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São João: o trabalho da Energisa para um arraiá bem iluminado São João: o trabalho da Energisa para um arraiá bem iluminado

Publicada em: 19/06/2024

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Brasil

Festas de São João: os bastidores do trabalho da Energisa para um arraiá bem iluminado

É chegada aquela época do ano em que o Brasil se enche de cores, música e tradição nordestina para celebrar o São João. Enquanto o povo corta bandeirolas, ensaia a quadrilha e apronta os quitutes, a Energisa se prepara para que a luz da festa brilhe até de manhã. Com uma série de ações de manutenção preventiva e melhorias na infraestrutura elétrica, as distribuidoras trabalham para garantir um fornecimento de energia elétrica seguro e sem interrupções.

Investimentos em iluminação e patrocínio renovado para o Maior São João do Mundo, em Campina Grande

Desde 2022, o São João de Campina Grande é reconhecido pelo Instituto Ranking Brasil como a maior festa junina do país, motivo de grande orgulho para os moradores da cidade. O São João 2024, que celebra também os 160 anos do município, acontece mais uma vez no Parque do Povo, de 29 de maio a 30 de junho.

Este ano marca a 10ª vez que a Energisa patrocina o evento, que agora conta com mais de 40 mil metros quadrados após a reforma que interligou o Parque do Povo ao Parque Evaldo Cruz (Açude Novo). Para garantir a energia necessária para os 33 dias de evento, a empresa realizou diversas melhorias na infraestrutura elétrica.

A festa junina é uma tradição paraibana e nordestina muito valiosa na nossa cultura. Para a Energisa, o São João é um evento de grande importância e começamos a nos preparar logo no início do ano. Temos planos específicos, com monitoramento 24 horas e plantões diferenciados para garantir a qualidade da energia durante a festa” conta Renan Menezes, coordenador de operações da Energisa Paraíba.

Em 2022, foi entregue a nova iluminação do Parque do Povo, com a instalação de 98 refletores de LED e substituição de lâmpadas antigas por luminárias mais modernas. Agora, foi concluída a etapa do Açude Novo, com a entrega de parte das mais de 300 luminárias e refletores previstos no projeto. A estimativa é que cada uma dessas entregas gere uma economia de cerca de R$ 60 mil/ano para Campina Grande, levando benefício a toda a população. Esses investimentos da Energisa, em parceria com a prefeitura do município, são realizados por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). 

Além dos investimentos permanentes, muito trabalho é necessário para instalar com segurança as ligações temporárias para mais de 300 barraqueiros: 

Recebemos uma lista com todos os barraqueiros internos e externos no Parque do Povo. Em conjunto com a empresa responsável pela estrutura do evento, fazemos reuniões para determinar a carga e a localização das ligações de energia para cada um dos barraqueiros. Tudo isso é feito com a colaboração do Corpo de Bombeiros, que verifica todas as instalações”, conta Renan Menezes.

A programação completa do Maior São João do Mundo pode ser conferida no site do evento.

Plano São João: manutenção preventiva para as festas sergipanas

Em Sergipe, também já foi dada a largada para as celebrações juninas. Desde o dia 1º de junho, serão mais de 300 atrações em 60 dias de festa no Arraiá do Povo e Vila do Forró, na Orla da Atalaia, e na Rua São João, em Aracaju, em um evento promovido pelo Governo do Estado. Além disso, o Sesc (Serviço Social do Comércio) também promove o São João na Praça, na General Valadão, no Centro de Aracaju, com programação até o dia 21 de junho.

Nos últimos meses, foram realizadas inspeções e manutenções preventivas em todos os locais que recebem os festejos, além de algumas cidades do interior. Na Orla do Atalaia e imediações, foi feita uma lavagem de estruturas para eliminar a poluição natural da maresia. O objetivo do Plano São João é reforçar a rede elétrica para suportar todo o consumo extra gerado pelos eventos, identificando previamente equipamentos com risco de sobrecarga:

O São João é um dos momentos mais esperados do sergipano e a Energisa realizará todas as ações necessárias para que esses festejos aconteçam sem intercorrências. Estamos intensificando as manutenções preventivas com inspeção visual e com termovisor, e realizando obras na rede elétrica para atender o aumento de carga”, explica Thyago Tanouss, gerente de construção e manutenção da distribuição da Energisa Sergipe.

Além das ações preventivas, a Energisa também disponibilizará uma logística diferenciada das equipes de campo nos locais dos eventos e irá monitorar  a rede elétrica remotamente 24 horas por dia, a partir do Centro de Operação.

Para quem vai curtir as festas em Sergipe, não deixe de conferir a programação completa do Arraiá do Povo e do São João da Praça.

Aproveitando a festa com segurança

Decorar as casas e ruas com bandeirolas coloridas é uma tradição que marca o mês de junho. A bandeirola é um dos símbolos mais marcantes desse período, mas pode trazer riscos de acidentes quando colocada em locais inadequados. Por isso, a Energisa sempre reforça os principais cuidados para que todos devem tomar para aproveitar com segurança este momento tão esperado.

A orientação é não pendurar as bandeirolas nos postes e fios elétricos. Aconselhamos evitar o uso de enfeites de metais e, caso queira fazer uso desses materiais, que sejam utilizados adereços isolantes, como borracha e silicone, para evitar o risco de condução de energia”, alerta Robson Jezler, coordenador de Saúde e Segurança da Energisa Sergipe.

Além das bandeirolas, também é importante reforçar os cuidados com fogueiras e fogos de artifícios. A orientação é nunca soltar fogos de artifício ou acender fogueiras próximos à rede elétrica, pois podem danificar cabos e estruturas, causando curtos-circuitos e quedas de energia.

Com tantas atrações imperdíveis e tradições a serem celebradas, o São João promete ser um verdadeiro espetáculo para todos os gostos e idades. Enquanto a população curte cada momento dessa festa tão esperada, a Energisa estará trabalhando para garantir o fornecimento de energia com qualidade e segurança. Juntos, vamos celebrar São João com tranquilidade e muita alegria!

Foto: Leydson Jackson/Codecom-CG

 

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Energisa aposta em biometano Energisa aposta em biometano

Publicada em: 30/04/2024

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 Sustentabilidade

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Santa Catarina

Energisa aposta em biometano

A economia é redonda. Pelo menos é o que asseguram os formuladores das teorias a respeito do tema nesse século XXI. Mas “redonda” seria uma boa nomenclatura? Pensando melhor, talvez não. Talvez “circular” seja um nome mais adequado.

De olho nesse conceito, que embute sustentabilidade, economia, governança e aspectos socioculturais, a Energisa está investindo R$ 80 milhões em uma unidade de biometano. Gás natural renovável, o insumo pode ser utilizado diretamente nas redes de distribuição misturado ao gás natural convencional ou, ainda, ser usado para a geração de hidrogênio, amônia e metanol.

A iniciativa vai estar sob o guarda-chuva (re)energisa, empresa do Grupo criada em 2022 para atuar no mercado livre de energia, oferecendo geração distribuída através de fontes renováveis.

É um movimento em linha com o que há de mais moderno em termos de discussão energética no planeta. Trata-se de uma matriz limpa e sustentável. E renovável. Um gás energético renovável”, explica Frederico Kos Botelho, líder de soluções bioenergéticas da (re)energisa.

Com previsão de inauguração para 2025, em Campos Novos (SC), a companhia estima produzir 25 mil metros cúbicos de biometano diariamente. E, para chegar a esse patamar, a empresa vai processar cerca de 350 toneladas de resíduos industriais, que serão fornecidos pelas companhias da região. A perspectiva é também gerar 25 empregos diretos no município e 100 postos de trabalho ao longo da empreitada.

Projeção 3D da nova usina de biometano em SC

Kos Botelho explica que o processo produtivo trata o resíduo coletado por meio de um processo de compostagem, que contém biodigestores. Como resultado, gera-se também fertilizante orgânico ou biofertilizante.

O biofertilizante, detalha o executivo, decorre da aquisição da Agric, concretizada em agosto de 2023. A compra dessa empresa de compostagem de resíduos orgânicos industriais é que vai possibilitar a produção do fertilizante orgânico.

Nosso objetivo é comercializar esse fertilizante junto aos produtores rurais da região de Campos Novos (SC), onde será erguida a operação”, acrescenta.

A aquisição da Agric, está alinhada à estratégia do Grupo de oferecer um ecossistema de soluções, sendo um fornecedor one-stop-shop para seus clientes.

Trata-se de um mercado com grandes perspectivas de crescimento, especialmente nos estados onde a Energisa já atua, que abrigam setores como o agronegócio, com alta geração de resíduos orgânicos”, acrescenta.

Mas se a perspectiva é boa para o biofertilizante, também é excelente para o biometano. De acordo com os dados que circulam entre as associações do setor, a expectativa é que a produção dessa nova fonte energética alcance 7 milhões de metros cúbicos por dia em 2029, ante os atuais 500 mil metros cúbicos, que hoje são produzidos a partir de seis plantas espalhadas pelo País. 

É importante salientar que não se trata apenas de biometano e fertilizante orgânico, mas sim de tratamento de resíduo. E, nesse sentido, o biometano alcança excelentes resultados: fomenta a produção de um gás que se renova e gera o fertilizante orgânico utilizado nas lavouras, que vão produzir os insumos para essas indústrias”, enfatiza o líder de soluções bioenergéticas da (re)energisa.

Há, no entanto, um ponto que faz muita diferença: a comparação com o gás natural. É inegável a capilaridade do gás natural no Brasil. Só que esse insumo alcança fundamentalmente a região litorânea brasileira. Pouco se dá em direção ao interior do país.

É justamente aí que o biometano tem uma avenida pela frente. Porque, além de ser renovável, o que o gás natural não é por definição, o biometano é produzido a partir de resíduos, não da exploração de poços, como no caso do gás natural. Sem contar que pode ser usado por caminhões.

Em outras palavras, é caro, por exemplo, ter um posto de gás natural veicular em alguns lugares do Brasil, porque está longe da planta processadora e custa levar o insumo até lá. Mas o mesmo não se aplica ao biometano, uma vez que se origina de resíduos industriais.

Então, essa fonte de energia descarboniza o setor de logística, porque não emite carbono, usa resíduos que normalmente seriam descartados pela indústria, produz fertilizante orgânico e, de quebra, propicia nova fonte de energia? A resposta é sim. É ou não é economia circular? É. E é verde.

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Energisa MS: um retrato de 2023 e o olhar para o futuro Energisa MS: um retrato de 2023 e o olhar para o futuro

Publicada em: 15/02/2024

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Mato Grosso do Sul

Energisa MS: um retrato de 2023 e o olhar para o futuro

Como você avalia o ano de 2023 para a Energisa Mato Grosso do Sul e para o estado?
Marcelo Vinhaes: O ano de 2023 foi extremamente desafiador. Tínhamos grandes expectativas de que 2022 marcaria o fim da pandemia, mas a retomada só chegou mesmo no ano passado, com uma grande demanda acumulada. Então eu acho que 2023 foi um ano bastante acelerado. Minhas conversas com empresários daqui do Mato Grosso do Sul confirmam essa percepção geral de que 2023 foi caracterizado por um notável crescimento e investimento no estado. Na distribuidora, enfrentamos um desafio adicional devido à ocorrência do El Niño em 2023. Esse fenômeno implica em condições climáticas mais severas, com tempestades de muito vento e muita descarga atmosférica. Estamos fazendo um estudo junto com uma consultoria especializada que está mostrando que o Mato Grosso do Sul tem um clima mais parecido com os estados do Sul do Brasil do que com os seus vizinhos do Centro-Oeste. Então a gente está num estado de clima sensível, e já sabíamos que 2023 seria um ano de grandes desafios por conta das previsões climáticas.

E como a Energisa se preparou para enfrentar esses desafios?
MV:
Investimos, nos 9 primeiros meses de 2023, cerca de R$ 467 milhões (Resultado do 4º trimestre de 2023 será divulgado no dia 12 de março), focando no crescimento do estado, de modo a poder atender novas cargas, novas indústrias, novos negócios que estão vindo para o Mato Grosso do Sul. Além disso, temos um plano plurianual de investimentos em melhorias da infraestrutura da zona rural do estado. Há alguns anos, estamos fazendo novas subestações, novos alimentadores, novas linhas para atender cada vez melhor os nossos clientes de fora dos grandes centros urbanos. Acreditamos que o equilíbrio entre investimentos e tarifas é crucial, por isso buscamos dosar os investimentos para melhorar a qualidade do fornecimento sem onerar demais a tarifa de energia elétrica.

Você falou que foi um ano marcado pelo El Niño. Como isso impactou a operação da empresa?
MV:
No nosso estado, o El Niño causa 2 fenômenos principais: tempestades intensas e aumento das ondas de calor. Por conta disso, a questão da arborização urbana acaba tendo um papel importante. Vivemos num estado de clima quente, que precisa de muitas árvores, mas ao mesmo tempo, muitas árvores foram plantadas inadequadas perto da rede elétrica. Eu sou defensor de cidades arborizadas e tenho por hobby cuidar de plantas, mas são espécies exóticas que têm raízes frágeis e acabam caindo por não suportar a ventania do estado, causando grande parte dos nossos problemas de falta de energia. Temos buscado soluções, como a substituição de espécies inadequadas, para garantir a qualidade do fornecimento sem comprometer a arborização urbana.
Além disso, as ondas de calor provocam um aumento do consumo de energia, e as pessoas percebem isso em suas contas, mas ficam com muitas dúvidas. Explicamos que, nos meses mais quentes, o consumo de equipamentos de refrigeração, como geladeiras e aparelhos de ar-condicionado, pode realmente dobrar, triplicar ou mesmo quadruplicar. Além do uso mais frequente, esses aparelhos também consomem mais quando a temperatura externa está maior, pois o compressor fica acionado por mais tempo enquanto o equipamento está ligado.

E os problemas de sobrecarga de energia que tivemos em Ribas do Rio Pardo e em Campo Grande? Eles já foram sanados?
MV:
Sim. Em novembro, substituímos 440 transformadores em todo o estado para garantir a estabilidade da rede. Em resposta aos desafios climáticos e ao consumo elevado, fizemos operações em Ribas do Rio Pardo, Corumbau, Dourados, Campo Grande, substituindo praticamente todos os transformadores por outros de maior potência, para regularizar a situação em definitivo.
Quando projetamos as redes de distribuição, a nossa referência são os disjuntores instalados na entrada de cada residência, ao lado do medidor. Só que as pessoas têm o hábito de aumentar a carga das suas casas, trocar esse disjuntor de entrada e não informar a Energisa. Então quando temos uma onda de calor e todo mundo liga o ar-condicionado ao mesmo tempo, acontece uma sobrecarga na rede. Para ter uma ideia, nessa onda de calor do mês de novembro, o nosso sistema atingiu um nível de carga que só estava previsto para 2025. Por isso, quando o cliente trocar o medidor de entrada da sua casa, é importante que ele informe a Energisa, através de qualquer canal de atendimento.

E para fechar, quais são as perspectivas da Energisa para 2024?
MV:
Para 2024, esperamos que o estado continue crescendo, gerando empregos e desenvolvimento. Estamos preparados para atender às demandas das novas indústrias e empresas que escolherem Mato Grosso do Sul como seu lar. Expressamos a esperança de que o El Niño seja menos impactante em 2024, permitindo uma operação mais suave e eficiente.

Nota: Este texto foi construído a partir da edição da entrevista concedida à Radio CBN em 01/01/2024.
 

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Investimento para garantir a qualidade da energia Investimento para garantir a qualidade da energia

Publicada em: 25/07/2023

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 Energisa 5D

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Brasil

Energisa mantém cronograma de obras para potencializar distribuição no Sudeste e Sul do país

Você consegue imaginar o seu dia a dia sem geladeira, sem as lâmpadas que acendem com apenas um clique, ou sem o chuveiro elétrico nos dias mais frios do inverno? Já pensou o quão difícil seria se não pudesse carregar a bateria do celular na tomada, usar o computador, a máquina de lavar roupas e outros equipamentos que tornam a sua rotina mais prática? Justamente para oferecer a energia elétrica que garante a funcionalidade desses e de outros eletrodomésticos e eletrônicos que facilitam a vida de milhares de pessoas, é que a Energisa Sul-Sudeste trabalha de maneira intensiva e interrupta.

Com mais de 118 anos de história, a Energisa chegou à região em 2014 e, desde o início da concessão, tem atuado com o compromisso de expandir, potencializar e melhorar o fornecimento de energia elétrica nos 82 municípios onde está presente no interior de São Paulo, sul de Minas Gerais e Guarapuava (PR). Para tanto, investiu cerca de R$ 2 bilhões em obras e tecnologias para cumprir esse compromisso.

“A energia é imprescindível para o desenvolvimento econômico e social das cidades e comunidades que estamos inseridos. É a energia que viabiliza novas tecnologias, oportunidades de emprego e renda, acesso à educação e cultura. Ela proporciona conforto e segurança. Por essa razão, reforçamos nosso compromisso diário de executar obras que tragam melhorias à qualidade do fornecimento de energia, beneficiando diretamente os clientes desta região” enfatiza o diretor-presidente da Energisa Sul-Sudeste, José Adriano Mendes Silva.   

Obras e melhorias

Como parte desse compromisso de investimentos até 2025, nas regiões de Catanduva, Assis e Tupã, devem ser entregues importantes obras como melhorias nas subestações Bastos II, Assis III, Rancharia, Salto Grande e Ibirarema; substituição de equipamentos nas subestações Echaporã, Lutécia, Quatá I e Tupã. Ainda há obras na subestação Itajobi II e subestação Catanduva III; melhorias e modernização nas subestações Catiguá, Catanduva I, Elisiário e Novo Horizonte; também vamos elaborar um projeto de ampliação da subestação Novo Horizonte. 

Além disso, a empresa tem atuado em substituição de cabos, postes, cruzetas, instalação de religadores automáticos, podas de árvores que apresentam algum risco ao sistema elétrico, entre outras melhorias e manutenções preventivas em equipamentos que são imprescindíveis para a estrutura de distribuição de energia. Boa parte dessas manutenções é executada sem que haja interrupções no fornecimento de energia. Ou seja, sempre que possível dentro dos protocolos técnicos e de segurança, as equipes trabalham com a rede energizada, sem a necessidade de desligar a rede elétrica, buscando sempre garantir o conforto aos clientes. 

Quando é preciso fazer o desligamento da rede por questão de segurança, a concessionária tem o compromisso de avisar a população com antecedência a fim de que todos possam se programar para o período da interrupção.   

Quer saber mais sobre o que a Energisa Sul-Sudeste tem feito para melhorar a sua rotina e da comunidade, e ainda conhecer todos os serviços que empresa oferece para você? Acesse o site www.energisa.com.br e acompanhe a Energisa no Facebook, Twitter e Instagram.

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