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Energisa celebra 120 anos com seminário sobre energia multipotencial Energisa celebra 120 anos com seminário sobre energia multipotencial

Publicada em: 27/06/2025

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 120 Anos

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Brasil

Energisa celebra 120 anos com seminário sobre energia multipotencial

Evento marca o início da parceria com o MIT Technology Review e destaca o protagonismo do Brasil na transição energética global.
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Energisa celebra 120 anos com seminário sobre energia multipotencial Energisa celebra 120 anos com seminário sobre energia multipotencial

Publicada em: 26/06/2025

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 120 Anos

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Brasil

Energisa celebra 120 anos com seminário sobre energia multipotencial

Como parte das comemorações pelos 120 anos do Grupo Energisa, o seminário “Energia Multipotencial para a Transição Energética” reuniu nesta terça-feira (25), no Rio de Janeiro, especialistas do setor, representantes da academia e investidores para debater os caminhos possíveis para um futuro energético mais seguro, acessível e sustentável. A iniciativa marca mais uma ação fruto da parceria entre a companhia e o MIT Technology Review. A programação do segundo dia aconteceu no Energy Summit, promovido na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, e reforçou o compromisso da Energisa com a inovação e o protagonismo na transformação do setor elétrico nacional. 

Durante sua participação, o CEO da Energisa, Ricardo Botelho, defendeu que a transição energética precisa ir além do discurso técnico e se concretizar como uma jornada coletiva e inclusiva. Para ele, o grande desafio atual está em construir um modelo energético capaz de equilibrar sustentabilidade, segurança e acessibilidade, mesmo em um cenário global marcado por conflitos, instabilidade geopolítica e crises climáticas. 

Estamos diante de um momento que exige responsabilidade e visão de futuro. O caminho que vamos percorrer passa por uma energia multipotencial — uma nova forma de pensar a transição energética, que reconhece a convivência entre diferentes fontes e realidades”, afirmou Botelho. 

Nesse contexto, o executivo destacou a relevância do conceito de adição energética, no qual o avanço das fontes renováveis se soma — e não substitui de imediato — o uso de petróleo e gás natural. 

A jornada para se chegar ao futuro de baixa intensidade de carbono não será linear, mas com velocidades diferentes, intensidades diferentes e múltiplas formas de energia”, completou.  

Botelho também destacou que nesse processo de transformação é essencial o respeito às desigualdades regionais e às diferentes características energéticas de cada país. 

Não precisamos copiar modelos. Podemos construir os nossos. É um convite para que nós, mercado de energia, consumidores e academia, possamos refletir juntos e fazer boas trocas para tomadas de decisão que viabilizem na prática um futuro energético mais viável”, disse.  

Inovação, tecnologia e oportunidades 

A presença da professora do MIT e CEO do Greentown Labs, Georgina Campbell Flatter, trouxe uma perspectiva global sobre o papel da inovação e da importância da tecnologia no enfrentamento da crise climática e da transformação energética. Representando uma das maiores incubadoras de startups climáticas e de energia do mundo, Georgina compartilhou experiências das mais de 600 empresas que apoia, com geração de 14 mil empregos, impulsionando tecnologias para um mundo de baixas emissões.  

Estamos diante de um momento de urgência, mas também de grandes oportunidades. A inovação acontece quando unimos talentos, redes e propósito em torno de um desafio comum: garantir energia limpa, confiável e acessível para todos”, pontuou Georgina. 

A participação da Energisa ao lado do MIT nesta jornada reafirma a vocação do grupo como uma energy tech feita de pessoas com propósito, que acreditam na força da colaboração e do conhecimento para transformar o setor elétrico. 

O Brasil, com sua diversidade e potencial, tem todas as condições de liderar esse movimento global. A Energisa quer fazer parte dessa construção”, frisou o CEO da Energisa. 

Quer saber mais? Confira o primeiro artigo em conjunto com o MIT clicando aqui. 

Brasil é o país da transição  

Ricardo Botelho também debateu com Joaquim Levy, diretor de Estratégia Econômica e Relacionamento com o Mercado do Banco Safra e ex-ministro da Fazenda, e Vittorio Perona, sócio do BTG. No diálogo, foi abordada a complementaridade de fontes de energia para suprir com segurança a demanda nacional e permitir que o Brasil se posicione globalmente como liderança na transição energética com acessibilidade econômica e sustentabilidade ambiental. Os participantes destacaram o papel do gás natural como fonte estável e segura no suprimento de energia no país e debateram os desafios para atrair data centers. 

O consumo de gás natural é muito baixo no Brasil comparado aos patamares regionais e mundiais”, afirmou Perona, acrescentando que a demanda nacional atualmente representa o equivalente a 1/7 do consumo per capita da Argentina e cerca de ⅓ do apresentado no México e na Europa, devido a fatores históricos e geográficos, já que as grandes descobertas brasileiras de hidrocarbonetos aconteceram longe do continente. Ele destacou ainda que há demanda latente por essa fonte de energia tanto pela indústria quanto para a geração elétrica. 

Há processos industriais no Brasil que não são feitos a gás porque não há suprimento de gás nesses locais. Há regiões enormes que não são conectadas à malha de distribuição. É importante fomentar o consumo, ajudar na construção de infraestrutura para criar um círculo virtuoso que permita baratear o custo para o consumidor final.” 

Joaquim Levy ressaltou a importância do gás especialmente para o Nordeste, devido ao fato de essa fonte de energia estar onshore ou mais próxima à costa, o que facilita a infraestrutura de escoamento. “É essencial que o governo, qualquer que seja, foque em uma estratégia de gás natural no Nordeste”, afirmou, avaliando que viabilizar a distribuição do combustível vai representar uma ferramenta extraordinária de desenvolvimento para a região.  

Corroborando o potencial do gás para o Nordeste, o CEO da Energisa pontuou que a região é o segundo maior mercado do Brasil, mas que conta com as menores tarifas do país porque o Nordeste fez uma desconcentração de supridores, com 70% desse suprimento vindo de diferentes fornecedores, o que viabiliza maior competição. Ricardo Botelho também destacou que no Ceará, onde a Energisa opera, 15% do fornecimento do gás já vem do biometano, talvez o maior percentual dessa fonte no Brasil. 

Data centers e biocombustíveis 

A força do Brasil como um terreno fértil para energia multipotencial, abrigando diferentes fontes renováveis, foi citada também como uma oportunidade para receber data centers de companhias de tecnologia de diferentes partes do mundo, instalações que demandam grande volume de energia. Para Ricardo Botelho, nesse contexto o Brasil vive um momento decisivo da transição energética, com grande potencial para se tornar protagonista global na atração de data centers.  

Vittorio Perona ressaltou que, além do potencial de crescimento do gás no Nordeste, a região é capaz de gerar no curtíssimo prazo até 50 GW de energia eólica. Esse mix energético, somado a conexões submarinas de fibra óptica com os Estados Unidos e a outros fatores como o bom relacionamento geopolítico do país, pode tornar o país um polo estratégico para a computação em nuvem e a inteligência artificial. “O Brasil pode virar um dos principais destinos do mundo para data centers. Temos energia limpa, geografia favorável e o timing certo”, afirmou, comparando a possibilidade de crescimento desse mercado à transformação tecnológica que impulsionou os setores agrícola, com o Brasil se tornando um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, e petrolífero, com a expansão na produção de petróleo e gás.

Estima-se que os EUA vão ter uma demanda adicional ligada a data centers de 50 GW até 2028, 2029. Lembrando que o Brasil inteiro tem um pouco mais de 200 GW de capacidade instalada. A probabilidade de os EUA conseguirem atender a essa demanda e conectá-la à rede até 2028 é zero. Qual é a oportunidade para o Brasil? Virar um grande destino para as big tech instalarem hyperscalers (data centers gigantescos) aqui.” 

Para que essa atração de investimentos se efetive, Joaquim Levy destacou a importância de políticas públicas bem estruturadas para que o empresariado tenha segurança e confiança para aportar seu capital. Ele também mencionou o “potencial extraordinário dos biocombustíveis” e a necessidade da estruturação desse mercado, capaz de reduzir de forma significativa as emissões de carros e ônibus. 

A gente é muito bom em aprender com o mercado, mas precisa aprender a criar o mercado. A gente tem a tecnologia. O dia em que a Índia entendeu o que fazer com o etanol, a vida mudou lá”, finalizou. 

Fique de olho no Juntos! Em breve, vamos compartilhar os melhores momentos do evento e outras iniciativas que celebram os 120 anos da Energisa e os próximos passos dessa jornada de inovação em parceria com o MIT. 

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Inteligência Artificial impulsiona inovação no Grupo Energisa Inteligência Artificial impulsiona inovação no Grupo Energisa

Publicada em: 24/06/2025

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 Inovação

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Inteligência Artificial impulsiona inovação no Grupo Energisa

A inovação é um valor do Grupo Energisa e tem sido um dos mais importantes impulsionadores da companhia há 120 anos. Para se manter relevante em um setor que não para de evoluir, a adoção da inteligência artificial (IA) tem sido uma forma de dar resposta a desafios, como o de gestão de uma rede que recebe fluxos multidirecionais e atender o cliente de forma mais ágil e assertiva. 

Desde que a empresa nasceu em 1905, tem mantido esse espírito inquieto e visionário, sempre buscando soluções que tornem o negócio mais eficiente e preparado para o futuro. Ainda na década de 1970, engenheiros da então Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina já desenvolviam tecnologias voltadas à automação da rede elétrica, como sistemas remotos e softwares operacionais.  

Essa mentalidade de resolver problemas reais com tecnologia própria continua viva e ganhou força com a criação do Digital Labs, o centro de excelência em soluções digitais do Grupo. Ali, surgiram projetos como o Vera, uma ferramenta que pode utilizar redes neurais e imagens de satélites, drones e celulares para prever a necessidade de poda de árvores próximas à rede elétrica. Já o Sparta tem por objetivo a aplicação de IA para aumento na eficiência operacional dos canais de atendimento, apoiando decisões cada vez mais rápidas e assertivas. 

Na Energisa, acreditamos que a inovação nasce do nosso time. Por isso, temos o e-nova, um programa interno que estimula os colaboradores a proporem ideias que possam virar soluções reais. Só no ano passado, recebemos mais de 3 mil inscrições. Muitas delas viraram projetos e produtos que hoje fazem parte do nosso dia a dia. É essa cultura viva e colaborativa que mantém a inovação pulsando dentro do Grupo”, explica Flávio Loução, diretor de Inovação da Energisa. 

Agora, o Juntos também fala com você 

Uma das aplicações mais recentes de inteligência artificial dentro do Grupo Energisa é voltada para a produção automatizada de conteúdos em áudio. Isso significa que as matérias do Juntos poderão ser transformados em podcasts, usando ferramentas baseadas em IA generativa para dar vida ao conteúdo. 

Nos canais de comunicação interna, os colaboradores já estão aproveitando a novidade e recebendo pelo WhatsApp os áudios com informativos sobre o que está acontecendo na empresa. Isso significa mais praticidade no dia a dia e uma forma de deixar os conteúdos mais atrativos. 

Com a reformulação do site do Grupo Energisa, em fevereiro, o Juntos ganhou uma área exclusiva para podcasts e é lá que nossos leitores poderão conferir os conteúdos de uma forma diferente, mas com a mesma leveza e qualidade. 

A jornada está só começando, a inteligência artificial já não é mais um acessório: ela é eixo central da nossa estratégia de inovação. Estamos reestruturando processos, decisões e modelos de negócio com base em IA. O avanço é consistente e os bons resultados, irreversíveis”, afirma Flávio. 

Mais do que uma tendência, essa mudança é um reflexo de um olhar constante para o que pode ser melhorado. A tecnologia entra como aliada da comunicação para atender às necessidades reais das pessoas, com soluções acessíveis, úteis e integradas à rotina. 

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São João: histórias, cultura e muito trabalho por trás da festa São João: histórias, cultura e muito trabalho por trás da festa

Publicada em: 23/06/2025

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 Comunidade

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A energia que move o São João: histórias, cultura e muito trabalho por trás da festa

Fogueira, quadrilha, bandeirinhas e música boa. Por trás de toda a beleza das festas juninas, tem muita energia em movimento. Da que emociona à que ilumina. E não estamos falando só da rede elétrica. Tem também a dedicação de profissionais, a vibração das culturas regionais e o orgulho de quem enaltece as próprias raízes. 

É aí que entra gente como Allyson Araújo. 

Uma dupla jornada de emoção e propósito 

Durante o dia, Allyson veste o uniforme da Energisa Sergipe para garantir que tudo esteja pronto para os festejos. Percorre ruas, inspeciona estruturas e acompanha de perto o reforço da rede elétrica. À noite, sobe ao palco do Arraiá do Povo, em Aracaju, com seu contrabaixo nas mãos, agora como músico. 

Muita gente não imagina o quanto de trabalho existe para que tudo funcione perfeitamente. Quando volto à noite como músico, vejo tudo aceso, som funcionando, público feliz... a sensação é de missão cumprida.” 

Para ele, o que conecta os dois momentos é exatamente a energia. A que leva luz e segurança, e a que toca as pessoas por meio da arte. 

É a energia que ilumina e que emociona. Estar desde cedo garantindo a segurança e, depois, entregar alegria com a música é ver, na prática, o poder transformador da energia.”, completa Allyson. 

Muito antes do arrasta-pé, tem preparação pesada 

Histórias como a do Allyson acontecem em um contexto de preparo técnico intenso. A Energisa investiu mais de 210 milhões de reais em melhorias na rede elétrica nos estados da Paraíba e de Sergipe, justamente para garantir que a energia das festas juninas chegasse sem interrupções. 

Em Sergipe 

O investimento foi de cerca de 183 milhões de reais. Entre as ações realizadas estão mais de 55 mil podas de árvores, limpeza de estruturas expostas à maresia e inspeção de seis mil quilômetros de rede. O estado também conta com 772 religadores automáticos distribuídos em 63 municípios, capazes de restabelecer o fornecimento em até um minuto por meio de manobras remotas. 

Na Paraíba 

O foco foi em garantir energia para uma das festas mais longas e tradicionais do país. Em Campina Grande, o Parque do Povo vira uma cidade dentro da cidade. São 39 dias de evento com luzes acesas, sons pulsando e milhares de pessoas circulando. O investimento por lá passou dos 27 milhões de reais. As ações incluíram inspeções com drones e câmeras termográficas, reforço em transformadores e disjuntores e combate a ligações clandestinas. 

A segurança também ganhou atenção especial. A Energisa promoveu um seminário com o Ministério Público, o Corpo de Bombeiros e autoridades locais para discutir medidas preventivas em eventos com estruturas temporárias. 

Pantanal Junino: tradição que flui com o rio 

No coração do Pantanal, a festa também brilha forte. Em Corumbá, a Energisa Mato Grosso do Sul se une à comunidade para celebrar o Arraial do Banho de São João, a maior festa junina do estado e Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil reconhecido pelo IPHAN. 

Para garantir energia e segurança, a empresa reforçou a rede elétrica da região e levou sua Unidade Móvel de Atendimento, com orientações sobre consumo consciente e cuidados com a rede. 

O Banho de São João é um evento plural. Além das apresentações culturais e das comidas típicas, a festa envolve procissões, novenas, cortejos e rituais de diversas tradições religiosas. Em cada rua, casa ou terreiro, o que se vê é a força da fé e da cultura. 

Estar presente em uma celebração tão rica como o Banho de São João é mais do que apoiar um evento. É valorizar as raízes e histórias que fazem parte do nosso país. A gente acredita que a brasilidade nasce justamente dessa soma entre culturas e diversidades. Do Norte ao Sul, valorizamos os jeitos e sotaques de cada cidade onde atuamos”, afirma Delania Cavalcante, coordenadora de Investimento Social do Grupo Energisa. 

Com os cururueiros, músicos e poetas populares que misturam canto improvisado, religiosidade e poesia, a festa se torna um retrato vivo da identidade brasileira. 

A energia que conecta passado, presente e futuro 

O São João é feito de gente. Gente que trabalha, celebra, cuida e transforma. E em cada cidade onde a Energisa está presente, tem uma história única sendo vivida. Com sotaques diversos, mas sempre com o mesmo propósito: levar energia onde há vida. 

Seja no palco, nas ruas ou nos bastidores, o que move a festa é o que também move a gente todos os dias. A energia de estar junto. 

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Energy Tech: Energisa lança seu 1º artigo em parceria com o MIT Energy Tech: Energisa lança seu 1º artigo em parceria com o MIT

Publicada em: 16/06/2025

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Energy Tech: 1º artigo da Energisa em parceria com o MIT debate sobre transição energética global

Essa conversa, produzida através de inteligência artificial, foi baseada na visão do CEO Ricardo Botelho enquanto Grupo Energisa em colaboração com o Massachusetts Institute of Technology (MIT)
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Energisa e MIT: 1º artigo abre debates sobre transição energética Energisa e MIT: 1º artigo abre debates sobre transição energética

Publicada em: 16/06/2025

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Brasil na liderança da transição energética global: artigo da Energisa em parceria com o MIT inaugura debates sobre o tema

Ao longo do ano, o Juntos vai apresentar uma série especial de reportagens inspiradas em artigos fruto da parceria entre o Grupo Energisa e a MIT Technology Review, publicação do Massachusetts Institute of Technology (MIT) com 125 anos de tradição e reputação na criação de análises que trazem um novo olhar para a tecnologia e seus impactos sociais, políticos e econômicos. Para o trabalho desenvolvido com o MIT, foram ouvidos os principais executivos da companhia em uma pesquisa qualitativa com o intuito de definir o posicionamento da Energisa como uma Energy Tech.  

Assim como faz há 120 anos, o Grupo vai pautar discussões que promovam a inovação e o desenvolvimento do setor de energia e do país a partir de uma premissa: somos flexíveis e multipotenciais, preparados para atuar em diferentes frentes energéticas, se adaptando às mudanças e agregando soluções sem perder a identidade. Na série de conteúdos, que também trarão a visão de especialistas dos MIT, serão abordados temas como transição energética adequada à realidade brasileira, democratização do acesso à energia, inovação e tecnologia aplicadas ao setor e entre outros. 

Abrindo a série, o primeiro artigo tem o CEO do Grupo Energisa, Ricardo Botelho, como fonte, além de Daniel Yergin, um dos analistas de energia mais influentes do mundo. O texto propõe uma análise realista sobre o cenário atual da transição energética e os caminhos para torná-la viável. 

Leia o artigo completo 

O artigo completo está disponível no portal do MIT. A leitura é recomendada para quem busca compreender com mais profundidade os dilemas da energia no século XXI e o papel que o Brasil pode ocupar nesse cenário. 

Adição energética e o desafio das novas fontes - MIT Technology Review

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Semana do Meio Ambiente - EP 2: André Pereira Semana do Meio Ambiente - EP 2: André Pereira

Publicada em: 04/06/2025

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 Sustentabilidade

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Semana do Meio Ambiente - EP 2: André Pereira

Tem episódio novo no ar da nossa série especial da Semana do Meio Ambiente , uma parceria com a área de Inovação, feita com inteligência artificial. Hoje, o papo é inspirado nas ideias de André Pereira, Gerente de Sustentabilidade, trazendo reflexões sobre como a sustentabilidade guia decisões e projetos com impacto real.
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Semana do Meio Ambiente - EP 1: Tatiana Feliciano Semana do Meio Ambiente - EP 1: Tatiana Feliciano

Publicada em: 03/06/2025

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 Sustentabilidade

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Semana do Meio Ambiente - EP 1: Tatiana Feliciano

Na Semana do Meio Ambiente, decidimos trazer para vocês um conteúdo em formato diferente. Um conteúdo leve, em áudio, direto e no seu ritmo. Em parceria com a área de Inovação, usamos inteligência artificial pra conduzir um papo cheio de ideias sobre metas, impacto social e transformação energética. O primeiro episódio foi inspirado numa troca com Tatiana Feliciano, Diretora de Sustentabilidade da Energisa, que compartilhou suas visões e prioridades sobre o futuro que estamos construindo. É sustentabilidade descomplicada, com inovação de verdade. Fique ligado por aqui para ouvir os próximos episódios!
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Eficiência energética: como a Energisa leva economia pelo Brasil Eficiência energética: como a Energisa leva economia pelo Brasil

Publicada em: 06/06/2025

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 Sustentabilidade

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Eficiência energética que transforma: como a Energisa leva cidadania e economia para quem mais precisa

Dando continuidade à série de entrevistas da Semana do Meio Ambiente, conversamos com Thiago Peres, coordenador de Eficiência Energética do Grupo Energisa. Desta vez, o foco é mostrar como o uso consciente da energia vai muito além da economia: promove cidadania, fortalece comunidades e abre caminhos para um futuro mais sustentável e justo. 

Por meio do Programa de Eficiência Energética, o Grupo Energisa tem levado soluções sustentáveis a diferentes regiões do país, com foco especial nas comunidades mais vulneráveis. 

O Programa de Eficiência Energética é uma iniciativa regulada pela Aneel e voltada para o uso racional da energia elétrica. O objetivo é promover ações que melhorem o desempenho energético de residências, comércios, escolas, hospitais e comunidades de baixa renda. Isso significa trocar equipamentos ineficientes por outros mais modernos, fazer retrofit de iluminação e promover educação para o consumo consciente. É um trabalho que une técnica, impacto social e sustentabilidade.”, resume Thiago. 

Eficiência energética com propósito social 

Em 2024, o Grupo Energisa investiu R$ 70,8 milhões em 156 projetos de eficiência energética, muitas delas com foco em soluções sustentáveis e de impacto social em diversas regiões do país. Mais do que os números, são as histórias que demonstram a transformação gerada. 

Lembro de uma senhora do interior do Tocantins que recebeu uma geladeira nova e nos contou que finalmente podia armazenar os medicamentos do filho com segurança. Isso dá sentido ao nosso trabalho”, compartilha o coordenador. 

Com uma metodologia estruturada, a Energisa cruza dados socioeconômicos, indicadores de consumo e articula com lideranças locais para garantir que o programa chegue onde é mais necessário. Visitas técnicas e diagnósticos completam a estratégia de atuação territorial.  

Educação que gera transformação 

Além da parte técnica, o trabalho com eficiência energética inclui uma frente fundamental: a educação. 

A troca de equipamentos por si só não garante economia se os hábitos não mudarem. Por isso, sempre acompanhamos as ações com oficinas educativas, materiais informativos e palestras. A comunicação é feita em linguagem acessível e culturalmente próxima da comunidade, para gerar identificação.”, explica Thiago. 

Uma das ferramentas mais poderosas dessa abordagem educativa é o personagem Zupt. Criado para dialogar com crianças e adolescentes, ele representa a “energia da vida” e ajuda a ensinar conceitos técnicos de forma lúdica. 

As crianças se conectam com ele imediatamente. Já tivemos escolas que criaram peças de teatro com o personagem”, conta. 

O sucesso do Zupt motivou a criação de novos episódios animados e o desenvolvimento de uma plataforma digital para ampliar sua presença em redes sociais, aplicativos e escolas de todo o Brasil. 

A ideia é transformar o Zupt em uma plataforma de educação energética com presença nacional.”, destaca Thiago. 

Tecnologia sobre rodas 

Outra iniciativa de destaque é o Caminhão Nossa Energia, uma unidade móvel equipada com painéis solares, experimentos interativos e salas multimídia. Ele leva conhecimento, cidadania e serviços a comunidades distantes, com ações como a troca de lâmpadas, palestras e orientações sobre segurança elétrica. 

Uma vez, numa aldeia indígena no Mato Grosso do Sul, o cacique nos disse que aquele tinha sido ‘o dia em que a energia virou cultura’. Foi emocionante. Isso mostra que a tecnologia pode dialogar com os saberes tradicionais e somar com eles”, relembra Thiago. 

Energia como vetor de desenvolvimento 

O impacto da eficiência energética também se estende ao empreendedorismo. O programa Bem da Gente, iniciativa do Grupo Energisa, une serviços sociais à geração de renda e fortalecimento de pequenos negócios sustentáveis. 

Capacitamos empreendedores, entregamos equipamentos eficientes e orientamos sobre o uso racional da energia”, explica Thiago. 

O resultado? Redução de custos, aumento de produtividade e mais autonomia para pequenos negócios. 

Já apoiamos centenas de empreendedores. Agora, queremos integrar o Bem da Gente a outras ações de inovação social e ampliar o alcance em territórios vulneráveis.” 

Olhar para o futuro 

A Energisa também se prepara para os próximos passos. A ideia é expandir o uso de tecnologias como medição inteligente, sistemas solares em comunidades isoladas e parcerias com instituições de ensino para fomentar pesquisa aplicada. 

Acima de tudo, queremos continuar levando energia como vetor de dignidade, cidadania e desenvolvimento sustentável”, finaliza Thiago. 

Confira abaixo o áudio inspirado nas ideias de Thiago Peres:

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Descarbonização e inovação: os pilares da agenda climática da Energisa Descarbonização e inovação: os pilares da agenda climática da Energisa

Publicada em: 06/06/2025

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 Sustentabilidade

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Descarbonização, adaptação e inovação: os pilares da agenda climática da Energisa

O Grupo Energisa tem evoluído constantemente para acompanhar as transformações do setor elétrico e os desafios ambientais que marcam o século 21. Entre os compromissos mais ambiciosos está a meta de neutralizar suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) nas próximas décadas. Uma jornada que combina inovação, eficiência e engajamento interno. 

A agenda climática está totalmente integrada à nossa estratégia de sustentabilidade e ao nosso modelo de negócios. Enfrentar a mudança do clima significa conduzir uma transformação que une descarbonização, segurança energética e modicidade tarifária, sem perder de vista o nosso papel social. A transição para uma economia de baixo carbono só é completa quando promove, além da redução de emissões, inclusão social, inovação e desenvolvimento.. Essa é a base da nossa visão sustentável de futuro.”, explica Michelle Almeida. 

Inventário auditado e metas claras 

Desde 2022, o Grupo Energisa conquista o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, reconhecimento dado a relatórios auditados por entidades independentes credenciada pelo Inmetro. Em 2023, o relatório foi ainda mais abrangente, ao incluir nove categorias do escopo 3 que mede, por exemplo, as emissões relacionadas a cadeia de fornecedores, viagens corporativas, resíduos e deslocamento de colaboradores. 

Um inventário de emissões de GEE consistente é a base para um plano de descarbonização robusto, já aprovado pelo Conselho de Administração. 

Nossa meta é alcançar a neutralidade de emissões nas próximas décadas. O Relatório de Sustentabilidade 2024 detalha essa trajetória refletindo nosso compromisso com a descarbonização e com a sustentabilidade do setor elétrico.”, afirma Michelle. 

Investimentos em energia limpa e eficiência 

Além do monitoramento, a redução efetiva das emissões passa por investimentos em energia renovável, eficiência energética e inovação. A companhia conta com parques solares e oferece a solução “Assinatura Solar”, que permite acesso à energia limpa sem necessidade de instalação de painéis. 

Moderniza suas redes e estrutura operacional, ao mesmo tempo em que executa projetos de eficiência energética por meio do Programa da ANEEL, que beneficiam residências, hospitais, escolas e comércios. 

Substituímos equipamentos antigos por modelos mais eficientes em residências, hospitais, escolas, comércios e outros pontos essenciais nas nossas áreas de concessão. Isso gera economia de energia para os clientes e ajuda a reduzir a pegada de carbono dos nossos clientes.”, explica Michelle. 

Preservar para transformar 

A pauta ambiental da Energisa vai além da energia. A empresa também apoia projetos de restauração ecológica em biomas sensíveis, como o Projeto Floresta Viva, que prevê a recuperação de mais de 700 hectares na Bacia do Xingu nos próximos 4 anos.  

Essas ações restauram ecossistemas, contribuem para a captura de carbono, ajudando no combate às mudanças climáticas e geram renda. Um dos pilares para viabilizar essa restauração em larga escala é o fortalecimento das redes de sementes locais, que mobilizam comunidades indígenas, agricultores familiares, quilombolas e coletores locais na produção, coleta e comercialização de sementes nativas. Essas redes não apenas garantem a disponibilidade de espécies adaptadas ao território, o que aumenta o sucesso das áreas restauradas, como também geram renda, fortalecem saberes tradicionais e promovem inclusão social.”, afirma. 

Preparação para eventos climáticos extremos 

Com o aumento da frequência de eventos extremos como enchentes, ondas de calor, secas, ventos fortes e incêndios, o Grupo também tem adotado ações de adaptação climática.  

Investimos em medidas de adaptação, como o reforço das redes elétricas, sistemas de monitoramento meteorológico e protocolos de resposta rápida para evitar ou minimizar interrupções no fornecimento.  Essas medidas são fundamentais para garantir a continuidade do fornecimento de energia em situações críticas”, destaca Michelle. 

Engajamento que começa dentro de casa 

Outro destaque da estratégia climática do Grupo Energisa é o engajamento interno. Colaboradores são capacitados e convidados a participar de soluções que contribuam para reduzir impactos ambientais e promover a inovação sustentável.  

Temos trabalhado bastante com comunicação e capacitação para sensibilizar colaboradores sobre o papel de cada um na estratégia de descarbonização. Isso vai desde mudanças operacionais até a participação em projetos e ideias que ajudam a reduzir impactos e inovar nas soluções. É uma responsabilidade compartilhada, e é na atuação diária de cada colaborador que essa estratégia se torna realidade.”, conclui Michelle. 

Compromisso com o futuro 

Ao assumir um papel ativo na transição energética brasileira, o Grupo Energisa mostra que desenvolvimento econômico e respeito ao meio ambiente podem, e devem, andar juntos.  

Estamos investindo, inovando e nos adaptando. É uma jornada longa, que começou quando a empresa foi fundada, mas que hoje ganha novos contornos com a urgência da ação climática”, finaliza Michelle. 

Confira abaixo o áudio inspirado nas ideias de Michelle Almeida:

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