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Tarifa Social de Energia Elétrica: entenda o que muda no benefício Tarifa Social de Energia Elétrica: entenda o que muda no benefício

Publicada em: 26/01/2022

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Tarifa Social de Energia Elétrica: entenda o que muda no benefício

Janeiro de 2022 chegou com um marco de inclusão na Tarifa Social de Energia Elétrica. Para aumentar o acesso ao benefício, a ANEEL regulamentou a lei que torna obrigatório em todo País a inscrição automática das famílias que têm direito aos descontos.  O procedimento, que já é adotado na Energisa desde 2019 para mais conforto dos clientes do Grupo, simplifica a adesão ao benefício e ainda evita que o cliente tenha que que sair de casa. Atualmente, mais de 1,5 milhão de clientes de distribuição do Grupo Energisa estão cadastrados na Tarifa Social. 

Anteriormente, o cliente precisava fazer a inscrição no CAD Único, do Ministério do Desenvolvimento Social, e depois ir até um posto de atendimento da concessionária de energia elétrica para solicitar a inscrição na Tarifa Social de Energisa Elétrica. Agora, tudo fica mais fácil: o cliente continua precisando fazer a inscrição e atualização dos dados no CRAS, mas não precisa ir até a concessionária.

As concessionárias farão o cruzamento dos dados enviados pelo Ministério com o banco de dados de clientes, identificando assim aqueles que atendem aos requisitos e têm direito ao benefício para fazer o cadastro automaticamente. Clientes que não estejam cadastrados em programas sociais do Governo ou no CadÚnico e atendam aos requisitos para a Tarifa Social devem procurar os CRAS para fazer o cadastro.  É fundamental ter o Número de Identificação Social (NIS). 

O CadÚnico e o NIS têm que ser renovados a cada dois anos ou perdem a validade. Importante: apesar da inscrição automática passar a ser obrigatória, se o cliente desejar, ele pode solicitar pessoalmente o benefício em uma agência de atendimento.

Sobre o benefício - A Tarifa Social de Energia Elétrica é um projeto social que dá descontos na conta de luz para quem atende os pré-requisitos do programa federal. Pela regulamentação do benefício, clientes que conseguem até 30 kWh/mês têm 65% de desconto. Acima de 30kWh/mês até 100 kWh/mês tem 40% de desconto. Aqueles que consomem acima de 100 kWh/mês de consumo até 220 kWh/mês de consumo têm 10% de desconto. 

Têm direito ao benefício famílias inscritas em qualquer programa social do Governo Federal com renda familiar, por pessoa, de até R$ 500. Se encaixa nesse critério, por exemplo, uma família formada por um casal e dois filhos, em que o pai e a mãe ganham um salário-mínimo cada. Se o cliente não for cadastrado no programa social, ele deve procurar a prefeitura da sua cidade. Também têm direito as famílias com integrante que receba o Benefício de Prestação Continuada.

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Grupo inaugura fábrica de religadores que atende mercado nacional e in Grupo inaugura fábrica de religadores que atende mercado nacional e in

Publicada em: 10/01/2022

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HartBR, parceira do Grupo Energisa, inaugura fábrica de religadores que atende mercado nacional e internacional

Com o objetivo de ampliar seus investimentos em inovação e diversificar seu portfólio de produtos e serviços, a Energisa reforça sua parceria com a HartBR, empresa que acaba de inaugurar uma fábrica de religadores monofásicos em Atibaia (SP), desenvolvedora do equipamento e responsável por sua fabricação e comercialização. O empreendimento é resultado de um projeto de pesquisa que criou um modelo de religador totalmente diferenciado do que já existe no mercado. 

Além de ser uma solução inovadora, os equipamentos diversificaram os negócios da Energisa, que utiliza os religadores em suas distribuidoras. 

Desenvolvido com tecnologia de ponta, o religador Rocket-1 é o primeiro projeto de pesquisa da companhia que se tornou um produto comercial, criado a partir de recursos do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O novo equipamento tem por objetivo proteger o sistema elétrico, isolando trechos onde ocorreu falha na rede de outros pontos do circuito de distribuição e permitindo, assim, o fornecimento do serviço nessas áreas. Dessa forma, a instalação dos religadores melhora a qualidade da prestação do serviço de distribuição de energia para os clientes. Adicionalmente, sua aplicação garante a melhoria dos indicadores de continuidade do serviço na faixa de 60% a 70% nos pontos onde é instalado. 

O modelo desenvolvido também apresenta outras vantagens: é disruptivo em relação aos disponíveis no mercado, principalmente por possibilitar a operação remota por meio de um rádio embarcado no próprio equipamento, sem a necessidade de utilizar qualquer componente adicional instalado no poste. Além disso, armazena energia em supercapacitores que, diferentemente das baterias, foram projetados para ter o mesmo tempo de vida útil do equipamento e não requerem substituições periódicas. Essas duas características reduzem consideravelmente os custos de manutenção a serem realizados pelas concessionárias. Outro aspecto importante do equipamento, que o diferencia de seus concorrentes, é que, após suas operações e tentativas de religamento de energia, ele não se desconecta fisicamente da rede. Isso permite ao operador do sistema enviar comandos remotos ao religador e restabelecer o fornecimento de energia à distância mais rapidamente, evitando, assim, a necessidade de envio de uma equipe ao local de instalação. Dessa forma, os custos operacionais do serviço podem ser reduzidos. 

A inovação representa um avanço para que a energia seja um bem universal e acessível para todas as pessoas e que também seja responsável com o planeta. O novo religador representa uma solução concreta para melhorar a gestão da rede de distribuição e consequentemente a qualidade do serviço prestado aos nossos clientes. Adicionalmente diversifica as oportunidades de negócio com a comercialização de produtos”, afirma Alexandre de Castro, Gerente de Inovação da Energisa.  

Por meio da parceria com a HartBR, os religadores foram fabricados e comercializados para empresas do Brasil e de outros países. Há contratos com distribuidoras na Colômbia, Costa Rica, Espanha e Angola. 

A HartBR tem capacidade de produzir até 250 religadores por mês e, em 2022, irá dobrar a linha de montagem para atender o mercado nacional e internacional. 

Até o momento, a Energisa adquiriu mais de 500 religadores Rocket-1, com projeção de dobrar o volume de aquisições em 2022. 

Entre os estados onde a empresa atua em distribuição e que já contam com os equipamentos estão Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Sergipe e Acre. 

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Energisa desenvolve podcasts que falam sobre geração distribuída e cul Energisa desenvolve podcasts que falam sobre geração distribuída e cul

Publicada em: 04/01/2022

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Energisa desenvolve podcasts que falam sobre geração distribuída e cultura indígena para Mais Luz para a Amazônia

Depois de levar energia fotovoltaica para a Vila Restauração e para comunidades remotas do Pantanal, no projeto premiado Ilumina Pantanal, as equipes da Energisa nos estados de Acre, Rondônia, Mato Grosso e Tocantins estão em campo para repetir o feito nos lugares mais remotos da Amazônia Legal, para comunidades ribeirinhas e aldeias indígenas. Eles estão mapeando populações que podem ter energia elétrica em casa por meio programa Mais Luz para Amazônia, que tem o objetivo de universalizar o acesso a esse bem essencial em localidades onde a rede elétrica tradicional não chega. Para dar aos seus futuros clientes todas as informações necessárias sobre o programa, a Energisa planejou ações de comunicação inovadoras adequadas à população indígena e com respeito à cultura local. 

Para uma dessas ações, a Energisa desenvolveu dois podcasts com a parceria do time da Vem de Áudio, que já trabalha na produção de conteúdo para indígenas. O primeiro explica como funciona o sistema de geração de energia por placas solares, é dirigido aos indígenas e está disponível em português e na língua Mebengokrê, uma das mais faladas na região. O segundo é direcionado para qualquer profissional que queira entender um pouco mais da cultura indígena para desenvolver projetos com essas populações. 

“Convidamos dois especialistas, o Marivelton Baré, presidente da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro e coordenador na Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e a jornalista e antropóloga Helena Palmquist, para traz dicas de boa convivência em contextos interculturais. São produtos que podem contribuir diretamente na garantia do respeito à cultura e à diversidade dos povos, além de proteger essas populações, inclusive do ponto de vista sanitário”, explica Letícia Leite, responsável pela edição do material 

Quer saber mais sobre o projeto? Para conhecer o podcast sobre o sistema de geração fotovoltaica, disponível em português e na língua Mebengokrê, uma das mais faladas na região, clique aqui.

Clicando aqui você confere o podcast que traz informações sobre a cultura indígena, para interessados em desenvolver projetos com essas populações. 

O programa Mais Luz para a Amazônia, que tem o objetivo de universalizar o acesso a esse bem essencial em localidades onde a rede elétrica tradicional não chega, é coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), é operacionalizado pela Eletrobrás e executado pela Energisa nas áreas de concessão do Grupo.

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Vai visitar uma aldeia indígena para mapeamento do Mais Luz para Amazô Vai visitar uma aldeia indígena para mapeamento do Mais Luz para Amazô

Publicada em: 04/01/2022

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Vai visitar uma aldeia indígena para mapeamento do Mais Luz para Amazônia? Confira dicas importantes

Para apoiar o trabalho de mapeamento das populações que receberão energia elétrica por meio do programa Mais Luz para Amazônia, a Energisa desenvolveu dois podcasts com a parceria do time da Vem de Áudio, que já trabalha na produção de conteúdo para indígenas.  Aqui você confere o conteúdo direcionado para profissionais que queiram entender um pouco mais da cultura indígena para desenvolver projetos com essas populações. 

O programa Mais Luz para a Amazônia, que tem o objetivo de universalizar o acesso a esse bem essencial em localidades onde a rede elétrica tradicional não chega, é coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), é operacionalizado pela Eletrobrás e executado pela Energisa nas áreas de concessão do Grupo.   

Ouça aqui o podcast:


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