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Feira Viva Sergipe recebe tour virtual no estande da Energisa Feira Viva Sergipe recebe tour virtual no estande da Energisa

Publicada em: 17/07/2025

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 Comunidade

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Sergipe

Feira Viva Sergipe recebe tour virtual do Espaço Energia com apoio da Energisa

De 16 a 20 de julho, a Energisa Sergipe marca presença na 2ª edição da Feira Viva Sergipe, evento promovido pelo Sebrae, que reúne cultura, turismo, pequenos negócios e sustentabilidade no Centro de Convenções AM Malls. A grande novidade este ano é a experiência virtual e imersiva do Espaço Energia no estande da Energisa. Os visitantes vão embarcar em um tour 100% digital que mistura tecnologia, educação e diversão para falar de um tema essencial: o consumo consciente de energia elétrica. A experiência é interativa e acessível a públicos de todas as idades.

A Energisa está apoiando mais uma vez a Feira Viva Sergipe por reconhecer a importância do evento para o desenvolvimento local. Quem visitar nosso estande vai vivenciar uma jornada lúdica e educativa pelo Espaço Energia, um dos atrativos turísticos mais importantes do estado”, afirma Roberto Currais, diretor-presidente da Energisa Sergipe.

Além do tour, o público também poderá conhecer no estande um pouco mais do trabalho desenvolvido pelo Parque dos Falcões, referência na preservação de aves de rapina e parceiro da Energisa desde 2013. Localizado em Itabaiana, o parque realiza ações de educação ambiental em escolas e é o único centro da América do Sul dedicado à multiplicação e reabilitação dessas aves.



Um espaço para aprender e se encantar

Para quem quiser conhecer ao vivo, o Espaço Energia está localizado na Praça Theodorico Prado Montes, no bairro Farolândia, em Aracaju-SE, e e reúne 16 estações interativas que abordam temas como geração de energia, segurança elétrica, história da eletricidade e eficiência energética. Tudo isso por meio de equipamentos tecnológicos, experiências sensoriais e recursos de áudio e vídeo.

Entre os destaques estão:

  • Um planetário com projeção em 180º sobre o surgimento da energia no universo;

  • Um tour virtual por uma residência, com dicas práticas para reduzir o consumo de energia;

  • Um cinema 7D, que mostra o caminho da energia até nossas casas.

A participação da Energisa na Feira Viva Sergipe reafirma o comprometimento com o desenvolvimento sustentável, o incentivo à educação energética e o fortalecimento da cultura local.
 

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Eficiência energética em hospitais: ações do Grupo Energisa Eficiência energética em hospitais: ações do Grupo Energisa

Publicada em: 15/07/2025

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 Sustentabilidade

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Brasil

Eficiência energética em hospitais: ações do Grupo Energisa geram economia e melhorias no atendimento à saúde

A adoção de soluções em eficiência energética em hospitais tem mostrado resultados concretos na economia de energia elétrica e na melhoria dos serviços de saúde. Por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE), o Grupo Energisa está transformando instituições de saúde do sudeste brasileiro com a instalação de sistemas fotovoltaicos, troca de iluminação por LED e modernização de equipamentos como aparelhos de ar-condicionado e refrigeradores. 

Com investimentos milionários, hospitais públicos e filantrópicos de Ubá, Cataguases, Manhuaçu, Muriaé, Salto Grande e Presidente Prudente estão economizando na conta de luz e redirecionando recursos para melhorar o atendimento a pacientes. As ações fazem parte do Programa de Eficiência Energética que é regulado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), com foco na sustentabilidade e no uso eficiente da energia. 

Economia de energia em hospitais filantrópicos permite mais investimento em saúde 

Na Santa Casa de Presidente Prudente (SP), o investimento foi de aproximadamente R$ 400 mil, com a instalação de 58 painéis solares, substituição de quase 1.500 lâmpadas fluorescentes por LED e climatização eficiente com aparelhos inverter. A estimativa é de economia de 174 MWh por ano, o que representa uma importante redução de custos. 

Somos uma instituição filantrópica e toda economia faz diferença. Esse apoio nos permite aplicar os recursos em áreas que impactam diretamente o atendimento aos pacientes”, destaca Itamar Alves de Oliveira, provedor da Santa Casa. 

Já a Santa Casa de Salto Grande (SP) recebeu 52 painéis solares e substituiu 34 pontos de iluminação por LED, com investimento superior a R$ 200 mil. A economia prevista é de 48 MWh/ano. 

Com equipamentos mais modernos, evitamos desperdícios e aumentamos a segurança e a eficiência na operação da unidade”, afirma Thiago Peres, coordenador de Eficiência Energética da Energisa. 

Energia solar em hospitais da Zona da Mata mineira transforma gestão de recursos 

Em Minas Gerais, a Energisa Minas Rio destinou mais de R$ 1,4 milhão para levar energia solar para hospitais nas cidades de Ubá, Cataguases, Manhuaçu e Muriaé. A economia conjunta nas contas de luz supera os R$ 400 mil anuais, possibilitando o reinvestimento em infraestrutura, aquisição de equipamentos e contratação de profissionais. 

Destaque para os hospitais Santa Isabel e São Vicente de Paulo, em Ubá, que juntos devem economizar cerca de R$ 100 mil por ano. Segundo o provedor Bruno Groppo, as melhorias vão além da economia: 

A modernização trouxe mais conforto para pacientes e melhores condições de trabalho para as equipes. Isso impacta diretamente na qualidade do serviço que prestamos.” 

A soma da economia gerada por esses projetos é suficiente para atender cerca de 3.900 casas com consumo de 250 kWh/mês. 

Sustentabilidade e saúde: novos projetos da Energisa em andamento 

Quatro novos projetos de eficiência energética em hospitais estão em andamento e devem ser concluídos até o fim de 2025. São eles: 

  • Núcleo Regional de Voluntários de Combate ao Câncer, em Ubá 

  • Hospital de Cataguases, em Cataguases 

  • Hospital César Leite, em Manhuaçu 

  • Hospital São Paulo, em Muriaé 

Juntos, eles devem gerar mais de R$ 350 mil em economia anual, além de reduzir o impacto ambiental com a diminuição das emissões de CO₂, já que não será mais necessário o uso de geradores. 

Estamos investindo não só em hospitais, mas também em escolas e instituições públicas. O uso inteligente da energia melhora a qualidade de vida das comunidades e fortalece o compromisso da Energisa com um futuro mais sustentável”, afirma Eduardo Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Rio. 

Compromisso da Energisa com o uso sustentável da energia 

Através desse e demais projetos de sustentabilidade, o Grupo Energisa reafirma ainda mais seu papel com o desenvolvimento sustentável, a melhoria da qualidade dos serviços públicos e o bem-estar das comunidades. 

O Programa de Eficiência Energética é um dos pilares dessa atuação, levando energia limpa, inovação e economia para quem mais precisa. Porque cuidar da energia é também uma forma de cuidar das pessoas. 

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Eficiência Energética no Posto da PM Rodoviária de Dona Euzébia-MG Eficiência Energética no Posto da PM Rodoviária de Dona Euzébia-MG

Publicada em: 08/07/2025

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 Sustentabilidade

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Minas Gerais

Programa de Eficiência Energética no Posto da Polícia Militar Rodoviária de Dona Euzébia

Energisa Minas Rio entrega projeto de eficiência energética em cidade interiorana de Minas Gerais.
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Energisa celebra 120 anos com seminário sobre energia multipotencial Energisa celebra 120 anos com seminário sobre energia multipotencial

Publicada em: 26/06/2025

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 120 Anos

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Brasil

Energisa celebra 120 anos com seminário sobre energia multipotencial

Como parte das comemorações pelos 120 anos do Grupo Energisa, o seminário “Energia Multipotencial para a Transição Energética” reuniu nesta terça-feira (25), no Rio de Janeiro, especialistas do setor, representantes da academia e investidores para debater os caminhos possíveis para um futuro energético mais seguro, acessível e sustentável. A iniciativa marca mais uma ação fruto da parceria entre a companhia e o MIT Technology Review. A programação do segundo dia aconteceu no Energy Summit, promovido na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, e reforçou o compromisso da Energisa com a inovação e o protagonismo na transformação do setor elétrico nacional. 

Durante sua participação, o CEO da Energisa, Ricardo Botelho, defendeu que a transição energética precisa ir além do discurso técnico e se concretizar como uma jornada coletiva e inclusiva. Para ele, o grande desafio atual está em construir um modelo energético capaz de equilibrar sustentabilidade, segurança e acessibilidade, mesmo em um cenário global marcado por conflitos, instabilidade geopolítica e crises climáticas. 

Estamos diante de um momento que exige responsabilidade e visão de futuro. O caminho que vamos percorrer passa por uma energia multipotencial — uma nova forma de pensar a transição energética, que reconhece a convivência entre diferentes fontes e realidades”, afirmou Botelho. 

Nesse contexto, o executivo destacou a relevância do conceito de adição energética, no qual o avanço das fontes renováveis se soma — e não substitui de imediato — o uso de petróleo e gás natural. 

A jornada para se chegar ao futuro de baixa intensidade de carbono não será linear, mas com velocidades diferentes, intensidades diferentes e múltiplas formas de energia”, completou.  

Botelho também destacou que nesse processo de transformação é essencial o respeito às desigualdades regionais e às diferentes características energéticas de cada país. 

Não precisamos copiar modelos. Podemos construir os nossos. É um convite para que nós, mercado de energia, consumidores e academia, possamos refletir juntos e fazer boas trocas para tomadas de decisão que viabilizem na prática um futuro energético mais viável”, disse.  

Inovação, tecnologia e oportunidades 

A presença da professora do MIT e CEO do Greentown Labs, Georgina Campbell Flatter, trouxe uma perspectiva global sobre o papel da inovação e da importância da tecnologia no enfrentamento da crise climática e da transformação energética. Representando uma das maiores incubadoras de startups climáticas e de energia do mundo, Georgina compartilhou experiências das mais de 600 empresas que apoia, com geração de 14 mil empregos, impulsionando tecnologias para um mundo de baixas emissões.  

Estamos diante de um momento de urgência, mas também de grandes oportunidades. A inovação acontece quando unimos talentos, redes e propósito em torno de um desafio comum: garantir energia limpa, confiável e acessível para todos”, pontuou Georgina. 

A participação da Energisa ao lado do MIT nesta jornada reafirma a vocação do grupo como uma energy tech feita de pessoas com propósito, que acreditam na força da colaboração e do conhecimento para transformar o setor elétrico. 

O Brasil, com sua diversidade e potencial, tem todas as condições de liderar esse movimento global. A Energisa quer fazer parte dessa construção”, frisou o CEO da Energisa. 

Quer saber mais? Confira o primeiro artigo em conjunto com o MIT clicando aqui. 

Brasil é o país da transição  

Ricardo Botelho também debateu com Joaquim Levy, diretor de Estratégia Econômica e Relacionamento com o Mercado do Banco Safra e ex-ministro da Fazenda, e Vittorio Perona, sócio do BTG. No diálogo, foi abordada a complementaridade de fontes de energia para suprir com segurança a demanda nacional e permitir que o Brasil se posicione globalmente como liderança na transição energética com acessibilidade econômica e sustentabilidade ambiental. Os participantes destacaram o papel do gás natural como fonte estável e segura no suprimento de energia no país e debateram os desafios para atrair data centers. 

O consumo de gás natural é muito baixo no Brasil comparado aos patamares regionais e mundiais”, afirmou Perona, acrescentando que a demanda nacional atualmente representa o equivalente a 1/7 do consumo per capita da Argentina e cerca de ⅓ do apresentado no México e na Europa, devido a fatores históricos e geográficos, já que as grandes descobertas brasileiras de hidrocarbonetos aconteceram longe do continente. Ele destacou ainda que há demanda latente por essa fonte de energia tanto pela indústria quanto para a geração elétrica. 

Há processos industriais no Brasil que não são feitos a gás porque não há suprimento de gás nesses locais. Há regiões enormes que não são conectadas à malha de distribuição. É importante fomentar o consumo, ajudar na construção de infraestrutura para criar um círculo virtuoso que permita baratear o custo para o consumidor final.” 

Joaquim Levy ressaltou a importância do gás especialmente para o Nordeste, devido ao fato de essa fonte de energia estar onshore ou mais próxima à costa, o que facilita a infraestrutura de escoamento. “É essencial que o governo, qualquer que seja, foque em uma estratégia de gás natural no Nordeste”, afirmou, avaliando que viabilizar a distribuição do combustível vai representar uma ferramenta extraordinária de desenvolvimento para a região.  

Corroborando o potencial do gás para o Nordeste, o CEO da Energisa pontuou que a região é o segundo maior mercado do Brasil, mas que conta com as menores tarifas do país porque o Nordeste fez uma desconcentração de supridores, com 70% desse suprimento vindo de diferentes fornecedores, o que viabiliza maior competição. Ricardo Botelho também destacou que no Ceará, onde a Energisa opera, 15% do fornecimento do gás já vem do biometano, talvez o maior percentual dessa fonte no Brasil. 

Data centers e biocombustíveis 

A força do Brasil como um terreno fértil para energia multipotencial, abrigando diferentes fontes renováveis, foi citada também como uma oportunidade para receber data centers de companhias de tecnologia de diferentes partes do mundo, instalações que demandam grande volume de energia. Para Ricardo Botelho, nesse contexto o Brasil vive um momento decisivo da transição energética, com grande potencial para se tornar protagonista global na atração de data centers.  

Vittorio Perona ressaltou que, além do potencial de crescimento do gás no Nordeste, a região é capaz de gerar no curtíssimo prazo até 50 GW de energia eólica. Esse mix energético, somado a conexões submarinas de fibra óptica com os Estados Unidos e a outros fatores como o bom relacionamento geopolítico do país, pode tornar o país um polo estratégico para a computação em nuvem e a inteligência artificial. “O Brasil pode virar um dos principais destinos do mundo para data centers. Temos energia limpa, geografia favorável e o timing certo”, afirmou, comparando a possibilidade de crescimento desse mercado à transformação tecnológica que impulsionou os setores agrícola, com o Brasil se tornando um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, e petrolífero, com a expansão na produção de petróleo e gás.

Estima-se que os EUA vão ter uma demanda adicional ligada a data centers de 50 GW até 2028, 2029. Lembrando que o Brasil inteiro tem um pouco mais de 200 GW de capacidade instalada. A probabilidade de os EUA conseguirem atender a essa demanda e conectá-la à rede até 2028 é zero. Qual é a oportunidade para o Brasil? Virar um grande destino para as big tech instalarem hyperscalers (data centers gigantescos) aqui.” 

Para que essa atração de investimentos se efetive, Joaquim Levy destacou a importância de políticas públicas bem estruturadas para que o empresariado tenha segurança e confiança para aportar seu capital. Ele também mencionou o “potencial extraordinário dos biocombustíveis” e a necessidade da estruturação desse mercado, capaz de reduzir de forma significativa as emissões de carros e ônibus. 

A gente é muito bom em aprender com o mercado, mas precisa aprender a criar o mercado. A gente tem a tecnologia. O dia em que a Índia entendeu o que fazer com o etanol, a vida mudou lá”, finalizou. 

Fique de olho no Juntos! Em breve, vamos compartilhar os melhores momentos do evento e outras iniciativas que celebram os 120 anos da Energisa e os próximos passos dessa jornada de inovação em parceria com o MIT. 

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Descarbonização e inovação: os pilares da agenda climática da Energisa Descarbonização e inovação: os pilares da agenda climática da Energisa

Publicada em: 06/06/2025

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 Sustentabilidade

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Descarbonização, adaptação e inovação: os pilares da agenda climática da Energisa

O Grupo Energisa tem evoluído constantemente para acompanhar as transformações do setor elétrico e os desafios ambientais que marcam o século 21. Entre os compromissos mais ambiciosos está a meta de neutralizar suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) nas próximas décadas. Uma jornada que combina inovação, eficiência e engajamento interno. 

A agenda climática está totalmente integrada à nossa estratégia de sustentabilidade e ao nosso modelo de negócios. Enfrentar a mudança do clima significa conduzir uma transformação que une descarbonização, segurança energética e modicidade tarifária, sem perder de vista o nosso papel social. A transição para uma economia de baixo carbono só é completa quando promove, além da redução de emissões, inclusão social, inovação e desenvolvimento.. Essa é a base da nossa visão sustentável de futuro.”, explica Michelle Almeida. 

Inventário auditado e metas claras 

Desde 2022, o Grupo Energisa conquista o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, reconhecimento dado a relatórios auditados por entidades independentes credenciada pelo Inmetro. Em 2023, o relatório foi ainda mais abrangente, ao incluir nove categorias do escopo 3 que mede, por exemplo, as emissões relacionadas a cadeia de fornecedores, viagens corporativas, resíduos e deslocamento de colaboradores. 

Um inventário de emissões de GEE consistente é a base para um plano de descarbonização robusto, já aprovado pelo Conselho de Administração. 

Nossa meta é alcançar a neutralidade de emissões nas próximas décadas. O Relatório de Sustentabilidade 2024 detalha essa trajetória refletindo nosso compromisso com a descarbonização e com a sustentabilidade do setor elétrico.”, afirma Michelle. 

Investimentos em energia limpa e eficiência 

Além do monitoramento, a redução efetiva das emissões passa por investimentos em energia renovável, eficiência energética e inovação. A companhia conta com parques solares e oferece a solução “Assinatura Solar”, que permite acesso à energia limpa sem necessidade de instalação de painéis. 

Moderniza suas redes e estrutura operacional, ao mesmo tempo em que executa projetos de eficiência energética por meio do Programa da ANEEL, que beneficiam residências, hospitais, escolas e comércios. 

Substituímos equipamentos antigos por modelos mais eficientes em residências, hospitais, escolas, comércios e outros pontos essenciais nas nossas áreas de concessão. Isso gera economia de energia para os clientes e ajuda a reduzir a pegada de carbono dos nossos clientes.”, explica Michelle. 

Preservar para transformar 

A pauta ambiental da Energisa vai além da energia. A empresa também apoia projetos de restauração ecológica em biomas sensíveis, como o Projeto Floresta Viva, que prevê a recuperação de mais de 700 hectares na Bacia do Xingu nos próximos 4 anos.  

Essas ações restauram ecossistemas, contribuem para a captura de carbono, ajudando no combate às mudanças climáticas e geram renda. Um dos pilares para viabilizar essa restauração em larga escala é o fortalecimento das redes de sementes locais, que mobilizam comunidades indígenas, agricultores familiares, quilombolas e coletores locais na produção, coleta e comercialização de sementes nativas. Essas redes não apenas garantem a disponibilidade de espécies adaptadas ao território, o que aumenta o sucesso das áreas restauradas, como também geram renda, fortalecem saberes tradicionais e promovem inclusão social.”, afirma. 

Preparação para eventos climáticos extremos 

Com o aumento da frequência de eventos extremos como enchentes, ondas de calor, secas, ventos fortes e incêndios, o Grupo também tem adotado ações de adaptação climática.  

Investimos em medidas de adaptação, como o reforço das redes elétricas, sistemas de monitoramento meteorológico e protocolos de resposta rápida para evitar ou minimizar interrupções no fornecimento.  Essas medidas são fundamentais para garantir a continuidade do fornecimento de energia em situações críticas”, destaca Michelle. 

Engajamento que começa dentro de casa 

Outro destaque da estratégia climática do Grupo Energisa é o engajamento interno. Colaboradores são capacitados e convidados a participar de soluções que contribuam para reduzir impactos ambientais e promover a inovação sustentável.  

Temos trabalhado bastante com comunicação e capacitação para sensibilizar colaboradores sobre o papel de cada um na estratégia de descarbonização. Isso vai desde mudanças operacionais até a participação em projetos e ideias que ajudam a reduzir impactos e inovar nas soluções. É uma responsabilidade compartilhada, e é na atuação diária de cada colaborador que essa estratégia se torna realidade.”, conclui Michelle. 

Compromisso com o futuro 

Ao assumir um papel ativo na transição energética brasileira, o Grupo Energisa mostra que desenvolvimento econômico e respeito ao meio ambiente podem, e devem, andar juntos.  

Estamos investindo, inovando e nos adaptando. É uma jornada longa, que começou quando a empresa foi fundada, mas que hoje ganha novos contornos com a urgência da ação climática”, finaliza Michelle. 

Confira abaixo o áudio inspirado nas ideias de Michelle Almeida:

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Meio Ambiente: Energisa destaca compromisso com sustentabilidade Meio Ambiente: Energisa destaca compromisso com sustentabilidade

Publicada em: 05/06/2025

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 Sustentabilidade

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Brasil

Em bate-papo especial para a Semana do Meio Ambiente, Grupo Energisa destaca compromisso com sustentabilidade

Em comemoração à Semana do Meio Ambiente, o Grupo Energisa destaca seu compromisso com a sustentabilidade ao promover uma série de conversas exclusivas com suas lideranças. Tatiana Feliciano, diretora de Sustentabilidade, e André Pereira, gerente da área, revelam as estratégias, metas e desafios da companhia na jornada pela descarbonização e desenvolvimento sustentável, reforçando seu papel de protagonista na transformação do setor elétrico brasileiro e no alinhamento com a agenda ASG (ambiental, social e de governança) e os desafios climáticos globais.

A importância da Descarbonização como vetor da Segurança Energética

A crescente demanda por energia, o impacto de fatores climáticos extremos e a necessidade de diversificação de fontes confiáveis e limpas de energia para a população, trazem a necessidade de equilibrar o trilema: sustentabilidade, segurança energética e equidade e justiça no acesso à energia. Um dos fatores mais importantes para essa equação é garantir a transição para uma economia de baixo carbono. Esse é o fio condutor da estratégia climática do Grupo Energisa. Para Tatiana, a descarbonização está no centro da atuação da companhia:

Acreditamos em uma transição energética que não deixa ninguém para trás. Descarbonizar o setor elétrico é essencial, mas isso só é sustentável se vier acompanhado de segurança no fornecimento e energia acessível para todos. É esse equilíbrio que buscamos construir: um futuro de baixo carbono, inclusivo e seguro.

Um dos compromissos ASG é a meta de neutralidade de carbono até 2050. Uma meta ambiciosa, mas a empresa está trilhando um caminho técnico e responsável.

Nossa meta de neutralidade é resultado de um processo robusto, que envolveu diagnóstico das emissões de GEE, escuta dos nossos stakeholders e análise técnica de viabilidade. Representa o nosso compromisso com a ciência climática e, mais que uma declaração, é um caminho prático, com metas intermediárias já assumidas para 2026, com avanço acompanhado dia a dia.”

Como exemplo, Tatiana cita o programa de desligamento de usinas térmicas na Amazônia Legal, que superou as metas iniciais:

Descomissionamos 20 usinas térmicas e evitamos a emissão de 539 mil toneladas de CO₂ por ano. Além de contribuir para a redução das emissões, essa iniciativa proporcionou qualidade de vida às comunidades locais, que passaram a contar com energia mais limpa, silenciosa e estável.”

A meta inicial era evitar 505 mil toneladas de CO₂/ano. O resultado superou a expectativa em 6,7%, evitando 539 mil toneladas, antecipando o cronograma em dois anos e consolidando o maior programa de desligamento de térmicas do Brasil.

Governança e metas integradas à estratégia

André Pereira destaca que a sustentabilidade está integrada à governança e à estratégia corporativa por meio da Energia 5D: descarbonização, digitalização, descentralização, democratização e diversificação.

A sustentabilidade no Grupo Energisa não é um pilar isolado, ela está integrada à nossa estratégia, por meio da Energia 5D. Cada D traduz um vetor de transformação que orienta nossas decisões: descarbonizar sem abrir mão da segurança energética, digitalizar processos e redes, descentralizar a geração, democratizar o acesso à energia e diversificar nossos negócios. Isso não é apenas sobre metas ambientais, é sobre assegurar competitividade, inovação e desenvolvimento social, sustentados por uma governança robusta, com comitês que transformam compromissos em ações concretas.”

A atuação da empresa está guiada por três causas prioritárias: Ação pelo Clima, Transformação Energética e Mobilidade Social, que se desdobram em nove compromissos públicos, que vão desde a geração de energia limpa até o respeito à diversidade e à cultura local.

Somos guiados por três causas: Ação pelo Clima, Transformação Energética e Mobilidade Social, assumimos o papel de impulsionar uma transição que não é só energética, mas também social, ambiental e econômica. É assim que conectamos nossa performance empresarial a um impacto real e duradouro na vida das pessoas e na preservação do planeta.”, completa André.

Reconhecimento e engajamento

As ações da Energisa vêm sendo reconhecidas por diversos indicadores e entidades de sustentabilidade. A companhia integra o Índice de Carbono Eficiente (ICO2) e o IDIVERSA da B3, além de ser avaliada por organizações como CDP, MSCI e Sustainalytics.

Esses reconhecimentos reforçam que estamos no caminho certo. Sustentabilidade exige transparência, responsabilidade e melhoria contínua”, afirma André.

Além das metas ambientais, a Energisa investe na mobilização de colaboradores, clientes e comunidades.

O engajamento interno é o que transforma os compromissos em realidade. Projetos como o Nossa Energia levam conhecimento às comunidades sobre o uso consciente da energia, enquanto treinamentos e auditorias fortalecem a cultura ESG dentro da empresa.”

Olhar para o futuro

Na esteira da transição energética sustentável podemos destacar vários projetos em andamento e que são imprescindíveis para este processo. Além do já citado descomissionamento de usinas térmicas, temos:

i) Projeto Agric – Biometano e Economia Circular: Primeira planta do Brasil que combina geração de biometano e produção de fertilizantes a partir de resíduos agroindustriais.

ii) Universalização do Acesso: Mais de 55 mil famílias em áreas remotas conectadas, com soluções baseadas em geração renovável, baterias e microrredes.

iii) Expansão de redes inteligentes e digitalização: Que melhora não só a eficiência energética, mas também a resiliência frente às mudanças climáticas, além de viabilizar a integração de geração distribuída e armazenamento.

Tatiana encerra com uma visão otimista, porém realista, sobre os desafios que ainda estão por vir: 

Sabemos que os desafios são enormes. O Brasil tem dimensões continentais e enfrenta questões sociais e ambientais complexas. Mas temos um plano claro e uma equipe comprometida em ser parte da solução para que a transição ocorra de forma justa e sustentável.”

Para ela, o futuro da energia deve ser diverso, limpo, inclusivo e digital.

A energia pode e deve ser um vetor de desenvolvimento social e ambiental. Queremos estar na linha de frente da transição energética global, sempre com uma visão de longo prazo.”

Confira abaixo os áudios inspirados nas ideias de Tatiana Feliciano e André Pereira:
 

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Grupo Energisa tem recordes de investimento e avanços em 2024 Grupo Energisa tem recordes de investimento e avanços em 2024

Publicada em: 20/05/2025

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 Sustentabilidade

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2024 é marcado por investimentos recordes e progresso na descarbonização do Grupo Energisa

O Grupo Energisa acaba de divulgar seu Relatório de Sustentabilidade 2024 com informações referentes à estratégia e principais iniciativas realizadas e ao desempenho sobre temas ambientais, sociais e de governança, de maior impacto e influência. Em fevereiro de 2025, a companhia completou 120 anos de atuação no setor elétrico brasileiro e o documento traz um retrospecto da história do Grupo Energisa e como ela é marcada pela sustentabilidade desde o princípio. 

A conclusão antecipada do maior programa de desligamento de usinas térmicas da Amazônia Legal foi uma das entregas mais expressivas de 2024 e evidencia o compromisso do Grupo com a transição energética e a descarbonização da economia. Iniciado em 2019, o programa foi finalizado dois anos antes do previsto, resultando na desativação de 20 usinas movidas a óleo diesel e óleo combustível, que somavam 195 MW de potência instalada. Essa ação reduz em 539 mil toneladas as emissões anuais de CO₂e — o equivalente ao plantio de 3,6 milhões de árvores — e beneficia cerca de 460 mil consumidores, agora atendidos com energia mais limpa e confiável por meio da interligação ao Sistema Interligado Nacional (SIN). 

Essa iniciativa faz parte da agenda de descarbonização do Grupo, que ganhou ainda mais robustez com a aprovação do novo Plano de Descarbonização, desenvolvido pela Energisa em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a WayCarbon, através do programa P&D da Aneel. O plano representa um salto na governança climática da companhia ao aprimorar a medição e a gestão das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), incorporando premissas mais precisas e alinhadas à realidade do setor elétrico brasileiro, a luz da ciência climática. 

A divulgação do Relatório de Sustentabilidade é parte do compromisso da companhia com a transparência e, em um ano tão importante como na comemoração dos 120 anos do Grupo, temos a oportunidade de mostrar como a nossa história está diretamente conectada com esta agenda. É essa conexão que nos permite manter a relevância e compreender o que é preciso para transformar a nossa presença em impacto positivo para as comunidades, colaboradores e clientes”, diz a diretora de Gestão e Sustentabilidade, Tatiana Feliciano. 

De forma complementar, a companhia prevê avançar em iniciativas voltadas à compensação e mitigação das emissões, como a aquisição de certificados internacionais de energia renovável (I-RECs), com o objetivo de neutralizar as emissões associadas às perdas técnicas, além do apoio a projetos de restauração ambiental em biomas sensíveis. Essas ações fazem parte do escopo previsto para ampliar a atuação da empresa no enfrentamento às mudanças climáticas. 

Ações sociais e culturais crescem e ampliam impacto regional 

Em 2024, a Energisa reforçou sua atuação como agente de transformação social e cultural, com um investimento de R$ 77,2 milhões em projetos voltados à educação, cultura, empreendedorismo e inclusão produtiva. As iniciativas beneficiaram diretamente mais de 1,3 milhão de pessoas — um crescimento de aproximadamente 30% em relação a 2023. Na área educacional, os programas da companhia se destacaram pela alta taxa de empregabilidade dos alunos formados, que chegou a 56%, reflexo de parcerias com instituições como o SENAI e a CNI, além do uso de instrutores próprios em processos formativos.  

No campo cultural, a atuação do Programa Energisa Cultural, com apoio técnico do Instituto Energisa, promoveu a democratização do acesso à cultura e o fortalecimento da identidade regional por meio de 47 projetos realizados em 98 municípios de 11 estados brasileiros, utilizando sete mecanismos de fomento e com investimento total de R$ 27,3 milhões. As ações impactaram diretamente 908.651 pessoas e indiretamente mais de 2,7 milhões, além de gerar 6.955 ocupações temporárias, impulsionando a economia criativa nas regiões atendidas.  

Com 78% dos produtores culturais envolvidos provenientes dos próprios territórios onde os projetos foram executados, o programa reafirma seu compromisso com a valorização dos saberes locais. Destacam-se ainda os 13 projetos realizados parcial ou totalmente nos equipamentos culturais do Instituto Energisa, voltados à preservação da memória, ao estímulo à produção autoral e à promoção gratuita de atividades culturais acessíveis a comunidades em diferentes regiões do país.  

Acesso à energia avança com foco em regiões remotas 

A universalização do acesso à energia também avançou de forma significativa. Em 2024, mais de 12 mil famílias em áreas remotas de concessão da Energisa foram conectadas à rede elétrica em um trabalho desenvolvido em parceria com o Ministério de Minas e Energia, elevando para mais de 47 mil o total de novas ligações desde 2021. A meta da companhia é atingir 55 mil famílias até 2025.  

Levar as redes de energia elétrica até as localidades isoladas muitas vezes não viável, seja por questões econômicas ou de impacto ambiental. Por isso, a empresa investe em tecnologias de geração solar fotovoltaica e de armazenamento que atendam as necessidades de abastecimento de comunidades remotas e de clientes isolados. Com elas, as comunidades têm acesso à energia limpa e de qualidade, sem a dependência dos barulhentos e caros geradores a diesel comumente utilizados. Em 2024, R$ 461,5 milhões foram investidos na universalização do acesso à energia, sendo R$ 35,3 com recursos próprios e R$ 426,2 com recursos tarifários.  

Inovação e biometano como motores da transformação 

Na frente de inovação, a Energisa foi reconhecida como a empresa mais inovadora do setor elétrico no Prêmio Valor Inovação 2024 e ficou em quarto lugar entre todas as empresas brasileiras avaliadas. Também integrou o ranking da revista TIME das 500 empresas mais sustentáveis do mundo. Esse desempenho é resultado de investimentos consistentes em novas tecnologias e soluções energéticas. A (re)energisa, braço de soluções sustentáveis do grupo, impulsionou a transição energética de clientes e do próprio Grupo. A marca aplicou R$ 332,4 milhões na implantação de novas usinas solares distribuídas, atingindo 440,7 MWp de capacidade instalada ao final de 2024. Já no segmento de biometano, foram investidos R$ 94,8 milhões em dois anos, com destaque para a conclusão da Agric, a primeira usina do Brasil baseada em um modelo 100% circular, que, quando for inaugurada, no segundo semestre de 2025, transformará resíduos agroindustriais em gás renovável e fertilizantes orgânicos. 

Diversificação com gás natural fortalece transição para uma matriz de baixo carbono 

Além disso, a companhia fortaleceu sua presença no mercado de gás natural com a consolidação da holding Energisa Gás, a aquisição de 51% da Norgás e a expansão da atuação no Nordeste, com participação indireta em quatro concessionárias de gás canalizado: Cegás (CE), Copergás (PE), Algás (AL) e Potigás (RN). Esse movimento posiciona a Energisa como uma das protagonistas da interiorização do gás natural no Brasil, com foco na descarbonização e na diversificação da matriz energética. 

Em reconhecimento à sua performance em 2024, a Energisa conquistou 13 prêmios da Abradee, além de ter sete empresas do grupo listadas entre as melhores para se trabalhar segundo o ranking GPTW. Com presença em 977 municípios e mais de 20 milhões de pessoas atendidas em todas as regiões do país, a companhia encerra o ano reafirmando sua visão de longo prazo e anuncia investimentos de R$ 6,2 bilhões para 2025, dando continuidade ao seu plano estratégico de crescimento sustentável. 

O Relatório de Sustentabilidade 2024 está disponível no site institucional da companhia e detalha os avanços da Estratégia Energisa 5D — baseada em Descarbonização, Diversificação, Digitalização, Descentralização e Democratização — que orienta todas as frentes de atuação do grupo. 

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Biometano entra na rede da ES Gás e marca nova fase da descarbonização Biometano entra na rede da ES Gás e marca nova fase da descarbonização

Publicada em: 14/05/2025

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Espírito Santo

Biometano chega à rede da ES Gás e inaugura nova fase da descarbonização no Espírito Santo

A transição energética no Espírito Santo acaba de ganhar um marco importante. A ES Gás assinou terça-feira (13) o seu primeiro contrato para injeção de biometano na rede de distribuição canalizada do estado. O gás será produzido a partir de resíduos sólidos urbanos e injetado pela distribuidora diretamente na rede, colocando o Espírito Santo a frente do uso de combustíveis renováveis. 

A iniciativa envolve R$ 70 milhões em investimentos da empresa Marca Ambiental, responsável pela usina em construção no município de Cariacica, além de R$ 5 milhões da própria ES Gás para adaptar a infraestrutura e garantir a conexão segura e eficiente. O biometano será purificado e distribuído conforme todos os parâmetros técnicos exigidos para o gás canalizado. 

Esse movimento faz parte do programa ES Mais+Gás, que reúne ações da distribuidora capixaba para impulsionar o desenvolvimento sustentável por meio do uso do gás natural e do biometano. A meta é ambiciosa: produzir cerca de 300 mil metros cúbicos por dia até 2034. 

Esse contrato marca o compromisso da ES Gás com a diversificação da matriz energética capixaba. Ao injetar biometano na rede, damos um passo relevante na agenda da descarbonização, usando uma fonte limpa, renovável e de baixa emissão de carbono”, destaca Fabio Bertollo, diretor-presidente da ES Gás. 

Resíduos que viram energia 

O projeto ganha destaque não apenas pelo avanço técnico, mas pelo impacto ambiental: transformar lixo urbano em energia limpa. A operação deve trazer benefícios especialmente para frotas que utilizam GNV, ajudando a reduzir a emissão de gases do efeito estufa na mobilidade urbana. 

Além disso, a solução abre oportunidades para empresas locais interessadas em alinhar seus processos às práticas de ESG e pode facilitar a expansão da rede canalizada para regiões ainda não atendidas. 

Plano de investimentos de R$ 1 bilhão até 2030 

No dia 14, a ES Gás apresentou à agência reguladora estadual (ARSP) o seu plano de investimentos para os próximos cinco anos. No total, estão previstos R$ 1 bilhão em aportes até 2030, com foco em inovação, sustentabilidade e inclusão energética. Entre as metas está a integração de quatro usinas de biometano à rede da concessionária. 

Esse avanço acontece em um momento estratégico. O Ministério de Minas e Energia (MME) acaba de lançar, em consulta pública, o Programa Nacional de Incentivo ao Biometano, com metas de descarbonização para o setor. A tendência é que o ambiente regulatório estimule ainda mais projetos como esse. 

Parceria que inspira o futuro 

A operação em Cariacica está alinhada à Política Estadual de Biometano e ao Plano Estadual de Neutralização de Emissões, além de reforçar o protagonismo do Espírito Santo em ações concretas contra as mudanças climáticas. 

O ES Mais+Gás também acumula outras conquistas importantes, como a redução da alíquota de ICMS sobre o GNV de 17% para 12% e o aumento expressivo do volume de gás comercializado no mercado livre, que chegou a 82% em janeiro de 2025. 

E para quem gosta de mensurar o impacto: segundo a EPA (Agência de Proteção Ambiental dos EUA), uma árvore adulta absorve cerca de 22 kg de CO₂ por ano. Ou seja, cada metro cúbico de biometano substituindo o gás fóssil pode representar um alívio importante para o planeta. 

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Descarbonização da Amazônia Legal Descarbonização da Amazônia Legal

Publicada em: 15/06/2023

 Categoria:

 Sustentabilidade

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Brasil

Descarbonização da Amazônia Legal

Com soluções que envolvem tecnologia de ponta, de baixo impacto ambiental e alta durabilidade, a Energisa tem conseguido superar a alta complexidade de execução de obras na região, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida dessas comunidades.

São projetos que visam levar energia contínua, limpa e renovável a comunidades e clientes que vivem em áreas isoladas desse vasto e rico território.

A seguir o book e o vídeo da experiência bem-sucedida da Energisa, que demonstra como o compromisso do Grupo com a descarbonização de nossas operações tem gerado efeitos práticos em todo o sistema.

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Energisa chega à metade do plano de substituição de usinas a óleo dies Energisa chega à metade do plano de substituição de usinas a óleo dies

Publicada em: 19/11/2021

 Categoria:

 Energisa 5D

 Região: 

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Rondônia

Energisa chega à metade do plano de substituição de usinas a óleo diesel em Rondônia

No mês que líderes mundiais debatiam ações para redução da poluição no mundo durante a Conferência das Nações Unidas para o Clima, a Energisa cumpriu mais uma etapa do seu projeto de descarbonização. Apenas em novembro, a empresa colocou em operação mais duas subestações de energia, permitindo a desativação de duas usinas a óleo diesel em Rondônia, um dos quatro estados da Amazônia Legal onde o Grupo Energisa atua. 

Cujubim e Vale do Anari são pequenos municípios do estado, com população estimada total de 37 mil pessoas, mas que juntas eram responsáveis pela emissão de 36 mil toneladas de CO₂ por ano. Filipe Lima, gerente de obras de Alta Tensão da Energisa em Rondônia, afirma que esse é um importe passo no desenvolvimento da região e com sustentabilidade. “Estamos nos preparando para em dezembro desligar a térmica de Buritis, a maior termoelétrica do estado e que consume 24 milhões de litros de óleo por ano. Equivale a encher o tanque de uma caminhonete mais de 300 mil vezes. Esses municípios não serão mais dependente do combustível para as usinas funcionarem. Agora a energia que chega a suas casas tem a mesma qualidade e a mesma origem dos grandes centros”, disse.

Lima explica que a olho nu, uma subestação de energia aparenta ser apenas uma edificação repleta de equipamentos elétricos de alta voltagem responsável por adequar a energia ao nível adequado para consumo na cidade. Porém, para o meio ambiente é a possibilidade de fornecer energia elétrica milhares de famílias, mas com menos impactos ambientais. O investimento nos três pequenos municípios são de R$ 73 milhões investidos na construção das subestações e do linhão de cerca de 200 km que integra os municípios ao Sistema Interligado Nacional também traz mais segurança energética para as comunidades. “Apesar de ter apenas cerca de 21 mil clientes, as novas subestações tem capacidade instalada para distribuir energia para 75 mil casas populares. Segundo Lima, o projeto foi planejado para atender a necessidade atual e o crescimento futuro da região. 

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020, Cujubim é o segundo município de Rondônia com maior produção de peixe, especialmente o Tambaqui. Além de plantações de soja, milho, café, mandioca e pecuária de gado. “A energia gera desenvolvimento na cidade e no campo. Estamos vendo a economia e a vida das pessoas se transformarem nos municípios que já foram integrados ao SIN. Com Cujubim também será assim”, destacou Oliveira.

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