões sobre temas contemporâneos, como identidade, inclusão, meio ambiente e memória," explica Delania Cavalcante, coordenadora de Investimento social do Instituto Energisa.
Primeira exposição: cores, manipulação e percepção
O primeiro edital do programa já revelou as cinco artistas que abrirão o ciclo expositivo do Lab Ocupação. Luiza Bié, Retiel, Nadja Carvalho, Lola Pinto e Maya Oliveira foram selecionadas para a exposição "Cores que falam: manipulação e percepção", que ocorrerá entre março e abril de 2025.
A exposição estará aberta à visitação de 4 a 30 de abril, de terça a sexta-feira, das 13h às 18h, e aos sábados e domingos, das 16h às 19h.

O primeiro edital foi voltado exclusivamente para mulheres artistas, cis ou trans, residentes na Paraíba há pelo menos dois anos. A iniciativa busca ampliar a representatividade feminina no cenário das artes visuais e criar um espaço de valorização e visibilidade para a produção artística feita por mulheres.
A diversidade dos portfólios inscritos foi impressionante. Tivemos a participação de artistas de diferentes gerações e estilos, o que resultará em uma exposição rica e representativa da produção contemporânea paraibana", comenta Alena Sá, curadora da exposição inaugural.
O programa também garantiu espaço para novos talentos, alcançando artistas de cidades do interior da Paraíba. Segundo Dyógenes Chaves, artista paraibano convidado para ser curador da seleção:
Foi gratificante perceber que conseguimos mapear artistas em diferentes estágios da carreira, criando um intercâmbio entre nomes consolidados e novos talentos."
Muito além da galeria
O Lab Ocupação não se limita às paredes da galeria. A proposta inclui ações de arte-educação com estudantes da Grande João Pessoa, promovendo visitas mediadas e atividades conduzidas pelos próprios artistas e curadores. Além disso, todas as exposições e eventos serão documentados em fotografia e vídeo, com conteúdos divulgados na internet e enviados para a imprensa e instituições culturais para que todos tenham acesso a essas ações.
Queremos que a arte dialogue com a comunidade. As oficinas e debates são uma forma de aproximar as pessoas do universo artístico e incentivar a valorização da cultura local", destaca Delania Cavalcante.
Cultura acessível e diversa
Mais do que um espaço expositivo, o Lab Ocupação pretende contribuir para a formulação de políticas públicas voltadas às artes visuais, incentivando reflexões sobre inclusão, acessibilidade e identidade. Com a realização de sete exposições ao longo de dois anos, o projeto se consolida como um importante agente de valorização da produção artística paraibana através do Instituto Energisa.
Para saber mais sobre o programa e acompanhar os editais de seleção, acesse: http://labocupacao.art.br.