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O homem-pássaro: a incrível história de Percílio e o falcão Tito O homem-pássaro: a incrível história de Percílio e o falcão Tito

Publicada em: 26/09/2023

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Sergipe

O homem-pássaro: a incrível história de Percílio e o falcão Tito

No pé da serra de Itabaiana vive um homem, um homem que voa como as aves sem precisar sair do chão. José Percílio Costa sempre foi uma criança diferente, não brincava de bola, nem de carrinho, queria de Natal um Falcão. Aos seis anos conseguiu um ovo, que as galinhas do quintal chocaram por 28 dias, até que nasceu Tito, uma fêmea de falcão que deu origem a uma longeva história de amor entre humanos e aves que mudou o panorama da região.

Depois do falcão Tito, no quintal da casa de Dona Maria, o caçula de 23 filhos foi aumentando sua criação de aves de rapina, com falcões, corujas e urubus. Precisou legalizar o criadouro com o Ibama e, no final dos anos 1990, quando já tinha mais de 300 aves, o quintal de sua mãe ficou pequeno. Sempre sonhando em voar mais alto, Percílio usou todas as economias para comprar um terreno que muitos consideravam um local sem futuro.

Mas como nada é pesado para quem tem asas, o amor de Percílio pelas aves revitalizou os 3.500 km² de aridez. Reflorestando a região e aumentando sua criação, um rio que há muito vivia seco voltou a correr no pé da serra de Itabaiana. Uma cooperação multiespécie de Percílio, com Tito, muitos voluntários e a força para criar um recanto de cuidado, ecologia e educação, o Parque dos Falcões.

– Aprendi com Tito a linguagem dos falcões. Ela foi meu primeiro falcão, minha maior professora. Cada ave que aparecia ou nascia lá em casa ganhava um nome e eu aprendia mais um pouco sobre elas. Recebia aves machucadas, tratava e devolvia para a natureza, outras continuavam comigo e assim foi nascendo a ideia do Parque dos Falcões – contou Percílio. 

Um falcão sai voando da mão de Percílio

Percebendo toda essa força de Percílio para se comunicar, criar e cuidar das aves, a Energisa, em 2013, passou a investir no parque para potencializar a energia que vinha do conhecimento de Percílio sobre as aves. O Parque dos Falcões é hoje o único local do país autorizado pelo Ibama a criar aves de rapina e o único centro para receber e multiplicar essas aves na América do Sul. Além disso, ele é o principal ponto turístico da região, recebendo alunos de escolas de Sergipe e de outros estados, além de muitos visitantes internacionais.

– Eu sempre digo que o Parque tem duas mães: a minha mãe Maria, que sempre incentivou meu sonho, e a Energisa, que acreditou no projeto e fez muito pelo Parque – explica Percílio com orgulho.

No início dessa aventura, tudo acontecia dentro da casa de Percílio. Com muita energia, ele recebia os visitantes na sala da própria casa. A Energisa investiu para catalisar essa força e construiu um auditório para que os turistas fossem recebidos em um espaço amplo onde pudessem conhecer sobre as aves. Na sequência, vieram o pórtico de entrada e muitas melhorias. Em 2022, foram construídos 50 viveiros, um mirante que é um dos cartões postais do estado, além de importantes obras de acessibilidade em todo o parque. As melhorias fizeram o movimento crescer ainda mais.

Para a Energisa, a energia não está só nas linhas de transmissão e distribuição, ela também vem das pessoas. Com dez anos dessa parceria, a empresa continua vendo a potência do trabalho Percílio e segue se inspirando nessa força para gerar mais trabalho e riqueza para a localidade.

– Nós apoiamos o Parque dos Falcões há 10 anos por acreditar no propósito desse projeto que tem um papel socioambiental muito importante, sendo o único centro de criação, multiplicação e preservação de aves de rapina da América do Sul. Além disso, o parque impulsiona o turismo sergipano promovendo o desenvolvimento econômico e o social da região. Apoiar as ações do parque mostra o nosso compromisso com a Sustentabilidade e com os sergipanos – afirma o diretor-presidente da Energisa em Sergipe, Roberto Currais.

Fachada do Parque dos Falcões

Esse ano, Tito, a ave-símbolo do parque, completa 40 anos. Não existe registro de um outro falcão tão longevo em todo o planeta. No dia 10 de outubro, estão marcadas comemorações e a Energisa vai presentear o parque com uma grande cozinha e um espaço exclusivo para os veterinários, além de viveiros de quarentena para aves que chegam de fora e precisam ficar em isolamento antes da integração ao parque.

O Parque dos Falcões acolhe hoje 36 espécies de aves de rapina, além de tamanduás, guaxinins e araras. São mais de 500 aves, entre soltas, semissoltas e presas. Um novo programa de estudo e monitoramento está sendo desenvolvido junto com o Ibama, em que as aves retornam à natureza com microchips para serem acompanhadas pelos especialistas.

O parque, além de ter feito um rio renascer, com a dedicação de Percílio e o investimento da Energisa, mudou a vida na região. O fluxo de turistas, visitantes e voluntários que o parque atrai fez fluir um rio de comércio nas proximidades, com restaurantes, lanchonetes, artesanato e hotelaria. Mudanças que fazem a energia da economia girar e voar em volta do Parque dos Falcões.

Na correria elétrica da cidade, olhamos o mundo como se a espécie humana fosse a maior e mais importante espécie a viver em nosso planeta. Mas a natureza nos ensina que a vida é mais do que só cidades e pessoas, vivemos em um mundo repleto de espécies dos mais variados tamanhos, formas e habilidades. Aprender a viver em harmonia e consonância é fundamental para prolongarmos nossa estada na Terra. Percílio, o homem-pássaro, parece ter entendido isso desde criança.

A bióloga e filósofa Donna Haraway em seu livro Quando as espécies se encontram foi certeira: “espécies de todos os tipos, vivas ou não, resultam de uma dança de encontros que molda sujeitos e objetos”. É isso que vemos na história de Tito e Percílio e todos os encontros que a dança do Parque do Falcão gera: a potência de uma vida multiespécie, em que o ser humano, as matas, os rios e as aves de rapina vivem em simbiose e comunhão.

– Dentro do parque existem presas e predadores, mas aqui todos vivem em paz. A gente não consegue fazer a humanidade viver em paz, mas aqui todos vivem. Eu já conheci muitos lugares, já voei de avião, já sonhei que estava voando, já coloquei aves para voar ao lado de parapente para filmagem. Mas a minha maior emoção é ver elas voando. Quando as aves estão voando, é como se eu estivesse voando. Essa é a emoção maior – conclui Percílio.

Sede do Parque dos Falcões

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Instituto Parque dos Falcões

BR-235, s/n – Rio das Pedras, Itabaiana (SE)

Horário: às 9h e às 14h. Todas as visitas devem ser previamente agendadas

Informações e agendamento: (79) 99665-4905 / (79) 99962-8396

Instagram: @parquedosfalcões

 

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Energisa e BNDES unem forças na conservação da Bacia do Xingu Energisa e BNDES unem forças na conservação da Bacia do Xingu

Publicada em: 06/09/2023

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Brasil

Energisa se junta à iniciativa Floresta Viva para impulsionar a restauração ecológica na bacia hidrográfica do Xingu

Reafirmando seu compromisso com a sustentabilidade dos biomas onde atua, a Energisa tem orgulho em participar do lançamento do edital Xingu dentro do programa Floresta Viva, que tem como objetivo a destinação de até R$ 26,7 milhões em recursos não reembolsáveis para projetos de restauração de áreas degradadas e fortalecimento de cadeias produtivas na Bacia Hidrográfica do Xingu, na região amazônica. O edital foi lançado em cerimônia realizada, nesta terça-feira, 5/9, no Teatro Estação Gasômetro, em Belém (PA).

A iniciativa é financiada pelo BNDES, em parceria com Energisa, Norte Energia e Fundo Vale. Cada parceiro contribuiu com R$ 4,45 milhões, e o BNDES igualou esse montante através de um cofinanciamento, culminando em um total de R$ 26,7 milhões de apoio disponível.

A Bacia do Rio Xingu, abrangendo aproximadamente 53 milhões de hectares e 50 municípios nos estados do Pará e Mato Grosso, desempenha um papel crucial na conexão de biomas, mas enfrenta o desafio do desmatamento, com uma perda de 730 mil hectares entre 2019 e 2022. O apoio a projetos de restauração desempenhará um papel vital na preservação desse corredor de biodiversidade.

– Reconhecemos a importância desses projetos nos biomas onde operamos, pois não apenas restauram ecossistemas valiosos, mas também contribuem para nossa ambição de ser uma empresa net zero (neutra em emissão de gases de efeito estufa). Além de investir em soluções tecnológicas, o Grupo Energisa está atento em promover soluções baseadas na natureza, entendendo que a combinação de inovação tecnológica com o poder da natureza é fundamental para um futuro sustentável e resiliente – diz Tatiana Feliciano, diretora de Gestão e Sustentabilidade do Grupo Energisa.

O edital busca apoiar até nove projetos distribuídos em três regiões cruciais: Baixo Xingu, Médio Xingu e Alto Xingu, englobando os estados do Pará e Mato Grosso. Os projetos propostos devem abordar a elaboração e aprovação de diagnósticos e planos de restauração, a implementação e o monitoramento, bem como o fortalecimento das cadeias produtivas relacionadas à restauração das áreas selecionadas. O prazo para a execução desses projetos é de até 48 meses. A administração do edital ficará a cargo do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO), uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP).

O edital está aberto a instituições sem fins lucrativos, incluindo associações civis, fundações privadas nacionais e cooperativas em qualquer estágio de constituição. Os interessados podem enviar suas propostas até o dia 6 de novembro através do formulário eletrônico disponível no site: https://chamadas.funbio.org.br/floresta-viva-restauracao-bacia-do-rio-xingu.

O programa Floresta Viva, onde o edital Xingu está inserido, se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, contribuindo para as metas globais de combate às mudanças climáticas ao apoiar projetos de restauração ecológica e preservação da biodiversidade em diversos biomas. O BNDES estima que o programa como um todo alcançará R$ 1 bilhão em investimentos para restaurar entre 32 mil e 66 mil hectares e retirar até 18 milhões de toneladas de CO2 da atmosfera, fortalecendo, assim, a luta contra as mudanças climáticas globais.

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Rio Pomba Valley: tecnologia, economia criativa e empreendedorismo Rio Pomba Valley: tecnologia, economia criativa e empreendedorismo

Publicada em: 11/08/2023

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 Sustentabilidade

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Brasil

Rio Pomba Valley: tecnologia e empreendedorismo

A iniciativa do Grupo Energisa, lançada em 2022, já qualificou 35 jovens e, neste mês de agosto, abriu a sua segunda turma com 40 vagas. Os cursos oferecidos são de Tecnologia da Informação na área de Fullstack - Programador Back e Front End (estrutura, design, conteúdo, desempenho, servidor, banco de dados e aplicação).

Os candidatos deverão ter a partir de 17 anos e precisam ser residentes na região da Zona da Mata. As aulas, estruturadas em parceria com o SESI Nacional, FIEMG, SENAI e EduLivre, serão em modelo híbrido com 760 horas de duração. A inscrições, que vão até 1º de setembro, podem ser feitas clicando aqui. As aulas têm início previsto para 18 de setembro.

O curso será 100% custeado pelo Grupo Energisa, mas a companhia busca parceiros que compartilhem o compromisso de geração de oportunidades e desenvolvimento socioeconômico. Para isso, no dia 10 de agosto, também foi realizado o Encontro de Articulação do Programa Rio Pomba Valley, com a presença de empresários, parceiros da área da educação, sustentabilidade e tecnologia e formadores de opinião. Na ocasião, os interessados vão debater as possibilidades de desenvolvimento social e econômico da região através da formação de mão de obra qualificada para a indústria da tecnologia.

“A Energisa já deu o primeiro passo, que tem como base a formação e geração de oportunidades para impulsionar um ecossistema de criatividade e inovação aqui na região da Zona da Mata, com potencial de crescimento em nível nacional. Precisamos agora mobilizar talentos, realmente interessados em participar do desenvolvimento e transformação da nossa região, porque o nosso estado de Minas Gerais já é conhecido como um dos principais centros de inovação do Brasil”, comenta Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio.

O programa tem atuação em quatro pilares essenciais para o Grupo Energisa, como a Educação, a partir da formação de profissionais em carreiras de tecnologia (indústria 4.0) para desenvolvimento da criatividade e inovação; busca ativa de parcerias com órgãos públicos e privados para potencializar a iniciativa; criação de um ambiente de interações e cooperações entre empresas, universidades, startups, investidores e gerar impacto social; e criação de uma comunidade propícia de geração de ideias, desenvolvimento de produtos, soluções e de fomento ao empreendedorismo.

Serviço:

  • Inscrição: até 1º de setembro/2023
  • Quando: as aulas começam em 18 de setembro de 2023
  • Onde: As aulas serão em formato híbrido, on-line e parte no SENAI Cataguases
  • Público-alvo: a partir de 17 anos
  • Inscrição: clique aqui 
  • Mais informações do programa e parcerias, acesse aqui.
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Ilumina Pantanal completa 2 anos levando luz, saúde e cultura Ilumina Pantanal completa 2 anos levando luz, saúde e cultura

Publicada em: 08/08/2023

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 Sustentabilidade

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Mato Grosso do Sul

Ilumina Pantanal completa 2 anos levando luz, saúde e cultura para a maior planície alagável do mundo

Nos últimos dois anos, o projeto Ilumina Pantanal vem mudando a vida de muitos moradores da região. Mapear e atender às populações que vivem na maior planície inundada sempre foi um enorme desafio. As distâncias e o difícil acesso deixaram por décadas muitas comunidades isoladas, sem acesso à eletricidade.

Para conseguir chegar em quem precisa sem comprometer o meio ambiente desse rico bioma, a Energisa desenvolveu um sistema de fornecimento de energia por meio de sistemas individuais de geração solar fotovoltaica e armazenamento da energia excedente em baterias de lítio. Encabeçado pela Energisa e contando com a parceria da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), MME (Ministério de Minas e Energia) e Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, o projeto hoje leva energia limpa a 2.826 famílias, com investimento total de R$ 210 milhões. 

– Nós estimamos que, nesses dois anos, foi possível impactar a vida de 8 a 9 mil pessoas. São pessoas que não conheciam água gelada, não conheciam o conforto de dormir com um ventilador, não conheciam energia elétrica em si – ressalta Héber Selvo, engenheiro especialista da Energisa MS.

Da pesquisa à realização

A ideia do programa começou ainda em 2018. Em parceria com o Instituto Lactec, a Energisa realizou um censo inédito na região, colheu informações socioambientais, analisou o ambiente regulatório e diagnosticou as necessidades de atendimento e zoneamento para implantação do projeto. O investimento nessa fase de pesquisa foi fundamental para chegar perto de quem vive nas regiões mais isoladas do Pantanal. Uma enorme dedicação para alcançar lugares onde só o rio leva, ou enfrentando jornadas de mais de 22 horas a cavalo, entre alagadiços e areais.

Toda essa equipe mobilizada e esse esforço são recompensados pelas falas de quem pode ligar um eletrodoméstico pela primeira vez. Além da alegria, os relatos de quem já experimenta as benfeitorias do serviço revelam um mundo de possibilidades até então inviáveis.

– Hoje, a gente consegue ter uma vida bem mais agradável. A gente agora tem uma “geladeirinha” dentro de casa, tem energia pra poder fazer a janta à noite, tem uma iluminação pra sentir também mais segurança. A gente consegue dormir melhor tendo um ventilador pra se refrescar. Esse projeto veio em bora hora – elogia Helton Felipe Silva Pereira, morador da região do Rancho Anjo Azul no Alto Pantanal.

Inovação em energia limpa

Para o diretor-presidente da Energisa MS, Marcelo Vinhaes, a universalização do acesso à energia, por fonte renovável, no Pantanal sul-mato-grossense, é um grande passo na história do Grupo Energisa. Os investimentos em inovação trouxeram as mais avançadas tecnologias em energia limpa para desenvolver soluções pioneiras que respeitam o meio ambiente.

A tecnologia desenvolvida em Mato Grosso do Sul é inédita no Brasil, com armazenamento de energia excedente em baterias de íon-lítio, semelhantes às dos celulares. Com isso, foi possível alcançar áreas remotas sem a necessidade de passar as enormes estruturas de uma rede de distribuição, que exigiria a derrubada de árvores, nem instalar turbinas eólicas, que atrapalhariam o fluxo migratório de pássaros e animais.

Um projeto dessa magnitude não poderia passar despercebido pelos olhares do mundo. Em 2021 o Ilumina Pantanal foi premiado internacionalmente na categoria de melhor Projeto Solar (Solar & Storage Live 2021, promovido pela Associação Internacional de Produtores de Energia Solar). Em fevereiro deste ano, também foi apresentado no maior e mais importante congresso de distribuição de energia elétrica do mundo em San Diego/Califórnia (EUA).

Para além da energia elétrica

A melhoria na vida de cada pessoa alcançada pelo programa é um compromisso da Energisa, mas o programa traz ainda muitos outros benefícios para a região. Os impactos econômicos também merecem ser destacados. Com a luz, os proprietários de fazendas agora têm mais atrativos para oferecer serviços aos trabalhadores locais, facilitando a retenção do trabalhador rural. Ainda há novas possibilidades de vida, como a que surgiu, recentemente, para os moradores da curva do São Lourenço, onde o rio São Lourenço encontra o rio Paraguai. Formou-se, naquela região, uma pequena associação de artesãos, que aos poucos podem deixar o extrativismo de iscas para produzir artesanato, com vegetação pantaneira, de boa qualidade e melhor acabamento devido às máquinas de costura e à iluminação.

Assim como a produção de artesanato na curva do São Lourenço, outros aspectos culturais se estendem pelos afluentes. Iluminando as noites de famílias ribeirinhas e de aldeias indígenas, sem colocar o meio ambiente em risco, o Ilumina Pantanal possibilitou a manutenção da cultura pantaneira.

– Várias comunidades haviam se desmobilizado no Pantanal pela dificuldade de permanecer naquele local e pela busca de melhores condições de moradia. O Programa reativou algumas comunidades, a gente vê agora um retorno do pantaneiro à sua origem – acrescenta Selvo.

A empresa também tem patrocinado projetos socioambientais, como o “Agroflorestas”, do IHP (Instituto Homem Pantaneiro), desenvolvido na Serra do Amolar. Apesar do seu bioma diverso, o solo pantaneiro não é o mais fértil, fazendo com que os grandes produtores usem fertilizantes em excesso para conseguir produzir na região. O uso do sistema agroflorestal nessas pequenas comunidades permite que muitos alimentos sejam produzidos em meio à floresta local, assim muitas famílias envolvidas estão aprendendo novas habilidades de cultivo e diversificação de produtos, fomentando a economia e respeitando o meio ambiente.

Todo esse projeto da Energisa que abraça o Pantanal com saúde, ecologia e cuidado também tem levado iniciativas sociais ao interior da região, com a distribuição de roupas e alimentos, além da doação de 600 geladeiras por meio do Programa de Eficiência Energética. 

Do Pantanal para o mundo

O sucesso do Ilumina Pantanal serviu de piloto para outro projeto chegar a uma área ainda maior. O Mais Luz para a Amazônia está em fase de expansão e visa atender a quem vive na maior floresta tropical do planeta.

– No Pantanal, nós atendemos cerca de 3 mil famílias. No Mais Luz para a Amazônia, é vislumbrado o atendimento a cerca de 30 mil famílias, até 2025. O Grupo Energisa tem projetos no Acre, Rondônia, Mato Grosso e Tocantins para repetir o feito nos lugares mais remotos da Amazônia Legal, para comunidades ribeirinhas e aldeias indígenas – explica Selvo.

Levar luz para a maior planície alagada do planeta é abrir caminhos para cuidar de um dos maiores patrimônios brasileiros. Na moda de viola Noite de Tempestade, de Gabriel Sater, quem vive no Pantanal precisava de noite “esperar a lua, encher de luz nossa alma”. Com o Ilumina Pantanal, cada pessoa pode escolher iluminar também as noites sem lua, com energia limpa e renovável, cuidando da natureza e de quem vive no bioma mais preservado do Brasil, sem nunca perder de vista a luz da lua dos poetas e dos violeiros.

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Rio Pomba Valley investe em um hub tecnológico com novas parcerias Rio Pomba Valley investe em um hub tecnológico com novas parcerias

Publicada em: 08/08/2023

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 Sustentabilidade

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Brasil

Rio Pomba Valley: projeto investe na criação de um hub tecnológico com novas parcerias

Alavancar a região da Zona da Mata mineira como um hub tecnológico e economia criativa, duas das maiores cadeias produtivas da nova economia em todo o mundo, e criar um ecossistema de empreendedorismo e inovação, que tem como base a formação e geração de oportunidades, são os objetivos do Rio Pomba Valley.

Diante de um ecossistema com polo industrial, universidades e instituições de ensino profissionalizantes, além de um grande histórico de empreendedorismo e criação, queremos promover um futuro ainda melhor para as nossas pessoas por meio da educação digital, apostando assim no desenvolvimento econômico da nossa região.

O Estado de Minas Gerais já é conhecido como um dos principais centros de inovação do Brasil, mas existe ainda uma grande lacuna de profissionais qualificados, escassos no mercado de trabalho nacional.

O Rio Pomba Valley nasceu para suprir essa demanda que tem na tecnologia a sua essência. Este é um projeto inovador, estruturante de uma nova economia que pretende ampliar parcerias, atrair novos empreendedores e promover qualificação profissional para que o ambiente de criatividade, conhecimento e inovação da nossa Zona da Mata possa crescer de forma sustentável. 

Clique abaixo no book e fique por dentro das iniciativas do hub de inovação da Zona da Mata mineira e seja nosso parceiro.

A fonte de mídia referenciada está faltando e precisa ser informada novamente.

 

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Transformando energia em sustentabilidade e desenvolvimento Transformando energia em sustentabilidade e desenvolvimento

Publicada em: 23/06/2023

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 Sustentabilidade

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Brasil

Transformando energia em sustentabilidade e desenvolvimento

A criação do relatório anual de sustentabilidade é uma atividade que envolve toda a Organização. É um momento importante de reunir, avaliar e medir tudo o que foi realizado ao longo do ano. Tempo de dimensionar feitos e avaliar a estratégia para seguir fazendo a diferença para alcançar um futuro sustentável. 

A seguir, você terá a oportunidade de conhecer algumas das ações adotadas pelo Grupo no último ano, como avanços na redução da pegada ambiental de suas operações, principalmente emissões de gases de efeito estufa do escopo 3, com a desativação de Usinas Térmicas no Norte do país. Com esta iniciativa, entre 2020 e 2022, a Energisa evitou a emissão de 352 mil toneladas de CO2e na atmosfera através do seu Programa de desativação de Usinas Térmicas. A íntegra do relatório poderá ser acessada aqui.

Estratégia ESG: compromisso e responsabilidade

A atuação da Energisa em linha com as melhores práticas ambientais, sociais e de governança (ASG) é parte da estratégia de longo prazo da empresa. No ano passado, a Energisa reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, pautadas pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, incluindo o acesso à energia limpa, trabalho decente e desenvolvimento econômico, redução das desigualdades, produção responsável e ação contra as mudanças climáticas. A partir desses objetivos, foram elaborados 9 compromissos a serem alcançadas até 2026 e 2050.

“A Energisa está comprometida com o enfrentamento dos desafios das mudanças climáticas, sendo protagonista na transformação energética brasileira; com a redução do seu impacto ambiental; a promoção da mobilidade social nas regiões em que atua; e na operação com integridade e cuidado da nossa gente à medida que expande seus negócios”, afirma Daniele Salomão, vice-presidente de Pessoas, Gestão e Sustentabilidade do Grupo Energisa.

A estratégia ASG adotada aborda três causas: transformação energética, mitigação dos impactos e mobilidade social. A Energisa não se posiciona apenas como uma empresa de infraestrutura elétrica. Ela atua como um ecossistema completo e diversificado, oferecendo soluções inovadoras para ajudar seus clientes na transição energética:

“Para a companhia, não existe separação entre o negócio e as ações para mitigar o impacto no planeta. A Energisa se diferencia justamente porque ter  uma estratégia de negócio, social e ambientalmente responsável”, afirma Ricardo Botelho, CEO do Grupo Energisa.

Descarbonização e geração de energia limpa

A Energisa tem se empenhado ativamente na descarbonização do setor elétrico, adotando medidas para contribuir com a redução das emissões de gases de efeito estufa. O compromisso assumido consiste em alcançar 600 MW de potência instalada em fontes renováveis até o final do ano de 2026.

Uma das estratégias adotadas pela empresa é a desativação de usinas termelétricas a diesel, que são fontes de energia caras e altamente poluentes, através da conexão de redes de energia isoladas ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Nos últimos três anos, a Energisa Rondônia desativou 13 usinas termelétricas no estado, e outras 4 foram desativadas pela Energisa nos estados do Acre, Mato Grosso  Pará. A iniciativa, quando concluída em 2026, vai evitar a emissão anual de 507 mil toneladas de CO2e na atmosfera, o equivalente a 3 milhões de árvores ou o reflorestamento de 3,5 mil hectares.

Com o objetivo de diversificar seus negócios e oferecer soluções de energia renovável, a Energisa colocou em operação as usinas solares Rio do Peixe I e Rio do Peixe II, na Paraíba, com capacidade instalada de 70 MWp. Essas usinas operam com o certificado global de energia limpa I-REC, agregando valor ao megawatt gerado e comprovando sua origem renovável. Além disso, a empresa investe também em geração distribuída através da (re)energisa, por meio de fazendas solares conectadas a redes de distribuição existentes. Com tudo isso, a Energisa já alcançou um total 263,6 MW de potência instalada em fontes renováveis em dezembro de 2022, cumprindo 43,9% a meta de 600 MW estabelecida até 2026.

Acesso universal à energia e eficiência energética

A promoção do acesso universal à energia é parte integrante da estratégia da empresa. A Energisa tem investido continuamente na disponibilização de energia confiável e sustentável para a população de estados como Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins, que possuem altas taxas de população sem acesso à energia. Programas como o Mais Luz para Amazônia (MLpA), Luz para Todos (LpT) e Ilumina Pantanal têm sido essenciais nesse sentido. Em 2022 foram investidos R$ 612 milhões entre recursos próprios e fundos setoriais, beneficiando mais de 26 mil famílias. O compromisso estabelecido consiste em levar energia elétrica, limpa e acessível a aproximadamente 55 mil famílias até o final do ano de 2026.

Além disso, a empresa realiza ações de eficiência energética, como a substituição de lâmpadas de iluminação pública, aparelhos de ar-condicionado e a instalação de sistemas fotovoltaicos, proporcionando economia de energia de 37,6 MWh para cerca de 90 mil unidades consumidoras, em um investimento de cerca de R$ 84 milhões.

Incentivo à cultura

A Energisa está comprometida em se aproximar da sociedade por meio da valorização das culturas regionais. Através do Programa Energisa Cultural, a empresa apoia manifestações artísticas em diversos estados, tendo contemplado 28 projetos no último projeto. Em 2022, foi criado o Instituto Energisa, fortalecendo as atividades culturais anteriormente conduzidas pela Fundação Ormeo Junqueira Botelho, dedicada à memória da família fundadora da empresa.

Capacitação profissional

Na parte de capacitação e desenvolvimento profissional, o lançamento do programa Rio Pomba Valley busca transformar a Zona da Mata mineira em um polo de tecnologia e criatividade, promovendo o desenvolvimento socioeconômico da região. Alguns dos alunos formados pelo projeto já foram contratados pela própria Energisa, ganhando a oportunidade de trabalhar em uma empresa reconhecida pelo seu excelente clima organizacional. Em 2022, diversas distribuidoras do grupo avançaram posições nos rankings da consultoria Great Place To Work (GPTW), fruto dos esforços em criar um ambiente de trabalho saudável, que valoriza o bem-estar dos funcionários, a diversidade, a inclusão e a participação ativa de todos.

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Descarbonização da Amazônia Legal Descarbonização da Amazônia Legal

Publicada em: 15/06/2023

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 Sustentabilidade

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Brasil

Descarbonização da Amazônia Legal

Com soluções que envolvem tecnologia de ponta, de baixo impacto ambiental e alta durabilidade, a Energisa tem conseguido superar a alta complexidade de execução de obras na região, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida dessas comunidades.

São projetos que visam levar energia contínua, limpa e renovável a comunidades e clientes que vivem em áreas isoladas desse vasto e rico território.

A seguir o book e o vídeo da experiência bem-sucedida da Energisa, que demonstra como o compromisso do Grupo com a descarbonização de nossas operações tem gerado efeitos práticos em todo o sistema.

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Energisa Cultural: um canal permanente para receber, avaliar e apoiar Energisa Cultural: um canal permanente para receber, avaliar e apoiar

Publicada em: 05/05/2023

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 Sustentabilidade

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Energisa Cultural: um canal permanente para receber, avaliar e apoiar projetos culturais

A Energisa é uma empresa que trabalha com distribuição de energia em uma enorme área do território brasileiro. De Norte a Sul, a Energisa está presente nas 5 regiões do país, iluminando os lares, levando energia para as indústrias, mas também sempre muito atenta às manifestações culturais que brilham em cada um desses cantinhos do nosso imenso país.

Cultura é a maior riqueza de um povo, ainda mais se tratando de um povo tão plural e diverso como o povo brasileiro. Nosso país é mundialmente conhecido por suas festas, sua musicalidade, inventividade e criatividade – nada disso é por acaso. Vivemos em um caldeirão cultural de muitos povos que aqui já estavam e de outros que de longe chegaram. Ao longo dos séculos, esses encontros produziram um sem-fim de expressões culturais que ocupam e se mantêm vivas por toda a nação.

A Energisa percebe isso e vem, a cada ano, se conectando com um Brasil profundo, original, que se misturou longe da costa e das grandes capitais, um Brasil que foi e é quilombola, que uniu tradições indígenas, europeias e da diáspora africana para construir manifestações artísticas únicas em som, ritmo e visualidade. O Brasil dos violeiros do Centro-Oeste, das mulheres que tecem redes no Mato Grosso e em Sergipe, das folias de rei, dos congados, das cavalhadas, do Carimbó e do Boi Bumbá da região Norte, passando por toda a ginga, sonoridade e visualidade da música e dos artesanatos do nordeste. Um Brasil de proporções continentais que vive na mente, nas mãos e nos sonhos de quem cria, recria e mantém essas tradições vivas.       

É nestes rincões do país que a Energisa busca sua inspiração e para onde o Energisa Cultural envia a sua força. O braço cultural da Energisa é o caminho que a empresa encontrou para ajudar a manter vivas e trazer aos olhos de todos esses brasis que o Brasil não conhece. Um caminho que nasce de muitas mãos, desde quem aporta o incentivo, até quem realiza o projeto na ponta.

O Energisa Cultural é um programa da Energisa que fomenta a cultura em todo o território nacional. Com verba aportada, por meio das leis de incentivo à cultura, as inscrições estão abertas para receber propostas de projetos já aprovados para captação de recursos por leis federais (Lei Rouanet e Lei do Audiovisual) ou estaduais (ProAC-SP, ICMS-RJ e ICMS-MG). Confira ao final do texto mais informações sobre como inscrever seu projeto em cada lei de incentivo.

O Energisa Cultural vem crescendo ao longo do tempo, com 87 projetos apoiados nos últimos 3 anos, com foco nas conexões, nas riquezas e na diversidade das manifestações culturais no Brasil.

Para esse ano, a novidade é que o programa agora tem uma plataforma permanente para o recebimento de projetos, sem edital ou prazo de inscrição. Nesse modelo de banco de projetos, se um projeto já está aprovado em uma lei de incentivo, ele pode ser inscrito na plataforma e fica disponível para ser selecionado pela Energisa a qualquer momento. Com isso a Energisa vai oxigenar uma base de projetos que podem ser incentivados de forma contínua, criando um enorme e importante mapeamento cultural no país.

Conversando com a coordenadora de investimento social privado da Energisa, Delânia Cavalcante, podemos ter uma ideia da importância do alcance desse projeto e de como surgiu essa novidade.

– Quando entramos na Energisa e vimos a potência de apoio cultural que a empresa tem, pensamos: a gente é grande e não conhece todo mundo. Como eu faço, então, para conhecer todo mundo? Criando um sistema que permite o acesso de todos. Assim podemos pedir para as pessoas se apresentarem, escrevendo seus projetos no nosso site. Não é novidade nenhuma, mas é algo que ainda fazíamos. Então, para que a gente pudesse oxigenar e para atender todo esse pilar, era necessário a gente ir até as pessoas com tecnologia.

Vivendo em um país continental, percorrendo e trabalhando nas capitais e nos rincões mais escondidos da nação a Energisa enxerga a pluralidade do nosso povo e busca sempre chegar mais longe, com proximidade, diálogo e iniciativa conjuntas.

– Olhando para o Brasil e suas diversas regionais, vemos a pluralidade e queremos nos aproximar cada vez mais. Queremos incentivar a produção cultural, preservar a memória e trabalhar essa diversidade brasileira como algo único – conta Delânia com entusiasmo.

Em 2022, o público direto alcançado pelo Energisa Cultural foi de mais de 1 milhão de pessoas, sem contar os espectadores das salas de cinema e por streaming, que assistiram produções cinematográficas apoiadas pelo programa pela empresa.

Falando sobre números, para se ter uma noção do porte do Energisa Cultural, no último ano, o Grupo investiu mais de R$ 14 milhões, quase o dobro do ano anterior, em linha com o objetivo de alcançar um público cada vez maior e mais diverso.

– Ano passado, a gente praticamente dobrou o investimento social da Energisa, trabalhando profissionalmente o uso do incentivo fiscal. Isso é uma grande vitória da empresa. Acredito que com isso o grupo entra num patamar de grandes investidores de incentivo cultural brasileiro – conta Delânia.

Energisa Cultural: entenda como funciona

Fomentar, profissionalizar e investir em cultura toca em pontos sensíveis e necessidades profundas do nosso país. A cultura em suas manifestações regionais também está conectada aos biomas locais, à preservação de um capital simbólico, mas também social e ecológico, como nos relata Delânia.

– Trabalhando com cultura estamos impulsionando e unindo essas parcerias, promovendo o desenvolvimento sustentável, inclusive de regiões onde os biomas são muito frágeis. Estamos falando do Pantanal, da Caatinga, da Floresta Amazônica, e no caso de Rio e São Paulo, da Mata Atlântica. Vivemos nestes biomas e partimos do princípio de que tudo isso está conectado com os compromissos da companhia, principalmente nesse pilar de apoio às manifestações culturais regionais.

Levando como missão conectar pessoas de diferentes matizes culturais, o Energisa Cultural não estará mais só focado na ponta, ou seja, na realização dos eventos, shows, produções e apresentações. É claro que esta parte final é fundamental, o momento máximo da realização, mas a Energisa usará a sua expertise para construir parcerias com um olhar colaborativo e profissionalizante para a execução dos projetos.

Atuando nacionalmente e localmente, a empresa terá dois avaliadores por projetos e um ponto focal, uma gestora de projetos locais que poderá olhar de perto a importância e o desenvolvimento de cada projeto. Com isso, a empresa não apenas aporta o dinheiro como também realiza uma parceria em todo o ciclo de produção. Essa novidade tem como meta ajudar os pequenos produtores culturais a se profissionalizarem e pode também ajudar a promover intercâmbio cultural entre diferentes projetos apoiados pela empresa.

A Energisa estará em constante contato com os produtores acompanhando passo a passo, desde como criar um cronograma, passando por como planejar a divulgação e como organizar uma equipe de produção, até realizar o projeto e, por fim, concluir a prestação de contas.

Se você é um produtor cultural, um coletivo artístico ou um diretor com sonhos para realizar, fique ligado no Energisa Cultural, busque as leis de incentivo locais e federais, esteja atento à enorme área de atuação da Energisa e conte com essa parceria para colocar no mundo as criações culturais que são o verdadeiro fundamento do que é a força e a energia de um povo.

Serviço:

Programa Energisa Cultural

Informações e inscrições: https://www.grupoenergisa.com.br/programa-energisa-cultural

Período de inscrição: fluxo contínuo

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Energisa conclui programa de descarbonização em Rondônia e desliga a 1 Energisa conclui programa de descarbonização em Rondônia e desliga a 1

Publicada em: 27/12/2022

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 Sustentabilidade

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Região: 

Rondônia

Energisa conclui programa de descarbonização em Rondônia e desliga a 13º termelétrica do estado

A Energisa Rondônia desativou a última termelétrica do programa de descarbonização. A 13º térmica, localizada no distrito de Pacaranã, em Espigão do Oeste, consumia 940 mil litros de óleo diesel por ano e emitia na atmosfera 2.400 toneladas de CO2. O desligamento foi feito nesta segunda-feira, 27 de dezembro. 

No lugar dessa termelétrica, entra em cena uma subestação com capacidade para atender 12 mil casas populares com uma energia limpa e ligada ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Isso significa segurança energética e melhoria da estabilidade da rede, atraindo novas empresas que fomentam a economia local. 

O biólogo e supervisor de Meio Ambiente da empresa, José Meireles Carrate, explica que o excesso nas emissões de CO2 intensifica o efeito estufa no planeta, alterando o clima com a elevação das temperaturas. “Reduzir as emissões de dióxido de carbono é fundamental. As energizações das subestações são ações concretas que proporcionam desenvolvimento de forma sustentável”, afirma. 

O Grupo Energisa realiza o maior programa de descarbonização do país com a desativação de 19 térmicas a óleo diesel até 2025.  Rondônia é líder dessa iniciativa com 13 térmicas desativadas, o que representa o fim da emissão na atmosfera de cerca de 293 mil toneladas de dióxido carbono (CO2). 

 

Segundo o diretor presidente da Energisa em Rondônia, André Theobald, a iniciativa está alicerçada nas diretrizes ESG (sigla que em português significa governança ambiental, social e corporativa).

“A empresa tem um compromisso real com o futuro e com o desenvolvimento das comunidades onde está inserida, por isso, é importante para nós que a energia que distribuímos até os lares dos nossos clientes seja de fonte renovável. Substituir termelétricas por subestações é um passo crucial na transição energética que garante energia limpa e de qualidade, ao mesmo tempo em que reduz a emissão de gases poluentes”, explica.   

O investimento da empresa no programa de descarbonização no país é de R$ 1,2 bilhão. Deste valor, cerca de R$ 730 milhões representam o investimento no estado de Rondônia.  

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Energisa fecha 2022 com recorde histórico de investimento em Mato Gros Energisa fecha 2022 com recorde histórico de investimento em Mato Gros

Publicada em: 27/12/2022

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 Sustentabilidade

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Mato Grosso

Energisa fecha 2022 com recorde histórico de investimento em Mato Grosso

Energisa fecha 2022 com um recorde anual de investimento em Mato Grosso. Foram aplicados R$ 920 milhões entre janeiro e dezembro no estado. Segundo a companhia, grande parte dos recursos foi empregada na melhoria da qualidade do serviço prestado e na expansão da capacidade de distribuição da rede, acompanhando o crescimento socioeconômico no campo e na cidade.

No Noroeste do estado foram investidos, por exemplo, R$ 100 milhões. A obra modernizou o sistema elétrico da região, com a construção e ampliação da capacidade de três subestações e a implantação de uma linha de distribuição com mais de 260 quilômetros para ligar Aripuanã à Colniza. Além disso, foi desativada a última térmica do estado, que abastecia Guariba, interligando o distrito de Colniza ao sistema nacional. Só essa obra vai evitar a emissão de mais de cinco mil toneladas de CO2 por ano na região amazônica. É como se 20 mil veículos deixassem de rodar a cada doze meses.

Obras em todos os cantos, até os mais distantes

Até parece uma realidade distante, mas quando a Energisa chegou ao estado há menos de dez anos, mais de 20 mil famílias não tinham energia. Desde então foram aplicados em Mato Grosso, R$ 5,5 bilhões. Na prática todo esse investimento garante mais luz na vida das pessoas - da escola ao hospital, do comércio à casa, do pequeno negócio à grande indústria. Nos últimos três meses, mesmo com a entrada de tempestades no estado, houve redução de 31% na duração equivalente de interrupção de energia para o consumidor (DEC), índice que é acompanhado e fiscalizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). 

E onde as redes convencionais não chegam, entram as tecnologias de menor impacto ambiental e social. É o caso das placas solares e baterias que fornecem luz dia e noite e estão sendo instaladas em regiões remotas de Mato Grosso. Mais de 400 famílias já foram atendidas neste ano e outras mil ainda serão beneficiadas. O trabalho faz parte do programa federal Mais Luz para Amazônia, desenvolvido pela Energisa e Ministério de Minas e Energia. No estado, foram investidos R$ 16,5 milhões.

Iluminando o Pantanal

O primeiro a receber o kit com placas solares e baterias no Pantanal mato-grossense foi o morador de Poconé, Paulo Rogério da Silva. O ribeirinho só ligava o gerador a cada dois dias por três horas, por causa do alto custo do diesel. “Para deixar a geladeira ligada a noite toda, eu gastaria de 20 a 30 litros de diesel, que eu pagava R$ 7 o litro. Então, ficaria muito caro para mim”, conta. 

O acesso à energia é fundamental para ações do cotidiano e para atividades mais complexas, como o monitoramento dos focos de calor no Pantanal. Com a instalação das placas solares feita pela Energisa, os brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) passaram a acompanhar o sistema em tempo real. “Assim, é possível enviar a equipe mais rápido para combater o fogo. Por isso, a gente só tem a agradecer por esse sistema”, conta a agente administrativa do ICMBio Zilma Pereira Silva de Oliveira.

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