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Relatório mostra a urgência de se investir em energia limpa Relatório mostra a urgência de se investir em energia limpa

Publicada em: 16/08/2021

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 Energisa 5D

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Relatório mostra a urgência de se investir em energia limpa

Um relatório divulgado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), entidade ligada à ONU que estuda o aquecimento global, trouxe dados alarmantes.  Desde o início da era moderna, o mundo aqueceu cerca de 1oC, em grande parte em função da ação humana. 

O número é preocupante pois a ciência aponta que o limite seguro de aquecimento global é de 1,5o. A partir desse patamar, o risco de mudanças permanentes nos ecossistemas aumenta consideravelmente. As chances dessa barreira ser ultrapassada em algum dos próximos cinco anos é de 40%. 

Evitar essa catástrofe ambiental depende de uma articulação entre sociedade civil e governos para zerar as emissões de gases de efeito estufa, os grandes responsáveis pelo aquecimento. Segundo o relatório, para manter o aumento da temperatura abaixo de 1,5oC é preciso chegar à neutralidade em carbono o mais rápido possível e, no máximo, até 2050. 

O setor de energia tem um papel central nesse processo. Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), apenas o segmento de eletricidade emite, por ano, mais de 13 bilhões de toneladas de gases de efeito estufa, e esse número cresceu 60% desde 1992. 

Conheça o programa Ilumina Pantamal, que leva energia solar a pequenas comunidades

Para zerar as emissões do setor até 2050, diz a IEA, será preciso investir mais de 4 trilhões de dólares em energia limpa, como eólica e solar, nas próximas décadas. “Isso irá criar milhões de empregos e impulsionar a economia global”, afirma a agência, em um estudo sobre o tema. 

Atenta a esse movimento, a Energisa vem investindo em energias renováveis. O Grupo passou a atuar na produção de energia solar em 2019, com a aquisição da Alsol. A empresa, hoje presente em 12 estados, adota o conceito de “energia 4.0”: só trabalha com fontes renováveis de energia, que podem ser aplicadas de forma combinada ou isoladamente, de acordo com o projeto. O modelo permite oferecer aos clientes a garantia total de fornecimento, viabilizando a redução de custos com energia elétrica.

A Alsol prevê construir ao longo de 2021 um total de 15 novos parques de geração de energia solar, chegando ao final do ano com uma capacidade de 73 megawatts hora (MWh) no pico – o suficiente para abastecer por volta de 70 mil residências. Para tirar os projetos do papel, serão investidos 173 milhões de reais. Segundo projeção da companhia, 14 usinas serão instaladas em Minas Gerais e uma no Rio de Janeiro. 

Saiba mais sobre a atuação sustentável da Energisa em matéria com o presidente Ricardo Botelho

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Cicop, o Big Brother da Energisa, vai ganhar reforço Cicop, o Big Brother da Energisa, vai ganhar reforço

Publicada em: 13/08/2021

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Cicop, o Big Brother da Energisa, vai ganhar reforço

Uma distribuidora de energia deve estar permanentemente atenta às fraudes. Isso garante aos consumidores a qualidade no abastecimento e uma pressão menor sobre as tarifas. Além disso, ao monitorar pontos de ineficiência, a empresa atende a uma série de exigências feitas pela Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, e permite que haja recursos para investir em melhorias na rede.

Na Energisa, o assunto é levado a sério. O grupo conta com dois quartéis-generais que funcionam como uma espécie de Big Brother do consumo de energia. Graças ao desenvolvimento constante em novas tecnologias, o Centro de Inteligência no Combate às Perdas (Cicop) integra dados de diferentes áreas da companhia e consegue ter indicações dos locais de onde partem as fraudes no consumo.

Segundo Manoel Messias, gerente corporativo de proteção à receita da companhia, a empresa busca aumentar a assertividade na hora de mapear onde estão os fraudadores. Para isso, tem investido em inovação. Um dos projetos, que deve começar a sua versão de teste em Mato Grosso ainda em 2021, vai permitir fazer a análise das perdas a partir de aprendizado de máquina. É um método de análise que, por meio de algoritmos, podem reconhecer padrões não identificados e as correlações em dados brutos, que são agrupados e classificados. Ou seja, a máquina vai processar informações e fazer com mais precisão e velocidade o trabalho, com o mínimo de intervenção humana. 

“Isso vai permitir construir os perfis de consumidores e comparar, por meio de simulações, com os que já foram inspecionados. Com o tempo, o algoritmo será cada vez mais preciso”, explica o gerente.

Olho nas perdas 

As perdas representam um constante ponto de atenção para a distribuidora. Em março, elas chegaram a 14,21% (junho/21 fechou em 13,76%) em Mato Grosso e a 26,50% (junho/21 fechou em 24,98%) em Rondônia. A Energisa assumiu essa operação em Rondônia, antes estatal, há dois anos e meio, o que em boa medida explica o fato de ser a distribuidora número 1 em perdas com fraudes entre as 11 sob a gestão da companhia. Desde 2019, Rondônia conta com uma célula do Cicop (ligada à unidade da EMS), que também monitora as ações no Acre. O objetivo da descentralização é conhecer de perto os desafios, o perfil dos fraudadores e os tipos de fraudes, assegurando um direcionamento mais assertivo e rápido das ações de combate às perdas, a fim de assegurar o alcance da meta que é reduzir em 3,3% as perdas em Rondônia em 2021.

Em 10 de abril, a polícia civil prendeu em Porto Velho um homem quando estaria adulterando o medidor de energia de um apartamento. Fazer “gato” é crime. Em casos como o da capital, a equipe da Energisa pode substituir a caixa de medição por um modelo blindado, fechado com um travamento especial. Além disso, segundo Manoel Messias, existe um esforço da equipe para a regularização de instalações clandestinas. “As ligações clandestinas e os ‘gatos’ prejudicam o sistema elétrico, podendo causar a queda de tensão e acidentes fatais.”

Abrangência

O Cicop foi criado em 2008, em João Pessoa-PB, e após a aquisição das empresas do antigo Grupo Rede, passou a contar com uma segunda unidade, em Campo Grande-MS. Hoje, o monitoramento das distribuidoras da Energisa está dividido entre os dois núcleos, como explica o gerente.

Todo o trabalho do Cicop começa com o planejamento estratégico anual, com projeção para os três anos seguintes, para todas as distribuidoras do grupo, que permite apontar as ações necessária para uma trajetória de perda economicamente viável e abaixo do limite estabelecido pela Aneel. 

No planejamento estratégico a equipe do Cicop identifica, por exemplo, a quantidade de inspeções presenciais e o tamanho das equipes que devem atuar no trabalho de campo. Cabe ainda ao centro definir a quantidade e quais as medidas de blindagem devem ser aplicadas na regularização dos clientes que fazem os conhecidos “gatos” nas instalações de energia. As medidas de blindagem tem como objetivo evitar a reincidência. 

Análise de dados

Chegar aos possíveis fraudadores e acabar com os “gatos” só é possível graças à análise da base de dados da Energisa dos sistemas comerciais e técnicos da companhia. Com informações como nome, endereço, tipo de consumidor (residencial ou comercial), qual alimentador atende as unidades, é possível mensurar o nível de perda daquele segmento.

O uso de algoritmos permite o cruzamento de dados e o resultado vai apontar onde está ocorrendo algum tipo de anormalidade no consumo de energia. A partir daí, será gerada uma lista de inspeção para orientar as equipes de campo. “Hoje, essa taxa de assertividade é em torno de 38% e Rondônia está entre as melhores do grupo”, diz o gerente da companhia. 

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Áreas rurais serão monitoradas por satélite Áreas rurais serão monitoradas por satélite

Publicada em: 10/08/2021

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 Energisa 5D

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Áreas rurais serão monitoradas por satélite

O Centro de Inteligência no Combate às Perdas (Cicop) da Energisa, responsável por identificar variações de energia que indiquem uma fraude, tem buscado na tecnologia formas de melhorar a performance da companhia e assim não apenas atender os indicadores estabelecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), mas também garantir qualidade na prestação de serviço aos clientes. 

Os investimentos em novas soluções têm levado em consideração não apenas as fraudes em centros urbanos. As áreas rurais também estão sob observação da empresa. 

Está em fase de desenvolvimento uma ferramenta que será destinada ao trabalho de checagem de fraudes nas áreas rurais, normalmente de difícil acesso às equipes de campo.

Por meio de imagens geradas por satélite, a Energisa vai identificar potenciais unidades consumidoras (como galpões, pivô de irrigação e unidades de processamento agroindustrial) localizadas em áreas onde não há cadastro de rede elétrica.

Será possível avaliar também, através de imagem, se o consumo é ou não compatível com o tamanho da unidade consumidora. Em uma etapa posterior, a ideia será usar o mesmo método nas áreas urbanas. Mato Grosso terá uma operação-piloto para a nova ferramenta ainda em 2021. A partir do ano que vem, a Energisa vai expandir seu uso para outras unidades distribuidoras.

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Olimpíadas: medalhistas da vela têm apoio da Energisa Olimpíadas: medalhistas da vela têm apoio da Energisa

Publicada em: 03/08/2021

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Olimpíadas: medalhistas da vela têm apoio da Energisa

Com representantes em 33 modalidades, o Brasil emplacou algumas conquistas nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Um dos destaques foi o bicampeonato das velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze, da classe 49er. A dupla, que repetiu o desempenho no Rio de Janeiro, há cinco anos, e ficou com a medalha de ouro, é patrocinada pelo Grupo Energisa por meio da Lei de Incentivo ao Esporte.

A dupla Gabriel Borges e Marco Grael, que competiu na mesma classe, também conta com o patrocínio do Grupo Energisa e terminou a disputa olímpica na 16º posição. Os velejadores acumulam conquistas com o ouro do Pan de Lima e, mais recentemente, o Campeonato Sul-Americano da categoria, realizado em abril.

Em vídeo, as duas duplas deram um depoimento para a Energisa em que contam quais são os desafios na vida de um atleta olímpico. 

Kahena e Martine lembraram da paixão pelo esporte e compararam à rotina de uma empresa, que exige de seus profissionais uma dedicação constante para acompanhar as transformações do mercado. 

A seguir, o vídeo da dupla feminina da classe 49er:

Gabriel e Marco apontam o autoconhecimento como uma das estratégias para os atletas que querem ter sucesso no esporte. Isso permite entender melhor quais são as deficiências a serem superadas.

Confira abaixo o depoimento da dupla masculina da classe 49er:

O Grupo Energisa apoia uma série de iniciativas esportivas e sociais nas regiões onde atua, em especial junto a crianças e adolescentes. Em Mato Grosso, por exemplo, um dos projetos é encabeçado por um ex-atleta olímpico. Vicente Lenílson oferece por meio do seu instituto treinos de modalidades olímpicas para alunos carentes de Cuiabá.

Crianças, adolescentes, jovens e adultos

A Lei de Incentivo ao Esporte foi sancionada em dezembro de 2006 e viabiliza que recursos gerados pela renúncia fiscal sejam destinados a projetos desportivos e paradesportivos. O objetivo é ampliar o acesso da população a atividades esportivas, com o atendimento a crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. 

Atletas de alto rendimento, como as duplas de vela apoiadas pelo Grupo Energisa, também recebem suporte por meio dessa lei. Assim, podem participar de competições nacionais e internacionais. No atual ciclo olímpico - entre 2016 e 2021 - a lei permitiu a captação de recursos de 699 projetos voltados ao alto rendimento aprovados para captação de recursos, num total de R$ 640 milhões.

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O ESG é sobre mirar causas impossíveis e torná-las reais O ESG é sobre mirar causas impossíveis e torná-las reais

Publicada em: 02/08/2021

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O ESG é sobre mirar causas impossíveis e torná-las reais

O avanço dos projetos encabeçados pela Energisa na Amazônia Legal foi tema de entrevista com o presidente Ricardo Botelho na Exame, publicada em 3 de julho.

O executivo lembrou que, apesar das dificuldades trazidas pela pandemia e da complexidade logística para a execução de projetos em locais remotos e de difícil acesso, a companhia está entregando os projetos planejados para 2021. Assim, a companhia contribui com o fornecimento de energia de qualidade, além de valorizar a cidadania da população e reduzir as emissões de CO2 na região amazônica.

Iniciativas como as que têm sido colocadas em prática na Amazônia Legal, explicou Botelho, reforçam o compromisso da companhia com o conceito ESG – sigla em inglês para os temas ambientais, sociais e de governança na esfera empresarial. 

Nesse contexto, um projeto desafiador no interior do Acre, próximo a fronteira com o Peru, tem servido de inspiração para a Energisa. Em Vila Restauração, comunidade com cerca de 750 habitantes, o fornecimento de energia só é feito três horas por dia – obtida por meio de geradores a diesel, poluentes e de alto custo. 

A Energisa Acre, distribuidora de energia do estado, já começou a executar o projeto de instalação de placas solares na localidade. Com investimento de R$ 15 milhões, foi montada uma operação para levar os equipamentos da Alsol –empresa voltada a soluções de energia renovável – de Uberlândia, interior de Minas, onde funciona a sua sede - para a comunidade.

Foram necessários, em média, 12 dias de deslocamento, entre estradas e vias fluviais até a Vila Restauração. “A proposta aqui é a de melhoria de vida, o que considera os gastos das pessoas com a geração de energia, hoje poluente”, disse Botelho à reportagem da Exame.

Botelho, presidente do Grupo Energisa: energia renovável para o bioma mais importante do país

A Vila Restauração é um dos exemplos do que a Energisa tem feito numa política alinhada ao conceito ESG. A companhia vem avançando em outros projetos para a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) na Amazônia. Com o desligamento de usinas termelétricas na região, iniciado em 2019, sua meta é até 2025 desativar 19 termelétricas. São 13 unidades em Rondônia, 5 no Acre e 1 no Pará - 10 serão desligadas ainda em 2021, no maior programa do tipo em território nacional.

Para o presidente do Grupo Energisa, a agenda ESG e a corrida por um mercado de carbono global devem ganhar uma importância não apenas para o setor energético, mas como uma pauta nas discussões diplomáticas. “Precisamos recuperar a boa imagem do Brasil mundo afora. Temos a matriz energética limpa, as florestas, a Amazônia e tudo ao nosso favor. Basta resgatar esse potencial", declarou. Botelho está determinado a colocar a Energisa no protagonismo desse movimento empresarial. 

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Energisa é uma das empresas em que o brasileiro mais sonha em trabalha Energisa é uma das empresas em que o brasileiro mais sonha em trabalha

Publicada em: 08/07/2021

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Energisa é uma das empresas em que o brasileiro mais sonha em trabalhar, diz o LinkedIn

Para chegar aos 100 anos de existência, tem uma coisa que não pode faltar a qualquer empresa: pessoas. Atrair os talentos de cada geração, no entanto, não é uma tarefa fácil. Para a Energisa, que completou 116 em 2021, a chave desse sucesso está naquilo que diferencia os humanos das máquinas, a capacidade de pensar e inovar.

Foi com esse espírito que a empresa passou por um dos momentos mais desafiadores da sua história, que foi a pandemia do coronavírus. “O ano de 2020 mal havia começado. E, de repente, o ambiente em volta era radicalmente outro”, afirmou Antonio Negreiros, diretor de Gente na Energisa, em artigo publicado no seu LinkedIn (leia aqui o texto).

Apesar do momento desafiador, Negreiros e a equipe de pessoas conseguiram um grande feito: entrar no ranking da maior rede social profissional do mundo, o LinkedIn Top Companies, deste ano. Isso significa que a Energisa foi colocada entre as 25 empresas em que os brasileiros mais sonham em trabalhar, sendo a única do setor elétrico.

A inovação e a tecnologia desempenharam um papel importante nessa conquista. Em 2017, conta Negreiros, a Energisa começou a desenhar a sua estratégia de Energia 4D (Digitalizada, Descarbonizada, Diversificada e Descentralizada). Um dos requisitos para tornar o plano viável era, justamente, atrair e manter os melhores talentos.

“Era preciso atrair mais talentos e criar ferramentas para mantê-los conosco. Então começamos ali a investir também em tecnologia na área de Recursos Humanos”, afirma Negreiros.

A ruptura da pandemia

O coronavírus trouxe uma nova realidade. A prioridade se tornou garantir a segurança e o engajamento dos mais de 15 mil colaboradores da empresa. A energia é um serviço fundamental, portanto, a Energisa precisava continuar operando, inclusive com as equipes de campo, para garantir o fornecimento a 21 milhões de brasileiros.

“Implementamos protocolos nas áreas operacionais, levamos funcionários administrativos para o home office, aceleramos nossa transformação digital”, diz Negreiros. “Fomos uma das primeiras empresas a adotar telemedicina para acompanhar a saúde dos colaboradores. Desenvolvemos o modelo híbrido de trabalho “Lá e Cá”, que vai continuar no pós-pandemia. Plataformas digitais ajudam a identificar necessidades, treinar e manter todos alinhados.”

O programa “Lá e Cá”, inclusive, foi destacado pelo LinkedIn ao conceder o reconhecimento à Energisa.

Não só a empresa manteve o engajamento, como foi capaz de aprimorar alguns processos. Na seleção de candidatos, por exemplo, a tecnologia se tornou uma aliada para aumentar a diversidade de força de trabalho. Em 2020, por meio de softwares de triagem, foram analisados 273 mil currículos.

“A digitalização nos permitiu alcançar um universo mais amplo de candidatos, o que favorece a diversidade que buscamos para entender melhor as necessidades dos nossos clientes espalhados por 11 estados, mapear riscos e identificar oportunidades”, destaca o diretor. É nas adversidades que, muitas vezes, surgem as grandes soluções.

Vídeo: No Centro-Oeste, a Energisa também está no ranking Great Place to Work Brasil

Roberto Silva, gerente de Gestão de Pessoas da Energisa Mato Grosso do Sul, fala sobre o orgulhe de trabalhar em uma empresa que valoriza o colaborador


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Investimentos da Energisa valorizam qualidade e inovação Investimentos da Energisa valorizam qualidade e inovação

Publicada em: 08/07/2021

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Investimentos da Energisa valorizam qualidade e inovação

Em 2021, o Grupo Energisa prevê investimentos da ordem de R$ 3,9 bilhões em suas diferentes áreas de negócios. Entre as 11 operações ligadas à distribuição de energia, que vão receber R$ 560,5 milhões, lideram em volume de recursos as unidades de Rondônia (R$ 150,2 milhões), Mato Grosso do Sul (R$ 123 milhões), Mato Grosso (R$ 89 milhões), Tocantins (R$ 56,5 milhões) e Paraíba (R$ 45 milhões).

No caso de Rondônia, que lidera como principal destino de recursos, entre as metas definidas estão a transformação da infraestrutura de alta, média e baixa tensão, com o objetivo de aumentar a oferta de energia e a melhorar a qualidade, além do incentivo ao acesso à energia por meio de programas como o Luz para Todos, o Mais Luz para a Amazônia e da regularização das instalações clandestinas.

As obras de financiamento de transmissão também serão destino de um volume importante de recursos, num total de R$ 833,8 milhões ao longo deste ano.

Os projetos ligados aos serviços 4D, como digitalização, descarbonização e transformação por meio de novas tecnologias receberão R$ 214,8 milhões. A Alsol Energias Renováveis, que prevê em seu plano de negócio a construção de 15 usinas fotovoltaicas em 2021, será o destino de R$ 173 milhões. Os projetos do Grupo Energisa na Amazônia Legal seguem relevantes no plano de investimentos. Até o final de 2021, os seis estados onde a empresa atua receberão R$ 2,6 bilhões.

Apenas a área de distribuição de energia da Energisa tem uma área de concessão de 2.034 mil km2, com o atendimento a, aproximadamente, 8 milhões de clientes. Somada, equivale a 24% do território nacional.

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Descarbonômetro dá transparência à redução de emissões Descarbonômetro dá transparência à redução de emissões

Publicada em: 08/07/2021

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 Sustentabilidade

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Descarbonômetro dá transparência à redução de emissões

A redução das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) está na pauta de prioridades de grandes governantes, consumidores, investidores e empresas que optaram pelo protagonismo na política de combate às mudanças climáticas. O tema faz parte da Agenda de Sustentabilidade do Grupo Energisa, que se comprometeu a buscar formas de reduzir suas emissões.

O primeiro passo do grupo, presente em 11 estados, foi o compromisso de desativação, até 2025, de 19 termelétricas a diesel, todas em operação na região Amazônica. Cerca de 400 mil pessoas, de 16 municípios, serão diretamente beneficiadas pela medida. Ganha também, só que de forma indireta, o Brasil, já que os efeitos das emissões de GEE refletem em todo o planeta.

Transparência

Outro avanço recente na política do Grupo Energia em relação à sustentabilidade foi o desenvolvimento do Descarbonômetro, disponível no site da empresa. A ferramenta digital permite dar mais transparência ao compromisso de desativação das termelétricas.

O Descarbonômetro é um tipo de relógio que informa, em tempo real, o volume de CO2 (dióxido de carbono) que deixou de ser emitido por conta do desligamento das termelétricas na Amazônia. A consulta ao recurso on-line pode ser feita de qualquer lugar do mundo.

Para concluir a desativação das usinas termelétricas, a Energisa vai investir R$ 1,2 bilhão. Ao final, o projeto terá desmobilizado um total de 169 MW - equivalente ao corte de 502 mil toneladas de CO2 nas emissões. Ganham o planeta e o bolso dos consumidores de todo o país, que terão uma economia anual de R$ 665 milhões.[OLHO]

A desativação das usinas termoelétricas será viabilizada por meio da construção de novas subestações de linhas de transmissão. Para mostrar na prática o compromisso com a pauta da sustentabilidade, a empresa decidiu que os traçados das linhas farão o desvio de fragmentos de vegetação. Além disso, equipes de biólogos, veterinários e arqueólogos acompanharão as obras.

Tema internacional

O tema da descarbonização é cada vez mais relevante nas grandes discussões internacionais. Em 31 de março, os principais líderes internacionais de energia e clima, representantes de cerca de 40 países, participaram da Cúpula AIE-COP26 Net Zero (Agência Internacional de Energia) formas de trabalhar em conjunto com o objetivo de reduzir as emissões globais de gases de efeito estufa e cumprir as metas do Acordo de Paris.

O Net Zero Summit, co-organizado pelo diretor executivo da AIE Fatih Birol e pelo presidente da COP26 Alok Sharma, reuniu representantes dos ministérios de energia e clima de países como Brasil, China, União Europeia, França, Alemanha, Índia, África do Sul e Reino Unido. Também fizeram parte das discussões grupos da sociedade civil, empresas privadas e instituições governamentais.

Sharma foi incisivo ao pontuar o papel dos atores desse jogo. “É hora de o mundo passar de uma década de deliberações sobre a mudança climática para uma década de entrega. O Reino Unido incentiva fortemente os países a endossar os sete princípios da AIE para atingir o valor líquido zero. A Cúpula de hoje mostrou claramente a disposição de governos, sociedade civil e empresas de trabalharem juntos em cada setor emissor para fazer isso acontecer e manter a meta de 1,5 grau ao alcance.”


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Energisa investe para acelerar a bioeconomia na Amazônia Energisa investe para acelerar a bioeconomia na Amazônia

Publicada em: 08/07/2021

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 Sustentabilidade

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Energisa investe para acelerar a bioeconomia na Amazônia

A distribuição de energia na Amazônia está avançando. A Energisa, maior distribuidora da Amazônia Legal, região que compreende todos os estados amazônicos, acaba de finalizar uma linha que trará muita segurança ao fornecimento de energia em Mato Grosso e Rondônia.

A Linha de Distribuição de Alta Tensão vai interligar a rede básica de Vila Rica (MT) a Santana do Araguaia (PA), garantindo tranquilidade para a economia e a vida cotidiana dessas comunidades.

Foram investidos 83 milhões de reais em sua construção. O empreendimento integra um pacote de investimentos que a Energisa vem fazendo na região para aprimorar os serviços e contribuir com o seu desenvolvimento. Além de abrigar boa parte da maior floresta tropical do mundo, os estados da Amazônia Legal são importantes pólos do agronegócio brasileiro, atividade que mais tem contribuído para o crescimento do PIB nacional, nos últimos anos. 

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“O Araguaia está em forte crescimento econômico e a Energisa tem trabalhado para trazer maior confiabilidade ao sistema elétrico que a região precisa”, afirma José Nelson Quadrado Junior, Gerente da área de Planejamento e Orçamento da Energisa Mato Grosso. “Para nós, é muito importante que as localidades onde atuamos se desenvolvam. E o investimento feito, pensando no futuro e na possibilidade de crescimento de todos os municípios da região do Araguaia, beneficiará 155 mil unidades consumidoras."

Além de levar energia limpa e de qualidade para a população, proporcionando conforto e qualidade de vida, a linha dará suporte para a implantação da universalização da eletrificação rural, uma grande necessidade da região. Ela será o terceiro ponto de suprimento de rede básica, que vai se interligar as subestações de Barra do Peixe e Canarana.

Desligamento de térmicas reduz as emissões e melhora a vida das pessoas

Em outra frente, a Energisa está investindo pesado na construção de subestações para conectar os estados amazônicos ao Sistema Interligado Nacional (SIN), rede de transmissão de energia que conecta todas as regiões do país, permitindo o compartilhamento da geração de usinas hidrelétricas, solares, eólicas e nucleares. Por meio do SIN, a Amazônia pode receber energia gerada na usina hidrelétrica de Itaipu, na divisa entre o Paraná e o Paraguai, ou de usinas eólicas do Nordeste.

Até 2025, estão previstos os desligamentos de 19 usinas termelétricas em sistemas isolados (que não se conectam ao SIN), somente em Rondônia. Mais de 400 mil pessoas serão beneficiadas pela medida.

Drones e preservação ambiental

As obras da Energisa na Amazônia seguem um rigoroso padrão ambiental. Na linha do Araguaia, o meio ambiente foi uma das grandes preocupações. Para minimizar os impactos na vegetação, o traçado da linha de distribuição priorizou estradas já existentes e terras cultivadas para não interferir em áreas de preservação ambiental. Além disso, os resíduos gerados durante a obra tiveram destinação correta e toda área utilizada na construção da subestação está sendo reflorestada.

Para evitar a necessidade de retirar a vegetação na hora de instalar a fiação, as equipes da Energisa utilizam drones. Os equipamentos são responsáveis por “lançar” os cabos de energia por cima da vegetação.

“Anteriormente, o lançamento dos cabos era feito por terra, em mata fechada, sendo necessária alguma intervenção com a vegetação do local”, afirma Victor Rispoli, gerente de construção e manutenção da Energisa. “Já com a solução proposta por colaboradores da empresa, em alguns casos, conseguimos realizar tudo de forma aérea. Os benefícios são grandes, preservando o meio ambiente e os nossos colaboradores do risco de ataques de animais e de acidentes em locais de difícil acesso.”

Inovações como essa é que vão garantir a entrega de energia para toda população da Amazônia, lar de mais de 20 milhões de pessoas. E também vão garantir a infraestrutura necessária para que cientistas, empreendedores, investidores e as comunidades amazônicas possam utilizar os inúmeros recursos da floresta sem desmatar e com grande retorno financeiro. Esse é o caminho para o desenvolvimento.

A bioeconomia é um dos setores que mais avança no mundo. Produtos e soluções baseados na natureza estão na ordem do dia das grandes empresas e dos países desenvolvidos. O Brasil, dono da maior floresta tropical do planeta, tem muito a ganhar com isso.

Um estudo, elaborado pelo World Resources Institute, mostra que, se o Brasil incorporar a economia de baixo carbono e a bioeconomia como estratégia de crescimento, terá um ganho de 2,8 trilhões de reais e a adição líquida de 2 milhões de empregos na economia. Nada mal. A falta de infraestrutura, no entanto, é um entrave para essa agenda.

O cenário encontrado na Amazônia resume essa contradição entre potencial econômico e capacidade de aproveitamento. Apesar de apresentar a maior biodiversidade do planeta, um prato cheio para o desenvolvimento da bioeconomia, desafios logísticos e energéticos dificultam o desenvolvimento sustentável da região.

Negócios baseados em biotecnologia demandam uma energia constante e segura. Há muita dependência de supercomputadores e sensores de todo tipo no setor. A possibilidade de gerar a própria energia, com placas solares, por exemplo, resolve parte do problema. Mas, o ideal é contar com uma boa rede de distribuição de energia.

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A ciência em favor do desenvolvimento sustentável

O cientista Carlos Nobre, uma das maiores autoridades em mudanças climáticas do mundo, tem um antigo sonho de desenvolver a Amazônia economicamente. Para isso, ele desenvolveu uma ideia que não envolve a derrubada de árvores para abrir pastos ou plantações. Nobre quer transformar a floresta em um polo global de tecnologia, mais especificamente de biotecnologia.

Em entrevista à revista Exame, Nobre detalhou seus planos e o andamento dos trabalhos. O projeto, batizado de Amazônia 4.0, prevê a criação de três laboratórios de alta tecnologia, voltados para pesquisas nas áreas de genética, biologia e materiais. Dois deles já estão desenhados e prontos para serem colocados de pé, graças a um financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Com as pesquisas em andamento, a ideia é atrair empreendedores e investidores dispostos a apostar nos produtos amazônicos. O fornecimento da matéria-prima ficará a cargo das comunidades que moram na floresta, sem intermediários para garantir uma boa renda. Um ponto interessante é que Nobre pretende fazer o transporte dos produtos amazônicos de alto valor agregado utilizando veículos aéreos não tripulados, os populares drones.

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Energisa leva energia limpa a comunidades isoladas Energisa leva energia limpa a comunidades isoladas

Publicada em: 08/07/2021

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 Sustentabilidade

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Brasil

Energisa leva energia limpa a comunidades isoladas

“Nas cidades grandes, se paga a energia depois que se usa. Aqui, a gente paga para poder usar”, afirma Pedro Nascimento, morador da Vila Restauração, comunidade ribeirinha de 750 habitantes localizada no município de Marechal Thaumaturgo, no Acre. “Energia é vida. No escuro, tudo fica mais difícil.”

Conviver com a escuridão sempre foi a realidade de Nascimento. A Vila Restauração nunca contou com fornecimento contínuo de energia. No melhor cenário, seus moradores obtinham 4 horas de eletricidade por dia. Sem contar com fornecimento, a população dependia de geradores a diesel para, ao menos, ter alguma iluminação durante a noite. “A carne estraga, tudo estraga porque não tem energia”, lamenta Maria Valcélia, também moradora da comunidade.

No final do ano passado, a realidade desses ribeirinhos começou a mudar. Em parceria com a Alsol, empresa especializada em energias renováveis, a Energisa, principal distribuidora da Amazônia Legal, instalou um projeto piloto para levar energia solar à comunidade. Ricardo Botelho, presidente da companhia, foi pessoalmente ao local, junto com as equipes técnicas da Energisa, para apresentar a solução aos moradores.

“Nós temos a missão de levar energia de qualidade a todas as regiões do Acre”, afirmou o presidente. “Essa missão não é simples e vem sendo negligenciada há décadas. Cidades como essa nunca tiveram atendimento adequado”. Botelho destacou que, com apenas um ano de operação no Estado, a Energisa foi capaz de apresentar um plano viável aos moradores. Ele também ressaltou a importância de se usar geração limpa para projetos como o da Vila Restauração. A outra opção, as usinas térmicas a diesel, além de muito mais cara, é extremamente poluente.

Problema nacional

A realidade da Vila Restauração não é única. Em todo Brasil, existem 271 “sistemas isolados”, como são chamadas as usinas de geração que não estão conectadas ao Sistema Integrado Nacional (SIN), rede de transmissão de energia que passa por todos os Estados brasileiros. Os maiores problemas desses sistemas são o custo e a falta de segurança energética. Na maioria dos casos, quem depende deles acaba recebendo uma eletricidade intermitente, apenas por algumas horas do dia.

São mais de 3 milhões de pessoas no Brasil vivendo nessas condições, a grande maioria na região Norte. Apesar do número de famílias que dependem desses sistemas ser elevado, eles geralmente atendem pequenas comunidades, algumas delas com menos de 100 habitantes (a exceção é Boa Vista, em Roraima, que é a única capital não interligada ao SIN). Apenas na Amazônia, o ministério de Minas e Energia estima que existem 82 mil famílias com acesso precário à energia.

A distância e o isolamento são as maiores dificuldades para se levar energia a essas localidades. Vila Restauração, por exemplo, fica a 70 km de Marechal Thaumaturgo e só é acessada de barco. É por esse motivo que a geração solar se mostra a solução mais adequada para resolver o problema. “É a energia mais limpa, inesgotável e acessível do mundo”, afirma Gustavo Malagoli, presidente da Alsol.

Solução econômica

Ao buscar uma solução renovável para o desafio de levar energia aos mais distantes rincões do País, Energisa e Alsol também solucionam um problema econômico. Contando com Boa Vista, que tem mais de 300 mil habitantes, os sistemas isolados atendem a 1,6% da população brasileira. A carga desses sistemas representa menos de 1% do total gerado no País. O dinheiro para viabilizar as operações vem da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), encargo que é cobrado nas tarifas de distribuição. Embora o volume de energia utilizado seja pequeno, este ano, a CCC deve chegar a 7,6 bilhões de reais.

O alto custo se deve ao uso do diesel, que abastece 94% dos sistemas isolados, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Além do gasto financeiro, as térmicas representam um passivo ambiental por serem extremamente poluentes. As emissões estimadas dos sistemas isolados para este ano chegam a 2,7 milhões de toneladas de carbono.

Desafio para a Região Norte

Dos 271 sistemas isolados no Brasil, 269 se encontram na Região Norte. O Estado do Amazonas é o que mais sofre com o problema, com 95 localidades. Na área de concessão da Energisa, são 36 sistemas isolados: 9 no Acre, 1 no Mato Grosso e 26 em Rondônia. Nos três Estados, mais de 490 mil pessoas vivem em comunidades não integradas ao SIN.

Em Rondônia, o trabalho da Energisa tem se concentrado na construção de subestações que vão permitir a substituição das térmicas a óleo diesel por soluções renováveis. Até 2022, estão previstos os desligamentos de 12 usinas no Estado. Para isso, serão investidos quase 700 milhões de reais. Até dezembro, por exemplo, a região do Vale do Guaporé vai receber 225 milhões de reais em um projeto que beneficia mais de 90 mil moradores dos municípios de Presidente Médici, Alvorada D’Oeste, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, São Francisco, São Domingos e Costa Marques.

Com o desligamento de todas as termelétricas no Estado, a previsão é de uma economia de 1,7 bilhão de reais no custo de geração, nos próximos 14 anos. Além dessa economia, a Energisa ajuda a reduzir a emissão de carbono na atmosfera, ação fundamental para combater as mudanças climáticas.

Como levar energia para a Amazônia

O jornal Valor Econômico, o principal diário econômico do País, publicou uma matéria destacando que o debate sobre como atender a demanda de energia dos povos amazônicos é antigo. Segundo a publicação, há outros desafios na região, além de levar energia a povos isolados. Existem municípios de maior porte que também dependem da construção de infraestrutura, como grandes linhas de transmissão, para se conectar ao Sistema Integrado Nacional.

Esse debate voltou à tona em função do apagão que ocorreu no Amapá, em novembro do ano passado, o maior registrado no País desde 1999. Uma explosão em uma subestação deixou os amapaenses sem energia por um mês. A demora em retomar o abastecimento de energia revelou as dificuldades de manutenção e fiscalização da infraestrutura elétrica na Amazônia.

A conexão ao SIN se mostra imprescindível para garantir a segurança energética da população, tanto em regiões isoladas, quanto nas grandes metrópoles do Norte do País. A boa notícia é que, desde a privatização das distribuidoras da Eletrobras no Acre e em Rondônia, assumidas pela Energisa, os trabalhos de conexão se intensificaram, de acordo com a reportagem do Valor Econômico.

“A companhia conduz um plano de conexão de municípios no Acre e em Rondônia ao sistema nacional. Uma das primeiras iniciativas tomadas pela Energisa assim que assumiu as concessões no Norte foi implementar um sistema para comandar as subestações à distância, a partir de um centro de operações integrado”, diz o texto da reportagem, assinada pela jornalista Gabriela Ruddy. Como disse Ricardo Botelho, presidente da Energisa, aos moradores da Vila Restauração, a missão da empresa é levar energia de qualidade para todos os lugares. E não haverá descanso.


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