#0099cd

Notícias

Mudanças climáticas: um desafio coletivo Mudanças climáticas: um desafio coletivo

Publicada em: 27/06/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

Região: 

Brasil

Mudanças climáticas: um desafio coletivo

O clima no planeta Terra se alterou. Para sempre. Se modelos meteorológicos anteriores apontavam para um aquecimento da temperatura global entre 1 e 1,5 ºC em 2030 – alguns indicavam que isso somente ocorreria ao redor de 2050 –, o que se vê na prática hoje são termômetros ao redor do mundo já contabilizando esse 1,5 ºC adicional. Ou seja, o aquecimento global é real, palpável e está se materializando neste exato momento. 

O desdobramento desse acréscimo de temperatura se traduz em calor extremo, ventos acima da média histórica, descargas atmosféricas, chuvas torrenciais, inundações... Em suma, catástrofes naturais das mais diferentes matizes e intensidades.

A Organização Meteorológica Mundial, desde os anos 1970 até 2019, registrou mais de 11 mil desastres atribuídos a eventos climáticos severos no mundo. Nesse período, foram mais de 2 milhões de mortes e mais de US$ 3,6 trilhões em perdas. Daí, você já vê o tamanho do desafio”, explica Nicolas Manfredi, diretor técnico de Geração e Transmissão do Grupo Energisa.

Nos últimos 3 anos, os prejuízos financeiros já alcançaram R$ 18 bilhões no Brasil somente com moradias danificadas e destruídas por catástrofes naturais, sem contabilizar ainda as perdas recentes pelas inundações no Rio Grande do Sul.

Ciente desse cenário, a Energisa tem tomado uma série de medidas para contornar eventuais situações de perigo e amenizar danos aos mais de 20 milhões de brasileiros atendidos pelos seus serviços de distribuição energia elétrica e gás natural.

Na Semana do Meio Ambiente, o Grupo fez uma live para debater os efeitos das mudanças climáticas junto ao seu negócio, o que engloba não só ativos, mas fundamentalmente sua base de clientes. Além do diretor-técnico Nicolas, apresentaram cases Michael Douglas, especialista ambiental de Geração e Transmissão;  Rodrigo Fraiha, diretor-técnico da Energisa Paraíba; Raphael Pereira, diretor-técnico da ES Gás; Jorge Sírio, business partner de Comunicação da Energisa Mato Grosso; e Ana Paula Paes, meteorologista do grupo Storm. A live foi mediada por Vivian Inácio, gerente de sustentabilidade do Grupo Energisa.

No bate-papo ao longo do evento, ficou claro o empenho do Grupo na adoção de medidas que mitiguem os efeitos das mudanças climáticas. O conjunto de iniciativas vai de reservas florestais a programas sociais, ambientais e de orientação para clientes e comunidades onde a empresa está inserida.

Preservação e reflorestamento

Uma dessas medidas é a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) da Usina Maurício, em Leopoldina (MG). Com cerca de 300 hectares, a RPPN equivale a aproximadamente 300 campos de futebol preservados. Nessa mesma linha, outra investida se dá na região amazônica, onde o Grupo Energisa viabiliza um projeto voltado ao reflorestamento desse bioma.

A gente investiu R$ 5 milhões em reflorestamento do bioma amazônico através do fundo Floresta Viva”, conta Vivian Inácio, gerente de sustentabilidade do Grupo Energisa.

Também nessa empreitada contra o aquecimento do planeta está o desligamento das usinas térmicas. Segundo a companhia, isso evitou a emissão anual de 388 mil toneladas de carbono equivalente, ou seja, os gases do efeito estufa. Em outras palavras, é como se o Grupo Energisa tivesse preservado quase 800 estádios do Maracanã de vegetação de área plantada. 

Uma iniciativa inovadora adotada pelo Grupo é o uso de drones para o lançamento de cabo na construção de linhas de transmissão. O equipamento consegue reduzir significativamente a necessidade de supressão vegetal e, indiretamente, os danos à fauna. A Energisa Tocantins Transmissora, por exemplo, registrou uma redução de 21% na supressão vegetal com o uso desse procedimento.

É uma técnica relativamente nova, que traz diversos ganhos para o projeto, mas principalmente acarreta ganho ambiental”, afirma Michael Douglas.

Ainda que muito esteja sendo feito, o desafio do Grupo Energisa é enorme, já que há muitas linhas de transmissão de energia em áreas pouco habitadas, difíceis de serem acessadas, e que sofrem cada vez mais com a sazonalidade das estações do clima e o enfurecimento da natureza diante do aquecimento do planeta.

A lição de Nova Friburgo (RJ)

Rodrigo Fraiha, diretor-técnico da Energisa Paraíba, lembra que o Grupo Energisa ganhou consciência sobre o impacto das mudanças climáticas de uma maneira muito dolorida. E repentina. Foi em 2011, em Nova Friburgo (RJ). 

A região serrana do estado do Rio de Janeiro, onde fica o município, recebeu 265 milímetros de chuvas em pouco mais de 8 horas, resultando em quase mil mortes e mais de 35 mil desabrigados. 

A Energisa foi pioneira no setor elétrico brasileiro, por meio de um P&D que desenvolveu uma plataforma de monitoramento das condições climáticas, denominada Netclima, e um plano de contingência integrado que possuem ações nas etapas de antecipação, monitoramento, resposta e recuperação. E esse plano envolve todas as distribuidoras e as áreas de apoio, explica Rodrigo.

Anualmente, esse plano é aprimorado com base nos eventos climáticos severos que vêm ocorrendo. Exemplos incluem a tempestade de areia em 2021 no Mato Grosso do Sul e as situações decorrentes das fortes chuvas no estado de São Paulo em 2023, quando a Energisa conseguiu restabelecer 95% do fornecimento de energia nas suas áreas de atuação em até 24 horas.

Hoje, temos um plano de contingência integrado que permite nos anteciparmos, indicando como monitorar, como responder, como recuperar. E esse plano envolve toda a empresa. Todas as áreas da empresa”, explica Rodrigo.

A partir deste mês, o Grupo Energisa também inicia treinamentos com simulações de contingência, com o objetivo de refinar processos e treinar todo o time das unidades.

Desafios subterrâneos no gás natural

Sob essa lógica das catástrofes naturais decorrentes das mudanças climáticas, é possível dizer que o que está debaixo da terra está seguro, correto? A resposta é não. E quem assegura é Raphael Pereira, diretor-técnico da ES Gás do Grupo Energisa. Na live, Raphael explicou que grande parte do ativo da distribuição de gás natural está no subsolo, mas isso não significa que está totalmente protegido. Quer um exemplo?

A gente na distribuição de gás se preocupa com a queda de árvores, não em função dos galhos em si, que normalmente são um problema na distribuição de energia elétrica, mas em função da raiz. Se a base da árvore se desprende do chão, isso pode danificar a nossa infraestrutura subterrânea. Chuvas intensas também podem causar movimentação de solo, expondo a tubulação subterrânea. Isso pode gerar uma ruptura do tubo, causando desabastecimento ou até um grande evento de segurança”, detalha.

União de forças contra as mudanças climáticas

O fato é que todos precisam participar da solução, porque os custos projetados são estratosféricos. E o aquecimento global já é uma realidade.

Foi o 11º mês com recordes de temperatura. Então, a gente já vem, há cerca de um ano, registrando recordes em nível mundial”, afirma Ana Paula Paes, meteorologista do grupo Storm.

A consequência disso é que os eventos climáticos devem causar um prejuízo de mais de R$ 100 milhões por ano no ecossistema de fornecimento de energia até 2030 – sendo que esse número pode até dobrar a dependendo do impacto.

Portanto, o desafio está posto, como destacou Vivian Inácio, gerente de sustentabilidade do Grupo Energisa. Mas ela aposta que o segredo está nas pessoas:

Independentemente do plano, as pessoas são a nossa potência. São elas que vão fazer com que todo esse planejamento, toda essa discussão se torne realidade na ponta, fazendo a diferença junto aos nossos clientes. Essa é a nossa força.”

Ver matéria completa

Notícias

Prevenção e educação: as chaves para combater incêndios no Tocantins Prevenção e educação: as chaves para combater incêndios no Tocantins

Publicada em: 27/06/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

Região: 

Tocantins

Prevenção e educação: as chaves para combater incêndios no Tocantins

Depois de um começo de ano marcado por tempestades intensas, o Tocantins chega agora ao período de estiagem, que ocorre anualmente entre maio e setembro. Durante esses meses, o clima é caracterizado por calor intenso e baixa umidade, criando condições propícias para a ocorrência de queimadas. No ano passado, um incêndio devastou mais de 70% do Parque Estadual do Jalapão, um dos tesouros naturais da região, onde se produz o famoso capim-dourado. As queimadas não só empobrecem o solo, como também prejudicam a saúde humana e animal devido à fumaça e à poluição do ar.

Além dos impactos ambientais devastadores, as queimadas afetam diretamente a rede elétrica, provocando interrupções de energia e curtos-circuitos que podem colocar em risco a vida da população. Mesmo quando não atingem diretamente a rede, o calor intenso e as faíscas podem causar danos significativos. Como cerca de 90% da rede elétrica do Tocantins é localizada na zona rural, as queimadas representam um desafio direto para a Energisa, que tem investido em ações de prevenção e combate aos incêndios. Os resultados já podem ser notados: em 2023, houve uma redução de 37,2% nas ocorrências de falta de energia provocadas por queimadas, em comparação ao ano anterior.

Essa queda é resultado do amplo trabalho de orientação realizado tanto pelas nossas equipes, durante os atendimentos e visitas aos clientes, quanto pelo projeto Foco no Fogo, que atua justamente na conscientização da população sobre os prejuízos das queimadas”, explica Maurício Zanina, gerente de Operações da Energisa Tocantins.

O projeto Foco no Fogo

O Foco no Fogo é uma das ações de prevenção do Comitê do Fogo (Comitê Estadual de Combate aos Incêndios Florestais e Controle de Queimadas no Tocantins), que visa orientar a população sobre os riscos que os incêndios podem trazer para a saúde pública e para o meio ambiente. O projeto, uma iniciativa da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), conta com o apoio e participação de 32 instituições, entre elas a Energisa Tocantins.

A ação se desdobra em duas frentes principais: educação ambiental nas escolas e visitas de sensibilização nas propriedades rurais, especialmente nas áreas que registraram mais focos de incêndios no ano anterior. De 2022 para 2023, houve uma redução de 40% nas áreas queimadas no estado. Para este ano, o projeto tem a meta de alcançar mais de 22 mil pessoas, percorrer até 80 municípios e investir mais de R$ 4,5 milhões na estrutura de combate às queimadas ilegais do Tocantins.

Como parceira do Projeto Foco no Fogo, a concessionária também realizou doações de equipamentos de combate a incêndios florestais ao Governo do Estado, através da Defesa Civil Estadual. A doação incluiu sopradores costais, bombas d'água costais e um kit composto por drone, iPad, carregador e bateria extra. Além dos equipamentos, a Energisa também disponibiliza anualmente equipes para colaborar nos esforços de combate ao fogo junto ao Comitê, reforçando seu compromisso com a preservação ambiental.

Manejo de vegetação

Além da parceria no projeto Foco no Fogo, outra ação desenvolvida pela Energisa é a limpeza de faixa, que é a poda técnica de vegetação próxima às linhas de distribuição. No ano passado, esse trabalho foi realizado ao longo de quase 5 mil quilômetros de rede e o plano é chegar a mais 2.300 quilômetros neste ano.

Essa limpeza é importante e funciona como um aceiro, porque impede o avanço do fogo à área em que passa a rede elétrica, caso algum foco de fogo atinja a região”, esclarece o gerente.

Durante os atendimentos nas propriedades rurais, os eletricistas da Energisa também aproveitam a oportunidade para alertar sobre os perigos dos incêndios, passando informações sobre a limpeza adequada da vegetação e o uso seguro de equipamentos elétricos.

Por isso, essas ações não apenas visam proteger nossas comunidades, mas também inspirar uma mudança de comportamento, transformando cidadãos em agentes de prevenção”, finaliza Zanina.

Orientações gerais

Com o clima seco, as chamas se espalham mais rápido, tornando mais difícil o controle. Por isso é importante seguir algumas orientações:

  • Ao identificar um foco de incêndio, avise o Corpo de Bombeiros (193) ou denuncie pela Linha Verde (0800 63 1155);
  • Se for próximo à rede elétrica ou a uma subestação, avise também a Energisa Tocantins pelo WhatsApp da Gisa (63 9222-6664) ou pelo 0800 721 3330;
  • Evite queimadas em áreas próximas às redes elétricas;
  • Procure fazer “aceiros” em cercas para controlar o fogo;
  • Ao realizar o plantio, respeite a “faixa de servidão”, que é a área mínima de distância de ontem passa a rede elétrica;
  • É proibido realizar queimadas a menos de 15 metros de rodovias, ferrovias e do limite das faixas de segurança das linhas de transmissão e de distribuição de energia;
  • Realizar queimadas sem autorização do Naturatins é crime;
  • Pontas de cigarro acesas, latinhas de metal ou vidro em acostamentos das rodovias são um perigo. Evite jogar lixo nesses locais;
  • Apague com água ou abafe com terra qualquer resto de fogo em acampamentos.
Ver matéria completa

Notícias

Festival de cinema em Cataguases homenageia animação brasileira Festival de cinema em Cataguases homenageia animação brasileira

Publicada em: 25/06/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

Região: 

Minas Gerais

Festival de cinema em Cataguases homenageia animação brasileira

O cinema de animação brasileiro é o grande destaque do 8º Festival Ver e Fazer Filmes, que começa na próxima semana em Cataguases, na Zona da Mata de Minas Gerais. A edição contempla produções nacionais, recém-lançadas, que serão exibidas gratuitamente para estudantes e para as populações urbana e rural do município.

A programação começa nesta segunda-feira, 1º de julho, com a apresentação do longa ‘Chef Jack – O cozinheiro aventureiro’ (2023), uma homenagem ao diretor do filme, o cineasta mineiro Guilherme Fiuza, que morreu em maio deste ano. A exibição ocorre no Centro Cultural Humberto Mauro, no centro de Cataguases, às 19h. ‘Chef Jack – O cozinheiro aventureiro’ é uma das 14 produções – 7 longas e 7 curtas – que compõem a programação da mostra infanto-juvenil do festival, distribuída ao longo da semana.

A curadoria das obras ficou a cargo do cineasta, documentarista e diretor do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais, Marcos Pimentel, que destaca a pluralidade das produções.

Os filmes que serão exibidos nesta edição revelam a diversidade e a potência do cinema de animação produzido atualmente no país. Obras de diferentes técnicas, formatos, temáticas e estilos, realizadas por realizadores iniciantes ou experientes, que representam muito bem a safra recente da animação brasileira. Temos uma expectativa muito grande do encontro destes filmes com o público de Cataguases e região durante os dias do festival”, revela Pimentel.

Além do júri técnico, o Festival Ver e Fazer Filmes também conta com um júri especial, formado por estudantes do ensino fundamental das redes pública e particular do município que vão opinar entre 9 filmes que serão exibidos na Sessão Cine Escola Mostra Infantil. Cerca de 500 crianças, com idades entre 8 e 12 anos, de 10 escolas selecionadas, vão escolher a melhor produção de animação, que receberá ao final do festival o troféu ‘Melhor Filme Mostra Infantil 2024’.

Fico orgulhoso de Cataguases, o berço do cinema, estar presente e viver mais esta etapa. O cinema nacional não pode morrer, pelo contrário, temos que revigorar este tipo de arte. Estamos muito felizes com os resultados dos investimentos realizados pelo Grupo no audiovisual e nas demais linguagens culturais”, comenta Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio, patrocinadora do festival.

Festival vai às comunidades

Para garantir acesso das comunidades às produções exibidas no Ver e Fazer Filmes, a Energisa Minas Rio vai incluir na programação a Unidade Móvel Eficiente, que vai visitar os distritos de Glória, Sereno e Cataguarino para apresentar nas praças os filmes em cartaz no festival. O projeto prevê capacidade de exibição para 100 pessoas sentadas, além de distribuição de pipocas e algodão doce durante as sessões de cinema.

Fóruns temáticos e oportunidade para talentos regionais

A partir de sexta-feira, 05/07, a programação do festival abre espaço para a realização de fóruns temáticos que vão discutir desenvolvimento regional, economia criativa e reunir nomes do setor de animação. A organização prevê a presença de cerca de 50 convidados, vindos de 7 estados brasileiros (MG, SP, RJ, BA, RS, SC e PR). São autoridades nacionais, animadores, produtores, empresários e representantes de entidades do setor.

No sábado, às 19h, está programada a Sessão Usina Criativa de Cinema, em que serão exibidos oito curtas de animação produzidos com recursos do Edital Usina Criativa de Cinema, um incentivo para talentos do audiovisual, residentes na área de atuação do Polo Audiovisual da Zona da Mata. Ao fim da sessão, a organização realiza a entrega dos troféus em diversas categorias e as homenagens especiais da edição.

O Festival Ver e Fazer Filmes é uma realização do Instituto Cidade de Cataguases, com patrocínio da Energisa Minas Rio, por meio da Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais. O evento também conta com a parceria da Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais, da Fábrica do Futuro, do Animaparque, da Universidade do Estado de Minas Gerais, das secretarias municipais de Educação, Cultura e Turismo da Prefeitura de Cataguases, do Sebrae, da Fundação Bauminas, da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho e do Instituto Energisa.

Confira a programação completa:

01/07

  • 19h00 – SESSÃO ANIMADA - Longa metragem
    Chef Jack - O Cozinheiro Aventureiro
    Homenagem ao cineasta Guilherme Fiuza (em memória)

02/07

  • 08h30 e 13h30 – SESSÃO CINE ESCOLA – MOSTRA INFANTIL - Curta metragem
    Cadim / Agosto dos Ventos / Pororoca / A Menina e o Velho / Meu Nome É Maalum! / Ewé de Òsányin: O Segredo das Folhas / O Tubarão Martelo e os Habitantes do Fundo do Mar
  • 19h00 – SESSÃO ANIMADA - Longa metragem
    Tarsilinha

03/07

  • 08h30 e 13h30 – SESSÃO CINE ESCOLA – MOSTRA INFANTIL - Longa metragem
    Perlimps
  • 19h00 – SESSÃO ANIMADA - Longa metragem
    Bob Cuspe - Nós Não Gostamos de Gente
    Classificação: 16 anos.

04/07

  • 08h30 e 13h30 – SESSÃO CINE ESCOLA – MOSTRA INFANTIL - Longa metragem
    Tromba Trem - O Filme
  • 15h00 – FÓRUM CINEMA FEITO À MÃO
    Núcleo Criativo Fábrica do Futuro / Comunidades Criativas em Rede
  • 19h00 – SESSÃO ANIMADA - Longa metragem
    Placa-mãe

05/07

  • 15h00 – RECEPTIVO
    Visita guiada ao Estúdio-Escola Animaparque
  • 16h00 – FÓRUM ANIMAPARQUE
    Cultura, Economia Criativa e Desenvolvimento Regional Sustentável
  • 19h00 – SESSÃO ANIMADA - Longa metragem
    Bizarros Peixes das Fossas Abissais
    Classificação: 10 anos.

06/07

  • 10h00 – FÓRUM ANIMAPARQUE
    Encontro do Setor de Animação
  • 15h00 – FÓRUM ANIMAPARQUE
    Territórios Criativos e Educativos de Impactos / A Animação Brasileira: Investimentos Públicos e Privados
  • 19h00 – SESSÃO USINA CRIATIVA DE CINEMA
    Homenagem ao Cineasta Guilherme Fiuza (em memória) / Exibição e premiação dos 8 curtas de animação selecionados e produzidos com recursos do Edital Usina Criativa de Cinema / Prêmio Dragãozinho Manso
  • 22h00 – FESTA ANIMADA
    Shows musicais, performances multimídias e gastronomia local.

 

 

Ver matéria completa

Notícias

Asas à imaginação no Museu da Língua Portuguesa Asas à imaginação no Museu da Língua Portuguesa

Publicada em: 14/06/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

Região: 

São Paulo

Asas à imaginação no Museu da Língua Portuguesa

Há cerca de três anos, o Museu da Língua Portuguesa reabria suas portas em São Paulo após um incêndio devastador. Desde então, vem reafirmando a sua importância como um espaço vital para debates culturais e intelectuais. É com orgulho que a Energisa se associa a este importante centro cultural como patrocinadora, através do Instituto Energisa, do III Fórum Internacional Brasil Cultura 23-30- Imaginação, Cultura e Cidades - qual presente projetamos?. O evento será realizado nos dias 17 e 18 de junho, com transmissão ao vivo pelo YouTube, reunindo pensadores da América Latina e da Península Ibérica para explorar o papel transformador dos museus e espaços culturais na criação de imaginários que promovam o bem-viver comunitário em tempos de crises sistêmicas.

Idealizado por Marta Porto, que também assina a curadoria ao lado de Renata Motta e Roberta Coutinho, o Fórum oferecerá uma plataforma de discussão profunda sobre temas cruciais como o poder da imaginação na cultura e o papel das instituições culturais na construção da cidadania por meio da ficção e da imaginação. Pensadores como o filósofo colombiano Bernardo Toro, o gestor cultural catalão Angel Mestres, e nomes nacionais como o poeta Carlito Azevedo e a educadora Bel Mayer, entre outros, participarão de mesas e arenas que visam fomentar a diversidade de ideias e o diálogo intercultural.

"Desde a reabertura em 2021, o Museu da Língua Portuguesa tem trabalhado para a formação de vínculos com o território complexo e diverso em que está inserido no centro de São Paulo, em ações que fortaleçam o pertencimento, o diálogo e a convivência. O Fórum é uma oportunidade para escutarmos pensadores nacionais e internacionais, conhecermos experiências e refletirmos - em um mundo em constante transformação - sobre o papel e a ação das nossas instituições culturais na construção da cidadania", afirma Renata Motta.

Além do patrocínio ao III Fórum Internacional Brasil Cultura 23-30, o Grupo Energisa, através do Instituto Energisa, é mantenedor de três equipamentos culturais essenciais para o desenvolvimento dos territórios onde atua, reafirmando seu compromisso com o fortalecimento cultural e social dessas comunidades. Com sede em Cataguases (MG) e filiais em Nova Friburgo (RJ) e João Pessoa (PB), o Instituto Energisa ainda apoia ações e projetos culturais em 11 estados de atuação das distribuidoras do Grupo Energisa, por meio do Programa Energisa Cultural.

Para Delânia Cavalcante, coordenadora de investimento social do Grupo Energisa, é fundamental trazer para o debate a contribuição dos espaços e equipamentos culturais na formação de imaginários que fortaleçam valores de alteridade e convivência pacífica.

“É preciso incentivar espaços de discussão crítica em nosso país, como este fórum, e acreditar na potência formativa da cultura”, afirma Delânia.

O evento, que tem ingressos esgotados, será transmitido ao vivo pelo YouTube. Confira abaixo a programação completa:

17 de junho

  • 10h - Abertura do Fórum: Mesa de Abertura
    Com Ministro Marcos Antônio Nakata (Diretor do Instituto Guimarães Rosa); Renata Motta (Diretora Executiva do IDBrasil); Daniele Salomão (Vice-presidente de Gestão, Pessoas e Sustentabilidade da Energisa); e Marta Porto, fundadora do Brasil Cultura 23-30
  • 11h30 - Aula Aberta: Imaginar cidades culturais: a festa e a terra como fontes da convivência
    Com Bernardo Toro (Colômbia). Mediação de Nísia Werneck
    A cultura e as artes como fontes formuladoras do projeto de cidadania transformador que coloque as pessoas, a rua, a convivência criativa e solidária, a poesia e as sabedorias ancestrais e comunitárias no centro da sua ação.
  • 14h30 - Arena: Fio de histórias: criação e memória em tempos de controle e vigilância
    Com Amara Moira e Carlito Azevedo. Mediação de Marta Porto
    Como a poesia plasma memórias? Como a memória se constrói ou se esconde através da ficção? Em tempos de vigilância, controle e censura, como as instituições culturais se posicionam para garantir os sonhos e as memórias do passado, do presente, do futuro e o livre exercício da criação? 
  • 16h30 - Painel: Fábulas Infantis: cidades imaginadas por e para crianças
    Com Caróu Oliveira e Deca Farroco. Mediação de Evelyn de Lauro
    Apresentação dos resultados da pesquisa etnográfica sobre a infância no território do Museu da Língua Portuguesa. Como a criança vive, brinca, se relaciona, cresce e sonha futuros nos contextos presentes da cidade.
  • 18h - Aula Aberta: Cultura como laboratório de inovação e afetos nas cidades: quais valores e práticas devem nos guiar?
    Com Angel Mestres (Barcelona). Mediação de Marta Porto
    Em tempos de crises combinadas e mudanças tecnológicas intensas e velozes, quais são os principais desafios dos agentes culturais? Como a política e a gestão cultural se mantêm relevantes diante dos desafios maiores que estão diante de nós?

18 de junho 2024

  • 10h - Painel: A ficção brasileira contada pelo acervo do Museu da Língua Portuguesa
    Com Daiara Tukano, Isa Grinspum Ferraz e Tiganá Santana. Mediação de Roberta Saraiva
    Como celebrar a diversidade da língua portuguesa como elemento fundamental e fundador da cultura? Escolhas temáticas, práticas e definições estruturais: desafios de um museu contemporâneo.
  • 14h30 - Painel: Territórios de cultura como artefatos para a educação e a inovação social
    Com: César Piva, Bel Santos Mayer e Lucina Jiménez (México – participação remota). Mediação de Maria Helena Cunha
    Como a cultura alimenta a educação e a inovação social? Quais os aprendizados as ações culturais oferecem para fortalecer a educação de crianças e jovens? Como as comunidades se reinventam através de projetos culturais.
  • 16h30 - Arena: Contadores de Histórias: expedição pela poética brasileira
    Com Bia Lessa e Elísio Lopes Júnior. Mediação de Aimar Labaki
    As ficções brasileiras que formam vários brasis. A literatura e as tradições orais ficcionais como fonte para a criação em outras linguagens artísticas.
 
Ver matéria completa

Notícias

Uma celebração da tradição musical de São João Nepomuceno Uma celebração da tradição musical de São João Nepomuceno

Publicada em: 11/06/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

Região: 

Minas Gerais

Uma celebração da tradição musical de São João Nepomuceno

São João Nepomuceno é uma pequena cidade da Zona da Mata mineira que tem uma inegável vocação para a música. O município tem cerca de 25.000 habitantes e conta com 5 escolas de samba com mais de 60 músicos por bateria, além de talentosos compositores reconhecidos pelo Brasil.

Entre os dias 13 e 15 de junho, a cidade será palco do Festival Cidade da Música, um festival fomenta a música e a sua relação com o audiovisual, levando shows e oficinas para a população local, impulsionando a economia criativa da cidade.

O músico Ricardo Itaborahy é um dos idealizadores do evento e mais um filho pródigo da cidade. Neto do pianista Neném Itaborahy, Ricardo é um instrumentista de mão cheia, já tendo tocado com Milton Nascimento, Toninho Horta, João Bosco, Stanley Jordan, entre tantos outros músicos mundo afora. A Cidade da Música é um projeto que vem sendo gestado desde 2004, para movimentar uma cidade que produz tantos músicos de alta qualidade.

São João Nepomuceno é uma cidade musical, vários músicos da cidade despontaram no cenário nacional, como Emmerson Nogueira. Por conta disso, temos vários estúdios de gravação aqui na região com equipamentos de alta qualidade, com pessoas que já trabalharam gravando grandes nomes. Para se ter ideia, quando acontecem aquelas festas agropecuárias, temos uns 40 músicos da cidade tocando todos os estilos musicais. Isso não se vê em outros lugares. A cidade tem tudo para ser um polo de música do país”, conta Ricardo.

Ricardo Itaborahy, idealizador do festival
Ricardo Itaborahy, idealizador do festival


A relação da Energisa com a Zona da Mata mineira é histórica, já que a empresa teve suas raízes na região antes de expandir para outras partes do Brasil. Em 2020, reafirmando seu compromisso cultural, a Energisa começou a patrocinar o Festival Cidade da Música. As duas primeiras edições ocorreram online devido à pandemia, mas desde 2022 o evento voltou ao formato presencial.

São João Nepomuceno respira música. Para nós, da Energisa, é motivo de orgulho impulsionar essa vocação. O Festival Cidade da Musica faz parte do portifólio do Programa Energisa Cultural, que fomenta projetos de terceiros com objetivo de ampliar o impacto social através da cultura, sempre visando o resgate, a disseminação e a valorização das manifestações culturais regionais dos territórios de atuação do Grupo Energisa. Patrocinar o Festival Cidade da Música, que une grandes nomes da música brasileira com jovens talentos emergentes, é uma alegria que se conecta com a nossa missão de apoiar e valorizar a cultura local de cada região do Brasil”, comenta Delânia Cavalcante, coordenadora de investimento social do Grupo Energisa.

A edição de 2024 será dedicada à música instrumental e contará com três dias de programação intensa, completamente gratuita, com shows, e jams musicais, sessões de cinema, oficinas e um fórum de debates sobre a cena musical. Tudo acontece ao redor da estação ferroviária de São João Nepomuceno, um prédio histórico tombado onde funciona o museu municipal.

Todos os shows são gratuitos, na rua, em um palco montado em frente à estação de trem. É um lugar central para história da cidade, por onde tudo chegou. Até a luz elétrica chegou aqui junto com desenvolvimento econômico trazido pela estrada de ferro. E agora quem traz o progresso é a música, mexendo com a economia criativa da região e mostrando como a cultura brasileira é vibrante”, contou Ricardo Itaborahy.

Toda essa movimentação do festival Cidade da Música complementa o desenvolvimento do Polo Audiovisual da Zona da Mata, que há quase duas décadas traz grandes produções para a região e também conta com o patrocínio da Energisa. Sendo assim, nada mais natural do que o festival de música estabelecer uma relação direta com o cinema.

30% do orçamento de uma produção cinematográfica costuma ser dedicado a sonorização e trilha. Capacitar o pessoal da região para a parte musical das produções cinematográficas é excelente tanto para o Polo quanto para a cidade de São João Nepomuceno, pois podemos trabalhar com mão de obra local de alta qualidade”, explica Cesar Piva, curador de audiovisual do festival e presidente da Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual da Zona da Mata (Apolo).

A programação cinematográfica do festival inclui documentários como API – O movimento rock em São João, de Kaique Filgueiras, Lupicínio Rodrigues: confissões de um sofredor, de Alfredo Manevy, e Nada será como antes, de Ana Rieper, sobre o Clube da Esquina. Além disso, serão oferecidas oficinas de produção de trilha sonora e captação direta de som para o audiovisual.

Todo esse sonho desse evento só é possível pelo patrocínio da Energisa. Temos alguns parceiros, mas o investimento da Energisa é o que faz a diferença e torna possível a gente levar toda essa programação, com músicos de tão alto nível, de forma gratuita para a cidade e inclusive premiar os músicos, uma inovação deste ano”, contou Ricardo Itaborahy.

A novidade é o Prêmio Instrumental, um concurso de abrangência nacional que recebeu mais de 40 inscrições de 11 cidades brasileiras. Os premiados nas categorias “melhor grupo instrumental”, “melhor instrumentista”, “jovem instrumentista” e “talentos locais” receberão prêmios de até R$ 7 mil e ainda irão ao festival para dividir o palco com grandes nomes da música instrumental brasileira, como o consagrado Hamilton de Holanda. O prêmio reforça o compromisso do festival em descobrir e valorizar novos talentos, fortalecendo ainda mais a rica tradição musical de São João Nepomuceno.

Serviço:

Festival Cidade da Música

Data: 13, 14 e 15 de junho de 2024
Local: Praça da Estação – São João Nepomuceno/MG
Confira a programação completa no site do evento

Destaques da programação:

  • 3 shows principais: Roger Resende convida músicos locais (13); Ricardo Itaborahy convida Toninho Ferragutti e Juarez Moreira (14); Hamilton de Holanda e Banda (15)
  • 3 shows abertos (jam session) com Gleison Túlio e Sergio Pavarelli
  • 6 apresentações musicais de curta duração com os premiados
  • 1 apresentação de seresta de rua na abertura cultural do Festival
  • 1 mostra audiovisual com exibição de 1 videoclipe, 3 curtas e 3 documentários
  • 1 oficina de trilha sonora com duração de 8 horas, para 20 músicos selecionados
  • 1 fórum temático “Economia Criativa e Desenvolvimento”, com 3 mesas e 6 convidados especiais
Ver matéria completa

Notícias

Grupo Energisa publica Relatório Anual de Sustentabilidade de 2023 Grupo Energisa publica Relatório Anual de Sustentabilidade de 2023

Publicada em: 28/05/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

Região: 

Brasil

Grupo Energisa publica Relatório Anual de Sustentabilidade de 2023

O Grupo Energisa, reiterando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, acaba de lançar o seu Relatório Anual de Sustentabilidade, que oferece um detalhamento público dos projetos e resultados alcançados em 2023. O documento apresenta a forma como o Grupo realiza negócios de longo prazo e atua para gerar resultados que atendam aos anseios dos seus principais públicos de relacionamento e à necessidade urgente de preservação do planeta.

O Relatório de Sustentabilidade de 2023 do Grupo Energisa foi elaborado com base nas diretrizes do Global Reporting Initiative (GRI), que orientam a publicação de relatórios de maneira estruturada e transparente, focados na gestão de temas ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG, na sigla em inglês: environmental, social and governance). A asseguração de todas as informações contidas no relatório ficou sob a responsabilidade da SGS do Brasil.

Investimento crescente

Um dos pontos de destaque do relatório refere-se ao crescimento de 41% nos investimentos direcionados a ações socioculturais, quando comparados os anos de 2021 e 2023. Iniciativas realizadas no ano passado receberam cerca de R$ 54 milhões em recursos e impactaram 426 mil pessoas.

Por meio do Programa Energisa Cultural, o Grupo Energisa fomentou iniciativas que beneficiaram mais de 180 mil pessoas. No total, R$ 18 milhões do total investido foram direcionados a 42 projetos, como, por exemplo, o festival de Cururu e Siriri, no Mato Grosso, que reuniu 18 grupos folclóricos do Estado em uma festa de valorização das manifestações populares, projetando-as como protagonistas da identidade local.

Outra inciativa apoiada pela Energisa foi a Feira Literária em Campina Grande, na Paraíba, que reuniu cerca de 4,9 mil pessoas em atividades culturais e de literatura, envolvendo dez escolas das redes estadual e municipal e beneficiando mais de mil alunos.

Inovação & tecnologia

O Relatório de Sustentabilidade de 2023 do Grupo Energisa pontua um conjunto de ações para garantir a longevidade do negócio, apostando cada vez mais na inovação como impulsionadora do desenvolvimento.

Uma das iniciativas nessa área é o E-nova, uma plataforma colaborativa interna de desenvolvimento de projetos para estimular o empreendedorismo e a criatividade dentro da empresa. Alinhada às estratégias do Grupo, o programa foi reformulado no último ano, diminuindo etapas e implementando novos tipos de processo de desenvolvimento de produtos.

Para que toda essa engrenagem se movimente, há um Comitê de Inovação que delibera sobre quais iniciativas devem receber apoio. O portfólio de projetos é acompanhado periodicamente para monitorar se os resultados atendem às expectativas. Já são mais de 300 projetos aprovados, com um investimento médio de R$ 125 milhões por ano, envolvendo uma rede de parcerias com 540 startups e centros de pesquisa.

Educação e eficiência energética

Com o Programa Nossa Energia, o Grupo atua em duas frentes: na promoção de oportunidades, por meio de qualificação profissional e empregabilidade; e na ampliação da compreensão das comunidades sobre o consumo seguro e eficiente de energia. Contando com 14 Unidades Móveis Educacionais, equipadas com recursos interativos, o programa oferece uma experiência de aprendizado lúdico e digital para alunos de escolas da rede pública e moradores das comunidades, incentivando mudanças comportamentais positivas.

Só no ano passado, foram visitados 458 municípios, atendidas 640 escolas, e mais de 73 mil alunos foram impactados pelo conteúdo educativo das unidades móveis.

Outra iniciativa do programa são os Espaços Energia. Projetados para oferecer uma experiência educativa imersiva, esses ambientes são dedicados à educação e conscientização sobre fontes geradoras de energia elétrica, eficiência energética e desenvolvimento sustentável. Os espaços estão localizados em João Pessoa (PB), Aracaju (SE) e Campo Grande (MS), recebendo escolas públicas e privadas do ensino fundamental e médio, abordando conceitos de combate ao desperdício de energia elétrica, energias renováveis, mudanças climáticas e preservação do meio ambiente

Fomento ao empreendedorismo e à empregabilidade

Por meio de parcerias, o Grupo Energisa atua na implantação de iniciativas voltadas para a educação e geração de renda. O projeto Rio Pomba Valley busca fomentar um ecossistema de tecnologia e inovação na Zona da Mata de Minas Gerais, berço da Companhia. O projeto, lançado oficialmente em 2022, também tem como propósito formar capital humano especializado em programação e atrair empresas de base tecnológica para região. Em 2023, o projeto abriu um segundo ciclo da qualificação profissional, com mais 40 vagas para desenvolvedores fullstack, atraindo cerca de mil pessoas.

O Grupo Energisa também é um dos apoiadores fundadores do Estímulo, o maior fundo de impacto do Brasil. A iniciativa fornece soluções personalizadas a pequenos negócios, incluindo financiamento simplificado, capacitação e acesso a uma rede de conexões, visando fomentar o desenvolvimento econômico. No total, mais de R$ 60 milhões foram arrecadados pelo Fundo e, em 2023, o apoio financeiro ultrapassou os R$ 180 milhões.

Apoio ao Esporte Nacional

O Grupo Energisa também valoriza o apoio ao esporte, patrocinando iniciativas que abrangem desde a formação de futuros campeões até o apoio a atletas de alto rendimento. Em 2023, as atletas bicampeãs olímpicas da vela na classe 49erFX, Martine Grael e Kahena Kunze, foram patrocinadas pela Companhia. As atletas de alto rendimento disputarão os Jogos Olímpicos Paris 2024. Em Búzios (RJ), outra dupla da vela apoiada pela Energisa, Joana Gonçalves e Gabriela Vassel, venceu o Campeonato Mundial da Juventude na classe 420 feminina.

Novos negócios

Biometano

O Relatório de Sustentabilidade traz ainda um rol de informações sobre a produção do biometano. Em 2023, o Grupo comprou a Agric, empresa especializada em compostagem de resíduos orgânicos industriais e na produção de biofertilizantes. O plano é transformar a usina, localizada em Santa Catarina, na maior produtora de biometano e biofertilizantes do estado, entregando para o mercado, dentre outros produtos, um gás natural renovável, com aplicações diversas que vão desde a mistura com o gás convencional até a geração de hidrogênio.

ES Gás

Entre as realizações de 2023, destaca-se também a aquisição da ES Gás, concessionária líder nos serviços de canalização e distribuição de gás no Espírito Santo, marcando a entrada do Grupo no setor de gás natural.

Entendido como um combustível que irá contribuir para a transição energética no Brasil e no mundo, impactando positivamente na redução de emissões de carbono (e na consequente melhora da qualidade do ar), o gás natural tem enorme potencial de crescimento em todos os segmentos de consumo (residencial, comercial, industrial, automotivo, climatização), não só no Espírito Santo, mas também em outros estados.

Você pode baixar o Relatório Anual de Sustentabilidade do Grupo Energisa de 2023 aqui. Boa leitura!

Ver matéria completa

Notícias

A revolução do Polo Audiovisual da Zona da Mata A revolução do Polo Audiovisual da Zona da Mata

Publicada em: 27/05/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

Região: 

Minas Gerais

A revolução do Polo Audiovisual da Zona da Mata

Se eu te contar que um dos filmes mais assistidos da Netflix brasileira foi produzido em Cataguases (MG), e que todas as principais plataformas de streaming também exibem filmes realizados no Polo Audiovisual da Zona da Mata (Apolo), você se surpreenderia?

Trata-se do resultado de um trabalho de mais de duas décadas, com um longo investimento contínuo e muito trabalho dos organizadores do projeto. Cesar Piva, presidente da Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual, conversou com o Energisa Juntos para contar um pouco dessa rica história.

Tudo começou em 2002, quando a Fundação Ormeo Junqueira Botelho inaugurou o Centro Cultural Humberto Mauro (CCHM) em Cataguases, homenageando o diretor seminal para o cinema e a cultura brasileiras. Com o impulso desse espaço de encontro e celebração do cinema, surge a Fábrica do Futuro, um local de produção e formação nas áreas da cinematografia.

O futuro chegou rápido. Em 2010, filmes de grande projeção começaram a ser rodados na Zona da Mata. A primeira grande produção do Polo foi o sucesso Meu pé de laranja lima (dir. Marcos Bernstein, 2012), baseado no clássico da literatura brasileira de José Mauro Vasconcelos. Desde então, o Polo tem atraído grandes produtoras, impactando a economia criativa da cidade e formando uma geração de profissionais ligados ao audiovisual.

Para se ter uma ideia do tamanho, até 2019 foram 30 grandes produções de cinema e TV, sendo 2 séries e 28 longas. Isso fora os curtas-metragens que foram feitos pelo edital regional Usina Criativa de Cinema, uma espécie de incubadora de projetos criada em 2016 quee funciona com patrocínio da Energisa e apoio cultural do Instituto Energisa. Os selecionados no edital passam por mentorias em várias áreas, do roteiro à fotografia, os diretores trabalham seus filmes por 3 meses e depois vão filmar. Todas essas realizações passam no Festival Ver e Fazer Filmes”, disse Cesar Piva.

A produção cinematográfica na região gera muitos benefícios na economia da região, já que grande parte da equipe de cinema e TV é contratada localmente. Até 2020, mais de R$ 120 milhões circularam na Zona da Mata graças ao Polo Audiovisual.

Um dos mais recentes êxitos de bilheteria é o longa Predestinado – Arigó e o espírito do Doutor Fritz, que entrou recentemente para o top 10 da Netflix. O filme, que conta com a direção de Gustavo Fernandéz e o patrocínio da Energisa, tem um elenco recheado de estrelas, como Danton Mello e Juliana Paes. O longa traz a história do médium Arigó, que recebia o espírito do doutor Fritz para realizar cirurgias espirituais. Lançado em 2022 em mais de 600 salas de cinema do país, o filme atingiu um enorme público nos cinemas e hoje alcança sucesso no streaming.

Outro filme produzido no Polo e que merece destaque é o longa As órfãs da rainha, de Elza Cataldo. Vencedor de prêmios internacionais como o de melhor filme histórico da 14ª edição do Toronto International Women Film Festival, a produção aborda temas fundamentais para pensarmos o Brasil e a vida das mulheres durante os anos da colonização. Na história, três irmãs, criadas sob proteção da Rainha de Portugal, são forçadas a viajar para o Brasil Colônia para se casar, formar família e ocupar o novo território, enfrentando dilemas e frustrações.

Nesses 10 anos de formação prática, com a população local trabalhando com os melhores do país, uma nova geração de profissionais e realizadores do cinema vem surgindo e buscando seu espaço. Por isso é tão importante o edital da Usina Criativa e o Festival Ver e Fazer Filmes”, completou Piva.

Festival Ver e Fazer Filmes e Animaparque

Este ano, o Festival Ver e Fazer Filmes acontece de 1 a 6 de julho, em edição especial dedicada à animação, celebrando a inauguração do Animaparque, o maior estúdio-escola para produção audiovisual de animação na América do Sul. Esse novo espaço de 10.000 m² conta com auditório multiuso, laboratórios de trilha sonora, estúdios de gravação, ateliês de cenografia e figurino, além de bases e salas para produção e direção. O fomento ao Festival também é da Energisa, já que o Ver e Fazer é parte do portifólio do Programa Energisa Cultural.

Com um patrocínio de R$ 2 milhões do Grupo Energisa, o Animaparque é gerido pela Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual da Zona da Mata, que também recebe apoio do Grupo em parceria com projeto Rio Pomba Valley, um hub de educação digital e empreendedorismo.

O estúdio-escola do Animaparque funciona em parceria com a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). Desde setembro de 2022, o curso de tecnólogo em cinema de animação está a pleno vapor, com 72 alunos e 3 turmas em formação. Só este ano, 2 filmes serão feitos no Parque, com um orçamento total de R$ 7 milhões, através da lei Paulo Gustavo. O Animaparque também é um espaço para toda a cidade, com áreas abertas à visitação e abriga eventos de outras artes além do audiovisual, como teatro, dança e artes visuais.

Com todas essas novidades, não é de se espantar que o Festival Ver e Fazer Filmes esteja este ano voltado para a animação. Oito curtas produzidos no Animaparque no ano passado vão estrear no festival, além de várias outras produções nacionais e internacionais. Um júri formado por 500 crianças de 8 a 12 anos assistirá aos filmes e participará de conversas para então votar na premiação com o troféu do festival em diversas categorias.

Os longas também vão marcar presença no festival. À noite, acontecem as Sessões Energisa, quando serão exibidos, em pré-estreia, 4 filmes produzidos no Polo. Assim, a população local e os trabalhadores da indústria do cinema poderão ver em primeira mão as produções ali realizadas, antes de seguirem carreira em salas comerciais e serviços destreaming.

É muito importante a circulação desses filmes produzidos aqui no Polo, sejam os curtas ou as grandes produções. Por isso é fundamental a distribuição e a capilarização via festivais, salas de cinema, streaming e nas escolas. Um exemplo é o filme O menino do espelho do Guilherme Fiuza, que passou em cineclubes de 10 cidades da região da Zona da Mata e foi assistido por 25 mil crianças e adolescentes, mais do que o público total das salas de cinema por onde passou. Aqui nós realizamos filmes e trabalhamos para que eles cheguem ao espectador, com a ajuda de diversos parceiros, como a Energisa. Estamos retomando os cineclubes, que acabaram devido à pandemia, e eu acredito muito nessa forma de difusão”, completou Piva.

Para você chegar mais perto e se tornar mais um espectador dessa enorme gama de produções de excelência do cinema brasileiro, nós separamos aqui uma lista de filmes produzidos no Polo Audiovisual da Zona da Mata que estão disponíveis em diversas plataformas de streaming. Confira:

  • Curtas-metragens
    Todos os 22 curtas produzidos através do edital da Usina Criativa de Cinema estão disponíveis gratuitamente no canal do projeto no Youtube.
  • Predestinado: Arigó e o espírito do Dr. Fritz (2022)
    Na década de 1950, um brasileiro comum desafia as autoridades e realiza cirurgias com o auxílio do espírito de um médico alemão da Primeira Guerra Mundial.
    Direção: Gustavo Fernández
    Estrelando: Danton Mello, Juliana Paes, Marcos Caruso
    Onde assistir: Netflix
  • Meu pé de laranja lima (2012)
    Zezé aprende a usar sua imaginação fértil, sua habilidade de contar histórias e uma árvore de frutas para sobreviver em um ambiente violento.
    Direção: Marcos Bernstein
    Estrelando: José de Abreu, João Guilherme, Caco Ciocler.
    Onde assistir: Netflix
  • O menino no espelho (2014)
    Um garoto criativo e travesso é castigado pelos pais, mas sua imagem no espelho ganha vida e continua aprontando. Até quando vai durar essa brincadeira?
    Direção: Guilherme Fiuza
    Estrelando: Lino Facioli, Regiane Alves, Ricardo Blat
    Onde assistir: Netflix
  • Derrapada (2017)
    Aos 17 anos, Samuca descobre que engravidou sua namorada. Agora, se sente pressionado por ter cometido a mesma derrapada que sua mãe, que também teve filho jovem.
    Direção: Pedro Amorim
    Estrelando: Matheus Costa, Nanda Costa, Augusto Madeira
    Onde assistir: Telecine Play, YouTube Movies
  • Maria do Caritó (2019)
    Tudo o que Maria do Caritó mais deseja é encontrar um amor para chamar de seu. Prometida pelo pai ao São Djalminha, um santo que ninguém nunca ouviu falar, ela pede aos céus por uma intervenção divina.
    Direção: João Paulo Jabur
    Estrelando: Lilia Cabral, Leopoldo Pacheco
    Onde assistir: Prime Video, YouTube Movies
  • Dentro da Caixinha (2016)
    Arthur, Laura e João são três irmãos que vão passar as férias da casa da avó. Munidos de celulares e videogames, eles veem seus planos de se divertirem com as tecnologias irem por água abaixo.
    Direção: Guilherme Reis
    Estrelando: Leônidas José, Manoela Domingos, Cauã Carvalho
    Onde assistir: Prime Video
  • Correndo Atrás (2019)
    Ventania, um trabalhador que faz de tudo para conseguir pagar as contas, se tornar um caça-talentos de futebol. É aí que ele conhece um deficiente físico, que apesar das dificuldades, tem muito talento.
    Direção: Jeferson De
    Estrelando: Aílton Graça, Hélio de la Peña, Juliana Alves, Lellê , Lázaro Ramos
    Onde assistir: Telecine Play, YouTube Movies
  • Introdução à música de sangue (2017)
    No interior do Brasil, entre o mundo arcaico e o contemporâneo, uma família vive suas angústias em uma atmosfera de desejo e repressão.
    Direção: Luiz Carlos Lacerda
    Estrelando: Ney Latorraca, Bete Mendes, Greta Antoine, Armando Babaioff
    Onde assistir: Claro TV+
  • Castelo de terra (2020)
    Em 2012, a diretora francesa Oriane Descout abandonou sua vida de classe média na Europa para encontrar seu destino a 9.000 km de distância. Ao longo de uma jornada de 7 anos, registrou os desafios enfrentados e descobriu um novo estilo de vida: rural, coletivo, autogerido, anticapitalista, sustentável e ecológico. No Brasil, conheceu seu companheiro e realizou seu maior sonho – um utópico “Castelo de Terra”.
    Direção: Oriane Descout
    Onde assistir: YouTube Movies
  • Humberto Mauro, cinema é cachoeira (2016).
    No streaming da Empresa Mineira de Comunicações, o EMCPlay, temos disponíveis vários filmes do renomado cineasta Humberto Mauro, além do documentário dirigido por seu sobrinho-neto, André Di Mauro.
    Onde assistir: EMCPlay
Ver matéria completa

Notícias

A flor da eficiência energética no Parque das Nações Indígenas A flor da eficiência energética no Parque das Nações Indígenas

Publicada em: 22/05/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

Região: 

Mato Grosso do Sul

A flor da eficiência energética no Parque das Nações Indígenas

O Parque das Nações Indígenas (PNI), localizado no bairro do Prosas, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, é uma das joias da cidade. Com mais de 1 milhão de metros quadrados, o parque é um espaço vital para o lazer e o turismo na cidade, oferecendo uma variedade de atividades recreativas e culturais para moradores e visitantes. Com uma enorme área verde, incluindo áreas de mata nativa e um lago central, o PNI abriga museus e celebra a força e a diversidade dos povos originários.

Além de toda essa importância e todas essas atrações, o parque ganhou uma nova estrela. Desde o dia 30 de abril, quem passeia pelo PNI pode encontrar a Flor Solar, um monumento de design, beleza, arquitetura e engenharia em nome da eficiência energética no centro oeste do Brasil. Essa iniciativa, aliando preservação ambiental e inovação tecnológica, tem o patrocínio da Energisa, que investiu R$ 600 mil no projeto, como parte do Programa de Eficiência Energética da ANEEL.

Quem “plantou a semente da flor” foi a Agems, Agência de Regulação de Serviços Públicos do MS. A ideia foi prontamente abraçada pela Energisa que, em parceria com o Governo do Estado e a Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação, tornou o projeto possível.

A Flor Solar tem 5 metros de diâmetro e 12 enormes pétalas de placas solares. Com painéis fotovoltaicos estrategicamente integrados à sua estrutura, ela simula o movimento de heliotropismo de um girassol, virando-se para buscar sempre a melhor incidência do sol, abrindo-se durante o dia e fechando-se à noite. Sua forma única e elegante harmoniza-se perfeitamente com o ambiente natural do parque. No entanto, o que a torna ainda mais especial é seu sistema de captação e aproveitamento de energia solar.

A otimização de geração de eletricidade faz com que o equipamento produza até 40% mais energia do que um sistema de energia solar convencional. Essa eletricidade é utilizada para alimentar a iluminação interna e externa da estrutura, bem como para outras necessidades funcionais, como carregar tablets e celulares de quem frequenta o Parque das Nações. Esses pontos de recarga funcionam mesmo à noite, quando a Flor está fechada.

Estação de carregamento ao lado da Flor Solar

O engenheiro especialista em eficiência energética Emerson Nantes, que liderou a equipe da Energisa responsável pelo projeto, é um dos maiores entusiastas da Flor Solar. O Espaço Energia, que desde 2015 promove ações educativas sobre eficiência energética com escolas públicas e privadas, agora passará a levar estudantes ao Parque das Nações e à Flor Solar, ampliando ainda mais uma iniciativa que já recebeu mais de 60 mil pessoas ao longo de quase 10 anos.

A Flor Solar surgiu como um projeto dentro do Espaço Energia, que funciona aqui em Campo Grande. Mas a Flor precisava de um local especial para ela. Junto com o governo, decidimos pelo Parque, que é um cartão-postal da cidade. A Flor produz 400 kWh mensalmente, o que seria suficiente para abastecer 2 casas, de acordo com a média de consumo do nosso estado. Ela ainda acumula carga em um banco de baterias, que alimenta todo o entorno durante a noite. Por fim, ela conta com um mecanismo de proteção especial: quando os ventos estão fortes, ela fecha as pétalas para se proteger, o que garante longevidade para a estrutura”, contou Emerson Nantes.

Vivian Breier é arquiteta e trabalha há 8 anos como parceira da Energisa em projetos realizado pelo departamento de Eficiência Energética. Foi ela a responsável pelo desenho do projeto da Flor Solar, em Campo Grande. O local foi escolhido por ser próximo ao lago, um ponto de observação do belíssimo pôr do sol. Por já ser um espaço aberto, não foi necessária a remoção nem poda de nenhuma árvore para o plantio da Flor. Todo paisagismo foi pensado com a fauna nativa da região e o jardim que rodeia a Flor é repleto de cambarás, uma flor conhecida por atrair borboletas, o que deixa o ambiente ainda mais vívido. A base de concreto, em forma de banco circular, eleva a Flor Solar e a deixa livre para se movimentar na busca pelo sol.

Pensamos no entorno da Flor Solar como um espaço acolhedor, para dar a real noção de que ela está viva dentro do Parque. As pedras portuguesas fazem o desenho de pétalas ao redor do monumento, mas muita gente vê velas ou pessoas de mãos dadas. Os quiosques em volta, com bancos curvos e mesinhas, são um convite para o pessoal tomar um tereré e contemplar a natureza. Todos eles têm pontos de energia alimentados pela energia solar. Acho a Flor um exemplo de possibilidade de energia limpa e eficiente, para pensarmos em um futuro melhor”, contou Vivian Breiner.

Público curtindo uma tarde no Parque, próximo à Flor Solar

A eficiência energética da Flor de Sol não apenas reduz seu impacto ambiental, mas também serve como um dispositivo educacional, um exemplo inspirador de como a arquitetura pode ser projetada de maneira sustentável. Além disso, a inauguração da Flor Solar no Parque das Nações Indígenas destaca o compromisso do Grupo Energisa e da cidade de Campo Grande com a preservação ambiental e o desenvolvimento tecnológico.

Esse projeto é um marco dentro da inovação que a Agems vem trabalhando, focando na melhoria e na eficiência dos serviços, e na educação para o desenvolvimento sustentável de Mato Grosso do Sul. A Flor Solar une turismo com sustentabilidade e consciência ambiental para as pessoas sobre o uso da energia limpa. Estamos muito felizes com mais essa conquista e tenho certeza de que vai ser um sucesso”, diz o presidente da Agems, Carlos Alberto de Assis.

Essa iniciativa não só contribui para a conscientização sobre a importância da energia limpa e renovável, mas também demonstra como é possível integrar soluções sustentáveis em espaços públicos, promovendo um futuro mais verde e resiliente. A Energisa Mato Grosso do Sul já investiu, até 2023, mais de R$ 4,13 bilhões principalmente na melhoria da qualidade e no atendimento de novos negócios que crescem ou chegam ao estado.

Completamos 10 anos de Energisa em Mato Grosso do Sul agora no mês de abril. São 10 anos de intensas transformações e contribuições com o desenvolvimento do estado. Para simbolizar esses 10 anos, estamos entregando a Flor Solar no Parque da Nações, um parque que representa um presente para todos os municípios”, disse o diretor-presidente da Energisa Mato Grosso do Sul, Marcelo Vinhaes.

Marcelo Vinhaes, diretor-presidente da Energisa MS, na inauguração da Flor Solar
Marcelo Vinhaes, diretor-presidente da Energisa MS, na inauguração da Flor Solar
Ver matéria completa

Notícias

300 mil árvores para refrescar Cuiabá 300 mil árvores para refrescar Cuiabá

Publicada em: 15/05/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

Região: 

Mato Grosso

300 mil árvores para refrescar Cuiabá

Cuiabá, capital do Mato Grosso, ainda é carinhosamente chamada de Cidade Verde. O apelido, que vem da vegetação abundante da região, tem perdido espaço para o cimento e o crescimento urbano. Mas o projeto Verde Novo quer resgatar as raízes da cidade, trazendo de volta o verde para parques, calçadas, escolas e avenidas.

Em 2017, o Juizado Volante Ambiental, uma das únicas varas especializadas em matéria ambiental do país, lançou a iniciativa pioneira, junto com a ONG Ação Verde. Visando a preservação ambiental, o embelezamento urbano e a conscientização da população, o projeto realizava o plantio, a doação de mudas e atividades educativas para a população. Hoje, o projeto já virou um programa oficial abraçado pelo Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJMT), com abrangência em Cuiabá e Várzea Grande, mas podendo ser expandido para qualquer cidade mediante solicitação das autoridades locais.

O Grupo Energisa é parceiro, apoiando o projeto desde 2019 e reafirmando o seu compromisso com a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente. Uma ação que não cessou nem mesmo durante a pandemia, seguindo sem ações coletivas, mas com uma distribuição de porta em porta de mais de 5.000 mudas só em 2020.

Entrega de uma muda de árvore

A Energisa é uma parceira fundamental do projeto. Não contamos com verba direta, não há custo direto nem para o TJ nem para o município. Trabalhamos com voluntários e com parceiros que doam mudas ou serviços. A Energisa chegou com muito conhecimento, ajudando também na parte educativa e de conscientização dentro das comunidades e das escolas”, conta Sergio Savioli coordenador do projeto sob a gestão do desembargador Rodrigo Roberto Curvo.

O projeto apoiado pela empresa já plantou e distribuiu mais de 190 mil árvores em Cuiabá e Várzea Grande e não pretende parar por aí. A ideia agora é, depois das comemorações dos 300 anos de Cuiabá em 2019, chegar a mais 300 mil árvores nos próximos cinco anos.

A ação, que conta com o apoio da população, visa não apenas embelezar a cidade, mas principalmente promover a conscientização ambiental e o engajamento cívico. Por meio de ações educativas em escolas e espaços comunitários, o projeto busca sensibilizar os cidadãos sobre a importância da preservação do meio ambiente e do papel de cada indivíduo na construção de uma cidade mais sustentável.

Chamamos sempre a população local para as ações de plantio que acontecem em áreas públicas na época de chuvas. Assim, ampliamos a rede de proteção dessa vegetação. Há leis que protegem a poda exagerada e o corte, mas quando a população se engaja, ganhamos muitos fiscais que defendem a natureza. Nos períodos de seca, migramos para escolas e áreas privadas, pois necessitamos de mais cuidado com as mudas nessa época. O trabalho educativo nas escolas também alimenta as crianças, que são os maiores replicadores dessas ideias para um futuro mais verde”, complementa Savioli.

Outro cuidado importante é realizar o plantio certo de espécies que não irão danificar a rede elétrica dentro de áreas urbanas muito populosas. Neste sentido, o conhecimento técnico advindo da parceria com a Energisa é valioso.

Nós temos na Energisa um valor claro que é levar energia de qualidade. Mas para fazer isso, nós sempre pensamos na sustentabilidade. Por isso, é muito importante estar junto com o Tribunal no Verde Novo. Além dos mutirões de plantio, nossos colaboradores estão recebendo mudas para plantar em casa e ainda estão participando de ações de conscientização”, afirma o diretor-presidente da Energisa Mato Grosso, Gabriel Alves Pereira Júnior. 

Plantio de uma muda de árvore

Um desses colaboradores é o engenheiro de operações Tiago Duarte. Conhecendo o programa por meio da Energisa, Tiago pegou sua primeira muda em 2021 e hoje se orgulha de colaborar fazendo as plantas crescerem em casa e depois replantando as de maior porte em áreas abertas.

É gratificante participar do projeto! Às vezes, nos perdemos na correria da rotina, mas cuidar de uma árvore toma menos tempo do que parece. Já plantei um ipê que não cabia mais aqui em casa e agora estou com um pé de graviola que cresceu bastante também. Ter essas árvores em casa acaba influenciando familiares e amigos, que veem como uma ação simples gera tantos resultados”, conta Tiago.

O aquecimento global é uma realidade e Cuiabá tem batidos sucessivos recordes de temperatura. O projeto Verde Novo vem em boa hora como uma ação que envolve o poder público, empresas privadas como a Energisa e toda a população em uma ação polinizadora que ajuda a mitigar um grave problema.

A Energisa não está aqui apenas para ser uma concessão de um serviço público. Ela é parceira das boas iniciativas que vão desenvolver, transformar e fazer o estado brilhar ainda mais. Se Mato Grosso tem pressa, a gente corre junto”, reforça o diretor-presidente da companhia.

Se você mora em Cuiabá ou Várzea Grande e quer conhecer mais do projeto, pode acessar o site projetoverdenovo.tjmt.jus.br, acessar o Instagram do projeto em @projeto.verdenovo e ainda entrar em contato, somente por WhatsApp, com o Disque Muda no número (65) 3648-6879.
 

Ver matéria completa

Notícias

Programação dinâmica: Instituto Energisa divulga projetos selecionados Programação dinâmica: Instituto Energisa divulga projetos selecionados

Publicada em: 09/05/2024

 Categoria:

 Sustentabilidade

 Região: 

Região: 

Brasil

Programação dinâmica: Instituto Energisa divulga projetos selecionados para ocupar seus espaços culturais

Em 2024, a Energisa inaugurou um novo formato para ocupar seus centros culturais em Cataguases, João Pessoa e Nova Friburgo. As inscrições ficam abertas em edital permanente e, a cada 3 meses, novos projetos são escolhidos para a montagem da programação. O processo de inscrição é simples, online, totalmente gratuito, e recebe propostas nas áreas de artes cênicas, literatura, audiovisual, artes visuais, inovação e música.

Essa abordagem trimestral visa tornar mais dinâmico o processo de ocupação dos espaços, garantindo a rotatividade e ampliando a diversidade de projetos. A seleção é pautada por critérios como inovação, pluralidade, acessibilidade, relevância conceitual, abrangência de público, fomento a novos talentos e originalidade.

Nesta rodada, foram aprovados 33 projetos inscritos entre que poderão usar os espaços do Instituto Energisa de forma gratuita, com apoio da equipe e uso do aparato técnico dos centros culturais. Jane Correia, uma das produtoras contempladas pelo Edital, resume os benefícios de estar entre os selecionados:

Quando nossa mostra de animação foi selecionada para o edital da Usina, subimos de patamar imediatamente. Afinal, sabíamos que seria garantido ao público, aos filmes e aos palestrantes o melhor espaço tanto em estrutura quanto em acolhimento. A Usina é um espaço tão belo quanto fundamental. É um oásis cultural para os projetos artísticos de Nova Friburgo e esperamos que continue gerando oportunidades e pluralidade."

Confira a seguir a lista completa dos projetos contemplados:

Lista de projetos selecionados

 
Conheça os Espaços Culturais do Instituto Energisa:

João Pessoa (PB) – Usina Cultural Energisa

Localizada na antiga sede da primeira subestação da capital da Paraíba, a Usina Cultural Energisa é um exemplo de ocupação cultural dos típicos galpões industriais construídos no início do século XX. 

Ao longo dos mais de 20 anos de existência, o espaço cultural já recebeu mais de 5 mil eventos, com destaque para Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa (Cineport), o Prêmio Energisa de Artes Visuais, o Fest Aruanda, além de nove edições do tradicional Natal na Usina, realizado anualmente com o patrocínio do Grupo Energisa.

Quatro espaços estão contemplados neste edital: a Sala Vladimir Carvalho (palco para apresentações de teatro e música, debates, palestras e sessões audiovisuais), a Tenda da Música (que recebe performances e apresentações musicais), a Galeria de Arte Alexandre Filho (para exposições de artes plásticas) e uma área externa com jardins (ideal para feiras criativas, performances e apresentações de circo).

Cataguases (MG) - Centro Cultural Humberto Mauro e Anfiteatro Ivan Müller Botelho

O Centro Cultural Humberto Mauro foi inaugurado no ano de 2002, nas instalações do antigo Cine Machado, e hoje abriga o Cineteatro Paulo César Saraceni (palco para sessão de filmes, palestras e apresentações de teatro, música e circo),  a Galeria Zequinha Mauro (que recebe exposições de artistas locais e nacionais), além de uma Sala Multiuso. No último ano, o centro recebeu 50 diferentes ações e iniciativas culturais com um público total de 32 mil pessoas, com destaque para a realização da 1ª edição da FLICA - Festa Literária de Cataguases.

O Anfiteatro Ivan Muller Botelho, também em Cataguases, é anexo ao prédio da Energisa e ao Museu Energisa. O espaço recebe palestras, shows e apresentações de teatro, tendo promovido 10 ações e iniciativas culturais em 2022, num total de 5 mil visitantes. O charme do espaço fica por conta do teto retrátil, que pode ser aberto para transbordar a noite estrelada para dentro do evento.

Nova Friburgo (RJ) – Usina Cultural Nova Friburgo

A Usina Cultural Nova Friburgo está localizada no antigo prédio do escritório da Companhia de Eletricidade da cidade, diante da belíssima Praça Getúlio Vargas, no centro de Nova Friburgo. O centro cultural recebe mostras, cursos, palestras, debates, apresentações de teatro, música e dança. Entre os espaços oferecidos neste edital estão a Sala Maestro Joaquim Naegele (Teatro Usina), o Café da Usina, o Salão Nobre e um espaço anexo.

Serviço:

Edital de seleção de ocupação gratuita dos centros culturais 2024

  • Período de inscrição: ao longo de 2024
  • Divulgação de selecionados: 30/07 e 30/10/2024.
  • Inscrições: através do preenchimento deste formulário
  • Regulamento: confira o edital completo


 

Ver matéria completa