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Programação Cultural de Março dos Equipamentos do Instituto Energisa Programação Cultural de Março dos Equipamentos do Instituto Energisa

Publicada em: 24/02/2025

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 Sustentabilidade

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Brasil

Programação Cultural de Março dos Equipamentos do Instituto Energisa

Mantidos pelo Grupo Energisa, os equipamentos culturais do Instituto Energisa em Cataguases (MG), Nova Friburgo (RJ) e João Pessoa (PB) lançam sua programação para o mês de março, trazendo uma série de atrações para toda a população. Com eventos gratuitos e acessíveis, os espaços têm proporcionado atividades que envolvem a comunidade local, estimulando a arte, a cultura e a geração de renda. 

Cataguases (MG): Centro Cultural Humberto Mauro 

O Centro Cultural Humberto Mauro (CCHM), em Cataguases, preparou uma programação intensa para o mês de março. Confira as principais atrações: 

  • 6 de março - Exposição "AR" de Rafael Ski (Projeto Cataguartes): uma instalação interativa que ficará disponível até 29 de abril. Entrada gratuita, de terça a sábado, das 08h às 17h30. 

  • 11, 18 e 25 de março - Sessões de Cinema Itinerantes: exibição dos curtas “Sacis e Juju e as Bonecas”, “Santa”, “Casulo e Juju e as Bonecas” e “As Marcas da Água” em Piacatuba, Distrito Sereni e no CCHM. 

  • 16 de março - Show de Rap, Hip Hop e Trap: artistas locais como Junet, Tibrim ZL, BillNoBeat e Real Romim se apresentam no Anfiteatro Ivan Muller Botelho a partir das 18h. 

  • Edital Fábricas da Cultura: o CCHM está recebendo propostas culturais para compor sua programação durante todo o ano de 2025. Entre no site e saiba mais. 

Nova Friburgo (RJ) - Usina Cultural Energisa 

Em Nova Friburgo, a Usina Cultural Energisa está com uma programação vibrante e diversificada. Veja os eventos de destaque para o mês de março: 

  • 7 de março - Exposição "Sinfonia do Tempo" de Nicole Lumier: exposição que celebra o Mês da Mulher. 

  • 8 de março - Lançamento do Filme "Sobre Nós". 

  • 11 de março - Curso Imagem, Moda e Arte, com Carol Meyer. 

  • 14 de março - Início da Programação 2025: 

    - Projeto Luminosas: show musical de Bruna Bento. 

    - Projeto Resistência Artística: exposição "NATIVA – Arte, Natureza e Sociedade Contemporânea". 

    - Lançamento do Edital de Intervenção Artística: seleção para pintura do Painel Usina Cultura Nova Friburgo. 

  • 15 de março - Espetáculo de Dança "Pipoca" de Márcio Cunha. 

  • 21 e 22 de março - Expo Mulher: foco no empreendedorismo feminino, com rodadas de negócios, bate-papos e apresentações culturais. 

  • 28 de março - Café Literário com a escritora Márcia Lobosco. 

  • 29 de março - Show da Banda Os Bartira: celebrando 15 anos de carreira. 

  • Edital Fábricas da Cultura: a Usina segue recebendo propostas culturais para compor sua programação ao longo de 2025.

João Pessoa (PB) - Usina Cultural Energisa 

Em João Pessoa, a programação de março na Usina Cultural Energisa promete movimentar a cena artística local. Confira as atrações: 

  • 14 de março - Cantares e Tocares de Alcântara, com Reginaldo Salvador. 

  • 21 de março - Lançamento do Documentário “Queria você aqui pra ver o quanto eu tenho de você em mim” de Manuela Maria. 

  • 21 de março - Início do Viva Usina: projeto patrocinado pelo Grupo Energisa via Lei Rouanet, que ocupará a Usina com performances artísticas, shows musicais, artes cênicas, exposições de artes visuais e feiras criativas até outubro de 2025. A programação ocorrerá aos finais de semana e beneficiará a produção local paraibana. 

  • 22 de março - Rock na Usina: segunda edição do evento com bandas autorais da cena local. 

  • 23 de março - Feira Criativa Dia Verde: mais uma edição da feira que reúne produtores da economia criativa local. 

  • LAB Ocupação: o projeto que ocupa a Galeria de Arte da Usina com curadorias especiais inicia com a exposição “O Olhar que Cria: A Indução da Cor por Contraste Simultâneo” de Alena Sá, dando início a um ciclo de exposições até 2025. O projeto também selecionará artistas mulheres para curadorias futuras. 

Programação Completa e Acesso 

Toda a programação de março e os detalhes dos eventos podem ser conferidos nos canais de comunicação do Instituto Energisa (@institutoenergisa). 

Não perca a chance de aproveitar a cultura e a arte de forma gratuita em sua cidade! 

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Energisa apresenta episódio da série “Caça Tempestades” no Fantástico Energisa apresenta episódio da série “Caça Tempestades” no Fantástico

Publicada em: 24/01/2025

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 Sustentabilidade

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Brasil

Energisa apresenta episódio da série “Caça Tempestades” no Fantástico

Desvendar os segredos das tempestades na maior floresta tropical do mundo, mostrando como a transmissão de energia elétrica na região é impactada pela força dos temporais. Esse é o mote da série documental “Caça Tempestades”, que estreou no Fantástico. Produzida pelo Grupo Storm, com roteiro e direção de Iara Cardoso, a série teve episódio especial apresentado pela Energisa com apoio cultural do Instituto Energisa.

Na Amazônia, a rede elétrica está inserida em meio à floresta, o que torna sua operação um desafio constante. As torres de transmissão, que se elevam acima da copa das árvores, são os pontos mais suscetíveis à incidência de raios. Segundo o Grupo Storm, cerca de 15 milhões de descargas atmosféricas são registradas anualmente nas áreas de concessão da Energisa na Região Amazônica. De acordo com o Indicador de Desempenho do Sistema Interligado Nacional, do ONS, as condições meteorológicas adversas são as principais causas de perturbações em linhas de transmissão em todo o país. Em 2024, mais de 30% das interrupções foram causadas por questões climáticas e em 2023, cerca de 45% - o maior patamar da série histórica que teve início em 2012. De acordo com estudos do INPE/ELAT, os prejuízos ao setor chegam a R$ 500 milhões por ano, com a previsão de que esses danos possam chegar a R$1bilhão até 2030.

Para mitigar as consequências dos temporais, somente em 2024 a Energisa investiu 5,4 bilhões de reais a fim de garantir energia segura e confiável para todos. O valor foi destinado aos segmentos de distribuição e transmissão de energia do Grupo. “A Amazônia, devido a uma combinação de fatores geográficos, climáticos e atmosféricos, é especialmente propensa a tempestades de raios e ventos intensos. As mudanças climáticas tendem a aumentar a frequência dessas tempestades, acentuando os desafios de levar energia para a população. O documentário aborda esses desafios, além de explorar a conexão entre o desmatamento e a intensidade destes eventos.”, ressalta Tatiana Feliciano, diretora de Sustentabilidade e Gestão do Grupo Energisa.

Na região, as altas temperaturas e a umidade que paira sobre a copa das árvores criam condições altamente favoráveis para a formação de tempestades e raios. Este é o único lugar no Brasil onde os temporais ocorrem durante todo o ano, gerando cerca de 500 mil tempestades e 50 milhões de descargas atmosféricas registradas anualmente. Essa combinação de fatores torna a floresta uma das principais chaminés de raios do mundo.

Liderada pelo repórter Ernesto Paglia, o cientista Osmar Pinto Jr. e a cineasta Iara Cardoso, a expedição também busca compreender como as tempestades, impulsionadas pelas mudanças climáticas, estão abrindo clareiras na vegetação. Durante a viagem, eles também visitam o arquipélago de Anavilhanas, em Novo Airão, onde caem mais raios no país (68 descargas por km²/ano), e observam como as tormentas influenciam a cultura local dos povos indígenas.

No caminho, rastros de árvores derrubadas à beira da estrada revelam uma devastação alarmante: uma clareira equivalente a seis campos de futebol causada por uma rajada de vento conhecida como microexplosão. Nos últimos 35 anos, as quedas de árvores nessa circunstância quadruplicaram. Associados aos intensos temporais, os raios também contribuem para a destruição da floresta, atingindo cerca de duzentos milhões de árvores anualmente na Amazônia, resultando na morte de 50 milhões delas.

Ao longo de toda a expedição, a equipe conta com tecnologia avançada, como drones e estações meteorológicas, a fim de registrar os fenômenos naturais que moldam a Amazônia e permeiam a trajetória das pessoas, constituindo a cultura local. Um exemplo é a história do povo Kinjá, que possui uma relação especial com os trovões. Os caçadores buscam compreender essa conexão com os temporais entre os indígenas que foram dizimados durante a construção da BR 174. Denominados Kinjá, eles veem nas tempestades uma mensagem de esperança. Para eles, os trovões são sinais de que Mawa, seu deus, está vivo e um dia retornará.

Essa caça às tempestades é um convite para enxergar a Amazônia sob uma nova perspectiva. Queremos que o público, especialmente as novas gerações, compreenda a grandiosidade e a importância dos fenômenos naturais que ocorrem lá, e como as tempestades, em especial, desempenham um importante papel na manutenção do equilíbrio climático global, mas também representam um desafio crescente para as comunidades locais. É hora de olhar para esses detalhes inexplorados e perceber que, ao proteger a floresta, estamos protegendo a nós mesmos”, declara a cineasta Iara Cardoso.

Assista ao episódio 1 e ao episódio 2 da série e visite o site cacatempestades.com.br para mais informações.

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A ferro e fogo: o Brasil pelo olhar de artistas populares A ferro e fogo: o Brasil pelo olhar de artistas populares

Publicada em: 23/01/2025

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Mato Grosso do Sul

A ferro e fogo: o Brasil pelo olhar de artistas populares

O Arte nas Estações, idealizado pelo colecionador e gestor cultural Fabio Szwarcwald, apresenta A ferro e fogo, exposição que marca o encerramento de sua itinerância em Campo Grande. A mostra, que conta com patrocínio master da Energisa, ocupa o Centro Cultural José Octávio Guizzo até 19 de fevereiro, reunindo uma importante coleção de arte popular brasileira. A exposição convida o público a uma reflexão profunda sobre a história do Brasil, marcada por lutas, conflitos e a relação complexa entre o ser humano e a natureza.

O projeto nasceu de um movimento para dar visibilidade ao acervo do Museu Internacional de Arte Naïf (Mian), fechado em 2016 devido à falta de financiamento. O museu era considerado o maior do gênero no mundo, reunindo mais de 6 mil obras de 120 países. Diante do risco de dispersão das obras, Fabio Szwarcwald uniu forças com o curador Ulisses Carrilho, criando o projeto como uma forma de preservar e compartilhar esse legado.

“O pênalti perdido”, de Dalvan (1998)


Desde 2023, o projeto tem levado esse acervo para além do eixo Rio-São Paulo. A ferro e fogo é a terceira mostra apresentada em Campo Grande, depois de Entre o céu e a terra e Sofrência. A inspiração para o título vem de uma das músicas mais conhecidas da dupla Zezé di Camargo e Luciano:

A música A ferro e fogo, um fenômeno da cultura de massa, narra as mazelas que assolam a vida de um indivíduo. Da vida dura, no campo social, à vontade de ter o ser amado, na esfera pessoal”, observa Carrilho.

O nome da exposição também faz relembrar as grandes queimadas sofridas pelo Mato Grosso do Sul no último ano. As obras expostas retratam desde cenas do cotidiano no campo e na cidade até representações impactantes de momentos históricos como o embarque de escravizados, a morte de Zumbi dos Palmares, o enterro de Chico Mendes, além de denúncias sobre queimadas, desmatamento e a ditadura militar.

A ferro e fogo chega num momento em que Mato Grosso do Sul vive os efeitos das grandes queimadas. Então acho que essa exposição, que carrega o fogo no título, vem nos relembrar um pouco da urgência das ecologias como uma pauta política que fica radicalmente mais evidente”, analisa Carrilho.

“Queimadas”, de Odoteres Ricardo Ozias (2001)


A mostra busca homenagear a resistência do povo brasileiro ao longo de sua história, marcada por lutas e conquistas. As obras expostas evidenciam a força da natureza e a ação humana, complexificando as relações entre natureza e cultura. O curador convida os visitantes a "desconfiar da suposta ingenuidade um dia atribuída a esses artistas e perceber em cada fatura a densidade das denúncias presentes nas telas expostas".

Além da exposição, o Arte nas Estações oferece uma programação educativa especial, com oficinas gratuitas para crianças a partir de 5 anos (acompanhadas dos responsáveis), jovens e adultos, de terça a sábado, das 14h às 17h. A programação completa está disponível no site artenasestacoes.com.br ou Instagram @artenasestacoes.

“Independência ou morte”, de Lia Mittarakis (1992)


Serviço:

Exposição A ferro e fogo

  • Local: Centro Cultural José Octávio Guizzo – Rua 26 de agosto, 453 – Centro, Campo Grande (MS)
  • Datas: de 19 de dezembro de 2024 a 19 de fevereiro de 2025
  • Horários de visitação: Terça a sábado, das 9h às 18h (quinta, horário estendido até às 20h)
  • Entrada: Gratuita
  • Classificação: Livre
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Energisa ilumina o verão com cultura e tecnologia Energisa ilumina o verão com cultura e tecnologia

Publicada em: 15/01/2025

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Brasil

Energisa ilumina o verão com cultura e tecnologia

O verão é sinônimo de celebração, cultura e muita energia. Pensando nisso, a Energisa está presente na programação especial em Sergipe e na Paraíba, com eventos que dão visibilidade aos talentos regionais e às inovações tecnológicas nas artes. Ambos os estados receberam atrações que utilizam a técnica de videomapping (ou projeção mapeada), que consiste na projeção de vídeos e animações em superfícies irregulares, como fachadas de prédios, monumentos e outros objetos tridimensionais, criando ilusões óticas e efeitos visuais impressionantes que transformam o espaço urbano em uma tela dinâmica. Já em Mato Grosso do Sul, uma exposição sobre a atriz Glauce Rocha ocupa o Espaço Energia, somando-se à mostra permanente sobre a energia elétrica que é um sucesso com as crianças.

Sergipe Mapping e Verão Sergipe: luz, arte e tradição na capital e no litoral

[Atualização 17/01/2025]: Devido às fortes chuvas ocorridas no estado, comunicamos que o Sergipe Mapping foi adiado, para garantir a segurança de todos. Uma nova data será divulgada. Fiquem atentos no perfil @semapping para mais informações.

Em Sergipe, a Energisa apoia o “Verão Sergipe 2025”, um evento que passa por diversas cidades do litoral oferecendo uma programação variada com shows musicais de artistas sergipanos e nacionais, competições esportivas, apresentações de grupos folclóricos, feiras de artesanato e economia solidária.

A abertura da programação do Verão Sergipe fica por conta do Sergipe Mapping, um festival de projeção mapeada nos dias 16 e 17 de janeiro na Praça Fausto Cardoso, em Aracaju. O espetáculo combina música, apresentações artísticas e culturais, e intervenções visuais que exploraram a história e a cultura de Sergipe, desde os povos originários Kariri-Xocós até a ativista Maria Beatriz Nascimento, com 18 obras de videomapping, oficinas, passeios guiados e feira de economia criativa.

Para garantir o fornecimento de energia elétrica confiável durante todo o Verão Sergipe, a Energisa implementou o “Plano Verão”, intensificando as ações de manutenção preventiva desde outubro, com foco nas regiões litorâneas e nos municípios que sediam o evento. O plano já realizou mais de 36 mil podas de árvores próximas à rede elétrica, limpeza de mais de 13 mil estruturas para remover a maresia e outros poluentes, e mais de 10 mil serviços de manutenção, como substituição de conexões, isoladores e cruzetas.

O Plano Verão tem como foco principal as regiões litorâneas com festividades, do Verão Sergipe e Carnaval, nos hotéis, pousadas, bares e restaurantes, que costumam receber mais turistas. A distribuidora realiza manutenção diariamente nas regiões onde atua, mas intensifica mais ainda nessas regiões”, afirma o gerente de manutenção, construção e distribuição da Energisa, Thyago Tanouss.

Confira a programação completa:

Verão Sergipe

  • 17 a 19/01: Itaporanga d’Ajuda - Praia da Caueira
  • 24 a 26/01: Pacatuba - Ponta dos Mangues
  • 31/01 a 02/02: Canindé de São Francisco
  • 07 a 09/02: Pirambu
  • 14 a 16/02: Barra dos Coqueiros
  • 01 a 03/03: Carnaval do Abaís, em Estância


Usina de Verão 2025: arte e diversidade em João Pessoa (PB)

A Usina Cultural Energisa, em João Pessoa, abre suas portas para o “Usina de Verão 2025”, um evento que celebra a estação com uma programação diversificada durante os fins de semana de janeiro e fevereiro, das 17h às 22h. O espaço se transforma em uma plataforma de expressão cultural, reunindo coletivos artísticos locais com apresentações que misturam música, dança, artes visuais, performance e gastronomia.

O objetivo do "Usina de Verão 2025" é valorizar os artistas e coletivos de João Pessoa, promovendo a diversidade e a inovação, além de gerar discussões sobre sustentabilidade e o papel da arte no contexto urbano. A entrada é gratuita, com exceção do Baile Carnavalesco Cafuçu.

Confira a programação completa:

Endereço: Usina Cultural Energisa - R. João Bernardo de Albuquerque, 243 – Tambiá – João Pessoa /PB

Horário: das 17h00 às 22h00

Entrada: gratuita

  • 26/01: Oxi Lab – Música, Arte e Tecnologia Convida + Rieg e performance de Phiorella coral
  • 01/02: Baile carnavalesco Cafuçu (entrada paga: R$ 40 inteira / R$ 20 meia).
  • 07 e 08/02: Festival de Cinema, Música e Gastronomia “Larica Cine Festival”
  • 16/02: Coletivo Paraíba Vinil com discotecagem, feira de vinil e videomapping na fachada
  • 23/02: Furmiga Dub e seu bando e videomapping na fachada

Fachada da Usina Cultural Energisa, em João Pessoa (PB)


Espaço Energia: educação, cultura e memória em Campo Grande (MS)

Em Campo Grande, a Energisa oferece o Espaço Energia, um local que combina educação e cultura, proporcionando uma experiência imersiva no universo da energia elétrica. Através de exposições interativas, os visitantes aprendem sobre as diferentes fontes de energia, como economizar e o caminho que a eletricidade percorre até chegar às residências. O famoso “gerador de Van de Graaff” é uma das atrações mais populares, que demonstra os efeitos da eletricidade estática arrepiando os cabelos de quem toca na cúpula.

Além da sua função educativa, o Espaço Energia valoriza a arte e a memória local. Até 14 de fevereiro, o público pode conferir a exposição em homenagem à atriz campo-grandense Glauce Rocha (1930-1971), uma das grandes vozes do Cinema Novo. A exposição apresenta o curta-metragem documentário Jardim de Pedra: Vida e Morte de Glauce Rocha, dirigido por Daphyne Schiffer e Rodrigo Rezende, que resgata a trajetória da artista, desde sua infância em Mato Grosso até seu reconhecimento no cenário artístico nacional. A exposição explora a importância de Glauce para o teatro e o cinema brasileiros, abordando sua participação em filmes emblemáticos como Os Cafajestes, Terra em Transe e 5x Favela.

Endereço: Espaço Energia – Av. Afonso Pena, 3901, Campo Grande/MS

Datas: de 21 de novembro de 2024 a 14 de fevereiro de 2025

Horários:

  • Circuito educativo e exposição: de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h
  • Exibições do curta Jardim de Pedra: Vida e Morte de Glauce Rocha: terças e quintas-feiras, às 10h e 13h15 (16 min de duração)

Entrada: gratuita

Foto da exposição sobre Glauce Rocha

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Corrida de Reis celebra 40 anos em Cuiabá com recorde de participação Corrida de Reis celebra 40 anos em Cuiabá com recorde de participação

Publicada em: 14/01/2025

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 Sustentabilidade

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Mato Grosso

Corrida de Reis celebra 40 anos em Cuiabá com recorde de participação

Neste último domingo, 12 de janeiro, Cuiabá foi palco da 40ª edição da tradicional Corrida de Reis, a maior corrida de rua do centro-oeste. O evento bateu recorde de inscrições este ano, ultrapassando a marca de 20 mil participantes, entre corredores amadores, entusiastas do esporte e atletas de elite nacionais e internacionais. A Energisa esteve duplamente representada: além do patrocínio, centenas de colaboradores participaram da corrida. Um deles foi Vinícius Tavares, eletricista de distribuição em Rondonópolis, que viveu a emoção de sua primeira corrida de rua:

Comecei a correr tem pouco tempo, alguns meses só, já focado na preparação para a Corrida de Reis. É a minha primeira corrida de rua, o primeiro evento desse tipo que participo. Os dias anteriores foram de muita ansiedade, mas conseguir completar os 10 km da prova foi muito gratificante”, disse Vinícius.

Vinícius Tavares, eletricista de distribuição da Energisa MT


A Corrida de Reis, criada em 1984, promove a prática esportiva em Mato Grosso e tornou-se um importante evento no calendário esportivo nacional, sendo comparada à São Silvestre paulistana por sua tradição. Ao longo dos anos, cresceu exponencialmente ganhando projeção no Brasil e no mundo. Grandes nomes do atletismo brasileiro – como a atleta olímpica Marily dos Santos e o medalhista panamericano Giovani dos Santos – já passaram pelo percurso, além de corredores africanos que tradicionalmente dominam as primeiras colocações das provas de rua.

A corrida também representa histórias de superação e bem-estar para os colaboradores da Energisa. Erivelton Oliveira, que trabalha no Centro de Operações Integradas (COI) da empresa em Cuiabá, é um entusiasta da corrida de rua, que mudou sua qualidade de vida, saúde e o ambiente no trabalho. Além de correr, Erivelton é voluntário e ajuda na distribuição dos kits para os atletas.

A corrida entrou na minha vida há alguns anos e veio para ficar. Comecei caminhando por orientação médica, agora treino todos os dias. A corrida me traz muitos benefícios físicos e também mentais, como foco e alívio do estresse. Fui puxando outros colegas para o mundo da corrida e hoje temos um grupo no WhatsApp para combinar treinos e compartilhar dicas de exercício e alimentação. O percurso deste ano contou com menos subidas, mas o calor foi um grande desafio. A organização da prova é perfeita nesse sentido, com pontos de hidratação a cada 2 km”, relatou Erivelton.

Erivelton Oliveira, operador do COI da Energisa MT


O novo percurso veio para celebrar os 40 anos da prova. Começando na tradicional Ponte Sergio Motta, a corrida percorreu as ruas da capital até o SESI Papa, na Avenida Oátomo Canavarros, passando por pontos emblemáticos da cidade, como a Avenida Rubens de Mendonça, proporcionando aos corredores e espectadores uma experiência que mistura desafio esportivo e contemplação da paisagem urbana.

A segurança também é um destaque, com apoio de mais de 300 profissionais entre policiais, agentes de trânsito, equipes médicas e voluntários. Esta edição comemorativa foi um marco não apenas para o esporte, mas também para a cidade de Cuiabá, que acolhe com entusiasmo corredores e turistas de todo o mundo.

Vantuir da Silva Ferreira, é mais um operador do COI em Cuiabá e sempre praticou esportes. Ele é mais um entusiasta do atletismo e agora não corre mais sozinho: ele passou a paixão pelo esporte para a filha, que o acompanha em treinos e provas.

Eu sempre pratiquei esportes, jogava futebol, queria ser profissional, mas em um momento a carreira não decolou. Trabalho na Energisa há muitos anos e achei na corrida uma forma continuar me exercitando. Participo da Corrida de Reis desde 2017 e há 3 anos arrastei minha filha para o esporte e ela corre comigo também. É muito gratificante, porque é uma atividade física importante e por essa união da família”, revelou Vantuir.

Vantuir da Silva Ferreira, operador do COI da Energisa MT


Outra história de superação é a do eletricista de linha viva Sidnei Braga, de Juína, que percorreu 800 km para participar da prova pela segunda vez.

Juína é longe de Cuiabá, mas vale o esforço. A corrida entrou na minha vida há 3 anos e fez eu mudar todos os meus hábitos. Cheguei a pesar 110 kg, mas com o esporte e a alimentação, tudo mudou. Hoje, treino todo dia e estou trabalhando para chegar entre os 50 primeiros e fazer parte do pelotão de elite das corridas de rua”, contou Sidnei.

A Corrida de Reis de 2024 celebra o esporte e reforça a importância de eventos que promovem a integração social e cultural, transformando Cuiabá em um verdadeiro palco de superação e celebração. Seja para quem competiu ou apenas assistiu, o evento foi mais uma vez um sucesso do atletismo com a força da Energisa.

 

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Jardim de Pedra: a história esquecida de Glauce Rocha Jardim de Pedra: a história esquecida de Glauce Rocha

Publicada em: 06/01/2025

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 Sustentabilidade

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Mato Grosso do Sul

Jardim de Pedra: a história esquecida de Glauce Rocha

Você já ouviu falar em Glauce Rocha? É um nome que circula muito por aí, nomeando ruas, praças e teatros em diversas cidades do país. Em Campo Grande/MS, seu nome batiza o teatro da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). Mas afinal, quem foi Glauce Rocha?

Foi cursando jornalismo na UFMS que Daphyne Schiffer também se fez essa pergunta. Dessa curiosidade inquietante nasceu o curta-metragem documentário Jardim de Pedra: Vida e Morte de Glauce Rocha, dirigido por Daphyne e Rodrigo Rezende. O filme pode ser assistido dentro de uma exposição sobre Glauce que ocupa o Espaço Energia em Campo Grande até o dia 14/02.

Na época do curso de jornalismo, eu sempre frequentei o Teatro Glauce Rocha, que é o maior teatro da cidade. Eu sempre perguntava para as pessoas, quem foi Glauce Rocha? Ninguém sabia dizer, alguns achavam que era um homem. Eu quis descobrir quem era essa mulher, o que ela tinha feito, por que que ela dá nome a um teatro. Assim eu comecei a pesquisa e fui me apaixonando cada vez”, contou Daphyne.

Nascida em Campo Grande, em 1930, Glauce Rocha destacou-se como uma das grandes atrizes do teatro e do cinema brasileiros. Quando a atriz nasceu, o Mato Grosso ainda era unificado. Vinda de uma região ainda pouco representada nas artes nacionais, Glauce trouxe um olhar único e poderoso para o palco e as telas. Mudando-se para o Rio de Janeiro, logo se integrou aos círculos artísticos, tornando-se uma das vozes ativas do Cinema Novo, movimento que revolucionou o cinema brasileiro com sua abordagem crítica e inovadora.

No teatro, Glauce brilhou em montagens marcantes, sendo reconhecida por sua presença cênica e intensidade emocional. No cinema, atuou em filmes emblemáticos, como Os Cafajestes (1962), obra que desafia tabus da sociedade da época; Terra em Transe (1967), de Glauber Rocha, uma das obras-primas do Cinema Novo; além do icônico e revelador 5x Favela (1962). Seus trabalhos não apenas consolidaram sua posição como uma das grandes intérpretes brasileiras, mas também contribuíram para discutir temas políticos e sociais que marcaram os anos 1960 e 1970.

Um painel da exposição com fotos e a frase de Glauce Rocha: "Olha, o senhor me dá a licença de acreditar na natureza humana?"


Toda essa trajetória brilhante foi interrompida precocemente em 1971, aos 41 anos, devido a complicações de saúde. Sua morte foi uma perda irreparável para a cultura brasileira. Como no Brasil nem sempre temos os grandes nomes da cultura lembrados e reverenciados como deveriam, o filme de Daphyne Schiffer lança uma luz fundamental no legado desta grande mulher brasileira. A pesquisa foi intensa e envolveu a busca por fontes em Campo Grande, Rio de Janeiro e São Paulo.

Quando decidi fazer a pesquisa, tudo começou como meu trabalho de final de curso, mas o projeto foi crescendo. Sabendo que ela tinha trabalhado no Rio e em São Paulo, viajamos para lá e conseguimos entrevistar pessoas importantes que tiveram muito contato com a Glauce, como o Cacá Diegues. Fiz pesquisas no Arquivo Nacional e depois fui para São Paulo, onde conversei com atrizes que acompanharam a carreira da Glauce, como Norma Blum. Mas o lugar mais importante foi a Cinemateca Brasileira”, disse Daphyne.

A pesquisa na Cinemateca Brasileira trouxe à tona muitas informações sobre filmes, peças e participações de Glauce na construção de um cinema nacional vivo, premiado e combativo. Apesar de seu enorme talento, Glauce Rocha não era uma atriz que queria o glamour do tapete vermelho. Os holofotes só serviam para quando estava em cena. Totalmente entregue com paixão à sua profissão, Glauce atuava como quem luta para educar e transgredir.

Um painel da exposição com fotos e a frase de Glauce Rocha: "Minha função não é ser estrela, é ser atriz"

Com o material que recolhemos, é possível fazer um longa sobre a Glauce. Achei histórias maravilhosas. Como quando um espectador dormiu no meio de uma peça e ela o acordou dizendo que teatro não era lugar de dormir e sim de refletir! Outra bem impactante é quando uma de suas falas em uma peça foi censurada pela ditadura militar. Glauce usou gestos bem expressivos que traduziam no corpo o que não podia ser dito em voz alta. Isso saiu nos jornais, ela foi levada à delegacia, teve que prestar depoimento e correu muitos riscos, mas não admitia ser censurada”, contou a diretora.

A passagem pelo Rio de Janeiro levou Daphyne ao Retiro dos Artistas, um local que já teve um jardim com o nome de Glauce Rocha, segundo seu biógrafo José Octávio Guizzo. Mas, o Brasil é mesmo um país afeito a apagamentos. Aqui onde tudo parece construção e já é ruína, como diz Caetano Veloso.

Quando cheguei ao Retiro dos Artistas não achei o jardim, achei apenas um pátio acimentado, um jardim de pedra. Isso me pareceu tão simbólico sobre esses esquecimentos e o que escolhemos lembrar da nossa cultura. Ali entendi que essa metáfora deveria ser o nome do filme”, revelou Daphyne.

No documentário, a atriz Norma Blum nos fala sobre como um país sem memória é um país sem futuro, de como precisamos resgatar esse passado, entender quem e o que veio antes de nós para poder seguir em frente, corrigindo os erros do passado e inventando um novo futuro. É isso que o filme de Daphyne faz pela memória de Glauce Rocha, do teatro e do cinema brasileiros.

Se você mora em Campo Grande, pode ir ao Espaço Energia ver a exposição sobre Glauce Rocha e assistir ao curta Jardim de Pedra: Vida e Morte de Glauce Rocha. Ou siga o perfil @jardimdepedraofilme para descobrir as próximas exibições em outros locais.

Glauce Rocha vive não apenas nos teatros, ruas e espaços que levam seu nome, mas também na memória de quem se dispõe a redescobrir sua história e seu legado. Ao apoiar projetos como Jardim de Pedra, a Energisa reforça seu compromisso com a valorização da cultura brasileira. É por meio de ações como essa que a empresa contribui para manter viva a memória de quem ajudou a moldar nossa arte, inspirando novas gerações e conectando as comunidades ao rico patrimônio cultural brasileiro.

Uma folha de jornal com a manchete: "Glauce Rocha volta a brilhar"


Serviço:

  • Exposição sobre Glauce Rocha
  • Local: Espaço Energia (Av. Afonso Pena, 3901, Campo Grande/MS)
  • Datas: de 21 de novembro de 2024 a 14 de fevereiro de 2025
  • Horários:
    • Exposição: de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h
    • Exibições do curta Jardim de Pedra: Vida e Morte de Glauce Rocha: terças e quintas-feiras, às 10h e 13h15 (16 min de duração)
  • Entrada: gratuita
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Nova sede da Orquestra Jovem de Sergipe é inaugurada Nova sede da Orquestra Jovem de Sergipe é inaugurada

Publicada em: 03/01/2025

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Sergipe

Nova sede da Orquestra Jovem de Sergipe é inaugurada

A Orquestra Jovem de Sergipe viveu um momento marcante no dia 11 de dezembro, com a inauguração de sua sede própria no Bairro Santa Maria, consolidando uma década de trabalho dedicado à transformação social por meio da música. O espaço foi projetado para oferecer melhores condições de aprendizado para crianças e jovens de bairros como Santa Maria e 17 de março, áreas de vulnerabilidade social na capital sergipana. Desde que foi criada, em 2014, a Orquestra Jovem de Sergipe é um projeto realizado pelo Instituto Banese e Governo de Sergipe, apoiado pelo Grupo Energisa, através da Lei de Incentivo à Cultura.

A inauguração foi marcada por um emocionante concerto da Orquestra, que reuniu músicas populares, temas de filmes, canções natalinas, com a participação de músicos e intérpretes sergipanos.

Concerto de inauguração da nova sede


Para a Energisa é uma honra apoiar a Orquestra Jovem de Sergipe que há 10 anos tem mudado a realidade dessas crianças e adolescentes e impulsionado sonhos. Parabéns pelo trabalho social que vocês desenvolvem mudando a realidade de mais 600 crianças e jovens que já passaram por este projeto ao longo desses anos. Essa parceria com o Instituto Banese reafirma o nosso compromisso com a Sustentabilidade de trabalhar com e para a comunidade!”, afirma Roberto Currais, diretor-presidente da Energisa Sergipe.

O novo espaço proporciona mais liberdade e qualidade para as atividades realizadas pelos cerca de 260 jovens atendidos pelo projeto.

A sede própria reforça nossa identidade no bairro Santa Maria. Além disso, teremos mais liberdade para desempenhar nossas atividades. Sem falar na adequação acústica que nos proporcionará um salto em qualidade e aprendizado”, destacou o maestro Márcio Bonifácio durante a cerimônia

Para Hilana Alves, aluna de oboé, a inauguração representa uma nova fase.

A expectativa para essa nova sede é muito alta. Estou no projeto desde o início do naipe de sopros e esse ano está sendo muito especial. A nossa história alcançará todos os municípios de Sergipe e trará ainda mais benefícios para o projeto”, afirmou.

Uma década de transformação social

Desde 2014, a Orquestra Jovem de Sergipe tem levado a música clássica para crianças e adolescentes dos bairros Santa Maria e 17 de Março, oferecendo formação musical em instrumentos de cordas, sopros, percussão, canto coral e musicalização. O projeto não apenas desperta talentos, mas também promove valores como disciplina, trabalho em equipe e autoconfiança, abrindo portas para a profissionalização.

A trajetória da Orquestra conta com uma série de apresentações ao lado de grandes nomes da música, como Vanessa da Mata, Erasmo Carlos e João Ventura, além de concertos realizados em diversas cidades de Sergipe.

Se você tem interesse em conhecer e participar do projeto, pode entrar em contato através do perfil da orquestra no Instagram @orquestrajovemdesergipe.

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Mudanças climáticas reduzem nascimentos de tartarugas no Guaporé Mudanças climáticas reduzem nascimentos de tartarugas no Guaporé

Publicada em: 18/12/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Rondônia

Número de nascimentos de quelônios no Tabuleiro do Guaporé reduz de mais de 1,4 milhão em 2023 para 349 mil em 2024

O final do ano é tradicionalmente um momento de emoção e esperança para a fauna brasileira, especialmente para as tartarugas-da-amazônia. No entanto, 2024 trouxe uma triste realidade: o número de nascimentos de tartarugas no Tabuleiro do Guaporé, o maior berçário de quelônios do Brasil, caiu drasticamente. Em 2023, mais de 1,4 milhão de filhotes nasceram, mas este ano, devido aos efeitos de mudanças climáticas e outros fatores, o número foi reduzido para apenas 349 mil nascimentos.

Este evento faz parte do Projeto Quelônios do Guaporé, uma iniciativa que envolve a Associação Comunitária Quilombola e Ecológica do Vale do Guaporé (Ecovale), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Energisa, que apoia o projeto pelo quarto ano consecutivo. Além da soltura das tartarugas, a programação inclui atividades de conscientização ambiental para as comunidades locais.

Conservação essencial para a sobrevivência da espécie

O trabalho de conservação no Tabuleiro do Guaporé tem sido crucial para a sobrevivência das tartarugas-da-amazônia. Segundo Mateus da Cruz, técnico ambiental do Ibama, as ações de preservação ajudaram a tirar a espécie da lista de extinção, colocando-a agora na categoria de vulnerabilidade. 

Apenas 1% dos filhotes que nascem conseguem alcançar a fase adulta e se reproduzir. Por isso, nosso trabalho é essencial para garantir a preservação da biodiversidade”, destacou.

Equipe trabalhando na soltura das tartarugas-da-amazônia


Impactos climáticos e desafios de 2024

Em 2024, o número de nascimentos foi muito inferior ao de anos anteriores, refletindo os impactos dos eventos climáticos extremos que afetaram a região. De acordo com o Ibama, a seca recorde, as queimadas e a cheia dos rios provocaram um efeito cascata no ciclo reprodutivo das tartarugas, resultando em um atraso significativo na desova e na redução do número de nascimentos.

José Carratte, biólogo da Energisa que acompanha o projeto, explicou o motivo dessa redução:

A fumaça dificultou a visibilidade, e as tartarugas acabaram demorando mais do que o normal para chegar às praias para desovar, o que impactou diretamente o número de filhotes nascendo”, explicou Carratte.

Além disso, a cheia dos rios é outro fator preocupante. O aumento repentino do nível das águas pode submergir os ninhos e comprometer a sobrevivência dos filhotes. 

Com a elevação rápida do nível dos rios, muitos filhotes acabam sendo afogados antes de conseguir alcançar o ambiente aquático”, completou Carratte.

José Carratte, biólogo da Energisa responsável pelo acompanhamento do Projeto Quelônios do Guaporé
José Carratte, biólogo da Energisa responsável pelo acompanhamento do Projeto Quelônios do Guaporé


Outro desafio que tem afetado a sobrevivência das tartarugas-da-amazônia é a presença de outros predadores. Como se não bastassem as condições climáticas adversas, o rio Guaporé agora abriga pirarucus, uma espécie de peixe exótica e invasora. Esses peixes gigantes se alimentam de pequenos animais, incluindo as tartaruguinhas, representando um novo risco para a população de quelônios.

Ação Conjunta para a Preservação

Apesar dos desafios, a colaboração entre Ecovale, Energisa, Ibama e as comunidades locais têm sido fundamental para minimizar os impactos e garantir que o maior número possível de filhotes tenha a chance de sobreviver. Em 15 de dezembro, uma força-tarefa formada por essas entidades conseguiu resgatar mais de 200 mil filhotes de tartarugas, que foram liberados com segurança no rio Guaporé.

Nosso trabalho é uma corrida contra o tempo. Precisamos identificar os ninhos rapidamente e resgatar os filhotes antes que a água os afogue”, afirmou Carratte.

Em 2024, os bancos de areia do rio Guaporé aumentaram devido à seca, expondo os filhotes a novos riscos e comprometendo sua sobrevivência.

Isso foi outro agravante para os filhotes que acabam de nascer. Como eles precisam levar mais tempo para cruzar o banco de areia até o rio, ficam mais expostos aos predadores, como urubus, jacarés e aves, e ao calor forte desta época do ano”, relata César Guimarães, superintendente do Ibama em Rondônia.

Parcerias para um Futuro Sustentável

A colaboração entre Ecovale, Energisa, Ibama e as comunidades locais é um exemplo de modelo de preservação ambiental. José Soares, presidente da Ecovale, destacou o papel da Energisa:

A Energisa tem sido fundamental, não só fornecendo energia solar para as bases, mas também com recursos que possibilitam a realização de atividades educativas e logísticas”, afirmou.

Esse apoio tem sido essencial para enfrentar os desafios climáticos e assegurar que o Tabuleiro do Guaporé continue sendo um local seguro para o nascimento das tartarugas-da-amazônia.

Parte da equipe do Projeto Quelônios do Guaporé


O futuro da biodiversidade amazônica

A preservação das tartarugas-da-amazônia exige esforço contínuo e colaboração. Embora a região amazônica enfrente desafios cada vez maiores devido às mudanças climáticas e à ação humana, o trabalho realizado pelas entidades envolvidas no Projeto Quelônios do Guaporé demonstra que, com união, é possível minimizar os impactos e garantir a sobrevivência das espécies locais.

O incentivo a essas iniciativas é crucial para a preservação da fauna amazônica e para o fortalecimento de uma cultura de responsabilidade ambiental. Cada tartaruga que chega ao rio é uma vitória para a biodiversidade e um passo em direção a um futuro mais sustentável.

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Instituto Energisa lança edital para ocupação de espaços culturais Instituto Energisa lança edital para ocupação de espaços culturais

Publicada em: 11/12/2024

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 Sustentabilidade

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Brasil

Instituto Energisa lança edital para ocupação dos seus espaços culturais

Os centros culturais do Instituto Energisa em João Pessoa (PB), Cataguases (MG) e Nova Friburgo (RJ) têm sido protagonistas na valorização da arte e da cultura regionais, conectando artistas e público em experiências marcantes. Mais uma vez, eles abrem suas portas com o edital “Fábricas da Cultura”, que oferece ocupação gratuita desses espaços a projetos inovadores e transformadores.

Em 2024, o edital recebeu 172 iniciativas culturais nas mais diversas linguagens, beneficiando 25 mil pessoas e gerando 700 ocupações temporárias vindas de produções independentes e apoiando projetos aprovados em editais públicos da Lei Paulo Gustavo (LPG), FUNARTE, entre outros. Agora, a proposta é dar continuidade a essa história vibrante, ampliando o alcance das expressões culturais brasileiras.

O edital deste ano traz uma importante inovação: os novos projetos selecionados serão divulgados semanalmente, em vez de serem convocados a cada trimestre. O objetivo é trazer mais frescor e dinamismo à programação, com projetos em sintonia com novidades da cultura.

Com o Edital Fábricas da Cultura, o Instituto Energisa abre as portas de seus equipamentos culturais – instalados em Cataguases (MG), Nova Friburgo (RJ) e João Pessoa (PB), para impulsionar o potencial artístico dos territórios onde o Grupo Energisa atua, valorizando a diversidade e as vozes locais. Dessa forma, produtores que antes não encontravam espaço podem difundir suas criações podem, em nossos equipamentos, mostrar suas potências artísticas com formação de plateia através desse diálogo direto com o público”, afirma Delania Cavalcante, coordenadora de Investimento Social do Grupo Energisa

As inscrições estão abertas para projetos das áreas de artes cênicas, artes visuais, audiovisual, propostas de tecnologia e inovação, música, literatura, cultura popular, feiras criativas, festivais e encontros de coletivos. A seleção será pautada por critérios como inovação, pluralidade, acessibilidade, diversidades, valorização da cultura regional e produção criativa local, e capacidade técnica. O processo de inscrição é simples, online e gratuito. Confira no final da matéria os links do edital e do formulário de inscrição.

Conheça a seguir os 4 centros culturais mantidos pelo Instituto Energisa com inscrições abertas para receber projetos. Nos anexos do edital, é possível consultar as informações técnicas detalhadas sobre cada espaço cultural.

João Pessoa (PB) – Usina Cultural Energisa

Localizada na antiga sede da primeira subestação da capital da Paraíba, a Usina Cultural Energisa é um exemplo de ocupação cultural dos típicos galpões industriais construídos no início do século XX.

Três espaços estão contemplados neste edital: a Sala Vladimir Carvalho (palco para apresentações de teatro e música, debates, palestras e sessões audiovisuais), a Tenda da Música (que recebe performances e apresentações musicais) e uma área externa com jardins (ideal para feiras criativas, performances e apresentações de circo). Em 2024, a Usina realizou mais de 230 ações e iniciativas culturais, com um público total de mais de 26 mil pessoas.

Entre os destaque está o “Natal na Usina”, realizado há mais de 10 anos, e já uma tradição na cidade, com uma programação repleta de música, dança, filmes, contação de histórias, circo e muito mais. O projeto acaba de ser reconhecido como Patrimônio Cultural e Imaterial da Paraíba.

A Energisa tem um papel importantíssimo no cenário cultural da Paraíba, como um dos maiores fomentadores das artes do estado. A marca é reconhecida pelo seu engajamento com o saber cultural e pela extrema relevância como apoiadora, não só como patrocinadora, mas também como germinadora de projetos, através da Usina Cultural Energisa, uma das maiores casas para a cultura da Paraíba”, afirma Dina Faria, produtora executiva do Natal na Usina e Viva Usina.

Palco do Natal na Usina


Cataguases (MG) - Centro Cultural Humberto Mauro e Anfiteatro Ivan Müller Botelho

Centro Cultural Humberto Mauro foi inaugurado no ano de 2002, nas instalações do antigo Cine Machado, e hoje abriga o Cineteatro Paulo César Saraceni (palco para sessão de filmes, palestras e apresentações de teatro, música e circo),  a Galeria Zequinha Mauro (que recebe exposições de artistas locais e nacionais), além da Sala Multimídia Mônica Botelho. Por sua vez, o Anfiteatro Ivan Muller Botelho é anexo ao prédio da Energisa e ao Museu Energisa, e recebe palestras, shows e apresentações de teatro. O charme do espaço fica por conta do teto retrátil, que pode ser aberto para transbordar a noite estrelada para dentro do evento.

Um dos eventos de destaque na última temporada foi o Mix Cultural, que reuniu uma programação multilinguagem com shows e espetáculos de teatro, dança, audiovisual, música e artes visuais. Em 2024, mais de 24 mil pessoas desfrutaram das atividades do espaço, com foco no audiovisual e na memória do cinema brasileiro.

Nova Friburgo (RJ) – Usina Cultural Nova Friburgo

Usina Cultural Nova Friburgo está localizada no antigo prédio do escritório da Companhia de Eletricidade da cidade, diante da belíssima Praça Getúlio Vargas, no centro de Nova Friburgo. O centro cultural recebe mostras, cursos, palestras, debates, apresentações de teatro, música e dança. Entre os espaços oferecidos neste edital estão a Sala Maestro Joaquim Naegele (Teatro Usina), o Café da Usina, o Salão Nobre e um espaço anexo. A Usina Cultural é um dos principais centros de arte e cultura da cidade. A temporada de 2024 recebeu mais 28 mil pessoas em 160 atividades, abrindo o ano com a exposição “UnoDiverso” (dentro do projeto “Resistência Artística”) e seguindo com outros projetos de grande repercussão, como a 2ª edição do “Usina Viva”.

A Usina Cultural Energisa desempenha um papel vital na promoção e preservação da cultura em Nova Friburgo. Como um espaço multifuncional, ela oferece uma variedade de atividades culturais, além de servir como um ponto de encontro para artistas locais e visitantes, estimulando a troca de ideias e inspirando a criação artística”, afirma Daniel Figueira, secretário de cultura de Nova Friburgo.

Programa Energisa Cultural

Além desta seleção de ocupação gratuita, a Energisa mantém o programa Energisa Cultural, que recebe projetos que buscam patrocínio através de leis de incentivo em todo o Brasi, podendo ou não ser realizados nos nossos centros culturais. As propostas também podem ser enviadas ao longo de todo o ano. Confira mais informações e descubra como enviar o seu projeto de patrocínio.

Serviço:

Edital de seleção de ocupação gratuita dos centros culturais 2025

  • Período de inscrição: a partir de 10/12/2024, aberto de forma contínua até o fim de 2025
  • Divulgação de selecionados: semanalmente
  • Regulamento: confira o edital completo
  • Inscrições: preencha o formulário
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Fest Aruanda 2024 celebra o cinema paraibano e internacional Fest Aruanda 2024 celebra o cinema paraibano e internacional

Publicada em: 06/12/2024

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 Sustentabilidade

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Paraíba

Fest Aruanda 2024 celebra o cinema paraibano e internacional

A Paraíba se transforma em palco para o cinema e a diversidade cultural com a 19ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Internacional, que acontece de 5 a 11 de dezembro em João Pessoa. Celebrando quase duas décadas de história, o festival reafirma seu compromisso de encurtar distâncias e promover diálogos entre o cinema local, nacional e, agora, internacional.

Este ano, o evento dá um passo marcante rumo à internacionalização, apresentando pela primeira vez produções de jovens cineastas de países como Estados Unidos, China e da União Europeia. Entre os destaques estão as animações chinesas que mesclam tradição e modernidade e uma seleção de filmes de gênero da Europa e dos EUA. Essa troca cultural evidencia o papel transformador do Fest Aruanda no cenário cinematográfico, proporcionando uma rica diversidade estética e temática.

O festival também presta homenagens a grandes nomes da cultura paraibana e nacional. Este ano, são celebradas as trajetórias do cineasta Vladimir Carvalho e do fotógrafo Manoel Clemente, que faleceram em 2024, além de homenagens às atrizes Suzy Lopes e Lucy Alves, e ao cinéfilo Ivan Cineminha. A valorização da chamada “prata da casa” é reforçada por mostras paralelas como o Panorama do Cinema Negro Paraibano e a Mostra Sob o Céu Nordestino, que destacam talentos locais.

Com patrocínio master da Energisa, o Fest Aruanda também promove encontros e debates por meio dos “Diálogos Audiovisuais Aruanda-Energisa”, conectando diretores e especialistas em painéis e mesas redondas que discutem temas como preservação audiovisual, narrativas cinematográficas e a descentralização da produção audiovisual na Paraíba. A parceria reflete o compromisso da Energisa em impulsionar a cultura e fomentar espaços que conectam arte, educação e tecnologia.

Entre as atividades de formação, o festival oferece oficinas como o Laboratório de Narrativas Cinematográficas, conduzido pela diretora Susanna Lira, e workshops sobre cinema 3D, proporcionando um mergulho nas técnicas e na magia do audiovisual.
O Fest Aruanda reafirma-se como um farol cultural, fortalecendo a identidade regional e conectando a Paraíba com o mundo. Confira a programação completa no PDF abaixo, repleta de sessões gratuitas e atrações imperdíveis para os amantes do cinema e da cultura.

 

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