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Mais energia para o desenvolvimento da bioeconomia na Amazônia Mais energia para o desenvolvimento da bioeconomia na Amazônia

Publicada em: 30/11/2020

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 Energisa 5D

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Mais energia para o desenvolvimento da bioeconomia na Amazônia

O cientista Carlos Nobre, uma das maiores autoridades em mudanças climáticas do mundo, tem um antigo sonho de desenvolver a Amazônia economicamente. Para isso, ele desenvolveu uma ideia que não envolve a derrubada de árvores para abrir pastos ou plantações. Nobre quer transformar a floresta em um polo global de tecnologia, mais especificamente de biotecnologia. 

Em entrevista à revista Exame, Nobre detalhou seus planos e o andamento dos trabalhos. O projeto, batizado de Amazônia 4.0, prevê a criação de três laboratórios de alta tecnologia, voltados para pesquisas nas áreas de genética, biologia e materiais. Dois deles já estão desenhados e prontos para serem colocados de pé, graças a um financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento. 

Com as pesquisas em andamento, a ideia é atrair empreendedores e investidores dispostos a apostar nos produtos amazônicos. O fornecimento da matéria-prima ficará a cargo das comunidades que moram na floresta, sem intermediários para garantir uma boa renda. Um ponto interessante é que Nobre pretende fazer o transporte dos produtos amazônicos de alto valor agregado utilizando veículos aéreos não tripulados, os populares drones. 

Para o Brasil, o avanço da bioeconomia é uma chance única de dar um salto de desenvolvimento. Um levantamento feito pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que, somente as biotecnologias voltadas para a indústria, podem somar ao PIB brasileiro 54 bilhões de dólares, o equivalente a mais de 280 bilhões de reais, em duas décadas. O setor também pode gerar 210 mil empregos e uma arrecadação adicional de 50 bilhões de reais.

Outro estudo, elaborado pelo World Resources Institute, é ainda mais otimista. Se o Brasil incorporar a economia de baixo carbono e a bioeconomia como estratégia de crescimento, terá um ganho de 2,8 trilhões de reais e a adição líquida de 2 milhões de empregos na economia. Nada mal. 

A falta de infraestrutura é um entrave a esse desenvolvimento sustentável da Amazônia. O transporte é difícil e caro, o que inviabiliza uma série de investimentos. Os drones contornam esse obstáculo, mas ainda existem outros gargalos, como a eletricidade. Negócios baseados em biotecnologia demandam uma energia constante e segura. Há muita dependência de supercomputadores e sensores de todo tipo no setor. A possibilidade de gerar a própria energia, com placas solares, por exemplo, resolve parte do problema. Mas, o ideal é contar com uma boa rede de distribuição de energia.

Rede de distribuição na Amazônia é ampliada

A boa notícia é que a distribuição de energia na Amazônia está avançando. A Energisa, principal distribuidora da Amazônia Legal, região que compreende todos os estados amazônicos, acaba de finalizar uma linha que trará muita segurança ao fornecimento de energia em Mato Grosso e Rondônia. A Linha de Distribuição de Alta Tensão vai interligar a rede básica de Vila Rica (MT) a Santana do Araguaia (PA), garantindo tranquilidade para a economia e a vida cotidiana dessas comunidades.

Foram investidos 83 milhões de reais em sua construção. O empreendimento integra um pacote de investimentos que a Energisa vem fazendo em Mato Grosso e Rondônia para aprimorar os serviços e contribuir com o desenvolvimento da região. Além de abrigar boa parte da maior floresta tropical do mundo, os dois estados são importantes polos do agronegócio brasileiro, atividade que mais tem contribuído para o crescimento do PIB nacional, nos últimos anos.

“O Araguaia está em forte crescimento econômico e a Energisa tem trabalhado para trazer maior confiabilidade ao sistema elétrico que a região precisa”, afirma José Nelson Quadrado Junior, Gerente da área de Planejamento e Orçamento da Energisa Mato Grosso. “Para nós, é muito importante que as localidades onde atuamos se desenvolvam. E o investimento feito, pensando no futuro e na possibilidade de crescimento de todos os municípios da região do Araguaia, beneficiará  155 mil unidades consumidoras." 

Além de levar energia limpa e de qualidade para a população, proporcionando conforto e qualidade de vida, a linha dará suporte para a implantação da universalização da eletrificação rural, uma grande necessidade da região. Ela será o terceiro ponto de suprimento de rede básica, que vai se interligar as subestações de Barra do Peixe e Canarana.

Em outra frente, a Energisa está investindo pesado na construção de subestações para conectar os estados amazônicos ao Sistema Interligado Nacional (SIN), rede de transmissão de energia que conecta todas as regiões do país, permitindo o compartilhamento da geração de usinas hidrelétricas, solares, eólicas e nucleares. Por meio do SIN, a Amazônia pode receber energia gerada na usina hidrelétrica de Itaipu, na divisa entre o Paraná e o Paraguai, ou de usinas eólicas do Nordeste. 

Até 2022, estão previstos os desligamentos de 12 usinas termelétricas em sistemas isolados (que não se conectam ao SIN) em Rondônia. Para isso, será necessário investir quase 700 milhões de reais em obras para a instalação de novas redes e subestações. Até dezembro, por exemplo, a região do Vale do Guaporé vai receber 225 milhões de reais em um projeto que  beneficia mais de 90 mil moradores dos municípios de Presidente Médici, Alvorada D’Oeste, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, São Francisco, São Domingos e Costa Marques.

Serão instaladas 7 subestações e cerca de 340 km de “linhões”, como são chamadas as linhas de alta tensão que abastecem as subestações, responsáveis por alimentar a rede que chega na casa das pessoas. Quatro empreendimentos já foram entregues e a perspectiva é colocar para funcionar as últimas três subestações até o final do ano. As obras seguem o traçado da BR-429, conhecida como a Rodovia da Integração.

Em Seringueiras, as obras foram concluídas dois meses antes do previsto. No eixo da BR- 429, já foi desligada a termelétrica que atendia Alvorada do Oeste. As próximas serão as que atendem São Francisco e Costa Marques. Ao eliminar as termelétricas, que utilizam como combustível o diesel, a concessionária viabiliza uma grande economia no custo de geração. No projeto de Seringueiras, foram 80 milhões economizados. 

Com o desligamento de todas as termelétricas em sistemas isolados no Estado, a previsão é de uma economia de 1,7 bilhão de reais no custo de geração, nos próximos 14 anos.  Além dessa economia, a Energisa ajuda a reduzir a emissão de carbono na atmosfera, ação fundamental para combater as mudanças climáticas.

Fonte: EPE

As obras da Energisa na Amazônia seguem um rigoroso padrão ambiental. Na linha do Araguaia, o meio ambiente foi uma das grandes preocupações. Para minimizar os impactos na vegetação, o traçado da linha de distribuição priorizou estradas já existentes e terras cultivadas para não interferir em áreas de preservação ambiental. Além disso, os resíduos gerados durante a obra tiveram destinação correta e toda área utilizada na construção da subestação está sendo reflorestada.

Para evitar a necessidade de retirar a vegetação na hora de instalar a fiação, as equipes da Energisa utilizam drones (semelhantes aos imaginados por Carlos Nobre). Os equipamentos são responsáveis por “lançar” os cabos de energia por cima da vegetação. 

“Anteriormente, o lançamento dos cabos era feito por terra, em mata fechada, sendo necessária alguma intervenção com a vegetação do local”, afirma Victor Rispoli, gerente de construção e manutenção da Energisa. “Já com a solução proposta por colaboradores da empresa, em alguns casos, conseguimos realizar tudo de forma aérea. Os benefícios são grandes, preservando o meio ambiente e os nossos colaboradores do risco de ataques de animais e de um acidente em locais de difícil acesso.”

Inovações como essa é que vão garantir a entrega de energia para toda população da Amazônia, lar de mais de 20 milhões de pessoas. E também vão garantir a infraestrutura necessária para que cientistas, empreendedores, investidores e as comunidades amazônicas possam utilizar os inúmeros recursos da floresta sem desmatar e com grande retorno financeiro. Esse é o caminho para o desenvolvimento.

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Linha Viva garante mais segurança e confiabilidade do sistema Linha Viva garante mais segurança e confiabilidade do sistema

Publicada em: 26/11/2020

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Linha Viva garante mais segurança e confiabilidade do sistema

Com o objetivo de evitar que o fornecimento de energia seja interrompido durante as manutenções preventivas e emergenciais, a Energisa investe continuamente em capacitação de equipe interna e obras de eficiência garantindo o bom atendimento aos clientes.  Até o fim deste ano, serão destinados R$ 410 milhões em treinamento de equipes e o Mato Grosso é o segundo estado com maior aporte de recursos da empresa no ano.  

Desde 2014, quando assumiu a distribuição do estado, a equipe operacional é direcionada a atuar com a linha energizada, no formato Linha Viva, ou seja, sem a interrupção do sistema. “Para isso, fomos internalizando o nosso quadro de funcionários ao longo dos anos e, hoje, nossa meta é realizar todas as manutenções dessa maneira. Só atuamos com a linha desenergizada em situações de alta complexidade ou que colocam em risco a segurança dos profissionais”, comenta Enéas Siqueira, técnico de distribuição. 

Esse direcionamento é refletido nos indicadores de Duração Equivalente de Interrupção por Consumidor (DEC) e de Frequência Equivalente de Interrupção por Consumidor (FEC), ao longo de sua trajetória no estado. Houve uma redução expressiva de 11,1 horas (38%) em DEC e 14,4 vezes (65%) em FEC nos últimos cinco anos.

Foto mostra colaborador usando equipamentos de proteção trabalhando na rede elétrica

“As melhorias são levadas para todas as regiões do Estado, tanto nas zonas urbanas quanto nas rurais. Em Barão do Melgaço, por exemplo, o sistema era interrompido de três a quatro vezes ao ano, das 8h às 13h, para reparos na linha. Hoje, conseguimos fazer todo o trabalho sem o interromper o fornecimento de energia”, explica Siqueira. 

Para atuar com a linha energizada, que é considerado um trabalho de risco, a concessionária também faz uma avaliação criteriosa do profissional. Além das habilidades técnicas necessárias, são exigidos aspectos como organização, atenção, concentração, disciplina, habilidade para trabalho em equipe, maturidade emocional, capacidade de supervisão e de liderança. Todo esse cuidado é refletido nos indicadores de acidentes, que estão zerados há cinco anos.  Cada um dos 88 eletricistas, que estão espalhados por todas as regionais do estado, recebem 320 horas de treinamento ao ano em média e baixa tensão. 

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Linha de distribuição impulsiona desenvolvimento ao interligar Mato Gr Linha de distribuição impulsiona desenvolvimento ao interligar Mato Gr

Publicada em: 19/11/2020

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Linha de distribuição impulsiona desenvolvimento ao interligar Mato Grosso ao Pará

As populações de Vila Rica, Alto Boa Vista, Querência e outros municípios da região já podem contar com uma melhora significativa na qualidade da energia elétrica que chega em suas casas e comércios.  A inauguração da Linha de Distribuição de Alta Tensão, que vai interligar a rede básica de Vila Rica (MT) à Santana do Araguaia (PA), garante tranquilidade para os negócios e a vida cotidiana dessas comunidades.

Com um aporte de R$ 83 milhões, a linha garante um fornecimento estável, diminui as quedas e aumenta a disponibilidade de energia. O empreendimento integra um pacote de investimentos que a Energisa vem fazendo em Mato Grosso para aprimorar os serviços e contribuir com o desenvolvimento da região. O Estado é o maior exportador de soja do Brasil e tem grande relevância na produção de milho e algodão. Com uma rede elétrica confiável, a estimativa é que mais indústrias se instalem na região, movimentando a economia e a geração de empregos.

“O Araguaia está em forte crescimento econômico e a Energisa tem trabalhado para trazer maior confiabilidade ao sistêmico elétrico que a região precisa. Para nós, é muito importante que as localidades onde atuamos se desenvolvam. E o investimento feito, pensando no futuro e na possibilidade de crescimento de todos os municípios da região do Araguaia, beneficiará  155 mil unidades consumidoras", avalia o Gerente da área de Planejamento e Orçamento da Energisa Mato Grosso, José Nelson Quadrado Junior.

Além de levar energia limpa e de qualidade para a população, proporcionando conforto e qualidade de vida, a linha dará suporte para a implantação da universalização da eletrificação rural, uma grande necessidade da região. Ela será o terceiro ponto de suprimento de rede básica, que vai se interligar às subestações de Barra do Peixe e Canarana.

“Com esse terceiro ponto, conseguimos reforçar o fornecimento e evitar problemas de oscilações de interrupções no fornecimento de energia, além disso, a capacidade dela é o dobro da que já existe”, explica Luciano Vogel, gerente de linhas e subestações.  A inauguração da linha está prevista para o final de novembro, e já se encontra em fase de testes finais.

O meio ambiente, foi uma das grandes preocupações com o empreendimento. Para minimizar os impactos na vegetação, o traçado da linha de distribuição priorizou estradas já existentes e áreas cultivadas para não interferir em áreas de preservação ambiental. Além disso, os resíduos gerados durante a obra tiveram destinação correta e toda área utilizada na construção da subestação está sendo reflorestada.

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Programa de Eficiência Energética da Energisa leva conforto e economia Programa de Eficiência Energética da Energisa leva conforto e economia

Publicada em: 25/08/2020

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Programa de Eficiência Energética da Energisa leva conforto e economia ao Hospital Municipal de Cuiabá

Conforto e bem-estar são fundamentais em um hospital, tanto para pacientes, quanto para os profissionais de saúde. No caso de uma região que, frequentemente, registra altas temperaturas, como Mato Grosso, essa questão passa pela climatização dos ambientes. O problema é que um sistema ineficiente de ar condicionado pode gerar desperdício de energia e dinheiro, que poderia ser utilizado para a compra de medicamentos e insumos de saúde. 

É para lidar com esse tipo de desafio que a Energisa lançou o seu Programa de Eficiência Energética. Regularmente, a concessionária abre uma chamada pública para clientes interessados em participar do projeto. As propostas selecionadas recebem equipamentos novos e mão de obra, tudo por conta da concessionária. Além disso, após modernização, é realizado um trabalho de conscientização junto aos moradores do local e um estudo para mensurar os resultados alcançados. 

Foi o que aconteceu no Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá. A Energisa investiu 1,6 milhão de reais na modernização do hospital. Foram trocados os equipamentos de ar condicionado e as lâmpadas de alto consumo, substituídas pela tecnologia LED. Para garantir ainda mais economia na conta de energia, a empresa instalou um sistema de geração solar no estabelecimento. 


“Cuiabá é uma cidade quente e o ar condicionado faz muita diferença. O quarto andar inteiro, por exemplo, antes não tinha ar e agora está climatizado. Outras áreas do hospital tiveram equipamentos obsoletos trocados, como a UTI. Isso melhora demais no dia a dia dos colaboradores e dos pacientes”, afirma Roberta Borges Monteiro, coordenadora administrativa do Pronto Socorro. 

Construído há 40 anos, o hospital recebe, em média, 12,7 mil pacientes a cada três meses. A economia proporcionada pelo programa chega a 478 mil reais por ano. “O dinheiro economizado será investido em insumos e medicamentos”, afirma Henrique Paiva, Secretário adjunto de Gestão da Secretaria Municipal de Saúde. “Esse é um projeto que traz benefícios não só para o hospital, com a economia na conta de luz, mas também para a população. Em um momento de corte de custos, ações que aliviam os cofres públicos são bem-vindas.”  

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