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Espaço Energia: educação e tecnologia ao alcance de todos Espaço Energia: educação e tecnologia ao alcance de todos

Publicada em: 10/02/2023

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 Comunidade

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Brasil

Espaço Energia: educação e tecnologia ao alcance de todos

Quando ligamos uma lâmpada, apertamos o botão do controle remoto da TV ou conectamos o celular para carregar a bateria nós nem imaginamos como a eletricidade aparece de maneira instantânea e quase mágica. Mas você sabe como a energia elétrica é gerada? Como ela circula e é transmitida desde a fonte até chegar ao conforto do seu lar? Parece um assunto para cientistas e especialistas, não é mesmo? Mas com os projetos educativos da Energisa, esse conhecimento passa a ser de todos. 

Para tornar essas informações disponíveis para toda a comunidade, a Energisa Sergipe inaugurou, em janeiro deste ano, o Espaço Energia, um polo educacional para que alunos e professores, de escolas públicas e privadas, possam conhecer os benefícios do uso eficiente da energia elétrica e aprender sobre os princípios da energia elétrica. 

De forma lúdica e inventiva, o novo ambiente educacional conta com recursos de áudio e vídeo e atrações de alta tecnologia. O visitante vai poder conhecer a história da energia elétrica e seus desdobramentos através de um domo planetário com projeção de 180°, cinema 7D com óculos de imersão 360°, além de contar com experiências sensoriais para alertar e saber lidar com situações de risco, evitando acidentes elétricos. E se você está achando pouco, espere até ver o piso piezoelétrico, que gera energia com o movimento!

Serviço:

Espaço Energia

  • Telefone: (79) 3085-9668
  • Endereço: Praça Theodorico do Prado Montes – Farolândia – Aracaju/SE
  • Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30; sábados, das 13h30 às 17h30.
  • Devido à necessidade de visita guiada, é necessário o agendamento prévio por telefone.
  • Entrada gratuita.
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Da agricultura familiar a rede de supermercados, a energia faz a difer Da agricultura familiar a rede de supermercados, a energia faz a difer

Publicada em: 09/02/2023

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Mato Grosso do Sul

Da agricultura familiar a rede de supermercados, a energia faz a diferença

Em Mato Grosso do Sul, a 102 km da capital Campo Grande, está Ribas do Rio Pardo. Com cerca de 20 mil habitantes, o pacato município é pequeno em tamanho, mas não na força para crescer e produzir. É lá que uma grande fábrica da Suzano se instalou graças aos investimentos da Energisa para ampliar a linha de fornecimento de energia. 

A expansão dessa malha energética, com o investimento de mais de R$ 38 milhões – incluindo a construção e reforma de 25 km de rede e a instalação de 10 novos equipamentos na distribuição de energia – trazem benefícios para cerca de 7,9 mil unidades consumidoras ou cerca de 25 mil habitantes. Com isso, além de atender a essa indústria de grande porte, a Energisa traz melhorias na qualidade da energia distribuída também para o pequeno produtor rural e o comércio local.  

Na região de Ribas do Rio Pardo, podemos encontrar uma série de loteamentos onde prospera a agricultura familiar. A história de Miguel Emiliano de Jesus e sua família é um bom exemplo de como a atuação da Energisa pode transformar vidas. 

Miguel e sua esposa vieram de Assis, interior de São Paulo, com o mesmo sonho de muitos brasileiros, ter um pedacinho de terra para plantar. Chegando em Ribas Miguel trabalhou em uma madeireira, mas passou por momentos de muita dificuldade. Um acidente de trabalho fez com que ele ficasse 3 anos acamado. Sua esposa, Jucilene Farias, era quem trabalhava para manter a casa.

– Foi um dos períodos mais difíceis da minha vida, mas não podíamos desistir – conta Miguel. 

Após a sua recuperação, uma nova oportunidade surgiu: um lote para agricultura familiar financiado em 15 anos. O início não foi fácil. Ainda sem energia elétrica e plantando apenas quiabo e mandioca, a família não conseguia escoar a produção para os supermercados e restaurantes locais, tendo que sair de moto para vender seus produtos de porta em porta. Além disso, a irrigação só podia ser feita por bombas a diesel, com um custo elevado, além de bastante poluentes.

A chegada da luz elétrica, trazida pela Energisa, mudou a vida da família e mostrou como a infraestrutura e uma cadeia de produção interligadas fazem toda a diferença. A primeira lembrança que Miguel traz da chegada da energia elétrica foi a ligação da bomba de água no poço artesiano do terreno.

– Ligamos a bomba conectada ao poço. Quando a água começou a jorrar, foi uma alegria danada – conta o agricultor. 

A luz trazida pela Energisa possibilitou a Miguel trabalhar a irrigação tanto por aspersores como por gotejamento, diversificando a produção ao ar livre e em estufas. Hoje, ele, a esposa e o filho cuidam dos 6 hectares de terra e ainda têm o conforto de uma casa com chuveiro, televisão, geladeira e a internet, fundamental para nossa conversa com o produtor. 

Os investimentos na linha de fornecimento de energia para a instalação da fábrica da Suzano trouxeram inúmeras vantagens para Miguel. Foi possível aumentar a produção de hortaliças e ganhar o certificado de produtor orgânico. Com isso, a família vende os alimentos para restaurantes, lojas especializadas em produtos orgânicos e a rede de Supermercados Costa, que hoje é sua grande parceira. Miguel acredita no desenvolvimento da região e pretende ampliar e diversificar a produção:

– Esse ano vamos erguer mais 2 estufas, estamos crescendo!

A rede de Supermercados Costa, que recebe as hortaliças de Miguel, abriu suas portas e cresceu por conta do desenvolvimento energético da região. Quem conta essa história é o supervisor Dirceu Afonso dos Santos, que trabalha nas quatro unidades do supermercado. Antes de tudo, ele valoriza a agricultura local, em especial a familiar, comprando produtos, como os de Miguel, que chegam de perto e fresquinhos todos os dias.

– Não é fácil plantar aqui na região. É preciso encontrar a terra boa, então valorizamos quem diversifica a produção e consegue nos entregar produtos de qualidade – conta Dirceu.

A ajuda da Energisa foi importante para manter a excelência no funcionamento das quatro lojas dos Supermercados Costa. Dirceu conta que tudo se transformou no último ano e que nem mesmo existem mais os picos de luz, antes comuns. Segundo ele, o maior problema da cidade era a energia elétrica.

– O pessoal brincava dizendo que, se um cachorro fazia xixi no poste, acabava a energia na cidade. Hoje tudo mudou. Estamos no céu! – vibra Dirceu.

A última loja do supermercado foi inaugurada em outubro. Tudo havia sido planejado, produtos comprados e divulgação feita. Mas na hora de ligar o sistema de refrigeração, a energia não deu conta. Como a loja ficava no final da linha, faltava força para que a energia chegasse com a potência necessária para todos os equipamentos. Com a experiência que já tinha tido com as lojas anteriores, o supervisor não acreditava que pudesse inaugurar antes do final do ano, mas a Energisa resolveu o problema em tempo recorde. A loja abriu na data marcada, sem a perda de nenhum produto e nenhum prejuízo para os comerciantes e consumidores.

– Mesmo com as chuvas que castigaram o estado, a Energisa conseguiu fazer o estudo e executar a ampliação da potência da energia em menos de uma semana. Foi impressionante! – conta Dirceu, aliviado.

A construção da nova subestação mudou a vida de todo o comércio na cidade. Antes de contar com uma rede energética de mais qualidade, muitos comerciantes lançavam mão de geradores a diesel para dar conta das constantes faltas de luz. Já nos últimos meses, não há mais esse problema na cidade.

– Não me lembro a última vez que ligamos o gerador. Ele continua a postos para alguma eventualidade, mas não tem sido usado, o que é ótimo para nós – relata Dirceu.

Recebendo mais energia e de melhor qualidade, Ribas do Rio Pardo cresce a olhos vistos. Conectando a rede de distribuição energética com a cadeia produtiva local, vai se criando um polo para o desenvolvimento da agricultura, da indústria e do comércio. A cidade e toda a região vão vivendo tempos de mais esperança e crescimento, graças à força do seu povo e aos investimentos da Energisa.

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Energia no campo transforma a vida de produtores rurais pelos recantos Energia no campo transforma a vida de produtores rurais pelos recantos

Publicada em: 01/02/2023

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Mato Grosso do Sul

Energia no campo transforma a vida de produtores rurais pelos recantos do país

Tacuru é uma cidade de 11.000 habitantes a 407 km de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O pequeno município, quase na divisa com o Paraguai, vem passando por muitas transformações na última década graças à chegada e ampliação da rede de energia elétrica na região.

Ainda criança, Sônia Maria Rodrigues foi morar em Tacuru. Hoje, ela é agente de saúde e produtora de leite, vivendo duas jornadas diárias de muito trabalho e dedicação. Quando Sônia comprou seu lote, financiado pelo Banco da Terra, há 4 anos, a luz estava chegando ao assentamento.

– Como eu trabalhava como agente de saúde, já fazia as visitas aqui no loteamento e via a dificuldade dos produtores que não tinham acesso à energia elétrica – conta Sônia.

Com a chegada da energia elétrica, Sônia já pôde se instalar com mais conforto como produtora de leite. Em seus quase 2 alqueires de terra, ela tem seis vacas que produzem, em média, 110 litros de leite por dia. A energia elétrica traz, além do conforto, segurança para a produção, pois o leite pode ser armazenado no resfriador comunitário do assentamento. 

– Antigamente, mesmo quando a luz já chegava, ela era ainda intermitente, perdíamos a produção quando o resfriador desligava e ficávamos também sem água para abastecer a caixa d’água – relata a produtora.

Os investimentos na qualidade da transmissão da energia e em uma rede mais confiável e robusta trouxeram enormes melhorias para os trabalhadores e a comunidade local.

Toda essa transformação veio com a Energisa investindo alto na região. As novas subestações de Tacuru e de Bocajá e a nova linha para atendimento à Coronel Sapucaia, somam R$ 23,4 milhões em obras. As duas novas subestações possuem juntas o total de 4 MVA de potência instalada, o que é suficiente para o atendimento a 4 mil unidades consumidoras. Com as obras, a Energisa completará a construção e reforma de 109 km de rede e a instalação de 27 novos equipamentos espalhados pela rede de distribuição, diminuindo muito a possibilidade de falta de energia prolongada na cidade.

Dedicando-se a duas frentes de trabalho diárias, Sônia não tem tempo a perder, e o uso da tecnologia que chega impulsionada pela energia elétrica, faz com que Sônia possa investir sua força de trabalho de forma mais eficiente e confortável. Trabalhando das 8h da manhã ao meio-dia fazendo as visitas como agente de saúde, Sônia não precisa mais voltar ao posto para lançar sua produtividade, pode trabalhar de casa fazendo isso do seu laptop conectado à internet.

– Com a energia tive a possibilidade de ter internet no campo, o que facilitou muito a minha vida, diminuindo os deslocamentos – comemora Sônia.

Sônia também relata que os serviços da Energisa ficaram mais ágeis, sendo mais fácil comunicar a falta de luz e aguardar um tempo menor para o seu reestabelecimento, quando as eventuais interrupções de fornecimento acontecem.

– Essa agilidade é importante para nós, é raro ficar sem luz agora, mas quando falta o reestabelecimento é rápido – conta Sônia.

A produtora rural e agente de saúde é um exemplo da força da mulher do campo. Seus trabalhos, de quem cuida da saúde e alimenta a comunidade, são o motor da energia que move o coração da vida na pequena Tacuru. Sônia é parte de uma engrenagem que funciona coletivamente para fazer a cidade funcionar, e que tem a esperança de que o município se desenvolva cada vez mais.

– A chegada dessa nova subestação vai trazer mais energia para a cidade, agora uma empresa ou uma indústria maior vai poder vir para cá, dando mais possibilidade de emprego para os jovens, fazendo a cidade crescer – relata com esperança a produtora e agente de saúde.

Com a força do trabalho de Sônia e a energia da Energisa, uma enorme rede de desenvolvimento vai se formando em recantos do país que vivem com mais qualidade e produzem agora com mais agilidade, fazendo a economia crescer e a vida cotidiana ter mais comunicação e comodidade.

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Energisa conclui programa de descarbonização em Rondônia e desliga a 1 Energisa conclui programa de descarbonização em Rondônia e desliga a 1

Publicada em: 27/12/2022

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 Sustentabilidade

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Rondônia

Energisa conclui programa de descarbonização em Rondônia e desliga a 13º termelétrica do estado

A Energisa Rondônia desativou a última termelétrica do programa de descarbonização. A 13º térmica, localizada no distrito de Pacaranã, em Espigão do Oeste, consumia 940 mil litros de óleo diesel por ano e emitia na atmosfera 2.400 toneladas de CO2. O desligamento foi feito nesta segunda-feira, 27 de dezembro. 

No lugar dessa termelétrica, entra em cena uma subestação com capacidade para atender 12 mil casas populares com uma energia limpa e ligada ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Isso significa segurança energética e melhoria da estabilidade da rede, atraindo novas empresas que fomentam a economia local. 

O biólogo e supervisor de Meio Ambiente da empresa, José Meireles Carrate, explica que o excesso nas emissões de CO2 intensifica o efeito estufa no planeta, alterando o clima com a elevação das temperaturas. “Reduzir as emissões de dióxido de carbono é fundamental. As energizações das subestações são ações concretas que proporcionam desenvolvimento de forma sustentável”, afirma. 

O Grupo Energisa realiza o maior programa de descarbonização do país com a desativação de 19 térmicas a óleo diesel até 2025.  Rondônia é líder dessa iniciativa com 13 térmicas desativadas, o que representa o fim da emissão na atmosfera de cerca de 293 mil toneladas de dióxido carbono (CO2). 

 

Segundo o diretor presidente da Energisa em Rondônia, André Theobald, a iniciativa está alicerçada nas diretrizes ESG (sigla que em português significa governança ambiental, social e corporativa).

“A empresa tem um compromisso real com o futuro e com o desenvolvimento das comunidades onde está inserida, por isso, é importante para nós que a energia que distribuímos até os lares dos nossos clientes seja de fonte renovável. Substituir termelétricas por subestações é um passo crucial na transição energética que garante energia limpa e de qualidade, ao mesmo tempo em que reduz a emissão de gases poluentes”, explica.   

O investimento da empresa no programa de descarbonização no país é de R$ 1,2 bilhão. Deste valor, cerca de R$ 730 milhões representam o investimento no estado de Rondônia.  

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Energisa fecha 2022 com recorde histórico de investimento em Mato Gros Energisa fecha 2022 com recorde histórico de investimento em Mato Gros

Publicada em: 27/12/2022

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 Sustentabilidade

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Mato Grosso

Energisa fecha 2022 com recorde histórico de investimento em Mato Grosso

Energisa fecha 2022 com um recorde anual de investimento em Mato Grosso. Foram aplicados R$ 920 milhões entre janeiro e dezembro no estado. Segundo a companhia, grande parte dos recursos foi empregada na melhoria da qualidade do serviço prestado e na expansão da capacidade de distribuição da rede, acompanhando o crescimento socioeconômico no campo e na cidade.

No Noroeste do estado foram investidos, por exemplo, R$ 100 milhões. A obra modernizou o sistema elétrico da região, com a construção e ampliação da capacidade de três subestações e a implantação de uma linha de distribuição com mais de 260 quilômetros para ligar Aripuanã à Colniza. Além disso, foi desativada a última térmica do estado, que abastecia Guariba, interligando o distrito de Colniza ao sistema nacional. Só essa obra vai evitar a emissão de mais de cinco mil toneladas de CO2 por ano na região amazônica. É como se 20 mil veículos deixassem de rodar a cada doze meses.

Obras em todos os cantos, até os mais distantes

Até parece uma realidade distante, mas quando a Energisa chegou ao estado há menos de dez anos, mais de 20 mil famílias não tinham energia. Desde então foram aplicados em Mato Grosso, R$ 5,5 bilhões. Na prática todo esse investimento garante mais luz na vida das pessoas - da escola ao hospital, do comércio à casa, do pequeno negócio à grande indústria. Nos últimos três meses, mesmo com a entrada de tempestades no estado, houve redução de 31% na duração equivalente de interrupção de energia para o consumidor (DEC), índice que é acompanhado e fiscalizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). 

E onde as redes convencionais não chegam, entram as tecnologias de menor impacto ambiental e social. É o caso das placas solares e baterias que fornecem luz dia e noite e estão sendo instaladas em regiões remotas de Mato Grosso. Mais de 400 famílias já foram atendidas neste ano e outras mil ainda serão beneficiadas. O trabalho faz parte do programa federal Mais Luz para Amazônia, desenvolvido pela Energisa e Ministério de Minas e Energia. No estado, foram investidos R$ 16,5 milhões.

Iluminando o Pantanal

O primeiro a receber o kit com placas solares e baterias no Pantanal mato-grossense foi o morador de Poconé, Paulo Rogério da Silva. O ribeirinho só ligava o gerador a cada dois dias por três horas, por causa do alto custo do diesel. “Para deixar a geladeira ligada a noite toda, eu gastaria de 20 a 30 litros de diesel, que eu pagava R$ 7 o litro. Então, ficaria muito caro para mim”, conta. 

O acesso à energia é fundamental para ações do cotidiano e para atividades mais complexas, como o monitoramento dos focos de calor no Pantanal. Com a instalação das placas solares feita pela Energisa, os brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) passaram a acompanhar o sistema em tempo real. “Assim, é possível enviar a equipe mais rápido para combater o fogo. Por isso, a gente só tem a agradecer por esse sistema”, conta a agente administrativa do ICMBio Zilma Pereira Silva de Oliveira.

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Planos de expansão da Energisa são destaque no Valor Econômico Planos de expansão da Energisa são destaque no Valor Econômico

Publicada em: 26/12/2022

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 Energisa 5D

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Brasil

Planos de expansão da Energisa são destaque no Valor Econômico

As operações de transmissão da Energisa foram destaque na edição de segunda-feira, 12 de dezembro de 2022, do Valor Econômico. Na reportagem, o diretor-presidente de geração e transmissão da empresa, Gabriel Mussi, destacou o avanço da companhia nos últimos cinco anos. Falou também sobre as perspectivas de crescimento da rede de transmissão no país e como isso pode impactar os negócios do grupo no setor nos próximos anos.

Veja a reportagem a completa.

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Energisa investe R$ 3 bilhões em MS e só em 2022 inaugura oito subesta Energisa investe R$ 3 bilhões em MS e só em 2022 inaugura oito subesta

Publicada em: 15/12/2022

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Mato Grosso do Sul

Energisa investe R$ 3 bilhões em Mato Grosso do Sul só em 2022 inaugura oito subestações de energia

O sucesso do agronegócio depende de muitos ingredientes. Entre eles, um fundamental: energia elétrica eficiente e de qualidade. E é isso que a Energisa tem proporcionado em Mato Grosso do Sul, com investimento de mais de R$ 3 bilhões na expansão e melhoria do sistema no estado, de 2014, quando assumiu a concessão do abastecimento de energia. O desenvolvimento de várias cidades está atrelado ao promissor desempenho da companhia.

Focada no desenvolvimento da economia da região, na expansão dos negócios e, sobretudo, na melhoria da vida do produtor rural, a Energisa inaugurou em 2022 nada menos do que oito subestações de energia em MS, o que equivale a cerca de R$ 700 milhões de investimento na região só até setembro deste ano. 

– O ano de 2022 representa o nosso maior investimento no estado do MS – diz o Diretor-Presidente da Energisa Mato Grosso do Sul, Marcelo Vinhaes – Ouvimos as pessoas, prefeitos, vereadores e clientes, aceitamos o desafio e conseguimos entregar tudo com muita qualidade. Estamos muito felizes. 

– A energia é um fator de desenvolvimento do estado. Os investimentos que nós temos feito garantem a expansão do consumo de energia elétrica através das indústrias e, no Mato Grosso do Sul, principalmente através do agronegócio, com grande pujança na região – explica o Gerente de Planejamento e Orçamento da Energisa MS, Antônio Matos. – Então a energia elétrica se traduz em desenvolvimento, além da melhoria da qualidade para os consumidores.

Entre as principais subestações inauguradas está a Campo Grande Progresso, entregue em março, com 90 MW de potência instalada. Com o valor de investimento de R$ 56,3 milhões, ela vai atender cerca de 33 mil consumidores – o equivalente ao município de Ponta Porã –, ampliando a capacidade de atendimento de Campo Grande em 12%, de 727 para 817 MW. Além disso, foram construídos 13 km de linhas de alta tensão 138 kV, gerando cerca de 100 empregos diretos e proporcionando a possibilidade de crescimento da região.

A construção da subestação de distribuição de energia elétrica Bela Alvorada, em novembro, também está entre as grandes inaugurações de 2022 em MS. Com um valor de investimento de R$ 13,1 milhões, ela conta com 15 MW de potência instalada e vai atender cerca de 2,4 mil consumidores, distribuídos entre o município de Paraíso das Águas e as regiões rurais de Camapuã e Chapadão do Sul. A obra significou a construção e a reforma de 35 km de rede, e o município de Paraíso contará com duas fontes distintas de fornecimento, diminuindo muito a possibilidade de falta de energia prolongada na cidade.

Outro importante investimento foi a ampliação da subestação de distribuição de energia elétrica Ribas do Rio Pardo, no valor de R$ 38 milhões. Com as obras, terminadas em novembro, a subestação passou a ter uma capacidade seis vezes maior do que antes, atendendo cerca de 7,9 mil consumidores, melhorando a vida dos clientes do município de Ribas do Rio Pardo.

– Já na região de Deodápolis, o exemplo é a fazenda Annalu, que possui uma produção agropecuária diversificada: agricultura, piscicultura e pecuária – conta Matos. – Fizemos um investimento na ordem de R$ 3 milhões para permitir que o produtor rural expanda seu negócio, desenvolva a economia da região e, acima de tudo, tenha uma energia elétrica de qualidade.

De propriedade da família do empresário rural Aurélio Rolin Rocha há quase 20 anos, a Fazenda Annalu precisava de melhorias que visassem uma maior produtividade e desenvolvimento. Assim que assumiu a propriedade, Aurélio convenceu a família de que algumas práticas no campo precisavam ser repensadas e, outras, ampliadas. O produtor, então, investiu alto. Aurélio buscou uma importante parceria para o projeto: a Energisa, que abraçou a Fazenda Annalu, acreditando na empreitada. 

Por ser uma propriedade com elevada demanda de produção, a Energisa reforçou a energia da fazenda através de uma rede elétrica de 19 km, além de ter instalado equipamentos especiais e automatizados, como reguladores de tensão e bancos de capacitores para atendimento à propriedade. O apoio e investimentos feitos pela Energisa trouxeram segurança aos aportes realizados pela família do produtor rural. Conversamos um pouco com Aurélio para saber mais sobre os resultados alcançados.

EJ: Como começou a parceria com a Energisa?
AR: Sempre pensamos em aproveitar ao máximo a propriedade, com aumento dos níveis de produtividade e ampliação de produtos e serviços. Para isso precisamos do insumo essencial que é a energia. Investimos na irrigação da agricultura para garantir a previsibilidade da safra. A pior coisa para o produtor rural é ter seus resultados dependendo do tempo. Com a irrigação elimina-se esse estresse hídrico e torna-se possível fazer três safras ao ano (em condições naturais, só se conseguiriam duas safras ao ano). A Energisa subsidiou parte do projeto por entender a perspectiva da expansão no uso de energia. Apoiaram modificando a rede, fazendo subestação.

EJ: Como é o consumo de energia na propriedade?

AR: Hoje 20% da energia que será gerada pela nova subestação que a Energisa está construindo (quase pronta!) vai para a Fazenda Annalu. Hoje, a nossa fazenda consome mais energia do que alguns municípios do estado do MS.

EJ: Qual a contribuição destes investimentos para o estado de MS?

AR: Eu gosto de uma definição que estão usando muito: o Mato Grosso do Sul vai virar um estado multiproteína. Isso significa que vamos parar de focar apenas na proteína bovina. É um estado que está passando por um processo de ampliação e diversificação de suas cadeias de valor. Esse processo está sendo bem bacana, e a Energisa tem papel fundamental nessa consolidação do estado multiproteína. Isso já se mostra em resultados concretos, já que MS é um dos estados que tem menores índices de desemprego e maiores taxas de crescimento econômico. Além dessa questão, há também uma transformação industrial em curso. Hoje, os grandes investimentos na indústria de papel e celulose no mundo são no estado do MS.

EJ: Quais os desafios e como a Energisa pode ajudar nesta construção?

AR: O futuro da agricultura brasileira se resume em: qualidade (primordial ter um produto de qualidade); sanidade (a crise da Covid nos mostrou isso); rastreabilidade e sustentabilidade. Esse é o nosso desafio – do produtor rural brasileiro e do empresário do agro brasileiro: entender estes pilares e garanti-los na sua própria fazenda/produção. Para isso é preciso um parceiro como a Energisa, que consiga nos dar o insumo que melhora nossos índices. Se queremos fazer uma produção carbono neutro, isto tem que começar pela geração de energia. É toda uma cadeia. Se lembrarmos que a matriz energética brasileira é uma das mais limpas do mundo, veremos que podemos ter um grande avanço. Por exemplo, na nossa fazenda, hoje estamos utilizando o diesel, e pagamos R$ 3,60/kWh; a partir do momento em que a obra estiver pronta, nós vamos pagar R$ 0,09/kWh. Então estaremos usando uma matriz muito mais limpa, com redução de custos e energia sustentável.

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900 famílias ribeirinhas e quilombolas recebem energia solar do Mais L 900 famílias ribeirinhas e quilombolas recebem energia solar do Mais L

Publicada em: 12/12/2022

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Rondônia

900 famílias ribeirinhas e quilombolas recebem energia solar do Mais Luz para a Amazônia

Um total de 900 famílias ribeirinhas e quilombolas de Rondônia têm eletricidade em casa após a instalação de sistema de geração de energia por meio de placas solares. O trabalho que faz parte do programa Mais Luz para a Amazônia foi concluído com um mês de antecedência pela Energisa. A iniciativa contou com investimento de R$ 34 milhões no estado.

Para o diretor-presidente da concessionária, André Theobald, a conclusão antecipada do projeto é prova do compromisso que a empresa tem com a comunidade, proporcionando desenvolvimento e conforto por meio da energia elétrica. - Percorremos centenas de quilômetros de carro e de barco impulsionados pela vontade de transformar vidas. Desde o Baixo Madeira até o Guaporé, a energia está chegando por meio da tecnologia dos painéis solares, uma solução mais limpa e sustentável -, afirma.

Antes da chegada do Mais Luz Para a Amazônia, essas famílias não tinham acesso à eletricidade ou dependiam de geradores movidos a óleo diesel para ter energia elétrica por apenas duas horas por dia e que tinham que ser transportados de barco pelos moradores até as comunidades. Essa foi a realidade da dona de casa Raimunda Nazaré Santiago, da comunidade de Demarcação, em Porto Velho, durante 30 anos. 

- Todos esses anos nós usamos motor para ter luz, por poucas horas, e era muito caro o combustível. Com a energia nova, melhorou muito. Agora posso usar o ventilador de dia também -, declara.

O Mais Luz para a Amazônia é um programa do Governo Federal e do Ministério de Minas e Energia. Ele começou a ser executado pela Energisa em 2022 beneficiando centenas de famílias em Rondônia. Para 2023, a expectativa é que o programa continue sendo desenvolvido no estado.

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Energisa celebra quatro anos de atuação em Rondônia Energisa celebra quatro anos de atuação em Rondônia

Publicada em: 03/11/2022

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Rondônia

Energisa celebra quatro anos de atuação em Rondônia

Em outubro, a Energisa completa quatro anos de atuação na distribuição de energia em Rondônia. Dentre as inúmeras conquistas, a empresa celebra a melhoria de cerca de 50% da qualidade do fornecimento energético e o aumento do acesso à energia para mais de 10 mil famílias rondonienses, especialmente nas áreas rurais e isoladas. 

O diretor-presidente da concessionária, André Theobald, destaca que a companhia proporcionou uma verdadeira transformação energética em Rondônia, com a modernização e construção de 74 subestações de energia e o aumento da capacidade energética do estado equivalente ao consumo de 260 mil casas populares. “Contudo, a maior transformação aconteceu nos lares rondonienses. Famílias que esperavam há 30 anos por energia no seu sítio, agora podem usar um micro-ondas, ventilador e até uma bomba para irrigar sua plantação. As famílias ribeirinhas do outro lado do Rio Madeira também estão começando a ter energia em casa, e de forma sustentável, para ter conforto e inclusão social”, afirma.

No segmento empresarial houve uma revolução com o aumento da capacidade energética que contribui para a expansão de negócios. Levantamento realizado pela concessionária mostra que, nestes quatro anos, indústrias contrataram 41 megawatts de energia, o equivalente ao consumo de 165 mil casas populares. “Isso é muito significativo, principalmente, quando lembramos que metade desse período foi marcado pela pandemia de Covid-19”, salienta o executivo que recorda que na fase mais crítica da pandemia, a Energisa não parou seu programa de investimentos e ainda viabilizou a infraestrutura de 79 leitos de UTI e doou 128 equipamentos para refrigeração dos imunizantes, caixas térmicas e máscaras para o Hospital de Base e Cemetron. 

Para o final deste ano, a companhia anuncia mais um marco: o desligamento da 13º termelétrica de Rondônia, resultado do maior programa de descarbonização do país. Saem de cena as termelétricas movidas a óleo diesel e entram em funcionamento subestações e redes de alta tensão que integram regiões ao Sistema Interligado Nacional, garantindo segurança energética, melhoria da estabilidade da rede e a ampliação da energia fornecida, atraindo novas empresas e fomentando a economia local. Este programa de descarbonização representa em Rondônia o fim da emissão na atmosfera de cerca de 293 mil  toneladas de dióxido de carbono (CO2). 

Coroando o mês de seu aniversário, a Energisa Rondônia comemora a conquista da certificação da consultoria global Great Place to Work (GPTW) como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil. Trata-se de um dos mais importantes reconhecimentos do mundo empresarial. Com apenas quatro anos em Rondônia e disputando uma colocação no ranking com empresas de todo o país, a companhia ficou na posição 61. “Somos uma das maiores empregadoras do nosso estado, com colaboradores nos 52 municípios. Já realizamos mais de 400 mil horas de treinamentos e investimos na formação de lideranças. Temos um time engajado na missão de transformar energia em conforto, em desenvolvimento e em novas possibilidades com sustentabilidade. Estamos muito felizes por esse reconhecimento”, conclui o presidente.

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Energisa apresenta crescimento no lucro líquido e expansão de investim Energisa apresenta crescimento no lucro líquido e expansão de investim

Publicada em: 16/09/2022

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Brasil

Energisa apresenta crescimento no lucro líquido e expansão de investimentos

A Energisa apresentou os resultados do segundo trimestre de 2022, reportando um lucro líquido de R$ 989,7 milhões – um crescimento de 32,1% na comparação com ao mesmo período em 2021. No semestre, o EBITDA ajustado totalizou R$ 3, 6 bilhões, com incremento de 26% (R$ 758,9 milhões) em relação ao primeiro semestre do ano anterior.  

– O lucro e o crescimento da geração de caixa operacional, refletem a capacidade do Grupo Energisa de manter taxas de crescimento consistentes ano a ano, com retorno para os acionistas e foco na diversificação dos negócios, sem perder de vista a qualidade para os clientes – enfatiza Maurício Botelho, CFO do Grupo Energisa. 

Pelo 5º semestre consecutivo, as perdas totais de energia elétrica consolidadas mantiveram-se abaixo do patamar regulatório. Graças às medidas de combate a fraudes e furtos, 9 das 11 empresas do Grupo apresentaram reduções de perda no fornecimento em relação ao mesmo período do ano passado, com destaque para a Energisa Rondônia e Energisa Acre, que reduziram 1,71 ponto percentual e 1,33 ponto percentual, respectivamente. 

– A Energisa Rondônia e a Energisa Acre, que assumimos em 2018, confirmam uma trajetória de redução consistente, iniciada no segundo trimestre de 2019. É fruto de ações estruturadas, como uso de ferramentas computacionais de última geração para seleção de alvos, monitoramento e gestão das ações de combate, ampliação da telemetria nos grandes consumidores, treinamento e aprimoramento das equipes de campo, além do investimento em medidas de blindagem que objetivam evitar a reincidência da fraude – completa Botelho.

Qualidade 

Dez das 11 distribuidoras estão com indicadores de qualidade (DEC e FEC) dentro do limite regulatório. Rondônia, que tinha um dos piores indicadores do país, alcançou o melhor resultado da série histórica tanto para o DEC quanto para o FEC. Em junho de 2022, o DEC foi de 23,30 horas alcançando uma redução de 8,42 horas em relação a junho de 2021. Já o FEC foi de 9,46 vezes, redução de 32,4%, equivalente a 4,53 vezes.

– É gratificante ver empresas como Energisa Rondônia e Energisa Acre, que assumimos há menos de 4 anos, batendo recordes na melhoria da qualidade. Enfrentamos condições climáticas adversas nesses e em outros estados, mas os indicadores são consistentes e refletem os investimentos em melhorias de rede e a intensificação dos planos de manutenção – afirma o CFO.

Tarifa social 

O número de cliente inscritos no cadastro da Tarifa Social de Energia Elétrica aumentou 8,2% no segundo trimestre em relação ao mesmo período de 2021. O incremento é mais que o dobro do verificado no conjunto de clientes residenciais e reflete as medidas de automático da população com Número de Inscrição Social (NIS) e também da maior divulgação do programa pelas distribuidoras do Grupo. 

Eficiência operacional 

Os custos operacionais controláveis, que incluem pessoal, material, serviços e outros, tiveram aumento de 3,6%, abaixo da inflação do período. O aumento de 18,8% com materiais no trimestre, provocado principalmente pelo aumento dos custos de combustíveis e lubrificantes, foi compensado pela redução de custos de TI e Telecom e de honorários de serviços.  

– Temos frota espalhada por 15 estados, essencial para a qualidade dos serviços para os nossos clientes. A alta do custo dos combustíveis exigiu uma gestão eficiente dessa rubrica para que não houvesse nenhum impacto nas operações de manutenção e melhoria das rede – explica ele. 

Diversificação

Depois de lançar a (re)energisa, mais nova marca do Grupo, que consolida as operações de produtos e serviços para o mercado aberto de energia, o Grupo concluiu a aquisição da Gemini e arrematou o lote 12 do Leilão de Transmissão promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Com isso, alcançou 12 ativos de transmissão, dos quais nove localizados na Região Norte do país, a de maior demanda por infraestrutura e segurança energética.

O investimento em geração distribuída pela (re)energisa alcançou R$ 139,2 milhões neste trimestre. A empresa detém capacidade instalada de 96,6 MWp com 33 usinas solares conectadas em 5 de agosto de 2022.

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