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Energisa fortalece a luta contra incêndios no Pantanal Energisa fortalece a luta contra incêndios no Pantanal

Publicada em: 24/09/2024

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Mato Grosso

Energisa fortalece a luta contra incêndios no Pantanal

O pantanal mato-grossense ostenta o título de maior planície alagável do planeta. Nesse rico bioma brasileiro que abriga mais de 5 mil espécies animais e vegetais, o clima é marcado por 2 estações definidas, a seca e a chuvosa, quando rios e córregos transbordam e alagam cerca de dois terços da superfície da região. Durante esse período, formam-se os corixos, que são como pequenos rios sazonais que ligam as águas de lagoas, áreas alagadas e outros rios próximos. Fora da época das chuvas, no entanto, as águas escoam e os corixos secam.

Daí vem a necessidade de fazer corixos artificiais para armazenar a água durante o período de seca. A Energisa contribuiu com a instalação elétrica para 5 poços artesianos em pontos estratégicos da Transpantaneira. Os poços abastecem os corixos construídos na mesma área, oferecendo assim uma fonte de água que é usada pelos bombeiros para combater os incêndios, além de aplacar a sede dos animais da região, como bois e cavalos.

A Energisa está implementando diversas ações para prevenir e combater o fogo que vem devastando o Pantanal mato-grossense, em parceria com as secretarias estaduais de Meio Ambiente (Sema) e Infraestrutura (Sinfra). Outra importante ação preventiva adotada é a criação de um aceiro de até 15 metros de largura, em áreas que houver necessidade, ao longo de um trecho de 150 quilômetros da Transpantaneira. Você sabe para que serve um aceiro?

Os aceiros são faixas de terreno sem vegetação que funcionam como barreira contra o fogo e uma proteção à rede elétrica. Como o fogo se alastra incendiando matéria seca em áreas vizinhas ao local de início do incêndio, a criação de uma faixa sem material inflamável consegue delimitar a área incendiada e impedir o avanço das chamas. O aceiro se soma à própria estrada, criando um corredor de proteção ainda maior contra as queimadas.

Além dos impactos ambientais devastadores, as queimadas afetam diretamente a rede elétrica, que pode ser destruída pelo calor do fogo. Por isso, o aceiro da Transpantaneira também tem a missão de proteger estruturas elétricas e prevenir interrupções no fornecimento de energia elétrica na região.

A Energisa já investiu R$ 300 mil na contratação de maquinários que estão trabalhando sob orientação do governo estadual na criação do aceiro da Transpantaneira, entre a região de Porto Jofre e o limite da região urbana de Poconé.

Durante as obras do aceiro, as equipes da Energisa flagraram uma cena curiosa. Em uma área alagada, uma corajosa capivara nadava tranquilamente em um corixo repleto de jacarés. A cena teve um final feliz, e a capivara cruzou o bando de predadores sem hesitar.

Nós sabemos o que a cadeia natural prevê, mas foi um desfecho totalmente inusitado. A capivara encarou dezenas, talvez centenas de jacarés pela frente. Além de não recuar, ela ainda encontrou um caminho e teve um final feliz”, lembrou o autor da imagem, o gerente de gestão e projetos da Energisa, Luzay Lopo.

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Amigos do Rio: mutirão retira 25 toneladas de lixo do Rio Tocantins Amigos do Rio: mutirão retira 25 toneladas de lixo do Rio Tocantins

Publicada em: 12/09/2024

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Tocantins

Amigos do Rio: mutirão retira 25 toneladas de resíduos do Rio Tocantins

O município de Peixe é conhecido por suas belezas naturais deslumbrantes. Banhado pelo Rio Tocantins, o local abriga ilhas paradisíacas e praias fluviais deslumbrantes, como a Praia da Tartaruga, famosa por suas areias brancas e águas cristalinas. Contudo, esse paraíso enfrenta um desafio crescente: a poluição causada pelo lixo acumulado em suas águas.

Para enfrentar esse desafio e proteger as belezas naturais da região, o projeto Amigos do Rio tem se destacado como uma iniciativa essencial. Em sua 18ª edição, realizada no começo de setembro, o projeto reuniu cerca de 300 voluntários para um grande mutirão de limpeza no Rio Tocantins. A iniciativa retirou mais de 25 toneladas de resíduos sólidos do rio, incluindo pneus, cadeiras e até mesmo fogões.

Resíduos recolhidos durante a ação

O projeto Amigos do Rio visa promover a preservação do meio ambiente e reforçar a conscientização ambiental, sensibilizando a população sobre a importância de adotar práticas sustentáveis. A iniciativa busca mobilizar a comunidade local e voluntários para a coleta de resíduos sólidos acumulados ao longo do rio, que podem prejudicar o ecossistema e comprometer a qualidade da água. Iniciado a partir de uma demanda popular, o projeto foi abraçado pela prefeitura e por parceiros privados, como a Energisa, e agora faz parte do calendário da cidade.

A preservação e a conscientização ambiental promovidas por eventos como este, vão além da simples remoção de resíduos sólidos. Essas ações transmitem uma mensagem essencial, formando novos cidadãos e destacando para a sociedade a relevância da conservação e do cuidado com o meio ambiente”, enfatizou o fiscal ambiental do Naturatins, Romário Maracaípe

A ação mobilizou 65 barqueiros locais, organizados em duas frentes de trabalho, que percorreram uma extensão de 35 quilômetros do Rio Tocantins. Enquanto um grupo de voluntários seguiu o curso do rio, o outro navegou em direção contrária, assegurando que toda a área fosse completamente coberta pela expedição. Os resíduos recolhidos foram triados e encaminhados para reciclagem ou descarte apropriado no aterro municipal.

O sucesso da empreitada mostra a força da colaboração na preservação ambiental. Ao final do dia, ficou a sensação de dever cumprido. O supervisor de medição da Energisa, Anderson Nogueira, participou do evento como um dos voluntários:

Além de ser um dos nossos valores na Energisa, nós temos a sustentabilidade como foco, então a gente está aqui conscientizando a população, junto aos ribeirinhos, pra fazer essa limpeza, e a natureza agradece”, comentou Anderson.

Foto aérea dos barcos às margens do Rio Tocantins

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Projeto Sons do Jalapão revitaliza herança cultural no Tocantins Projeto Sons do Jalapão revitaliza herança cultural no Tocantins

Publicada em: 10/09/2024

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Tocantins

Projeto Sons do Jalapão revitaliza herança cultural no Tocantins

No extremo leste do Tocantins, na exuberante região do Jalapão, o pequeno município de Mateiros vem sendo palco de um projeto musical transformador promovido pela Associação Viva Música, com o patrocínio da Energisa. O Sons do Jalapão busca revitalizar e preservar a rica tradição musical da região, especialmente o uso de instrumentos típicos como a rabeca e a violinha de buriti.

O Jalapão é conhecido por sua paisagem exuberante, com dunas douradas de até 30 metros de altura, rios de águas cristalinas, chapadas e formações rochosas de múltiplas cores. Por vezes apelidado de “deserto das águas”, o Jalapão é dotado de um bioma peculiar, entre o cerrado e a caatinga, e abriga espécies vegetais como o capim-dourado e a palmeira de buriti.

Nas mãos dos artesãos de Mateiros, o capim-dourado se transforma em chapéus, cesta e bijuterias; a palmeira de buriti, por usa vez, se transforma em violinhas e rabecas, instrumentos musicais sempre presentes nos festejos e celebrações culturais do Tocantins.

No entanto, essa rica tradição musical enfrenta o risco de se perder. O tempo já levou muitos dos mestres que outrora fabricavam e tocavam esses instrumentos. É aí que o projeto Sons do Jalapão entra em cena. O projeto busca não apenas preservar as técnicas de construção artesanal e afinação dos instrumentos, mas também reintroduzir esses sons e ritmos às novas gerações.

Esses instrumentos tradicionais se espalharam pelo país, mas são aqui do Tocantins. O que é triste é ver que quase não há mais tocadores de viola e rabeca por aqui. Queremos que essa tradição tenha continuidade” conta o maestro Bruno Barreto.

Bruno é um dos fundadores e atual diretor da associação Viva Música. Criada em 2014 como uma orquestra de cordas, a associação vem reinventando e criando espaços para a música no Tocantins. No projeto Sons do Jalapão, 40 alunos estão aprendendo a tocar violas de buriti, rabecas e vários instrumentos de percussão, como uma forma de transmitir a sabedoria tradicional para as novas gerações.

Crianças com instrumentos na mão durante aula do projeto

A violinha de buriti, inventada nos anos 1940 no próprio Jalapão, é dotada de um som suave e encorpado, porém delicado. O instrumento é esculpido artesanalmente no miolo da madeira do buriti, sem tampo nem fundo. Já a rabeca é instrumento que se assemelha a um pequeno violino e remonta aos tempos coloniais. Trazida pelos portugueses, ela foi gradualmente sendo adaptada pelas populações locais, incluindo comunidades indígenas, quilombolas e sertanejas, que passaram a utilizar o buriti para a sua construção.

Hoje, esses instrumentos fazem parte da identidade cultural tocantinense e por isso é tão importante a preservação da sabedoria acerca deles, tanto da sua construção artesanal quanto da forma única de afiná-los e tocá-los. As memórias dos músicos e do Tocantins ecoam através dos sons do buriti.

As aulas, que começaram em agosto, são realizadas nas escolas locais, envolvendo crianças e adolescentes na prática musical. Ao final do período letivo, haverá uma apresentação didática na comunidade quilombola Mumbuca, marcando o encerramento deste primeiro ciclo. O projeto também inclui minicursos para a população local e turistas, que ocorrerão durante a Festa da Colheita, um importante evento regional em setembro.

O Sons do Jalapão é o quarto projeto da Associação Viva Música. Antes dele, o Cantos e Recantos do Tocantins, também patrocinado pela Energisa, levou concertos de orquestra, com um repertório variado, para várias cidades do interior do estado. O maestro Bruno Barreto destaca a importância da parceria com a Energisa:

Esses projetos unem pensamentos nossos e da Energisa, valorizando a cultura regional e os profissionais da música aqui do Tocantins. Nosso encontro com a Energisa foi transformador, não só pelo apoio financeiro, mas também pelas portas que ela nos abriu. Nós não tínhamos nenhuma experiência em projetos de lei de incentivo e a Energisa, com muita paciência e profissionalismo, nos guiou por esse caminho. Agradecemos muito à Energisa por tudo isso e espero que essa parceria continue”, finalizou Bruno Barreto.

O projeto está inserido no portifólio do Programa Energisa Cultural. Com um perfil de multilinguagens, abrangendo música, literatura, audiovisual, artes visuais, artes cênicas, cultura popular e festivais, entre outros, e com o compromisso de nos aproximar da sociedade, por meio de ações culturais e da manifestação dos valores regionais nos territórios de nossa atuação, o Energisa Cultural em 2023 impactou mais de 280 mil pessoas na área de atuação da empresa.

 

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Festival de Cinema de Rondônia estreia com patrocínio da Energisa Festival de Cinema de Rondônia estreia com patrocínio da Energisa

Publicada em: 26/08/2024

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Rondônia

Festival de Cinema de Rondônia estreia com patrocínio da Energisa

A segunda edição do  CineRO – Festival de Cinema de Rondônia , começou oficialmente neste domingo, 25 de agosto, com uma cerimônia de abertura no Teatro Guaporé. O festival tem como principal objetivo ampliar o acesso ao cinema nacional em Rondônia e promover a produção audiovisual do estado.

A programação oficial vai até 1º de setembro de 2024, no Teatro Guaporé e no Cine Veneza. Além das sessões em cinemas, o projeto realiza exibições em locais alternativos, como escolas e bairros periféricos, com mostras temáticas dedicadas a filmes infantis, cinema pan-africano, filmes dirigidos por mulheres, entre outros. Para quem não estará em Porto Velho, o festival também oferece uma  mostra virtual até 24 de setembro, incluindo 10 filmes produzidos em Rondônia. Por fim, a programação ainda inclui  oficinas, workshops e bate-papos, fortalecendo o mercado audiovisual local.

Patrocinado pelo Grupo Energisa e com o apoio do Instituto Energisa, esta edição do festival é viabilizada pela Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e traz uma programação diversificada e acessível.

Estamos felizes em dizer que este projeto está totalmente alinhado com os compromissos da Energisa, que sempre acreditou no poder transformador da cultura, como um direito fundamental. A cultura é um direito de todos e eventos como este são essenciais para promover uma sociedade mais inclusiva, onde a diversidade é reconhecida, preservada e valorizada”, declarou André Theobald, diretor-presidente da Energisa Rondônia.

Neste ano, a curadoria do festival recebeu 1.701 inscrições e selecionou 135 obras, entre curtas, longas, documentários, animações e filmes experimentais.

Estamos muito satisfeitos com a adesão e o interesse pelo festival este ano. Recebemos inscrições de diversas partes do país, o que demonstra a relevância do CineRO no cenário nacional. A nossa meta é continuar expandindo o acesso ao cinema e proporcionando experiências culturais enriquecedoras para todos. Estamos muito felizes com o patrocínio do Grupo Energisa e o apoio do Instituto Energisa, que contribuirão com o sucesso do festival este ano”, celebra Édier Willian, coordenador do festival.

Se você ficou interessado, acesse a  programação completa e não perca a chance de explorar o melhor do cinema de Rondônia e de todo o Brasil.

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